O que aprendemos com o livro Foco?

Não é por acaso que o livro Foco, de Daniel Goleman está na lista dos mais lidos na plataforma 12Min. A soma de um escritor renomado com um tema extremamente relevante só poderia mesmo resultar em sucesso absoluto.
Afinal, foco é uma habilidade estratégica para quem busca se destacar nos projetos pessoais e no mercado de trabalho também. No entanto, apesar de importante, é algo difícil de se obter nos dias atuais.
Hoje, nós vivemos bombardeados de informações a todo instante, gerando distrações e isolamento. Esse excesso de informação nos deixa, ainda, com aquela estranha sensação de estarmos perdidos e sem saber por onde começar.
Assim, focar em alguma coisa é uma missão quase impossível para muita gente.

Quem é Daniel Goleman

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Escritor de renome internacional, Daniel Goleman é também psicólogo, jornalista e consultor.
Daniel Goleman defendeu o título de doutorado em Psicologia pela conceituada Universidade de Harvard, onde lecionava.
Os holofotes no mundo inteiro se voltaram para Daniel Goleman, após o lançamentos do livro Inteligência Emocional, em 1995. O best-seller permaneceu por quase um ano e meio na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times e várias outras.
Inteligência Emocional teve mais de cinco milhões de unidades comercializadas e foi traduzido para 40 idiomas. Mas, Daniel Goleman, assina outras valiosas obras individuais e de co-autoria. Entre elas, destacam-se:

  • Uma Força para o Bem (2016)
  • Foco (2014)
  • O Cérebro e a Inteligência Emocional – Novas Perspectiva (2012)
  • Inteligência Ecológica (2009)
  • Inteligência Social: O Poder Oculto das Relações Humanas (2006)
  • A Arte da Meditação (2005)
  • Como Lidar Com Emoções Destrutivas (2003)
  • Emoções que Curam (1999)
  • Trabalhando com a Inteligência Emocional (1998)
  • Mentiras Essenciais, Verdades Simples (1997)
  • Inteligência Emocional (1995)

Foco: o assunto da vez

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Inteligência Emocional foi e continua sendo um sucesso. No entanto, a “queridinha” dos leitores nos dias atuais é outra obra: Foco.
Esse outro livro de Daniel Goleman é uma guia completo para nos ajudar a manter a atenção no que de fato interessa. Por exemplo, você quer saber como manter o foco no trabalho? Como ter foco nos estudos? Como direcionar a atenção para os seus objetivos pessoais? A importância do foco no gerenciamento de equipe?
O livro Foco responde todas essas questões.

Muita informação, pouca atenção

Acesso a informações não é problema nos dias atuais. Pelo contrário, as dores de cabeça começam exatamente pelo excesso delas.
Uma enxurrada de coisas novas chega até nós a cada momento. Coisas que nem procuramos e nem sequer estão em nossos planos. E isso, ao invés de ajudar, geralmente atrapalha – e muito.
Com tanta informação, vinda de todos os lados, as pessoas acabam se perdendo. Muitas têm dificuldade de concentração, com prejuízos enormes para a capacidade de prestar atenção no que realmente importa.
Assim, ao invés de impulsionar a nossa criatividade e nos levar a agir, esse volume absurdo de informação, muitas vezes, nos paralisa.

Atenção no que é importante

Daniel Goleman reconhece o “caos” gerado pelo excesso de informações, mas, segundo ele, trata-se de um processo inevitável. Assim, se não dá pra fugir, o jeito é aprender a lidar com a realidade, adaptando-se ao ritmo do mundo atual e sobrevivendo a ele.
Muitas pessoas buscam mais que sobrevivência. Elas querem se destacar, lutam pelo crescimento pessoal e profissional, pela carreira e pelo sucesso.
Para esse público, Daniel Goleman recomenda não reduzir os pensamentos e os debates apenas no volume de informações. É importante, ao mesmo tempo, manter a determinação e a atenção no que realmente interessa a cada um, para alcançar as metas pessoais,
Desenvolver a capacidade de atenção é uma questão de prática. Nada cai do céu. E não nasce no fundo do quintal. Exige atitude.
A atenção funciona como um músculo. Se o utilizamos pouco ou nada, ele atrofia e para de funcionar. No entanto, se trabalhamos este músculo, ele cresce, fortalece, se desenvolve e, ainda, funciona a nosso favor.

Distrações e mais distrações


Ops! Onde é que eu estava mesmo? Quem nunca se perdeu nos próprios pensamentos ou se desviou do que estava fazendo por causa de alguma coisa que aconteceu ao seu redor?
O livro Foco descreve dois tipos principais de distrações que sugam a nossa atenção e nos faz perder o foco. São as distrações sensoriais e as emocionais.
Distrações sensoriais são fatores externos, que estimulam nosso cérebro. Entre eles, os barulhos, cores, sabores, cheiros e sensações.
A tendência é o nosso cérebro se desligar naturalmente desse tipo de distração, com o passar do tempo. É o que ocorre, por exemplo, quando estudamos e ouvimos música, simultaneamente.
Já a distração emocional ocorre quando, por exemplo, temos um problema em nossas vidas. Pessoas que têm foco desenvolvem uma armadura contra essas inquietações emocionais e, portanto, são menos afetadas por elas.
Saber lidar com os dois tipos de distrações nos ajuda a manter a atenção no nosso foco. O cérebro conecta as informações novas e antigas, criando outras conexões neurais.
Por outro lado, quando não estamos focados, nosso cérebro não faz estas conexões, o que prejudica a retenção do conhecimento.

Nossos sistemas mentais

O livro Foco explica que o cérebro possui dois sistemas mentais semi-independentes e com características próprias. Entender a diferença entre eles é essencial para se desenvolver o  foco.
Os dois sistemas mentais descritos por Daniel Goleman são:

1. Mente bottom-up:

  • Possui alta capacidade de processamento, agindo de forma involuntária. Não percebemos o seu funcionamento.
  • É rápida e usa pouca energia: geralmente assume o comando.
  • Gerencia a forma de como percebemos o mundo.
  • É intuitiva: processa informações por associação.
  • É impulsiva: guia-se pelas emoções.
  • Funciona em modo multitarefas e filtra nossa percepção para o que ela julga relevante.

2. Mente top-down

  • É onde reside a nossa consciência.
  • Dela depende a nossa capacidade de reflexão, autoconhecimento, decisão e planejamento.
  • É mais lenta e consome esforço e energia para ser utilizada, já que não é capaz de trabalhar por muito tempo sem pausas.
  • Aprende novos modelos, planos e, parcialmente, toma conta das nossas respostas mentais automáticas.
  • Processa apenas uma informação de cada vez.

O valor do hábito

Quando se defronta com um novo estímulo, nosso cérebro distribui tarefas mentais entre os dois sistemas acima, com o menor esforço possível, visando o melhor resultado.
Quanto mais desenvolvemos uma habilidade e a transformamos em um hábito ou uma rotina, mais ela é passada da mente top-down para a mente bottom-up.
É o caso do atleta que faz um exercício tantas vezes que ele acaba ficando na memória muscular.
Essa  automatização libera nossa atenção para que possamos aprender coisas novas e nos desenvolvermos. Assim, um dos segredos para desenvolver o foco é transformar nossas principais atividades em hábitos, fazendo com que seu cérebro bottom-up consiga assimilá-los.
Por outro lado, quanto mais expomos nosso cérebro a um volume maior de informações, menor a nossa capacidade de controlá-lo. Quanto mais distraído estivermos, mais propensos a erros, cansaço mental e estresse.

Deixe a sua mente viajar

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Limitar o foco e a atenção em uma única coisa nem sempre é a melhor opção. Daniel Goleman defende manter o seu foco aberto e os pensamentos à deriva em determinadas situações.
Porém, não é uma boa ideia deixar a nossa mente viajar para qualquer lugar. Devemos conduzir os nossos pensamentos para coisas valiosas e que podem gerar grandes insights.
Para tarefas simples, que demandam pouco foco, como por exemplo, colar envelopes de cartas, vale a pena deixar sua mente completamente à deriva.
Mas isso não funciona bem para todas as pessoas. O que parece simples, pode ser desafiador para quem está acostumado com rotinas extremamente agitada, os executivos e os profissionais da informação, por exemplo. Esses profissionais, muitas vezes, têm dificuldades para se desligar do assunto em foco e explorar novas possibilidades.

Liberando a mente para criar

O livro Foco enumera três etapas principais para se desenvolver a criatividade:

  1. Orientação – quando olhamos para fora e buscamos todos os tipos de informações que possam nos ajudar.
  2. Atenção seletiva – quando focamos especificamente no desafio que queremos resolver.
  3. Entendimento – quando associamos as informações livremente para deixar que a solução apareça.

No mundo atual, onde praticamente todos têm acesso às mesmas informações, sai na frente quem desenvolve a habilidade de combinar ideias de novas maneiras, resolvendo problemas de alto impacto.
A habilidade de divagar deixa nossa mente mais livre para fazer estas combinações, enquanto uma agenda inflexível e cheia de compromissos funciona ao contrário.
Então, se queremos dar asas à imaginação e impulsionar a criatividade, uma boa dica é liberar o nosso cérebro para pensar sem barreiras.

Encontrando o equilíbrio


A nossa maior distração não tem origem nas pessoas ou no que acontece ao nosso lado. Ela vem de dentro, da nossa própria mente.
Assim, para concentrarmos, é fundamental controlar nosso impulsos internas. Isso pode ser feito, segundo Daniel Goleman, praticando a filosofia de mindfullness.
Funciona assim: quando prestamos atenção em nossos sentidos e focamos em percebê-los a todo o tempo, os ruídos do nosso cérebro são silenciados, reduzindo as distrações.
O cérebro vive um conflito constante entre divagar e perceber exatamente onde nos encontramos naquele momento.
Assim, se usamos nossa energia para divagar, a percepção do mundo naquele momento fica reduzida. Porém, se focamos em perceber o nosso meio e os estímulos do mundo, nosso cérebro abandona as divagações.
É importante encontrar o ponto de equilíbrio e garantir que nossos pensamentos e performance estejam indo ao encontro de nossos objetivos.
Se nosso cérebro mantém foco constante por muito tempo, ele se cansa e podemos chegar ao ponto de exaustão cognitiva, tornando-nos incapazes de aprender.
Os principais sinais de exaustão cognitiva são: queda na produtividade, irritabilidade e falta de energia para pensar.
Para restaurarmos a energia mental e mantê-la sempre em um alto nível, o ideal é alternar entre atenção voluntariamente focada e divagações.
Para atingir esse meio termo, de tempos em tempos, faça atividades relaxantes. Faça caminhada, brinque com o seu cão, aprecie uma paisagem, jogue conversa fora com um amigo… Enfim, faça algo que não exige grande concentração.

A energia que vem de dentro

Alcançar os objetivos e ter sucesso, seja ele pessoal ou profissional, não é tarefa fácil e sequer acontece da noite para o dia. Trata-se de um processo que exige trabalho árduo, determinação, foco e renúncias. Um nome para tudo isso é força de vontade.
A força de vontade é ingrediente indispensável para quem quer desenvolver o seu foco. E o caminho mais suave é fazer o que amamos, algo que esteja em sintonia com os nossos valores pessoais.
A força de vontade aumenta na proporção que ouvimos o nosso coração e a nossa intuição.

Resiliência emocional

Desenvolver-se como pessoa é fundamental para que nos tornarmos emocionalmente resilientes. É possível fazer isso de duas maneiras.
A primeira maneira é o autoconhecimento. Isso significa entender nossas forças, fraquezas e gostos para desenvolvermos emocionalmente.
A segunda maneira é lançar mão da metacognição. Ao entender os processos que nos levam a assimilar coisas novas e aqueles que empacam a nossa vida, somos capazes de barrar os hábitos mentais desfavoráveis.

Empatia e foco

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Agora, vamos falar da nossa capacidade de compreender o sentimento ou o comportamento de outra pessoa, colocando-nos no lugar dela. Você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com foco?
Daniel Goleman aborda o assunto e descreve dois tipos de empatia: cognitiva e emocional.
A empatia cognitiva nos permite ver o mundo através dos olhos dos outros e nos colocar no lugar deles. Basta olharmos para uma pessoa para sabermos se ela está triste. Porém, entender não significa, necessariamente, simpatizar com a causa/sentimento dela.
A empatia emocional nos permite sentir o que os outros estão sentindo. É um fenômeno, muitas vezes, físico, que nos leva a algum tipo de emoção, a partir de um estímulo de outra pessoa.
Entender como funciona a empatia é essencial para desenvolver nossa habilidade de foco. No entanto, existem momentos em que precisamos nos afastar das emoções derivadas da empatia para nos mantermos concentrados no que precisa ser feito.

Pensar no todo e não apenas no agora

Temos o hábito de focar no imediato e nos esquecermos o longo prazo. Não temos um pensamento sistêmico, com uma visão do todo. Isso é um erro.
Veja o exemplo dos engarrafamentos. A solução de curto prazo é simples: aumentar a largura das estradas. Mas, em longo prazo, o problema volta e o transporte de massa fica comprometido.
Nosso modelo mental incompleto sobre engarrafamentos existe porque não levamos em conta as dinâmicas sistêmicas do transporte como um todo.
Mudar essa forma de pensar é necessária e exige treino. Ao focarmos no contexto mais amplo de qualquer situação, aumentamos as suas chances de entender os seus efeitos e buscar soluções, não apenas imediatas, mas para o futuro distante também.

Foco + direcionamento = sucesso

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Aqui,  Daniel Goleman apresenta a fórmula de sucesso de um bom líder. Para o autor, ter foco e saber direcionar os liderados para os objetivos da organização pesam mais a favor do líder do que as suas qualificações profissionais ou QI elevado.
Veja outras características do líder bem-sucedido:

  • Entende o sistema onde atua e tem uma ótima sinergia entre realidade emocional dele mesmo e das pessoas que busca inspirar.
  • Sabe ouvir e prestar atenção no que importa para os demais e para o grupo.
  • É exemplo, pois, ele tem consciência de que seus liderados olham para onde sua atenção está.
  • Sabe quando alternar entre tornar-se mais eficiente dentro do foco (a habilidade de aprender e evoluir, melhorando a capacidade atual) e explorar fora do foco atual (a habilidade para buscar novas possibilidades);
  • É capaz de comunicar o impacto e o significado do foco da empresa.
  • Foca em identificar e desenvolver o potencial de outras pessoas.

Uma vez que você adquiriu empatia, autoconhecimento e é capaz de influenciar as pessoas, como se destacar e ter certeza de que se tornou um bom líder?
Na prática, é preciso:

  • Compartilhar com os liderados uma visão autêntica dos motivos pelos quais vocês estão tomando essa direção e deixar claras as expectativas para eles.
  • Entender e importar-se de verdade com o que as pessoas buscam em suas vidas, carreiras e no seu trabalho e, a partir daí, dar a sua contribuição.
  • Ouvir conselhos e a experiência dos liderados. Sempre colaborar com o time e saber usar o consenso, quando necessário.
  • Celebrar vitórias, rir e divertir-se com sua equipe. Essa é uma ferramenta eficaz para desenvolver-se emocionalmente.

Um bom time tem foco em desenvolver o autoconhecimento dos seus membros e em trazer à tona discussões relevantes, antes que elas explodam.
Nesse caso, é papel do líder proporcionar este ambiente, fomentando a inteligência coletiva e criando um senso de confiança e segurança em seus liderados.

Focar em leitura é sempre um excelente negócio

Você gostou dessa obra de Daniel Goleman? Agora, você já sabe o motivo que tem levado milhares de pessoas do mundo inteiro a colocarem foco nessa leitura tão importante.
O 12 Min disponibiliza o resumo do livro Foco para você. A plataforma tem ainda outra obra valiosa do autor, “O Cérebro e a Inteligência Emocional“.
Vá para frente da fila e junte-se aos vitoriosos. Saiba como manter o foco no que de fato interessa e aprenda a usar a inteligência emocional para alcançar o sucesso pessoal e impulsionar a sua carreira profissional.
Boa leitura!

Como manter o foco no trabalho: 4 estratégias infalíveis de deep work

Provavelmente está acontecendo com você: acordar todos os dias com planos de realizar várias coisas. De repente, já são três da tarde e você mal conseguiu metade. Toda vez que tenta trabalhar, algo puxa sua atenção. Não sabe como manter o foco.
De acordo com Cal Newport, autor de Deep Work, ou trabalho intenso, as redes sociais e o e-mail são o que mais nos distraem. O problema é que não basta desligar as notificações. Nossa atração pelos dispositivos criou uma atenção bipartida permanente e afeta a nossa habilidade de focar. Então, como manter o foco?
Para executar o trabalho intenso, você precisa aprender a cultivar o foco e treinar o cérebro para isso. Trabalhar em algo sem lembrar de mais nada nos ajuda não só a ser produtivos, mas também a executar melhores tarefas e ter melhores resultados.
Isso significa que, em um mundo feito de distrações, o trabalho intenso tem alto valor. Para que você também aprenda a ter melhores resultados com as técnicas de Cal, condensamos alguns dos ensinamentos abaixo. É bom lembrar que nem tudo funciona para todos – mas recomendamos que você tente tudo até acertar e descobrir como manter o foco.

1 – Filosofia do Monge

Algumas pessoas conseguem produzir “deep work” quando estão totalmente isoladas. Isso acontece principalmente com escritores, que se isolam da vida tecnológica ou mesmo da sociedade, indo morar em cabanas no meio do mato.
Para eles, se concentrar totalmente significa escrever muitos livros. Assim, sua ligação com o mundo exterior é normalmente feita por meio de um assistente ou pouco frequentes checadas na caixa de entrada.
Um deles é Neal Stephenson, escritor de ficção científica que cortou qualquer conexão tecnológica com o mundo. Ele explica que, se tiver vários momentos de interrupção, não sabe como manter o foco e, então, não consegue escrever livros.

2 – Filosofia Bimodal

Mas você não precisa se distanciar totalmente para sempre em uma torre para conseguir produzir. Cal Newport explica que outras pessoas escolhem a Filosofia Bimodal, que consiste em se isolar para um projeto específico e depois voltar ao dia a dia.
Esse método é mais consistente com a vida das pessoas, que não podem se distanciar totalmente dos afazeres diários. Músicos entram muito bem nessa categoria.
Annie Clark, ou St. Vincent, gravou seu último álbum na mesma cidade em que mora, mas alugou um hotel para não ter que ir até lá. Ela explicou que fez isso a fim de não se preocupar com as tarefas domésticas e se entregar totalmente ao trabalho.

3 – Filosofia do Ritmo

Essa filosofia do “deep work” diz que você pode simplesmente transformar seu trabalho em um hábito, que acontece diariamente. Talvez seja a estratégia que mais se alinha com nosso mundo moderno, mas também pode ser a mais difícil de alcançar.
Não adianta confiar no que chamamos de “força de vontade”. Se você esperar que ela aconteça, vai se decepcionar. Ao invés disso, planeje os momentos de trabalho intenso. Sabe aquele plano de ir à academia 3 vezes por semana, chovendo ou não? Pois é.
Só planejando e cumprindo você consegue formar um hábito. Imagine que isso seja um ritmo, que com o tempo você aprende e fica mais fácil. Nunca quebre a sequência de dias, mesmo que o tempo de trabalho de cada dia seja menor.

4 – Filosofia Jornalística

Essa estratégia é baseada na premissa de que você pode se engajar em um trabalho altamente concentrado sempre que houver tempo livre durante o seu dia.
Mas não é fácil. Imagine que você precisaria mudar sua mente de atividades que exigem pouca concentração, como responder e-mails, para atividades que exigem o máximo de atenção. Essa mudança não é para qualquer um.
Para muitos, o processo de passar para uma atividade ou outra é um pouco mais demorado. Por isso, nem sempre confie que você conseguirá seguir esta estratégia. Tente as outras primeiro.

Outras dicas para executar o “deep work”

Nem mesmo Cal Newport tem todas as estratégias desenvolvidas. Neste post, ele explica como foi construindo seu trabalho intenso aos poucos, tomando notas e fazendo mudanças conforme percebia para onde sua atenção estava indo.
Ele explica que estudou geometria para completar o projeto, precisando relembrar matérias que não via desde o ensino médio, desde matemática até redação. Diz ainda que viu grandes oportunidades no treino em voz alta e que seu ritual, mesmo após dias, não estava perfeito ainda.
Antes de você tentar fazer o mesmo, confira estas outras dicas para executar seu trabalho com total atenção:

Abrace o tédio

Livre-se do hábito de nunca estar entediado. É isso que faz com que nós sejamos seres dependentes de dispositivos tecnológicos. Quanto mais você diminui seu tempo de tédio, mais seu cérebro perde a tolerância a ele, tornando-o uma pessoa impaciente.
Da próxima vez que estiver esperando um Uber, guarde o celular e apenas espere. Será que você consegue?

Meditação produtiva

Treine seu cérebro também para se concentrar em apenas um problema de cada vez. Funciona como a meditação Mindful, só que, ao invés de você se concentrar no que está fazendo exatamente, como comendo ou dando uma volta, concentre-se no seu problema.
Se quiser saber mais sobre essa técnica de meditação, leia o livro de Mark Williams e confira o post que escrevemos sobre meditação no trabalho.

Saiba qual resultado você deseja

Ter um resultado específico em mente antes de começar a exercitar seu trabalho intenso ajuda a realizá-lo. Assim, você não esquece o que deve estar fazendo e tem como checar seu progresso, se sentindo mais aliviado.
Outra dica aqui, para quem já treinou um pouco: tenha uma meta e então aumente 20 por cento dela. Assim, seu trabalho será ainda mais intenso, adicionando um senso de urgência.
Aprendeu como manter o foco no trabalho? Lembrando que, se você quiser ler o Deep Work, o resumo está disponível na plataforma do 12Minutos, com outros ensinamentos sobre produtividade.
Agora, aposto que você também vai gostar de ler sobre um hábito de 30 segundos que pode tornar seu trabalho – e até mesmo sua vida – muito mais produtivo!
Bom trabalho!

Como trabalhar menos sem perder a produtividade

Morrer de trabalhar não é sinônimo de produtividade. Por outro lado, trabalhar menos pode gerar bons resultados. Ou seja, o importante não é quanto tempo você se dedica às suas atividades, mas como faz isso.

Trabalhar menos

A atriz Emma Thompson disse uma vez: “resultados são mais importantes que horas”. É exatamente assim nas organizações. Você pode trabalhar menos que o colega da mesa ao lado, desde que a tarefa seja concluída com perfeição. É isso que conta.

Excesso: terreno fértil para o estresse e ansiedade

Trabalhar menos

Na execução de um novo projeto ou, principalmente, quando se está iniciando um empreendimento, é comum ver equipes inteiras dedicando incansáveis horas para cumprir os cronogramas. Nesses casos, trabalhar menos está totalmente fora dos planos.

No entanto, os especialistas alertam que essa pressão cria condições perfeitas para o estresse e ansiedade. E pode levar à exaustão. Com isso, prejudica-se a produtividade e, também, a saúde dos funcionários.

Esse esgotamento após horas e mais horas de jornada exaustiva, todos os dias, é chamada de Síndrome Burnout. E é uma realidade para 30 milhões de trabalhadores brasileiros, que representam cerca de ⅓ da população ativa no país.

E quando as pessoas vêem o trabalho como uma ameaça para a saúde delas, o compromisso e o engajamento com os resultados da empresa ficam comprometidos. A energia inicial perde força.

Trabalhar menos sem perder o gás

Trabalhar menos

A dica então é manter a produtividade sem se matar de trabalhar. Até mesmo porque as pessoas precisam conciliar vida profissional e vida pessoal. Sem esse equilíbrio, mais cedo ou mais tarde, a corda arrebenta.

E quando arrebenta, os prejuízos são de todos: empresa, empregados e clientes. Desta forma, para se evitar chegar a esse ponto, é essencial manter a equipe energizada. Cada pessoa com as suas tarefas e responsabilidades, com foco nos objetivos empresariais.

Algumas vezes, a pessoa precisa aprender a cultivar a mentalidade de produtividade em “dias mais curtos”. Ou seja, sem sacrifícios.

Como ser produtivo sem ser um workaholic

Trabalhar menos

Nada é menos produtivo do que tornar mais eficiente o que não deve ser feito”. Segundo o professor e escritor Peter Drucker, o importante é ter um objetivo bem definido para maximizar cada minuto, concentrando-se nas coisas certas, no momento certo.

Veja algumas dicas de como trabalhar menos e, mesmo assim, alcançar um alto desempenho:

Tenha foco e seja organizado

Se você já definiu um objetivo, foque toda a sua energia para ir ao encontro dele. Assuma um compromisso com as suas metas e não se perca em distrações. Controle os seus pensamentos e, para isso, você precisa se organizar. Especialistas garantem que uma mente organizada produz mais em menos tempo.

Existem algumas técnicas para ajudá-lo a se manter concentrado e focado no seu trabalho. Por exemplo, desligue celulares (e até mesmo o telefone fixo, se possível) e desative os alertas da caixa de e-mail. Defina um horário do dia especialmente para checar as mensagens.

Outra dica é evitar conversas e brincadeiras com os colegas a todo instante. Não tem como render, quando o rapaz ao seu lado não para de lhe interromper com comentários que não têm nenhuma relação com as suas atividades profissionais.

E tem mais: que tal ajeitar a cadeira, controlar a temperatura da sala, ajustar a iluminação e deixar todos os recursos necessários ao alcance das mãos? Isso porque, ambiente confortável também é um aliado seu, quando se quer trabalhar menos e produzir mais.

Controle o seu tempo

Tempo vale ouro no mundo dos negócios. O seu inclusive. Então, não desperdice nem um segundo dele, porque o que você perder não terá de volta, nunca mais. É isso que fazem os profissionais de alto desempenho.

Você deve planejar cada tarefa do dia com um tempo específico de execução de todas elas. Seja realista nessa previsão e rigoroso ao cumprir o seu cronograma. Focar no tempo vai ajudá-lo, também, a se concentrar no que precisa ser feito.

Nessa tarefa de controlar o seu tempo, você pode recorrer, por exemplo, à técnica de Pomodoro.

Faça pausas

Trabalhar menos

Tão importante quanto o tempo de trabalho é o tempo de relaxamento. Você deve dedicar alguns minutos do dia para refrescar a cabeça, esticar as pernas e descansar. Faça alguma coisa que lhe dê prazer, como ouvir uma música, andar pelas imediações… quem sabe uma meditação?

Seu cérebro e sua mente precisam dessas pequenas pausas para recarregar as energias e manter o ritmo. Não menospreze essa necessidade.

Não confunda o urgente com o importante

O ex-presidente americano, Dwight D. Eisenhower, conhecia bem as limitações de tempo. Ele usou isso a seu favor. Faça o mesmo.

De acordo com o ex-presidente, criador da Matriz de Eisenhower, “o que é importante raramente é urgente, e o que é urgente raramente é importante”. Se você quer trabalhar menos, sem afetar o seu rendimento, entenda isso.

Urgentes são as coisas que geram necessidade de resposta, como telefonemas, notícias, e-mails etc. Já as tarefas importantes são aquelas que contribuem para os seus valores, missão e visão em longo prazo.

Parece simples, no entanto, na correria do dia a dia de uma empresa, pode ser mais difícil separar as coisas. Mas você precisa fazer isso.

Conecte as pequenas partes

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As tarefas de toda hora não podem ser soltas. Elas devem fazer parte de um projeto maior, que leva ao objetivo da organização. Essa é uma forma de manter a pessoa motivada para continuar realizando as atividades, inclusive, aquelas chatas que a ninguém quer tocar adiante.

Se você seguir essas regrinhas acima, certamente irá trabalhar menos, produzir mais e ser mais feliz.

Frases sobre produtividade para inspirar você

“Não pense por muito tempo; faça. Mas não faça por muito tempo; pense” – Confúcio

“A simplicidade se resume a duas etapas: identificar o essencial. Eliminar o resto” – Leo Babauta

“Você não precisa de um novo plano para o próximo ano. Você precisa de um compromisso” – Seth Godin

“Quanto maior a reunião, menores são os resultados” – Tim Cook, CEO da Apple

Trabalhar menos

“Depois de dominar o tempo, você entenderá como é verdade que a maioria das pessoas superestima o que pode realizar em um ano – e subestima o que pode conseguir em uma década!” – Tony Robbins

“Quando você perde um momento, você o matou, gastando uma oportunidade irrecuperável. Mas, quando você usa esse momento adequadamente, o preenchendo de propósito e produtividade, ele viverá para sempre” – Menachem Mendel Schneerson, rabino.

“Produtividade nunca é um acidente. É sempre o resultado de comprometimento com a excelência, planejamento inteligente e esforço focado” – Paul J. Meyer, empresário.

“Trabalhar a coisa certa é provavelmente mais importante do que trabalhar duro.” – Caterina Fake

“Estar ocupado nem sempre significa trabalho de verdade. O objetivo de todo trabalho é produção ou conquista, e para qualquer um desses objetivos deve haver previsão, sistematização, planejamento, inteligência e propósito honesto, assim como transpiração. Parecer estar fazendo não é fazer” -– Thomas Edison, inventor.

Esse post foi valioso para você? Se você quer aprender mais sobre produtividade, visite a plataforma 12MIN. Lá existe uma categoria inteira sobre esse tema.

Mas a equipe 12MIN selecionou uma sugestão de leitura imperdível para hoje. Veja:

Trabalhe 4 Horas Por Semana – Tim Ferriss

Trabalhar menos

Fuja da rotina, viva onde quiser e fique rico. Quer saber como? Ferris tem o segredo.

Boa leitura! E se você curtiu esse post, deixe aqui os seus comentários!

Resumo do Livro: A Startup Enxuta, de Eric Ries!

Eric Ries é um dos maiores pensadores do movimento das startups de tecnologia do mundo. Para ele, uma startup é uma organização criada em situações de extrema incerteza, buscando um modelo de negócios escalável e repetível. Em A Startup Enxuta, ele propõe um modelo diferente de se pensar sobre empreendedorismo que foi amplamente adotado pela comunidade. A metodologia da Startup Enxuta, também conhecida como metodologia lean, ajuda empresas a serem mais eficientes, gastar menos e aproveitar-se ao máximo do seu maior ativo, suas pessoas. Neste Microbook, trazemos para você um modelo para ajudar sua empresa a aprender de forma validada pelo mercado, através da experimentação rápida e constante. O jeito enxuto de criar empresas precisa de velocidade e agilidade para ser capaz de mudar de direção sempre que necessário. Deixe seu plano de negócios de lado e mergulhe conosco nessa leitura!

A Importância da Visão

Toda startup tem um norte, uma direção para onde ela gostaria de ir, que está associada diretamente a sua visão.

É preciso ter uma estratégia clara que envolva um modelo de negócios, um planejamento do produto e uma visão clara do mercado, incluindo parceiros, concorrentes e clientes. O produto vendido por uma startup é o resultado final desta estratégia e pode e deve sempre mudar, para alcançar a visão pré-determinada. Eric chama as grandes viradas estratégicas de uma startup de pivots. A visão quase nunca muda, mas a maioria das empresas falham por serem incapazes de executar e colocar esta visão em prática. Uma startup é uma organização humana desenhada para criar um novo produto ou serviço em um ambiente de extrema incerteza, por isso é necessário ser capaz de experimentar e aprender rapidamente.

A Importância do Aprendizado Validado

É natural que as pessoas digam que aprenderam muito durante um projeto ou ao iniciar algo novo, mas para Eric é preciso mais do que apenas aprender. É preciso validar constantemente os aprendizados e checar se eles continuam verdadeiros. Seu verdadeiro objetivo não é o aprendizado em si, mas a validação do mesmo. A validação vem através da simplificação e da comprovação de que você está resolvendo um problema que as pessoas têm. Você precisa focar no que os clientes realmente precisam e eliminar todo o resto. Em sua startup IMVU, Eric trabalhava desenvolvendo um mundo virtual 3D e plugins para ferramentas de chat em 2004. Durante a fase de testes inicial da empresa, em conversas com usuários e observando seus comportamentos, ele descobriu que os consumidores não queriam ter ou não sabiam lidar com a instalação de plugins em seus softwares de chat. Por outro lado, ele também aprendeu que as pessoas não se importavam de ter que instalar um novo software de chat, ou mesmo usar mais de um software. Esse aprendizado foi validado pelos consumidores e ele percebeu que havia desperdiçado muito tempo e recursos criando algo que as pessoas não queriam ou sabiam usar. Após esta realização, Eric e seu time perceberam que o importante era lançar experimentos rapidamente, aprender com eles e entender o que funciona e o que não funciona.

A validação vinha dos números e da análise do comportamento dos usuários. Se uma mudança ocorria e trazia bons resultados, ela era validada e mantida, caso contrário, ela era removida.

A Importância da Monetização Cedo

Na vida de uma startup, um dos seus objetivos é encontrar um modelo de negócios e isso vem através da geração de receitas. Se as pessoas pagam por algo, aquilo está minimamente validado.

A startup de Eric começou a cobrar de seus clientes bem cedo, ao contrário de muitas startups, e isso também os ajudou. É melhor ter alguma receita o quanto antes, mesmo que ela seja pouca, do que gastar muito tempo tentando descobrir algo pelo qual as pessoas vão pagar um dia. Muitos empreendedores ficam presos no desenvolvimento de produtos por muito tempo sem cobrar dos seus potenciais clientes e sonhando com o dia em que as pessoas simplesmente irão querer pagar por seus produtos e serviços. A grande verdade é que, na maioria das vezes, adiar a cobrança é algo que leva ao desenvolvimento de produtos pelos quais as pessoas não querem pagar. Começar a cobrar cedo é importante e vai te ajudar a realmente entender quanto valor você está gerando para as pessoas com seu produto ou serviço.

Para descobrir um modelo de negócios, você precisa interagir com os potenciais clientes e capturar valor. Por isso, você precisa começar com um protótipo, ainda que incompleto e constantemente validá-lo com seus potenciais clientes. Crie metas de receita ainda que baixas, mas que crescem constantemente desde o início.

A Importância da Experimentação

Os fundadores da Zappos tinham uma visão de que as pessoas queriam comprar sapatos pela internet.

Mas como testar se isso realmente funciona, sem ter que comprar milhares de pares de sapatos, construir um site e montar um estoque? Ao invés de começar com uma grande estrutura, eles fizeram um experimento para validar se existia demanda para alcançar a visão de vender sapatos pela internet. Eles começaram tirando fotos de sapatos em diversas lojas físicas e anunciando estes sapatos na internet. Se um cliente fazia um pedido, eles iam até a loja, compravam o sapato e enviavam para o cliente. Esse produto mínimo permitiu que eles testassem diversos fatores críticos para o sucesso do negócio. Com este experimento, eles aprendiam de forma validada se havia demanda, qual a precificação ideal para os produtos deles, quais as reclamações e desafios logísticos do negócio, com um mínimo de gastos. Essa validação permitiu que eles realmente começassem a empresa e ela foi um sucesso tão grande que acabou sendo adquirida pela gigante Amazon por mais de U$ 1 bilhão.

Construir, Aprender, Mensurar

Para experimentar da maneira correta e gerar aprendizados validados, é preciso seguir o método científico. Assim como na ciência, no mundo dos negócios, todo experimento deve começar com uma hipótese. Uma hipótese de preço, por exemplo, testa se o produto realmente gera valor para os usuários. Uma hipótese de marketing, por outro lado, testa se a empresa consegue chegar até os consumidores a um custo que permita gerar lucro. Para testar o valor do seu produto para o cliente, encontre potenciais clientes para executar o experimento. Para conduzir um teste efetivo, você precisa seguir 3 passos principais:

  • Construir;
  • Mensurar;
  • Aprender;

Em uma startup, este ciclo tem que estar rodando o tempo todo. Encontre pessoas que seriam o cliente ideal para esse produto imaginável e construa um produto mínimo viável (MVP), tendo você como concierge. Sim, o produto não estará maduro o suficiente, mas para os usuários iniciais, se o problema que você resolve é grande o suficiente para gerar valor para eles, eles te perdoarão pelos seus erros e bugs.

Participe ativamente da validação do produto junto aos clientes e monitore todos os resultados do experimento. Acompanhe novas receitas, adoção de funcionalidades, frequência de uso, etc. Sempre analise se a mensuração corrobora sua hipótese inicial.

Por exemplo, se um cliente pede uma funcionalidade que ainda não existe, mas que você pretende fazer um dia, isso significa que você está no caminho certo. Por outro lado, se existem funcionalidades no plano de produto que não são pedidas pelos clientes, retire-as do plano para evitar desperdício. Estas interações próximas com os clientes irão te ajudar a validar constantemente suas hipóteses.

O modelo de construir-mensurar-aprender é o principal pilar da startup enxuta e uma vez que um MVP está construído, seu objetivo é rapidamente aprender e iterar nele, partindo sempre de novas hipóteses e feedbacks de usuários.

O Salto da Fé

Toda startup precisa também ter crenças sobre seu produto e sua capacidade de realmente atender aos anseios dos clientes. Steve Jobs, por exemplo, ao lançar o iPod, tinha 2 crenças primordiais, que eram tidas como verdadeiras. A primeira delas é que os usuários queriam ouvir música em qualquer lugar, nos seus fones de ouvido. A segunda é que eles estavam dispostos a pagar por música na internet, diferente de como consumiam música anteriormente, através da pirataria digital. A primeira já tinha sido validada pela Sony, com o Walkman, mas a segunda era muito mais incerta e arriscada. É preciso saber escolher os riscos que você vai assumir e reduzí-los ao máximo, através da validação.

A Intuit é uma empresa que foi fundada sobre a crença de que um dia as empresas usariam computadores para pagar contas e acompanhar suas despesas e sua situação financeira e contábil. Para testar o conceito, ele telefonava para pessoas aleatórias para entender como essa visão se comportava na prática.

A Toyota, que é uma das precursoras do movimento lean, tinha um método de validação chamado “Veja por você mesmo”, cuja premissa incentivava seus funcionários a vivenciar situações nas quais era necessário aprender antes de criar novos produtos. Seu diretor do segmento de vans, para aprender mais sobre o potencial cliente, viajou pelos Estados Unidos numa van entendendo como a minivan funciona na prática. Rapidamente ele descobriu que em longas viagens de famílias com crianças (o público alvo das vans) o conforto importa muito e é um diferencial para toda a família. Por isso, quando o veículo foi lançado, ele tinha foco total em conforto e um espaço interno aconchegante para longas viagens familiares. Isso fez com que o veículo se tornasse um grande sucesso.

Um dos maiores desafios a ser evitado é evitar a paralisia para analisar informações de mercado. Uma startup só é capaz de aprender conversando exaustivamente e se colocando no lugar dos consumidores. Muitos erros de estratégia podem ser evitados apenas conversando com o cliente o tempo todo.

Como Testar Seu Produto

Quando começou, a visão de Andrew Mason, fundador Groupon, era criar uma plataforma de ativismo digital, onde as pessoas se relacionassem com causas. Este foi o salto de fé, e ele falhou para o Groupon.

Para superar esta derrota, o time de Groupon começou a experimentar ideias diferentes, através de um blog e uma lista de emails, para os quais enviava cupons de descontos. No início era tudo manual, e não existia software proprietário para validar aquela ideia. Apenas o time da empresa interagindo com os clientes.

Muito rapidamente, eles sentiram que a ideia era bem aceita pelos usuários e começaram um longo esforço para automatizá-la e, aí sim, construir o software que rodaria o Groupon, meses depois. É importante mostrar o produto, ainda que imaturo aos clientes, o quanto antes para usar certeza e não apenas a fé para validar um mercado. Isso pode ser contra-intuitivo para empreendedores que sempre querem lançar o melhor produto possível, mas o melhor produto possível é um futuro incerto e você só é capaz de alcançá-lo se estiver efetivamente testando ideias e validando-as.

Outra história de um produto que se beneficiou da abordagem de lançar cedo e aprender foi o Dropbox. A solução de armazenamento na nuvem estava buscando investimentos e todos os investidores diziam que aquele era um mercado saturado. Ninguém queria investir. Drew Houston, CEO da Dropbox tinha uma visão diferente. Ele achava que o mercado era ruim pelo fato de os produtos de armazenamento na nuvem serem ruins e difíceis de usar e, por isso, ele se moveu rápido para validar sua ideia. Criou um video demonstrando a visão de como seria o software e chamou a atenção das pessoas para uma nova abordagem no jeito de armazenar arquivos. Isso permitiu que ele validasse que existia demanda para o produto que queria construir e aí sim, efetivamente, construir o software.

Muitos empreendedores tem medo de lançar um MVP, por medo da competição de empresas maiores. Entretanto, essa percepção é falha, já que os gerentes de produtos das grandes empresas geralmente estão atolados de projetos a todo tempo, tem ótimas ideias e não tem velocidade. Eles sabem que se quiserem copiar algo, podem copiar algo posteriormente, por isso você não deve se preocupar com isso para adiar seus testes de MVP.

Também em relação à experimentação, é muito importante entender que o que os usuários percebem como qualidade do produto é bem diferente do que a empresa percebe. Os usuários se importam se o produto funciona para eles e não se foi investido muito tempo para criá-lo. Em alguns casos, acidentalmente você pode criar coisas que os usuários amem e que não haviam sido planejadas para isso, por isso é preciso testar novas coisas e monitorá-las o tempo todo.

Como Mensurar seu MVP

Depois de construir seu MVP e ter os primeiros usuários, teste as hipóteses mais arriscadas primeiro, assim você maximiza suas chances de acertar e também reduz os riscos de testar algo ousado demais que afaste seus clientes posteriormente. Defina a métrica fundamental que você quer afetar (receitas, adoção, aquisição) e crie um conjunto de experimentos para atacá-la. Se os resultados são positivos, continue naquela direção e se eles são negativos, considere mudar a direção. É importante ter cuidado para não acompanhar métricas de vaidade, métricas que são expressivas em volume, mas não capturam o valor real do seu produto para o cliente. Esqueça métricas como usuários cadastrados e foque no uso do seu produto, capacidade de adquirir novos clientes e crescer suas receitas. Para Eric Ries, as boas métricas são:

  • Acionáveis: Você sabe o que fazer para alterá-la;
  • Acessíveis: Ela é fácil de ser acompanhada;
  • Auditáveis: Ela é realmente confiável;

Crie um modelo para priorizar suas hipóteses com 3 partes: testes guardados, testes em andamento e testes validados. Priorize seus experimentos nestas colunas e após o avaliar as métricas, fique com os experimentos bem sucedidos e descarte os que falharam.

Continuar ou Pivotar?

O quanto de dinheiro sua empresa tem no banco e quanto você gasta por mês lhe diz o quanto você pode experimentar. Acompanhe isso de perto, para saber sempre se é a hora de continuar na direção atual ou dar uma guinada no seu negócio. Se as coisas estão indo bem e seu produto segue crescendo, com ótimas perspectivas, provavelmente você encontrou seu fit de mercado ou o Product Market Fit, termo criado por Eric.

Quando sua empresa não consegue progredir com as hipóteses e o MVP existente, e os números não seguem melhorando, pode ser a hora de pivotar. Um pivot é uma nova direção de produto, com novas validações e potencialmente novos perfis de clientes. Muitos empreendedores se arrependem de não terem “pivotado” mais cedo, ou terem feito isso tarde demais e a empresa não sobreviveu. Diversas empresas passam por pivots e é extremamente comum ter estas viradas. A Wealthfront, por exemplo, pivotou de um serviço de gestão de compra de ações para uma empresa de gestão de patrimônio na internet.

Conheça os Diferentes Tipos de Pivots

Se é hora de virar a direção, é preciso entender que existem muitos tipos diversos de caminhos que sua empresa pode seguir.

  • Pivot interno: Ocorre quando uma funcionalidade do MVP se torna o novo produto e ele se foca em melhorar apenas a parte do sistema que já funciona;
  • Pivot externo: Quando o MVP atual se torna uma funcionalidade de um novo produto;
  • Pivot de segmento de clientes: Ocorre quando o produto é o mesmo, mas comercializado para outros clientes;
  • Pivot de necessidade do cliente: Quando o cliente é o mesmo, mas a proposição de valor para ele muda;
  • Pivot de plataforma: Quando o produto deixa de ser um único produto e se torna uma plataforma para outros produtos;
  • Pivot de arquitetura de negócios: Quando a empresa muda dramaticamente seu modelo comercial em busca de capturar mais valor;
  • Pivot de valor: Quando o modo como a empresa cobra por seus serviços muda;
  • Pivot de crescimento: Ocorre quando a maneira como a empresa adquire novos clientes muda.
  • Pivot de canais: Quando os canais de distribuição mudam;
  • Pivot de tecnologia: Quando a tecnologia utilizada para construir o produto muda;

É preciso considerar todos os tipos de pivots antes de fazer uma mudança. Pergunte-se o que teria mais impacto:

  • Mudar meu cliente alvo?
  • Mudar o modelo de cobrança?
  • Mudar seus canais de distribuição?
  • Mudar o seu jeito de adquirir clientes?

Documente estas possíveis direções e crie experimentos antes de fazer o pivot em si.

O Fit de Mercado

Se sua empresa tem fit de mercado, é importante saber que novos clientes chegam a ela baseados no sucesso dos clientes anteriores, pois eles estão constantemente falando do seu produto para outras empresas, usando-o e recomendando-o. Se você está em dúvida se sua empresa atingiu o fit de mercado, é porque provavelmente ainda não. Mas se você já sabe que a demanda pelo seu produto só cresce, não existe mais dúvida e chega a hora de pisar no acelerador. O importante é que, a medida que a empresa cresça, ela seja capaz de se adaptar ao seu perfil de clientes, que também evoluiu ao longo do tempo. É preciso ser capaz de se adaptar, encontrar novos canais de aquisição e constantemente melhorar o produto.

Não Fique Estagnado

Grandes empresas podem ser capazes de inovar, mas para isso elas precisam ser capazes de formar pequenos times independentes e com os recursos necessários. Na Toyota, toda vez que aparece um novo produto para entrar no mercado, é criado um pequeno time e esse time tem liberdade de experimentação.

Estes times precisam ser blindados dos demais grupos da organização politicamente. Para Eric, criar times secretos acaba gerando mais políticas internas, o que é prejudicial ao projeto. O time tem que ser dono do projeto e ter autonomia para colocá-lo em prática.

Notas Finais:

Startups deveriam usar uma abordagem semi-científica para testar suas principais suposições e então elaborar um modelo sustentável de negócios a partir de uma hipótese validada. Elas deveriam desenvolver protótipos de produtos rapidamente e então refiná-los continuamente por meio da coleta de feedback de consumidores e dos ciclos CMA (Construir, Mensurar, Aprender).

Toda startup tem que definir suas métricas centrais e analisá-las de forma apropriada.

Dica do 12′: Gostou do Lean Startup? Leia a obra que mais influenciou Eric Ries, The Four Steps to Epiphany, do professor Steve Blank.

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O que fazer para se destacar no trabalho?

Levanta a mão quem quer se destacar no trabalho! É claro que todos nós queremos ficar bem aos olhos dos colegas e, em especial, do chefe. E se você integra esse grupo, vai aí uma dica: não basta ser o melhor no que faz – é preciso desenvolver algumas habilidades que vão muito além dos conhecimentos técnicos.

Destacar no trabalho

O que faz a diferença          

Para se destacar no trabalho você deve se dedicar, muito. Afinal, reconhecimento não cai do céu. É resultado de muito esforço, dedicação e, também, de habilidades em lidar com as pessoas em geral, com as pressões do cotidiano, com os problemas, com as diferenças, entre outras.

Você precisa cuidar da qualidade do seu serviço e, ao mesmo tempo, colaborar para a qualidade do clima organizacional. Nenhum líder quer uma “maçã podre” no seu time, contaminando os demais, tirando a energia do grupo e puxando todo mundo pra trás.

Dicas para se destacar no trabalho

Que é essencial desenvolver as suas tarefas muito bem, você já sabe. Agora, você deve estar se perguntando: como me destacar no trabalho? Veja, a seguir, alguns pontos de atenção:

Conheça a empresa

Todos os funcionários devem conhecer e entender, perfeitamente, a cultura da organização onde trabalha. Isso inclui os valores, comportamentos, práticas, hábitos, símbolos, princípios, políticas etc. Desta forma, é possível saber se você realmente se encaixa no perfil da empresa para, assim, atuar em sintonia com os seus objetivos e estratégicas e se engajar no crescimento da organização.

Tenha foco

Destacar no trabalho

Ficar atirando para todos os lados, tentando agarrar o mundo com as mãos e agradar a todos ao mesmo tempo, não é o melhor caminho para se destacar no trabalho como um profissional exemplar. Você precisa saber de fato o que a empresa quer de você e focar em ações que o levarão aos resultados esperados, ou melhor ainda, mais do que o esperado.

Seja proativo

Não fique esperando o líder pedir (ou mandar) para você fazer alguma coisa. Mexa-se. Aproveite as oportunidades e se você não souber a resposta para determinada situação, corra atrás de informações. Se aparecer um problema, seja parte da solução. Essa é uma atitude muito valorizada pelas empresas. Mas cuidado com o seu limite. Ser proativo NÃO significa passar por cima de tudo e de todos, ignorando a hierarquia e comportando-se como o dono da verdade.

Pense positivamente

Contribua para elevar o astral e reforçar a energia da equipe. Pessoas positivas são mais criativas, não desistem no primeiro obstáculo e ainda conseguem avançar além dos limites pré-estabelecidos. Isso é importante para a produtividade e, claro, reflete positivamente nos resultados do grupo e da organização. Porém, não confunda ser positivo com ser o engraçadinho da equipe.

Trabalhe em equipe

Destacar no trabalho

Jogue com o seu time – nunca sozinho ou contra ele. Para isso, você precisa primeiro conhecer e entender o seu chefe, os pensamentos dele e o seu estilo de liderança. Faça isso, mesmo que ele não seja um líder exemplar, porque é um caminho para atender as expectativas e demandas em relação a você e seu trabalho. Além disso, você deve ser amigável com seus colegas, colaborar com os outros, aceitar as diferenças (em geral), oferecer ajuda e recebê-la quando necessário etc.

Invista em relacionamentos

Saber relacionar-se com as pessoas é uma das habilidades mais poderosas para você se destacar no trabalho. Por isso, invista em relacionamentos sinceros e duradouros. Faça amizades e encontre formas de despertar a confiança dos colegas em você. Se possível, participe de atividades realizadas fora da empresa também. As pessoas que se relacionam bem são cooperativas entre si, trabalham em equipe e isso é muito bom para o clima organizacional e ajuda a alavancar a produtividade. Mas seja seletivo e fuja daquelas pessoas preguiçosas e os pessimistas, que só sabem reclamar e sugam a sua energia.

Tenha cuidado ao fazer uma crítica

Os feedbacks construtivos são bem-vindos e nos ajudam a identificar pontos de melhorias e crescer cada vez mais. No entanto, lembre-se que você está lidando com pessoas, assim, seja cuidadoso, sendo você o líder da equipe ou não. As suas críticas não podem constranger o outro e muito menos desanimá-lo. Como já foi dito, elas devem colaborar para que a pessoa possa se ajustar na direção dos resultados da empresa e não criar medo e ansiedade.

Domine a linguagem do corpo

Destacar no trabalho

O nosso corpo, muitas vezes, fala mais que as palavras. Alguns especialistas em Psicologia garantem que essa comunicação não-verbal tem um peso muito maior para o sucesso de uma pessoa na empresa do que um QI de três dígitos. Por isso, fique atento para entender a reação das pessoas com as quais você interage e, também, para que você não caia na armadilha de passar uma mensagem diferente do que pretende.

Valorize o seu tempo

Tempo nos dias atuais é valioso e saber aproveitá-lo ao máximo é uma necessidade para se destacar no trabalho. Uma dica dos especialistas é diminuir os riscos de burnout e evitar o retrabalho a todo momento. É extremamente importante afastar todas as distrações, como celulares, mídia sociais, e-mail etc, para que você possa focar em suas atividades.

Aprenda mais e sempre

Mesmo que você saiba fazer muito bem o seu trabalho, haverá sempre muitas coisas para se aprender. Principalmente, quando se trata daquelas habilidades profissionais valiosíssimas, como relacionamentos, persuasão, liderança etc. Para isso, você não precisa ficar na escola pelo resto da vida. Você pode recorrer aos livros, TED Talk, podcasts, grupos de profissionais na internet ou na empresa, cursos, eventos, enfim, existe uma série de possibilidades. O que não pode é ficar estagnado, caso contrário, você vai ficar pra trás e, certamente, não irá se destacar no trabalho.

Apresente-se para novos desafios  

Você pode e deve ir além do que está acostumado a fazer. Um jeito é ser voluntário para diferentes atividades, integrar-se à equipe de um novo projeto, sugerir uma ação inédita… Fique de olho nas oportunidades, seja criativo e proativo. Ou seja, não tenha medo de assumir mais responsabilidades, porque se você quer de fato se destacar no trabalho, aqui está uma chance bem legal. Se você se der bem nesse quesito, poderá até mesmo redirecionar a sua carreira.

Prometeu? Cumpra

Simples assim. Se você não tiver tempo ou as habilidades necessárias para alguma responsabilidade, assuma isso. Porque, se prometer, tem que cumprir. Promessas não cumpridas geram uma imagem de falta de competência em solucionar problemas. Consequentemente, resultam em perda de credibilidade e, em alguns casos, em prejuízos financeiros.

Compartilhe os méritos das conquistas

Destacar no trabalho

Sempre que um trabalho for executado em equipe, os méritos são de todas as pessoa envolvidas. Se houve sucesso, é porque cada um fez o seu “dever de casa” corretamente, no prazo estabelecido e com qualidade. Se você teve uma participação especial e muito mais estratégica que os demais, tudo bem ser reconhecido, mas não menospreze o empenho dos demais. Você não apenas ganhará pontos, como também terá aliados.

Tenha flexibilidade

O ideal aqui é ser flexível em relação às suas funções, habilidades, horários, local de trabalho etc. Você precisa demonstrar habilidade de adaptação frequente. Se resistir ao novo e às mudanças, você pode andar na contramão de quem almeja se destacar no trabalho. Isso porque, muitas vezes, as empresas analisam inflexibilidade como preguiça ou medo de arriscar.

Entenda que falhar é humano

Se você não se permitir errar, nunca tentará algo novo. E ficar preso no seu quadrado, sem se arriscar, não é uma opção inteligente para quem busca se destacar no trabalho. Então, recorra àquela coragem que está guardada lá dentro e dê a você mesmo a chance de ir mais longe. Mas é preciso ter consciência dos seus limites de atuação dentro da empresa para não sair metendo os pés pelas mãos. Se alguma coisa der errado, aprenda com essa experiência e não cometa as mesmas falhas sempre.

Comportamentos que minam a sua carreira

Você já sabe que as empresas estão de olho nas suas competências comportamentais. Elas são fundamentais para se destacar na empresa. Por outro lado, os problemas de comportamento podem ofuscar o seu talento. Chegam a ser motivos de demissão, inclusive.

Veja o que você nunca deve fazer, se quiser se destacar na empresa:

Fazer fofocas

Destacar no trabalho

Não fale dos outros e nem transforme a sua vida em um livro aberto. Fique longe daquele grupinho na sala do café, que adora criticar o chefe, o colega, a empresa… Esse tipo de comportamento contamina o clima, cria inimizades, desmotivam a equipe e prejudica a produtividade.

Mentir

Seja sincero com os colegas de trabalho, com o seu líder, com a empresa, clientes, enfim, como todas as pessoas. A mentira tem pernas curtas e, mais cedo ou mais tarde, virá à tona. Além disso, a mentira afeta a credibilidade e os resultados em geral, uma vez que informações incorretas podem induzir a erros e prejuízos.

Criticar em excesso

Tem gente que passa o dia apontando os defeitos dos outros e criticando Deus e o mundo. Evite isso. Ao focar apenas nos pontos fracos das pessoas, você perde a oportunidade de aprender com elas e evoluir. Além disso, essa postura o deixará estressado e afastará a sua chance de se destacar no trabalho por uma boa razão.

Ser agressivo com as pessoas

Agressividade gera raiva, medo, insegurança e distanciamento. Empresa nenhuma quer isso entre suas equipes, uma vez que o impacto na produtividade é certamente muito negativo.

Ficar grudado no celular

Destacar no trabalho

A não ser que o seu celular seja um instrumento de trabalho, para contato com clientes, por exemplo, mantenha-o desligado ou no silencioso. Checar redes sociais, mensagens ou atender chamadas pessoais a todo instante é um péssimo comportamento. Dedicar-se aos joguinhos, então, nem se fala. Afinal, não tem como ser produtivo dessa maneira.

Usar as redes sociais sem controle

Você pode estar pensando: o que eu faço fora da empresa é problema meu. Engano total. A empresa está de olho no seu comportamento a todo instante. Os exemplos de pessoas que se deram muito mal com comentários e comportamentos inadequados nas redes sociais são muitos. Mas muitos mesmo. Gente que foi demitida, que perdeu patrocínios etc.

Se você está mesmo empenhado em se destacar no trabalho, não deixe de ler um clássico sobre relacionamentos interpessoais:

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

destacar no trabalho

Os conselhos, métodos e as ideias de Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas e permanecem completamente atuais. Para muitos empreendedores, a leitura e o entendimento de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas valem mais que um MBA. Essa é uma dica de quem realmente entende de negócios.

O resumo dessa obra está disponível na plataforma 12 Min. Boa leitura!

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Como criar uma cultura de empowerment na sua empresa

Muitas empresas estão adotando a cultura do empowerment como estratégia de gestão de pessoas. O foco aqui é manter uma equipe motivada, criativa e com iniciativa; reduzir turnover de talentos e atrair outros profissionais brilhantes.

E o que as empresas ganham com isso? Satisfação do funcionário, melhoria do clima organizacional e aumento da produtividade, da qualidade dos produtos/serviços e da competitividade. Tudo isso deságua na planilha de resultados, é claro.

O que é empowerment

Empowerment significa “descentralização de poderes”. Nas empresas, é usado para nomear um estilo de gestão baseado na descentralização do poder, proporcionando uma participação maior dos funcionários, com mais autonomia de decisão.

É muito mais que uma simples delegação de tarefas, porque envolve engajamento, comprometimento e responsabilidades. Os profissionais sentem-se parte do negócio e são também responsáveis pelo sucesso dos projetos.

O empowerment não se limita aos gestores, pelo contrário, é importante que atinja pessoas de várias áreas e em todos os níveis hierárquicos da organização. Ou seja, quanto mais pessoas adotarem e/ou se beneficiarem dessa estratégia, melhor.

Os pilares do Empowerment?

empowerment

Por meio do empowerment, os funcionários assumem responsabilidade pelos resultados da organização e se tornam mais comprometidos com suas tarefas. Todos caminham juntos, na mesma direção.

Essa estratégia do empowerment está amparada nos seguintes pilares:

  1. Poder – delegação de tarefas e responsabilidades em todos os níveis da organização.
  2. Motivação – reconhecimento da performance dos funcionários.
  3. Desenvolvimento – capacitação contínua da equipe.
  4. Lideranças – descentralização das decisões.

As vantagens

A importância do empowerment nas empresas é significativa. Entre as vantagens desse modelo de gestão, destacam-se:

  • Planejamento, estratégias e propósitos claros e conhecidos por todos.
  • Aumento da motivação, autoconfiança e autoestima dos funcionários.
  • Melhoria no clima organizacional.
  • Proatividade e agilidade na tomada de decisões.
  • Simplificação dos processos.
  • Ampliação do senso de cooperação e responsabilidade entre os funcionários.
  • Foco no cliente.
  • Facilidade maior na identificação, valorização e retenção de talentos.
  • Redução de custos.
  • Produtividade elevada.

Como aplicar o empowerment em sua empresa

empowerment

O objetivo desse modelo de gestão é aproveitar ao máximo o potencial dos profissionais, dando a eles autonomia para pensar, agir e ajudar o empreendimento crescer.

Descentralizar tarefas e poder não é algo simples para uma parte significativa de gestores. Mas, se o remédio é bom e necessário, o jeito é aprender a fazer a coisa certa. Veja algumas dicas:

  • Tenha um propósito e não foque apenas em maximizar o valor para os acionistas.
  • Certifique-se de que todos os funcionários conheçam esses propósitos e entendam porque é importante que a organização exista.
  • Desenvolva estratégias para aplicar o novo estilo de gestão, transformando os funcionários em profissionais empreendedores, com iniciativa e criatividade aflorada.
  • Faça com que todos assimilem a importância da autonomia e autoridade nos processos da organização e assumam responsabilidades.
  • Invista na comunicação. O modelo de cima pra baixo, do tipo “eu mando, você obedece”, não funciona no estilo de gestão voltado para o empowerment. A regra de ouro aqui é saber ouvir, abrindo canais para que os funcionários possam se manifestar com ideias, sugestões e até críticas construtivas.
  • Compartilhe as informações da empresa de maneira estruturada e consistente.
  • Defina metas e prazos para os projetos, para que esses profissionais possam ser autogerenciáveis.
  • Delegue atividades e responsabilidades para profissionais que possuam as habilidades e competência para a função em questão.
  • Reconheça o bom desempenho, para que os funcionários se sintam valorizados.
  • Seja sincero. Mostre para sua equipe que você respeita a inteligência dela.
  • Invista no desenvolvimento dos funcionários com cursos, treinamentos, eventos, palestras etc, com foco no empowerment e no crescimento do negócio.
  • Incentive os funcionários a pedirem ajuda quando precisarem.
  • Monitore e avalie os resultados das equipes com frequência. Se necessário, faça ajustes ou estabeleça novas metas.

Uma mudança desse tamanho não se faz da noite para o dia. O processo é gradativo e o gestor deve se atentar as isso na hora de cobrar resultados.

Empowerment e Cultura Organizacional

A cultura de uma empresa é o retrato do seu pensamento e isso tem um peso significativo quando o assunto é reter funcionários e mantê-los felizes no trabalho. Assim,  Empowerment e cultura organizacional andam sempre de mãos dadas.

Ao oferecer um ambiente em que as pessoas gostam e têm prazer em passar uma parte considerável do dia, a empresa consegue melhorar o desempenho das equipes dia após dia.

Veja algumas dicas de como construir uma cultura forte para sua empresa.

    1. Alinhamento da cultura da empresa – O segredo é capacitar e incentivar os funcionários em torno da cultura organizacional, despertando neles o orgulho de pertencer.
    2. Respeito à diversidade – Toda pessoa deve tratar o outro como gostaria de ser tratada, colocando o respeito sempre em primeiro lugar.
    3. Cuidado com o outro – Leve o grupo a entender que estão todos no mesmo barco. O bem-estar geral de um funcionário deve interessar a todos. Isso cria confiança e fortalece o espírito do trabalho em equipe.
    4. Inclusão – Não importa gênero, raça, religião ou orientação sexual. A inclusão é base sólida para uma cultura forte.
    5. Faça, não fale – As lideranças devem conduzir os seus times para as transformações por meio do exemplo, incorporando e praticando os valores e crenças da empresa.
    6. Comunicação clara –  Seja altamente eficaz na divulgação de notícias, mudanças, metas, critérios de promoção, resultados da empresa etc.
    7. Felicidade – Várias pesquisas comprovam que funcionários felizes produzem mais. O resultado disso aparecem nos números da empresa.
    8. História – Tenha uma história do seu produto/serviço, por exemplo. Pessoas gostam de histórias e elas (as histórias) contribuem na construção de uma cultura autêntica e forte.

Se você gosta de aprender cada dia mais, os livros são um caminho que o levará direto ao seu objetivo. A plataforma 12Min tem o resumo das melhores obras do mundo dos negócios.

Quer uma sugestão de leitura especial pra hoje? Anote aí:

Criatividade S/A – Edwin Catmull

empowerment

Como superar as forças invisíveis que ficam no caminho da verdadeira inspiração. Esse é o ensinamento principal desse livro, que ensina como construir e desenvolver uma cultura de criatividade e apresenta uma coleção de ideias sobre como despertar e manter a criatividade da sua equipe e vencer os problemas advindos da falta dela.

Boa leitura!

 

Aprenda a administrar o salário e economize dinheiro

Final de mês com bolso vazio. Esse é o seu caso? Se a resposta é sim, você integra um batalhão de pessoas, no mundo inteiro, que não consegue administrar o salário e está sempre no vermelho.

A boa notícia é que você pode aprender a gerenciar o seu dinheiro para pagar a contas, divertir, poupar e investir. Ou seja, usar o dinheiro de maneira correta e sair desse sufoco.

Para isso, existem algumas estratégias comprovadamente eficazes, que você deve conhecer e aplicar no seu dia a dia. Assim, se souber administrar o salário, você poderá, inclusive, entrar para o hall da riqueza.

Nunca é tarde para aprender sobre finanças

administrar o salário

Os autores do best-seller Pai Rico, Pai Pobre, Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, desmentem o mito de que para ser rico é preciso ter um salário muito alto. Para eles, o segredo está na educação financeira.

Planeje

Se você quer aprender como administrar o salário e fechar o mês com dinheiro no bolso – ou no banco, invista em planejamento e organização. Caso contrário, ficará sempre com aquela sensação de estar nadando contra a corrente. Isso gera esforço extra, cansaço e, ao final, pouco (ou nenhum) resultado. O planejamento exige tempo e dedicação para entender e praticar. No entanto, o custo-benefício vale a pena.  

A regra número 1

Para o seu salário durar o mês inteiro e ainda ter sobras para poupança e investimentos, lembre-se de uma regra fundamental: gaste menos do que ganha. Não tem jeito de ser diferente. Se você recebe um salário de R$ 5 mil e gasta R$ 7 mil, a sua conta não vai fechar, nunca. Não existe milagres. Você apenas acumulará dívidas e não terá reservas, nem mesmo para uma emergência.

Como administrar o salário

Seguem algumas dicas dos especialistas em finanças:

Faça um orçamento

Você realmente vai precisar dele. O orçamento nos permite enxergar claramente nossa realidade financeira e, dessa forma, fica mais fácil administrar o salário. Para isso, você precisa:

  1. Entender suas despesas – isso significa saber o quanto você gasta em um mês. Muita gente não tem a mínima ideia desse valor. A solução para esse problema é acompanhar e contabilizar todas despesas mensais, fixas e variáveis. Inclua tudo: alimentação, higiene pessoal, serviços públicos, transportes, aluguel, entretenimento, vestuário, escola etc. Faça uma planilha – você pode usar o Excel, um aplicativo ou até mesmo um caderninho de anotações.
  2. Entender sua renda – ao contrário das despesas, a maioria das pessoas sabe exatamente quanto ganha por mês. Mesmo assim, anote também. Inclua salário e outras rendas, como aluguel etc.

Agora você já pode fazer as contas. Subtraia as despesas totais da sua renda e, se o resultado for negativo, é hora de cortar despesas. Sem dó.

Por outro lado, resultado positivo não significa que você deve gastar mais. Até poderia, mas o ideal é economizar, ou pagar alguma dívida.

Sugestões de orçamento

  • 50-60% para custos fixos, ou seja, todos os gastos mensais que raramente mudam: aluguel, gasolina, luz, água, alimentação, telefone, condomínio, plano de saúde, seguro do carro etc.
  • 10% para Investimentos, que farão o seu dinheiro crescer com o tempo.
  • 5-10% para poupança, que são as suas economias para as emergências ou para atividades em curto prazo, como férias, presentes etc.
  • 20-35% para entretenimento ou os chamados “gastos em culpa”, onde você inclui o que quiser, como cinema, beber como os amigos etc.

Esses percentuais devem ser ajustados de acordo com os interesses.

Consolide suas dívidas

Quase ninguém gosta de dívidas e poucas pessoas sabem lidar com elas. Muitas vezes, as dívidas parecem bolas de neve, que não param de crescer. Nesse caso, ao administrar o  salário, procure consolidar suas dívidas e negociar uma taxa de juros menor. Uma sugestão é combinar várias despesas, como cartão de crédito e empréstimos pessoais em uma única fatura, ao invés de pagar tudo individualmente.

Atenção com o cartão de crédito

administrar o salário

Um cartão de crédito pode se transformar em um grande problema na hora de administrar o salário, para quem não tem disciplina ao usá-lo. Preste atenção:

  • Não use o crédito do seu cartão como acréscimo do salário.
  • Sempre que puder, pague tudo à vista, evitando parcelamentos no cartão.
  • Pague o valor total, sem parcelamentos e dentro do prazo.
  • Se não der para pagar tudo de uma vez, tente abater mais que o mínimo.
  • Cuidado para não cair na armadilha das milhagens, comprando mais para aumentar os seus pontos.

Corte despesas desnecessárias

Você adora um lanchinho na padaria da esquina. Baratinho né? Multiplique isso pelos dias do mês ou do ano e veja o quanto esse “dinheirinho” cresce no bolo.

Economizando “migalhas”, como por exemplo, comendo em casa ou fazendo um relaxamento no quintal, ao invés de pagar uma academia, você sentirá diferença na hora de administrar o seu salário.

Se você parar para pensar, descobrirá muito mais coisas que podem ser deletadas da sua planilha, sem prejuízo algum para o seu bem-estar. São canais de TV a cabo que você nem sabe que existem, a academia que você nunca encontra tempo para frequentar, uma aula particular que não tem lhe acrescentado nada… Encontre essas oportunidades e economize os seus centavos.

Tenha um fundo de emergência

É o carro que quebra, uma viagem inesperada, um problema no apartamento… Emergências acontecem e se você não estiver preparado terá um problema a mais para resolver. Então, seja rigoroso com aquele percentual mensal de 5 a 10% do seu salário colocado na poupança.

De olho no futuro

administrar o salário

O futuro chega mais rápido do que muita gente pensa. Comece a se preparar o mais cedo possível, para ter conforto e qualidade de vida, quando parar de trabalhar. Você deve investir em:

Aposentadoria: Você precisa olhar sempre pra frente, no entanto, pensar em investimentos de longo prazo geralmente é uma parte difícil. Mas seja rigoroso. Uma dica é programar transferência automática para a reserva da aposentadoria, logo que seu salário entrar em sua conta.

Investimento: na hora de administrar o salário, pense numa maneira de fazer o seu dinheiro trabalhar por você. É aqui que entram os investimentos, que podem ser aplicação em uma conta de investimento ou qualquer outra coisa que lhe renderá mais dinheiro, inclusive, indiretamente, como um diploma de PHd que lhe abrirá melhores oportunidades de trabalho.

Aplicativo financeiro pessoal

Você pode descomplicar a sua vida com as novas ferramentas de gerenciamento de dinheiro, muitas delas gratuitas. Alguns bancos oferecem essa opção, mas a internet está cheia delas. Encontre a que melhor lhe atende.

Aprenda com quem entende do assunto

Siga os profissionais de finanças, ouça os conselhos deles. Leia histórias inspiradoras para aprender mais e mais de como administrar o salário e fazer o seu dinheiro render. Ou seja, fique informado, leia sobre finanças, perca o medo de lidar com números…

Se você quer mesmo aprender a cuidar do seu dinheiro, que tal ler um pouco mais sobre o assunto?  A plataforma 12Min disponibiliza o resumo das principais obras, para serem lidas em apenas 12 minutos cada. Veja a sugestão de hoje:

Os Segredos da Mente Milionária – T. Harv Eker

administrar o salário

Por que algumas pessoas acumulam riquezas com facilidade e outras vivem no vermelho? O autor tem a resposta.

Boa leitura! E se você curtiu esse post, compartilhe conosco os seus comentários.

Liderança: conheça os principais modelos e suas aplicações

Um líder pode conduzir o seu time para a vitória ou puxar todo mundo pra trás. Tudo vai depender do seu estilo de liderança e de como ele usa o poder que tem em mãos.

Nós selecionamos seis modelos de liderança comuns nas organizações, com o perfil de cada líder e os reflexos da sua gestão na equipe e no clima. Veja:

Liderança autoritária

Liderança

O líder autoritário não é o que muitas empresas inovadoras buscam nos dias atuais. No entanto, ele ainda sobrevive e continua contaminando equipes, elevando as taxas de turnover nas organizações e provocando evasão de talentos. Veja o perfil desse tipo líder:

  • Mantém o foco nele próprio e enfatiza a execução de tarefas.
  • Dominador e usa o medo para obter o “respeito” dos liderados.
  • Trata os liderados como subordinados – a exemplo dos antigos “chefes”.
  • Baseia as suas ações em suas próprias opiniões, sem qualquer participação da equipe.
  • Pouco flexível, dita as ordens e exige obediência plena dos liderados.
  • Cobra resultados com veemência, pressão e ameaças.
  • Odeia ser contrariado, nem que seja só um pouquinho.
  • As atividades são realizadas apenas na presença do líder.
  • Não estimula a equipe e ainda encontra obstáculos para o crescimento profissional e ascensão na carreira.

Consequências

Equipe desmotivada, frustrada, amedrontada e, portanto, distante e sem iniciativa. Geralmente, reage com agressividade e hostilidade. O ambiente é tenso e os liderados são mais propensos a gerar conflitos entre eles.

Apesar de tudo, alguns estudiosos acreditam que o líder autoritário pode ser útil em situações extremas, que exigem atitudes diretas e rápidas. Isso porque esse líder concentra grande parte das decisões e “simplifica” o processo. Será?

Liderança democrática

Liderança

Esse é um estilo oposto de liderança e positivo na gestão de qualquer negócio. Geralmente, leva ao engajamento natural das pessoas. Com a satisfação das equipes, a empresa reduz o turnover e obtém ganhos de produtividade individual e coletiva. Perfil desse tipo liderança:

  • Foca no líder e na equipe.
  • Valoriza a participação e envolvimento da equipe.
  • Prioriza a qualidade de vida no trabalho.
  • A decisão continua nas mãos do líder, após ouvir e avaliar todas as contribuições.
  • A comunicação entre líder e liderados é natural, sincera e cordial, diminuindo a distância entre as pessoas.
  • Solicita e valoriza o feedback da equipe.
  • A equipe recebe orientações sobre os objetivos da organização e sobre o papel individual nesse processo.
  • Não existe pressão e as atividades são realizadas, mesmo que o líder não esteja presente.
  • O líder é impessoal em suas críticas e elogios.
  • Estimula o desenvolvimento profissional e abre possibilidade de ascensão na carreira

Consequências

Equipes responsáveis, motivadas e engajadas. As pessoas se sentem valorizadas e o clima organizacional é de amizade, interação e segurança. Isso reflete positivamente na produtividade das pessoas.

Liderança liberal

Liderança

Enquanto o líder democrático escuta a equipe, mas é ele quem bate o martelo, o liberal delega totalmente as decisões ao grupo, sem qualquer controle. Esse é um estilo de liderança que pode dar certo entre pessoas maduras, experientes e entrosadas. O perfil do líder liberal inclui:

  • Foco na equipe, que tem total liberdade para decidir, sozinha, quais são os melhores caminhos e estratégias na organização.
  • Participação mínima na hora das decisões e envolve-se apenas quando é solicitado.
  • Estimulada o grupo a colaborar diretamente com o desenvolvimento da empresa.
  • Dá liberdade para que a equipe exerça a criatividade e interfira nos processos em andamento.
  • Não estabelece a execução das tarefas e nem fiscaliza o andamento dos trabalhos.
  • Não oferece feedback sobre desempenho e qualidade do trabalho individual e coletivo.

Consequências

Risco de ocorrer muita atividade e pouco resultado. Sem coordenação, o grupo fica sem direção e existem altos e baixos na performance, a todo instante. Registra-se, inclusive, individualismo no desempenho das tarefas e perda de tempo com debates que extrapolam o assunto do trabalho. Outro ponto de atenção é que a figura do líder pode se tornar desnecessária para a equipe. Assim, ele perde o respeito. Além de afetar a produtividade, esse estilo pode gerar desmotivação, insatisfação e desagregação.

Liderança servidora

Liderança

Depois da publicação do best-seller O Monge e o Executivo, esse estilo de liderança caiu nas graças de muitas organizações. Equipes inteiras foram treinadas com base no princípio de que liderar significa servir seus liderados, tomando como exemplo o maior líder da humanidade em todos os tempos: Jesus Cristo. Entre algumas características do líder servidor, estão:

  • Coloca os seus liderados em primeiro lugar.
  • Tem metas de longo prazo e atua em conjunto com a equipe para alcançar uma visão compartilhada para a organização.
  • Investe em um alto nível de confiança e respeito nas relações com a equipe.
  • Não busca a admiração pessoal e leva o time a apoiar a visão da empresa.
  • Conecta-se com os liderados no cotidiano e proporciona a eles todos os recursos necessários para o desempenho de suas funções.
  • Sabe ouvir e tem facilidade de receber feedback da equipe.
  • Demonstra empatia e consciência social, entendendo as necessidades e sonhos de seus liderados.
  • Fornece energia, motivação e direção para os liderados, incentivando-os a seguirem adiante e recompensando-os pelas conquistas. Mas tem plena consciência de que, às vezes, é preciso segurar o ritmo.
  • É persuasivo, com alta capacidade de promover mudanças sem o uso de poder ou privilégios de sua posição.
  • Investe em desenvolvimento de seus liderados, desafiando a equipe a pensar diferente e orientando-a para transformar seus pontos fracos em forças de crescimento.

Consequências

Equipes altamente motivadas e engajadas, com propósito e senso de pertencimento e segurança. O ambiente de trabalho é confortável. A soma de tudo isso favorece a produtividade.

Liderança técnica

Liderança

  • O líder é respeitado pelo seu conhecimento diferenciado e capacidade técnica afiadíssima em relação a determinado assunto.
  • Investe nessa capacidade técnica como forma de conquistar a confiança da equipe.
  • Acredita que dedicação e empenho levam uma carreira para o alto e defende isso junto aos seus liderados.

Consequências

O líder técnico é o “dono” das informações, portanto, suas decisões são respeitadas e seguidas. Ele passa a ser o exemplo de sucesso para os liderados.

Liderança Coaching

Liderança

Uma onda do momento são os líderes que se interessam em manter os liderados motivados e em sintonia com os objetivos macros da organização. Outras características desse profissional são:

  • Foco nos liderados e nos resultados.
  • Usa suas habilidades de coach para ajudar seus liderados a desenvolveram habilidades técnicas, emocionais e comportamentais.
  • Estimula uma visão positiva do futuro e acompanha a evolução individual de cada liderado.
  • Defende uma administração participativa, onde o grupo se envolve, conscientemente, nas decisões. Os resultados são, também, responsabilidade de todos.
  • Implanta o conceito de que posturas diferentes geram resultados também diferentes.
  • Promove uma comunicação assertiva e de mão dupla entre o grupo. Ele incentiva e dá o feedback constante.

Consequências

Ambiente de trabalho agradável, com um clima de cooperação e confiança. A equipe acredita pertencer a algo maior e tem consciência do seu potencial, sabendo colocar suas forças na direção certa. Isso afeta, também, a produtividade. Pra melhor, é claro.

Conclusão

Como você pode ver, existem líderes de todo jeito, pra todos os gostos. Você precisa identificar qual deles se encaixa melhor à cultura da sua organização para obter os melhores resultados.

Você não têm os líderes que precisa. Não se desespere. Habilidades de liderança e coaching podem ser adquiridas.

Mudando de direção, o papo agora é com você, que exerce a função de liderança. Em qual perfil você se encaixa? O seu estilo está em sintonia com os valores, missão e visão da empresa? Reflita sobre isso.

E, é claro, que a equipe 12Min tem uma dica de leitura especial sobre o assunto. Anote aí:

As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança – John C. Maxwell

Liderança

Todos nós sempre temos mais o que aprender na arte de gerir pessoas. Essa obra nos traz leis simples e essenciais para vencer esse desafio. Um livro para ler, entender e praticar.

Boa leitura! Se você curtiu esse post, deixe aqui os seus comentários.

 

Os melhores ensinamentos do filme “A Fuga das Galinhas” sobre administração

Animação para crianças? Não. Definitivamente, o filme A fuga das Galinhas é muito mais. Trata-se de uma verdadeira aula de planejamento, estratégia, liderança e trabalho em equipe. Por isso, a produção integra uma lista dos 10 filmes que todo administrador de empresas deveria ver.

O filme A fuga das Galinhas é uma produção britânica, que agrada crianças e gente grande também. Tudo ocorre em 1950, numa granja em Yorkshire. As galinhas são obrigadas a botar ovos e aquelas que não cumprem as metas morrem degoladas.

Todas as galinhas da granja trabalham à exaustão, sob pressão e opressão. O medo é constante, mas muitas delas conformaram-se com o destino. Ginger pensa diferente.

Ginger vive inconformada e decidida a não acabar numa panela. Ela planeja e planeja a fuga das galinhas em massa. No entanto, são frustrações atrás de frustrações, mas Ginge não desiste. Ela tem um sonho.

“As cercas não estão apenas em volta da fazenda. Elas estão em nossas mentes. Existe um lugar melhor lá fora, além da colina. Tem um espaço aberto e muitas árvores. Grama fresca e verde”.

Ginger realmente acredita nesse paraíso. As demais galinhas, a princípio não. Acostumadas com a vida do galinheiro, que mais parece um campo de concentração, elas têm dificuldade de imaginar algo além das cercas.

O início da reação

Ginger lidera o grupo e executa inúmeros planos de fuga das galinhas. E você acha que foi fácil? Claro que não.

No meio do caminho, Ginger encontra muitos obstáculos, inclusive, a descrença por parte de algumas companheiras. E, assim, sonho e planejamento não garantem sucesso imediato.

Falta engajamento. Falta acreditar que é possível. E falta um sonho coletivo. A ideia de liberdade, sem contagem matutina dos ovos, sem cercas, cadeados e cães de guarda é uma ilusão para a maioria das galinhas.

Com tantas tentativas fracassadas, o sonho de liberdade fica cada dia mais distante, até mesmo impossível para muitas delas.

Ginger começa a se sentir incapaz para liderar o grupo. Chorando, ela desabafa consigo mesma: “O que eu estou fazendo? Quem você está tentando enganar? Que o céu nos ajude.”

Eis que a ajuda vem, literalmente, do céu. O galo Rockey sobrevoa o galinheiro quando bate numa cerca, depois na fiação elétrica, despencando dentro do galinheiro. E com a asa quebrada.

Ginger descobre que ele é um galo voador profissional e que pertence a um circo. Ela concorda em escondê-lo do seu dono, na granja. Porém, essa “gentileza” tem um preço: Rocky deve ensinar as galinhas a voarem.

Mesmo sem acreditar de fato que as galinhas podem voar, Rockey inicia o treinamento do grupo. Ele investe, especialmente, na unidade e na motivação da equipe.

Do medo ao pânico

O novo investimento por parte da dona da granja (a temida máquina de tortas) leva desespero para o galinheiro. Agora, todas vão morrer, independentemente da quantidade ovos. Ninguém escaparia desse terrível destino.

Era preciso agilizar a fuga das galinhas. Nessa tarefa, Ginger e Rocky reforçam o trabalho conjunto para salvar o grupo. Rocky com a motivação e Ginger com o planejamento.

Então, as galinhas conseguem fugir? Ainda não. Rocky decide abandonar o grupo e força Ginger a pensar em uma nova estratégia. Urgente.

A criatividade fala mais alto e a solução vem com a construção de um avião. Isso mesmo. Todas sairiam da granja voando, mas com apoio da máquina.

Aí sim, ocorreu a tão desejada fuga das galinhas. Com direito a final feliz.

As lições do filme “A Fuga das Galinhas”

Muitas situações que ocorrem no galinheiro, provavelmente, são realidade na sua empresa também. São questões relacionadas à liderança, trabalho em equipe, treinamento, entre outras.

Então, agora que você já sabe mais sobre “A Fuga das Galinhas”, vamos avançar nos debates. A seguir, selecionamos algumas lições importantes sobre administração e gestão de pessoas desses 84 minutos de animação. Veja:

Liderança

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  • Liderar não é tarefa simples. Sem liderança que produza efeitos, as pessoas tendem a ficar apáticas.
  • Coragem e persistência são atitudes de um bom líder.
  • O líder deve estar atento a todos os detalhes dos projetos e da equipe (e gerenciar as crises internas).
  • Muitas vezes é preciso negociar parcerias. E elas podem vir até mesmo de fora da empresa.
  • O líder deve promover o entrosamento das pessoas que trabalham juntas. Quando elas se conhecem e criam afinidades entre si, reforça-se o espírito de equipe.
    • Esse é um mérito do galo Rocky, com toda sua habilidade de entreter pessoas.
  • Na mesma empresa, podem existir mais de um estilo de liderança, em pessoas diferentes.
    • Ginger é extremamente racional e o galo Rocky consegue motivar o grupo.
  • É comum um líder, em determinado momento, sentir-se impotente e incompetente diante dos obstáculos.
    • Com Ginger não é diferente. Após sucessivos fracassos, por um breve momento, ela perde a esperança de realizar o seu sonho.

Definição de meta

A fuga das galinhas

  • É preciso ter um sonho e definir onde queremos ir, como e quando chegar lá.
    • Ginger sabe exatamente onde e como quer estar: do outro lado da cerca, livre (junto com todas as galinhas), em um ambiente saudável, feliz e sem exploração.

Planejamento

Fuga das galinhas

  • Aí vem a parte seguinte, que é o passo-a-passo para chegarmos ao ponto final e não nos desviarmos do nosso caminho, transformando, assim, o sonho em realidade. Isso é planejamento.
  • Falhas no planejamento podem comprometer o resultado.
    • É o que ocorre, por exemplo, quando Ginger usa uma colher para cavar debaixo da cerca. Por falta de planejamento, uma galinha fica entalada no buraco pequeno demais, impedindo a passagem do restante do grupo.
    • Outro exemplo é não considerar os cães de guarda, quando as galinhas tentam escapar pelo túnel.
  • Um bom planejamento não leva a lugar algum se não houver ação/atitude.
    • Ginger planejava e colocava em prática, tentando a fuga das galinhas por várias vezes. Existe atitude.
    • No entanto, em inúmeras tentativas de fuga, ocorrem falhas na execução.

Persistência

A fuga das galinhas

  • Não se pode desistir dos sonhos, ou abandonar a meta, nos primeiros obstáculos. É preciso repensar e adaptar o planejamento à nova realidade.
  • Mas cuidado, porque persistência não significa repetir sempre os mesmos erros. Isso é inaceitável, para não dizer burrice.
    • São incontáveis tentativas frustradas de fuga das galinhas, mas Ginger desenvolve uma estratégia diferente a cada nova tentativa.
    • Durante uma reunião no galinheiro, uma amiga pergunta a Ginger se ela pensa em desistir, diante de tantos “planos fracassados”. A resposta é firme: Não.
    • A companheira do galinheiro completa: “Encare os fatos, nós só temos uma chance em um milhão.” Ginger ressalta: “então, nós temos uma chance”. E ela realmente acredita no que estava falando.

Espírito de Equipe

A fuga das galinhas

  • Um trabalho conjunto, com os integrantes da equipe em completa sintonia, espírito de solidariedade e foco no sucesso, pode alavancar o resultado.
    • É o que acontece quando as galinhas trabalham em perfeita sincronia e levantam voo para fora do galinheiro.
  • Cada integrante de uma equipe é valioso e tem um papel específico a realizar. Uma das funções do líder é colocar a pessoa certa, no lugar certo, no momento certo.
    • Isso fica evidente no processo de construção do avião. Uma galinha cuida da estatística, outra na costura etc. Cada uma realizando o que sabe fazer melhor.
  • Elogio e agradecimento são ingredientes poderosos de motivação de equipe.
  • Todos devem estar comprometidos com o sucesso do projeto. O exemplo vem do líder.
    • “Dê meia volta, eu cuido da rampa”. Ginger sai do avião para recolocar a rampa de voo e viabilizar a fuga das galinhas pelo céu.

Visão empreendedora

Fuga das galinhas

  • Atenção às oportunidades do mercado pode gerar grandes negócios.
  • No filme, o mérito de empreendedorismo foi para a dona da granja, que enxergou uma chance de ganhar mais dinheiro com a máquina de fazer tortas. Pior para as galinhas, é claro.
  • As galinhas dão o troco com criatividade na construção do avião.

Você gostou da história sobre a fuga das galinhas? Que tal ver o filme e juntar diversão com informação?

Se você também gosta de um bom livro, a 12Min tem inúmeras sugestões de leitura. Uma lista com 10 publicações sobre liderança, por exemplo, vai enriquecer o seu portfólio.

Boa leitura!

Aplicativos de meditação para você relaxar e se concentrar

Pare, respire, concentre-se. Se você não quiser enlouquecer com a correria e o estresse do dia-a-dia, dedique um tempinho para a reflexão e relaxamento. Existem, inclusive, aplicativos de meditação que podem fazer esses momentos ficarem ainda mais especiais.

aplicativos de meditação

A meditação recarrega suas energias e o mantém forte para os desafios do dia seguinte. Ajudam a manter o seu corpo e a mente saudáveis, funcionando como um remédio poderoso contra um dos maiores males do século: a ansiedade.

Os benefícios da meditação são inúmeros. Além de reduzir a ansiedade, a depressão e o estresse, melhora da qualidade do sono e impacta positivamente na qualidade de vida em geral.

Triste realidade

As estatísticas realmente preocupam: 20% da população mundial sofrem de depressão. Mas, segundo o escritor Augusto Cury, a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) é ainda mais grave.

Autor do livro Ansiedade, Cury afirma que a SPA atinge 80% da população mundial. Isso mesmo: 80%. E pega todo mundo, independentemente de nível sócio-econômico ou formação acadêmica.

Ou seja, estamos todos no mesmo barco. Um barco que está prestes a afundar.

Os aplicativos de meditação

aplicativos de meditação

A meditação pode conduzir você pra fora das estatísticas negativas. Ela o levará a um estado de clareza mental e emocional, essenciais nesse mundo extremamente agitado e competitivo.

Você pode se amparar, inclusive, nos aplicativos de meditação. Há muitos deles no mercado, alguns em Português. A maioria está disponível para Android e iOS.

Outra boa notícia é que você não precisa desembolsar nenhum centavo se não quiser. Isso porque existem aplicativos de meditação gratuitos de ótima qualidade. Você só precisa encontrar aquele que melhor lhe atende.

Para lhe dar uma mãozinha, a equipe da 12Min preparou uma lista com excelentes aplicativos de meditação. Eles estão em ordem alfabética. Veja:

Aplicativos de Meditação: 5 Minutos

Gratuito para Android e iOS

aplicativos de meditação

Esse é um aplicativo em Português, criado pela ONG Mãos Sem Fronteiras – organização internacional, que tem o objetivo de promover saúde e bem-estar por meio de eventos, cursos e outros projetos. Esse aplicativo disponibiliza três opções: Meditação de 5 minutos; Meditação Guiada La Jardinera; Meditação com tempo livre, com um contador de até 30 minutos. Você acompanha a sua evolução no “meditômetro”, ou seja, quanto mais você medita, mais tempo é creditado na sua conta.

Aplicativos de Meditação: Calm

Gratuito para Android e iOS

aplicativos de meditação

O Calm proporciona um momento de tranquilidade para meditar. Você pode escolher o tempo das sessões, que varia entre 2 e 30 minutos, com músicas e sons da natureza relaxantes, além de paisagens que o levam para bem longe dos seus problemas. Você ainda pode optar por diferentes finalidades, como melhorar a criatividade e o sono ou energizar o corpo e a mente, entre outros, com orientação por voz e dicas. O ponto fraco aqui é que o aplicativo é todo em inglês, sem tradução.

Aplicativos de Meditação: Medita!

Disponível para Android e iOS. Oferece uma meditação gratuita para cada um dos temas e assinaturas mensais.

aplicativos de meditação

As sessões são realizadas por Mirna Grzich, especialista em meditação no Brasil. O aplicativo oferece mais de 100 reflexões, divididas em 8 temas/categorias: 1) Relaxando & Meditando; 2) Mindfulness; 3) Orações & Mantras; 4) Meditações Essenciais; 5) Insights & Reflexões; 6) Meditando com Tradições Espirituais; 7) Quem é você; 8) Meditações da Lua Cheia. Essas sessões levam você a ter mais lucidez, harmonia, criatividade, foco e consciência.

Aplicativos de Meditação: Medite.se

Gratuito para Android e iOS

Aplicativos de Meditação

A proposta desse aplicativo é ajudar você a ter uma vida mais saudável, mais centrada e mais feliz. Nesse processo, você é o seu próprio personal, treinando sua mente, por meio da prática diária, por poucos minutos. As sessões são narradas em Português, pelo terapeuta Tadashi Kadomoto. Tem interface simples e também é dividido em sessões. Você pode baixar os áudios e ouvi-los offline, quando e onde quiser.

Aplicativos de Meditação: Relax Meditation: Sleep Sounds

Gratuito para Android e iOS

Aplicativos de Meditação

O aplicativo é especializado em meditação mindfulness e aqui você encontra mais de 100 sons, como cantos de pássaros, ruídos de florestas e de água, entre outros. Esses sons o levam a relaxar e ajudam nas reflexões. O app é muito apropriado para aulas de yogas e para aquelas pessoas que sofrem com a insônia, revirando na cama a noite inteira. Os criadores defendem que o aplicativo pode ser usado para acalmar a mente, melhorar a consciência, o humor e a saúde em geral, além de ajudá-lo a encontrar a felicidade.

Aplicativos de Meditação: Stop, Breath & Think

Gratuito para Android e iOS

Aplicativos de Meditação

Esse aplicativo ensina você a meditar em 5 minutos. A proposta é treinar as pessoas para que parem, respirem e pensem por alguns poucos minutos, em troca de melhor qualidade de vida. Você responde um questionário, dizendo como se sente no momento e o aplicativo recomenda a melhor meditação. Oferece ainda dicas de postura e respiração, entre outras, para que você obtenha sempre os melhores resultados.

Aplicativos de Meditação: Zen

Pago para Android e iOS.

Aplicativos de Meditação

Esse aplicativo oferece um guia de meditação que inclui sons e vídeos relaxantes e o termômetro de emoções. Existe ainda a opção das meditações guiadas, de 10 minutos cada, conduzidas pela criadora do app, a blogueira Juliana Goes. E tem as reflexões do dia, divididas por categorias: Reflexões, Sucesso, Inspiração, Superação, Harmonia, Motivação e Favoritas.

Conclusão

Você já sabe que a meditação faz bem para o corpo e para a mente. Além dos aplicativos relacionados acima, existem várias outras opções legais.

E você pode aprender muito, também, com os livros. A 12Min tem o resumo de obras fascinantes e nós separamos 2 sugestões para hoje. Anote:

Atenção Plena – Mindfulness – Mark Williams

Aplicativos de Meditação

Mindfulness é uma forma simples de meditação que consiste em focar toda sua atenção em sua respiração, à medida que o ar entra e sai do seu corpo. É um estado de atenção plena. Porém, alcançar este estado é algo que pode ser desafiador. Williams explica o passo-a-passo de como chegar lá.

O Poder do Agora Eckhart Tolle

Aplicativos de Meditação

É possível usar o poder do agora para silenciar a mente. A mente tem a tendência de continuar viajando de pensamento em pensamento. Para parar essa atividade incessante, você precisa focar toda sua atenção no momento presente. Tolle combinou conceitos de cristianismo, budismo e outras religiões para nos ajudar a viver o agora.

Você conhece outro aplicativo que gostaria de compartilhar conosco? Já teve alguma experiência legal? Nós queremos ouvir você.

Se você curtiu esse post, compartilhe as informações com os seus amigos. Alguém, entre os seus contatos, pode estar precisando de uma boa meditação.