Rescisão contratual: como calcular e quais os seus direitos

Independente se você é uma multinacional ou um microempreendedor individual, se tiver funcionários, precisa saber calcular a rescisão contratual. Esses valores representam hoje o maior problema relacionado a passivos trabalhistas. Um dado divulgado pela Justiça do Trabalho mostra que 30% dos casos que chegam ao órgão apontam erros no pagamento de direitos após demissão de funcionário.

A Reforma Trabalhista de 2017 trouxe algumas mudanças nesse processo e visa melhorar bastante o desligamento de profissionais e as negociações entre o empregado e a empresa. Por exemplo, as rescisões não precisam ser homologadas pelos sindicatos, podendo ser feita diretamente com os empregadores, agilizando o cálculo e o pagamento. A nova lei também permite que a empresa negocie os valores em alguns casos.

Por isso, entender o que é preciso pagar e quanto é preciso pagar desburocratiza bastante o processo e evita problemas judiciais no futuro. Neste post, ensinamos como fazer isso corretamente e sem muita dificuldade.

O que diz a lei

Rescisão Contratua

De acordo com o Artigo 477, da Lei 5452/43 da CLT, todo trabalhador tem direito a uma indenização no final do seu contrato, paga pelo empregador, desde que não haja motivo para cessação do vínculo empregatício. As verbas rescisórias que devem ser quitadas pela empresa, incluem os seguintes cálculos:

  • Saldo do salário do mês trabalhado;
  • Férias proporcionais;
  • Décimo terceiro proporcional;
  • Multa para o valor do FGTS;
  • Depósito do FGTS;
  • Aviso prévio;
  • Férias vencidas;
  • Saque do FGTS.

Dependendo do tipo de contrato e do motivo da demissão, os itens acima podem ser pagos ou não.

Como calcular a rescisão contratual

Rescisão Contratua

Levando em conta os itens citados no tópico anterior, vamos mostrar como você faz para calcular a rescisão contratual.

Saldo do salário do mês trabalhado

O saldo do salário inclui os valores que o empregado trabalhou no mês da demissão. A empresa pode programar a notificação da rescisão contratual, de forma que não haja esse saldo. Contudo, principalmente para grandes instituições, esse controle é quase impossível.

O cálculo é feito multiplicando o número de dias trabalhados naquele mês pelo valor da diária do funcionário. Deve-se sempre considerar o salário bruto (valor sem descontos) equivalente a 30 dias. Caso seja um salário variável – situações onde o trabalhador recebe por produção, por exemplo -, calcula-se uma média salarial dos últimos 6 meses.

Férias

Existem dois cálculos na rescisão contratual para as férias. O primeiro é para funcionários que têm férias vencidas, ou seja, aqueles que já completaram 1 ano que usufruíram desse benefício. O cálculo é feito de forma muito simples. Deve-se considerar o salário bruto e somar um terço desse valor.

Por exemplo, se o funcionário recebe R$ 1.200,00 de salário, um terço desse valor é R$ 400,00. A conta da rescisão contratual para férias seria 1200 + 400 = R$ 1.600,00 de férias vencidas.

Já se o trabalhador não completou 1 ano de empresa ou se não tem férias vencidas, basta fazer o cálculo proporcional desse ano, semelhante ao que mostramos com o salário, mas dessa vez considerando 12 meses.

Décimo Terceiro salário

O cálculo para rescisão contratual do Décimo Terceiro salário segue a mesma proporção das contas anteriores. Esse benefício é pago para aquelas pessoas que não foram demitidas por justa causa ou fizeram algum tipo de acordo com seus empregadores.

Cada mês trabalhado é o equivalente a 1/12 do Décimo Terceiro e, portanto, deve ser pago no momento da quebra de contrato. O empregador também deve incluir nesse valor o equivalente ao Aviso Prévio.

FGTS

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço representa três cálculos na rescisão contratual de um funcionário: a multa, o depósito e o saque. Cada um deles é feito de forma diferente e o seu pagamento varia de acordo com o tipo de demissão.

O valor do depósito do FGTS é de 8% sobre o Aviso Prévio – trabalhado ou indenizado -, o saldo do salário e o Décimo Terceiro. A multa do FGTS representa 40% do valor que a empresa deposito em seu tempo de serviço. Se houve acordo na demissão, o valor da multa pode cair para 20%.

Por último, o saque do FGTS, é o valor que o funcionário saca do seu Fundo de Garantia. Esse valor representa o montante de 80% do que está guardado quando o trabalhador fez acordo com a empresa.

É preciso lembrar que o FGTS é pago apenas em casos onde o funcionário não foi demitido por justa causa.

Aviso prévio

Rescisão Contratua

Há casos onde a empresa abre mão de o funcionário cumprir o Aviso Prévio e paga essa indenização. Essa situação também pode ocorrer quando é feito um acordo. O cálculo na hora da rescisão contratual é feito da mesma forma para quem tem menos e para quem tem mais de um ano na empresa.

A base para o cálculo do Aviso Prévio indenizado é sempre o último salário recebido por aquele funcionário. Sobre esse valor será acrescido todos os benefícios pagos pela empresa, além e horas extras, gratificações, bônus por desempenho, adicional noturno etc.

Então, o cálculo do Aviso Prévio é sempre o último salário do empregado, acrescido de qualquer benefício garantido.

Rescisão Contratual que não foi paga corretamente gera quais multas para a empresa?

Não podemos deixar de responder essa, que é uma das perguntas mais comuns sobre rescisão contratual. O não pagamento dos direitos previstos pela CLT gera certamente algumas multas para a empresa.

A primeira delas que citamos é a multa do Artigo 477, que prevê o pagamento de um salário do trabalhador, com as devidas correções. O artigo da CLT diz que a empresa precisa quitar seus débitos junto ao funcionário até o primeiro dia útil após o término do contrato de trabalho ou até 10 dias após a demissão, quando não há cumprimento do aviso prévio.

A segunda multa é referente ao Artigo 467, prevista caso o trabalhador entre com processo judicial para pagamentos atrasados dos benefícios da demissão. Esse valor compete a 50% do valor da rescisão.

É importante observar todos os valores que devem ser pagos na rescisão contratual e evitar essas e outras multas, além de encargos com processos judiciais.

Você ainda tem alguma dúvida sobre esses cálculos? Deixe seu comentário que ajudamos um pouco mais!

 

Gestão por resultados: o que é e como desenvolver

Você sabe dizer se as decisões mais corretas para seu time ou empresa estão sendo tomadas? Desenvolver uma gestão por resultados ajuda bastante. Descubra mais sobre essa técnica e pratique.

Gestão por Resultados

Saber o caminho que está sendo traçado pela sua empresa é importante. A nossa pergunta para você é: como isso é feito dentro da sua instituição? Os Key Performance Indicators ou Indicadores-chave de Performance, que a comunicação empresarial – principalmente o Marketing – chama de KPI, já é um grande passo adotado por empresas de sucesso. Eles mostram valores mensuráveis para uma marca e como podem ser alcançados.

Na mesma linha, temos o que chamamos de Gestão por Resultados. Esse é um conceito criado na década de 50, que fala basicamente sobre como organizar uma empresa. O objetivo é mostrar uma forma de todos trabalhem conscientemente e pelo objetivo de trazer mais sucesso para a marca.

No post abaixo você entenderá mais o que é esse conceito de forma detalhada e como fazer a gestão de resultados na sua empresa de uma maneira prática e eficiente.

O que é gestão por resultados

Peter Drucker foi um famoso administrador que ganhou ainda mais destaque quando, em 1950, publicou o livro “The Practice of Management”, explicando um novo termo que ele definiu como Management by Objectives, o MBO.

O termo explica que, se gestores de uma empresa traçarem um objetivo e dividi-lo em pequenas metas sequenciais, as chances de obter bons resultados são bem maiores. Ele explica que, quando uma equipe trabalha em conjunto para uma única meta, as respostas são atingidas com mais força e rapidez.

Por que a gestão por resultados é importante para uma empresa?

Gestão por Resultados

A gestão por resultados, quando aplicada corretamente, traz uma série de benefícios para a administração e, consequentemente, para o financeiro de uma empresa. Entre as importâncias que esse conceito traz para a instituição, queremos destacar:

  • Todos passam a ser responsáveis pelos resultados. Isso implica que toda a equipe trabalhará para o seu próprio sucesso dentro da empresa. A consequência também é que todos serão responsáveis pelas oportunidades perdidas;
  • Cada resultado serve como referência para a próxima meta a ser concluída;
  • O foco da gestão por resultados não está no que é feito durante o processo, mas em como esse processo é realizado para obter o máximo possível de resultados positivos;
  • Cada setor ou equipe precisa estar integrada. Todas trabalham para os mesmos resultados;

Não realizar esse planejamento é um dos grandes erros que um empreendedor pode cometer.

‘O que se obteve’ acima de ‘como se obteve’

Em um sistema de gestão por resultados, aquelas pessoas que estão em cargos de liderança traçam o planejamento estratégico e lançam aos seus liderados. Geralmente não há rigidez nos processos, normas de como deve ser feito algo. Claro que há controle e diretrizes, mas a forma como os colaboradores farão suas tarefas é menos controlada.

O importante aqui é o que se obteve no final e não como se obteve. O foco é realizar todos os objetivos dentro do tempo traçado e de uma forma que não haja prejuízos no futuro. Ou seja, tudo é pensado para se feito da melhor forma possível para todos, mas sem infringir nenhuma norma maior da empresa.

Pode parecer que a gestão de resultados pede a solução das etapas às pressas. Na verdade, não é assim que funciona. Um objetivo terá o tempo hábil para ser concluído de forma segura.

Principais etapas da gestão por resultados

O sistema de gestão por resultados não é complexo, mas precisa ser elaborado com atenção. Para que ele funcione corretamente. De acordo com Peter Ducker, todo o processo de conter 5 etapas fundamentais. São elas:

1 – Revisão dos objetivos organizacionais

A primeira etapa inclui a revisão de todos os objetivos organizacionais e necessários para que o resultado máximo seja obtido. Aqui os gestores conhecem profundamente o planejamento estratégico e todas as ambições da empresa com a ação que está iniciando.

2 – Definição dos objetivos dos colaboradores

Gestão por Resultados

Para que um planejamento seja executado é preciso de colaboradores e equipes. O segundo passo é realizar uma reunião com todos os gestores e pessoas envolvidas no projeto para definir, com base nas capacidades de cada um, qual o papel que todos exercerão na estratégia. Aqui também são definidos os prazos e como serão feitas as apresentações e avaliações de desempenho de cada colaborador.

3 – Monitoramento do processo

O monitoramento é a primeira etapa de um planejamento de gestão por resultados, mas que se funde com todas as duas próximas fases a partir daqui. É quando os gestores e seus liderados se reúnem para conversar sobre os objetivos e o andamento do projeto. O monitoramento pode ser feito em uma frequência variável, dependendo da necessidade de cada equipe. É permitido aqui também voltar um pouco e redefinir os objetivos, caso esse seja o melhor caminho.

4 – Avaliação de desempenho

Além da monitoria do processo, realizar a avaliação de desemprenho de cada colaborador é fundamental. A avaliação geralmente é feita no final de cada período, sempre que as etapas finalizam. Essas avaliações apontam as principais dificuldades de cada colaborador e visam a melhoria de cada um desses obstáculos.

5 – Recompensa

Gestão por Resultados

A última etapa da inclui a apuração de todos os resultados obtidos e a recompensa para cada um deles. Esse tipo de recompensa pode ser institucional, incluindo uma promoção ou aumento de salário, como pode ser motivacional, como folgas, premiações em dinheiro ou outra ideia sugestiva. A dica é pensar nestas recompensas antes de iniciar o processo e também evitar utilizá-las como maior objetivo da realização das metas. As recompensas devem ser apenas uma forma de reconhecimento e não de disputa.

O que você achou do sistema de gestão por resultados criado por Peter Ducker? Alguma ação similar já é praticada em sua empresa? Conta para nós nos comentários!

Queremos também convidar você a conhecer diversos outros conteúdos sobre Negócios que ajudaram no desenvolvimento e crescimento da sua empresa!

 

Aprenda como se tornar um palestrante de sucesso

Começar a palestrar parece estar se tornando, cada vez mais, uma opção certeira para diversos profissionais, principalmente para aqueles que trabalham diretamente com empreendedorismo, marketing e novos negócios. Contudo, independentemente da sua área de atuação, espalhar um conhecimento relevante para pessoas interessadas no assunto é sempre uma boa opção! Por isso, hoje vamos te dar algumas dicas sobre como se tornar um palestrante 🙂

Em um primeiro momento, você pode até pensar que o mais importante é ter o conhecimento do assunto e que isso é o suficiente para ser um palestrante de sucesso. É claro que ser detentor do conhecimento é importante, mas essa não é a principal preocupação que você deve ter quando pensar em se tornar um palestrante. Comunicação, organização, planejamento, oratória e outros são pontos significativos para quem deseja se dar bem nessa carreira.

Vamos às dicas sobre como se tornar um palestrante de sucesso?

Como se tornar um palestrante: a preparação

Aumentar suas vendas, mais visibilidade no mercado, fazer disso uma carreira, motivar sua equipe… independentemente da razão que o trouxe até a decisão de se tornar um palestrante, existem algumas diretrizes fundamentais para dar o próximo passo.

Se você possui um alto conhecimento sobre determinado assunto, um estudo que realizou ou se seu empreendimento tem uma história de sucesso interessante, já pode começar a pensar em como se tornar um palestrante. É muito importante que você seja um expert sobre a temática principal da sua palestra, pois assim você possui autoridade para discursar sobre o assunto e não deixará nenhum espectador com dúvidas.

A partir disso, poderá começar a realizar o planejamento da sua palestra. O importante nessa etapa é definir o objetivo da palestra em relação àqueles que irão participar dela. Você quer ensinar sobre algo? Contar uma história? Apresentar tendências do mercado a partir de pesquisas? Tenha em mente que pessoas que frequentam palestras querem agregar conhecimento – e é isso que você tem que garantir que aconteça. Portanto, certifique-se de colocar suas ideias no papel e montar uma apresentação que consiga transmitir seu objetivo.

A apresentação de sua palestra também deverá levar em consideração alguns pontos de atenção:

Visual: saia do lugar comum e invista no design! Uma apresentação moderna, bonita e visualmente bem-elaborada transmite muito mais profissionalismo do que slides preparados em templates prontos. Se você não tem muita familiaridade com design ou não pretende contratar um profissional da área, soluções como o Canva pode ser uma ótima opção! Apesar de também oferecerem templates pré-preparados, a ferramenta oferece inúmeros recursos para deixar sua apresentação mais moderna.

Conteúdo: muito cuidado com a quantidade de texto que você irá adicionar em cada slide de sua apresentação. Além de atrapalhar o participante que estará tentando ler e te escutar ao mesmo tempo, você passa menos confiança se seu diálogo com o público estiver limitado ao que está escrito. Afinal, se você for apenas ler o que está escrito, mais fácil enviar a apresentação por e-mail do que reunir um número de pessoas para te ver lendo, né?

Tempo: uma palestra não possui um tempo pré-determinado, mas tome cuidado para não ser curta demais e não conseguir passar muita informação, ou ser longa demais e começar a falar mais do que precisa. O importante é que você delimite os temas e tópicos que deseja abordar e acrescente um tempo a mais para perguntas dos participantes.

Atualidade: na era da informação, é fundamental que você esteja em harmonia com a linguagem, o visual e as notícias mais atuais. Se for dar exemplos de algumas situações antigas, tente comparar com algum caso mais recente. Traga acontecimentos que fazem parte da realidade dos participantes – dessa forma, eles vão se sentir mais próximos do assunto que você está abordando!

Outra coisa importante para aprender a como se tornar um palestrante é oratória. Com certeza, durante a sua vida, você já conheceu algum professor ou colega de trabalho que sabe tudo sobre um tema, mas na hora de explicar acaba se atrapalhando ou não passando muita confiança. E é por isso que saber falar para um público de forma clara, estruturada e deliberada é fundamental para se tornar um palestrante. O seu papel é informar, entreter e, se possível, impressionar seus ouvintes!

Portanto, se você ainda não se sente muito seguro para apresentar suas ideias em uma palestra, procure um curso de oratória ou treine muuuuito na frente do espelho. A prática leva à perfeição: não é todo mundo que nasce com essa vocação, não é mesmo?

Divulgação: destaque-se no mercado

Se você está começando sua carreira como palestrante profissional, uma das grandes preocupações deve ser como atingir seu público. Diferentemente de outros formatos de eventos corporativos, uma palestra de um iniciante não deve ser focada em uma ampla divulgação, mas em uma divulgação assertiva.

Para tanto, certifique-se de delimitar bem o seu público-alvo. Onde ele está, quais são suas preferências, quais temas o interessam, idade, profissão… quanto mais perguntas você responder sobre quem acredita serem as pessoas ideais para participarem de seu evento, melhor. Com seu público-alvo bem definido, fica mais fácil escolher os melhores canais de divulgação, como as redes sociais.

Outro ponto importante para a divulgação de sua palestra é: a divulgação de você mesmo! Palestrantes de sucesso só chegaram onde estão por serem reconhecidamente experts nos assuntos os quais se propõem a apresentar. Mas como mostrar para o público que você é um expert? Uma opção é abusar das redes sociais. Comece a construir uma estratégia de influencer e torne-se uma pessoa pública. Crie um perfil profissional no Facebook, uma conta de dicas ou hacks no Instagram, faça conexões com seu provável público no LinkedIn. Através desses canais, dê exemplos e dicas que despertem interesse nessas pessoas, mas sempre deixando um gostinho de “quero mais”. E certifique-se de que esse “quero mais” seja entregue em sua palestra, viu?

Outro fator que irá te ajudar na formação da sua pessoa pública é produzir seu próprio evento. Convide pessoas mais próximas para uma versão pocket da sua palestra, um café ou um happy hour. Vá apresentando sua proposta para o maior número de pessoas possível (lembrando que essas pessoas devem estar no perfil do seu participante ideal) e não deixe de convidar outros palestrantes. Eles poderão te dar várias dicas e, quem sabe, oferecer uma parceria para a produção de um evento maior 🙂

Como se tornar um palestrante: continue se capacitando!

Diversos palestrantes de sucesso começam sua carreira promovendo encontros ou workshops em turmas pequenas, como forma de treinamento ou renda extra. Se você vai apresentar um assunto sobre o qual você possui conhecimento técnico, criar um evento para testar suas habilidades com alguns convidados pode ser uma ótima ideia!

#Dica: no site da Sympla você consegue criar seu evento e vender as inscrições de forma simples e muito rápida. E sabe a melhor parte? Se seu evento for gratuito, usar a Sympla é 100% grátis!

Através desses eventos, você irá treinar sua apresentação, oratória e desenvoltura. E não deixe de pedir feedbacks para os presentes: você poderá aprender muito com o que eles têm a dizer.

Não deixe de ir atrás de cursos, estudos e pesquisas durante sua carreira como palestrante. Como disse anteriormente, é muito importante que você seja uma pessoa antenada e que esteja à par das principais tendências do mercado.

E aí, tudo preparado para se tornar um palestrante de sucesso?

Este post foi escrito por Cecília Cury, economista, produtora de eventos e responsável pelo blog da Sympla, a plataforma com o maior número de eventos do Brasil \o/

5 profissões para quem gosta de trabalhar sozinho

Você já deve ter percebido que está cada vez mais comum encontrarmos profissionais que preferem trabalhar sozinhos. E, graças aos recursos tecnológicos e à internet, muitos têm conseguido transformar esse sonho em realidade.

Existem vários motivos que fazem as pessoas preferirem esse tipo de trabalho.

Algumas não querem sair de casa para trabalhar, seja por causa do trânsito, da dificuldade para se concentrar em outros ambientes ou até mesmo por quererem conciliar o trabalho com outros compromissos, como família, estudos, outros projetos e viagens, por exemplo.

Já outros querem se tornar empreendedores e responsáveis por suas próprias carreiras, ter mais autonomia sobre as suas decisões e, ainda, pela possibilidade de trabalhar com aquilo que gostam.

Independentemente de qual é o seu perfil, se você se identifica com algum desses e também tem interesse em trabalhar sozinho, não pode deixar de ler este post.

Nós separamos 5 profissões que oferecem essa possibilidade e mostramos como você pode atuar em cada uma delas.

  1. Freelancer

Ser freelancer é uma das maneiras mais conhecidas de trabalhar sozinho.

O freelancer é um profissional liberal que não mantém vínculos empregatícios. Ou seja, os seus serviços podem ser contratados por pessoas ou empresas, são prestados de forma autônoma e por um período de tempo determinado.  

Existem várias oportunidades para quem tem interesse em trabalhar como freelancer, principalmente dentro do mercado digital.

A internet facilita a comunicação entre os profissionais e as pessoas que buscam serviços, além de permitir que vários trabalhos sejam feitos remotamente, sem a necessidade do freelancer comparecer a algum espaço físico e se encontrar com colegas e chefes.

É por isso que quem tem experiência em alguma área pode usar o que sabe para começar a prestar serviços como autônomo.

Assim, a pessoa se torna praticamente a única responsável por gerir o seu tempo, a quantidade de trabalho, o tipo de atividade exercida e os clientes que deseja atender.

Entretanto, por mais que esse não seja um emprego fixo, o freelancer ainda precisa cumprir prazos e negociar regras e detalhes com os clientes.

Principalmente no início, quando o profissional ainda não tem experiência, pode ser preciso aceitar alguns projetos que não são exatamente aquilo que ele gostaria, pois somente assim ele vai conseguir se aperfeiçoar e ganhar autoridade no mercado.

No entanto, quanto mais você trabalhar, mais confiança e credibilidade vai adquirir.

Com a prática, você vai começar a compreender o tempo que gasta para cada trabalho, quais são os seus pontos fortes, as suas dificuldades, o que te diferencia dos concorrentes, entre outras características.

Tudo isso vai te ajudar na construção de um portfólio ou currículo de qualidade para apresentar para os clientes e conseguir cada vez mais projetos.

Conheça algumas das profissões que permitem o trabalho como freelancer:

  1. Designer

Se você é designer, também vai encontrar várias oportunidades no mercado para trabalhar sozinho, seja como freelancer ou abrindo o seu próprio negócio.

Como a profissão envolve vários tipos de serviço, resolvemos reservar um tópico apenas para falar dela. Assim, fica mais fácil para você compreender todas as possibilidades que a área oferece.

Hoje, com o crescimento do mercado digital, muitas empresas têm tido dificuldade para ocupar a internet de maneira assertiva e atrativa para os clientes.

Por isso, as empresas têm recorrido a designers autônomos para melhorarem a sua imagem e se destacarem, seja através do seu site, do blog ou até mesmo das redes sociais.

Se você tem experiência nesse tipo de serviço e está se perguntando como trabalhar sozinho, pode começar a oferecer seus serviços de criação de conteúdo visual personalizado para as marcas.

São várias peças digitais que podem ser criadas por um designer:

  • Logotipos;
  • Infográficos;
  • Imagem de perfil para redes sociais;
  • Imagem de capa para redes sociais;
  • Identidade visual para blogs ou sites;
  • Ilustrações, entre outros conteúdos para compartilhamento.

Também existem várias possibilidades para quem prefere criar produtos gráficos para serem impressos, como:

  • Banners;
  • Panfletos;
  • Jornais;
  • Revistas;
  • Cartões de visita;
  • Adesivos;
  • Embalagens etc.

Se você tiver conhecimento na área de design e ainda souber um pouco de programação, também pode trabalhar com a criação de layouts para aplicativos, sites ou outros produtos digitais.

A diferença é que, nessas oportunidades, você vai precisar entender como o produto funciona no geral, para entregar um layout que realmente vai se adequar e funcionar exatamente como o esperado.

  1. Produtor

Sabe todo aquele conhecimento que você tem sobre um assunto específico?

Pode ser a sua profissão, aquilo que você faz como hobby ou alguma atividade na qual você tenha bastante experiência.

Que tal usar isso para produzir conteúdo e ganhar dinheiro?

O produtor é o profissional que transforma o que sabe em um produto que será vendido para outras pessoas. No mercado físico, o produtor pode ser artesão, costureiro, cozinheiro, escritor ou professor.

Já o mercado digital amplia bastante as possibilidades para quem deseja trabalhar sozinho criando um produto. Afinal, um produto digital tem um alcance maior de clientes, além de oferecer escalabilidade de lucros para o profissional.

Se quiser trabalhar na área, você pode criar um curso online ou algum outro produto digital para ser comercializado na internet, como e-books e podcasts. 

Com o mundo digital em constante crescimento, é possível encontrar curso online preparatório até para provas complexas como o Enem.

Independentemente do formato de seu produto, você vai precisar ser um especialista na área escolhida e ter facilidade para se comunicar com o público, pois o seu produto precisa transmitir tudo aquilo que você sabe.

Pode ser uma matéria do ensino regular ou algum conhecimento específico relacionado à alimentação, saúde, cultura, informática, política e vários outros temas.

Essa profissão pode ser uma opção tanto para quem quer começar uma nova carreira quanto para aqueles que buscam apenas ganhar uma renda extra.

  1. Afiliado

Com o crescimento do mercado de produtos digitais, o trabalho de afiliado também começou a ser mais valorizado.

Se você nunca ouviu falar no termo, vamos definir exatamente o que é um afiliado e como ele trabalha.

Essa profissão tem sido escolhida por muitas pessoas que querem ter um negócio digital, mas não têm conhecimento ou interesse em criar um produto próprio.

Diferente do produtor, que precisa ter todo o conhecimento para criar um produto, o afiliado precisa entender tudo sobre estratégias de marketing e ser um bom vendedor.

Ele não trabalha na criação, mas sim na divulgação do produto de outras pessoas, fazendo com que o cliente conheça o trabalho do produtor e chegue até ele para realizar a compra.

O afiliado pode promover produtos físicos ou virtuais, o que importa é que ele estude e conheça detalhadamente o consumidor que precisa alcançar.

Nesse formato de trabalho, o profissional divulga links para o produto e recebe comissões pelas vendas efetuadas.

Para facilitar esse trabalho, existem vários programas de afiliados que contam com uma plataforma online, geram os links codificados e intermediam a relação entre produtores e afiliados.

  1. Dono de e-commerce

O termo e-commerce, traduzido para português como comércio eletrônico, é bastante difundido atualmente.

Contudo, nem todo mundo sabe exatamente o que é e como funciona, por isso as pessoas acabam chamando todas as lojas virtuais de e-commerce. Mas isso não é o correto.

Para ser chamada de e-commerce, a loja deve vender apenas produtos de uma única empresa ou revendedor.

Já as lojas que funcionam como intermediadoras para várias empresas venderem os seus produtos são conhecidas como marketplaces.

Cada um desses formatos tem as suas vantagens e desvantagens, mas o e-commerce oferece mais flexibilidade para o profissional criar o seu próprio layout, personalizar a comunicação com os clientes e oferecer produtos específicos para um nicho mais segmentado.

No seu e-commerce, você pode vender produtos físicos, como alimentos, cosméticos, roupas, objetos decorativos, produtos de higiene e por aí vai.

É possível vender o que você mesmo produz ou se tornar revendedor de uma marca específica. Independentemente do que você escolher, saiba que você precisa organizar toda a logística para ter estoque e fazer a entrega dos produtos para os consumidores.

Muitas vezes, são esses fatores que impedem que os empreendedores levem os seus projetos adiante e abram os seus e-commerces.

Se você também não quer ter que se preocupar com isso, mas ainda assim quer trabalhar com vendas online, há sempre a opção de ser um afiliado (que falamos no tópico anterior).

Comece a trabalhar na internet

Todas essas profissões são ótimas opções para quem quer trabalhar sozinho. Entretanto, pode ser que, futuramente, você precise da ajuda de outras pessoas para dar continuidade ao seu trabalho e conseguir atender toda a demanda.

Se isso acontecer, você pode abrir o seu próprio negócio e contratar funcionários para realizar as tarefas mais operacionais, enquanto você foca apenas na parte mais estratégica do seu negócio.

A experiência de trabalhar sozinho vai te dar os recursos necessários para treinar as pessoas contratadas e otimizar os seus resultados.

Se você está buscando mais opções de trabalhos para transformar a sua carreira, saiba que existem várias outras possibilidades para quem quer trabalhar online. Para se inspirar, confira neste post 30 ideias de produtos para vender na internet.

Guest post produzido pela equipe da Hotmart.

Como trabalhar menos sem perder a produtividade

Morrer de trabalhar não é sinônimo de produtividade. Por outro lado, trabalhar menos pode gerar bons resultados. Ou seja, o importante não é quanto tempo você se dedica às suas atividades, mas como faz isso.

Trabalhar menos

A atriz Emma Thompson disse uma vez: “resultados são mais importantes que horas”. É exatamente assim nas organizações. Você pode trabalhar menos que o colega da mesa ao lado, desde que a tarefa seja concluída com perfeição. É isso que conta.

Excesso: terreno fértil para o estresse e ansiedade

Trabalhar menos

Na execução de um novo projeto ou, principalmente, quando se está iniciando um empreendimento, é comum ver equipes inteiras dedicando incansáveis horas para cumprir os cronogramas. Nesses casos, trabalhar menos está totalmente fora dos planos.

No entanto, os especialistas alertam que essa pressão cria condições perfeitas para o estresse e ansiedade. E pode levar à exaustão. Com isso, prejudica-se a produtividade e, também, a saúde dos funcionários.

Esse esgotamento após horas e mais horas de jornada exaustiva, todos os dias, é chamada de Síndrome Burnout. E é uma realidade para 30 milhões de trabalhadores brasileiros, que representam cerca de ⅓ da população ativa no país.

E quando as pessoas vêem o trabalho como uma ameaça para a saúde delas, o compromisso e o engajamento com os resultados da empresa ficam comprometidos. A energia inicial perde força.

Trabalhar menos sem perder o gás

Trabalhar menos

A dica então é manter a produtividade sem se matar de trabalhar. Até mesmo porque as pessoas precisam conciliar vida profissional e vida pessoal. Sem esse equilíbrio, mais cedo ou mais tarde, a corda arrebenta.

E quando arrebenta, os prejuízos são de todos: empresa, empregados e clientes. Desta forma, para se evitar chegar a esse ponto, é essencial manter a equipe energizada. Cada pessoa com as suas tarefas e responsabilidades, com foco nos objetivos empresariais.

Algumas vezes, a pessoa precisa aprender a cultivar a mentalidade de produtividade em “dias mais curtos”. Ou seja, sem sacrifícios.

Como ser produtivo sem ser um workaholic

Trabalhar menos

Nada é menos produtivo do que tornar mais eficiente o que não deve ser feito”. Segundo o professor e escritor Peter Drucker, o importante é ter um objetivo bem definido para maximizar cada minuto, concentrando-se nas coisas certas, no momento certo.

Veja algumas dicas de como trabalhar menos e, mesmo assim, alcançar um alto desempenho:

Tenha foco e seja organizado

Se você já definiu um objetivo, foque toda a sua energia para ir ao encontro dele. Assuma um compromisso com as suas metas e não se perca em distrações. Controle os seus pensamentos e, para isso, você precisa se organizar. Especialistas garantem que uma mente organizada produz mais em menos tempo.

Um estudante que está se preparando para a tão esperada prova do Enem precisa organizar todas as matérias que irá estudar diariamente e estabelecer prazos para conseguir dar conta de todo o conteúdo do exame. Isso pede muito foco e organização.

Existem algumas técnicas para ajudá-lo a se manter concentrado e focado no seu trabalho. Por exemplo, desligue celulares (e até mesmo o telefone fixo, se possível) e desative os alertas da caixa de e-mail. Defina um horário do dia especialmente para checar as mensagens.

Outra dica é evitar conversas e brincadeiras com os colegas a todo instante. Não tem como render, quando o rapaz ao seu lado não para de lhe interromper com comentários que não têm nenhuma relação com as suas atividades profissionais.

E tem mais: que tal ajeitar a cadeira, controlar a temperatura da sala, ajustar a iluminação e deixar todos os recursos necessários ao alcance das mãos? Isso porque, ambiente confortável também é um aliado seu, quando se quer trabalhar menos e produzir mais.

Controle o seu tempo

Tempo vale ouro no mundo dos negócios. O seu inclusive. Então, não desperdice nem um segundo dele, porque o que você perder não terá de volta, nunca mais. É isso que fazem os profissionais de alto desempenho.

Você deve planejar cada tarefa do dia com um tempo específico de execução de todas elas. Seja realista nessa previsão e rigoroso ao cumprir o seu cronograma. Focar no tempo vai ajudá-lo, também, a se concentrar no que precisa ser feito.

Nessa tarefa de controlar o seu tempo, você pode recorrer, por exemplo, à técnica de Pomodoro.

Faça pausas

Trabalhar menos

Tão importante quanto o tempo de trabalho é o tempo de relaxamento. Você deve dedicar alguns minutos do dia para refrescar a cabeça, esticar as pernas e descansar. Faça alguma coisa que lhe dê prazer, como ouvir uma música, andar pelas imediações… quem sabe uma meditação?

Seu cérebro e sua mente precisam dessas pequenas pausas para recarregar as energias e manter o ritmo. Não menospreze essa necessidade.

Não confunda o urgente com o importante

O ex-presidente americano, Dwight D. Eisenhower, conhecia bem as limitações de tempo. Ele usou isso a seu favor. Faça o mesmo.

De acordo com o ex-presidente, criador da Matriz de Eisenhower, “o que é importante raramente é urgente, e o que é urgente raramente é importante”. Se você quer trabalhar menos, sem afetar o seu rendimento, entenda isso.

Urgentes são as coisas que geram necessidade de resposta, como telefonemas, notícias, e-mails etc. Já as tarefas importantes são aquelas que contribuem para os seus valores, missão e visão em longo prazo.

Parece simples, no entanto, na correria do dia a dia de uma empresa, pode ser mais difícil separar as coisas. Mas você precisa fazer isso.

Conecte as pequenas partes

Trabalhar menos

As tarefas de toda hora não podem ser soltas. Elas devem fazer parte de um projeto maior, que leva ao objetivo da organização. Essa é uma forma de manter a pessoa motivada para continuar realizando as atividades, inclusive, aquelas chatas que a ninguém quer tocar adiante.

Se você seguir essas regrinhas acima, certamente irá trabalhar menos, produzir mais e ser mais feliz.

Frases sobre produtividade para inspirar você

“Não pense por muito tempo; faça. Mas não faça por muito tempo; pense” – Confúcio

“A simplicidade se resume a duas etapas: identificar o essencial. Eliminar o resto” – Leo Babauta

“Você não precisa de um novo plano para o próximo ano. Você precisa de um compromisso” – Seth Godin

“Quanto maior a reunião, menores são os resultados” – Tim Cook, CEO da Apple

Trabalhar menos

“Depois de dominar o tempo, você entenderá como é verdade que a maioria das pessoas superestima o que pode realizar em um ano – e subestima o que pode conseguir em uma década!” – Tony Robbins

“Quando você perde um momento, você o matou, gastando uma oportunidade irrecuperável. Mas, quando você usa esse momento adequadamente, o preenchendo de propósito e produtividade, ele viverá para sempre” – Menachem Mendel Schneerson, rabino.

“Produtividade nunca é um acidente. É sempre o resultado de comprometimento com a excelência, planejamento inteligente e esforço focado” – Paul J. Meyer, empresário.

“Trabalhar a coisa certa é provavelmente mais importante do que trabalhar duro.” – Caterina Fake

“Estar ocupado nem sempre significa trabalho de verdade. O objetivo de todo trabalho é produção ou conquista, e para qualquer um desses objetivos deve haver previsão, sistematização, planejamento, inteligência e propósito honesto, assim como transpiração. Parecer estar fazendo não é fazer” -– Thomas Edison, inventor.

Esse post foi valioso para você? Se você quer aprender mais sobre produtividade, visite a plataforma 12MIN. Lá existe uma categoria inteira sobre esse tema.

Mas a equipe 12MIN selecionou uma sugestão de leitura imperdível para hoje. Veja:

Trabalhe 4 Horas Por Semana – Tim Ferriss

Trabalhar menos

Fuja da rotina, viva onde quiser e fique rico. Quer saber como? Ferris tem o segredo.

Boa leitura! E se você curtiu esse post, deixe aqui os seus comentários!

Dicas para montar uma biblioteca particular

Praticamente todo amante de livros sonha em ter uma biblioteca particular. A coleção pessoal sempre precisa de um cantinho diferenciado e cuidados importantes. Manter os livros amontoados em pilhas e sem uma organização que facilite o seu uso não é nada bom.

Biblioteca Particular

Além de ajudar na decoração, a biblioteca particular nos traz conhecimento. A leitura faz com que você seja educado com todo mundo, adquira conhecimento sobre diversos assuntos etc. Ler é um ótimo remédio para o humor, para a mente, para a sua produtividade e um dos melhores passatempos.

Então, se você quer dar um upgrade no seu espaço, preparamos um post com algumas dicas de como montar uma biblioteca particular. Veja por onde começar esse novo projeto!

Pense em um espaço aconchegante

Biblioteca Particular

Quando falamos em ter uma biblioteca particular, o que vem em sua mente provavelmente é aquela imagem de salas repletas de livros, que geralmente são vistas em filmes e novelas. Contudo, você não precisa disso para ter um cantinho organizado, bonito e cheio de livros que gosta.

Dá para criar uma biblioteca na sala, no seu quarto, em uma varanda coberta ou até mesmo no quarto da dependência, que geralmente é aquele cantinho da bagunça, mas que pode ser reformado.

A nossa dica é: observe e analise o seu espaço. Olhe cada cômodo e pense se dá para instalar algumas prateleiras para seus livros. Se conseguir uma sala ou um quarto só para a biblioteca, observe fatores como ventilação, iluminação natural e, principalmente, silêncio.

Crie um estilo próprio para a decoração

Independente do espaço que você tem, pensar na decoração da biblioteca particular é fundamental. Como citamos anteriormente, ela precisa ser confortável para que as suas leituras sejam agradáveis e tragam mais conhecimento.

Pense primeiramente nas prateleiras e estantes. Elas podem ser suspensas, criando um espaço maior para circulação. O estilo precisa seguir o da sua casa, com alguns detalhes bem pessoais. Dá para brincar bastante com tamanho, cores e design da mobília. Não tenha medo de ousar.

Nesse momento, há apenas duas regras importantes. A primeira é priorizar os seus livros. Não escolha uma mobília onde eles ficarão apertados, abafados ou desorganizados apenas porque é um móvel bonito. A segunda regra é não pensar em nada que prejudique a sua circulação ou cause poluição visual. Isso gera, automaticamente, desconforto.

Outra dica para decoração da biblioteca particular é pensar nos detalhes. Miniaturas, quadros, pufes etc. fazem toda diferença para deixar o espaço ainda mais bonito. Esses detalhes podem ficar entre os livros, nas paredes ou em mesas.

Comece a coleção da sua biblioteca particular

Biblioteca Particular

Uma coisa que impede muitas pessoas a ter a sua biblioteca particular é se prender ao número de livros. Lembre-se que o importante é começar. Mesmo que você tenha um único título, já organize o seu espaço para receber novas obras no futuro.

Depois de organizar todos os seus livros, pense em formas de como aumentar sua biblioteca particular. Fale para seus amigos e parentes, peça livros de presente para eles. Pesquise também em sebos ou crie uma meta de comprar pelo menos 1 livro por mês.

Há ainda a opção dos clubes de assinatura, onde você paga um valor mensal e recebe um livro novo e vários presentes de editoras ou empresas associadas.

Saiba como organizar os títulos

A organização da sua biblioteca particular não precisa seguir um critério único. Ela precisa ser prática para você. Lembre-se em ordenar os livros de forma que você não fique horas procurando, sem lembrar onde ele foi parar.

As duas maneiras mais comuns de organizar uma biblioteca pessoal é por ordem alfabética ou por estilo. A segunda ainda permite que um mesmo autor fique em sequência, criando uma subcategoria para sua lista de livros.

Você pode ainda criar um organizador para sua biblioteca. Nesse caso, é preciso categorizar as prateleiras. Elas podem ser ordenadas por letras ou números. Depois é só manter um caderno ou uma planilha no computador, com o nome do livro, o autor e o local onde ele fica guardado. É uma forma muito simples e prática.

Não esqueça a manutenção

Ter uma biblioteca particular também pede atenção para a manutenção. Papéis são um imenso chamariz para mofo e poeira. Se você não cuida da limpeza dos seus livros, além de danificá-los, com o tempo o espaço ficará com um odor bastante desagradável e ainda provocará alergias em todos da casa.

Crie uma rotina, que pode ser mensal por exemplo, para limpar seus livros. Existem produtos contra o mofo que também podem ser aplicados nesse momento. Além dessa faxina mensal, tire pelo menos um dia na semana para varrer e passar um pano seco para eliminar a poeira.

Além dos livros, veja também os cuidados necessários para os objetos decorativos da sua biblioteca. Veja se as poltronas estão limpas, se não há vidro quebrado, vasos rachados, molduras descascando, parede com mancha etc. Pense em manter uma estética sempre bonita, isso ajuda também no conforto da sua biblioteca.

Biblioteca Digital também vale?

Biblioteca Particular

Sempre vale. Nem todo mundo conseguirá manter um ambiente com todos os livros que gosta, por exemplo. Chegará um dia que será necessário doar algumas obras para abrir espaço para novas.

Então a nossa dica é você selecionar aqueles livros que gostou, mas que não são os mais importantes e convertê-los em ebooks. Assim você mantém um acervo com todos os títulos que leu e ainda tem lugar para novos livros sempre.

Outra vantagem em ter uma biblioteca particular digital é a mobilidade. Você pode fazer viagens longas e ter acesso aos seus livros sem precisar de volume extra na mala. Basta ter um Kindle ou outro e-Reader para ter acesso a todos eles.

Dá também para encontrar alguns sites que servem como guias de livros online, assinar plataformas de microbooks – como a 12 Minutos – e muito mais.

O que achou das nossas dicas? Dá para montar a sua biblioteca particular sem medo e dificuldades agora! Lembre-se que a leitura é um grande benefício para a sua saúde mental e física. Ela ajuda a controlar o estresse, melhora a atividade cerebral e ainda ajuda a relaxar nas horas vagas.

 

Como reter o cliente pode trazer o sucesso do seu negócio

O que tem mais valor: reter o cliente que já está com a sua marca ou conquistar novos? Nos dias atuais, é comum as empresas investirem muito dinheiro e energia em estratégias de aquisição, como forma de estimular o crescimento rápido.

Reter o cliente

No entanto, muitos especialistas garantem que esse não é o caminho. Reter o cliente deve ser também uma prioridade, em qualquer empreendimento, independentemente do porte.

Em síntese, atrair novos clientes, ignorando os clientes antigos, pode ser um péssimo negócio. Porque, fazendo isso, sua empresa estará apenas trocando 6 por meia dúzia, sem ampliar a base.

Fazendo a coisa certa

Ninguém tem dúvidas de que ações de atração de cliente, muitas vezes, são onerosas. Você precisa chamar a atenção dele para a sua marca, criar relacionamentos, despertar confiança e o interesse pela aquisição do seu produto/serviço e, finalmente, fechar a venda. Tudo isso tem custo.

Segundo Philip Kotler, um dos maiores especialistas em marketing em todo o mundo, conquistar um novo cliente custa até 7 vezes mais que manter um atual.

Mas reter o cliente também exige esforço e tem o seu preço. No entanto, essas ações, além de pesarem menos no orçamento, trazem outros benefícios. Por exemplo, pesquisa da Harvard Business School mostrou que para cada 5% de aumento na taxa de retenção de clientes, os lucros sobem de 25% para 95%.

Como reter o cliente

Satisfação de um cliente hoje não garante a sua fidelização para o resto da vida, Por isso, você precisa otimizar e atualizar com frequência as suas estratégias de retenção. Isso não significa gastar rios de dinheiro. Use a criatividade.

Veja 7 dicas de ações para reter o cliente:

Conheça e acompanhe o seu cliente

Reter o cliente

A coisa mais importante é saber quem é o seu cliente, quais são as suas preferências, sonhos e necessidades. Onde ele está? O que ele compra e com que frequência? Depois, siga-o. Ou seja, se você quer manter o cliente com a sua marca, esteja com ele. Acompanhe-o onde ele for, por todos os canais. E lembre-se de ajudá-lo, de cara boa, quando ele precisar de algum suporte ou qualquer outro tipo de atenção. Neste caso, se ele não se sentir apoiado, você provavelmente perderá um cliente e ganhará um inimigo irritado.

Feedback

Queira saber tudo o que o seu cliente pensa sobre o seu produto/serviço, sobre o seu atendimento, política de preços, facilidades de acesso etc. Acompanhe o histórico de compras dele. Com base em todas essas informações, é possível corrigir falhas ou ter insights para melhorar e crescer ainda mais. Um cliente, por exemplo, pode adorar o seu produto, mas tem dificuldades de chegar até a sua loja ou de navegar pelo seu website. E aí ele troca de marca apenas por uma questão de comodidade. Se você souber desse problema, talvez possa evitar essa migração. Então, ouça o seu cliente.

Crie experiências inesquecíveis

Reter o cliente

Supreenda o seu cliente com ações que ele vai adorar e ainda espalhará para todo mundo. O ideal é pensar em algo que ele não está esperando. Imagine que você tem uma empresa de seguros. O seu cliente está no meio de uma rodovia, com o carro quebrado, crianças inquietas, debaixo do sol de rachar, todo mundo morrendo de sede e de fome…  Então, chega o reboque, um pouco atrasado, por causa do trânsito. Mas aí, o motorista atencioso pergunta se você e a sua galerinha querem água. Como num passe de mágica, surgem aquelas garrafinha geladíssimas… Elas parecem um prêmio de loteria…. Depois ele também lhe oferece sacolinhas recheadas de guloseimas… Nessas circunstâncias, água e biscoitinhos têm poder imensurável de encantar o cliente.

Mantenha contato permanente

Não deixe o seu cliente se esquecer da sua marca. Como você tem os dados dele, personalize o conteúdo das mensagens e as recomendações que lhe forem enviadas. Você pode fazer isso por meio de mensagens de textos ou até mesmo material impresso. Mas, hoje em dia, quase todo mundo tem e-mail. Use-o. Aproveite para testar sempre quais os assuntos levam a um maior número de visualizações, os melhores horários e tipos que mais agradam o seu cliente. Depois, aproveite tudo a seu favor.

Faça o seu cliente se sentir VIP

Reter o cliente

Todo mundo adora se sentir especial. Faça isso pelo seu cliente, por meio de um programa que dá a ele um status de exclusividade. Você pode aumentar a pontuação e as recompensas, toda vez que ele fechar um negócio. Isso estimula novas compras. E existem inúmeras outras ações. Por exemplo, uma loja de roupas ou sapatos, pode avisar o cliente, em primeira mão, sempre que chegar uma novidade que é a cara dele. Ou, quando estiver vindo uma promoção superespecial.

Seja transparente

Não subestime a inteligência do seu cliente. Jamais minta ou omita informações relevantes sobre o seu produto. E não prometa o que não pode cumprir. Pelo contrário, seja transparente em todos os processos, esteja aberto para ouvir e disposto a resolver qualquer problema que possa surgir após a compra.

Invista em Cross-selling e Up-selling

Reter o cliente

O objetivo aqui não é empurrar coisa que o cliente não quer. Ao comprar por impulso algo que não precisa ou que não tem qualquer relevância para ele, o cliente ficará insatisfeito, depois de fechar a transação. Isso não é bom. Cross-selling e Up-selling devem ser usados para oferecer algo que complemente ou promova um upgrade em relação ao que foi escolhido. Sem pressão, sem insistência.  

Essas são algumas dicas legais de como reter o cliente. Mas, se você quer aprender mais sobre como conhecer a fundo o seu consumidor, sugerimos uma leitura especial:

Buyer Personas

Segundo a autora, não conhecer os desejos e necessidades do seu consumidor é a receita certa para um desastre.

A plataforma 12MIN tem o resumos de outras obras e autores fantásticos que você vai adorar conhecer.

Boa leitura!

Alexandre Lacava e os 7 passos para se tornar um líder de vendas – Heroes Ep. 21

No vigésimo primeiro episódio do heroes, eu converso com um dos autores e palestrantes sobre vendas mais requisitados do Brasil. Ele já trabalhou com empresas como Santander, Volkswagen e Globo. No episódio de hoje, vamos bater um papo com o Alexandre Lacava, autor do livro 7 passos para ser um líder de vendas. Nesse episódio você vai ver:

– Porque deve conhecer uma pessoa nova por dia;
– Porque você deve investir em conhecimento segmentado;
– E quais os melhores livros fora da sua área que você deve ler.

O que mudou na reforma trabalhista 2017

A notícia de alterações nas leis de trabalho dividiu opiniões no Brasil. Você sabe o que mudou na reforma trabalhista 2017? Nós contamos como isso pode afetar você.

O ano de 2017 marcou a economia brasileira sob diversos aspectos. A reforma trabalhista foi um deles. Sancionada em 1943, pelo então presidente Getúlio Vargas, tivemos poucas atualizações na legislação trabalhista até hoje.

O que mudou na reforma trabalhista 2017

A notícia da nova reforma trabalhista 2017 motivou muitos debates e colocou a população brasileira em lados opostos. Junto com a notícia das mudanças, veio também uma onda de fake news sobre como aconteceria essa transição de leis.

Pesquisamos com atenção e elencamos o que mudou na reforma trabalhista 2017, destacando os principais pontos da nova legislação. Se você ainda não sabe como as leis atuais afetarão – positivamente e negativamente – o seu trabalho, confira mais abaixo o post que preparamos!

Parcelamento de Férias

O que mudou na reforma trabalhista 2017

Quando se fala em tirar férias no trabalho, qual o período que primeiro vem em sua mente? O comum, até essa alteração de leis, é um período integral de 30 dias de descanso a cada 12 meses de trabalho.

Acordos de parcelamentos de férias ou venda de dias – o que acontecia com grande frequência em muitas empresas – não eram permitidos e poderiam resultar em passivos trabalhistas.

O que mudou na reforma trabalhista 2017?

Agora o trabalhador não precisa tirar os 30 dias de descanso, caso não deseje. É permitido fazer acordos legais, sem intervenção de sindicatos e parcelar as férias em até 3 períodos. As condições para que isso aconteça são:

Não é permitido período de férias menor do que 14 dias. O trabalhador pode tirar períodos maiores, desde que o último período não tenha menos de 5 dias;

As férias não podem começar com dois dias antes de finais de semana ou feriados. A justificativa é que esses dias seriam “comidos” pelas férias, sendo um direito do trabalhador.

Demissão com acordos

O que mudou na reforma trabalhista 2017

Situações onde o trabalhador se demitisse ou fosse demitido por justa causa, bloqueariam o acesso a alguns direitos. Não era possível sacar o FGTS, não recebia seguro-desemprego e nem a multa dos depósitos do Fundo de Garantia, de 40%. Acordos também não eram permitidos.

O que mudou na reforma trabalhista 2017?

Agora é permitido que o patrão e o funcionário entrem em acordo sobre a quebra de contrato, com garantia do pagamento de 20% da multa dos depósitos do Fundo de Garantia e saque de 80% do FGTS. O seguro-desemprego continua não valendo para esses casos.

Esse foi um dos pontos da reforma trabalhista 2017 que mais causou divergência de opiniões. A defesa se deu pelo fato de a mudança evitar desgastes entre a relação do patrão com seus funcionários. Os acordos podem ser feitos, registrados em contrato e os direitos estão garantidos.

Por outro lado, quem é contra a mudança afirma que a partir de agora os patrões podem pressionar mais os seus trabalhadores, com a finalidade de não pagar todos os direitos devidos.

Banco de horas negociado sem sindicatos

O que mudou na reforma trabalhista 2017

O banco de horas é um dos passivos trabalhistas que mais movimenta ações judiciais no Brasil. Até a nova reforma trabalhista 2017, todas as horas extras feitas pelo trabalhador não podiam ser compensadas em acordos individuais. Era necessário a intervenção de sindicatos e o banco de horas tinha validade de 1 ano. Após esse período, a empresa era obrigada a pagar o saldo em dinheiro, com um acréscimo de 50% do total.

O que mudou na reforma trabalhista 2017?

O tempo para pagamento do banco de horas diminuiu com a nova reforma trabalhista 2017. Hoje, as empresas têm até 6 meses para compensar as horas extras ou pagá-las em folha. Apesar da redução de tempo, há uma flexibilidade maior nas negociações. O profissional pode conversar diretamente com seu patrão e decidir a melhor maneira de ser restituído por suas horas extras trabalhadas.

Jornada de trabalho maiores

O que mudou na reforma trabalhista 2017

A jornada de trabalho brasileira há muitos anos consistia em um período de até 8 horas diárias, gerando 44 horas semanais e 220 horas mensais. O trabalhador não podia permanecer na empresa por períodos maiores do que esse e não eram permitidos acordos entre patrão e funcionários.

O que mudou na reforma trabalhista 2017?

Agora, o trabalhador pode realizar acordos com seu patrão e alterar a jornada de trabalho para até 12 horas diárias. A condição é que haja uma folga de no mínimo 36 horas seguidas. As escalas de jornada de trabalho precisam constar em contratos, pois, do contrário, podem ser consideradas horas extras.

Home Office regulamentado

O que mudou na reforma trabalhista 2017

Uma das maiores mudanças da nova reforma trabalhista 2017 foi a regulamentação do trabalhador home office. É cada vez mais comum que empresas optem por esse esquema de contratação, com a finalidade de reduzir custos operacionais e estruturais, além de oferecer maior flexibilidade para seus funcionários.

O trabalho a distância, ou Teletrabalho como é aplicado na nova reforma trabalhista 2017, não era regulamentado até então. Essa modalidade existia, mas na maioria das vezes, sem vínculo empregatício.

O que mudou na reforma trabalhista 2017?

Agora, a empresa pode e deve formalizar todos os seus funcionários que trabalham home office. O setor de recursos humanos deve elaborar um contrato próprio para esse tipo de função e seguir com o registro, assim como é feito com outros colaboradores. As funções do trabalhador home office precisam estar completamente discriminadas e a jornada de trabalho deve seguir todos os precedentes que já citamos mais acima, no post.

Conheça tudo o que mudou na reforma trabalhista 2017

Além dos pontos da reforma trabalhista 2017 que listamos neste post, há outros que precisam ser conhecidos. Todo o texto aprovado pode ser consultado no site do Planalto. É importante que você conheça toda a lei, principalmente se está mudando de empresa ou querendo abrir seu próprio negócio.

Agora, conte para nós: você acha que o que mudou na reforma trabalhista 2017 afetará muito o seu trabalho?

Queremos também convidar você para conhecer outros posts sobre dinheiro e negócios aqui no Blog 12 Minutos.

Tenha uma mentalidade vencedora e alcance o sucesso!

Sua mente é capaz de muito mais do que você imagina. Muitas vezes, nos sentimos desmotivados e sem propósito, sem ver saída para os problemas. Mas a verdade é que, para muitas situações, o que falta é desbloquear o potencial do cérebro, aplicando uma mentalidade vencedora.

Parece uma conversa de livros de autoajuda, mas existem pesquisas que provam como uma mudança de mentalidade leva a caminhos nunca antes imaginados. Então, por que não se aproveitar disso?

Carol S. Dweck é professora e pesquisadora de Stanford e escreveu o livro Mindset, onde ela fala sobre a teoria dos pensamentos “fixed” (fixado) e “growth-driven” (progressista). Com base em estudos sobre as pessoas de mais sucesso no mundo, a escritora consegue explicar bem o que fazer para mudar seu mindset e crescer com isso.

Neste artigo, vou explorar as possibilidades apresentadas pela autora de buscar a mentalidade vencedora. Continue lendo para desbloquear o potencial da sua mente!

Aprendendo a ter mentalidade vencedora

Tudo depende da forma como encaramos a vida: encarando desafios e as situações como chances de aprendizado e desenvolvimento de habilidades. Algumas pessoas têm essa mentalidade vencedora naturalmente e outras precisam trabalhar para alcançá-la. Mas o fato é que isso pode não só trazer o sucesso, mas aumentar suas chances de ser feliz.

Quer alguns exemplos disso? Veja só o TED Talks da Carol Dweck (com legendas em PT-BR):

Como você viu, ela fala sobre o quanto é incrível oferecer notas “ainda não” ao invés de apenas notas ruins. Assim, estudantes conseguem ver que podem chegar lá, só ainda não chegaram. A motivação é muito maior dessa forma.

Uma prova disso é um estudo que a própria Carol fez com alunos de cerca de dez anos de idade. Ela apresentou um problema difícil e observou as reações. Os que tinham o pensamento growth-driven aceitaram com o coração aberto, encarando aquilo como um desafio que poderia desenvolver suas habilidades.

No entanto, os estudantes com pensamento fixed viram a situação como algo catastrófico, que abre para falhas, e por isso preferiram fugir a encarar. O resultado desse medo de errar é o pouco desenvolvimento da mente, deixando a pessoa parada sem progredir tanto quanto poderia.

Se você participasse do estudo, qual seria sua resposta?

Se acredita que seu pensamento é fixed, continue lendo para saber como desenvolver sua mentalidade vencedora com base nas teorias de Carol Dweck.

mentalidade vencedora

Pare de ter medo do fracasso

Quem tem a mentalidade fixa, o fracasso é o pior cenário possível. Por isso, preferem nem mesmo tentar. Livre-se hoje mesmo desse vício! Falhar faz parte da vida e é inevitável. Claro, é preciso eliminar ao máximo as chances de ver algo dando errado. Mas algumas vezes, mesmo depois de trabalhar duro, algo pode fracassar. Isso vai te ensinar muito mais do que imagina!

Na verdade, sempre que você puder escolher um caminho que apresenta mais dificuldade, escolha. Assim, da próxima vez que for obrigado a tomar a decisão mais complexa, vai ter aprendido melhor a lidar com ela.

Um estudante preparado para aprender com o fracasso não vai desistir se for mal no Enem. Vai entender que se trata de um processo de aprendizado, irá se preparar melhor e voltará no ano seguinte mais afiado para o exame.

Acredite que realizar algo é possível

Pessoas com mentalidade para o crescimento não são iludidas com a vida. Elas sabem que existem aqueles com mais facilidade para determinadas tarefas. A diferença é que também entendem que com trabalho e esforço, muita coisa é possível. O resultado disso é a tentativa, que pode levar ao sucesso.

Para essas pessoas, o esforço máximo já é considerado uma vitória. Não há o medo de errar porque o caminho até lá ensina muito e isso traz desenvolvimento para sua vida. Com essa mentalidade, você pode descobrir muitas paixões e coisas em que pode se sair muito bem, que antes não sabia.

Saiba que mudar é natural

Muitos de nós rotulam a si mesmos e acreditam que somos daquele jeito e mudar é impossível. Mas isso não é verdade! Podemos evoluir, aprender milhares de coisas novas e buscar a evolução a todo o momento.

O problema aqui é a forma como somos educados, seja por nossos pais ou professores. Adultos, mesmo sem querer, deixam marcas nas crianças, e acabam favorecendo o desenvolvimento da mentalidade fixa. Para superar isso, precisamos trabalhar a fim de mudar essa mentalidade.

O ideal é que todos que participam do desenvolvimento de uma criança encorajam a tentativa e a escolha por desafios. É preciso mostrar para os pequenos que eles estão sempre em evolução e podem aprender o que quiserem. Aqui, é importante lembrar do que Carol Dweck fala em seu TED: elogie o esforço e não o intelecto.

Aplique esforço também em seus relacionamentos

Ter uma mentalidade vencedora não é benéfico apenas para o seu trabalho, mas também para seus relacionamentos. Afinal, cultivar relações com a sua família, amigos e amores também requer uma dose de trabalho e esforço.

Quem tem mentalidade fixa vê suas relações interpessoais em um pedestal, com um ideal impossível de ser alcançado. Se algo foge daquela falsa perfeição, a pessoa tende a desistir e não investir seu tempo. Por isso, é importante pensar nos relacionamentos como desafios, onde você aprende com o outro e se desenvolve.

Pessoas com mentalidade progressiva reconhecem o esforço das outras pessoas em busca de relacionamentos felizes e aceitam de bom coração e não veem seus amigos e familiares como inimigos ou pessoas que têm apenas falhas.

Esforce-se constantemente

Para ter uma mentalidade vencedora, você precisa se esforçar muito e constantemente. Decidir que você quer ter esse modelo de pensamento e aplicar para a vida requer constante busca pelo auto-aperfeiçoamento.

Por isso, não desista! Busque cada vez mais conhecimento e você terá mais chances de se tornar uma pessoa com mentalidade vencedora com sucesso na vida. Quer saber mais sobre o Mindset? Leia o microbook na plataforma do 12 Minutos! Não deixe ainda de compartilhar com quem está precisando daquele empurrãozinho para mudar sua mentalidade 😉