Descubra o que perguntar em uma entrevista de emprego

Escolher a pessoa certa para a função certa não é uma tarefa fácil. É por isso que um recrutador precisa estar muito bem preparado para saber o que perguntar em uma entrevista e, também, para avaliar os mais diferentes tipos de respostas.

o que perguntar em uma entrevista

Um levantamento realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou que foram abertas mais de 390 mil vagas de trabalho em todo país, apenas no primeiro semestre deste ano. Você consegue imaginar quantas entrevistas de emprego foram realizadas para atender toda essa demanda?

Certamente, um número enorme, envolvendo um batalhão de profissionais de Recursos Humanos. Mas como identificar o melhor candidato para cada oportunidade? Nesses casos, o caminho é acertar o alvo na hora de colher as informações.

Principais prejuízos de um recrutamento inadequado

    • Aumento dos custos com recrutamento e treinamento;

Nesse post, selecionamos 13 perguntas que fazem em uma entrevista de emprego e que podem aproximar você ainda mais do seu candidato talentoso. Trata-se daquela pessoa que o ajudará, inclusive, a alavancar o negócio.

O que perguntar em uma entrevista de emprego

o que perguntar em uma entrevista

Aquelas perguntas esquisitas que ficaram famosas nas seleções no Vale do Silício saíram de moda há anos. Coisas do tipo “Quantos metros quadrados de pizza são consumidos nos Estados Unidos a cada ano?” já foram eliminadas pelos recrutadores das grande empresas, inclusive, a Google.

No Brasil, um levantamento entre 7,7 mil perguntas feitas por recrutadores da plataforma Love Mondays apontou que as perguntas clássicas e genéricas ainda têm o seu lugar garantido. A campeã delas é “por que você quer trabalhar nesta empresa”?

Mas, o recrutador deve ficar atento e jamais abrir mão da criatividade na hora de escolher as suas “estrelas”. Veja, a seguir, dicas sobre o que perguntar em uma entrevista.

Cara a cara com o candidato

o que perguntar em uma entrevista

1. Por que você quer trabalhar nesta empresa?

Para responder essa pergunta, o candidato tem que conhecer a empresa, a sua missão, visão e valores. Assim, o recrutador saberá se a pessoa sabe onde quer pisar e se existe sintonia entre ela e a organização.

2. Por que eu devo contratar você?

Nesse caso, a resposta pode indicar para o recrutador se a formação, experiências e expectativas do candidato estão alinhadas com o escopo do cargo, se ele tem consciência dos desafios e como pode contribuir para o crescimento do negócio.

3. Você já estabeleceu metas desafiadoras e o que você fez para chegar ao ponto esperado?

Aqui está a oportunidade de identificar candidatos que trabalham orientados por resultados. A resposta indica, também, se a pessoa à sua frente tem condições de lidar com metas ousadas, pressões e, ainda, manter um alto padrão de qualidade do trabalho. Mesmo que não tenha ocorrido sucesso, o candidato pode mostrar que sabe trabalhar com metas.

4. Na sua opinião, o que é melhor: ser perfeito, mesmo que para isso você tenha que esticar o prazo, ou ser mediano e pontual?

Uma resposta aceitável vai mostrar para o recrutador como o candidato à sua frente define as prioridades. A resposta ideal para essa pergunta é “bom e pontual”. Afinal, de nada adianta um trabalho perfeito fora da hora. Também não ajuda muito cumprir o prazo e não agradar com o resultado. Lembre-se que a busca pela perfeição pode paralisar a pessoa e comprometer a sua produtividade.

5. Qual projeto ou atividade que você desenvolveu e que mais contou ponto na sua carreira?

O candidato aqui vai lhe apontar o grau de confiança dele em sua auto-performance e nas escolhas que ele fez para carreira e se ele se preocupa com os resultados da empresa.

6. Conte-nos uma experiência de quando você falhou.

Todo mundo erra e isso é normal. Mas é preciso aprender com essas falhas e tirar lições preciosas para o crescimento pessoal, profissional e do negócio.

7. Na sua opinião, o que é “trabalhar duro”?

Você precisa saber se o candidato está preparado e disposto a seguir o ritmo da empresa, se ele realmente põe a mão na massa junto com a equipe ou se é do tipo “fala e não faz”.

8. O que você faria pelo resto de sua vida em sua carreira e que o deixaria feliz?

Pessoas felizes produzem mais. Isso já foi provado. Então, você precisa identificar se o candidato está em sintonia com a vaga pleiteada e, portando, se pretende permanecer na empresa. Um boa resposta deve estar vinculada às futuras responsabilidades.

9. Conte-nos sobre o que você gostou mais e menos na última empresa que você trabalhou?

Essa é uma ótima questão para identificar o que motiva e orgulha o candidato. Por exemplo, se ele não gostava de lidar com público, provavelmente não é a pessoa ideal para atuar no atendimento direto ao consumidor. Você pode ficar atento a relatos como flexibilidade, possibilidade de aprendizado e crescimento etc. Explore mais sobre as respostas.

10. Por que você está saindo da empresa atual?

As razões podem ser inúmeras e certamente você quer saber. Ele pode ter sido demitido ou simplesmente pediu para sair; a empresa (ou o departamento) fechou; falta de reconhecimento; relacionamento com o chefe etc etc etc… Ouça a história do seu candidato e verifique se a sua empresa, a vaga e o trabalho em questão são realmente interessantes para ele.

11. Como você descreve o seu relacionamento com as pessoas com as quais trabalhou no seu último emprego. O que foi bom e o que foi ruim?

Você deve ficar atento a dificuldades e facilidades de relacionamento interpessoal. Mas não se limite a isso. Observe se o candidato está alinhado com a cultura da empresa, prestando atenção em como os diferentes estilos de trabalho se interagiram.

12. Quais palavras as pessoas que trabalharam com você usariam para descrevê-lo?

Uma boa resposta vai mostrar para você se o candidato tem confiança em seu próprio trabalho e sabe lidar com conflitos na equipe. Ninguém agrada a Deus e ao mundo, mas a pessoa não pode ser um causador de problemas também e, nem mesmo, isolar-se do grupo.

13. Você gostaria de me perguntar algo?

O seu candidato está pensando em compensações, oportunidades de aprendizado, crescimento profissional, cultura da empresa? A resposta ajudará a ver onde está o interesse dele e o seu estilo de personalidade.

Use a criatividade

Essas são algumas dicas gerais sobre o que perguntar em uma entrevista. Mas é claro que em alguns casos, existem informações muito específicas, como por exemplo, questões técnicas sobre o trabalho a ser executado.

No entanto, como já foi mencionado, você pode e deve lançar mão da criatividade na hora de buscar pelo seu candidato ideal.

E essa é exatamente a nossa dica de leitura para hoje. Anote aí:

Criatividade S/A – Edwin Catmull & Edwin Catmull

o que perguntar em uma entrevista

Esse é um manual para desenvolver a criatividade e originalidade e um acesso à mente do criador dos Estúdios Pixar. O microbook já está na plataforma 12min. Imperdível!

Criatividade S/A(function(d,id){if(d.getElementById(id))return;var scr=d.createElement('script');scr.src='https://widget.12min.com/v0.2.0/widget.js';scr.id=id;d.body.appendChild(scr);})(document,'12min-widget-sdk');window.twelveminInit=function twelveminInit(){};As informações foram úteis para você? Compartilhe conosco a sua opinião ou as suas experiências sobre o que perguntar em uma entrevista.




Inteligência Emocional: Você sabe a diferença entre QE e QI?

Você provavelmente já ouviu falar em inteligência emocional, medida pelo QE (quociente emocional). Esse conceito se popularizou com o psicólogo e autor Daniel Goleman, em seu livro sobre o tema.

Embora possa parecer bobagem para alguns, ter bom QE é um ponto em comum entre muitas pessoas de sucesso. Mas do que se trata exatamente? Por que é tão pertinente? O que isso tem a ver com o meu sucesso?

No post de hoje, respondemos a todas essas perguntas e ainda demos dicas para você conquistar a tão buscada inteligência emocional e aumentar o seu QE. Vamos lá?

O que é inteligência emocional?

A inteligência emocional é um conceito da Psicologia, criado para designar a capacidade de cada indivíduo de reconhecer as emoções, lidar bem com elas e gerenciá-las. E quando dizemos ‘emoções’, nos referimos às nossas e às dos outros.

Essa característica inclui fatores como a habilidade de se automotivar, a persistência, o controle dos impulsos, a regulação do humor, a empatia e a esperança.

Exemplificando: uma pessoa com inteligência emocional é capaz trabalhar bem com o seu estresse e o dos outros, sendo resiliente e flexível nas mais variadas situações.

Mas essa não é uma tarefa nada fácil! Pare para pensar. Quantas vezes as suas emoções superaram o seu pensamento racional? Algumas vezes, não é mesmo?

Importante saber também que o modo como administramos as emoções pode ter um papel crítico em várias esferas da nossa vida.

Agora que você já sabe o que é inteligência emocional, acompanhe abaixo a explicação do conceito de QE e o que faz dele um complementar ao QI.

QI ou QE, qual o caminho para o sucesso?

O psicólogo Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional, propõe um modelo complementar ao QI, o QE. Enquanto o QI é o quociente de inteligência, o QE é o quociente emocional.

Os testes tradicionais de QI foram criados para filtrar pessoas conforme a sua capacidade de processar informações. Mas será que isso é realmente tão importante quando se trata de sucesso profissional e pessoal?

Existe um grande debate contra o uso do alto QI como preditor de sucesso das pessoas. Sim, o QI tem um papel, mas, para Daniel Goleman, na maioria das vezes, ele não é o mais importante.

Afinal, você pode ser uma pessoa muito inteligente, mas não saber administrar bem as suas emoções, por exemplo. Isso tem um grande impacto na sua vida como um todo, mas principalmente no ambiente de trabalho. É por isso que a inteligência emocional é uma característica que tem sido cada vez mais buscada em entrevistas de emprego.

Não pense que isso é bobagem. Para o próprio Goleman, o QI contribui com apenas 20% do nosso sucesso na vida! Os outros 80% são resultado do QE.

Mas lembre-se: QI e QE não são fatores opostos, mas complementares.

inteligência emocional

Os 5 aspectos principais da inteligência emocional

Ainda segundo Daniel Goleman, a inteligência emocional é composta por 5 aspectos principais, sendo eles:

  • Conhecer as próprias emoções: tenha consciência de si mesmo. Isso é a chave da inteligência emocional, até mesmo para a tomada de decisões.
  • Guiar e controlar as emoções: saiba lidar e controlar as suas emoções, colocando-as na direção certa conforme cada situação.
  • Automotivação: utilize suas emoções para atingir seus objetivos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser muito mais produtivas.
  • Reconhecer as emoções dos outros: tenha empatia. Essa característica significa estar adaptado aos sinais que indicam o que os outros necessitam ou querem.
  • Saber se relacionar interpessoalmente: saiba manter boas relações, guiando as emoções dos outros. Isso é crucial para o seu sucesso.
qe significado

As vantagens do QE

Como dissemos, o alto QE tem sido muito buscado nas pessoas. Mas por que?

Uma pessoa com inteligência emocional:

  • Se relaciona melhor com os outros
  • Consegue administrar o seu mau-humor e a sua empolgação excessiva
  • Tem mais chances de conquistar os seus objetivos
  • Não perde o brilho nos olhos, quando necessário
  • E por aí vai…

Dicas para desenvolver a inteligência emocional

Fácil falar, não é mesmo? Mas sabemos o quão difícil é conquistar um QE mais alto.

Tem gente que tem mais facilidade, claro, enquanto para outros pode ser um tremendo desafio. Então, para te ajudá-lo, separamos algumas dicas:

  • Encontre uma distração: sempre que você tiver sentindo aquela raiva, encontre alguma distração. Que tal colocar toda essa energia naquele relatório que você tem que entregar no trabalho? Funciona que é uma beleza!
  • Realize atividades prazerosas: para bloquear um ciclo de depressão, por exemplo, precisamos de realizar atividades que nos deem prazer. Nada melhor para espantar a tristeza do que fazer algo que te faz bem! É como se desligasse a chavinha ruim no nosso cérebro.
  • Tente enxergar o lado positivo das coisas: tudo tem um lado bom, não se esqueça! Portanto, se você está com aquele sentimento ruim, tente se lembrar disso e entender o que você pode aprender com a situação que tanto está te deixando mal.
  • Foque no longo prazo: às vezes, nos deixamos levar por pequenas recompensas momentâneas, como uma fugidinha da dieta ou um dinheirinho fácil, não é mesmo? Mas já pensou se isso se torna um hábito? É essencial começar a focar no longo prazo se você quer controlar melhor as suas emoções.
  • Canalize sua ansiedade: vivemos em um mundo onde as coisas mais rápidas parecem ser mais eficientes, onde a pressa é algo valorizado. Assim, ficar muito ansioso é normal. Mas você sabe que tudo em excesso faz mal, não é? Portanto, canalize essa ansiedade em alguma atividade, para dispersá-la. Um esporte pode ser a melhor opção, se for do seu agrado.
  • Seja otimista: você é o senhor do seu destino, então seja otimista e crie suas próprias oportunidades. Atribua o seu fracasso a coisas que você pode mudar, de forma que, no final, tudo corra bem. Assim, você evita pensamentos negativos.
  • Nunca perca o seu brilho nos olhos: já falamos que nada em excesso é bom, nem a empolgação! Mas tente encontrar o equilíbrio. Não queremos que você elimine seu lado emocional, mas que saiba conciliá-lo com o racional.

Diferenças de gênero

Em média as mulheres tendem a ter melhor pon­tua­ção em inteligência emocional do que os homens. É o que mostram as pesquisas. Somente em média, e há dados conflitantes sobre isso, garante Daniel Goleman.

E o autor de Inteligência Emocional adverte: quando se fala de diferença de gênero no campo comportamental, está se falando de amplamente sobrepor curvas de sino de capacidade.

Por exemplo, uma capacidade em que as mulheres constantemente demonstram uma vantagem é em empatia emocional. Mas isso não significa que um homem não possa ser tão emocionalmente empático quanto a mais empática das mulheres.

As capacidades que tendem a ser marcantes nos homens, normalmente, têm a ver com autodomínio emocional, mas, novamente, isso não significa que uma mulher não possa ser tão emocionalmente autorregulada quanto o mais equilibrado dos homens.

O lado obscuro

Daniel Goleman lembra que os psicólogos usam a expressão “a tríade negra” para se referirem a narcisistas, maquiavélicos e sociopatas. Esses tipos representam o lado obscuro da inteligência emocional, ou seja, essas pessoas podem ser muito boas em empatia cognitiva, mas deixam muito a desejar quando o assunto é empatia emocional.

Por exemplo, um psicopata definitivamente não se importa com as consequências humanas de sua mentira ou manipulação e não sente quaisquer remorsos por infligir crueldade. Quaisquer de seus sentimentos são muito superficiais.

Os sociopatas, por seu vez,  têm déficits em diversas áreas essenciais para a inteligência emocional. Embora os sociopatas extremos sejam conhecidos pelos seus crimes a sangue-frio, os tipos subclínicos de sociopatas são reconhecíveis na vida organizacional.

Continue aprendendo

Lembre-se: todas as suas manifestações de emoção influenciam imediatamente suas relações interpessoais. Por isso são tão relevantes quando se trata do nosso sucesso e é tão importante saber administrá-las.

Então, que tal aprender mais sobre como desvendar o comportamento humano? Entender melhor os seres humanos provavelmente vai ajudá-lo a conquistar um QE mais alto.

Inclusive, no 12min, nós temos o microbook Inteligência Emocional, em um formato super fácil de consumir, em texto e áudio: O Cérebro e a Inteligência Emocional

Gostou do post de hoje? Outro livro que você também vai gostar é o Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie. Na verdade, aqui no 12min, nós temos uma série de livros sobre Psicologia. Vale dar uma conferida!

Happy reading!




Truques Para Você Desenvolver seu Poder de Persuasão

Um pouco de poder de persuasão pode ajudá-lo a conseguir muita coisa mais rápido. Pode até mesmo significar a diferença entre sucesso e falha, e significa mais chances de executar o que você deseja livremente.

Se você deseja ganhar mais apoio e respeito dos outros, sejam seus clientes, chefes, colegas ou amigos, é importante saber como persuadir pessoas. A parte boa é que você não precisa nascer um mestre da persuasão.

Essa habilidade pode ser aprendida e é possível treinar para influenciar e motivar os outros a fim de resolver problemas e atingir metas. Veja abaixo uma lista com as melhores técnicas de persuasão e saiba como convencer alguém melhor do que todos.

Preocupe-se em ter um bom momento inicial

A primeira impressão importa, sim. Pelo menos é isso que Robert Cialdini explica em seu livro Influência. Ele é um pesquisador reconhecido da Psicologia e nesta obra fala sobre como é possível conseguir um “sim” antes de ter que pedir qualquer coisa.

É por isso que devemos nos preocupar tanto com a primeira impressão. É durante os primeiros momentos de um encontro que você forma um campo para pedir algo e conseguir uma resposta positiva.

Ele explica que a melhor forma de conseguir uma boa primeira impressão é construindo confiança. Mas não precisa pedir para o outro confiar em você: encontre maneiras de conquistá-la, despertando o instinto das pessoas.

No livro, ele conta a história de um vendedor de detectores de fumaça que em todas as vendas fingia esquecer algo no carro e pedia permissão para ir buscar. Assim que a pessoa permitia, ela estava dizendo um “sim” para ele e automaticamente confiando. Assim, ele conseguia fazer mais vendas que a média.

A técnica de Jake traz uma importante lição: a confiança é um instinto humano primário e encontrar maneiras de aumentá-la vai afetar a influência que você exerce em uma pessoa.

Mudanças na comunicação promovem avanços

“Se você quer mudar o mundo, mude a metáfora” Essa é uma lição importante, vinda do mitologista e escritor Joseph Campbell. E é extremamente valiosa quando o assunto é aumentar o seu poder de persuasão.

Por exemplo, um experimento mostrou que os médicos que são expostos a palavras agressivas são mais propensos a tratar seus pacientes de maneira dolorosa. Em outro caso, os funcionários que recebem anotações em papéis com fotos de atletas ganhando uma corrida são mais propensos a lutar por resultados ambiciosos.

Preparar nossas mentes com palavras e imagens que criam uma associação positiva de que estamos lutando por alguma coisa, faz com que seja mais fácil para nossos cérebros passarem da metáfora para a realização desejada.

Descubra a geografia da influência

Ainda nas técnicas de persuasão de Robert Cialdini: o lugar em que você está e as pessoas que o cercam no momento em que tenta persuadir fazem diferença.

O próprio Cialdini escreveu algumas partes do livro em casa e na universidade. Quando lia o resultado, percebia que o que escreveu em casa era mais despojado e no estilo de seus leitores. Isso porque na universidade estava cercado por prédios intimidadores e colegas com muitas conquistas acadêmicas.

Por isso, quando for realizar uma reunião muito importante, garanta que seja em um lugar que irá favorecer o seu poder de persuasão. E esse princípio não precisa ser utilizado apenas nesse sentido – procure observar lugares e pessoas que o fazem mais produtivo e feliz.

Ou seja, esse princípio chamado de ‘Geografia da Influência’ se revela de maneiras diferentes em sua vida. Palavras, imagens e lugares podem criar associações e levar a mudanças previsíveis.

Conheça os 6 princípios da influência

Essa dica é do outro livro de Robert Cialdini, As Armas da Persuasão. Segundo ele, “Influenciar pessoas não é mágica, é ciência”. Ou seja, nós não decidimos nada, usando a lógica, coletando o maior número possível de informações. Pelo contrário, a nossa mente trabalha com base em 6 princípios, visando agilizar o processo de decisão.

Cialdini explica que “cada princípio é analisado em sua capacidade de produzir nas pessoas um tipo singular de consentimento automático e impensado. Ou seja, uma disposição em dizer “sim” sem pensar primeiro.

Os seis princípios são:

  1. Reciprocidade: é muito mais fácil conseguir o “sim” quando mostramos para as pessoas que elas vão receber algo em troca.
  2. Empatia: faça os outros gostarem de você e se identifiquem por acharem traços de personalidade em comum.
  3. Autoridade: se quiser ganhar influência, mostre que é especialista na área.
  4. Prova social: as pessoas olham para o que os outros estão fazendo e copiam. Para persuadir, mostre como há pessoas fazendo ou comprando aquilo.
  5. Escassez: quando mostramos que algo está acabando, mais gente quer. É por isso que muitos produtos populares lançam versões limitadas.
  6. Consistência: a maioria das pessoas gosta de mostrar consistência entre seus comportamentos passados e presentes. Influencie o comportamento dos outros comparando suas ações atuais com as passadas.

Preste atenção à sua linguagem corporal

Segundo Nicholas Boothman, autor do livro Como Convencer Alguém em 90 Segundos e outras obras que ensinam a como lidar com as pessoas, é preciso se preocupar com o que a sua linguagem corporal está falando.

Você deve demonstrar segurança. Mantenha uma postura altiva, um semblante alegre mas com segurança. Faça contato visual e tenha atitudes positivas, que irradiem uma energia positiva.
Aprenda mais sobre linguagem corporal no trabalho.

Aprenda as três fases de uma boa negociação

Nicholas Boothman também ensina uma fórmula chamada de KFC. A sigla quer dizer:

  • K: Know what you want/Saiba o que você quer.
  • F: Find out what you’re getting/Observe o resultado obtido.
  • C: Change what you do until you get what you want/Mude até você atingir o resultado desejado.

Ou seja, para realmente ter poder de persuasão você deve aplicar técnicas de tentativa e falha. Com o tempo, você vai aprendendo a realizar melhores negociações e ficando especialista nisso. Comece testando até achar o resultado certo para cada situação.

Treine para afinar suas habilidades de negociador

Algumas coisas só se aprende com experiência. E para chegar lá você precisa saber quais habilidades mais vão favorecê-lo. Em Never Split the Difference, escrito por Tahl Raz e Chris Voss, esse último ex negociador do FBI, os autores explicam quais são essas habilidades:

  • Saber quais são as hipóteses e variáveis de cada situação
  • Conseguir estar presente no momento
  • Evitar suposições reunindo o maior número de informações
  • Ser emocionalmente flexível, sabendo separar as impressões que vêm da emoção daquelas que são reais
  • Ser positivo e saber demonstrar isso nas atitudes

Procure trabalhar cada uma dessas habilidades para aumentar cada vez mais seu poder de persuasão.

Entenda como os relacionamentos se formam

Jack Shafer, autor de Manual de Persuasão do FBI (muitas técnicas de persuasão vêm de lá, não é apenas coincidência!), você precisa entender de onde vêm as relações para saber como persuadir as pessoas.
Para sistematizar, ele divide em 4 blocos, os “blocos da amizade”:

  • Proximidade: pessoas que passam muito tempo juntas têm mais chance de se aproximarem.
  • Frequência: quanto mais encontros em determinado período de tempo, mais chance de aproximação.
  • Duração: representa quanto tempo esses encontros duram. Quanto mais tempo, mais influência uma pessoa tem sobre a outra.
  • Intensidade: mostrar que você se importa com a outra pessoa aumenta a intensidade da relação.

Utilize essa lógica para construir relacionamentos duradouros e saber quando influenciar.

Aumente seu poder de persuasão

Conhecer técnicas de persuasão em vendas, negócios e relacionamentos não é sempre uma questão de “levar vantagem”, mas de saber lidar melhor com as outras pessoas. Aprendendo a aumentar seu poder de persuasão, você vai começar a ouvir mais e melhor, ler as pessoas e compreender qual é sua real necessidade e intenção.
Confira os livros que citamos neste texto:

Influência – Robert Cialdini

As Armas da Persuasão – Robert Cialdini

Como Convencer Alguém em 90 Segundos – Nicholas Boothman

Never Split the Difference – Tahl Raz e Chris Voss

Manual de Persuasão do FBI – Jack Shafer

Leia ou ouça o microbook dessa obra por aqui mesmo!


Manual de Persuasão do FBI

Não deixe de ler os microbooks de cada uma dessas obras incríveis no app 12min. Você com certeza vai aprender mais sobre técnicas de persuasão e como aplicá-las em todas as partes da sua vida.

As versões em áudio também estão disponíveis e você pode ter o 12min à mão todo o tempo com os aplicativos para Android e iOS. Baixe agora!




O que é ambição? É algo bom ou ruim?

Para muita gente, ambição é a força motora que nos leva ao sucesso. Ela é mais importante, inclusive, que o talento. Mas tem aqueles que olham para os ambiciosos com certo cuidado. Isso porque, esse grupo considera que ambição e ganância andam de mãos dadas.

Existe ainda um terceiro grupo que acredita que o ponto central dos debates não está na ambição em si. Para esse pessoal, o que deve ser levado em conta é a forma como os ambiciosos agem para se chegar aos seus objetivos.

Mas, afinal, o que é ambição?

ambição

No dicionário Aurélio, ambição significa “desejo desmedido pelo poder, dinheiro, bens materiais, glórias etc.; cobiça” e, também, “obstinação intensa para conseguir determinado propósito; vontade de alcançar sucesso; pretensão”.

Nesse post, vamos falar um pouco mais sobre ambição, talento, sucesso, ganância e sacrifícios. Acompanhe com a gente!

Os meios justificam os fins?

ambição

Pare um pouquinho e reflita: como você lida com a sua ambição? Você tem o domínio sobre ela e consegue administrar a sua vida ou é a ambição que dita as suas ações e os caminhos a seguir?

Para muitos estudiosos, quando uma pessoa se torna refém da própria ambição, ela perde o controle sobre suas atitudes. São aqueles indivíduos que fazem qualquer coisa para se chegar ao ponto desejado, passando como um trator por cima de tudo e de todos…

Popularmente, costuma-se dizer que essas pessoas “passam por cima da própria mãe” para conseguir o que querem. E não pensem que isso é coisa rara. Você certamente conhece histórias desse tipo, seja na família, no círculo de amizade e, inclusive, no ambiente de trabalho.

Quando ambição é positiva

ambição

A ambição pode levar uma pessoa a superar os obstáculos e desafios que estão no caminho dos seus sonhos. Nesses casos, vontade e coragem são recursos valiosos para se alcançar o sucesso, seja ele pessoal ou profissional.

É por isso que alguns autores garantem que ambição vale mais que o talento, quando o foco é chegar ao topo. Ou seja, suas habilidades não o levarão muito longe se não existir a ambição que o moverá de um ponto a outro.

Quem nunca viu pessoas extremamente talentosas que levam uma vida mediana? São pessoas que não aproveitam ao máximo o próprio potencial e ficam estagnadas, vendo os outros seguindo adiante.

Por outro lado, os ambiciosos sabem que precisam ter persistência e trabalhar duro. Desta forma, eles estão dispostos a fazer sacrifícios para ir cada vez mais longe e vencer. A ambição os motiva a lutar pelos sonhos e seguir o caminho oposto da mediocridade.

O ex-presidente americano, Thomas Jefferson, disse: “nada pode impedir o homem com a atitude mental correta de atingir seu objetivo; nada na terra pode ajudar o homem com a atitude mental errada”.

De olho no futuro

ambição

Você sabe onde quer estar nos próximos 10 ou 15 anos? Já pensou sobre o que precisa fazer para chegar lá? Já mediu o esforço e os sacrifícios necessários? E você está disposto a fazer essa travessia?

Lembre-se que apenas querer algo não é suficiente para se ter o que deseja. Você precisa querer mais que os demais, e esse desejo deve ser tão importante quanto viver.

Junto com o esse desejo intenso, você precisa jogar a preguiça para escanteio, vencer a procrastinação e partir pra luta. Todos os dias haverá uma batalha nova a se vencer. Haverá baixos e altos, alegrias e sofrimentos. Mas você aprenderá e crescerá com todos os desafios. 

Em sua obra “Turning Pro”, o escritor Steven Pressfield escreveu: “acredito que a ambição é o mais primitivo, sagrado e fundamental de nosso ser. Sentir ambição e agir de acordo com ela é abraçar o chamado singular de nossas almas. Não agir de acordo com ela é virar as costas para nós mesmos e para a razão de nossa existência”.

Onde mora o perigo?

Existe o outro lado da moeda. A ambição pode também provocar dúvidas, medos e inseguranças. Isso ocorre, por exemplo, quando alguém usa a ambição apenas para provar a si mesmo que é capaz de conseguir algo.

Ambição é problemática, também, quando usada como instrumento para satisfazer os outros. Por que? Simplesmente porque mostra que a pessoa está muito preocupada com o que os demais pensam sobre ela e não com os seus próprios sonhos.

Quer outro problema: quando a pessoas cruza a tênue linha que separa ambição e ganância. Aí sim, os prejuízos podem ser grandes e dolorosos, tanto para o ganancioso como para as pessoas afetadas.

O ideal é quando a motivação para as conquistas está amparada em um propósito de vida.

O perfil de uma pessoa ambiciosa

ambição

Tem muita gente que sabe usar a ambição para o bem e na dose certa. Esses gananciosos têm algumas características em comum, entre elas:

    • Propósito de vida claro.
    • Sonham grande e não se contentam com a mediocridade.
    • Autoconsciência.
    • Coragem para romper a zona de conforto e enfrentar o desconhecido.
    • Planejamento para alcançar os sonhos.
    • Disposição para o trabalho constante e para superar as barreiras no meio da travessia.
    • Abertura para dicas e feedbacks.
    • Aprendem com as falhas e fracassos.
      • Ética e senso de limites para não saírem atropelando e machucando as outras pessoas.
    • Querem crescer e levar outras pessoas junto.

Então, você curtiu esse post? Compartilhe conosco a sua opinião sobre a ambição!

E já que o assunto é  chegar mais longe, vai aqui uma excelente dica de leitura, altamente inspiradora:

Sonho Grande – Cristiane Correa

O livro revela a trajetória de sucesso de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Esses empreendedores correram atrás dos seus sonhos, fizeram fortuna e conquistaram projeção internacional no mundo dos negócios.

Sonho Grande(function(d,id){if(d.getElementById(id))return;var scr=d.createElement('script');scr.src='https://widget.12min.com/v0.2.0/widget.js';scr.id=id;d.body.appendChild(scr);})(document,'12min-widget-sdk');window.twelveminInit=function twelveminInit(){};

O resumo dessa obra imperdível está disponível para você na plataforma 12min. Aproveite!

Boa leitura!




O que é Diagrama de Ishikawa, ou diagrama de causa e efeito

Atacar os sintomas e atuar diretamente na raiz dos problemas. Foi pensando nisso que o japonês Kaoru Ishikawa inventou uma ferramenta batizada de Diagrama de Ishikawa, na década de 1960. Na época, o objetivo era medir os processos de controle de qualidade na indústria de construção naval.

Também chamada de diagrama de causa e efeito ou diagrama espinha de peixe (por causa do seu formato), esse esquema criado por Ishikawa, que era um engenheiro de qualidade, extrapolou a proposta atual e vem sendo usada nos mais variados segmentos, em todo o mundo.

A metodologia do Diagrama de Ishikawa é uma forte aliada das equipes no gerenciamento e controle da qualidade em diversos processos. Permite encontrar soluções para os mais diferentes problemas e, também, aponta onde as falhas no controle de qualidade podem aparecer (prevenção).

O formato semelhante a um esqueleto de peixe tem na “cabeça” as metas que se esperam alcançar e as causas do problema formando as “costelas”.

Como fazer um Diagrama de Ishikawa

Diagrama de Ishikawa

Agora que você já sabe o que é Diagrama de Ishikawa, vamos mostrar como desenhar o seu esquema.

  1. Defina a equipe que irá construir o diagrama. Esse grupo deve concordar que existe um problema e qual é ele (o efeito).
  2. Realize brainstorming das principais causas para esse problema. Por exemplo, método, equipamentos, pessoas, meio ambiente etc. Use a técnica dos 5W2H para não perder o foco. Faça muitas, muitas perguntas mesmo e divida tudo em níveis.
  3. Ordene as informações de forma breve, apontando as causas mais importantes e eliminando as informações não relevantes.
  4. Desenhe o diagrama, com o seguinte conteúdo:
    • Cabeçalho – título, autores e data.
    • Efeito – problema a ser analisado. No esquema, que tem o formato de um peixe, essa etapa seria a cabeça e ela é colocada em uma caixa, geralmente, à direita.
    • Eixo central – flecha horizontal, apontada para o efeito.
    • Categoria – mostra os grupos de fatores relevantes, relacionados com o efeito. Neste caso, as flechas partem do eixo central e são inclinadas.
    • Causa potencial – tudo o que pode dar suporte ao efeito. As flechas são horizontais e apontam para a flecha da categoria.
    • Sub-causa – aquela que pode contribuir com uma causa específica.

As categorias

No Diagrama de Ishikawa, as seis categorias mais usadas são:

  1. Mão-de-obra: quando o problema é causado por um funcionário, por exemplo, que realiza uma atividade fora dos padrões, é negligente, tem pressa etc.
  2. Meio ambiente: quando o problema está no local, não apenas internamente, mas os impactos externos também são considerados.
  3. Material: quando a falha está na escolha inadequada dos materiais para determinada situação.
  4. Método: quando se decide por uma determinada metodologia que, na prática, afeta negativamente o trabalho e/ou a equipe.
  5. Máquina: quando um equipamento não funciona como necessário, por causa de defeitos, falhas na manutenção ou, simplesmente, não é o mais apropriado para determinada atividade.
  6. Medida: quando uma decisão inadequada provoca um problema.

Exemplos de Diagrama de Ishikawa

Diagrama de Ishikawa Espinha de peixe 4S

Geralmente usado no setor de serviços, organiza as principais causas em quatro categorias: fornecedores, sistemas, ambientes e habilidades.

Diagrama de Ishikawa Espinha de peixe 8P

Também muito usado no setor de serviços, com 8 categorias (Procedimentos, Políticas, Local, Produto, Pessoas, Processos, Preço e Promoção).

Diagrama de Ishikawa Homem, Maquinaria, Materiais, Fishbone

Mais usado nos processos de fabricação, organizando as possíveis causas nas seguintes categorias: Homem; Materiais; Máquina; Métodos; Medidas; Ambiente; Gerenciamento; Dinheiro e Manutenção.

Diagrama de Ishikawa Design de Experimentos Fishbone

Ajuda muito em projetos de um experimento.

Exemplo prático de aplicação do Diagrama de Ishikawa

A seguir, você vai ver como aplicar o Diagrama de Ishikawa no cotidiano. Nesse exemplo fictício, usaremos a metodologia na solução de um problema simples, em uma confecção.

Diagrama de Ishikawa

O problema

Atraso nos prazos de entrega

  • Uma vez identificado o problema, a empresa deve escolher as pessoas que atuarão na solução.
  • Esse grupo fará um brainstorming, tentando identificar porque as equipes não estão concluindo os pedidos nos prazos contratados.

Categorias

Mão-de-obra, Meio-Ambiente, Materiais, Métodos, Máquinas e Medidas. Sua empresa pode ter uma categoria diferente, que não está nessa lista.

Causas

Avalie possíveis causas em cada categoria. As causas do problema podem estar em mais de uma categoria ao mesmo tempo. Exemplos:

Causas de Medidas:

  • Decisão de manter os estoques de materiais em um espaço separado, longe das costureiras e trancado a chave provoca perda de tempo durante a reposição.
  • As informações sobre prazos são mantidas somente entre corpo gerencial e vendedores – costureiras não têm acesso a esses dados.

Causas de Equipamentos:

  • Parte considerável das máquinas são antigas e quebram com frequência, o que resulta em paradas desnecessárias.
  • Longa espera pelo profissional de manutenção, quando ocorre algum problema com o maquinário.

Ações que podem ser realizadas

Medidas

  • Alterar o layout das salas, colocando o estoque mais perto das costureiras, com acesso fácil e rápido, sem prejuízo para o controle.
  • Compartilhar as informações importantes sobre os pedidos, como prazo, com todos os funcionários envolvidos. Essa é uma medida que poderá gerar engajamento.

Equipamentos

  • Promover uma revisão do maquinário: substituir aquelas extremamente ultrapassadas e criar um calendário de manutenção regular como medida preventiva.
  • Manter um profissional de manutenção disponível para atendimento imediato.

Plano de Ação

Uma vez identificados os problemas e suas causas, é hora de elaborar um plano de ações, com prazos (início e término) e indicadores para que se possa monitorar os avanços.

Como você pode observar, um Diagrama de Ishikawa é simples, fácil de montar e traz resultados incríveis na solução e prevenção de problemas nas empresas.

Você quer continuar investindo no sucesso do seu negócio? Sugerimos conhecer as 15 dicas dos nossos autores preferidos.

E nós temos ainda uma sugestão de livro, cuja leitura é indispensável para todo empreendedor. Estamos nos referindo ao best-seller Foco, escrito por Daniel Goleman O resumo da obra está disponível na plataforma 12 Min, no formato de microbook.

Diagrama de Ishikawa

Boa leitura!




Conheça O Milagre da Manhã: principais pontos do livro

Felicidade, saúde, dinheiro, liberdade, sucesso, amor… Parece um sonho? O autor do livro O Milagre da Manhã, Hal Elrod, garante que você pode ter tudo sim. E isso não tem nada a ver com sorte.

Milagre da Manhã

Segundo Elrod, tornou-se um hábito para a maioria das pessoas contentar-se passivamente com o que a vida lhes oferece. Elas acreditam que ter uma vida mediana é aceitável e o esperado.

No entanto, alerta Elrod, almejar o nível máximo de saúde, trabalho e relacionamentos deveria ser o desejo de todos nós. Ou seja, essa precisa ser a força que nos move a cada manhã.

Uma vida de altos e baixos

Elrod aprendeu com a vida a desafiar as dificuldades e construir o próprio caminho. Ele vivenciou o sucesso como representante de vendas, mas foi “atropelado” por um grave acidente que deixou sequelas físicas e psicológicas.

No entanto, o autor de “O Milagre da Manhã” venceu essa barreira e se destacou novamente, desta vez com o coaching. Nessa etapa, o trabalho dele era focado em apoiar pessoas na conquista das suas metas.

Tudo ia bem com os planos de Elrod, mas a vida lhe “pregou outra peça”. A crise de 2008 o levou novamente para o “fundo do poço”.

O milagre da manhã

Elrod vivenciava mais um momento de crise. No entanto, ele decidiu seguir o conselho de um amigo e saiu de casa para correr. Foi então que o seu próprio “milagre da manhã” começou.

As mudanças vêm quando assumimos as rédeas das nossas vidas, definindo os trajetos e nos responsabilizando totalmente pelos nossos atos. Tudo isso, tendo em mente que qualquer problema é superável, garante Elrod .

Para vivenciar o “milagre da manhã” é imprescindível enxergar o momento atual como o lugar onde devemos estar para aprender, amadurecer e nos prepararmos para algo maior. Ou seja, encarar o presente como oportunidade de crescimento.

E não existe trajetória sem desafios.

Benefícios dessa jornada

Milagre da manhã

As pessoas que se dedicam aos seus projetos e ao “milagre da manhã” têm muitos ganhos, e Elrod enumera alguns deles. Veja:

  • Mais energia ao despertar, dotado de uma estrutura e estratégia para começar a maximizar o seu potencial;
  • Redução do estresse e melhora da saúde em geral;
  • Maior clareza para superar rapidamente os desafios da jornada;
  • Melhora na produtividade e na concentração;
  • Oportunidade de experimentar mais gratidão e menos preocupação;
  • Descoberta de um propósito de vida;
  • Aprender a não se contentar com menos do que realmente deseja e merece e começar a viver de acordo com seu propósito;
  • Aumento significativo da capacidade de ganhar e atrair mais riqueza monetária.

Primeiro passo para o seu milagre da manhã

milagre da manhã

Como já foi mencionado, grande parte das pessoas (95%, segundo o autor) contenta-se com menos do que um dia sonhou. Por isso, elas sentem-se fisicamente exaustas, solitárias, deprimidas ou ansiosas.

Essas pessoas ganham menos do que gostariam, gastam mais do que deveriam e não conseguem manter as finanças e a vida em ordem.

Integrar o seleto grupo dos 5% restantes que maximizam o próprio potencial é um escolha que só depende de você.

Segundo passo para o seu milagre da manhã

Milagre da manhã

Para não cair na armadilha da mediocridade, identifique as razões que o levam por esse caminho limitado. Busque alternativas/soluções e invista em um planejamento de vida.

Você já ouviu falar da “síndrome do espelho retrovisor”? Trata-se de um hábito de ficar olhando para o passado, acreditando que quem fomos é quem somos, encolhendo o nosso potencial no presente.

A saída para isso é viver sem as barreiras do passado e olhar a vida com possibilidades sem fim. Afinal, o seu futuro não precisa repetir o passado.  

Permita-se pensar grande, voar alto e tenha clareza sobre o que você deseja para sua vida. Repita isso para si, mesmo que não acredite inicialmente, e sua mente acabará absorvendo a afirmação.

Veja outras dicas para fugir da mediocridade

Tenha propósitos de vida

Tenha mais de um e comece com algo simples, como por exemplo: “sorrir mais para que possa trazer felicidade para a minha vida e para as pessoas ao meu redor.” Mude o seu propósito sempre que achar necessário e permita-se evoluir.

Isole incidentes

Sabe aquela mania de achar que nossas escolhas e ações afetam apenas o momento atual? Pois, esqueça isso. Devorar um sanduíche gigante, pensando em recuperar o prejuízo no dia seguinte é uma péssima ideia. Assim, escolha o caminho certo e não o mais fácil, moldando uma identidade de perseverança e disciplina, para ser capaz de alcançar resultados extraordinários.

Abrace um alto grau de responsabilidade

Muitas vezes temos que fazer coisas das quais não gostamos ou não queremos. Mas, se for importante, faça. Uma dica é obter um parceiro de responsabilização, que pode ser um amigo ou um familiar. Encontre alguém que se empenhe no “milagre da manhã”, incentivando um encorajamento mútuo.

Fuja das influências medíocres

Pesquisas apontam que nos tornamos como a média das 5 pessoas com quem passamos mais tempo. Ou seja, viver cercado de pessoas preguiçosas aumenta em muito as chances de você seguir pelo mesmo caminho. A solução do “milagre da manhã” é investir os seus preciosos minutos ao lado de pessoas realizadoras, otimistas.

Invista no seu desenvolvimento pessoal

O seu nível de sucesso está diretamente relacionado ao seu nível de desenvolvimento pessoal – conhecimentos, habilidades, hábitos etc. Então, dedique um tempo diário para o seu crescimento.

Tenha urgência em melhorar a si mesmo

Combata a procrastinação e lembre-se que o agora importa mais do que qualquer outro tempo.

Terceiro passo para o seu milagre da manhã

O que deverá ser feito de diferente a partir de hoje para aprender, crescer e construir uma versão melhor da atual? Pense sobre isso e comprometa-se com os seus resultados. Assim, uma vida extraordinária virá como consequência.

Durma bem e planeje o tempo de ir para a cama para que possa acordar mais cedo todos os dias. Mudar a sua crença de quantas horas de sono você necessita para estar descansado pode ser a chave para manhãs mais produtivas e dispostas.

O “milagre da manhã” tem o objetivo de recriar diariamente a experiência das manhãs de natal, de acordar sentindo-se energizado e empolgado. Trata-se de levantar-se da cama com um propósito.

Milagre da manhã

Quer algumas dicas de como fazer isso? Veja:

  • Antes de dormir, crie expectativas positivas sobre o dia seguinte.
  • Coloque seu despertador longe o suficiente para fazer você levantar-se para desligá-lo. A movimentação ajuda a acordar naturalmente.
  • Escove os dentes imediatamente após desligar o despertador.
  • Beba água para combater a desidratação que gera cansaço.
  • Inicie o dia com atividade física para maximizar o seu potencial. Então, ao sair da cama, vista roupas de ginástica e mexa-se.

Práticas para quem almeja atingir 100% do seu potencial

As práticas descritas no livro “O Milagre da Manhã”  são ferramentas de desenvolvimento pessoal para quem almeja atingir potencial máximo.

Prática 1 – Silêncio

Milagre da manhã

Comece cada manhã com um período de silêncio intencional. Isso alivia a agitação enquanto aumenta a autoconsciência. Escolha algo que combina com você, como meditação, oração, reflexão, gratidão etc.

Prática 2 – Afirmações

Escolha conscientemente não reviver medos e limitações do passado. Repetir afirmações positivas em voz alta todos os dias faz com que elas sejam fixadas em sua mente, sendo uma poderosa arma para modificar crenças e substituir comportamentos limitantes por outros necessários para alcançar o sucesso.

Prática 3 – Visualização

Milagre da manhã

A visualização criativa foca no futuro desejado. Após ler suas afirmações, visualize-as. Prepare-se para esse momento, sente-se ereto e respire profundamente. Com os olhos fechados, limpe a mente e inicie a visualização dos seus sonhos. Comece dedicando cerca de 5 minutos por dia.

Prática 4 – Exercícios

Atividades físicas pela manhã aumentam a energia, a clareza mental, a autoconfiança, o bem-estar emocional, melhora a saúde e a concentração. Desta forma, deixe de lado as desculpas e invista em sua qualidade de vida.

Prática 5 – Leitura

Milagre da manhã

A leitura diária é a forma mais imediata de adquirir conhecimento. Então, desenvolva o hábito de ler pelo menos 15 minutos por dia.

Prática 6 – Escrever

Faça um diário durante o seu “milagre da manhã”. Apenas 10 minutos são suficientes. Isso o obrigará a pensar mais sobre os assuntos em questão.

Customize o seu milagre da manhã

Sua rotina matinal deve ser de acordo com a sua preferência. Você pode encaixar um “milagre da manhã” de 20 a 30 minutos ou optar por um tempo mais longo nos finais de semana.

Veja um exemplo de 60 minutos de práticas:

  • Silêncio (5 minutos)
  • Afirmações (5 minutos)
  • Visualização (5 minutos)
  • Exercícios (20 minutos)
  • Leitura (20 minutos)
  • Escrever (5 minutos)

Uma versão para quem não tem tempo

O “milagre da manhã” pode ser executado em 6 minutos, de maneira prática. No entanto, o autor recomenda utilizar essa versão apenas nos dias de muita correria.

  • Minuto 1: Silêncio proposital, imaginando você mesmo acordando tranquilamente. Agradeça, medite ou faça uma oração.
  • Minuto 2: Leia suas afirmações diárias.
  • Minuto 3: Visualizar seus objetivos sendo alcançados.
  • Minuto 4: Escreva algo pelo que é grato e os resultados que está comprometido a alcançar naquele dia.
  • Minuto 5: Leia um livro de autoajuda.
  • Minuto 6: Mova seu corpo por 60 segundos.
  • Apesar do nome, o “milagre da manhã” não precisa acontecer necessariamente pela manhã. A essência da prática continua sendo acordar um período mais cedo do que de costume.

Você deve considerar ainda:

  • A alimentação saudável é algo a ser levado em consideração.
  • É possível começar o “milagre da manhã” apenas nos dias de semana.
  • Sua rotina matinal deve ser atualizada sempre que necessário.
  • Uma mudança de hábitos de forma natural pode levar até 30 dias.

5 frases inspiradoras de Hal Elrod

Você gostou de saber sobre o livro “O Milagre da Manhã”? O resumo dessa obra está disponível na plataforma 12min, nos formatos de microbook e audiobook – Baixe o app para ouvir gratuitamente e aproveite!

Aprendizado contínuo

Aqui no blog nós temos um post superinteressante sobre os melhores livros sobre saúde e bem estar. Afinal, é preciso conciliar, de forma equilibrada, trabalho e vida pessoal.

Mas, se você quer mesmo mudar a sua vida, vai precisar investir em mudança de hábitos, Então, nós selecionamos uma obra imperdível pra você. Anote aí.

O Poder do Hábito – Charles Duhhigg

O milagre da manhã

Segundo Charles Duhigg , os hábitos fazem parte da fundação das nossas vidas. Eles são responsáveis por uma grande parcela dos resultados que obtemos. O ato de conseguir mexer em algum hábito no que diz respeito à sua saúde, por exemplo, pode mudar radicalmente sua vida.

Duhigg explica, ainda, que o nosso cérebro encontra a todo instante maneiras para se esforçar menos e automatizar rotinas, apenas para economizar energia. Saiba como isso funciona em O Poder do Hábito.

Boa leitura e ótimos aprendizados!




12 livros recomendados pelo autor Malcolm Gladwell

O autor Malcolm Gladwell é um de nossos favoritos aqui no 12’. Na plataforma, temos as suas principais obras: O Ponto da Virada, Blink, Davi e Golias e Fora de Série – Outliers. Mas ele não é apenas conhecido pelas obras. O colunista da New Yorker tem ainda um podcast, palestrou no TED e faz recomendações de leitura incríveis em suas redes sociais.
Suas especialidades giram em torno da exploração do comportamento humano e da economia. A seguir, listamos as obras que ele já recomendou. Preparado para aumentar a lista de futuras leituras?
irresistible 12 minutos autor malcolm gladwell

1. ‘Irresistible’ – Adam Alter

Alter é um psicólogo da Universidade de New York e aqui explora as formas como a tecnologia e as redes sociais estão destruindo nossas mentes. Para o autor Malcolm Gladwell, é um livro viciante sobre o crescimento do vício.
Com a obra, você vai entender como os produtos hoje em dia se tornam tão irresistíveis. Ele explica que por mais que sites como o Facebook tenham derrubado as barreiras físicas entre as pessoas, seu magnetismo se dá por mais do que isso. As companhias por trás das redes sociais têm um jeito de fazer as coisas se tornarem absolutamente viciantes.
Vale para quem quer entender essa dinâmica e aprender um pouco com ela.
só-garotos- 12 minutos autor malcolm gladwell

2. ‘Só Garotos’ – Patti Smith

O autor Malcolm Gladwell recomenda esse livro da musicista Patti Smith, uma autobiografia na qual ela fala sobre o seu relacionamento com o fotógrafo já falecido Robert Mapplethorpe.
Mas é ainda mais do que isso: na obra, ela fala sobre New York nos anos 60 e 70, dando detalhes sobre como era a cidade na época e como o casal tentava ser criativo e viver de sua arte. Para você ter uma ideia, quando ela chegou à cidade, precisou morar até na rua.
strangers to ourselves 12 minutos autor malcolm gladwell

3. ‘Strangers to Ourselves’ – Timothy D. Wilson

Seguindo um pouco a linha dos livros do próprio autor Malcolm Gladwell, esta obra é sobre psicologia social. Segundo o que ele contou no podcast Tim Ferriss Show, é um livro que sempre dá de presente.
Para quem está procurando maior autoconhecimento, é uma leitura necessária. Tim é psicólogo da universidade de Virgínia e ensina aqui como podemos conhecer mais a fundo nossos “eu” inconscientes. Uma dica: com bastante introspecção.
merchant princes 12 minutos autor malcolm gladwell

4. ‘Merchant Princes’ – Leon Harris

Você com certeza já frequentou alguma loja de departamento. Mas provavelmente nunca pensou sobre como elas começaram. Se tiver curiosidade, leia este livro. Leon conta aqui a história das famílias judias que criaram essas lojas, algumas existentes até hoje.
O autor Malcolm Gladwell também fez essa recomendação no podcast do Tim Ferriss, dizendo que tinha tudo o que ele gosta: imigrantes, pessoas tentando sobreviver e conquistando um mercado antes pouco familiar e é sobre as grandes ideias que surgem no mundo de vez em quando.
Se você trabalha com o varejo, deve ler obrigatoriamente.
the Blind Side 12 minutos autor malcolm gladwell

5. ‘The Blind Side: Evolution of a Game’ – Michael Lewis

Michael é conhecido por ser o autor de livros que viraram filmes famosos: Big Short, Moneyball e Blind Side. Para o autor Malcolm Gladwell, ele é um dos maiores storytellers dessa geração e o considera uma inspiração.
Ele acredita que este seja o melhor trabalho de Michael. O livro conta a história de Michael Oher, filho de uma mãe viciada em crack e que não sabe ler, escrever, não conhece seu próprio aniversário e nem o pai.
Tentando vencer as adversidades, ele começa a jogar futebol americano e acompanhamos sua evolução até se tornar um jogador excelente. É uma história não só sobre futebol, mas também sobre amor e redenção.
psicanalise 12 minutos autor malcolm gladwell

6. ‘Psicanálise: a profissão impossível’ – Janet Malcolm

Gladwell também considera Janet como uma grande inspiração para seu próprio trabalho, no que diz respeito à não-ficção. A autora realizou um trabalho de reportagem investigativa sobre a Psicanálise, desvendando a sua natureza e entrando no mundo dos psicanalistas.
Ele explica que sua escrita é extremamente segura e confiante, levando o leitor a mergulhar em sua obra. Mesmo quando ela está apenas descrevendo um cenário para defender algum ponto de vista, você já fica imerso.
the person and the situation 12 minutos autor malcolm gladwell

7. ‘The Person and the Situation’ – Richard Nisbett e Lee Ross

Outro professor de psicologia na lista do autor Malcolm Gladwell. Dessa vez, da Universidade de Michigan. Richard Nisbett explica aqui como as situações influenciam a forma como pensamos e nos comportamos e defende que o contexto é o que os define.
Malcolm diz que esse livro influenciou a forma como ele enxerga o mundo e escreveu um prólogo presente nas edições mais recentes. Nela, ele diz que a obra oferece um jeito de reorganizar nossas experiências e que quando percebemos as intenções das pessoas costumamos tomar decisões equivocadas, baseadas nessa percepção, que nem sempre é verdadeira.
Freakonomics 12 minutos malcolm gladwell

8. ‘Freakonomics‘ – Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner

Este livro é perfeito para quem anseia por uma visão menos tradicional e mais inusitada sobre o mundo. O autor Malcolm Gladwell acha a leitura incrível e diz que o livro inventou todo um gênero – economia com entretenimento.
Aqui, os jornalistas procuram responder grandes mistérios do mundo e da sociedade de forma simples, mas criativa. Eles exploram o lado misterioso das coisas e se dedicam a entender como a economia influencia nossas decisões, até as mais pessoais.
Outro livro incrível da dupla é o Pense como um Freak. Recomendamos!
the opposable_mind 12 minutos autor malcolm gladwell

9. ‘The Opposable Mind’ – Roger Martin

Se você deseja ler um livro só sobre CEOs, escolha esse. O professor da Universidade de Toronto Roger Martin explora o que faz grandes CEOs se destacarem entre os outros. Malcolm acredita que há muitos livros do gênero, mas este é o melhor.
Especialmente porque o autor foge um pouco das fórmulas presentes, muitas vezes, em biografias de CEOs. Você pode ler e tentar aprender com a forma como ele lidou com as situações, mas é provável que sairá frustrado, pois o seu caso é outro.
Assim, o livro ensina não a fazer como os grandes líderes fazem, mas a pensar como eles pensam.
traffic 12 minutos autor malcolm gladwell

10. ‘Traffic: Why We Drive The Way We Do’ – Tom Vanderbilt

Você não esperava que essa lista teria um livro sobre trânsito, certo? Pois tem. O autor Malcolm Gladwell diz que é um dos grandes herdeiros do legado de Freakonomics e investiga a natureza humana por meio da forma como dirigimos e lidamos com o trânsito.
O autor examina, por exemplo, os limites da nossa percepção sobre nós mesmos e os motivos pelos quais acreditamos ser melhores motoristas do que realmente somos.
Leia se você estiver curioso para entender a natureza humana de uma perspectiva nova e diferente. Você vai acabar descobrindo até mesmo algo sobre si.

11. ‘Fooled by Randomness’ – Nassim Taleb

Antifrágil

Nassim é autor de outros dois livros incríveis: Antifrágil, sobre eventos randômicos e como eles moldam nosso mundo e A Lógica do Cisne Negro, um de nossos favoritos aqui no 12’.
O autor Malcolm Gladwell é também fã de Nassim e já escreveu um perfil sobre ele para a New Yorker. Este é o primeiro livro do autor, que para Malcolm está para a Wall Street convencional como as 95 teses de Martin Luther estão para a Igreja Católica.
Leia se você quiser saber mais sobre a beleza das incertezas, probabilidades e riscos.

A Lógica do Cisne Negro

 nixon agonistes 12 minutos autor malcolm gladwell

12. ‘Nixon Agonistes: The Crisis of the Self-Made Man’ – Garry Wills

Malcolm Gladwell já disse que não se atreveria a escrever sobre política, porque acredita que já existem muitos autores fantásticos. Um deles é Garry Wills, que já ganhou um Pulitzer e escreveu esta biografia sobre Nixon.
O livro é considerado um clássico dos anos 70 e foi escrito pouco antes do ex-presidente renunciar ao cargo. Para quem tem curiosidade sobre a vida dele é perfeito, já que a obra apresenta uma visão nunca antes acessada de Nixon.
E aí, curtiu as dicas do autor Malcolm Gladwell? Veja agora como é possível alcançar o seu potencial máximo, seguindo apenas dicas de Gladwell.




Dicas infalíveis para desenvolver o importante hábito de ler livros

O hábito de ler tem um impacto muito positivo. O prazer que se tem com a leitura vem da possibilidade que os livros nos trazem de escaparmos um pouco do estresse do dia-a-dia, de aprender mais sobre assuntos novos, de explorar novas culturas e até mesmo de encontrar respostas para aquelas perguntas que nunca conseguimos responder.
Mas o hábito da leitura, mesmo que muito importante, não é comum entre a população do Brasil. Isso se deve a tentativa, muitas vezes forçada, de exigir que as crianças e adolescentes leiam uma lista de livros simplesmente “porque sim”.
Hoje em dia é ainda mais difícil manter este hábito de ler com a injusta competição que a leitura tem que passar contra o Netflix, Whatsapp e as redes sociais.
De acordo com publicação feita pelo CPDEC (Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada), a média de livros lidos por cidadão brasileiro é de apenas 4,7 ao ano. Dessa média apenas 1,3 livros não fazem parte da lista de títulos que as instituições de educação inserem na grade de estudos.

A importância do hábito de ler e como ele pode influenciar sua carreira

A leitura pode impactar positivamente não somente a sua vida pessoal, mas também a profissional. É comum que, durante uma entrevista de emprego, te questionem sobre os últimos títulos lidos. Pode parecer bobagem, mas com esta simples pergunta, o entrevistador pode descobrir se o candidato a vaga consegue:

      • Ser persuasivo quanto estiver diante de uma argumentação;
      • Mostrar interesse em aprender mais sobre assuntos novos;
      • Usar vocabulário culto quando necessário;
      • Escrever textos de qualidade;
      • Usar a criatividade para resolver problemas do dia a dia.

Como incentivar a leitura, afinal?

O hábito de ler livros regularmente pode ser desenvolvido ou é uma tradição herdada? Ainda que se aprenda a gostar de ler por causa do estímulo da família e que a escola tenha influência nesse processo, só depende de você correr atrás do próximo livro interessante para ler.
Nós sabemos que isto não é uma tarefa fácil. Mas o primeiro passo é reconhecer essa necessidade e estar interessado nesse desafio! Nas próximas linhas, vamos compartilhar algumas dicas que podem te ajudar nessa missão. Você vai perceber que elas são bem simples e podem ser seguidas por qualquer um.

Qual o seu estilo de livro favorito?

A motivação pela leitura começa quando você se identifica com o estilo de livro que mais gosta. Portanto, é necessário buscar vários títulos que com certeza agradarão antes de tudo.
Não comece indo atrás apenas de best sellers ou livros que estão na moda. Afinal de contas, as pessoas têm gostos diferentes, certo?
Se você se forçar a ler algo que não parece tão interessante e que possa ser chato, você aumenta as suas chances de se traumatizar e desistir de inserir o hábito de ler em sua vida.

Peça ajuda para seus amigos

Por outro lado, se houver grandes dúvidas sobre o que vale a pena ler, não tem problema nenhum em pedir ajuda. Quem não tem o hábito de ler diariamente, provavelmente vai ter dificuldade em reconhecer seu estilo preferido.
Se você é um desses que não sabe por onde começar, não tenha medo de consultar colegas, amigos e familiares. Pessoas que fazem parte de seu círculo social e que o conhecem minimamente bem com certeza serão capazes de fazer recomendações que podem agradar bastante.

Crie a sua hora da leitura

A disciplina pode ser uma grande aliada de um bom leitor. Quando você reserva um tempo e um horário para leitura na sua agenda, este hábito se torna algo automático.
Aposto que você conhece quem ama abrir um livro antes de dormir para pegar no sono. Já outros não resistem à vontade de ler na pausa do almoço, antes de voltar ao trabalho.
A questão é que a disciplina é capaz de trazer o hábito de ler para o cotidiano de maneira suave e o processo acaba sendo até mesmo inconsciente. Porém, isso não significa que o livro não possa ser aberto em outros momentos.
Existem “lacunas” de tempo que não costumam ser aproveitadas. Por exemplo, aqueles 20 minutinhos da viagem de metrô ou ônibus, aquela fila extensa no banco, aquela espera para atendimento em consultório médico – todos esses momentos podem ser ocupados com as páginas de um livro!
Todo leitor tem um perfil. Mas para que a leitura se torne de fato uma rotina, o ambiente tem que estar alinhado com essa proposta. Ficar longe de ambientes barulhentos é muito importante.
Mas se isso não for suficiente para manter a concentração, a nossa dica é juntar a leitura a outros hábitos que criem uma associação positiva na sua cabeça.
Vamos explicar o que isso significa logo abaixo.

Hábito de ler não é uma obrigação

Para começar, a leitura precisa passar a ser vista como uma atividade prazerosa e não como uma obrigação.
Vamos pegar como exemplo a última vez que você decidiu ir ao cinema. Só de pensar em assistir assistir um filme, sua mente já associa esse momento de diversão a uma séria de coisas agradáveis que você estará submetido: como comer uma pipoca deliciosa, boas companhias ou uma história incrível.
A nossa dica é agregar outras coisas prazerosas a esse momento de leitura. Que tal preparar uma pipoca doce bem gostosa com sua bebida favorita para se deliciar enquanto lê um livro?
Treinar sua mente para esse tipo de associação é um importante passo para passar a gostar de ler.

Acha que os livros são coisa do passado?

Passar algumas horas longe do Whatsapp e do Instagram é algo impossível para algumas pessoas. Se você é do tipo que não desgruda da tela do seu celular, temos uma boa notícia!
Hoje em dia há um monte de aplicativos de livros e aparelhos portáteis que te permitem continuar lendo quando e onde quiser de forma digital. E não são apenas livros – já existem inúmeros jornais e revistas online também.
O aplicativo 12min, por exemplo, oferece uma enorme quantidade de títulos resumidos justamente para quem não tem muito tempo disponível. Quem sabe ele não te ajuda a dar esse primeiro passo?
Você viu que não tem mais desculpa para virar um devorador de livros, não é? Espero que você tenha gostado dessas nossa dicas e que já comece hoje mesmo a criar um hábito de ler livros.
O que acha de dar uma conferida agora em um post que vai te ajudar a escolher suas próximas leituras?
________________________________________________________________________________
hábito de ler clube da pipoca Artigo produzido pela equipe do Clube da Pipoca.




Resumo do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

Você provavelmente gostaria de conhecer mais pessoas e fazer novos amigos, certo? E o que acha de ser capaz de influenciar quem está à sua volta? Essa é uma habilidade espetacular, que pode transformar a sua vida tanto no aspecto pessoal quanto profissional. É por isso que resolvemos trazer para você os ensinamentos do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas.

Esse livro, escrito por Dale Carnegie, é um clássico. Para você ter ideia, a sua primeira publicação ocorreu na década de 40 e chegou em sua 52º edição. Já vendeu mais de 50 milhões de cópias, colocando-o entre os livros mais lidos do planeta. Mas não pense que está ultrapassado, porque ele permanece atualíssimo!

O livro é dividido em princípios, que são regrinhas simples, que, quando seguidas, fazem com que você seja mais admirado e capaz de saber como influenciar pessoas e fazer amigos.

Quem foi Dale Carnegie

Vamos começar conhecendo um pouco mais sobre esse fantástico escritor. Filho de fazendeiros, Dale Carnegie cresceu em um ambiente humilde, no estado de Missouri (EUA). Mas isso jamais o afastou dos livros e dos estudos.

Seu primeiro trabalho foi como vendedor de cursos por correspondência. Depois disso, atuou em várias outras frentes até que, em 1912, começou a treinar pessoas sobre como falar em público.

No entanto, Dale Carnegie era tímido e ele viu na Academia de Artes Dramáticas uma saída para vencer essa barreira. Assim, em pouco tempo, ele passou de ator a palestrante de sucesso e, em 1913, escreveu o seu primeiro livro – “Falar em Público e Influenciar Homens de Negócios”.

Dale Carnegie tinha 48 anos (1936), quando lançou a sua obra-prima “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”. A partir desse momento, ele deixava registrado o seu nome, para sempre, no mundo da fama.

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Como lidar com pessoas

Princípio 1: nunca critique, condene ou reclame.

Sabe aquela pessoa que vive reclamando da vida? Para ela, sempre tem algo ruim. Criticar os outros, então, se tornou rotina. E isso afeta aqueles que estão ao redor. Todos ficam para baixo e as vítimas da crítica ficam ressentidas e com o orgulho ferido.

No livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie sugere que comecemos a observar se nós temos esse hábito e nos colocar no lugar do outro. Nós também temos nossos defeitos, não é? Esse autoconhecimento é muito importante e pode ser treinado.

Princípio 2: demonstre sua apreciação pelas pessoas.

Se você quer convencer uma pessoa de fazer algo, você deve despertar o desejo nela. E quer forma melhor de motivar e incentivar alguém do que demonstrando sua apreciação?

Mas atenção! Nada de bajulação. Estamos falando de elogios sinceros.

Princípio 3: atente-se ao objetivo do outro.

Nunca se esqueça de que o que você quer não é necessariamente o que o outro também quer. As pessoas têm objetivos diferentes, então, se você quer convencer alguém, primeiramente, coloque-se no lugar dele.

Como fazer com que os outros gostem de você

Princípio 1: demonstre interesse.

Esse primeiro princípio parece simples, mas muitos o deixam de lado. Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie afirma que se você quer que os outros gostem de você, você deve mostrar que faz questão deles também. Inclusive, sem deixar de lado os “menos importantes”.

Cumprimente todos e olhe nos olhos.

Princípio 2: sorria, você está sendo observado.

Afinal, um sorriso não custa nada a ninguém e deixa todos à sua volta mais felizes. Isso sem contar que uma pessoa que demonstra felicidade acaba se sentindo mais feliz também. Pode experimentar!

Princípio 3: lembre-se dos nomes.

Já reparou que a palavra mais bonita para nossos ouvidos é o nosso próprio nome? Pois é. E isso vale para todos! Se você quer conquistar as pessoas, chame-as pelo nome sempre que possível.

Princípio 4: saiba ouvir e demonstrar interesse pelo que os outros têm a dizer.

Se couber, faça perguntas e ouça atentamente a resposta. Nunca interrompa.

Princípio 5: procure saber sobre os interesses do outro.

Isso é essencial para que, em uma conversa, você possa abordar esses assuntos e garantir a atenção do outro. Além de uma boa conversa, você aprenderá sobre novos temas.

Princípio 6: faça com que o outro se sinta importante.

No livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie nos alerta que é bem comum as pessoas se sentirem superiores umas às outras. Portanto, para mostrar que você não é assim, abuse das palavrinhas mágicas, seja generoso e elogie.

Como convencer os outros

Princípio 1: evite discussões.

Como bem disse Dale Carnegie, a única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a.

Uma pessoa que perde uma discussão nunca é realmente convencida e influenciada por você. Além, claro, do ressentimento gerado. Isso não é nada bom. Lembre-se de que “quando um não quer, dois não brigam”. Em último caso, se surgir uma discussão, ouça o outro lado e admita que você pode estar errado.

Princípio 2: nunca diga ao outro que ele está errado.

Pegando um gancho no princípio anterior, as pessoas não gostam de saber que estão erradas, muito menos gostam de ser apontadas pelo erro.

Se você discorda de uma opinião alheia, só exponha o seu lado se o outro realmente quiser saber sua opinião. E, ainda assim, faça de maneira sutil, dizendo algo como “posso estar errado, mas eu penso diferente de você”.

Princípio 3: exponha seus erros.

Nem sempre você está certo, não é mesmo? E, ao perceber o erro, a tendência de muitos é se justificar. Não caia nessa! Seja honesto consigo mesmo e com os outros.

Princípio 4: não imponha, seja amigo.

Dale Carnegie acredita que a gentileza e a amizade são sempre mais fortes do que a própria força. Ou seja, não tente impor nada. Quando você se mostra uma pessoa amiga e sincera, as pessoas tendem a concordar com você e cooperar.

Princípio 5: faça o outro dizer “sim”.

Transformar um “não” em um “sim” é muito difícil. Então, sempre comece uma conversa com os pontos com os quais você e o outro concordam. Faça as perguntas certas, que naturalmente levam a pessoa a dizer “sim”. Com o encaminhar da conversa, você verá que ficará mais fácil conquistar o outro.

Princípio 6: fale pouco.

Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Dale Carnegie também expõe que quando as pessoas acreditam que estão certas, tendem a falar demais, sempre tentando convencer os outros.

O que nos é proposto é justamente o oposto. Ouça bastante, não discorde e encoraje a pessoa a continuar. Deixe que ela fale até se satisfazer. Só fale de você e de seus feitos se te perguntarem.

Princípio 7: esqueça que a ideia foi sua.

Às vezes, precisamos esquecer quem foi realmente o pai da ideia para focar nos resultados. As pessoas, no geral, valorizam mais as ideias que são delas. Assim, faça suas sugestões, mas deixe que o outro tire suas próprias conclusões. Isso será um estímulo à ação.

Princípio 8: coloque-se no lugar do outro.

Ao se perguntar “como eu reagiria se fosse o outro?”, você começa a entender melhor as motivações dele. Logo, você saberá como dirigir melhor a conversa e se tornará mais fácil ser tolerante e compreensivo.

Isso é a empatia, um dos princípios da inteligência emocional!

Princípio 9: seja solidário.

Todas as pessoas precisam de solidariedade e atenção. Diga sempre “eu entendo” ou “eu também me sinto assim”. Você pode, inclusive, usar isso para transformar uma hostilidade em amizade.

Princípio 10: busque apelar a motivos nobres.

Segundo Carnegie, a maioria das pessoas é honesta e quer honrar seus compromissos. Logo, na maior parte das vezes, as pessoas vão agir favoravelmente se sentirem que você as considera honestas, corretas e justas.

Princípio 11: seja dramático e saiba expor a verdade.

Muitas vezes, falar a verdade não basta. Você deve contá-la de forma vívida, interessante e dramática, para chamar a atenção do outro.

Portanto, aprenda a expor melhor suas ideias, a fim de tocar os corações das pessoas.

Princípio 12: seja desafiador.

Todos nós temos um desejo de conquistar e gostamos de uma competição. Então, se nenhum dos princípios deu certo até agora, lance um desafio.

Como ser líder

Princípio 1: elogie antes de criticar.

Como líder, você com certeza vai passar por inúmeras situações em que terá que fazer críticas construtivas. Uma boa dica nesse caso é começar a conversa com um elogio. Ele funcionará quase que como uma anestésico.

É como disse Ben Horowitz em seu best seller The Hard Things About Hard Things, trata-se da estratégia do “shit sandwich” (isso mesmo, sanduíche de merda). Você começa com um elogio, faz a crítica e depois elogia novamente. Só tome cuidado com executivos maduros. Como o próprio Horowitz explica, eles tendem a encarar esta abordagem como ensaiada e não sincera, por isso ela funciona melhor com colaboradores mais juniores.

Princípio 2: critique indiretamente.

Como é bem sabido, a maior parcela da população tem dificuldades em lidar com críticas. Assim, Carnegie sugere que sejamos mais indiretos no momento da crítica. Uma dica é substituir o “mas” ou o “porém” por “e”. Isso irá gerar uma sensação de desafio.

Princípio 3: comece falando dos seus erros.

Uma maneira de falar com o outro sobre os defeitos dele é começar falando dos seus. Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, o autor nos sugere que sejamos humildes e mostremos que nós também cometemos erros no passado. O outro ficará bem mais aberto a receber nossas críticas.

Princípio 4: não dê ordens.

O que pode parecer contraditório de início, na verdade, não é. Um líder, claro, precisa delegar funções. Mas o que nos é proposto aqui é, ao invés de dar ordens, fazer perguntas como “o que você acha de fazermos [esforço desejado]?”.

Essa estratégia estimula a criatividade e a proatividade.

Princípio 5: não passe por cima dos sentimentos do outro.

Ao invés de enfatizar a falta de capacidade do outro, enfatize a falta de experiência. É importante que ele não perca a auto-estima.

Princípio 6: incentive para o sucesso.

Mesmo ao menor sinal de progresso, incentive. Isso estimula o outro a progredir mais. Lembra dos elogios que você recebeu ao longo da vida que o fizeram evoluir como pessoa? É exatamente isso.

Princípio 7: dê ao outro uma boa reputação.

Se você tratar o outro dando a ele uma reputação, ele viverá à altura. Para isso, trate-o como se ele tivesse uma habilidade que você quer desenvolver, sempre o estimulando.

Princípio 8: torne as falhas fáceis de serem corrigidas.

Mostre sempre que você confia na capacidade do outro de se desenvolver. Mostre que é fácil corrigir uma falha do outro, de forma que ele não perca a motivação.

Princípio 9 deixe o outro feliz por seguir seus conselhos.

Que tal dar autoridade para quem aceita suas decisões? O reconhecimento estimula o desenvolvimento.

Trechos do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Aqui vão algumas frases do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas que são bem interessantes:

Como fazer amigos e influenciar pessoas na era digital

Essa obra é essencial para quem quer aprimorar suas relações interpessoais. Claro que não dá para imaginar que vai ser tudo mil maravilhas! Os conhecimentos apresentados em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas funcionam grande parte das vezes e para a grande maioria das pessoas, mas não garantimos 100% de eficácia.

Principalmente na era que estamos vivendo, onde o comportamento das pessoas tem mudado. De acordo com o livro Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital, nós nem sequer vivemos mais na era digital, mas na pós-digital. Para o autor, Walter Longo, essas mudanças estão atingindo o consumo e transformando novamente as relações entre marcas e pessoas, empresas e comunidades, gestores e colaboradores.

Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital

E isso é fato. Não foi atoa que, recentemente, lançaram um complemento à obra de Dale Carnegie: Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas da Era Digital. Um dos grandes ensinamentos dessa obra é complementar ao princípio que diz que devemos falar menos e ouvir mais.

O autor afirma que as pessoas, mais do que nunca, querem ser ouvidas. Por isso há tanta exposição na internet!E como você ja deve saber, as ferramentas web já antecipam e sugerem coisas que possam ser relevantes para você, considerando seus hábitos de navegação. Se antes os algoritmos eram criados para seguir as pessoas, agora eles acompanham o tempo todo o usuário, a fim de aumentar cada vez mais a relevância do que aparece para você.

Encontrar o que você busca ficou muito mais fácil, mas, consequentemente, menos desafiador – e você se lembra que falamos em um dos princípios acima que as pessoas gostam de um desafio e do prazer da conquista, não é?

Além disso, com esse avanço tecnológico, muitas conversas deixaram de ser face a face para se dar por meio de redes sociais. Por um lado, isso torna mais difícil aplicar algumas das técnicas de Carnegie, afinal, por mensagem é muito complicado – para não dizer impossível! – expressar suas emoções.

Por outro lado, as pessoas continuam sensíveis a críticas, carentes de motivação e de boa reputação, interessadas em pessoas honestas e solidárias, e por aí vai… Portanto, aí está uma excelente oportunidade para tentar colocar a mão na massa com os conhecimentos adquiridos aqui! Com o passar do tempo, você vai ganhando experiência e aprimorando a prática. Quando você menos esperar, esses princípios do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, se tornarão um hábito positivo na sua vida. Você se tornará cada vez melhor em entender, lidar e influenciar as pessoas.

Como fazer amigos e influenciar pessoas

E aí, gostou de aprender como fazer amigos e influenciar as pessoas? Dê um pulinho na plataforma do 12min para ler o microbook completo ou ouvir o audiobook Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas.

Agora, você vai gostar de dar uma lida no nosso post sobre os erros de linguagem corporal. Eles também influenciam muito nos nossos relacionamentos!




Como organizar um setor de sucesso do cliente

Investir no sucesso do cliente é um caminho certo para o crescimento do próprio negócio. Afinal, essa é uma excelente ferramenta para satisfação desse cliente e para mantê-lo com a sua marca.

Sucesso do Cliente

Outro bom motivo para você apostar no sucesso do cliente está na geração de receita. Isso porque, a maior parte da receita de relacionamento com um cliente acontece no pós-venda.

Para alguns especialistas, o setor de sucesso do cliente bem estruturado e que funciona de maneira eficaz é uma das iniciativas mais importantes em todos os tipos de empreendimentos nos dias atuais.

Alguns profissionais acreditam, inclusive, que o setor de sucesso do cliente é o que faz a diferença entre um negócio que está despencando e o outro que comemora um crescimento acelerado.

Mas o que é sucesso do cliente?

Sucesso do cliente, ou Customer Success (CS), é um setor da empresa focado em garantir que todas as pessoas que adquirem o seu produto/serviço tenham os resultados desejados ao usá-lo.

No entanto, sucesso do cliente não se limita a ser apenas um setor. É mais: é também uma forma de pensar que deve permear todas as ações da empresa.

Isso significa que cada funcionário deve atuar sempre com o pensamento no sucesso do cliente.

Como montar uma área de sucesso do cliente na sua empresa

Sucesso do Cliente

Certamente, você já entendeu a importância dessa área não apenas para o crescimento do seu negócio, mas também para sobrevivência dele.

Mas, para garantir o sucesso do cliente no pós-venda, é imprescindível saber quando, por que, onde e como ele está usando o seu produto/serviço.

Assim, um setor eficaz demanda pessoas, tecnologia, monitoramento em tempo real do cliente, uso de métricas e processos focados em resultados.

Monte e treine a equipe

Sua empresa precisa ter gente para cuidar do pós-venda. Se não puder montar uma equipe especialmente para essa tarefa, comece com uma pessoa 100% dedicada ao sucesso do cliente.

Essa pessoa ou o seu time precisam ser treinadas para apoiar o cliente e transformar a experiência dele com a sua marca em algo realmente prazeroso.

É essencial que essa equipe seja proativa, conheça bem os seus produtos/serviços e tenha paciência e boa comunicação para interagir com o cliente, resolver as demandas e aproveitar ao máximo os feedbacks recebidos.

Você pode estar se perguntando qual o porte de empresa que deve implantar um sucesso do cliente? A resposta é: todos.

Equipes menores com funções distintas

Quando o setor de sucesso do cliente começar a se expandir, uma boa dica é dividir o time em pequenos grupos, como por exemplo, por função (consultoria, suporte, onboarding etc).

Isso é fundamental, uma vez  que grupos menores são mais produtivos, fáceis de serem gerenciados e a comunicação entre os integrantes flui de forma rápida e eficaz.

Não existe um número certo de funcionários para cada célula dessa equipe. No entanto, lembre-se da “regra das duas pizzas”, do CEO da Amazon, Jeff Bezos. A ideia é: “nunca reúna um número de pessoas em que duas pizzas não sejam suficientes para alimentar todo o grupo”.

A divisão de funções também é importante para evitar que todo mundo fique fazendo a mesma coisa, ao mesmo tempo. Além disso, a especialização dos funcionários pode gerar rapidez e eficácia no atendimento ao cliente.

Escolha o gerente certo para o seu time

Sucesso do Cliente

O gerente ou diretor é a pessoa responsável para manter o time jogando junto e focado no sucesso do cliente. Algumas características fundamentais desse profissional são: ser sociável, empático, analítico e engajado. Deve saber planejar e ter visão estratégica.

Tenha metas e métricas

É essencial medir os resultados da sua empresa e dos seus clientes regularmente. Mas, como ocorre em todos os setores da organização, o sucesso do cliente também precisa trabalhar com metas. Elas podem ser vinculadas à taxa de cancelamento de serviços ou à satisfação do cliente, por exemplo.

Atenção aos contratos

No momento de pagar por um produto ou serviço, é natural que o consumidor questione se realmente precisa estar colocando dinheiro nisso.

Uma equipe preparada pode mostrar para esse cliente as vantagens dessa aquisição, de maneira que ele se sinta confortável e confiante de que está fazendo a coisa certa.

Adquira um software de sucesso do cliente

Sucesso do Cliente00

Esse software deve conectar-se com outros softwares da empresa, inclusive, com o CRM. Assim, é possível monitorar as atividades do usuário com o produto e as entradas do CRM, mapeando as tendências, fornecendo estatísticas e previsões.

Outra vantagem do software é que ele permite às equipes de sucesso do cliente interações telefônicas, via email, bate-papo e até mesmo presenciais.

Aposte na solução

O seu software de sucesso do cliente deve ser de fato uma plataforma de solução, integrando tecnologia, marketing, vendas, serviços profissionais, treinamento e suporte em um produto de relacionamento para a era SaaS/Cloud.

Desenvolva uma estratégia de sucesso do cliente

O sucesso do cliente deve permear todos os aspectos do seu negócio. Levante todas as informações sobre o cliente, seus hábitos de compra, experiências com a sua marca, relacionando com a sua empresa etc.

Todos os dados levantados devem subsidiar as equipes do setor de sucesso do cliente em todas as suas ações.

Agora que você já sabe da importância de se investir no sucesso do cliente e tem as dicas de como fazer isso, é hora de dar a largada para o crescimento do seu negócio.

E nós temos uma sugestão de leitura para você:

Experiência Inesquecível para o Cliente – Kenneth Blanchard

Um excelente atendimento não significa apenas dar ao cliente o que ele quer. Você precisa criar uma experiência fantástica, com consumidores felizes, a ponto de deixar os seus competidores para trás.

O resumo dessa obra está na plataforma 12MIN. E lá você encontra inúmeros outros títulos e autores famosos que vão ajudá-lo a impulsionar o seu negócio.

Boa leitura!