Guia definitivo: como fazer marketing pessoal de sucesso
Se você quer ter sucesso, seja no trabalho ou nos relacionamentos pessoais, precisa se destacar. E, para se destacar, deve se mostrar, dando a cara a tapas. Mas isso é só o começo. Há uma série de técnicas que ajudam você a se mostrar da melhor forma. Eis o marketing pessoal! Mas você sabe bem o que é? Por que ele é tão importante? Como fazer marketing pessoal de sucesso? Confira neste post as respostas para todas essas perguntas e mais 4 boas práticas para elaborar um marketing pessoal de sucesso e se destacar no mercado. Está preparado?
O que é o Marketing pessoal?
Trata-se de um conjunto de estratégias voltadas para melhorar a sua imagem. Ou seja, é tudo o que você faz para que as pessoas o vejam de forma positiva, atribuindo-lhe mais valor. Só não confunda marketing pessoal com publicidade! E cuidado para não transformar as suas ações em exibicionismo. E, também, não queremos falar de habilidades ou competências individuais. O assunto aqui é o que pode ser construído e trabalhado com uma boa comunicação e bons relacionamentos.
Marketing pessoal, para que fazer o seu?
Já reparou que trabalhar com o marketing pessoal é muito mais difícil do que com o marketing de uma empresa? Afinal, se você queima o seu filme de alguma forma, não será possível, simplesmente, relançar o produto, com uma nova fórmula. O produto é você. Por isso, devem ser traçadas estratégias de ação. Agora, pense nos grandes líderes e empreendedores. Todos ficaram famosos e começaram a ter sucesso no momento em que seus trabalhos passaram a ser divulgados, não é mesmo? O problema é que tem gente que peca para o outro lado. E ATENÇÃO a isso! Não se esqueça nunca de que, ao se mostrar, você deve tomar cuidado para não soar como prepotente ou arrogante! Mais um motivo para você dominar as técnicas que vamos apresentar a seguir. Além do mais, a vida é um mar de oportunidades que nós mesmos criamos. Lembre-se disso. “É um desperdício de tempo e energia ficar pensando em algo que você não faz nada para acontecer”, como disse David Allen, em seu livro A Arte de Fazer Acontecer. Está entendendo a importância de como fazer um bom marketing pessoal?
Como fazer marketing pessoal?
Agora que você já entendeu o que é marketing pessoal, vamos às boas práticas:
1. Conteúdo
O primeiro passo é o autoconhecimento. Conheça bem a si mesmo, suas habilidades, competências… O que você tem a oferecer? O que você entrega de valor? Procure sempre fortalecer as suas fraquezas e aprimorar o que você já tem de melhor. Algumas características básicas, também, são essenciais para um bom marketing pessoal:
Proatividade: corra atrás dos seus objetivos, sem medo, e não espere os problemas chegarem até você – já esteja com a solução pronta.
Atitude:tenha iniciativa, ousadia e comprometimento.
Transparência: seja sincero o tempo todo, mesmo que isso envolva admitir um erro ou uma falha.
Ética: esteja sempre comprometido com as regras e os bons costumes do local onde você está, e mantenha o respeito.
Positividade: seja otimista, sonhe grande e corra atrás para conquistar seus objetivos da melhor forma.
Humildade: nunca se ache melhor do que os outros e tenha cuidado sempre para não exalar prepotência.
2. Embalagem
Geralmente, primeiro contato que temos com um produto é a sua embalagem, certo? E já que estamos fazendo essa analogia, pense: quando você está em dúvida entre dois produtos de mesmo conteúdo e preço, qual será o critério de escolha? Admita, a embalagem faz a diferença! E com os seres humanos, a coisa não é diferente. Felizmente ou infelizmente, a “embalagem” conta muito. Afinal, “você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão”. Portanto, quando o assunto é marketing pessoal, preocupe-se com sua aparência:
Vestimentas: NÃO estamos falando em usar roupas de marcas caras ou em desfilar por aí como um modelo, magro e esbelto. O que conta ponto a seu favor em marketing pessoal é que você mostre ser alguém que se preocupa consigo mesmo.
Vista-se conforme o local que você irá frequentar. Principalmente, no ambiente de trabalho – profissionais de RH afirmam que os trajes revelam muito sobre seu comprometimento. E nem precisamos lembrá-lo do banho diário, cabelos cortados, limpos e penteados, unhas aparadas… enfim, os devidos cuidados com a higiene pessoal, não é mesmo? Parece óbvio, mas ainda tem muita gente por aí pulando essa etapa.
Comunicação: marketing pessoal pede muita atenção ao vocabulário e à fala. Isso também mostra muito sobre quem você é, podendo transmitir ou não credibilidade.
O corpo fala, então, quando dizemos ‘comunicação’, também nos referimos à sua postura e gestos, ok? Coluna ereta, nada de gestos obscenos, seriedade quando o ambiente pede…
3. Posicionamento
Mais uma vez, avalie-se. Para o sucesso do seu marketing pessoal, pense em você como se fosse uma marca. Vamos listar uma série de perguntas que você deve responder para montar um bom posicionamento.
Quais são suas forças e fraquezas?
Quais são as ameaças e oportunidades à sua volta?
O que você tem de diferencial?
Quais são os seus valores?
Quais os valores as pessoas esperam de você?
Onde você quer chegar?
Coloque tudo isso em um papel e trace seu objetivo, lembrando que as suas respostas devem se conectar com esse objetivo. E saiba: se você faz o que todos fazem, não espere ser lembrado de forma diferente. Assim, sugerimos que você tenha algo seu. E mostre isso. Alguma individualidade que seja a sua marca.
4. Promoção
Agora que você já está pronto, mostre-se! Vá a eventos, faça muito networking e use as redes sociais a seu favor. Mas tome cuidado! Você deve usar as redes sociais de maneira correta. O seu marketing pessoal exige que você mantenha a sua rede social sempre atualizada. Faça publicações de acordo com o posicionamento planejado acima. E nada de fotos que exponham demais o corpo, nada de divulgar informações equivocadas, nem conteúdo que possa ser depreciativo. Aprendeu? Você deve saber também que esse é um conjunto de práticas que trabalham juntas! Pensar só no conteúdo ou apenas na aparência não ajudará muito no seu marketing pessoal. Pelo contrário, isso pode gerar nos outros uma quebra de expectativa e queimar o seu filme.
Conexão entre as pessoas
Uma das partes mais importantes – e talvez a mais difícil – para um marketing pessoal é manter um bom relacionamento interpessoal. Para isso, indicamos um livro que é o guia clássico para melhorar sua capacidade de se relacionar com os outros. Trata-se do Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas. Você provavelmente já ouviu falar desse best-seller, não é? E, se não o leu ainda, pode ter a certeza de que vale muito a pena. A primeira edição foi publicada há mais de 70 anos e é impressionante como ele se mantém atual. O autor Dale Carnegie fornece técnicas e métodos simples para que qualquer pessoa alcance seus objetivos pessoais e profissionais, por meio de relacionamento fortes e duradouros. Outra dica de ouro é investir na sua inteligência emocional. Esse é assunto que você precisa dominar para ter sucesso no seu marketing pessoal.
Vá mais longe!
Gostou desse post? Já sabe como fazer marketing pessoal? Agora, o que você acha de avançar um pouco e aprender mais sobre marketing? Aqui, no 12min, temos uma categoria cheia de microbooks sobre o tema.
Nossa sugestão é começar por este daqui: Marketing Pessoal
Happy reading!
Entenda as vantagens do buzz marketing e comece a usá-lo
Tecnologia de ponta e inovação não foram suficientes para tirar de campo o famoso boca a boca. No mundo dos negócios, inclusive, ele está mais vivo do que nunca e vem sendo usado como estratégia de buzz marketing.
Muitas empresas estão adotando buzz marketing para manter o foco e a atenção das pessoas sobre a sua marca. E, para tomar essa decisão, elas se amparam em pesquisas.
Por exemplo, o relatório da empresa americana Nielson aponta que 92% dos consumidores entrevistados confiam totalmente na indicação de um amigo ou familiar acima de qualquer outra forma de propaganda.
Mais um dado da Nielson para você refletir: 77% dos consumidores são motivados a comprar um novo produto, quando o conhecem por meio de uma recomendação boca a boca.
Outro levantamento divulgado em 2015, pela CMO, revelou que, naquele ano, o boca a boca foi responsável por 6 trilhões de dólares em consumo em todo mundo.
Entendendo melhor o buzz marketing
Mesmo inconscientemente, todos nós fazemos buzz marketing no nosso dia-a-dia. Isso acontece quando falamos bem de um filme que assistimos no cinema ou de uma série da Netflix, incentivando as demais pessoas.
Fazemos buzz marketing quando elogiamos a comida e o atendimento exemplar de um restaurante, a performance de um carro ou a competência do médico…
Ou seja, buzz marketing é uma estratégia que tem como objetivo fazer as pessoas falarem sobre sua marca. A ideia é criar burburinhos e debates, colocando o seu produto ou serviço na boca do povo.
Esse é um conceito antigo, já usado pelos circos, por exemplo, para atrair os visitantes. Se você é desse tempo, certamente se lembra dos desfiles pelas ruas da cidade, com seus palhaços, malabaristas e animais, durante o dia. Com isso, tornavam-se o assunto entre os moradores e, o resultado: casa cheia na hora do espetáculo.
Princípios básicos do buzz marketing
Você precisa gerar buzz (ruído, murmúrio) para dar às pessoas motivos para falarem sobre você. Mas, o buzz marketing de resultado não ocorre aleatoriamente no meio empresarial. Pelo contrário, as empresas fazem planejamentos estratégicos.
Além disso, você precisa se assegurar de que o seu produto/serviço é tudo aquilo que o consumidor está falando. Do contrário, seu esforço será visto como uma propaganda enganosa.
E mais: não adianta falar uma vez e sumir do mapa. O sucesso do buzz marketing está na qualidade, mas também na consistência das suas ações direcionadas para o público certo.
Buzz marketing e marketing viral
Marketing viral foca na criação de alguma peça (vídeo, cartaz etc) ou campanha que tenha alto teor de compartilhamento – “viralizável”. Nesses casos, o conteúdo é relevante para as pessoas a ponto delas quererem passar adiante.
Num primeiro momento, marketing viral e buzz marketing podem parecer a mesma coisa. Mas não são. A principal diferença é que o viral foca em compartilhar uma mensagem de forma espontânea, enquanto buzz marketing trabalha para estimular um debate sobre a marca.
Os seis botões para disparar ruídos
Mark Hughes, autor do livro Buzzmarketing: Get People to Talk About Your Stuff, relaciona seis botões que levam as pessoas a falarem sobre alguma coisa. São eles:
1 – Tabu
Segundo Hughes, faz parte da natureza das pessoas falarem sobre o que não devem. Assim, as empresas tendem a lançar mão de assuntos polêmicos, que geram discussão social. Como esses temas, geralmente, dão margem para diferentes pontos de vista, eles geram o debate acirrado.
O cuidado aqui é para não abusar e passar dos limites. Se isso acontecer, provavelmente, você vai criar um monte de inimigos.
2 – O incomum
Crie algo exclusivo para brilhar mais que os outros na multidão e as pessoas falarão de você. Pode ser uma mensagem ou uma oferta, mas tem que ser algo único. E pode ser, também, o lançamento de uma coisa totalmente inovadora.
3 – O notável
Ninguém vai falar sobre a sua marca se ela não oferecer alguma coisa que esteja acima da média. Então, invista em algo notável e instigue o debate entre as pessoas. A ideia é que seja um diferencial de altíssima qualidade e inesperado.
4 – O ultrajante
Quando se trata de negócio, isso não é algo simples de se fazer. É preciso ficar atento para que o conteúdo do buzz marketing tenha relação direta com a sua marca. Ou seja, se você fizer um vídeo que causa reação nas pessoas, mas que elas não associem a mensagem com a sua marca, você sairá no prejuízo,
5 – O hilariante
Essa é a estratégia que faz as pessoas rirem ou se divertirem, mas também é muito difícil de ser aplicada no mundo dos negócios. Nesse caso, também, o seu material engraçado tem que ter conexão com a marca.
6 – Os segredos
As pessoas adoram falar de segredos. Elas amam o mistério e descobertas privilegiadas. Quando alguém fica sabendo de um segredo, ela quer logo contar para os outros. Esse é um prato cheio para colocar a sua marca de boca em boca. O sucesso desse gatilho está em revelar informações a conta-gotas ou dar pistas para aguçar a curiosidade das pessoas.
Buzz marketing – exemplos
Veja 3 exemplos de buzz marketing para você se inspirar:
Coca-Cola: quando lançou um comercial admitindo que o refrigerante Coca-Cola realmente causa obesidade.
O Boticário: quem não se lembra do comercial em que casais heterossexuais e homossexuais trocavam presentes na comemoração do Dia dos Namorados? Teve gente contra, a favor e a turma do tanto faz…
Steve Jobs: um especialista em buzz marketing. Em suas apresentações, quando ele dizia “One more thing”, a plateia ia ao delírio porque sabia que algo espetacular estava por vir.
Então, está preparado para usar o buzz marketing a favor do seu negócio? Lembre-se do valor dessa estratégia. Como disse o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, “pessoas influenciam pessoas. Nada influencia mais do que a recomendação de um amigo”.
E, agora, a dica de leitura da equipe 12MIN para você.
O autor ensina as técnicas para gerar buzz, focadas em negócios com poucos recursos financeiros, trazendo resultados rápidos e extraordinários. A proposta de Jonah Berger é tentadora: entender os princípios que transformam um conteúdo em um viral contagiante, que será compartilhado milhares de vezes a cada segundo, gerando visibilidade para a marca, além, é claro, de um impacto positivo nas vendas. Imperdível.
Boa leitura!
O Que é Análise SWOT e Como Montar sua Matriz?
Você sabe o que é análise SWOT? Trata-se de uma ferramenta que ajuda negócios a entenderem quais são suas fraquezas, forças, oportunidades e ameaças. É excelente para a área de marketing e também pode ajudar a traçar estratégias e tomar decisões. Quando a análise SWOT de uma empresa é conduzida da maneira correta, pode trazer à tona informações e esclarecimentos que seriam descartados em outras ocasiões. Neste artigo, vamos explicar o que é análise SWOT, como você pode aplicá-la e quais são os benefícios para o seu negócio. Vamos lá!
O que é análise SWOT?
SWOT é sigla de Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). A matriz ajuda a organizar cada um desses itens relacionados ao seu negócio em um só lugar e com um visual amigável. Enquanto forças e fraquezas são elementos internos (como reputação, patentes, localização), oportunidades e ameaças são externas (fornecedores, competidores, preços). A análise SWOT de uma empresa pode ser feita logo no início, na fase de projeto e deve ser repetida ao longo do tempo de vida do negócio. A análise SWOT foi criada por Albert Humphrey, que testou a abordagem durante os anos 1960 e 1970 no Instituto de Pesquisa de Stanford. A partir de então, a análise, que foi desenvolvida para empresas e baseada em dados das organizações Fortune 500, começou a ser utilizada por instituições de todo tipo pelo mundo. Você pode utilizar para decidir sobre investimentos, parcerias e novos projetos. Também pode ajudar em tempos de crise, colocando as coisas em perspectiva. A intenção que a organização ganhe insigths sobre sua posição atual e no futuro, tanto no mercado quanto frente a um objetivo. Entenda melhor cada um dos pontos a seguir para aprender como fazer análise SWOT.
Como fazer análise SWOT
Para que sua análise SWOT tenha sucesso, preencha a matriz com a ajuda de uma equipe composta por pessoas com perspectivas variadas. Conte com pessoas do marketing, vendas, atendimento ao cliente. Una essas visões com informações sobre a empresa, como reclamações, dados e tudo mais que for sensível ao projeto. Para conduzir a discussão, é preciso utilizar a matriz SWOT, que é como esta: Basta fazer um quadrado e dividi-lo em quatro, identificando cada um de acordo com esse exemplo. Para preencher, o ideal é utilizar post-its. Assim, se alguma coisa mudar, é possível alterar o que foi escrito sem que tudo vire uma bagunça. É importante que a discussão seja flexível, como um brainstorming. Coloquem os pontos que acreditem pertencer a cada quadro e quando começar a tomar uma forma que faça mais sentido, coloque cada um por ordem de prioridade. Para ajudar você a fazer a análise SWOT de uma empresa, faça as perguntas abaixo.
Forças (fatores internos e positivos)
Aqui vocês devem descrever os atributos internos, tangíveis e intangíveis e que estão sob o controle da empresa.
O que você faz bem?
Quais recursos internos você tem? Aqui podemos incluir atributos das pessoas, como know-how, credenciais, networking, habilidades. Também adicionamos ativos da companhia, como capital, crédito, clientes, tecnologia.
Quais são suas vantagens em relação à competição?
Quais fatores internos adicionam valor à sua entrega?
Fraquezas (fatores internos negativos)
Esses são os aspectos que tiram valor da sua empresa e representam desvantagem competitiva. Você precisa conhecer esses fatores para saber como superá-los.
O que está sob seu controle e o deixam menos competitivo?
Quais áreas precisam de melhorias para atingir seus objetivos e conquistar mais vantagem competitiva?
O que falta no seu negócio? Quais recursos são limitados?
Oportunidades (fatores externos positivos)
Estes são os atributos externos que trazem prosperidade ao seu negócio e não estão sob seu controle.
Quais oportunidades existem no mercado ou no seu habitat que podem beneficiá-lo?
A percepção do seu negócio pelo público é positiva?
O mercado cresceu nos últimos tempos ou apresentou novas oportunidades?
A oportunidade está acontecendo ou existe apenas uma janela? Quanto tempo você tem para inovar e aproveitar isso?
Ameaças (fatores externos negativos)
Ameaças são externas e fogem do seu controle, colocando a empresa em risco. Você precisa conhecê-las para criar planos para se proteger caso ataquem.
Quem são seus existentes ou potenciais competidores?
Quais fatores além do seu controle colocam a organização em risco?
Quais são os desafios criados por alguma tendência não favorável ou desenvolvimento que podem deteriorar seus lucros?
Quais situações podem enfraquecer suas ações de marketing?
Existiu alguma mudança significativa em preços de fornecedores ou disponibilidade de matéria-prima?
Houve mudança no comportamento do consumidor, na economia ou no governo que poderiam reduzir as vendas?
Alguma nova tecnologia foi desenvolvida que pode tornar seus produtos e serviços obsoletos?
Quando você aprende o que é análise SWOT e sabe como montar a matriz, pode identificar cada fator e pode planejar o que deve ser impedido e o que deve ser cultivado.
Prós e contras de fazer análise SWOT de uma empresa
A análise SWOT pode ajudar muito o processo de decisões da sua organização, criando uma representação visual dos vários fatores que definem seu presente e futuro. Aliás, você pode utilizar a matriz para avaliar algo pessoal, como a carreira ou outro grande projeto de vida. O framework é muito flexível. Essa visão é importante para compreender bem esses fatores, ajudando a contemplar as dinâmicas variadas que impactam o seu sucesso. Mas a análise SWOT tem seus limites, pois pode nem sempre incluir todos os fatores relevantes nos quatro elementos. Nesses casos, a perspectiva é distorcida. Além disso, como a discussão acontece uma vez e não tem como sabermos se os fatores vão mudar, a análise SWOT tem uma vida útil. Para traçar estratégias gerais, por exemplo, recomendamos fazer uma vez ao ano. Mas, se você sentir que seu mercado ou indústria muda com velocidade maior, não tenha medo de aumentar a frequência. Para complementar suas estratégias, sugerimos as leituras:
Uma forma diferente de traçar metas, focando em 12 semanas ao invés de 12 meses. Quem sabe aqueles planos de ação que você e sua equipe traçaram na análise SWOT não são colocados em prática?
Agora que você sabe o que é análise SWOT e entende como pode criar sua matriz e entender seu mercado, precisa saber como mudar a situação. Este livro traz formas inovadoras de traçar estratégias.
Depois de aprender como fazer a análise SWOT, é preciso se preparar para a mudança. Lançado em 1996, este livro continua atual e é uma das maiores referências para a gestão no mundo. Todos esses livros estão disponíveis na nossa plataforma. Acesse aqui e comece seu trial! Você pode também ler e ouvir os resumos direto do seu celular, pelos apps para Android e iOS. Nós gostamos muito de ouvir a sua opinião! Fique à vontade para comentar o que você achou desse post sobre o que é análise SWOT, das publicações que sugerimos, dentre outros assuntos.
Happy reading!
O que é receita previsível e suas vantagens
Uma estratégia de sucesso da Salesforce virou livro: Receita Previsível. Escrito por Aaron Ross, um dos maiores especialistas em vendas B2B/SaaS do mundo, e Marylou Tyler, o best-seller revela como a empresa gerou milhões de dólares em novos contratos.
Em pouco tempo, Receita Previsível transformou-se em referência para todos os empreendedores que buscam dar uma guinada nas vendas. O método apresentado no livro vem sendo estudado e copiado por organizações no mundo inteiro.
O que é receita previsível
Receita Previsível é a estratégia para transformar o seu time em uma máquina de vendas, por meio da geração de mais leads e previsibilidade. A proposta é investir em um processo consistente, para não ficar apagando incêndios a todo instante
Contra a corrente
Enquanto a grande maioria das organizações defendia o aumento do contingente de vendedores motivados para alavancar as vendas, Aaron seguia um caminho oposto.
Ele estava convencido de que a solução do problema não dependia do tamanho da equipe, mas do aumento de novas pessoas interessadas no produto/serviço. Em síntese, na geração de leads.
Testando a sua teoria
Aaron trabalhava na Salesforce, onde os vendedores realizavam todo o processo comercial – do início ao fim. Então, ele decidiu experimentar uma estratégia nova de vendas. Montou um pequeno time, em que os papéis eram especializados.
Esse grupo não fazia cold calls para os consumidores potenciais. A ferramenta principal era o e-mail e a missão era gerar novas oportunidades qualificadas de empresas que não tinham interesse nos produtos da Salesforce.
Somente depois que essas empresas tornavam-se potenciais clientes é que elas eram repassadas para os vendedores responsáveis pelo fechamento e pela meta financeira. O resultado: mais de $100 milhões nas receitas da Salesforce
Os 3 pilares da Receita Previsível
A estratégia de Aaron em sua “receita previsível” está amparada em 3 pilares, que devem ser combinados em um processo padrão:
Clareza do tamanho de cada contrato que você busca;
Definição de prazos realistas para atingir seus objetivos.
Cold Calling 2.0
Conheça as principais novidades do jeito novo de vender, batizado por Aaron de Cold Calling 2.0:
Prospectar passou a ser uma tarefa exclusiva de um grupo especializado e não mais de todo o time de vendas.
A abordagem dos prospectores mudou para “podemos realmente ajudar esta empresa?” e não apenas fechar uma venda.
A métrica-chave passou a ser o número de novos leads qualificados gerados por dia em substituição à quantidade de pessoas que um vendedor era capaz de ligar diariamente.
As ligações vinham de recomendações das pessoas e isso fazia com que elas fossem recebidas com mais atenção.
Time especializado
Para ter resultados significativos, Aaron apostou na especialização das equipes. Assim, a empresa pode colocar seus profissionais mais experientes na atividades de baixo volume e alto valor, como relacionamentos com grandes contas, e especializar os demais para tarefas de menor valor e alto volume, como prospectar empresas frias.
No livro Receita Previsível, os autores propõem 3 principais papéis:
Qualificadores: profissionais que fazem os primeiros contatos com as leads – prospecção ativa ou para dar a primeira resposta a leads gerados por ações de marketing. Se qualificados, são repassados aos closers. Eles são mensurados por oportunidades geradas por dia.
Closers: profissionais responsáveis por efetivamente vender e fechar os clientes, após a qualificação. Eles possuem metas de receitas individuais e são medidos pela conversão das oportunidades em novas receitas para a empresa.
Farmers: gerentes responsáveis pela retenção e expansão da conta do cliente com a empresa.
No Cold Calling 2.0, a empresa precisa ter ao menos 1 pessoa 100% dedicada à prospecção.
Erros comuns ao especializar o seu time
Esperar resultados imediatos.
Não focar em profundidade.
Aceitar um não cedo demais.
Não desistir de clientes sem fit.
Não focar em qualidade das conversas do vendedor.
Contratar pessoas que não estão comprometidas com a visão e os valores da sua empresa.
Uso correto do e-mail
Aaron e seu time descobriram que alguns dos e-mails criados por eles chegavam a ter quase 10% de taxa de resposta, quando enviados para executivos das 5000 maiores empresas dos Estados Unidos.
Para ter resultados similares na sua empresa, crie uma lista de clientes ideais dos quais você gostaria de se aproximar. Mande um email curto, simples e sem design ou customização visual para o executivo, apenas perguntando quem é a melhor pessoa na organização para conversar sobre o assunto relacionado ao seu produto.
Experimente textos diferentes e acompanhe de perto suas taxas de resposta. Quando você conseguir uma conexão, desafie esta pessoa sobre o comprometimento dela em solucionar os problemas.
Se o seu contato realmente estiver comprometido, ele é uma oportunidade e deve ser repassado a um closer, que daí em diante tocará a comunicação até um eventual fechamento.
Esse processo precisa ser repetido e ajustado ao longo do tempo.
Ferramentas para avançar o prospect
O livro Receita Previsível oferece dicas valiosas:
Recomendações – um dos mais importantes e eficazes canais que existem, sejam elas online ou offline.
Ferramentas Free Trials – teste de um produto ou serviço por um tempo determinado.
Busca orgânica – uso estratégico de palavras-chaves para atrair o leitor para sua página, conteúdo de qualidade e consequente bom ranqueamento no Google.
Blog – você consegue estabelecer uma conversa com o seu leitor e passar a ele informações que sejam relevantes para ambos.
E-mail marketing – quando autorizado pelo cliente, é a ferramenta mais eficaz para adquirir novos prospects e nutrir antigos. As possibilidades são infinitas: novos posts do blog, eventos, promoções, construindo e reforçando seu relacionamento com o público.
Webinars – você pode fazer uma série de seminários, em que cada um é como um capítulo novo para quem assiste, como uma série. Com informações úteis, você os aproxima da sua empresa e estabelece confiança.
Mídias sociais – dão um tom especial ao seu negócio, adicionando um toque mais pessoal.
O processo de 3h e 15 minutos
O livro Receita Previsível afirma que sua empresa deveria gastar 15 minutos para qualificar/desqualificar uma oportunidade, 1 hora para entender o processo de decisão e quem são as pessoas-chave na organização e 2 horas para criar uma visão conjunta de como sua empresa pode ajudar o prospect a superar seus desafios.
Como montar um time nota 10 de vendedores
Se você quer ter uma equipe forte de vendedores, a dica do livro Receita Previsível é desenvolver os profissionais em “casa”. Ao contratar, busque por pessoas inteligentes, que querem aprender e são capazes disso, organizadas e que gostam de negócios. Depois, prepare-as para a tarefa de vender.
Você curtiu esse post? Que tal ler o resumo do livro Receita Previsível, que está disponível no plataforma 12Min.
Veja outra dica de leitura que reservamos hoje para você:
E se você pudesse automatizar e perpetuar seu processo de vendas de tal forma que conseguisse, literalmente, vender enquanto dorme? Sua vida mudaria? Vale a pena entender melhor sobre isso.
Boa leitura!
Quais as principais características de um empreendedor de sucesso?
Tem gente que nasce com o dom para os negócios correndo nas veias. Mas essa não é a regra. A maioria desenvolve as características de um empreendedor ao longo da vida.
Eles fazem isso observando e conversando com outras pessoas, lendo muito – mas muito mesmo, frequentando escolas, participando de eventos etc. Esses empreendedores vão juntando pedacinhos de informações dia após dia.
Ou seja, você não adquire as características de um empreendedor num piscar de olhos. É um processo. No entanto, a boa notícia é que qualquer um de nós podemos nos transformar em homens ou mulheres de negócio, com sucesso.
Brasileiros inspiradores
Para ter sucesso, uma boa dica é se inspirar nas histórias das pessoas que chegaram ao topo. E elas estão por todos os lados, nos mais variados segmentos de atuação.
Tem gente ganhando rios de dinheiro com chocolates (Alexandre Costa – Cacau Show), outros com consultoria em finanças (Bastter Hissa – foto), com loja de departamentos (Luíza Helena- Magazine Luíza), redes de hotéis (Chieko Aoki – Blue Tree Hotels), moda (Gisele Bundchen), e-commerce (Romero Rodrigues – Buscapé) etc etc etc…
E se você parar para observar, verá que existe um batalhão de empreendedores anônimos ao seu lado, vencendo barreiras e a burocracia, expandindo os negócios e fazendo acontecer.
É o dono da padaria ou da loja de móveis da sua cidade, o mecânico que abriu uma oficina, a dona de casa que faz bolos e doces para festas… Exemplos não faltam.
Levantamento do Sebrae, realizado em 2017, apontou que foram criadas 11 milhões de empresas no Brasil, nos últimos anos. E esse movimento não para de crescer, especialmente, impulsionado pela crise econômica que afeta drasticamente os empregos formais.
Nem todos, porém, são bem-sucedidos nos seus negócios, mas aqueles que acertam o alvo carregam as características de um empreendedor.
11 características de um empreendedor de sucesso
Existe um ditado que diz: O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. É a pura verdade, afinal, sucesso não nasce no fundo do quintal. As biografias dos empreendedores que brilham e nos inspiram são construídas com muito esforço. E todos eles têm características em comum. Veja:
Criatividade
O primeiro passo para empreender é ter uma ideia e acreditar nela. Mas precisa ter alguma coisa original em mente, porque se você investir em algo exatamente igual ao que outros já estão fazendo, provavelmente, não não terá muito sucesso. Pra fazer diferente, não é necessário começar do zero; você pode melhorar e inovar em algo que não funciona muito bem, por exemplo, cobrindo assim um gap em determinado segmento.
Paixão
Paixão é uma peça fundamental na engrenagem que move os empreendedores. Por que isso é tão importante? Porque pessoas apaixonadas inspiram e atraem pessoas. A paixão nos dá energia para seguirmos adiante, mesmo que existam barreiras. E ela aumenta a nossa autoconfiança para vendermos as nossas ideias.
Visão
Os empreendedores sempre olham para frente e procuram enxergar o cenário como um todo. Isso é fundamental para que se possa identificar oportunidades e desafios e assim tomar decisões estratégicas assertivas, no momento exato.
Ousadia para correr riscos
Se você não estiver disposto a correr riscos, provavelmente, não irá muito longe. O empreendedor não se assusta com o incerto e se arrisca em torno de suas ideias. Eles investem tempo e dinheiro, de maneira calculada e planejada. Nem toda iniciativa, porém, dá certo, mas você somente saberá isso se der o primeiro passo e sair do planejamento para a ação.
Autoconfiança e muita dedicação
Para tirar uma ideia da cabeça e colocá-la pra funcionar, você tem que acreditar nela e, também, em você e no seu potencial. O que não vai faltar é gente puxando-o pra trás e tentando desacreditar ou menosprezar a importância da sua iniciativa. Se não houver confiança da sua parte e dedicação, a tendência é desistir no meio do caminho.
É o mesmo raciocínio para quem vai prestar o Enem na busca por uma vaga em universidade pública. O estudante precisa confiar no seu potencial e fazer o que for preciso para conquistar a vaga. A disciplina de estudar as matérias que precisa durante o ano é essencial para alcançar esse objetivo.
Flexibilidade
Quando uma pessoa finca o pé em algum lugar, fica preso ali. E se ficar parado, não tem como conduzir um empreendimento para o sucesso. Por isso, a flexibilidade se destaca entre as características de um empreendedor. Assim, esteja aberto para se adaptar às mudanças e a todas as possibilidades de melhorias do seu produto/serviço, com foco no cliente.
Conhecimento sobre o mercado
Saiba bem onde está pisando. Ou seja, além de conhecer muito, mas muito mesmo, o seu produto/serviço, é essencial acompanhar de perto a movimentação do mercado, as necessidades do seu cliente e público-alvo, os passos e estratégias dos concorrentes e tudo o que pode afetar direta ou indiretamente o seu negócio.
Networking profissional
Quer ter sucesso? Amplie a sua rede de contatos. Conecte-se com pessoas que têm experiências e habilidades que lhe possam ser úteis e ajudá-lo a subir degraus mais rapidamente. Busque por conselhos ou mesmo dedique tempo apenas para conversar com a sua rede. Mas foque nos contatos certos.
Cuidado com o dinheiro
Não ter medo de se arriscar não significa jogar dinheiro fora. É preciso também um planejamento financeiro para cada etapa do negócio, pensando inclusive em longo prazo. Você deve ficar atento às suas obrigações e manter o fluxo de caixa sob seu controle, o tempo todo.
Planejamento
Todo empreendimento precisa de planejamento. Isso significa ter objetivo e visão bem definidos e recursos gerenciados de forma correta. Você jamais conseguirá prever todos os problemas dessa trajetória e é aí que entra a coragem de assumir riscos. Então, o empreendedor precisa associar ao seu plano de negócios uma boa dose de habilidade para lidar com o inesperado.
Persistência
Nem tudo costuma sair como o planejado. Muitos empreendedores viram suas ideias serem recusadas ou até mesmo ridicularizadas no início. Tem horas, que parece faltar energia, Se você não tiver persistência, pode perder a chance de ver o seu negócio brilhar. Se você realmente acredita no seu projeto, siga adiante.
Então, você curtiu esse post sobre as características de um empreendedor? Que tal ler também, aqui no blog, sobre o avanço do empreendedorismo feminino?
A plataforma 12MIN tem um seção inteirinha de resumos de livros sobre empreendedorismo. Vale a pena conhecer essas obras fantásticas!
E nós temos uma uma sugestão de leitura para hoje. Anote aí:
Peter Thiel fundou o PayPal e foi um dos primeiros a investir no Facebook, tornando-se um dos bilionários mais influentes do Vale do Silício. Esse livro ensina como montar uma startup e ser bem sucedido.
Boa leitura!
Gestão por resultados: o que é e como desenvolver
Você sabe dizer se as decisões mais corretas para seu time ou empresa estão sendo tomadas? Desenvolver uma gestão por resultados ajuda bastante. Descubra mais sobre essa técnica e pratique.
Saber o caminho que está sendo traçado pela sua empresa é importante. A nossa pergunta para você é: como isso é feito dentro da sua instituição? OsKey Performance Indicators ou Indicadores-chave de Performance, que a comunicação empresarial – principalmente o Marketing – chama de KPI, já é um grande passo adotado por empresas de sucesso. Eles mostram valores mensuráveis para uma marca e como podem ser alcançados.
Na mesma linha, temos o que chamamos de Gestão por Resultados. Esse é um conceito criado na década de 50, que fala basicamente sobre como organizar uma empresa. O objetivo é mostrar uma forma de todos trabalhem conscientemente e pelo objetivo de trazer mais sucesso para a marca.
No post abaixo você entenderá mais o que é esse conceito de forma detalhada e como fazer a gestão de resultados na sua empresa de uma maneira prática e eficiente.
O que é gestão por resultados
Peter Drucker foi um famoso administrador que ganhou ainda mais destaque quando, em 1950, publicou o livro “The Practice of Management”, explicando um novo termo que ele definiu como Management by Objectives, o MBO.
O termo explica que, se gestores de uma empresa traçarem um objetivo e dividi-lo em pequenas metas sequenciais, as chances de obter bons resultados são bem maiores. Ele explica que, quando uma equipe trabalha em conjunto para uma única meta, as respostas são atingidas com mais força e rapidez.
Por que a gestão por resultados é importante para uma empresa?
A gestão por resultados, quando aplicada corretamente, traz uma série de benefícios para a administração e, consequentemente, para o financeiro de uma empresa. Entre as importâncias que esse conceito traz para a instituição, queremos destacar:
Todos passam a ser responsáveis pelos resultados. Isso implica que toda a equipe trabalhará para o seu próprio sucesso dentro da empresa. A consequência também é que todos serão responsáveis pelas oportunidades perdidas;
Cada resultado serve como referência para a próxima meta a ser concluída;
O foco da gestão por resultados não está no que é feito durante o processo, mas em como esse processo é realizado para obter o máximo possível de resultados positivos;
Cada setor ou equipe precisa estar integrada. Todas trabalham para os mesmos resultados;
Em um sistema de gestão por resultados, aquelas pessoas que estão em cargos de liderança traçam oplanejamento estratégico e lançam aos seus liderados. Geralmente não há rigidez nos processos, normas de como deve ser feito algo. Claro que há controle e diretrizes, mas a forma como os colaboradores farão suas tarefas é menos controlada.
O importante aqui é o que se obteve no final e não como se obteve. O foco é realizar todos os objetivos dentro do tempo traçado e de uma forma que não haja prejuízos no futuro. Ou seja, tudo é pensado para se feito da melhor forma possível para todos, mas sem infringir nenhuma norma maior da empresa.
Pode parecer que a gestão de resultados pede a solução das etapas às pressas. Na verdade, não é assim que funciona. Um objetivo terá o tempo hábil para ser concluído de forma segura.
Principais etapas da gestão por resultados
O sistema de gestão por resultados não é complexo, mas precisa ser elaborado com atenção. Para que ele funcione corretamente. De acordo com Peter Ducker, todo o processo de conter 5 etapas fundamentais. São elas:
1 – Revisão dos objetivos organizacionais
A primeira etapa inclui a revisão de todos os objetivos organizacionais e necessários para que o resultado máximo seja obtido. Aqui os gestores conhecem profundamente o planejamento estratégico e todas as ambições da empresa com a ação que está iniciando.
2 – Definição dos objetivos dos colaboradores
Para que um planejamento seja executado é preciso de colaboradores e equipes. O segundo passo é realizar uma reunião com todos os gestores e pessoas envolvidas no projeto para definir, com base nas capacidades de cada um, qual o papel que todos exercerão na estratégia. Aqui também são definidos os prazos e como serão feitas as apresentações e avaliações de desempenho de cada colaborador.
3 – Monitoramento do processo
O monitoramento é a primeira etapa de um planejamento de gestão por resultados, mas que se funde com todas as duas próximas fases a partir daqui. É quando os gestores e seus liderados se reúnem para conversar sobre os objetivos e o andamento do projeto. O monitoramento pode ser feito em uma frequência variável, dependendo da necessidade de cada equipe. É permitido aqui também voltar um pouco e redefinir os objetivos, caso esse seja o melhor caminho.
4 – Avaliação de desempenho
Além da monitoria do processo, realizar a avaliação de desemprenho de cada colaborador é fundamental. A avaliação geralmente é feita no final de cada período, sempre que as etapas finalizam. Essas avaliações apontam as principais dificuldades de cada colaborador e visam a melhoria de cada um desses obstáculos.
5 – Recompensa
A última etapa da inclui a apuração de todos os resultados obtidos e a recompensa para cada um deles. Esse tipo de recompensa pode ser institucional, incluindo uma promoção ou aumento de salário, como pode ser motivacional, como folgas, premiações em dinheiro ou outra ideia sugestiva. A dica é pensar nestas recompensas antes de iniciar o processo e também evitar utilizá-las como maior objetivo da realização das metas. As recompensas devem ser apenas uma forma de reconhecimento e não de disputa.
O que você achou do sistema de gestão por resultados criado por Peter Ducker? Alguma ação similar já é praticada em sua empresa? Conta para nós nos comentários!
Queremos também convidar você a conhecer diversos outros conteúdos sobreNegócios que ajudaram no desenvolvimento e crescimento da sua empresa!
Networking empresarial: como fazer e as vantagens para o seu negócio
Se você quer encurtar o caminho do sucesso, aprenda com quem já chegou lá. Para isso, o networking empresarial funciona muito bem. Mas desde que você saiba usá-lo corretamente.
O contato com outros empreendedores ou pessoas que se interessam pelo mesmo assunto que você vai ajudá-lo a expandir seus conhecimentos e até mesmo abrir portas para novos clientes e para o crescimento do seu negócio.
Aliás, você tem muito mais a ganhar com um networking empresarial. Mas lembre-se que, um networking eficiente deve se pautar em um relacionacionamento ganha-ganha. Quem entra no jogo para se beneficiar sozinho, já começa em desvantagem.
Como fazer um networking empresarial
Quando se trata de networking empresarial, quantidade de contatos nem sempre é o mais importante. Muitos especialistas afirmam que a qualidade da rede pesa mais a favor de todos que participam dela.
Isso significa que não adianta ter um monte de empreendedores ou pessoas em geral na sua rede de networking, se eles não têm nada a contribuir com o seu negócio. E você também não pode ajudá-los em nada.
Um outro erro da maioria dos empreendedores é não pensar em uma rede profissional até que realmente precise de uma. E, normalmente, quando eles acordam, é tarde demais.
O ideal é você começar a construir o seu networking empresarial mesmo antes de precisar dele. Esse é um conselho do palestrante Harvey Mackay, autor do livro “Dig Your Well Before You Thirsty”.
Outros segredos de sucesso
Um networking empresarial bem-sucedido exige dedicação. E como já foi mencionado, jamais entre em uma rede pensando apenas em tirar proveito próprio. Pelo contrário, leve em conta as grandes vantagens do relacionamento mútuo.
Em outras palavras, tire o foco de você e direcione sua atenção para os outros. Fazendo isso, você brilhará e se beneficiará do que existe de melhor em seu networking empresarial. Veja outras dicas valiosas:
Foque na qualidade e não na quantidade. No networking empresarial, mais nem sempre é o melhor.
Nem todos os contatos podem ajudá-lo e o inverso também é correto. Nem por isso, todos eles devem ser ignorados. Pense em relacionamento em longo prazo.
Não espere resultados imediatos. Pode levar um tempinho para as pessoas se sentirem à vontade para interagir com você e lhe oferecer alguma referência.
Lembre-se dos seus colegas de trabalho, incluindo-os em sua rede de relacionamentos.
Aposte em uma rede diversificada.
Crie uma rede online de colegas com os quais você pode compartilhar ideias e sugestões.
Amplie a sua visibilidade. Trabalhe bem o seu perfil e participe regularmente de eventos – de negócios e sociais. Eles são vitrines para você e o seu empreendimento.
Além dos cartões
limitar-se a distribuir e juntar um monte de cartões de visitas em um evento pode ser um grande desperdício. Porque, para construir um networking forte, não é desta forma que funciona.
A primeira coisa que você precisa é ter uma meta. Assim, ao buscar por contatos valiosos, você deve procurar conhecer as pessoas e pensar em cultivar relacionamento.
Após o evento é que o “trabalho” começará de fato. É o momento de ligar ou enviar um convite para um café, um encontro ou até um bate-papo online. Essa será a oportunidade para ouvi-lo, aprender mais e até mesmo oferecer o seu produto/serviço.
Vantagens do networking empresarial
Referências
As referências que você desenvolve por meio de uma rede de negócios, na maioria das vezes, são de alta qualidade e, quase sempre, úteis para seu empreendimento. Você pode, inclusive, seguir essas referências e transformá-las em seus clientes potenciais.
Oportunidades
O networking empresarial é um mar de oportunidades. Além de novos clientes, abre as portas para novas parcerias, joint ventures, negócios ou vendas de ativos etc. Você precisa ficar atento para aproveitar de fato as oportunidades que estiverem em sintonia com os seus objetivos, na hora certa.
Conexões
Poder falar e se relacionar com pessoas influentes é uma vantagem significativa do networking empresarial. Afinal, no mundo dos negócios, também funciona o ditado “o que vale não é o que você sabe, mas quem você conhece”.
Atualização
Manter-se em dia com as informações sobre o seu negócio, clientes, público-alvo, mercado enfim, tudo o que diz respeito, direta ou indiretamente, ao seu empreendimento é uma questão de sobrevivência. Então, use o networking empresarial como aliado.
Conselho
Aquela história de que “se conselho fosse bom, a gente não dava; vendia”, no networking empresarial não se aplica. Aqui é possível encontrar empreendedores com ideias brilhantes e inspiradoras. Muitos deles estão dispostos a lhe aconselhar e compartilhar suas experiências. Você certamente irá se surpreender com a qualidade de conselhos que poderá receber, valiosos não apenas no âmbito profissional, mas também pessoal.
Soluções
Você tem um problema em sua empresa?Alguém em sua rede de negócios pode ter a saída. É possível encontrar pessoas especializadas nos mais diferentes assuntos que podem lhe aconselhar ou até mesmo serem contratados pela sua empresa. Você pode abrir um contato, inclusive, com um investidor-anjo e muitas outras opções.
Confiança
No meio empresarial é essencial conversar com pessoas e fazer conexões duradouras. Mas muita gente tem dificuldades para se aproximar de um desconhecido e dar o primeiro passo. No entanto, por meio do networking empresarial, você pode vencer essa barreira e adquirir mais confiança.
Amizade
Networking empresarial é um caminho para relacionamentos profissionais, mas, acredite, pode gerar grandes e fortes amizades também. Elas geralmente surgim após uma troca de experiências, numa conversa de aconselhamento ou mesmo de um bate-papo informal.
Essas são apenas algumas vantagens de um networking empresarial. Certamente existem muitas outras. Se você fizer o seu dever de casa direitinho, terá muito a ganhar. Pense nisso!
E já que estamos falando em relacionamentos, a equipe 12MIN quer convidá-lo a conhecer duas obras brilhantes. Esses livros vão ajudá-lo a subir degraus para o sucesso mais rapidamente. Anote aí:
Esse é um guia para as relações profissionais de sucesso. Para os autores, o que distingue as pessoas bem-sucedidas é como elas usam o poder dos relacionamentos. Nesse livro, eles revelam as ações e modelos mentais que usam para se conectar com milhares de amigos, colegas e pessoas que ajudaram e que também já os ajudaram. Leitura imperdível.
O autor apresenta técnicas fundamentais para lidar com pessoas. São regrinhas simples que, quando seguidas, fazem com que você seja admirado e capaz de conquistar mais amigos.
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Conheça mais sobre a 12MIN! Você irá se surpreender!
11 filmes que te deram uma lição de marketing e você não percebeu
Todo mundo adora um bom filme, não é mesmo? Com uma grande história, bons atores e uma trama envolvente.
E quando o assunto são produções com um ‘’quê’’ de realidade profissional em suas narrativas, o cinema dá um show! E nesse aspecto, filmes sobre marketing não faltam.
Se você é fã das telonas e quer unir o útil ao agradável, aprendendo boas lições de marketing com grandes clássicos, prepare a pipoca! Pois separamos uma lista de 11 filmes imperdíveis.
Alerta! Contém spoilers.
1. O Senhor das Armas (2005)
Para abrir nossa lista de filmes sobre marketing, vamos falar de Senhor das Armas (2005). Um dos filmes mais impressionantes dos últimos tempos.
A história mostra como Yuri Orlovi (Nicolas Cage) se tornou destaque em um ramo nada convencional: o tráfico de armas de fogo.
Justamente por se tratar de uma porção não explorada do mercado é que este filme transmite uma lição valiosa de marketing de nicho.
De forma geral, a estratégia foca em atender parcelas do mercado pouco exploradas e/ou que não tem suas necessidades bem atendidas. E foi exatamente assim que Orlovi se tornou, ainda muito jovem, O Senhor das Armas.
Mas cuidado! Ao contrário do que fez o personagem protagonizado por Nicolas Cage, recomendamos que você procure um nicho que seja legalmente aceito. Afinal, não queremos que você enfrente problemas na justiça.
2. The Circle (2017)
Na trama, a The Circle é uma das empresas de tecnologia mais poderosas do planeta.
Atuando no ramo da Internet, a companhia é responsável por coletar e conectar os dados dos seus usuários. Desde seus comportamentos de compra à demais detalhes de suas vidas privadas.
Ao ser contratada pela empresa, a protagonista Mae Holland (Emma Watson) fica muito empolgada com a possibilidade de estar perto das pessoas mais poderosas do mundo. Mas logo ela percebe que seu papel profissional é muito diferente do que imaginava.
Isto porque ela tem de encarar o dilema ético de lidar com dados de milhões de clientes da empresa, mesmo sem a anuência deles.
Este filme sobre marketing chama atenção não só pela questão moral. Mas pelo potencial que o marketing por dados trás para as empresas. Além de levantar o debate sobre como coletar e usar tais informações de clientes em campanhas de marketing de forma estratégica e ética.
3. A Rede Social (2010)
Na lista de filmes sobre marketing, esta trama não podia ficar de fora.
A Rede Social (2010) conta a história de Mark Zuckerberg, criador do Facebook. Que no filme é interpretado por Jesse Eisenberg.
A trama mostra como Zuckerberg desenvolveu a rede social. Passando pela influência do término de seu namoro na ocasião e a trajetória com seus colegas.
Mas, o mais importante para os profissionais de marketing é observar como o criador de uma das maiores redes sociais do mundo se beneficiou de estratégias envolvendo marketing digital para promover seu produto. E como você também pode utilizar estas experiências para se beneficiar!
4. Obrigado Por Fumar (2005)
Obrigado Por Fumar (2005) ilustra o talento de Nick Naylor (Aaron Eckhart) ao fazer um trabalho altamente persuasivo em prol dos direitos dos fumantes exercerem seu livre arbítrio: o ato de fumar.
Todavia, Nick não é nenhum ativista dos direitos humanos. Mas sim o porta-voz de uma das maiores empresas de cigarros dos Estados Unidos.
Além da importância de conhecer o produto com o qual o profissional trabalha, talvez a principal lição que aprendemos com este filme sobre marketing é que o trabalho na área também caminha por temas delicados e com potenciais conflitos de interesse.
Porém, ao profissional, sempre cabe manter seus valores e buscar se destacar no mercado de forma honesta.
5. Clube da Luta (1999)
O Clube da Luta (1999) é considerado um clássico da nossa era e adquiriu todo o sucesso não por ser um específico filme sobre marketing. Mas por conta das diferentes temáticas que aborda em seu roteiro.
Jack (Edward Norton) é um jovem solitário, que compra compulsivamente objetos para decorar e organizar sua casa. Insatisfeito com a vida que leva, Jack conhece Tyler Durden (Brad Pitt), que lhe apresenta um clube aonde vai para aliviar suas angústias, através de pancadas indiscriminadas.
No entanto, o mais interessante para a área do Marketing não é o clube da pancadaria, mas sim os diálogos entre Jack e Tyler. Nos quais Tyler mostra à Jack o quanto o sistema de consumismo pode ser prejudicial e ocasionar sofrimento à vida das pessoas.
Neste sentido, o aprendizado ao profissional de marketing é que este deve ser capaz de chamar a atenção de potenciais clientes às virtudes do produto que oferece, mas sempre de forma genuína e autêntica.
6. O Lobo de Wall Street (2013)
Protagonizado por Leonardo DiCaprio, O Lobo de Wall Street narra a trajetória de Jordan Belfort e seu sucesso na bolsa de valores dos Estados Unidos.
Apesar de não se tratar de um trabalho tipicamente realizado por profissionais de marketing, o filme mostra claramente a importância de se trabalhar com metas, saber gerenciar demandas de estresse e de investir no marketing pessoal e na persuasão dos clientes.
7. Amor por Contrato (2010)
Amor por Contrato (2010) é um dos filmes sobre marketing obrigatório para qualquer profissional da área.
Na trama, Steve (David Duchovny) é casado com Kate (Demi Moore), com quem tem dois filhos Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard).
Todos são bonitos, confiantes e se vestem bem. No entanto, não são uma família de verdade, e sim uma construção de estratégia de marketing da empresa “Lifeimage”.
A empresa usa a suposta família para influenciar a vizinhança ao redor a consumirem determinados produtos e adotar seu estilo de vida.
Este é um dos filmes sobre marketing que mostra claramente como as pessoas são influenciadas pelo comportamento e pelas ações daqueles que admiram.
8. O homem que mudou o jogo (2012)
Em O Homem que Mudou o Jogo (2012), Billy Beane (Brad Pitt) é o gerente do time de beisebol norte-americano Oakland Athletics.
Em meio à uma crise, Billy desenvolve um programa estatístico que permite ao time não somente superar a crise enfrentada, como também ficar entre os melhores times dos anos 2000.
O filme serve de inspiração tanto à nível estratégico, utilizando novas ferramentas e tecnologias, quanto em termos de persistência para qualquer profissional de marketing não desistir de suas metas.
9. Piratas do Vale do Silício (1999)
O filme Piratas do Vale do Silício conta a trajetória da Apple e da Microsoft. Abordando características de nomes como Steve Jobs, Bill Gates, entre outros, que se desenvolveram na região do Vale do Silício, nos EUA.
O filme mostra claramente todos os passos que levaram Gates e Jobs a atingirem o topo do mercado. Todo que trabalham com marketing devem assistir ao filme, pois ele ensina valiosas lições sobre inovação, persistência e criatividade.
10. Do Que as Mulheres Gostam (2000)
Após sofrer um acidente, o publicitário Nick Marshall (Mel Gibson) apresenta um sintoma bastante peculiar: consegue ouvir o pensamento das mulheres com as quais convive. E isso lhe dá uma grande vantagem em seu trabalho.
Do Que as Mulheres Gostam (2000) mostra o quanto é valioso para o trabalho de marketing a capacidade do profissional demonstrar empatia e se preocupar em entender verdadeiramente as necessidades e opiniões do seu cliente.
11. Chef
Carl (John Favreau) é um talentoso chefe de cozinha de um restaurante altamente renomado.
Apesar de gostar de seu trabalho, Carl começa a entrar em conflito com seu chefe, Riva (Dustin Hoffman). Enquanto Riva quer manter sempre o mesmo cardápio, Carl gostaria de inovar.
Em certa ocasião, um crítico gastronômico vai até o restaurante e reage negativamente a comida do local. Carl, então, decide criar uma conta no Twitter para discutir com o profissional. Atitude que ocasionou sua demissão.
Carl ganhou diversos seguidores em seu perfil na rede social, pois as pessoas ficaram curiosas para saber qual seria o desfecho do acontecido.
No entanto, ele também fica com dificuldades de ser contratado em outro restaurante, pois fica com má fama, em virtude da forma como reagiu à demissão.
Uma das principais lições que o filme evidencia é o poder e alcance das redes sociais. Chamando atenção para o cuidado ao usá-las sem estratégia.
Bônus: Série Mad Men (2007)
Mad Men é uma série lançada no ano de 2007. A trama ilustra a rotina dos funcionários da Sterling Cooper, agência de publicidade que busca vender o tão desejado sonho americano, adaptado à realidade dos anos 60, onde se situa o seriado.
O lema “não importa o que você é ou o que quer, mas sim como você se vende” é a principal lição de marketing que você pode obter desta série, obrigatória para quem trabalha com marketing.
Então, curtiu essa seleção? Não deixe de nos contar qual foi seu filme favorito e quais lições de marketing você tirou.
Este conteúdo foi produzido com a parceria daVidMonsters.
Focar em um nicho de mercado pode te fazer vender mais. Entenda porquê!
Vamos começar este texto com uma pergunta: você prefere ser só mais um peixe em um aquário com outros iguais a você, ou prefere ser o único da sua espécie? O que queremos dizer com essa analogia é que, na maioria das vezes, a melhor maneira de se destacar no mercado é escolhendo um nicho de mercado para trabalhar, ao invés de disputar espaço com grandes empresas que oferecem o mesmo tipo de serviço que você. Pensando nisso, no post de hoje, vamos mostrar o que é um nicho de mercado e porque você deve trabalhar com essa estratégia para alavancar seus negócios! Você verá:
O que é um nicho de mercado?
Quais são as vantagens de escolher um nicho?
Como escolher seu nicho de mercado?
Quais ferramentas ajudam a encontrar seu nicho?
Por que é importante ter um nicho para seu negócio?
No final deste post, esperamos que você consiga começar a aplicar estratégia de nichos de mercado em seu negócio. Vamos lá?
O que é um nicho de mercado?
O nicho é como se fosse um recorte de uma área de atuação maior com a qual você deseja trabalhar. Ele pode ser genérico, como flores, ou específico, como flores artesanais de plástico. É de acordo com sua escolha de nicho de mercado que você conseguirá pensar em estratégias para captar a atenção de seus clientes em potencial. Afinal, quando você define seu nicho, é possível determinar a persona certa para seu produto. É claro que você pode escolher áreas de atuação mais abrangentes. Porém, quando você foca em um micro nicho (que é uma especificidade dentro de um nicho maior), você consegue atender demandas negligenciadas em um segmento macro, além de criar estratégias muito mais assertivas. Agora que você já sabe o conceito de nicho, vamos apresentar algumas vantagens que você terá ao escolher trabalhar com essa estratégia.
Quais são as vantagens de escolher um nicho?
Tornar-se relevante em um nicho, às vezes, é mais fácil do que disputar um mercado mais amplo, principalmente se seu negócio está no início. Entre as vantagens estão:
Menor concorrência
Uma das principais vantagens de trabalhar em um mercado segmentado é a ausência de grandes concorrentes, já que nichos específicos são menos explorados. Se você é dono de uma editora de livros, terá mais facilidade em se tornar um líder de vendas se optar por um tipo específico de literatura, como literatura sobre marketing.
Público mais qualificado para sua oferta
As pessoas que acharem seu site também estarão mais qualificados para comprar seu produto, pois buscaram por um termo semelhante no Google. O usuário que buscou literatura técnica sobre marketing, geralmente, está entre as fases de consideração e conversão de seu funil de vendas, porque já reconheceram que têm um problema. Então, é bem mais provável que essas pessoas realmente comprem o que você tem a oferecer, do que se fosse um usuário buscando apenas por literatura em geral.
Pionerismo
Muitas pessoas têm receio de começar a empreender em certos nichos por acharem que eles estão saturados. Porém, mesmo que você pense em um nicho maior, quando você consegue segmentá-lo, você também tem a chance de identificar demandas do público que não estão sendo atendidas pelas grandes marcas. Vamos te dar um exemplo: Pense no mercado de produtos veganos. Há dez anos, existiam poucos restaurantes com opções voltadas para esse público, e hoje em dia, existem indústrias especializadas na criação desses alimentos. A grande área de atuação nesse exemplo é a alimentícia, que pode parecer uma área saturada. Porém, houve uma inovação nesse nicho saturado e, agora, o mercado de produtos veganos está em alta. Com a ajuda da internet é ainda mais fácil descobrir as necessidades do seu público-alvo. Basta fazer uma visita nas redes sociais de seus concorrentes e ver quais são as reclamações recorrentes dos consumidores. Essa pode ser uma excelente ideia de nicho para explorar.
Como escolher seu nicho de mercado?
Agora que você viu as vantagens de trabalhar com um nicho de mercado, você deve estar ansioso para encontrar um que seja procurado e, consequentemente, lucrativo. Para encontrar a melhor opção, você precisará fazer uma pesquisa nos principais motores de busca e em ferramentas como o Google Trends e o Google Alerts. Durante essa pesquisa, você pode encontrar tanto nichos que já são muito explorados, e podem até mesmo estar saturados, como nichos relativamente novos, sobre os quais não há muita informação disponível. Para um nicho ser considerado promissor, ele precisa:
Resolver uma dor
O produto ou solução que você quer oferecer soluciona um problema? Se a resposta for positiva, as pessoas não ligarão de pagar por ele.
Realizar um desejo antigo de sua audiência
As pessoas compram produtos por diferentes motivos, entre eles, se sentir bem consigo mesmas. O nicho de produtos para emagrecimento, por exemplo, atende uma demanda bem específica, que é de conquistar o corpo perfeito. Essas duas dicas são as principais para que você tenha certeza de que seu nicho é promisso. Porém, há outras informações que podem te ajudar a escolher o nicho de mercado certo para você, e é sobre elas que vamos falar a seguir.
Escolha um tema que você domina
Algo que você deve levar em consideração para escolher seu nicho é se você conseguirá agregar valor à vida de seus clientes com aquele produto ou serviço que está oferecendo. Você não precisa ter um curso superior para ensinar sobre determinado assunto, desde que tenha alguma experiência relevante para compartilhar com as pessoas. Para encontrar esse nicho, você pode fazer listas de temas que gosta e, mais tarde, reduzir essa lista para tarefas que você realmente sabe desempenhar bem.
Analise se é um nicho rentável
Com suas opções em mãos, é preciso avaliar quais são as possibilidades de gerar renda a partir daquelas atividades, afinal, você não quer trabalhar muito para não ter nenhum retorno financeiro, certo? Uma forma de fazer isso é pesquisar palavras-chave relacionadas a seu nicho e avaliar os primeiros lugares da busca. Se existirem muitos anúncios para esse tipo de produto ou serviço, há grandes chances de se tratar de um segmento lucrativo.
Conheça sua concorrência
Aproveite que você já está no site de seus concorrentes e analise como eles lidam com os próprios clientes. Veja o que eles estão fazendo e pense em formas diferentes de abordar o mesmo problema, e entregar mais valor para sua audiência. É sempre bom lembrar que avaliar sua concorrência não quer dizer copiar o que eles estão fazendo, pois o intuito de escolher um nicho é exatamente se diferenciar dos demais.
Quais ferramentas ajudam a encontrar seu nicho?
Para achar nichos de mercado, você precisa subdividir sua área de atuação principal. Veja no exemplo abaixo. Beleza > Cosméticos > Maquiagem > Maquiagem para a pele negra. A pesquisa em um nicho mais amplo renderá ideias de segmentos menores, e dentro dessas particularidades de cada área geral, você encontrará micro nichos pouco explorados, e assim, sucessivamente. Algumas ferramentas podem te ajudar a encontrar esses recortes. Vamos falar um pouco mais delas agora.
Barra de pesquisa do Google
Você já reparou que, quando começa a digitar uma palavra na barra de pesquisa do Google, a própria ferramenta completa sua frase? No caso de maquiagem, como você pode ver, aparecem as opções: maquiagem para festa, maquiagem passo a passo, maquiagem para casamento. Essas sugestões são baseadas em buscas reais feitas por outros usuários. Ou seja, você pode usar o Google para descobrir uma opção de nicho de mercado. Mas para que esse método funcione, você precisa abrir uma guia anônima no seu computador. Caso contrário, o Google vai reconhecer seus padrões de busca e te dará opções baseadas em suas buscas, e não em interesses de outras pessoas.
Google Keyword Planner
Se você tem uma conta no Google Adwords, pode utilizar o Google Keyword Planner para encontrar sugestões de outras palavras-chave, baseado no termo pesquisado por você. A ferramenta também te entrega o volume de buscas mensais dessa palavra, o que é muito útil para identificar se aquele nicho tem demanda.
Ubersuggest
O Ubersuggest é uma ferramenta na qual você digita um termo genérico e a plataforma sugere várias palavras-chave específicas, relacionadas ao termo pesquisado, a partir de consultas reais feitas pelos usuários no Google. Além das palavras-chave, você recebe informações sobre o volume de buscas, custo por clique e concorrência de cada um, no caso do tráfego pago.
Por que é importante ter um nicho para seu negócio?
De forma simples e direta, ter um nicho é fundamental para não desperdiçar tempo e recursos tentando atingir um público que não tem interesse pelo tipo de produto ou serviço que você quer oferecer. Essa escolha influenciará todo seu negócio, desde a criação de seu produto até a forma como você o disponibilizará. Além disso, como dissemos no início deste post, ter um nicho de mercado bem definido te ajuda a fazer escolhas mais assertivas para cada estratégia de vendas e marketing que você fizer. Isso significa que seu nicho te ajudará a controlar com bastante sabedoria seus gastos em seu negócio. Independentemente do nicho de mercado que você escolher, seja ele específico ou não, saiba que é possível trabalhar para que você consiga se destacar entre seus concorrentes. E se você ainda não escolheu em qual área atuará e quer algumas ideias, leia também nosso post com 23 ideias simples para trabalhar em casa.
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Guest post produzido pela equipe da Hotmart.
O Que Responder em uma Entrevista de Emprego e Como se Comportar
Como você normalmente se prepara para estar frente a frente com um recrutador? Procura no Google “o que responder em uma entrevista de emprego“?
Existem várias formas de prever perguntas e ter as respostas adequadas de antemão. Mas, para uma delas, nem todo mundo está pronto: quais os livros você tem lido? Você pode ser questionado, ainda, sobre qual é o seu livro favorito.
Importante ressaltar que a entrevista é uma etapa decisiva no processo de busca por um emprego. Esse é o momento em que o recrutador recebe as primeiras impressões do candidato e vice-versa.
Ou seja, a entrevista de emprego não é uma etapa engessada, mas um encontro no qual duas pessoas formam uma opinião sobre a outra, baseada em ações, gestos e diálogos que ocorreram em um curto período de tempo.
Como dizem no mundo empresarial, “você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão”. Então, já deu pra perceber o quanto é importante saber o que responder em uma entrevista de emprego, não é mesmo?
Pensando nesse momento, que pode chegar para muitos de nós, separamos algumas dicas para ajudá-lo a se sair bem na fita, quando a sua hora chegar.
As suas respostas dirão muito sobre quem você é e seus objetivos na vida. Por isso, saber se expressar da melhor forma é um passo mais próximo do seu emprego dos sonhos. Invista nele!
Frente a frente com o recrutador
É claro que o recrutador vai querer saber muito sobre você. E não apenas sobre os seus conhecimentos técnicos para a vaga à qual está concorrendo, mas também sobre outras habilidades. Entres elas, relacionamento interpessoal, iniciativa etc. E vai fuçar sobre a sua personalidade também.
Esteja preparado, porque tudo o que você disser – e o que não for dito também – estará contanto ponto a favor ou contra. Tudo mesmo. Então, responda todas as questões com seriedade.
A dica é: prepare-se e tenha clareza sobre o que responder em uma entrevista de emprego e, também, saiba como se comportar diante do recrutador de uma forma geral.
Aqui, no blog, você pode saber pouco mais, como funciona o outro lado. Ou seja, como os recrutadores se preparam e o que eles esperam dos candidatos. Para isso, leia o artigo “Descubra o que perguntar em uma entrevista de emprego”.
O que responder em uma entrevista de emprego
A entrevista de emprego não se resume a falar sobre livros. Isso mesmo. O seu interesse pela leitura é apenas uma parte a entrevista de emprego. É claro que o recrutador vai querer saber mais sobre você. E tudo o que você disser – e o que não for dito também – estará contanto ponto a favor ou contra.
Assim, prepare-se e tenha clareza sobre o que responder em uma entrevista de emprego e, também, saiba como se comportar diante do recrutador de uma forma geral.
Como se comportar em uma entrevista
Para se destacar na multidão:
1. Fique de olho no relógio e no calendário
Além de se preocupar com o que responder em uma entrevista de emprego, cuide de outros detalhes também. Por exemplo, jamais se atrase. A não ser que um avião caia na pista no meio do trajeto e interrompa o trânsito o dia todo, não existe justificativa para errar a hora.
Assim, se você não quer ter problemas, siga algumas orientações:
Tenha certeza de que você anotou o horário e dia corretamente. Acredite, tem gente que chega para a entrevista de emprego com um dia de atraso, simplesmente, porque confundiu a data.
Verifique se você sabe o endereço da empresa. Se não conhece a região, que tal visitar o local um dia antes? Assim, você não correrá o risco de ficar perdido, nos momentos que antecedem a entrevista. Se isso acontecer, você ficará nervoso estressado.
Você pode checar o itinerário e o tempo do percurso na internet. No entanto, prepare-se para imprevistos, como um engarrafamento, por exemplo. Considere essa possibilidade.
Se mesmo tomando todos os cuidados, você ainda se atrasar, ligue e avise sobre o problema. Essa é uma maneira de demonstrar respeito com as pessoas e seriedade com os compromissos.
Chegue ao local da entrevista uns 15 minutos antes do horário marcado. Aproveite para ir ao toalete e retocar maquiagem, ajeitar o cabelo, lavar as mãos e limpar o suor, se for o caso.
Apresente-se à recepcionista com gentileza e aguarde ser convidado para a entrevista. Tenha paciência e controle a ansiedade. Não fique andando de um lado para o outro, esfregando as mãos ou batendo os pés. Você já pode estar sendo observado.
2. Cuidado com a higiene pessoal
É claro que você vai tomar um banho no dia da entrevista. E não pode esquecer de escovar os dentes e pentear os cabelos. Os homens precisam aparar a barba. E todos devem estar com as unhas limpas e cortadas. Perfume não substitui água e sabonete. E perfume em excesso pode incomodar – o ideal é não exagerar nas fragrâncias. Assim, entre as dicas para entrevista de emprego, está o cuidado com o seu corpo.
3. Com que roupa eu vou?
Cada um se veste como quer. Isso é válido, desde que não seja para uma entrevista de emprego. Atenção especial a esse quesito pode levar você para frente da fila.
A roupa que você vai usar dependerá da empresa e do cargo para o qual você está se candidatando. Informalidade e formalidade em excesso podem causar desconforto para você e para o recrutador. Pesquise antes sobre o perfil da empresa.
As mulheres jamais devem usar roupas curtas ou decotes exagerados. Shorts, blusinhas de alcinhas ou roupas justíssimas, nem pensar. Não exagere na maquiagem. Opte por acessórios discretos e cores neutras.
Se mesmo assim, você continua sem saber o que vestir, aposte em algo simples, clássico, limpo e bem passado. Aliás, essa tendência de não passar roupa não pega bem para uma entrevista de emprego.
4. Use a linguagem corporal a seu favor
Não se preocupe apenas com o que responder em uma entrevista de emprego. O tom da sua voz, o aperto de mão, o movimento dos olhos e das pernas… enfim, o seu corpo também estará falando muito sobre você.
Às vezes, a comunicação não verbal revela mais sobre uma pessoa do que as palavras. Procure se informar sobre a linguagem corporal e o significado dos gestos mais comuns, para ganhar pontos com essa poderosa ferramenta.
Por outro lado, se você não entende nada sobre isso, pode colocar tudo a perder. Existe o risco, inclusive, de contradições entre suas palavras e seus gestos. E acredite, a maioria dos recrutadores são muito bem treinados para essa leitura.
5. O primeiro contato vale ouro
Se você não tem uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão, invista pesado nessa etapa do processo seletivo. Saiba exatamente como se comportar e o que responder em uma entrevista de emprego.
Na “hora H”, o jeito é manter a calma. Veja alguns comportamentos que vão somar a seu favor:
Cumprimente o entrevistador pelo nome e com um aperto de mão firme (mas não forte demais, afinal, você não quer quebrar os ossos de ninguém, não é mesmo?). Faça isso mantendo contato visual com ele.
Se houver mais pessoas na sala, cumprimente-os da mesma forma. Certamente, você não saberá os nomes de todos eles. Nesse caso, coloque um sorriso nos lábios e seja simpático.
Agradeça o entrevistador pela oportunidade da entrevista. Agradeça-o também por dedicar o tempo dele com você.
Aguarde ser convidado para se sentar. O entrevistador vai lhe indicar o local. Mantenha uma postura ereta. Não se curve sobre a mesa e nem se esparrame na cadeira.
O lugar adequado para colocar as pastas e bolsas é perto dos seus pés, no chão, de maneira que fique fácil o acesso a elas, se necessário. Nunca as coloque na cadeira, na mesa ou o colo.
Mantenha chaves, celular, canetas ou outros objetos pequenos nos bolsos ou nas pastas. Jamais ponha qualquer coisa na mesa, na frente do entrevistador.
Celulares e outros eletrônicos devem ficar desligados. Faça isso antes de entrar na sala para a entrevista.
Coma alguma coisa antes da entrevista, porque não é uma boa ideia pedir ao entrevistador algo para matar a fome. Se tiver sede, beba água, nunca um refrigerante ou suco, a não ser que lhe ofereçam.
Se você fuma, deixe esse vício do lado de fora da empresa, durante a entrevista. Esqueça o cigarro, enquanto estiver conversando com o entrevistador.
Seja educado, positivo e amigável o tempo todo, com todas as pessoas – porteiro, faxineiro, recepcionista, entrevistador etc.
6. Respostas corretas e na dose certa
O que responder em uma entrevista de emprego? Claro que não existe uma regra matemática para essa questão. Mas tem como se preparar para ficar bem na fita. Veja:
Regra número 1: seja sincero. Jamais diga que você sabe fazer alguma coisa, quando na verdade nunca exerceu a atividade. O recrutador é treinado para identificar essas “mentirinhas” e você pode acabar se dando mal.
O que diz a sua rede social? O que você menciona na entrevista de emprego deve está em sintonia com o que você posta nas redes sociais. Estas informações estão ao alcance de todos e, tenha certeza, os recrutadores dão uma olhadinha nelas. Então, seja coerente e não deixe que as redes sociais detonem com a sua carreira.
Demonstre interesse pelo que lhe foi perguntado. Vá direto ao que interessa e não responda com “eu acho”, “eu acredito”, “eu tenho a impressão que” etc. Isso passa a impressão de insegurança ou falta de conhecimento sobre o assunto. Se for um tema que você domina, mostre isso. Números, dados, estatísticas etc. enriquecem o seu discurso.
Questione também. O fato de você estar sendo entrevistado, não significa que não possa perguntar algo para o recrutador. Por exemplo, você pode dizer que gostaria de saber mais sobre o cargo em questão. A partir daí você, inclusive, abrirá uma brecha para falar um pouco mais das suas habilidades e de como poderá contribuir para a empresa.
Entenda a pergunta antes de respondê-la. Antes de falar qualquer coisa, certifique-se de que você entendeu corretamente a pergunta. Peça esclarecimentos, se for o caso. Não responda imediatamente. Dê uma pequena pausa para coordenar os seus pensamentos. Fale devagar e use uma linguagem que possa ser entendida por todos.
Não coloque lenha na fogueira. Assuntos polêmicos, como política, religião, futebol, aborto, opções sexuais etc. devem ser evitados. A não ser que seja perguntado, não fale sobre a sua vida pessoal. E se falar, seja breve. Você não precisa rechear o seu discurso de detalhes.
Preserve o ex-chefe e a empresa onde você trabalhou. Aquele ex-chefe chato, arrogante, péssimo líder, insuportável etc. E pra piorar, a empresa não pagava em dia e não valorizava os empregados… Você até pode ter motivos de sobra para odiar tudo isso, mas tranque seus rancores em casa, a sete chaves, antes da entrevista de emprego. Não fale mal do chefe, colegas e nem da empresa onde você trabalhou. Aliás, não fale mal de ninguém.
Faltou alguma coisa? Cheque com o entrevistador se as suas respostas foram suficientes ou se ele precisa de mais alguma informação. Não fique contando os minutos para sair correndo da sala. Mostre-se disponível para esclarecer qualquer outra questão. Inclusive, cuide-se para não sair tropeçando nas cadeiras, na mesa, na sua própria pasta…
7. Antecipe-se
Todas as dicas acima vão ajudá-lo a se dar bem na entrevista de emprego. Mas, antes de ficar frente a frente com o entrevistador, prepare-se.
Antecipe alguns assuntos e elabore respostas interessantes. Um caminho para isso é ler sobre a empresa, produtos, sua cultura, concorrência etc. Não se esqueça de buscar informações, também, sobre a vaga em questão.
Você deve, ainda, relacionar algumas ações e/ou conquistas profissionais relevantes. Anote qual foi a sua participação, os desafios, os resultados e aprendizado. Assim, saberá exatamente o que responder em uma entrevista de emprego e não esquecerá as informações mais relevantes.
8. Relaxe
A entrevista de emprego é um momento tenso para a maioria das pessoas. Isso é normal. Afinal, é a sua carreira profissional que está e jogo.
Uma boa dica é recorrer a técnicas de relaxamento. Meditação e Ioga, por exemplo, podem ser aliadas poderosas.
O que responder em uma entrevista de emprego quando o assunto é leitura?
Todas os itens acima vão ajudá-lo a passar pela entrevista de emprego e se manter na corrida pela vaga.No entanto, tem uma questão importante, para a qual você precisa dedicar atenção especial: leitura. É muito grande a chance de surgirem perguntas sobre o último livro que você leu, o que você aprendeu com ele e qual o seu autor predileto, por exemplo.
Todas os itens acima vão ajudá-lo a passar pela entrevista de emprego e se manter na corrida pela vaga.
No entanto, tem uma questão importante, para a qual você precisa dedicar atenção especial: leitura. É muito grande a chance de surgirem perguntas sobre qual o seu livro favorito, qual o último livro que você leu, o que você aprendeu com ele e qual o seu autor predileto, por exemplo.
Livros de ficção também podem dizer muito sobre a sua personalidade e quem você é. Assim, dependendo do contexto e da empresa que está oferecendo a vaga, dizer que você lê livros de não-ficção é uma jogada mais segura.
Isso demonstra sua curiosidade e vontade de aprender coisas novas. Além disso, mostra que você está investindo na própria carreira. Um candidato ambicioso e com planos para o futuro tem mais chances de conseguir qualquer emprego.
Edite sua resposta de acordo com o tipo de vaga
Você jamais deve mentir, mencionando um livro que não leu. Eventualmente, terá que falar sobre a obra e tudo poderá ir por água abaixo se você não souber desenvolver o assunto.
O interessante é selecionar, entre os livros que leu, qual deles combina mais com o tipo de vaga que está procurando. Se é uma empresa de tecnologia, por exemplo, dizer que gosta da biografia do Elon Musk pode ser uma boa pedida. Se a posição é de liderança, mencione o livro A Estratégia do Oceano Azul.
O livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas é um clássico do Dale Carnegie. Essencial para quem deseja conquistar as pessoas nos primeiros momentos e, por isso, essencial também para quem vai fazer uma entrevista de emprego.
Para se sair bem, tanto na pergunta sobre livros quanto nas outras, você precisa ser um expert em vender a sua imagem e influenciar o entrevistador. Nada melhor que ler este guia para ter uma ajuda na hora de fazer isso.
MeMergulhe em A Arte de Fazer Acontecer
Procurar um emprego é uma tarefa que precisa de organização, foco e disciplina. Especialmente, se você busca uma posição no mercado de trabalho pela primeira vez. Por isso, uma dica é ler A Arte de Fazer Acontecer, do David Allen.
Essa é a principal obra sobre produtividade e, com certeza, vai ajudá-lo na tarefa de manter as coisas organizadas. Servirá, também, para quando você já conseguiu o emprego, porque ensina o básico sobre gerenciamento de tempo.
Dependendo dos seus objetivos, esse pode ser um bom livro para se citado, quando a infame pergunta aparecer.
Não tenha medo de mostrar a sua personalidade
A não ser que você esteja sendo entrevistado por um CEO que nunca aparece na empresa, lembre-se de que, se for selecionado, vai passar muito tempo com aquela pessoa, diariamente. Por isso, se tentar responder algo muito fora da sua realidade, pode quebrar a cara.
Além do mais, entrevistadores percebem quando você não sabe exatamente do que se trata uma obra ou leu apenas para impressionar as pessoas. Assim, assuma a sua personalidade ao responder.
Portanto, se no momento, você está buscando paz interior, não tenha medo de dizer que está lendo o livro Atenção Plena, de Mark Williams.
Fuja das respostas vazias
Evite responder algo vazio. Fale sobre o livro, o que ele significa para você, como se relaciona com o seu atual momento de vida, quais ensinamentos vão perdurar. Não pare apenas no título do livro.
Evite, também, algo que desclassifique sua leitura automaticamente. Algo como “estou lendo um romance aí”, como se estivesse com vergonha de dizer qual é o livro, por ser simples demais. No fundo, toda literatura é válida e responder assim pode transmitir uma imagem de imaturidade e de alguém que não gosta de ler.
“Não tenho tempo para ler”. Essa resposta é pior ainda. Você não vai demonstrar que é uma pessoa ocupada e importante dizendo isso. Lembre-se de que até mesmo os maiores líderes do mundo, como Mark Zuckerberg, encontram tempo. Afinal, ler é essencial para o desenvolvimento pessoal.
Dominar a habilidade da persuasão pode ser uma boa ideia. Afinal, para ter sucesso, você precisa prender a atenção do recrutador e influenciá-lo em suas decisões. Mas atenção, porque persuasão não tem nada a ver com manipulação, levando a pessoa a fazer algo que ela não quer em seu benefício próprio.
No livro As Armas da Persuasão, o professor Robert Cialdini dá uma verdadeira aula de como usar essa ferramenta em seu favor. Ele explica os princípios psicológicos pelos quais as pessoas dizem sim e nos ensina a utilizá-los de forma prática.
“Influenciar outras pessoas não é mágica, é ciência”, afirma Cialdini. Segundo ele, nós não decidimos nada, usando a lógica, coletando o maior número possível de informações. Pelo contrário, a nossa mente trabalha com base em 6 princípios, visando agilizar o processo de decisão. Esses princípios são:
Princípio da Reciprocidade
Princípio do Compromisso e Consistência
Princípio da Prova Social
Princípio da Atração
Princípio da Autoridade
Princípio da Escassez
As Armas da Persuasão é um best-seller fantástico que já vendeu mais de três milhões de cópias. Livro nenhum faz tanto sucesso assim por acaso. Então, que tal ler o microbook no 12min e se preparar para o que responder em uma entrevista de emprego?
Você quer ser visto como um leitor?
Perguntar sobre os livros que o entrevistado está lendo é uma tentativa de chegar ao seu lado pessoal. Mas os objetivos por trás podem ser diversos. Provavelmente, o entrevistador quer saber se você é um leitor.
Você pode amar ou odiar ler. De qualquer forma, precisa de uma resposta que mostre que você lê e sabe do que se trata aquele livro. Um bom truque é perguntar se o entrevistador também leu e o que ele acha da obra.
Por exemplo: “Recentemente, li Fora de Série, do Malcom Gladwell, que oferece uma visão profunda sobre o que é preciso para atingir o sucesso em qualquer situação”.
A parte boa de ser contemplado com uma pergunta mais pessoal é que essa é uma chance de criar laços com o entrevistador, caso vocês se interessem pelo mesmo assunto. Além disso, é a sua chance de se destacar entre os outros entrevistados.
Use o 12min
Para que você consiga discutir qualquer assunto, literário ou não, com seu futuro chefe e saber o que responder em uma entrevista de emprego, visite o app do 12min. Lá, você tem acesso aos principais insights de cada livro de não-ficção em 12 minutos.
Você ainda pode selecionar um livro para utilizar como resposta, explorando as doze categorias do 12min, que vão de Psicologia a Liderança, de Produtividade a Saúde e Bem-Estar.
Caso o tempo para leitura seja curto, baixe os aplicativos para Android e iOS e ouça o conteúdo enquanto estiver no trânsito, por exemplo.
Quando o assunto é livro e carreira, o 12min é especialista.
Aprendeu o que responder em uma entrevista de emprego? Sucesso!