O que é EBITDA, como calcular e o que isso tem a ver com minha startup

Como podemos comparar a saúde de empresas que não estão na mesma região ou não são do mesmo setor? Entender o que é EBITDA ajuda investidores e empreendedores a compreender a quantidade de fluxo de receita disponível e qual a capacidade de uma empresa liquidar seus ativos. Por isso, é um indicador importante.

A sigla EBITDA significa “earnings before interest, taxes, depreciation and amortization“, ou seja, recursos financeiros gerados pelo caixa antes dos juros, impostos, depreciação e amortização. Assim, para calcular o EBITDA, é necessário retirar esses itens da conta – o que faz a comparação com outras empresas mais palpável.

O indicador é muito utilizado por empresas de capital aberto e analistas de mercado para avaliar quão lucrativa é uma empresa. Nesses casos, espera-se que a empresa gere riquezas para seus acionistas e para isso deve ter um bom EBITDA. Entretanto, esse tipo de negócio é tradicional e nem sempre o mesmo modelo pode ser utilizado para startups.

Neste artigo, vamos entender exatamente o que é EBITDA e como pode ser calculado. Além disso, vamos analisar a relação desse índice com outros indicadores que avaliam o valor de uma empresa no mercado.

o que é ebitda

O que é EBITDA

O EBITDA é uma medida de lucros. O conceito nasceu nos anos 1980, conforme investidores de aquisição alavancada (que realizam compras de companhias inteiras com o objetivo de conseguir lucro no futuro) viram a necessidade em calcular rapidamente a capacidade das empresas adquiridas oferecerem retorno.

A partir de então, o cálculo de EBITDA passou a ser utilizado em variados setores. Seus defensores acreditam que o indicador oferece uma visão clara sobre as operações, retirando gastos que podem esconder a realidade da performance de uma empresa.

Empresas podem ter estruturas de impostos, amortização e juros completamente diferentes. Avaliá-las em comparação é impossível se colocamos esses itens na conta. Ao eliminá-los, além de poder comparar, investidores têm noção de quanta renda uma empresa nova ou reestruturada pode gerar antes de pagar impostos e dívidas.

o que é ebitda

Dados financeiros do Google retirados do 4-Traders.

Se você reparar, em qualquer site que publique informações sobre empresas na bolsa de valores possui o EBITDA. É um termo corriqueiro entre investidores e economistas e também deve estar no vocabulário de qualquer empreendedor.

Analisar e entender o que é EBITDA é importante porque nem sempre é suficiente avaliar se uma empresa é lucrativa ou não, com base no fluxo de caixa. É uma forma de colocar todos os negócios em um mesmo patamar de comparação. Mas não é só paraíso: por causa disso, pode-se ter uma visão distorcida da realidade financeira de uma empresa.

Com isso em mente, vamos aprender a calcular o EBITDA.

Como calcular o EBITDA

Para calcular o EBITDA, é preciso olhar para seus relatórios financeiros – esse não é um número dado automaticamente. Mas sua fórmula é simples, veja:

EBITDA = Lucro operacional + Depreciação + Amortização

Lucro operacional é também chamado de Earnings Before Interest and Taxes, ou Ganhos antes de Juros e Impostos (EBIT). Ele é calculado com base no lucro da empresa subtraindo custos de operação e preço de custo dos produtos, por exemplo. Como o lucro de operação conta com a amortização e depreciação, temos que somá-las novamente.

Amortização refere-se ao processo de alocação do custo de um ativo intangível por um período de tempo. Se uma empresa faz um empréstimo de R$ 1 milhão e paga 500 mil por ano, o custo de amortização é de R$ 500 mil.

Já a depreciação é o valor que os ativos perdem durante determinados períodos de tempo. Se um computador foi comprado por R$ 10 mil e tem vida útil de 10 anos, seu valor de depreciação é de R$ 1 mil.

Temos ainda uma fórmula mais detalhada:

EBITDA = Lucro líquido + juros + impostos + depreciação + amortização

Vamos então a um exemplo de cálculo de EBITDA:

Uma companhia gera R$ 100 milhões em lucro e tem custo de estoque de R$ 40 milhões, além do custo de operação de R$ 20 milhões. Depreciação e amortização somam R$ 10 milhões, o que resulta em um lucro operacional de R$ 30 milhões. O gasto com juros é de R$ 5 milhões, levando a ganhos sem os lucros de R$ 25 milhões. Com impostos de 20%, o lucro líquido é de R$ 20 milhões (depois de subtrair os R$ 5 milhões de impostos). Utilizando a fórmula EBITDA, nós adicionamos o lucro operacional à depreciação e amortização para ter um EBITDA de R$ 40 milhões.

Lucro operacional = (100-40-20-10) = 30

EBITDA = 30 + 10 = 40

Muito bem. Aprendemos até aqui o que é EBITDA e como calculá-lo. Mas o que isso tem a ver com startups? Veja a seguir.

EBITDA e startups

Startups não são modelos de negócio comuns no mercado. O próprio conceito exige que uma startup apresente soluções nunca antes vistas no mercado, ou mesmo crie seu próprio mercado.

Assim, para entender a saúde financeira de uma startup, podemos utilizar o EBITDA. Assim, podemos comparar com outras empresas sem que sejam necessariamente do mesmo tipo de atividade.

No entanto, sabemos que muitas startups levam anos para realmente dar lucro. O AirBnB, por exemplo, não divulgava seu EBITDA até 2017, ano em que a empresa começou a realmente dar lucro. Isso acontece porque para escalar a startup, empreendedores se apóiam em investidores – aqueles que entendem de modelos de negócio lucrativos, mesmo que os números mostrem o contrário no início.

Por isso, nem sempre o objetivo de um empreendedor de startups é gerar um bom EBTIDA no começo. Entretanto, pode ser uma boa métrica para saber quando acontece a “virada”, ou seja, quando a empresa passa a ser lucrativa. Ainda assim, há quem diga que EBITDA não é uma medida típica de startups, serve mais para empresas tradicionais. Vai do seu entendimento e do quanto você acredita ser útil.

Dois livros podem ajudá-lo nesse momento.

Venture Deals – Jason Mendelson & Brad Feld

A obra auxilia empreendedores de startup a captarem investimentos para sua empresa. Você vai aprender conceitos importantes do mundo financeiro e falar a linguagem de venture capitalists, sabendo exatamente o que eles querem.

A Ascensão do Dinheiro – Niall Ferguson

Agora, se o que você precisa é de um entendimento mais histórico sobre o capitalismo, não deixe de colocar essa obra em sua lista de próximas leituras. Niall explica como surgiu o dinheiro e como se deu seu avanço até hoje.

Esses dois livros estão disponíveis na plataforma do 12Min em forma de microbooks. Microbooks são resenhas críticas que condensam os principais ensinamentos das obras para que você possa consumir em poucos minutos.

Não deixe de conferir!

E você, acredita que o EBITDA seja importante para startups? Deixe seu comentário abaixo!

 

Controlar gastos: conheça os melhores aplicativos

Seu dinheiro pode ser muito mais do que é. Sim, é verdade! Quando você começa a controlar gastos, percebe que pode fazer muito, mesmo tendo pouco. Agora, se você não tem traquejo para lidar com planilhas ou precisa que as coisas sejam mais automatizadas, o ideal é baixar um aplicativo para controlar gastos.
Selecionamos os melhores nesta lista. Se baixar algum e não for o ideal, não desista. Cada aplicativo pode suprir necessidades específicas que nem sempre são as suas. Confira!
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Grana

Este app para controlar gastos é para quem quer uma interface simples e descomplicada. Você pode acompanhar suas movimentações periodicamente e tirar relatórios para fazer comparativos.
Para começar a usar, cadastre suas receitas e despesas. Por meio do gráfico, você consegue ver como é o seu balanço normal mensal. Assim, fica fácil se planejar para cortar algum gasto, por exemplo. Ele ainda possui uma funcionalidade interessante: adiciona despesas do cartão de crédito automaticamente, assim que chega um SMS do banco.

  • Sincronização automática com dados da conta bancária e cartões de crédito
  • Exporta dados para planilha
  • Backup em nuvem
  • Disponível para Android
  • Gratuito

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Gastos Diários 3

Este app para controle de gastos é um dos mais baixados da Play Store. Ele permite que você classifique receitas e despesas por categoria, além de agendar os valores que são recorrentes.
Ao final de cada mês, você pode fazer um resumo do período e ver qual foi a categoria que mais levou embora sua grana.

  • Proteção com senha
  • Backup em nuvem
  • Variações de línguas e moedas
  • Disponível para Android
  • Gratuito com mais funcionalidades para versão paga

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GuiaBolso

O GuiaBolso é um dos apps para controlar gastos mais famosos do Brasil. Com acesso à sua conta bancária, ele faz atualização das informações automaticamente e permite que você edite caso seja necessário.
É ótimo para organizar os gastos, com uma visão clara de onde seu dinheiro está indo. Você pode dividir por categoria e estabelecer metas – o app avisa quando estiver prestes a estourar o orçamento.

  • Sincronização automática de dados bancários e cartões de crédito
  • Rastreamento de CPF
  • Simulação de empréstimos
  • Disponível para sistemas Android e iOS
  • Gratuito

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Minhas Economias

Este é um app bom para você controlar gastos futuros. Ele permite inserção de informações manualmente, incluindo a previsão de entradas e saídas. Por meio de gráficos, você acompanha sua evolução financeira.
Ainda é possível gerenciar empréstimos, investimentos, financiamentos e até aposentadoria. Você ainda pode cadastrar mais do que uma conta, ideal para quem divide seu dinheiro com outras pessoas.

  • Sincronização em nuvem
  • Cadastro anônimo
  • Proteção por código de segurança
  • Disponível para Android e iOS
  • Gratuito

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Mobills

Com o Mobills, você pode controlar gastos por meio de comparativos anuais e mensais, determinando qual categoria deu mais despesas. Quando suas contas estiverem a ponto de vencer, ele envia notificação por e-mail. Além disso, capta informações enviadas pelo banco por SMS.
O Mobills ainda oferece suporte para você controlar seus investimentos, cartões de crédito e objetivos financeiros.

  • Sincronização com dados bancários e cartões de crédito
  • Disponível para sistemas Android e iOS
  • Metas e planejamento financeiro
  • Gratuito

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MoneyWise

O MoneyWise é outro app de controle de gastos que aceita sincronização com várias contas. Ele permite ainda a conversão com diversas moedas, sendo, portanto, um aplicativo internacional.
Você pode controlar seu fluxo de caixa pessoal para evitar ficar no vermelho. Ele ainda possui várias opções de gráficos para você observar a evolução ao decorrer do tempo. Os dados ficam seguros na nuvem e é possível utilizar enquanto estiver offline.

  • Permite sincronização de mais de uma conta
  • Proteção por senha
  • Tradução para nove línguas e conversão para diferentes moedas
  • Disponível para Android

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Organizze

A interface do Organizze é bastante agradável visualmente. Você pode separar suas contas por categoria e definir metas para cada uma delas, bem como para adquirir algo sonhado – como um carro, por exemplo.
Assim, você se lembra da sua prioridade e conforme vai economizando a barra vai enchendo até chegar à conquista.

  • Sincronização com o saldo das suas contas online
  • Dados criptografados
  • Funciona enquanto estiver offline
  • Disponível para Android e iOS

Agora que você já conferiu os melhores apps de controle de gastos do momento, entenda melhor por que deve se preocupar com isso.

A importância de controlar gastos

Você já leu Pai Rico Pai Pobre, de Robert Kiyosaki? Pois deveria. Quem deseja ser mais consciente com o seu dinheiro e quer ver o trabalho duro render mais, precisa conhecer a obra.
Segundo ele, a forma como lidamos com as finanças está errada desde o início. Crianças devem aprender a ter uma vida financeira saudável – não só recebendo uma mesada e comprando um celular com ela, mas utilizando o dinheiro para crescer.
Desde novos, aprendemos apenas a esperar pelo dinheiro, gastá-lo e esperar novamente até o próximo mês. Isso está errado, pois podemos aprender a investir e fazer o dinheiro trabalhar para nós.
Já imaginou como seria sua vida se você soubesse controlar gastos desde o início? Saiba mais sobre os ensinamentos do livro neste post.
E se quiser acessar o microbook completo, faça um trial do app 12Min. Temos centenas de títulos disponíveis, com resumos que captam o conceito de cada obra e os principais aprendizados. Clique aqui e faça um teste!

O que é e quem pode ser optante pelo simples nacional?

Você escolheu um caminho de vida difícil, mas com benefícios para a realização profissional: o empreendedorismo. Tem uma ideia de negócio e as ferramentas para começar a funcionar. Mas nem tudo são flores: hora ou outra, a burocracia vai bater à porta. Além de formalizar a empresa, é preciso escolher um regime de tributação e uma das melhores alternativas é ser optante pelo Simples Nacional.
Criado em 2007, o Simples facilitou a vida das micro e pequenas empresas. Antes, era preciso gerar guias de uma lista enorme de tributos, cada um deles com seu sistema. Agora é possível pagar tudo em uma tacada só, unificando e simplificando o processo.
Acontece que para ser optante pelo Simples Nacional, você precisa estar enquadrado em alguns atributos específicos. É importante contar com a ajuda de um contador, que vai orientá-lo sobre suas opções. Mas, para você ficar um pouco mais por dentro, explicamos neste texto o que é o Simples e as características que permitem empresas participarem.
Boa leitura!
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O que é Simples Nacional

O Simples Nacional é uma modalidade de regime tributário, ou seja, arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, voltado para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.
Os benefícios de ser optante pelo Simples Nacional não são apenas práticos, mas também financeiros. Antes, as alíquotas (porcentagem de impostos cobrados por um produto ou serviço) eram muito maiores, semelhantes às de grandes corporações. Cumprir com as obrigações trabalhistas e previdenciárias também ficou mais fácil.
Pagando a guia do Simples, que normalmente tem valor calculado por profissionais da contabilidade, você está quitando suas obrigações com a União, estado, Distrito Federal e Município.
É importante ter a ajuda do contador para realizar o cálculo do Simples Nacional porque mesmo que sua empresa se enquadre, é possível que os tributos acabem saindo mais caros. Inclusive, ser optante pelo Simples Nacional é facultativo.
A Receita Federal lançou em janeiro de 2018 videoaulas que explicam o Simples Nacional. Veja a primeira aqui.
É importante ficar atento às regras, pois em 2016 foi criada a lei complementar 155, que altera características de microempresas, microempreendedores, além de outras disposições, como as tabelas de alíquotas: Anexo I, Anexo II, Anexo III, Anexo IV e Anexo V.
Confira abaixo mais informações sobre enquadramento no Simples Nacional.

Quem pode ser optante pelo Simples Nacional

São três passos para que sua empresa possa optar pelo Simples Nacional.

1 – Enquadrar-se como microempresa ou empresa de pequeno porte

O enquadramento é feito com base no faturamento da empresa. São consideradas microempresas aquelas que faturam no máximo R$ 360 mil ao ano. Já as empresas de pequeno porte podem faturar até R$ 4,8 milhões.
Além disso, empresas que são optantes pelo Simples Nacional devem ter inscrição Municipal e, quando exigível, também a inscrição Estadual (negócios que realizam atividades no ICMS).

2 – Cumprir os requisitos previstos na legislação

Para que você seja optante pelo Simples Nacional, deve cumprir com as obrigações de prazo exigidas. Depois de realizar o cálculo do Simples Nacional junto ao seu contador, é preciso gerar a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) e pagá-la até o dia 20 de todo mês.

3 – Formalizar a opção pelo Simples Nacional

Se você decidir ser optante pelo Simples Nacional, deve realizar o pedido por meio do site da Receita – link aqui. É importante ressaltar que a solicitação só pode ser feita até o último dia útil de janeiro.
Para empresas novas, o prazo é de 30 dias a partir do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual, caso exigíveis). Nesse caso, não pode ter passado 180 dias da inscrição do CNPJ.
Uma vez regularizada, você não precisa fazer a opção novamente.

Mudanças do Simples Nacional em 2018

Além dos detalhes que já citamos, como as tabelas de alíquota e limites de faturamento, outras mudanças vieram com a lei complementar de 2016. Novas atividades que podem realizar a opção:

  • Indústria ou comércio de bebidas alcoólicas (cervejarias, vinícolas, produtores de licores e destilarias), desde que não produzam ou comercializem no atacado
  • Serviços médicos, como a própria atividade de medicina, medicina veterinária, odontologia,  psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite
  • Representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros; auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração.

Algumas ocupações deixarão de ser enquadradas:

  • Arquivista de documentos
  • Contador/ técnico contábil
  • Personal trainer

Outra mudança interessante da nova lei é a criação da modalidade investidor-anjo. O governo passa a reconhecer essa atividade, com algumas condições:

  • O aporte oferecido pelo investidor-anjo não fará parte do capital social da empresa.
  • O investimento deve contar em um Contrato de Participação com validade máxima de sete anos.
  • Tanto pessoas jurídicas quanto físicas podem ser investidores-anjo.
  • O investidor-anjo não é um sócio, portanto, não pode exercer funções na empresa, nem tem direito a voto nas decisões.
  • Dentre outras características que podem ser consultadas aqui.

Contratos de Participação, ou seja, sociedades, são de livre negociação entre as partes envolvidas.

Formalize sua empresa e estude as modalidades tributárias

Procure se informar sobre os trâmites burocráticos que envolvem a sua empresa. Assim, você fica mais bem informado e pode se preparar para alcançar resultados melhores no faturamento e nos lucros. Formalizando a empresa, é possível ter acesso a vários benefícios, apesar de vir com as obrigações tributárias.
E se quiser uma mão para aprender mais sobre o empreendedorismo e a vida financeira, você pode sempre contar com nossos microbooks. Veja alguns títulos na sessão de Dinheiro e Investimentos e conheça formas de fazer suas finanças serem impecáveis.
Faça seu trial hoje mesmo! E happy reading 😉

Quem deve fazer e como é feita a declaração do imposto de renda?

Chegou a hora de prestar contas com o Leão. E não adianta reclamar e nem tentar driblar as normas. A Receita Federal está totalmente informatizada e cada dia mais preparada, cruzando as informações dos contribuintes e das empresas e instituições.
Qualquer divergência na sua declaração do imposto de renda pode levá-lo direto para a “malha fina”. Aí você terá que corrigir os erros e incoerências no prazo determinado para não gerar imposto a pagar.
Assim, para evitar dores de cabeça e até mesmo prejuízos para o seu bolso, a melhor saída é se informar. Aprenda a preencher corretamente o formulário e envie a sua declaração dentro do prazo estabelecido.

Pessoa Física e Pessoa Jurídica

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Tanto as Pessoas Jurídicas quanto as Pessoas Físicas devem fazer a declaração do imposto de renda anualmente. Porém, o processo é diferente para cada uma delas.
Pessoas Jurídicas são as empresas, instituições, igrejas e partidos políticos. Devem ter o CNPJ. As pessoas físicas são os cidadãos: trabalhadores, estudantes, aposentados etc, com CPF.
Nesse post, vamos falar da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

De olho no calendário

Se você ainda não sabe qual a data limite para enviar a sua declaração do Imposto de Renda , anote aí o cronograma:

  • A partir de 28 de fevereiro: você poderá fazer o download do Programa Gerador da Declaração do IRPF, que é o DIRF. Você terá que baixar, também, o Receitanet, que é o programa de envio da declaração. Por questão de segurança, a sugestão é que se utilize o site oficial da Receita Federal para obter os dois programas.
  • 2 de março a  29 de abril: Você terá quase dois meses para preencher os formulários e enviar a sua declaração do imposto de renda para a Receita Federal.

Para ganhar tempo e evitar correria, você pode começar a recolher os documentos na empresa, bancos, instituições de aposentadoria privada etc, juntar os recibos, enfim, tudo o que será necessário para elaborar a sua declaração do imposto de renda.
E não caia na tentação de deixar para entregar na última hora. A Receita estima que 40 milhões de contribuintes enviarão a declaração do imposto de renda em 2018. Por causa desse grande contingente, é provável que haja congestionamento no site oficial, nos minutos finais.

Declaração agora somente via internet

Já foi o tempo em que a gente pegava um formulário num posto da Receita Federal e preenchia as informações manualmente.
Agora, a declaração do imposto de renda é feita, exclusivamente, pela internet. A opção mais usada pelos contribuintes é o software exclusivo baixado no micro (que mencionamos anteriormente).
Mas você pode enviar o seu acerto via site da Receita Federal. Nesse caso, é necessário ter certificado digital e matrícula no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte). Trata-se de um portal de serviços que viabiliza a comunicação entre o contribuinte e a Receita Federal.
Quando concluir o preenchimento dos dados, o programa fornecerá um resumo da sua declaração e o valor a pagar ou a restituir. Imprima a guia de pagamento, se for o caso.
Arquive, por cinco anos, uma cópia da sua declaração e os documentos utilizados que comprovam rendas e despesas, caso seja necessário apresentá-los para a Receita Federal, no futuro.
Se você não sabe como fazer a declaração do imposto de renda, dedique um tempo para navegar pelo programa. Ele é auto-explicativo e responde várias das suas dúvidas.
Se a dificuldade persistir, uma saída é buscar apoio de amigos ou familiares ou até mesmo de profissionais especializados. O que você não deve é não declarar ou declarar errado.

Quem tem que declarar imposto de renda

A Receita divulga as regras que definem quem deve e quem não precisa fazer a declaração do imposto de renda. O parâmetro é o ganho mensal ou anual. Quanto mais você ganha, mais você paga.
Segundo a Receita, estão obrigados a prestar contas com o Leão, em 2018, as pessoas físicas que:

  • receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.123,91 – inclui trabalhadores, aposentados e pensionistas;
  • tiveram rendimentos isentos, não-tributáveis (que não geram lucro nem valor líquido) ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma seja maior que R$ 40 mil;
  • tomaram posse de bens, inclusive terrenos, de valor total maior que R$ 300 mil;
  • receberam um valor superior a R$ 140.619,55 proveniente de atividade rural;
  • obtiveram ganho de posses na transferência de bens ou direitos ou efetuaram operações em bolsas de valores, mercados de capitais ou similares;
  • tiveram um rendimento anual bruto de renda rural acima de R$ 128.308,50.

Esses são os casos mais comuns. Importante lembrar que o ano base para a declaração é 2017.
Veja onde você se encaixa nessas regras e lembre-se: sonegar imposto é crime. A punição vem em forma de multas e prisão em regime fechado por dois anos,

Quem escapou da mordida do Leão em 2018

Algumas pessoas não precisam prestar contas para a Receita. São elas:

  • quem tem renda mensal de até 1.903,98;
  • quem tem posse de bens e direitos, no valor total de até R$ 300.000,00;
  • portadoras de doenças graves:
    • AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida);
    • Alienação mental;
    • Cardiopatia grave;
    • Cegueira;
    • Esclerose múltipla;
    • Espondiloartrose anquilosante;
    • Fibrose cística (Mucoviscidose);
    • Hanseníase;
    • Hepatopatia grave;
    • Neoplasia maligna;
    • Paralisia irreversível e incapacitante;
    • Tuberculose ativa.
    • Contaminação por radiação;
    • Doença de Paget em estado avançado;
    • Doença de Parkinson;
    • Nefropatia grave.

Para esses casos, a Receita exige laudo de uma perícia, que pode ser realizada em um centro de saúde.

A tabela de 2018

Agora, vamos falar do tamanho da mordida do Leão. Todos os anos, a Receita divulga as alíquotas de contribuição. Esse ano, elas ficaram assim:

Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a deduzir do IRPF (%)
Até 22.847,76 _ _
De 22.847,77 até 33.919,80 7,5 1.713,58
De 33.919,81 até 45.012,60 15 4.257,57
De 45.012,61 até 55.976,16 22,5 7.633,51
Acima de 55.976,16 27,5 10.432,32

Modelo Completo ou Simplificado: qual a melhor opção?

Depende. Se o total das despesas for superior a 20% da sua renda, escolha o Modelo Completo. Caso contrário, o simplificado será mais vantajoso.
Normalmente, utiliza o Modelo Completo quem tem dependentes e muitas despesas para abater, como escolas, dentistas e profissionais de saúde, planos de saúde e previdenciário etc.
O sistema da Receita para declaração do imposto de renda permite simulações. Você pode fazer as duas opções e escolher a que melhor lhe atender. Caso você decida pelo Modelo Completo, guarde todos os seus recibos por cinco anos.

As deduções autorizadas

Fique atento para utilizar tudo o que é permitido para reduzir no imposto a pagar ou aumentar o valor a ser restituído. Isso vale para quem optar pelo Modelo Completo da declaração de imposto de renda.
Você pode abater as despesas com:

  • Dependentes

Até R$ 2.275,08 por dependente.

  • Planos de saúde

Não existe limite para abatimento de gastos com planos de saúde do titular e dependentes.

  • Assistência no exterior

Consultas ou internações médicas em outros países podem ser abatidas, mas é preciso comprovar os gastos.

  • Cirurgias plásticas corretivas

Veja que não se trata de estética, mas cirurgias necessárias para a sua saúde ou dos seus dependentes. Como por exemplo, reconstrução de mama.

  • Fisioterapia, psicólogo e exames médicos

Além das consultas médicas, psiquiátricas e psicológicas, inclui os tratamentos de reabilitação e exames. Não considera medicamentos.

  • Próteses e cadeiras de rodas

Vale para aquisição de próteses, de cadeiras de rodas ou equipamentos para deficientes.

  • Dentistas

Aqui, as opções são inúmeras: consultas, limpeza, tratamento de canal, extrações, implantes, próteses, cirurgias etc

  • Educação

O desconto máximo é de R$ 3.561,50 no total, incluindo o titular e todos os dependentes. Inclui matrículas e mensalidades, desde o curso infantil até o nível superior, graduação ou pós-graduação.

  • Empregada doméstica

Você pode abater o limite máximo de R$ 1.182,20 com empregados domésticos, descontando esse valor do imposto devido.

  • Pensão alimentícia

Os valores integrais pagos, com base em decisão judicial ou acordo homologado na Justiça podem ser abatidos integralmente.

  • Previdência privada

As contribuições aos planos PGBL e VGBL são informadas de maneira diferente e somente as PGBL permite a dedução de até 12% da renda tributável.

  • Previdência Social

Contribuições feitas em 2017 – como empregado, contribuinte individual, ou contribuinte facultativo.

  • Taxas de administração

Incluem as despesas com locação, corretagem e administração. Tenha os documentos que comprovem os gastos.

  • Reformas de imóvel

Você pode acrescentar despesas com melhorias e reformas no imóvel, realizadas antes da venda e assim reduzir o lucro com a transação. Mas, para isso, precisa ter em mãos os comprovantes, como notas fiscais e recibos de profissionais autônomos.

  • Doações

Quem fez doações no ano passado (até 29 de dezembro) para projetos sociais, pode abater 8% do valor na declaração do imposto de renda.

  • Despesas escrituradas

Profissionais liberais autônomos podem abater as despesas escrituradas em livro-caixa.
Essas são as deduções mais comuns. Fique de olho também no dinheiro que você pode pegar de volta.

Restituição

Se você pagou mais do que devia para a Receita no ano passado, terá direito ao reembolso desse dinheiro.
Ao concluir a sua declaração, o programa informará se haverá ou não restituição. Se sim, fique atento, porque o governo libera lotes durante o ano e isso é amplamente divulgado pela mídia.
Você pode também acompanhar as restituições diretamente no site da Receita Federal.

Caiu na Malha Fina? Saiba o que fazer

Muita gente tem algum tipo de problema com a declaração do imposto de renda. São erros de digitação, inconsistência das informações etc.
Somente no ano passado, foram quase 800 mil contribuintes nessa situação. Elas tiveram que regularizar a declaração para evitar multas e até mesmo receber a restituição.
Se você não quer engrossar essa estatística, tenha cuidado ao preencher o seu formulário. E, depois de enviar a sua declaração, acompanhe na Receita se existem problemas ou pendências.

Falando em dinheiro…

Já que o assunto é dinheiro, que tal aprender com os especialistas como valorizar ainda mais o que você ganha?
A equipe do 12Min tem três dicas de leitura especialmente para você. Vamos lá:
declaração do imposto de renda os-segredos-da-mente-milionaria-12-minutos
Os Segredos da Mente Milionária – T. Harv Eker
Por que algumas pessoas acumulam riquezas com facilidade e outras vivem no vermelho? A resposta está nessa obra que conquistou o topo da lista dos livros mais lidos em 2017.
declaração do imposto de renda pai-rico-pai-pobre-12-minutos
Pai Rico Pai Pobre – Robert Kiyosaki
Aprenda sobre finanças pessoais e identifique as características comuns às pessoas ricas. Ensine seus filhos desde cedo a ter educação financeira e os ajude a serem adultos independentes e ricos no futuro.
declaração do imposto de renda Investimentos-como-administrar-melhor-seu-dinheior-12-minutos
Investimentos Inteligentes – Gustavo Cerbasi
Esse é um guia sobre as melhores formas de se aventurar no mundo dos investimentos, para os leigos que sequer sabem por onde começar. Apresenta estratégias para multiplicar seu patrimônio.

Entenda o que é previdência complementar e quais suas vantagens

Você é daquelas pessoas que não tem disciplina para investir dinheiro em longo prazo? Deposita, gasta, deposita de novo? Se a resposta é sim, então, a previdência complementar é uma boa opção para forçar você a guardar dinheiro para o futuro.
Por outro lado, se você está pensando em fazer o seu dinheiro render para a aposentadoria, é bom pesquisar um pouco mais. Alguns especialistas afirmam que, nesses casos, a previdência complementar não é a opção mais atraente.
Mesmo assim, muita gente ainda recorre à previdência complementar – também chamada de previdência privada – como forma de engordar a aposentadoria do INSS, que é sempre uma mixaria.
Como o mercado está abarrotado de opções de previdência complementar, a dica é entender o que está sendo oferecido para você e, depois, comparar as opções, antes de se decidir. Fique atento aos “detalhes”, como rentabilidade, taxa administrativa e outras taxas cobradas.

O que é Previdência Complementar

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A previdência complementar é uma aplicação financeira. Todos os meses você deposita uma quantia, com previsão de retirada em longo prazo.
Na hora de resgatar o seu dinheiro, você pode optar por embolsar tudo de uma só vez ou receber um valor mensal. Mas se você contribui com R$ 10,00 ao mês, não espere milagre na hora de rever a grana.

Os planos de Previdência Complementar no Brasil

Existem 2 planos de previdência complementar: os planos abertos e os planos fechados.

Planos abertos

Como o próprio nome sugere, os planos abertos (previdência complementar aberta) podem ser contratados por qualquer pessoa. Nesse caso, existem duas opções: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Eles são oferecidos pelos bancos, gestores de fundos e seguradoras.

Planos fechados

Também conhecidos como fundos de pensão, os planos fechados entram na carteira de benefícios de uma empresa aos seus funcionários (exclusivamente para eles). São parecidos com o PGBL dos planos abertos, com uma diferença: a taxa administrativa fica por conta do empregador.
Muitas empresas oferecem uma “ajudinha” a mais para engordar a aposentadoria dos seus funcionários, contribuindo com um percentual que, em alguns casos, é de até 100% do valor aplicado por cada empregado. Ou seja, para cada real investido, a empresa acrescenta mais um real.
Independente do seu plano – aberto ou fechado – você tem que optar por um tipo de tributação, que pode ser progressiva ou regressiva. Isso representa o tamanho da mordida do leão no seu Imposto de Renda.

Investir na tributação progressiva ou regressiva?

A tributação progressiva segue a mesma alíquota aplicada aos salários, ou seja, de zero a 27,5%, de acordo com o valor a ser retirado.
É uma opção quando se pretende acumular um patrimônio baixo. Nos casos de fundos de pensão, se você planeja ficar na empresa por muito tempo e resgatar o valor quando sair.
A tributação regressiva varia de 10% (para o dinheiro que permanece depositado por 10 anos ou mais) até 35% (caso você mantenha o investimento por menos de 2 anos). É o melhor investimento para quem planeja juntar patrimônio a longo prazo.
Na altura do campeonato, você deve estar se perguntando: afinal, qual a melhor opção? Depende do que você quer para o seu futuro, da sua capacidade de poupança, do prazo, do tipo de declaração do IR e uma série de outros fatores.
Vale a pena estudar detalhadamente os prós e contras de cada tabela de tributação. Uma assessoria especializada é uma boa saída para você não entrar numa fria, perdendo dinheiro ao invés de ganhar.

PGBL e VGBL

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), “o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é classificado como seguro de pessoa, enquanto o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é um plano de previdência complementar”. Mas a principal diferença entre ambos está na tributação.

VGBL

  • O Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos. Isso significa que você paga imposto ao longo da vida, em parcelas menores, sem causar grandes impactos.
  • Os prêmios/contribuições pagos a planos VGBL não podem ser deduzidos na Declaração de Ajuste Anual do IRPF. É mais adequado para quem utiliza o modelo simplificado de Declaração do IRPF ou quem já ultrapassou o limite de 12% da renda bruta anual para efeito de dedução dos prêmios e, ainda, quer complementar a renda.

PGBL

  • O imposto só incide na hora do resgate sobre o valor total, mesmo que o resgate seja feito aos poucos.
  • Os participantes que utilizam o modelo completo na Declaração do Imposto de Renda podem abater as contribuições do respectivo exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual.

Mas, a SUSEP faz uma alerta: cuidado para não pagar IR duas vezes. Segundo a entidade, “se você utiliza a declaração simples de IR, não contrate um PGBL”.
Se fizer isso, “você pagará IR sobre o montante de sua renda atual, sem o abatimento, e sobre o montante acumulado no PGBL no futuro, o que corresponde a uma dupla tributação”.

O peso das taxas


Se você vai investir na previdência complementar, esteja preparado para pagar por isso. Além das taxas de administração e gestão financeira, até 3% ao ano, existe a taxa de carregamento, que chega a 5% de cada depósito mensal.
A boa notícia é que já existem opções mais baratas que podem competir com fundos de renda fixa comuns. Invista em paciência para pesquisar antes de aplicar o seu dinheiro.

Previdência social (INSS) ou previdência complementar: qual o melhor investimento?

Tem muita gente que aposta no item segurança para aplicar no INSS. Afinal, nesse caso, não existe o risco de acordar numa manhã e receber a notícia de que o seu banco quebrou e você perdeu o investimento de uma vida.
Mas esse problema pode ser contornado, se você fizer opção por um banco ou instituição de credibilidade ou até mesmo um banco público. Sem considerar que o risco do INSS “fechar as portas” pode ser uma realidade, se levarmos em conta a qualidade da administração do Instituto.
Quanto aos rendimentos, não há dúvida de que o INSS é menos atrativo do que a previdência complementar.
No entanto, se você é mais conservador e continua temendo a quebra do banco, invista no INSS e na previdência complementar ao mesmo tempo.

4 cuidados na hora de contratar a previdência complementar

Não confie 100% nas simulações

A rentabilidade prevista nas simulações não é exatamente o que você irá receber. Os especialistas alertam que, na maioria das vezes, elas levam em conta a inflação e criam uma expectativa além do real. No futuro, isso significará frustração.

Saiba por quanto tempo você pretende deixar o dinheiro aplicado

Previdência complementar não é a melhor opção para investimentos a curto prazo. Para esses casos, existem outras opções de aplicações com tributação mais baixa e rendimento melhor.

Procure se informar sobre os custos

Como já mencionamos acima, as taxas de administração e de carregamento podem comprometer o seu investimento. Procure se informar e, principalmente, entenda o impacto que elas podem causar no seu bolso.

Em caso de dúvida, busque assessoria especializada

São muitos fatores que constroem um excelente plano previdência complementar.
Além do tipo de plano, tabela tributária, rendimento, taxas, liquidez etc, você deve se informar também sobre planejamento sucessório, imposto sobre herança, portabilidade e muito mais.
Se você não se sentiu confortável com o mundo de informações que você leu e o gerente do banco lhe passou, busque apoio de quem entende do assunto. E tenha uma feliz aposentadoria.

Aprendendo mais sobre como cuidar do seu dinheiro

Previdência complementar bem planejada pode ser uma forma de garantir a qualidade de vida no futuro. Mas, você tem outras maneiras de começar a ganhar dinheiro hoje.
Existem muitas histórias inspiradoras e, também, conselhos e dicas de quem já percorreu esse caminho com sucesso. Tudo isso, você encontra nos livros.
A equipe do 12Minutos resolveu dar uma mãozinha na seleção dos best-sellers que vão ajudar você a pensar e cuidar do seu dinheiro e maneira bem diferente. Prepare-se!
previdência complementar os-segredos-da-mente-milionaria-12-minutos

Os Segredos da Mente Milionária – T. Harv Eker

Primeiríssimo lugar na preferência dos leitores do 12Min, em 2017, a obra responde uma pergunta comum: por que algumas pessoas acumulam riquezas com facilidade e outras vivem no vermelho? Vale a pena mergulhar de cabeça nessa leitura se você está pensando em engordar a sua poupança.
previdência complementar

Pai Rico Pai PobreRobert Kiyosaki e Sharon L. Lechter

Você certamente já ouviu falar desse best-seller. E não é por acaso que a obra se mantém em destaque na lista dos livros mais lidos. O autor quebra crenças e sugere que você ensine os seus filhos desde cedo a terem educação financeira para serem adultos independentes e ricos. É uma boa opção para aprender com quem é especialista em fazer seu dinheiro valer mais.
previdência complementar adeus aposentadoria 12 minutos

Adeus, Aposentadoria – Gustavo Cerbasi

Existe um jeito de garantir seu futuro sem depender dos outros. O autor prova que o modelo atual de previdência não é mais a melhor opção. Afinal, a aposentadoria deixou ser ser a etapa final para se transformar em um recomeço. Essa leitura pode ajudar você a planejar e viabilizar um novo plano.
Leitura é sempre um investimento! Vamos lá fazer o seu dinheiro render mais?

É o momento de aprender como investir em Bitcoins?

Os bitcoins estão se tornando a cada dia mais populares, apresentam valorização histórica e prometem se consolidar como alternativa para investidores que procuram aplicações fora da curva.
Neste post, iremos apresentar os prós e contras e, de maneira o mais didática possível, lhe dar ferramentas para aprender como investir em bitcoins e analisar se vale a pena ou não colocar dinheiro nesta moeda virtual.
A primeira pergunta que sempre me fazem sobre o fenômeno da valorização dos bitcoins é o porquê da valorização tão rápida da moeda nos últimos meses. O primeiro evento causador desses ciclos de valorização foi a aprovação, em abril de 2017, de uma lei no Japão que reconhece as moedas digitais como meio de pagamento. Com a previsão de milhares de estabelecimentos começarem a aceitar bitcoins na terceira maior economia do mundo, a criptomoeda ganhou força. Lembrando que, desde os primórdios, uma moeda surge quando um grupo de pessoas atribui valor a determinado instrumento e começa a adotá-lo como meio de troca. O homem já utilizou gado, animais domésticos, sal, metais e agora surgem as criptomoedas como meio de troca.
A segunda razão para a sequência de valorização do bitcoin foi o fato de grandes instituições financeiras começarem a dar espaço para a nova tecnologia. Já observamos grandes bancos testando o blockchain, ferramenta que permite que as moedas virtuais saiam de uma conta e cheguem a outra por meio de um código único. Se vemos grandes bancos apostando nesse tipo de tecnologia é um sinal que esse tipo de transação deve se tornar popular.
Paralelamente, estamos assistindo o bitcoin servir de alternativa para nações em crises políticas. Observamos o crescimento de demanda em países como Venezuela, China e Grécia, cujos governos restringiram transferências e saques em dinheiro. Dessa forma, o bitcoin tem servido como reserva e fuga para esses países com problemas nesse sentido.

Como investir em bitcoins e quais cuidados tomar

Um dos principais pontos de atenção ao aprender como investir em bitcoins é entender e estar ciente de que o preço das criptomoedas é muito volátil. É comum acontecerem, em um mesmo dia, variações de mais de 10% para baixo ou para cima.
A volatilidade da moeda se explica pela falta de valor intrínseco a ela. Ou seja, sua flutuação fica à mercê da relação entre oferta e demanda. Relembrando um pouco uma das funções de uma moeda, o valor intrínseco de uma moeda está relacionado a sua função de ser uma reserva de valor. Ou seja, é o poder de compra atrelado a ela, que se mantém no tempo, e uma forma de se medir a riqueza.
Uma dica para quem quer se aventurar e começar a saber como investir em bitcoins é tentar minimizar os riscos. Muitos investidores guardam o valor investido inicialmente em sua carteira digital, e faz novas apostas somente com os bitcoins que embolsa com os rendimentos. Dessa forma, se realizar alguma transação que tiver prejuízo, o máximo que irá acontecer é ficar no zero a zero.
Este tipo de estratégia, de investir somente os rendimentos, não prejudicar o capital inicial, é o que geralmente recomendamos para os entusiastas que querem investir em qualquer tipo de aplicação com risco mais elevado. Serve tanto para transações de risco quanto para criptomoedas.

Vantagens de investir em bitcoins

Muito se fala sobre os riscos dos bitcoins, mas ele possui diversas vantagens, além da promessa de render muitos lucros. Uma delas está o custo das transações, que é bem menor do que o sistema financeiro tradicional. A tarifa de transação média do bitcoin é cerca de 5 vezes menor do que em bancos tradicionais.
Outra vantagem é que os bitcoins podem ser usados em qualquer país e, por não ser controlado por um governo específico, não podem ser congelados ou confiscados. É, definitivamente, uma moeda global, proporcionando economia em tarifas de conversão e eliminando as fronteiras comerciais.
Uma terceira vantagem é que os bitcoins não sofrem com colapsos de sistemas financeiros dos países. Por exemplo, as atuais moedas são moedas fiduciárias. O que isso significa? Não são lastreadas a nenhum metal (ouro, prata). Seu valor provém da confiança que as pessoas têm em quem emitiu o título, geralmente os Bancos Centrais dos países. Quando a economia de um país entra em colapso, por diversas razões (políticas, incidentes ambientais, escândalos de corrupção), as moedas convencionais perdem valor.
Teoricamente, o bitcoin e as criptomoedas vêm para resolver este problema, pois não são regulados por nenhum órgão centralizador e não dependem da confiança no mercado financeiro tradicional. Permitem que as transações possam ser feitas sem precisar fornecer dados pessoais para os bancos, ou justificar a origem e destinação do dinheiro. Isso pode ser usado tanto para o bem, como doações, por exemplo, ou para o mal, como compra e venda de drogas.  

Principais riscos de investir em bitcoins

Antes de saber como investir em bitcoins, tenha em mente alguns riscos. Indicamos aqui não colocar todos os seus investimentos em bitcoins. Não se coloca todos os ovos em uma única cesta, seja qual for o investimento. Os três principais riscos que considero em relação aos bitcoins são:

  • Flutuação dos preços;
  • Vulnerabilidade da tecnologia das transações: ainda não vimos o sistema ser corrompido, mas já é visado por hackers;
  • Segurança das corretoras que realizam as transações: cuidado ao escolher a corretora, algumas podem quebrar ou serem fraudadas. É sempre bom lembrar que não existe FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bitcoins. Se algo acontecer, você pode perder todo o seu dinheiro investido.

O FGC é uma entidade privada, ligada ao Banco Central, que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, e permite recuperar os depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira, até determinado valor, em caso de intervenção, de liquidação ou de falência.
Se você tem o desejo de entender melhor como funciona as moedas digitais, o aconselhável é aplicar uma quantia que, se perdida, não irá causar grandes abalos financeiros e emocionais. Como é um mercado altamente especulativo, para os iniciantes a melhor forma de aplicar é comprar os bitcoins, manter eles em carteira, esperar a valorização que você estipulou como meta e vender para embolsar os ganhos. Lembrando sempre que grandes ganhos sempre vêm acompanhados de grandes riscos.
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como investir em bitcoins logo friendslab  Esse texto foi escrito pela Bárbara Andrade, da FriendsLab.

Como conquistar a independência financeira

Com frequência, vemos em livros e palestras que independência financeira significa ter investimentos que permitam rendimentos suficientes para cobrir todas as nossas despesas, de forma que não precisaria mais trabalhar para sobreviver.
Acredito que esse conceito é incompleto e que conquistar a tão sonhada independência financeira vai muito além de ter uma renda até o final da vida. Penso que a liberdade em relação ao dinheiro é uma simplificação exacerbada, pois, a partir do ponto em que todas as suas ações passam a ser orientadas a essa visão, o seu foco se reduz a apenas “acumular mais dinheiro”.
Ter seu foco orientado para aquilo que você não tem ou é uma escassez na sua vida, lhe traz limitações e é capaz de arruinar qualquer objetivo que você deseje alcançar, seja financeiro ou não. Grande parte dos nossos sofrimentos em relação ao dinheiro provém do desejo de coisas desnecessárias. E as frustrações constantes, resultado de instaurações da nossa mente, que acredita que somente seremos felizes e “ricos” se obtivermos determinado bem, acabam tornando-se armadilhas em nossos caminhos.
Perder o foco ou concentrar suas ações em “prioridades” equivocadas gera uma tendência preocupada em acumulação, colocando em segundo plano todos os demais aspectos da sua vida, igualmente importantes para atingir sua independência.
O primeiro passo para entender o que a independência financeira representa para você é se perguntar: “O que posso mudar hoje na minha vida que me faça depender menos de dinheiro?”.
Faça uma avaliação de em que ponto você está, hoje, na sua vida. Se você é jovem, tem uma vida inteira de decisões e gestão do seu dinheiro. Com o tempo a seu favor, haverá oportunidades para alcançar seus objetivos de maneira mais consciente, com alguns passos que vou ensinar logo abaixo.    

Acabe com suas dívidas

Toda mudança em nossas vidas precisa ter um passo inicial, e a primeira coisa a ser feita rumo à sua independência é eliminar suas dívidas.
Isso vale para cartões de crédito, cheque especial, empréstimos e parcelamentos. Comece por aquelas dívidas com juros maiores e vá eliminando uma a uma. Dessa forma, conseguirá liberar mais dinheiro para começar a realizar suas conquistas.

Não se preocupe com a grama do vizinho

Grande parte das decisões de compras desnecessárias que fazemos são baseadas em tentar impressionar as pessoas que estão próximas a nós.
Preocupe-se com o que realmente importa para você, ao invés de fazer dívidas e comprar coisas só para tentar bancar um status que não representa a sua realidade. Não cometa o erro de focar demais em sinais exteriores de riqueza e não conseguir arcar com os custos de um estilo de vida que não é o seu.
“Muitas pessoas gastam o dinheiro que não tem, para comprar coisas que eles não precisam, para impressionar as pessoas que não gostam.”. – Will Rogers  

Estude, estude, estude

Aprenda de uma vez por todas: investir em conhecimento sempre irá trazer os melhores resultados, por isso nunca deixe de estudar ou de ler livros que irão te ajudar a alcançar seus objetivos e sua independência financeira.
No 12Minutos mesmo, você encontra um categoria cheia de livros sobre Dinheiro e Investimentos!
Você pode começar também investindo em uma pós-graduação para melhorar sua situação no seu emprego atual. Pode decidir empreender, para aumentar seus ganhos. Pode também pesquisar novos investimentos e oportunidades para seu dinheiro render mais, mas, tudo isso só será possível se você decidir ESTUDAR.

Gaste menos do que você ganha

Parece um pouco óbvio isso, mas a quantidade de pessoas que eu conheço que vivem além da renda é inacreditável. Sempre acham que cheque especial faz parte do salário e se enganam achando que fazer inúmeras parcelas no cartão de crédito não terá impacto nas suas despesas.
O pior é quando consegue uma renda extra e já atrela diversos gastos e compromissos a ela. Aí não tem milagre! Se não consegue juntar pelo menos um pouco todo mês, não há como iniciar a caminhada pela independência financeira.
Primeiro passo: controle seus gastos. Anote em uma planilha no Excel, em um caderno velho ou baixe algum aplicativo. Não interessa o meio, o importante, aqui, é saber quais são de fato os seus gastos. E, a partir desse ponto, saber aonde pode cortar e o quanto consegue economizar.
Se conseguir realizar a seguinte equação “ganhar mais, gastar menos” você estará a poucos passos de atingir todos os seus objetivos financeiros.

Pague-se primeiro

Você leu certo. A primeira conta a ser paga deve ser VOCÊ. Aposto que se fez estas perguntas: como assim, sua egoísta? Como me pagar primeiro? E os meus boletos?
Sei que isso pode soar contraditório, mas para atingir sua independência financeira você vai precisar se colocar em primeiro lugar. Se presenteie primeiro para isso te fazer lembrar dos seus objetivos. Recebeu o salário e sua meta é poupar 10% dele? Antes de pagar qualquer conta, faça a destinação desse valor em algum investimento que te fará chegar mais perto dos seus objetivos.
Em pouco tempo isso se tornará um hábito. Viver com o que sobrar depois de pagar a si mesmo é uma das melhores alternativas para começar a construir sua independência.

Planejamento é tudo

Saber o alcance do seu dinheiro é a base de toda a construção do seu planejamento financeiro. Seja flexível e ajuste seus gastos à sua realidade. Poderão surgir alguns momentos mais difíceis na sua vida e você precisa ser capaz de lidar com eles.
Você pode ser demitido, algum ente querido pode ter problemas de saúde, ou até mesmo você poderá enfrentar alguma situação que dependa das suas economias. O importante é não deixar essas situações te desanimarem e, assim que conseguir retomar suas atividades, dê prosseguimento aos seus objetivos.
O planejamento financeiro irá te permitir estar sempre com os pés no chão e proporcionar uma vida menos estressante ao lidar com situações inesperadas.

Como conquistar a independência financeira

Se quiser saber um pouco mais sobre como realizar uma gestão financeira eficiente, escrevi com mais detalhes sobre isso no Blog da FriendsLab.
O mais importante de tudo o que foi dito é que você tenha bem claro os seus objetivos, não se desvie do seu plano ou passe a gastar indiscriminadamente quando perceber que está conseguindo juntar dinheiro. Seja uma pessoa independente e, para isso, seja extremamente cuidadoso com o seu dinheiro. Para toda decisão que precisar tomar relativa ao seu dinheiro, faça um planejamento apropriado, e, sobretudo, realista.
Saber reconhecer o que realmente é a independência financeira para você será fundamental para administrar melhor o seu dinheiro e traçar melhor os objetivos que fazem sentido de fato para a sua vida. Dessa forma, a sua vida e o seu dinheiro darão saltos de crescimento, tanto em quantidade como em qualidade.
E aí, aprendeu? Vale dar uma lida também nos ensinamentos do livro Pai Rico Pai Pobre!
________________________________________________________________________________independência financeira logo friendslab  Esse texto foi escrito pela Bárbara Andrade, da FriendsLab.

Pai Rico Pai Pobre: como você controla sua vida financeira?

Você organiza as suas finanças? Quase metade dos brasileiros (45,8%) não tem controle sobre seu orçamento. Todas essas pessoas não sabem o quanto ter um sistema básico de finanças pode fazer maravilhas. É esse o tema do livro “Pai Rico Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki.
O autor procura desmistificar a ideia de que para ser rico é preciso ganhar um salário muito alto. Ele acredita que é questão de ser organizado e ter uma educação financeira sólida – que você pode, inclusive, passar para os seus filhos.
Neste post, você verá alguns ensinamentos que aprendemos com o resumo do livro Pai Rico Pai Pobre. Provavelmente, sua vida financeira será diferente depois de ler. Por isso, não pare por aqui, continue e se surpreenda!
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Educação financeira segundo Pai Rico Pai Pobre

Robert acredita que as escolas deveriam ensinar os alunos a lidar com sua vida financeira. O mais comum é ver jovens que têm celular (e estragam alguns aparelhos durante a fase), uma mesada e cartão de crédito.
O problema é que eles não são ensinados a lidar com esse montante que chega todo mês. É apenas gastar aquilo e esperar o próximo. Imagine a diferença que faria se eles soubessem guardar e investir? São poucos os pais que sabem cuidar do dinheiro e passam isso aos filhos.
Daí vem o nome do livro Pai Rico Pai Pobre: das atitudes diferentes de cada um com relação ao dinheiro. O pai rico estimula seus filhos a serem independentes financeiramente e a fazer o dinheiro trabalhar para eles.
Ele encoraja suas crianças a pensar sobre o dinheiro e a não aceitar seu status financeiro e incapacidade de pagar as coisas que gostariam de ter. Já o pai pobre tem medo dos riscos e prefere ser dependente de um empregador, por exemplo.

Aprenda sobre finanças

Antes de se aventurar pelo mundo dos investimentos, procure saber mais sobre finanças. Evite confiar demais na palavra de especialistas e procure ser mente aberta com relação aos seus investimentos. Mentalidades inflexíveis não nos permitem arriscar e é apenas arriscando que você alcança a fortuna.
Para sermos investidores bem-sucedidos, devemos identificar oportunidades negligenciadas por outros; explorar estratégias criativas; trabalhar com pessoas mais inteligentes que nós e escolher nossos mentores com sabedoria.
Procure investir seu dinheiro em ativos. Em trechos do livro Pai Rico Pai Pobre, Robert explica a diferença entre ativos e passivos: um ativo é qualquer coisa que rende dinheiro e um passivo qualquer coisa que gasta. O “pai rico” sempre compra ativos.
Evite cair no conto de que é possível realizar nossos desejos emocionais com dinheiro. Um carro e uma casa, por exemplo, são dois bens passivos. Eles podem trazer conforto? Sim, mas nem sempre trazem riqueza duradoura.
Para ser rico, precisamos comprar ativos já que eles nos garantem um fluxo de renda que podemos usar para ganhar mais ativos que produzem dinheiro, pagar as despesas de nossos filhos ou começar um novo negócio sem pegar empréstimos.
Procure focar a sua vida na aquisição de ativos sólidos. São eles: ações, opções, imóveis, fundos mútuos, promissórias e royalties. Concentre-se nisso antes de gastar seu dinheiro com algo que só desgasta e não traz retorno.
Novamente, o conhecimento financeiro se faz necessário ajudando a escolher os melhores ativos. Selecione aqueles que combinem com a sua personalidade e estilo. Enquanto estiver investindo, você pode estar trabalhando. Mas é preciso tomar cuidado para não gastar com coisas supérfluas até que esses ativos tenham rendido o suficiente.

Riscos

O medo de arriscar faz muitas pessoas continuarem em seus empregos, mesmo quando não gostam do que fazem. Tudo acaba em um ciclo: ser pago pelo trabalho, pagar contas e gastar tudo o que ganha.
Como o que consumimos nos dá alegria (ainda que temporária), só compramos mais coisas quando ganhamos mais. Aqui está o erro. O dinheiro comanda nossas vidas e controla nossas emoções.
Por isso, procure não pensar sempre a curto prazo. Encare suas fraquezas e necessidades, escolhendo o que é realmente essencial. O pai rico não se tornou rico só por trabalhar duro, mas porque buscou também oportunidades em todos os lugares, mesmo que isso significasse trabalhar de graça.
Uma das melhores frases do livro Pai Rico Pai Pobre diz assim: “Os fracassos são parte do processo do sucesso. As pessoas que evitam os fracassos também evitam os sucessos”. Nunca tema o fracasso, ele é necessário.

Você não precisa de talento

Segundo o livro Pai Rico Pai Pobre, você não precisa de talento para reunir riquezas. As pessoas mais talentosas não são necessariamente aquelas que ganham mais dinheiro. Tudo depende da sua capacidade em aplicar truques para que as pessoas comprem sua ideia.
É questão de ter boas habilidades de comunicação e convencimento, além de marketing e negociação. Por isso, procure formas de melhorar essas skills e não suas habilidades técnicas. Assim, você saberá como gerenciar pessoas, sistemas e dinheiro de maneira mais competente.
Entre as frases do livro Pai Rico Pai Pobre encontramos essa que demonstra ainda mais como você não precisa de talento para ser rico:
“As grandes oportunidades não são vistas com os olhos. São vistas com a mente. Muita gente não ficará rica nunca, simplesmente porque não tem o treinamento financeiro para reconhecer oportunidades que estão bem à sua frente”.
Trabalhe sua habilidade de se comunicar e seus conhecimentos financeiros. Você não precisa de mais do que isso, de acordo com o livro Pai Rico Pai Pobre.

O que impede a riqueza segundo o Pai Rico Pai Pobre

Podemos concluir do resumo do livro Pai Rico Pai Pobre cinco motivos pelos quais algumas pessoas nunca ficam ricas:

  • Não começam cedo se planejando e tem medo de falhas. Lembre-se: pessoas ricas já perderam dinheiro em algum momento.
  • Suspeitam de todas as oportunidades de investimento, arriscando perder excelentes oportunidades.
  • Tem preguiça e ganância.
  • Pagam credores antes de suas próprias contas.
  • Não correm atrás de conhecimento sobre dinheiro, deixando o orgulho de lado.

Passos para maximizar o lucro

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Listamos os dez passos que Robert indica no livro Pai Rico Pai Pobre para maximizar o lucro que você gera durante a vida:

  • Identifique os motivos pelos quais você quer se tornar rico e mentalize-os para continuar tentando e não perder o foco.
  • Antes de gastar qualquer centavo, pare e pense: você quer guardar, investir ou gastar? O que vai trazer mais benefício nesse momento?
  • Utilize qualquer tempo livre para aprender mais sobre finanças.
  • Cerque-se de pessoas que possam passar ensinamentos valiosos sobre o dinheiro.
  • Procure se dedicar a uma abordagem multidisciplinar. Assim, você garante estratégias para saber como agir em qualquer cenário.
  • Dê prioridade a si mesmo e não aos credores ou ao governo. Se você se endividar, não deve pagar as dívidas com seus investimentos ou poupança, mas encará-las como um desafio para gerar ainda mais dinheiro.
  • Contrate apenas profissionais (como contadores) que também sejam investidores.
  • Antes de comprar um ativo, calcule quanto tempo vai levar até que você receba o dinheiro de volta. Você está preparado para esperar? Então, invista.
  • Use sua vontade de comprar itens luxuosos como uma motivação para encontrar novas maneiras de comprar ativos.
  • Inspire-se lendo sobre grandes investidores, como Warren Buffet (temos o livro dele aqui no 12’) ou Peter Lynch.
  • Seja generoso com seu tempo, riqueza e amores. A lei da reciprocidade vai assegurar que qualquer um que você ajude, te ajudará quando você precisar.

Frases do livro Pai Rico Pai Pobre

Veja cinco trechos do livro Pai Rico Pai Pobre para inspirar sua mudança financeira:

  • “A maioria das pessoas não percebe que na vida o que importa não é quanto dinheiro você ganha, mas quanto dinheiro você conserva.”
  • “A inteligência resolve problemas e gera dinheiro. O dinheiro sem a inteligência financeira é dinheiro que desaparece depressa.”
  • “A principal razão pela qual a maioria das pessoas não é rica é por seu pavor de perder. Os vencedores não têm medo de perder. Mas os perdedores, sim.”
  • “Há uma diferença entre ser pobre e estar quebrado. Estar quebrado é algo temporário, ser pobre é algo eterno.”
  • “Ouço coisas como: ‘Gosto deste emprego porque ele é seguro’. Em lugar de perguntas como ‘O que é que eu estou perdendo aqui?”

Leia Pai Rico Pai Pobre

Não deixe de procurar o resumo do livro Pai Rico Pai Pobre na plataforma do 12Minutos. O nosso microbook tem ainda mais ensinamentos e lições de vida que com certeza serão inesquecíveis.
Você ainda pode acessar o audiobook Pai Rico Pai Pobre, para ouvir enquanto estiver viajando ou trabalhando. Legal, não? Só acessar aqui e começar seu trial hoje mesmo!

Quer abrir uma empresa com pouco dinheiro? Use ferramentas gratuitas

Você já se deu conta do quanto a internet ampliou as oportunidades? Já observou que é possível abrir uma empresa digital com baixo custo ou custo zero? Se você respondeu sim para as duas perguntas e está entre aqueles que desejam abrir uma empresa, este post é para você.
Primeiro, lembre-se: quando o assunto é abrir uma empresa, são inúmeros os desafios a serem vencidos. É necessário dedicar muitas horas para formular boas estratégias, descobrir os atalhos e as grandes sacadas. Para isso, você deve começar validando a sua ideia.
Além disso, você irá perceber que ao longo desse processo de compreensão (e depois dele também), é necessário desenvolver novas competências profissionais. Dentre as competências que você precisa aprimorar ou adquirir, caso você ainda não a tenha, está a gestão dos custos.
Abrir uma empresa envolve adotar uma postura enxuta, eliminando o gasto de dinheiro (e energia) com coisas que agregam pouco valor, pois há uma incerteza tangível sobre quando o seu negócio irá trazer retorno financeiro. Assim, utilizar ferramentas gratuitas para suportar tanto a abertura da empresa quanto a operação, é uma boa estratégia para reduzir os custos.
Elencamos a seguir algumas ferramentas que são gratuitas ou que possuem versões gratuitas para que você possa avaliar. Esteja atento aos benefícios e facilidades que trará para o seu dia-a-dia de empreendedor e escolha aquelas que ajudarão a alavancar a sua empresa. Vamos lá?

Seu negócio: entendendo o contexto

O Business Model Canvas é um modelo muito utilizado para planejar e visualizar as principais características do seu negócio e o modo como ele se relaciona com o todo. Há ferramentas web que implementam esse modelo e facilitam que você tenha uma visão ampla do seu negócio.

  • Canvanizer – ferramenta web para você criar o seu Business Model Canvas. É indicada para registrar insights, acompanhar a evolução das ideias e checar se elas estão, de fato, sendo aplicadas ao negócio. Além disso, você consegue facilmente compartilhar o seu modelo com os demais membros do time utilizando somente o link do seu projeto.
  • Web2Canvas – ferramenta simples que possui explicação didática sobre o Business Model Canvas e funcionalidade para criação do mesmo. Permite a você criar quantos projetos quiser e compartilhá-los com outros usuários.

Outra ferramenta que poderá auxiliá-lo na fase de concepção da sua ideia é o The Name App. Ao utilizá-la, você consegue verificar se o nome criado para sua empresa é um termo já utilizado em algum domínio. Além disso, irá sinalizar quando o nome está presente em perfis de redes sociais como Twitter, Instagram e Facebook.

Gestão: organizando os recursos da sua empresa

Uma vez definido o caminho que será seguido, é hora de efetivamente colocar a mão na massa para construção do seu produto/conceito. Nesse momento é importante ter à mão ferramentas flexíveis para auxiliar a gestão das atividades, garantindo que todos tenham conhecimento acerca do que precisa ser feito.

  • Trello – plataforma para organizar ideias e fazer gestão de projetos de forma simplificada. Permite visualizar o status do seu projeto, fazer comentários para receber feedback imediato, carregar arquivos que estejam no seu computador, no Google Drive, no Dropbox, no Box e no OneDrive, adicionar checklists, etiquetas e prazos. Nós já falamos mais sobre o Trello por aqui.
  • Asana – ferramenta que permite a gestão de projetos do início ao fim de forma descomplicada. A versão gratuita permite adicionar até 15 membros e possui tarefas, projetos e conversas ilimitadas. Disponibiliza alguns painéis básicos e possui um diferencial: função de mensagens que consegue substituir o email dentro da empresa.

Ferramentas Operacionais: facilitando o dia-a-dia da sua empresa

Além de ferramentas de gestão, as empresas precisam de soluções que facilitam o dia-a-dia do projeto. São ferramentas para comunicação e marketing.

  • Slack – software de comunicação de equipes que permite a troca de mensagens de texto, a visualização de documentos e o compartilhamento de fotos e vídeos. Permite que salas de bate papo com múltiplos canais sejam criadas, com tópicos diferentes para grupos diferentes.
  • MailChimp – é uma plataforma que permite a você gerenciar todos os e-mails cadastrados na sua lista e disparar e-mails de comunicação de forma mais rápida e automatizada. É de fácil uso, possui agendamento de disparo de emails, permite segmentação dos emails a serem enviados e a realização de análise sobre sua lista de emails.
  • Sendinblue – é uma ferramenta de email marketing que permite criar e acompanhar as campanhas de marketing, gerir contatos e segmentar os clientes atuais e potenciais em função da ação e das preferências.
  • Canva – uma ferramenta simples e prática, com milhares de layouts para auxiliá-lo a criar o design de suas apresentações e as imagens para você utilizar nas redes sociais, por exemplo. A versão gratuita possui duas pastas para organizar designs, equipe com até 10 membros, 1GB de armazenamento para imagens e recursos, acesso a mais de 8.000 templates e possibilidade de upload das suas imagens.

Marketing de conteúdo: agregando valor ao seu negócio

Marketing de Conteúdo é uma maneira de engajar o seu público-alvo e aumentar sua  rede de clientes e potenciais clientes por meio da criação de conteúdo relevante e valioso, que atrai, envolve e gera valor para as pessoas, criando, assim, uma percepção positiva da sua marca e, consequentemente gerando mais negócios.
Como mencionamos anteriormente, abrir uma empresa exige o desenvolvimento de novas competências. Você precisa ler mais sobre o motivo do marketing de conteúdo ser uma competência indispensável para qualquer negócio. Assim, listamos também boas ferramentas para suportá-lo nessa competência. Trata-se de espaços que você poderá utilizar para disponibilizar conteúdo relevante e criar uma percepção positiva da sua marca.

  • WordPress – um dos principais serviços de blog do mundo e oferece uma infinidade de recursos: controle completo do conteúdo postado, estatísticas de acesso, personalização avançada, comentários e muito mais.
  • Facebook – claro que você já conhece a rede social que alcança mais de 1 bilhão de usuários, mas o que você talvez não saiba é que, além do extenso alcance, nela você encontra informações sobre o comportamento do público-alvo da sua empresa.

Agora você já pode apostar nas ferramentas gratuitas para operacionalizar sua grande ideia abrindo uma empresa! Caso ainda reste alguma dúvida, lembre-se que conhecimento é uma porta para as oportunidades. Com isso em mente, explore estas dicas finais:

  • Startup with Google: um espaço criado pelo Google para ajudar pessoas que querem montar seu próprio negócio
  • O 12minutos possui uma biblioteca recheada de microbooks sobre empreendedorismo. Não deixe de conferir!

Como começar um negócio gastando pouco dinheiro? Veja 5 dicas

Por diversos motivos, muitas pessoas têm o desejo de se lançar em uma jornada empreendedora, mas acabam não levando o projeto à frente com receio de gastar mundos e fundos. Claro que, quando o empreendedor vai começar um negócio, é preciso que ele tenha em mente que existirá um investimento. Isso é inevitável. Mas com algumas dicas, é possível começar um negócio gastando pouco dinheiro.

Faça um planejamento

O primeiro passo para não se gastar mais do que o necessário é realizar um planejamento bem feito. Não se pode mergulhar no mundo do empreendedorismo sem antes ter estudado sobre o mercado, traçar metas e orçar cada etapa do processo, desde os custos com a formalização da abertura de empresa em si, passando por gastos com equipamentos, contas em geral, aluguel e até com possível contratação de empregados.
Tudo deve ser colocado na ponta do lápis. É necessário projetar o quanto deverá ser investido nos primeiros meses de empresa, algo suficiente para que o negócio se mantenha até começar a gerar receita e começar a equilibrar as contas. Estipule os objetivos e se prepare para passar pela sempre desafiadora fase de começar um negócio.

Considere ideias online

Caso você ainda não tenha definido a atividade que vai exercer na sua empresa, não deixe de considerar começar um negócio que possa ser executado com pouca estrutura. Muitas vezes, é possível começar a colocar em funcionamento até mesmo em sua casa, utilizando somente o computador e possivelmente algumas ferramentas online.
Algumas das opções de atividades com as quais vai se gastar pouco para começar são: agência de marketing digital, coordenador de projetos digitais, consultor de lojas virtuais e cursos online. Não por coincidência, todas essas ideias têm a internet como ponto focal. Essa é a grande parceira que temos à disposição para começar um negócio gastando pouco dinheiro. Hoje existem diversas ferramentas que facilitam esse trabalho e até mesmo a interação com colaboradores e com os clientes em geral.

Entenda os custos iniciais

Gastar pouco também envolve estar preparado, o que, por sua vez, faz parte do planejamento já citado acima. Porém, vale abrir um tópico para abordar apenas os custos iniciais do negócio. Aqui é importante fazer uma pesquisa relacionada a vários aspectos do negócio, como se terá ou não sócios, que ajudará a definir o formato jurídico, se a atividade que você busca pode ser atendida por uma contabilidade online, o que pode trazer uma agilidade maior ao dia a dia do negócio, entre outras questões.
Uma vez definido o seu tipo de empresa, fica mais fácil começar a entender os custos iniciais e saber se você já poderá economizar a partir deste momento. Os valores podem variar bastante, mas se você sobre explorar opções online, mesmo para as partes mais burocráticas do processo, é possível começar um negócio com um investimento mínimo, algo que vai iniciar em cerca de R$ 600,00 em média, claro, considerando apenas os gastos iniciais com taxas municipais e federais de abertura, junta comercial, honorários contábeis, entre outros.

Pesquise ferramentas

Como em tudo na vida, para se gastar pouco, é essencial muita pesquisa. Hoje a internet oferece uma vasta gama de ferramentas que certamente vão facilitar o dia a dia do seu negócio, sobretudo se você considerou começar a desenvolver uma atividade online. Claro que você irá investir algum valor nestes produtos, mas a boa notícia é que muitos deles possuem uma versão “trial”, ou seja, na maioria das vezes você consegue testar gratuitamente por um determinado período e verificar se é a solução mais adequada a você ou não.
Então, a dica aqui é: estude muito bem o seu negócio e o mercado, identifique quais são as ferramentas que poderiam ser úteis para você e comece a testar. Estipule um valor a ser investido nisso dentro do seu orçamento. Depois disso, comece a aplicar o que planejou contratando as respectivas soluções. Peça indicações de empresas que já utilizam. Podem também ser um gancho para novos contatos e parcerias.

Faça parcerias

Unir forças é outra estratégia muito válida, independentemente se a ideia é reduzir custos ou não. Porém, hoje em dia, são raros os casos em que é possível esbanjar dinheiro, então essa acaba sendo uma alternativa também para se gastar menos. É imprescindível encontrar parceiros de negócios, seja visando incremento de estratégias de marketing, ou de oferecimento de produtos complementares, ferramentas, entre outros pontos em comum, que podem auxiliar os dois lados.
As parcerias são importantes porque, via de regra, não envolvem gastos, apenas o trabalho de prospecção e a reserva de tempo para reuniões e definição de ações. Portanto, invista tempo e esforço nisso. O investimento financeiro é zero e os riscos de problemas são baixíssimos. Basicamente, o que de pior poderia acontecer é algum tempo depois as duas partes perceberem que não há uma sinergia muito grande e desfazer a parceria. Simples assim! Na pior das hipóteses, criou-se um networking interessante. Sempre é válido.

  • Se você quer mais dicas para melhorar o seu negócio, acesse Conube!

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