Mailing: aprenda definitivamente como tratar seus contatos

Um mailing enorme é extremamente valioso para a sua empresas, certo? Nem sempre. Porque o que vale não é necessariamente a quantidade de contatos que você tem, mas a qualidade deles.

Um monte de informações sobre pessoas que não interessam para o seu negócio não serve pra muita coisa.

O que é pior, usando uma lista de contatos indiscriminadamente para divulgar ou vender algo, você poderá criar insatisfação das pessoas que não autorizaram esse contato.

Esse é apenas um problema, porque existem vários outros que podem vir de um mailing inadequado. Então, o ideal é construir um banco de dados sólido, com a cara do seu negócio.

Mas o que é mailing?

Mailing

Mailing é uma relação com os nomes de pessoas, com idade, sexo, endereços. Inclui outras informações adicionais, que podem ser preferências individuais, nível de escolaridade, realidade socioeconômica e várias outras.

Mailing é também o nome dado para a ação de enviar algo pelos correios. Isso vale, inclusive, para o correio eletrônico (e-mail). Ele é precioso também para as atividades de telemarketing.

O mailing é muito usado pelos setores de Marketing e Vendas das empresas. Funciona como ferramenta para manter relacionamento com o consumidor atual e se aproximar de clientes potenciais.

Como obter um mailing valioso

A sua lista de contatos somente terá valor para você se tiver nomes e informações de pessoas que tenham alguma coisa a ver com o seu negócio.

Por exemplo, se você vende produtos específicos para surfistas, não faz sentido algum enviar correspondências, e-mails ou fazer telemarketing para pessoas que vivem em regiões montanhosas, bem longe do mar.

Se fizer isso, certamente você investirá tempo e recursos em troca de um percentual pequeno de retorno. Então, o primeiro passo é conhecer o seu cliente (e o cliente em potencial), identificar onde ele se encontra e desenhar o seu perfil.

Construa seu próprio banco de dados. Não caia na tentação do resultado fácil, sem esforço, comprando mailing aleatoriamente, com nomes de pessoas que você nem sabe quem são e o que querem.

Em resumo, seguem algumas dicas para você fazer o seu mailing bombar:

Mais motivos para não comprar mailing pronto

Mailling

O caminho mais fácil nem sempre é o melhor remédio. Comprar um mailing pronto pode ser um “barato que sai caro”. Na maioria das vezes, muito caro.

Além de colocar a sua campanha a perder, o uso de um mailing inapropriado pode respingar na imagem da sua empresa. Afinal, você estará enviando suas informações para pessoas que não o autorizaram a fazer isso.

Quem nunca recebeu um e-mail marketing e se perguntou onde foi que a tal empresa conseguiu o seu endereço eletrônico? Quem nunca se irritou com mensagens na caixa postal que não fazem nenhum sentido? Quem nunca jogou mensagens para o spam?

Esses são apenas alguns exemplos da ira que você pode causar no consumidor pelo uso de um mailing  inapropriado. E ainda existe o risco – grande – de você ver o nome da sua empresa na mídia social, vinculado a reclamações.

Tudo isso, sem levar em conta que uma quantidade enorme das informações vendidas estão desatualizadas. São pessoas que mudaram de endereço, encerraram conta de e-mail. Muitas casaram-se, outras se separaram… Tem os que mudaram de emprego, de sobrenome e de hábitos também…

Mailing segmentado

Tão importante quanto ter as informações corretas e atualizadas sobre seu público é manter tudo isso organizado. Afinal, muitas vezes, o que você tem a dizer não interessa a todos os seus contatos ao mesmo tempo.

Veja o exemplo do lançamento de uma prancha de surf para crianças iniciantes no esporte, que vem acompanhada de algumas aulas gratuitas como brinde. Provavelmente, o surfista em estágio avançado, jovem e sem filhos não se interesse por isso.

Daí a importância de segmentar o seu mailing. Isso nada mais é do que dividir os seus contatos, de maneira que você possa enviar a informação adequada, na dose exata, para a pessoa que integra o seu público-alvo.

Com isso, você aumenta a sua chance de pegar a onda certa e comemorar conquistas.

Usando o e-mail

Mailling

Cada dia mais as empresas apostam na comunicação via e-mail para chegar ao consumidor. Mas como estimular os seus contatos a abrirem as suas mensagens?

Se o seu mailing foi bem construído e segmentado, as suas chances são boas. Mas, nem sempre isso basta. É fundamental construir um planejamento estratégico.

O primeiro passo é definir o objetivo que se quer alcançar e, a partir deste ponto, traçar o caminho a seguir. O planejamento deve incluir monitoramento constante dos resultados, mantendo o que estiver dando certo e corrigindo as falhas.

Algumas ações são importantes, como por exemplo:

  • Aproveitar todas as oportunidades, como feriados, eventos etc.;
  • Enviar somente informações relevantes. Não canse o seu público com e-mail sem importância e sem conteúdo, a todo instante;
  • Segmentar a lista de e-mails. Geralmente, são usadas duas formas:
    • separação por idade, profissão etc, que é a mais comum;
    • separação por características comportamentais, que é mais complexa.
  • Adaptar o conteúdo para a necessidade de cada público do seu mailing segmentado.
  • Construir mensagens curtas, com textos de fácil entendimento.

Agora, vai uma outra dica para você que quer aprender ainda mais sobre como atingir o seu público-alvo. Leia Buyer Personas, de Adele Revella.

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A obra apresenta o conceito de buyer personas, uma ferramenta para criar um perfil do seu público-alvo e uma história completa sobre seu consumidor.

A ideia central é: se sua mensagem atinge as pessoas, você vende mais, gera mais compartilhamentos e cresce a demanda pelos seus serviços. Por outro lado, se você cria uma mensagem com a qual ninguém se importa, você falhou.

O resumo de Buyer Personas está no 12 Min. Aqui, você encontra também as mais valiosas obras do mundo dos negócios, nos formatos de microbook e audio book.  

Boa leitura!

O que é trade marketing, afinal?

Chegar ao consumidor final de maneira rápida e eficiente é o que todo empreendedor espera. Mas essa trajetória nem sempre ocorre em linha reta. Geralmente, existem os canais de distribuição no meio do caminho. Aí entra em campo o trade marketing.

Afinal, você não pode simplesmente vender o seu produto para o distribuidor e/ou atacadista e achar que está tudo bem. Nada disso. É imprescindível ajudá-los a completar o ciclo, até que o produto chegue nas mãos do cliente, de maneira que todos saiam ganhando.

O trade marketing não é nenhuma novidade. Vem sendo aplicado há quase 30 anos e nada mais é do que um reforço estratégico para fazer esse link entre produtor, distribuidor e consumidor.

O trade marketing é muito bom para o fabricante, mas é valioso também para o distribuidor, porque é um apoio importante para impulsionar as vendas no varejo e no atacado.

Não existe uma fórmula exata para guiar as iniciativas de trade marketing e garantir o sucesso. Tudo depende de um planejamento coerente com a realidade de cada segmento e que atenda as particularidades do negócio.

Canais de distribuição

Como o próprio nome diz, os canais de distribuição são os meios usados para fazer um produto chegar ao destino final – o consumidor – na hora que ele precisa. Esses canais são os distribuidores, atacadistas e varejistas.

O processo funciona mais ou menos assim: para atender o cliente, o varejista precisa comprar o produto diretamente de um fabricante ou por meio de um atacadista ou distribuidor.

Então, os fabricantes usam o trade marketing para atingir essa cadeia de distribuição. E isso não pode ser feito aleatoriamente. Nesse caso, estratégia é palavra de ordem.

Trabalhando junto

Trade marketing2

Trade marketing é também conhecido como marketing comercial ou marketing B2B – marketing business-to-business – porque, como já foi dito, trata-se uma área do marketing que atua na cadeia de produção e não diretamente no consumidor final.

O uso da ferramentas de trade marketing não dispensa as ações de marketing de marca. Pelo contrário, trilhando caminhos diferentes, ambas se complementam para alcançar o ponto central, que é o consumidor final.

O planejamento do trade marketing deve começar com o levantamento das necessidades do distribuidor. Pesquisas simples junto aos varejistas e atacadistas podem indicar quais os produtos os clientes deles estão demandando.

A etapa seguinte é o alinhamento dos objetivos das partes envolvidas. Isso inclui ajudar o distribuidor a vender o seu produto, criando relacionamento forte e comprometendo-se com os resultados finais.

Ou seja, se você colocar o seu produto nas mãos da cadeia de distribuição e deixar que ela se vire sozinha pra vender, provavelmente, os dois lados sairão perdendo.

Principais estratégias de trade marketing

Trade marketing3

Trade marketing não é nenhum bicho de sete cabeça e existem diversas ações que funcionam muito bem. Certamente, uma parcela considerável de fabricantes lança mão delas sem nenhum conhecimento sobre o assunto.

Mas isso não é o ideal. O melhor mesmo é investir no planejamento estratégico. Veja alguns exemplos comprovadamente eficazes.

Anúncios e artigos

Funcionam muito bem porque chamam a atenção do consumidor para a sua marca. E os canais de distribuição ficam de olho nas novidades para oferecerem aos clientes.

Eventos e feiras

São oportunidades de ouro para apresentar produtos e marca. Ideais para networking e para desenvolver relacionamentos comerciais duradouros. Uma boa dica para vender mais é convidar para esses eventos os empresários mais relevantes para o seu negócio.

Amostra grátis

Esse é um jeito de promover envolvimento e criar experiência com o seu produto. Não tem efeito se você apenas entregar a amostra grátis e sumir no mapa. É imprescindível manter o contato.

Incentivos comerciais

Aqui, o foco é impulsionar a vendas depois de fechar um negócio. Os incentivos podem ser em forma de gratificações, comissões, premiações ou outras ações.  

Promoções comerciais

O importante é que as promoções mirem o fortalecimento da marca e não fiquem de olho apenas nas vendas. Elas devem ser planejadas com antecedência, dentro de um cronograma. Fundamental que ocorram sempre em datas comemorativas (Natal, Dia das Mães etc).

Marketing Digital

Não dá para ignorar os avanços tecnológicos. Hoje, muita coisa pode ser feita online, inclusive as vendas. Além disso, essa é uma forma de se manter lado a lado do clientes, especialmente, via mídia social, e-mail marketing e o marketing de conteúdo. Então, inclua marketing digital no seu planejamento de trade marketing.

Pesquisa de mercado

Você precisa saber onde está pisando, antes de dar os primeiros passos. Ou seja, o fabricante deve conhecer as particularidades do seu mercado e o seu público para se posicionar corretamente.

O poder do relacionamento

Nenhuma ação de trade marketing tem sentido e traz resultados satisfatórios se o fabricante não investe em relacionamento sincero e de longo prazo.

Afinal, o trade marketing visa o ganha-ganha, onde os fabricantes atacadistas, distribuidores e varejistas querem vender e obter lucros com o produto.

Então, se todos andam na mesma direção, o relacionamentos é indispensável. E as estratégias citadas acima são oportunidades valiosíssimas de se praticar essa máxima.

Outras dicas para se criar e fortalecer relacionamentos são:

  • Visitas aos centros de distribuições e às lojas atacadistas;
  • Contato frequente com o cliente, seja por meio de um telefonema, e-mail; mídias sociais etc;
  • Compartilhamento de pesquisas de mercado;
  • Parcerias nas campanhas publicitárias e de marketing;

Existem muitas outras formas de se investir em relacionamento, independentemente do setor de atuação. Use a sua criatividade no planejamento de trade marketing  e sucesso!

Incrementando as vendas

Nesse post, focamos no trade marketing. Mas, se você quer impulsionar as suas vendas, precisa ir mais longe. Uma super dica é recorrer aos livros como seus aliados.

Por exemplo, a plataforma 12 Min disponibiliza os conteúdos das obras mais valiosas de marketing e vendas, disponíveis no mercado editorial. Tudo no formato de microbook para você assimilar as informações de maneira rápida.

Nós separamos algumas sugestões. Mas, se preferir, clique aqui e escolha você mesmo as obras ou os autores que mais lhe interessam.

Veja as nossas dicas para hoje:

SPIN Selling – Alcançando Excelência em Vendas – Neil Rackham

Conheça as 4 etapas do processo de vendas, os pilares do processo SPIN. Entenda como mapear a situação do seu cliente e a fazer as perguntas-chave que vão impulsionar a suas vendas.

trade marketing Spin

As 22 Consagradas Leis do MarketingAl Ries & Jack Trout

Existem princípios fundamentais do marketing que podem ser seguidos por qualquer um. Os autores capturaram um compêndio das melhores práticas para o sucesso definitivo. Viole estas leis e você estará fora do mercado

trade marketing as 22 consagradas

Gostou das sugestões. Tem muito mais esperando por você. Boa leitura!

Gestão da qualidade: o que é ISO 9001?

Não importa o tamanho da sua empresa. Entender o que é ISO 9001 é uma necessidade de todos os empreendedores, dos mais diversos segmentos. Afinal, estamos falando de qualidade – de produtos e serviços.

Empresas que implantam ISO 9001 cumprem um rígido padrão técnico. E o que se ganha com isso? Muito, inclusive, o desenvolvimento de processos econômicos e eficientes e a satisfação do cliente.

Reconhecida em todo o mundo, a ISO 9001 agrega valor para a imagem da organização junto a todos os stakeholders.

Mas, provavelmente, você ainda não entendeu exatamente o que é ISO 9001? Vamos explicar melhor.

Reconhecimento internacional

O que é ISO 9001

A sigla ISO é o nome de uma conceituada organização mundial de padronização e normatização, sediada em Genebra, Suíça. Significa International Organization for Standardization (Organização Internacional para Padronização) e existe desde 1947.

No Brasil, a ISO é representada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

ISO também nomeia várias normas de padronização. A “família” ISO 9000 é a mais conhecida no mundo inteiro e as normas campeãs de popularidade são:

  • ISO 9001 – detalha as condições necessários para a implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ). Essa norma direciona as ações da empresa rumo à Certificação ISO 9001.
  • ISO 9004 – trata da gestão para o sucesso sustentado. Ampara-se em três pilares básicos: melhoria contínua, desenvolvimento de lideranças e Inovação e desenvolvimento tecnológico.

Existem ainda a ISO 14000 e a ISO 14064, ambas focadas na gestão ambiental. E várias outras.

Nesse post, manteremos o foco em o que é a ISO 9001, porque essa norma é importante para sua empresa e como obter a certificação.

Cliente feliz

Iso 9001 2

Certamente você já entendeu que a ISO 9001 é um conjunto de normas técnicas que formam um modelo internacional de gestão de qualidade das empresas.

E quando falamos em qualidade, referimos a todo o esforço que a organização investe em sua operação, para alcançar a satisfação do cliente.

Desta forma, a empresa que decide recorrer à ISO 9001 deve ter bem claras quais as metas deseja alcançar e cumprir várias etapas do processo de implantação da gestão da qualidade, antes de obter a certificação.

ISO 9001 é obrigatória?

Claro que não. Ninguém é obrigado a buscar a certificação ISO 9001. Essa é uma opção de cada empreendedor. No entanto, considerando que atender as necessidades dos clientes é fator relevante para a competitividade e rentabilidade do negócio, é uma boa ideia pensar sobre o assunto.

Tenha sempre em mente o que é a ISO 9001 e os benefícios para o seu negócio. Se a sua empresa integra uma cadeia de fornecedores ou se você planeja fornecer para uma grande organização, a certificação ISO 9001 pode ser, além de diferencial, uma exigência.

Atente-se a isso, também, se você estiver do outro lado, contratando fornecedores. Esse é um jeito seguro de averiguar a qualidade do que lhe está sendo oferecido.

Tempo de certificação

O que é ISO 9001

Agora que você já sabe o que é ISO 9001 e a importância dessa certificação para sua empresa, vem a próxima dúvida: quanto tempo dura todo o processo de certificação?

Todos querem saber, mas para essa pergunta não existe uma resposta única. Isso porque existem variáveis que afetam o desenvolvimento do processo em cada empresa. Por exemplo, o segmento de atuação, porte da empresa e número de empregados, comprometimento dos diretores e engajamento das equipes.

Algumas empresas já têm um sistema de gestão implantado e funcionando redondinho. Outras precisam começar do zero. Então, não dá para definir prazos.

Somente para você ter uma ideia, uma empresa de pequeno porte que se dedicar de corpo e alma ao processo, pode implantar a ISO 9001 num prazo de seis a 12 meses.

Como obter a certificação?

Você está convencido de que tem muito a ganhar com a certificação ISO 9001 em sua empresa? Então, mãos à obra!

Como você já sabe, para receber o certificado ISO 9001, sua empresa deve passar pelo processo de implantação. Isso significa adequar tudo o que for necessário de acordo com as exigências da ISO.

Nessa etapa, você pode recorrer à consultoria de um profissional ou empresa especializada. Mas isso não é uma exigência.

O passo seguinte é contratar um organismo certificador independente. Isso sim é fundamental. A auditoria não pode ser realizada pelo mesmo grupo que atuou na implantação.

Os auditores irão checar minuciosamente se a implantação vem acontecendo conforme o planejado, cumprindo as normas da ISO 9001 na íntegra.

As auditorias são rigorosas e, geralmente, realizadas por empresas certificadoras, na maioria das vezes, vinculadas ao INMETRO e autorizadas pela ISO.

Se houver algum desvio, a empresa terá tempo para executar os ajustes. Se tudo estiver rodando direitinho, você pode comemorar a certificação internacional.

A certificação ISO 9001 é válida por 3 anos. Ao final desse período, realiza-se nova auditoria para recertificação.

Quanto dinheiro é preciso desembolsar?

Essa é outra questão para a qual não existe resposta única. Tudo vai depender do que precisa ser feito, isso é, do tamanho do trabalho a ser executado.

Implantação e certificação da ISO 9001 podem demandar treinamento de pessoal, manutenção de equipamentos ou compra de novos maquinários, mudanças na infraestrutura e no cronograma de trabalho das equipes etc.

Também devem ser incluídos na planilha de custos, a possível contratação de um profissional especializado, o trabalho de auditoria e a publicidade.

Celebrando

Iso 9001. 3

Sua empresa fez o dever de casa corretamente? Recebeu o certificado (documento) e agora integra um grupo muito especial que tem a qualidade dos processos e produtos comprovada oficialmente?

É hora de divulgar a conquista para todos: clientes, fornecedores, funcionários e comunidade em geral.

As empresas certificadas recebem autorização para aplicar um selo específico nas embalagens dos seus produtos, papelaria da empresa, notas fiscais e, também, nas peças publicitárias e outros instrumentos de divulgação, mas somente aquelas com foco em relações públicas. Nas peças de caráter comercial, o uso do selo ISO 9001 é proibido.

Na verdade, esse selo não é a logo da ISO 9001, mas da certificação. Na maioria dos casos, a aplicação é uma recomendação, mas algumas vezes passa a ser exigência.

Aplicar o selo impacta positivamente na imagem da empresa, gerando respeito e credibilidade.

Vá mais longe

Você entendeu o que é ISO 9001 e como tornar a sua empresa ainda mais competitiva. Agora, que tal receber uma “aula” de empreendedorismo com Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

Esse trio revolucionou o capitalismo brasileiro e conquistou o mundo. A fantástica história deles está no livro Sonho Grande, de Cristiane Correa. A 12 Min disponibiliza o resumo da obra para leitura online. Imperdível.

O que é ISO 9001

Sempre é tempo de aprender um pouco mais. Boa leitura!

[Webinar] Desvendando o CRO com Rafael Damasceno

Com a parceria Webinsider + 12min, toda semana estamos lançando um webinar com a participação de um empreendedor ou algum nome forte em sua área de atuação.

O nosso 2º webinar foi com Rafael Damasceno, fundador da Supersonic. A Supersonic é uma empresa especializada em CRO (Conversion Rate Optimization) e o Rafael foi o primeiro a trazer esse conceito para o Brasil.

No papo, Damasceno explora esse conceito, discute a importância de um site na estratégia de uma empresa e ainda conta um pouquinho sobre a sua experiência como empreendedor. De quebra, ele dá várias dicas de leitura sobre otimização de conversão!

Confira o Webinar Desvendando o CRO com Rafael Damasceno na íntegra:

Gostou? Então, inscreva-se no canal do 12min no YouTube para conferir todos os próximos webinars 🙂

Já ouviu falar no elevator pitch? Cause boa impressão em menos de 1 minuto!

Você está em um elevador em direção à cobertura de um prédio, quando entra a pessoa que pode oferecer algo que vai ajudá-lo a alcançar um objetivo. Pode ser o CEO de uma empresa onde quer trabalhar ou um investidor para sua startup. É a sua chance de brilhar! Essa é a situação de um elevator pitch.

Causar uma boa impressão em questão de segundos não é para qualquer um. Mas e se você começar a se preparar para esse momento antes? Tudo bem, sabemos que provavelmente não vai acontecer em um elevador. Mesmo assim, a habilidade de fazer um elevator pitch pode fazer toda a diferença no seu futuro.

Se você quer se preparar para um dia colocar sua ideia no mundo ou defender uma posição, não deixe de continuar lendo!

elevator pitch

O que é elevator pitch

Como vimos acima, um elevator pitch é uma apresentação de poucos segundos. Pode ser sobre sua ideia de negócio (muito comum para startups), seu currículo, seu projeto. Um pitch completo é algo um pouco mais elaborado, como você pode ver aqui.

O elevator pitch é perfeito, por exemplo, para quando você está em um evento ou uma feira e precisa ser rápido na hora de defender sua ideia ou conseguir um contato de networking. Mas não basta demonstrar os fatos, você precisa se fazer ouvir e causar uma impressão duradoura.

Por isso o treino é tão importante. Se você consegue passar confiança, 50% do pitch está ganho. Veja, a seguir, dicas para se preparar para o seu elevator pitch.

Dicas para um elevator pitch perfeito

Não deixe de anotar:

  • Mantenha seu pitch breve: a pessoa com quem você está conversando provavelmente não o conhece. Não tente tomar o tempo dela e fale o necessário em poucos segundos.
  • Seja persuasivo: dê motivos para a pessoa que está ouvindo concordar com você. Para isso, use o que estiver do seu lado. Por exemplo, se os dados dizem algo a seu favor, não deixe de inclui-los.
  • Acerte sua forma de falar: evite rodeios e faça com que sua voz tenha um tom interessante. Falar de forma monótona pode entediar o interlocutor. Falar rápido demais faz com que a pessoa fique confusa, evite; mesmo quando o tempo é curto.
  • Fale sobre suas habilidades: como apresentador do pitch, você é a cara daquilo que está sendo apresentado. Por isso, não deixe de falar sobre suas qualificações (não todas elas, apenas as que têm a ver diretamente com o assunto).
  • Seja flexível: evite decorar um texto pronto. Se fizer isso, pode soar falso. Por isso, admita que a cada vez que você fizer seu elevator pitch, ele vai mudar um pouco. E não fique nervoso por causa disso.
  • Explique seus objetivos: se a intenção é conseguir alguma coisa do público do pitch, não deixe de deixar claro o que isso é.
  • Saiba quem é sua audiência: e por falar em público, saiba como o seu é composto. Claro, pode ser que isso seja uma surpresa, mas quanto mais você souber, melhor.
  • Pratique muito: se o que você quer passar no seu elevator pitch é sua paixão, pode acreditar que será algo natural. Mas não se engane, todos nós precisamos de prática. Só assim você diminui o medo e aumenta a desconfiança.
  • Tenha um cartão de visitas preparado: um último detalhe nessa importante lista de dicas. Muitos esquecem do cartão. Seja em forma de aplicativo ou cartão físico, não deixe que seu interlocutor saia sem ter seu contato.

Muito bem. Agora, você já conhece as dicas principais para um elevator pitch de sucesso. Veja abaixo alguns exemplos de bons pitches.

elevator pitch

Exemplos de elevator pitch

Existe um formato básico de pitch que pode servir de linha para você criar o seu. Veja só um exemplo de apresentação de um negócio:

Meu nome é <<NOME>>, sou CEO da <<EMPRESA>>. Nossa companhia faz <<PRODUTO>> para <<PÚBLICO-ALVO>>. Ele permite que as pessoas <<PROPOSTA DE VALOR>>.

Diferentemente da <<COMPETIÇÃO>>, nós <<VANTAGENS COMPETITIVAS>>. <<CTA>>.

O CTA aqui é uma expressão com verbo no imperativo que indica um próximo passo, como um pedido de reunião ou o oferecimento de um cartão de visitas para manter contato. Além disso, você pode falar outras coisas, como alternativas ao produto, enfatizando que o seu é melhor, custos, mercado, preços, etc.

Veja exemplos de outros tipos de pitch:

  • Meu nome é Joana e sou designer gráfica. Você sabia que uma pessoa leva apenas dois segundos para decidir se gosta do logotipo de uma companhia? Um logo mal desenhado pode causar danos irreversíveis para o branding de uma empresa e uma escolha errada pode custar caro. Trabalho há 10 anos nessa área e me especializei em identificação de marca, construindo uma reputação pela longevidade dos meus designs. Tenho mais de 300 trabalhos entregues e nenhum redesign e gostaria de trazer esse sucesso para o seu negócio. Você gostaria de me encontrar por 20 minutos para que eu mostre meu portfólio?
  • Você sabia que a demanda por comida mexicana cresceu mais do que 100% nos últimos anos? Amantes da comida querem mais do que produtos genéricos vindos de cadeias de fast-food. Pretendo abrir um restaurante mexicano que seja moderno e valorize a comida utilizando ingredientes e técnicas clássicas que ajudam a demonstrar como essa comida é mais do que as pessoas realmente acreditam ser. Testamos o mercado por meio de uma série de serviços de buffet e estamos prontos para ter nosso restaurante. Tenho experiência com outros negócios de sucesso nesse ramo. Gostaria de ter meu cartão de visitas para conversarmos posteriormente.

Mais sobre pitch

E aí, gostou de conhecer essa modalidade de pitch? Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, não deixe de conferir os livros:

Pitch Anything, Oren Klaff

Este livro fala sobre pitch de um ponto de vista científico e mostra como você pode criar uma estrutura ideal para segurar a atenção do público.

Vender é Humano, Daniel Pink

Quem executa bem um pitch é vendedor. Se quiser saber mais sobre a área para aperfeiçoar também suas técnicas nesse discurso, não deixe de ler esse livro que é referência no assunto.
Essas obras estão disponíveis no 12Min. A plataforma disponibiliza resenhas críticas das maiores obras de não-ficção do mundo para que você possa compreender os principais ensinamentos em questão de minutos.
Gostou do texto? Vou adorar conhecer sua opinião, não deixe de comentar abaixo!

Biblioteca corporativa: incentive a cultura do conhecimento na empresa

Biblioteca corporativa é um espaço destinado à formação cultural e educacional contínua dos colaboradores de uma empresa. Ela representa um estratégia organizacional que visa melhorar o ambiente de trabalho e fortalecer a cultura empresarial, disponibilizando informações relevantes para os negócios.
Sua importância cresce cada dia mais após a transformação digital, confira como ela pode ser um diferencial em sua empresa:

  • Favorece o desenvolvimento de habilidades profissionais de interesse da empresa;
  • Retém e atrai profissionais talentosos;
  • Estimula o compartilhamento e a gestão de conhecimento entre o público interno;
  • Aumenta a produtividade das equipes;
  • Melhora a vantagem competitiva da organização.

A tecnologia e os dispositivos móveis já se consolidaram na rotina corporativa, fazendo com que a maioria dos colaboradores se tornem dependentes deles para desenvolver suas tarefas diárias, se comunicar, realizar pesquisa, analisar métricas e outras informações, enfim, praticamente todas as ações dentro de uma empresa precisam de auxílio digital.
O grande fluxo de dados que envolve todos esses processos podem trazer insights poderosos para os negócios, tornando a necessidade de que todos os funcionários busquem mais por essas fontes de informações, capazes de aprimorar seus trabalhos. As inovações tecnológicas são, atualmente, verdadeiros suportes para as bibliotecas corporativas, facilitando o acesso dos usuários e permitindo que eles tenham à disposição fontes ricas de conteúdos com apenas alguns cliques.
Portanto, é necessário estimular essa cultura do conhecimento dentro de seus ambientes de trabalho, para que a empresa consiga transformá-los em espaços de aprendizado e aprimoramento.
A biblioteca corporativa é a resposta capaz de auxiliar a organização nessa missão. Ela irá ajudar sua empresa a alcançar suas metas e transformar todo o seu ambiente em verdadeiros espaços positivos de trabalho e aprendizado, onde os colaboradores se sintam bem e dispostos a aprender.
biblioteca corporativa

Por que minha empresa precisa de uma biblioteca corporativa?

Grandes corporações já apostam nessa estratégia em suas instituições e tem recebido o retorno de grandes benefícios. Ao implementar uma biblioteca corporativa, é possível perceber uma grande transformação em toda a organização. A cultura organizacional se fortalece e funções básicas de organização, análise e aplicação de informações são otimizadas, o que trará melhores resultados para os negócios.
Uma das principais vantagens dela é referente às tomadas de decisões, que passam a ser mais precisas e assertivas, pois na biblioteca corporativa todas as informações e conhecimento da empresa são geridos.
Estimular a educação corporativa por meio da adoção dessa estratégia favorece a empresa, potencializando seus resultados e estimulando uma cultura de alta performance. Além disso, beneficia os colaboradores, que passam a ter uma melhor qualificação profissional por estarem sempre aprendendo e se atualizando, sem precisarem pagar por isso.
Para oferecer todas essas oportunidades, a empresa precisa de profissionais dedicados e que conheça tanto a missão, valores e visão, quanto os objetivos e metas da organização. Dessa forma, é possível determinar quais conteúdos são mais relevantes para a biblioteca e para os funcionários de cada setor.

biblioteca corporativa

Além disso, é necessário considerar todos os dados relevantes para a empresa, não apenas os que estão nos livros, mas que circulam o ambiente de trabalho. Isso sem contar todas as informações sobre serviços, métricas, desempenho e outros dados que envolvam os negócios. Por isso, a biblioteca corporativa deve também utilizar dados digitais e buscar nos bancos de dados, centro de documentação e portais especializados.
Junto às tecnologias disponíveis, a biblioteca pode ser totalmente dinâmica e personalizável. Assim, pode ser direcionada para os diferentes públicos internos da empresa. A linguagem, objetivos e ferramentas da educação corporativa devem ser individuais para cada caso e metas da empresa.
Mas, como motivar seus colaboradores a adotarem essa ideia? É possível atrair seu público interno por meio de ações de endomarketing. Elas são capazes de potencializar os resultados propostos por essa estratégia.
Busque estimular o interesse dos funcionários demonstrando a importância do conhecimento aprofundado dos negócios da empresa. Eles podem melhorar o desempenho em seu cargo, além dos diversos ganhos para sua carreira no geral.
Além disso, invista em ações internas, como a criação de rodas de leitura com livros relevantes para a empresa. Você também pode realizar a divulgação de livros em datas comemorativas, realização de encontros em que os funcionários possam se reunir para expandir suas ideias e liberar a criatividade, entre outras atividades.

Como construir uma biblioteca corporativa?

Essa estratégia não lida apenas com livros físicos, mas também com diferentes informações e dados úteis para os negócios. Assim, é necessário organizar e sistematizar todos os conteúdos em um acervo. Contar com softwares de gestão pode facilitar a tarefa. Assim, é mais fácil organizar os processos da biblioteca e ampliar o alcance dos colaboradores.
Portanto, criar bibliotecas digitais pode ser a melhor opção. Assim, os funcionários podem realizar consultas rápidas, reservar e renovar materiais de forma online, facilitando o acesso à biblioteca.
Ciberteca, ou biblioteca digital, esse novo conceito é uma alternativa moderna para ampliar as condições de busca, disponibilidade e recuperação de informações e conteúdos dentro das bibliotecas corporativas.
Ela é multiplataforma, ou seja, permite que os colaboradores acessem os conteúdos por meio de seus smartphones, tablets e computadores. O usuário pode realizar sua leitura de forma online, ou não, já que o sistema armazena automaticamente os últimos livros abertos por ele.
A biblioteca corporativa digital oferece uma plataforma interativa em que os usuários podem navegar e controlar sua leitura. Além disso, podem criar atividades relacionadas à leitura. A plataforma gera relatórios para que a empresa possa acompanhar quais os conteúdos mais lidos pelos colaboradores. Essa e outras informações úteis auxiliam no monitoramento do desempenho dos usuários.

Construa sua biblioteca corporativa com o 12Min

Nosso aplicativo 12 minutos pode auxiliar sua empresa nessa tarefa! Ele foi criado para dar acesso aos conteúdos mais relevantes do mundo dos negócios. Com isso, auxilia seus usuários a estarem por dentro de assuntos de carreira, desenvolvimento pessoal, entre outros. Podendo assim, incentivar a cultura de aprendizado nas organizações.
O 12Min condensa as principais ideias de milhares de livros voltados para os negócios. Criamos o que chamamos hoje de microbooks, que possibilitam acesso ao resumo pelos usuários, lendo ou ouvindo o conteúdo. A tarefa leva, em média, 12 minutos.
Por meio de uma assinatura, seus funcionários poderão acessar uma série de microbooks variados e consumir seus conteúdos da forma que achar melhor. O principal objetivo de se criar uma biblioteca corporativa é desenvolver as habilidades profissionais de toda a equipe. Por meio da educação corporativa, é possível alinhar competências individuais com os interesses da empresa. Isso faz com que o colaborador se torne mais disposto a aplicar seu conhecimento adquirido em seu trabalho. Consequentemente, irá gerar maiores resultados para a organização.
Muitas empresas ainda não enxergam a importância dessa prática. Entretanto, essa realidade já está se modificando e diversas empresas brasileiras estão passando a apostar no estímulo do conhecimento empresarial. E sua empresa? Já tem uma biblioteca corporativa? Não perca tempo e adote essa estratégia!

Tendências de mercado para quem quer empreender em 2018

Toda empresa que deseja continuar relevante no mercado precisa saber quais são as últimas tendências de mercado. Não é preciso necessariamente segui-las, mas estar atento é essencial. Lojas que revelavam fotos analógicas, por exemplo, morreram quando se recusaram a perceber a crescente importância da fotografia digital.
Mas isso não vale apenas para o modelo de negócio em si. Conforme os anos entram e saem, projeções de venda, campanhas de marketing e até impostos passam por mudanças. Entretanto, é importante saber separar o que é tendência de mercado do que é apenas moda passageira.
Para ajudá-lo a saber o que seguir, continue lendo para conhecer 7 tendências de mercado para este ano de 2018.
tendências de mercado

1 – O novo escritório

Dentre as principais tendências de mercado está uma que já vemos há algum tempo: o escritório como conhecíamos mudou completamente. Locais de trabalho físico estão mais abertos a mudanças pouco convencionais, implementadas para aumentar a produtividade e a felicidade no trabalho.
Isso significa mais abertura para a prática do home office e maior utilização de mão de obra terceirizada, como freelancers. Além disso, haverá cobrança por locais de trabalho mais diversos e seguros, especialmente para mulheres.
Esse espaço de trabalho mais receptivo às diferenças e aos estilos diferentes de pessoas está ganhando espaço porque trabalhadores procuram por mais bem-estar. Em um mundo que cobra energia e disposição, vemos as pessoas ficarem doentes e improdutivas quando não há equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
A tendência é trabalhar de forma mais inteligente e não durante mais horas.

2 – Ensino alternativo

Outra mudança que vemos nos quadros de funcionários pelo mundo é a forma como adquirem conhecimento. Universidades e faculdades nem sempre dão conta das novidades e estudantes buscam cursos complementares para se prepararem para o mercado.
A previsão é de que veremos talentos formados em cursos menos formais, como Coursera, Khan Academy e Udacity. A vantagem disso é ter pessoas que entendem bem as mudanças tecnológicas do mercado e são capazes de ir atrás de seu próprio conhecimento.

3 – Compras sociais

Consumidores querem que seu tempo seja cada vez mais economizado. Se tudo estiver concentrado em um mesmo canal, melhor ainda. Por isso, as compras em redes sociais, como o Instagram, tendem a crescer.
Não deixe de oferecer essa opção aos seus clientes, especialmente se o seu produto tiver apelo visual. Você com certeza verá as vendas crescerem.
Agora, depois da compra, o contato com o cliente não acaba. Os canais de atendimento ao cliente precisam ser cada vez mais afiados. Uma das tendências é utilizar mensagens para se comunicar com as pessoas. Isso inclui Facebook e Whatsapp, que já têm uma funcionalidades específicas para empresas.
Clientes estão cada vez mais ansiosos e imediatistas e as empresas precisam acompanhar esse ritmo. Outra solução para isso que é tendência é a dos chatbots, que veremos abaixo.

4 – Blockchain

E por falar em compras, vamos também ver um fortalecimento ainda maior da tecnologia de blockchain, conhecida por impulsionar as criptomoedas, como o Bitcoin.
Mais negócios, tanto grandes quanto pequenos, devem abraçar essa tendência nos próximos anos. Entretanto, é bom lembrar que isso também significa mais regulação dos governos, a fim de evitar problemas como os que vimos com o Bitcoin em 2017.

5 – Inteligência artificial e machine learning

Estas são as duas grandes tendências de mercado na área da tecnologia. Apesar de estarmos vendo aplicativos que as utilizam aparecendo há quase uma década, agora será a hora de difundi-las.
Pequenas e médias empresas, por exemplo, já estão implementando aplicações com essas tecnologias. O impacto é grande e para quem tem produtos e serviços nos quais isso faz sentido, é hora de investir.
tendências de mercado

6 – Chatbots

Em favor da necessidade de atender o consumidor que está sempre online, os chatbots estão ganhando cada vez mais relevância. Com eles, as filas de espera diminuem e é possível aprender com as interações – papel do machine learning.
Dessa forma, os chatbots se tornam cada vez mais sofisticados, ajudando a melhorar a experiência do cliente e até mesmo a aumentar as vendas e tráfego nos sites. Não é a toa que caíram no gosto dos empreendedores.
Essa tendência pode gerar preocupações, já que em um primeiro momento, parece ser uma ameaça à geração de empregos. É importante destacar que a realidade não é essa. Na verdade, a intenção é utilizar chatbots apenas para questões de resolução mais óbvia. Em interações mais profundas, a presença de um ser humano é necessária.
Isso porque máquinas nem sempre são capazes de executar o mesmo poder de interpretação de seres humanos. Sem contar o atendimento humanizado e personalizado, que também ganha voz no mercado.

7 – Para o mobile, tudo

Você deseja ter tudo à mão, sempre que precisa. Seja uma compra ou uma pesquisa, falar com os amigos ou pedir um carro – todos nós agora dependemos da facilidade do smartphone. Por isso, ofereça a mesma coisa para o seu cliente.
A começar pelo site responsivo, é preciso pensar no usuário de mobile em tudo o que você faz. Apesar de ser óbvio para alguns negócios, muitos ainda não se adequaram e por isso colocamos entre as tendências de mercado para 2018.

Mantenha-se informado

E aí, você já esperava alguns itens da lista de tendências de mercado? Ou foram todos surpreendentes? Para se manter ainda mais informado, não deixe de acompanhar os grandes nomes do mundo dos negócios. Se você não conhece muitas referências, demos algumas dicas de blogs que você precisa seguir aqui.
Não deixe ainda de acompanhar os maiores livros da atualidade na plataforma do 12Min. Lá, você encontra resenhas críticas das obras e pode absorver os ensinamentos-chave necessários para crescer ainda mais.
Se você tem algo a adicionar nessa lista e quer dividir sua experiência, não deixe de comentar abaixo! Adoramos saber o que você achou 😉
Fontes: Forbes e NY Daily News.

Economia criativa: você já ouviu falar nessa indústria?

Foi-se o tempo em que a principal fonte de capital era a indústria de produtos manufaturados. Hoje, podemos dizer que vivemos a quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Nada é mais representativo dessa mudança do que a economia criativa.
Assim como em qualquer revolução, esta surgiu de uma necessidade. Isso porque passamos por grandes crises econômicas nas últimas décadas e isso nos fez ir em busca de outras fontes de renda, dentre elas, a capacidade criativa.
Surge então um novo setor da economia, que abraça vários segmentos onde o capital é vindo de talentos e produção intelectual. Com essa nova tendência, a forma como fazemos negócio mudou e vai se transformar ainda mais. Não quer ficar de fora? Continue lendo este artigo para saber o que é economia criativa e o cenário que vivenciamos aqui no Brasil.
economia criativa

O que é economia criativa

A economia criativa engloba todo tipo de negócio que gera riqueza, ou renda, por meio da produção de bens e serviços criativos. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) classifica as indústrias criativas em quatro eixos:

  • Patrimônio: expressões culturais tradicionais (artesanato, festivais, celebrações) e sítios culturais (museus, bibliotecas, exibições, etc).
  • Artes: artes visuais (pinturas, esculturas, fotografia) e artes dramáticas (música, teatro, dança, etc).
  • Mídia: Audiovisual (cinema, televisão, rádio, etc) e Publicidade e mídia impressa (livros, imprensa e publicações).
  • Criações funcionais: serviços criativos (arquitetura, propaganda, P&D, cultura), novas mídias (softwares, jogos, conteúdo digital) e design (de interiores, gráfico, moda, jóias, brinquedos).

Por mais que o termo “indústria criativa” tenha surgido há cerca de 15 anos, gerar produtos criativos faz parte da natureza humana desde sempre. Claro, as novas tecnologias, que permitem grande parte dos trabalhos, trouxeram novos ares. Entretanto, o desejo de criar coisas, tanto para se expressar quanto reafirmar uma posição, sempre existiu.
O que mudou foi que colocamos essa produção criativa em uma “caixa”, que permite seu desenvolvimento dentro da sociedade. Foi assim que, em vários países, a economia criativa trouxe nova perspectiva para a geração de empregos. Além disso, representa a oportunidade para muitas pessoas de se trabalhar com o que gosta.
Ainda assim, compreender essas indústrias é trabalhoso para vários governos e instituições. A forma como operam é bem diferente da construção ou alimentação, por exemplo.
Um dos maiores desafios é mensurar o trabalho e precificá-lo, por não se tratar exatamente de um bem de consumo, como um celular, a lógica se altera e o valor passa a ser mais simbólico do que material. Desta forma, as indústrias culturais não atendem às leis tradicionais do mercado, abrindo possibilidades para vários trabalhadores.
É importante destacar ainda que as empresas não são necessariamente apenas da indústria criativa. Um negócio pode ter determinadas entregas que se enquadrem e outras não. Ou seja, um designer pode trabalhar para uma indústria automobilística e seu trabalho ainda ser considerado parte da indústria criativa.
A seguir, exemplificamos melhor os negócios pertencentes a essa economia.

Exemplos de economia criativa

Em 2015, a economia criativa no Brasil gerou R$ 155,6 bilhões para a economia, segundo “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”. A participação do PIB Criativo estimado no PIB brasileiro foi de 2,64% no mesmo ano, com a participação de 851,2 mil profissionais formais.
Várias empresas que você conhece fazem parte da economia criativa. Isso envolve startups, produtoras, agências, bandas, artistas em geral. Conheça alguns negócios que estão nesse meio:

  • Companhia das Letras: editoras de livros também são parte da economia criativa.
  • Jout Jout Prazer: blogueiros que conseguem renda através da produção de vídeos.
  • Revista Piauí: publicações, jornais e revistas vendem unidades por causa de sua produção jornalística, por isso, estão inclusos.
  • Perestroika: empresa que oferece cursos livres para criativos de todo tipo.
  • Lollapalooza: e todas as bandas que tocam no festival são considerados negócios criativos pois utilizam uma forma de arte como fonte de renda.

E por aí vai! Poderíamos fazer uma lista com milhares de negócios criativos espalhados pelo Brasil.
Se o seu negócio se identifica com o conceito de economia criativa, acompanhe a seguir algumas dicas para se dar bem nesse setor.

Dicas para ter sucesso na economia criativa

Para que negócios criativos se destaquem na economia como uma forma de superar obstáculos e empreender com criatividade, é preciso se dedicar – algumas vezes, mais do que outras indústrias. Assim, a fim de aumentar a sua chance de sucesso, confira algumas dicas.

Crie boas redes de networking

Para que a economia criativa se fortaleça, é necessário trocar experiências e oportunidades. Por isso, não deixe de afiar suas habilidades de networking. Converse com quem puder, mantenha as boas relações e não deixe de oferecer o que puder em troca.
Se quiser saber mais sobre marketing pessoal, leia este artigo.

Escolha suas prioridades

É muito comum que quem trabalha com a economia criativa tenha dificuldade em criar prioridades. Não é possível oferecer trabalhos bons, em um prazo curto e preço baixo. Tanto para você quanto para os seus clientes, é mais interessante que você faça uma gestão de prioridades e organize bem seus trabalhos.
Conheça algumas ferramentas de gerenciamento de projetos.

Não tenha medo da falha

Assim como em qualquer empreendimento, os negócios criativos também podem falhar. Esteja preparado para essa possibilidade e aprenda com seus erros, fazendo ajustes para que não aconteçam novamente.

Foque no cliente

Esteja atento para as necessidades do seu cliente. Claro, não deixe de oferecer a sua opinião e o seu conhecimento a cada entrega, já que se tratam de trabalhos criativos. Mas também é importante atender às necessidades dos seus consumidores.

Saiba mais sobre economia criativa

E aí, o que achou do conceito de economia criativa? Você pode aprofundar seus conhecimentos lendo o livro do autor que cunhou esse termo: The Creative Economy, de John Howkins.
Para ter uma ideia sobre o conteúdo da obra, confira uma entrevista com ele:

Você ainda pode conferir outras publicações sobre economia e mercado na nossa plataforma. Lá, você encontra resenhas baseadas nas maiores obras de não-ficção do mundo e por expandir suas ideias criativas inspirando-se nas histórias e ensinamentos de vários autores.

Marketing multinível: entenda o que é e se vale a pena investir

Vale a pena investir em Marketing Multinível? Fomos atrás de entender o assunto e responder essa questão.
Muito se fala em Marketing Multinível, mas pouco se explica sobre o assunto. Um sistema de rede, que beneficia quem a pertence, é sempre a definição mais aplicada. Entender o Marketing Multinível e excluí-lo da definição de Pirâmide Financeira é a melhor forma de entender como funciona esse sistema de negócio que ganhou milhões de adeptos no mundo inteiro.
Nós pesquisamos e preparamos um post direto e bem explicativo sobre o que é o Marketing de Rede e se vale ou não a pena investir nele. O que acha de descobrir agora? Confira mais abaixo.

Entendendo o Marketing Multinível facilmente

Digamos que você comprou uma roupa em uma loja. Você levou o produto para casa, mas provavelmente não pensou em todo o canal de distribuição que foi necessário se criar para que essa peça chegasse até você. Acertamos? Então voltemos ao primeiro desses canais: o fabricante.
Quando a sua peça de roupa saiu do fabricante, ela pode ter passado por um ou mais distribuidor para, posteriormente, chegar ao revendedor e, por último, chegar ao lojista. Quando você adquiriu a peça, ela já estava consideravelmente cara se levarmos em consideração o seu preço inicial. A margem de lucro e os impostos justificam o aumento dos valores, neste caso.
No Marketing Multinível o sistema de vendas funciona um pouco diferente. Por ser uma rede de vendas diretas, os canais de distribuições são bem curtos, o que inibe o elevado custo do produto. Você sempre venderá o produto pelo valor que o fabricante determinar.
O trabalho consiste em vender produtos através de uma rede de afiliados que trabalham em conjunto. Os produtos saem diretamente do produtor para o cliente final. Os lucros e comissões do Marketing de Rede são gerados a partir do desempenho das vendas de cada pessoa.
Explicando melhor, o valor do produto não é alterado. O que vai diferenciar os lucros é a quantidade de produtos vendidos. Por exemplo, mesmo que você não consiga uma rede grande de parceiros, mas aqueles que já estão presentes sejam atuantes nas vendas, os seus lucros serão crescentes sempre.
É justamente quando falamos em rede que o Marketing Multinível começa a ser confundido com esquema de Pirâmide Financeira.

Markerting de Rede e Pirâmide Financeira são a mesma coisa?

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A resposta é não. Em alguns pontos o Marketing de Rede pode até ser semelhante a uma Pirâmide Financeira, mas é a sua estrutura que garante o sucesso de quem está afiliado no sistema.
Podemos exemplificar de uma forma bem simples. Na Pirâmide Financeira, se o número de pessoas da rede cai, os lucros do sistema também reduzem. É quando o esquema começa a quebrar e, em determinado ponto, vai por água abaixo.
Já no Marketing Multinível, como explicamos no tópico anterior, o que importa é que todos permaneçam trabalhando bem e de forma dedicada. Mesmo que ninguém mais entre na sua rede, se você continuar vendendo os produtos e serviços na mesma escala sempre, as receitas continuam sendo geradas.
Ou seja, enquanto o esquema de Pirâmide pede mais pessoas para investir um valor maior e, consequentemente, todos ganharem, o Marketing Multinível pede apenas que aqueles que já estão presentes continuem vendendo, sem precisar investir, para então todos lucrarem.

Quais as principais vantagens de trabalhar o Marketing Multinível?

Agora que você entendeu melhor o que significa Marketing Multinível, conhecer as vantagens desse sistema fica bem mais fácil. Destacamos as 3 melhores:
Você tem a logística da empresa toda pronta. Não é preciso investir em nada que você não deseja. Algumas pessoas criam sites especializados em Marketing de Rede, mas isso só faz elevar seus ganhos. Com as ferramentas que o criador do produto oferta já é possível obter grandes e bons lucros;
Premiações por desempenho. É comum que grandes empresas de Marketing Multinível premiem seus melhores vendedores com viagens, valores em dinheiros e até bens como carros e imóveis;
Treinamento e capacitação. Se você não tem muita facilidade com vendas, não precisa desanimar. É bem comum que as empresas realizem um treinamento e capacitação para que você consiga chegar até o seu consumidor da melhor forma possível. Você também receberá todo o material de apoio para começar a trabalhar com a rede.

Vale a pena investir?

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Você provavelmente estava querendo chegar nesta pergunta, acertamos? Na verdade, a pergunta que mais se escuta quando o assunto é Marketing de Multinível é: “Não é arriscado investir nisso?”.
Para entrar em um sistema de Marketing Multinível você precisa comprar um kit, na maioria das vezes. As empresas dão todo o material pronto e os iniciantes optam por comprar kits mais completos ou apenas o básico.
O que é comum de se ver em algumas redes, são patrocinadores querendo vender o kit mais caro para que seus afiliados gerem mais lucros. Contudo, se não há a dedicação que esse serviço pede, sim, você está colocando seu dinheiro em risco. O seu lucro depende do seu comprometimento.
O que muitos especialistas aconselham é comprar um kit básico e, ao longo que suas vendas aumentem, adquirir planos maiores e, consequentemente, aumentar também os lucros. Dessa forma o risco de perda é quase nulo.
O Marketing Multinível é um sistema de rede sério, que exige dedicação e gera muitos lucros. Com a orientação correta e o material que você precisa, o seu investimento pode sim gerar uma ótima renda extra para seu orçamento.
Hoje essa é uma realidade que precisa ser levada em consideração e um modelo de negócios que realmente funciona.
Você conseguiu tirar suas dúvidas e entender o que significa o Marketing Multinível? O que achou do sistema de vendas em rede? Deixe seu comentário!
Você sabia que no aplicativo 12min é possível encontrar uma categoria exclusiva sobre Marketing e vendas? Confere os microbooks disponíveis no site e depois conta para nós o que achou. Lá você encontra ótimos títulos sobre Marketing Multinível e que ajudarão bastante no seu novo negócio!

Modelo de Canvas: o que é e como construir um

O modelo de Canvas é uma ferramenta fundamental para que a sua ideia de negócio se concretize e seja um sucesso.
Quando se está projetando um novo empreendimento, o primeiro passo deve ser sempre o modelo de negócio. É a partir desse documento que dá para traçar diversos pontos importantes para o sucesso da empresa. O Canvas Business Plan e uma metodologia funcional, que foi mostrada no livro Business Model Generation, de Alex Osterwalder e Yves Pogneur. A partir dele é possível traçar toda a estratégia de negócio de um empreendimento, utilizando apenas um quadro, dividido em blocos.
Neste post vamos conversar mais sobre o que é o modelo de Canvas e como você pode construir um sem grandes dificuldades. Veja.

Entendendo o Canvas Business Plan

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Como citamos acima, o modelo de Canvas é um documento em forma de quadro, que permite ao empreendedor traçar toda sua estratégia de negócio. Para que ele funcione, são utilizados 9 elementos no quadro, que vamos detalhar em um tópico específico mais para frente. Cada um dos nove elementos trabalhados no modelo de Canvas são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa e, por esse motivo, funcionam em todas as áreas.
Ele pode ser utilizado para reestruturar um negócio já em atividade, mas ainda é mais indicado para aqueles que estão começando. Quando criou, Alex Osterwalder e Yves Pogneur tentaram responder 4 perguntas de valor para um negócio: “Como?”, “O que?”, “Para quem?” e “Quanto?”. Para os dois, todo negócio é criado para gerar valor. O que dificulta o sucesso é, quase sempre, a falta de visão sobre como produzir esse valor, como capturá-lo e como entregar valor ao mercado.

Entendendo os 9 elementos do Modelo de Canvas

Cada um dos 9 elementos do modelo de Canvas é fundamental para compreender quatro bases de qualquer negócio: a viabilidade financeira, a oferta de serviços e produtos, a infraestrutura e os clientes. O domínio de todas essas bases trará a possível solução para os desafios que o negócio pode enfrentar. Você precisará apenas voltar ao seu Canvas Business Plan revisar a estrutura traçada.
Para você aprender a montar um modelo de Canvas, precisa entender completamente o que cada elemento propõe. Vamos explicar cada um deles então.

Segmento de Clientes

Aqui você traçará o perfil do seu potencial cliente. Como o objetivo da sua empresa é criar valor, assim como citamos antes, é preciso saber para quem você está projetando essa criação.
Uma boa maneira de começar a responder a pergunta “Para quem?” do seu Canvas Business Plan, é projetar que tipo de pessoa melhor se encaixa no tipo de negócio que está em criação. Por exemplo, você pode focar sua empresa em mães, em um público mais jovem, em viajantes, em amantes de cinema, entre tantas outras vertentes. Claro que é permitido ter mais de um público de foco, mas quanto mais afunilado for o seu modelo de Canvas, melhores resultados serão gerados.

Proposta de Valor

Esse elemento ajuda a responder a pergunta “O que?”, trazendo um foco maior nos produtos, serviços e outros benefícios que a empresa irá oferecer. Aqui entram questões como o que será novidade, o que será inovação sobre o que já é aplicado no mercado, o que pode ser feito para redução dos custos, os preços, etc. Tente responder o máximo de perguntas sobre como resolver os maiores problemas dos seus clientes.

Canais de Distribuição

O nome já indica o propósito. Respondendo mais uma vez a pergunta “Para quem?”, você buscará a melhor forma de alcançar os seus clientes. Aqui você encontrará a resposta sobre como levar a proposta de valor traçada até seu público.
A resposta para esse elemento pode ser diversa. Você decidirá se trabalhará com delivery, por exemplo, quais os canais de marketing que serão utilizados, se você irá até o cliente ou o inverso acontecerá, entre outras informações.

Relacionamento com Clientes

É a forma como você estreitará os laços com seu cliente. Responder questões como o que será feito antes e depois da compra, como será personalizado o atendimento dos diferentes canais do seu negócio, o que será feito para melhor atender o público, entre outras questões que você pode considera relevante neste aspecto. Entender um pouco de rapport pode ajudar muito neste momento.

Fontes de Receitas

Esse elemento pode até parecer complexo de início, mas não é. Você precisará focar no quanto o seu cliente está disposto a pagar pelo seu produto ou serviço e se esse preço tem valor, de fato.

Recursos-Chave

Os recursos-chave são aquelas ferramentas que você precisa para que o modelo de negócios funcione. Entra aqui as plataformas tecnológicas, os ativos físicos, os canais de relacionamento, etc.  Leve em considerações os recursos indispensáveis para iniciar o negócio e também aqueles que podem ser implementados em longo prazo.

Atividades-Chave

Aqui você levará em conta todos os ativos indispensáveis para o seu negócio. Imagine quais itens não podem ficar de fora para a empresa, pois comprometem o seu funcionamento. Um exemplo bem básico seria uma loja online. Sem um site, ficaria impossível viabilizar o empreendimento.

Parcerias

No modelo de Canvas, pensar em parceiros é sim uma prioridade. Muitos empreendedores deixam para analisar esse tipo de recurso depois que a empresa está estabelecida em funcionamento. Mesmo que você não feche nenhuma parceria neste momento, pense em quais seriam seus contatos preferenciais e ideais.

Estrutura de Custos

O bloco da estrutura de custos será o último a ser preenchido por englobar todos os custos para que o Canvas Business Plan funcione. Você colocará aqui valores como implementação de ferramentas, estrutura, pagamento de publicidade, parceiros, etc.

Como montar um modelo de Canvas

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Se você entendeu totalmente cada um dos elementos acima, montar o seu modelo de Canvas será bem mais fácil do que parece. A nossa dica é que você prepare alguns blocos de anotações e alguns post its. Como o modelo permite mudanças sempre que necessário, utilizar adesivos permite uma maior mobilidade de ideias sem rasurar o quadro.
Tenha também um quadro grande. Utilize um modelo de Canvas impresso no mínimo em um papel A3. Para planejamentos remotos, hoje já é possível encontrar quadros online e que permitem o preenchimento em nuvem.
A ordem como dispomos os elementos do tópico anterior é a mais indicada para preenchimento. Após preenchido, comece a validar o valor inserido em seu modelo. Inicie o trabalho e volte para o quadro sempre que for necessário.
Você já conhecia o modelo de Canvas? Conta para nós o que achou da proposta!
Uma técnica que provavelmente ajudará muito também na elaboração do seu plano de negócios é a PDCA. Você pode ler o nosso post sobre o que é PDCA e como ele é aplicado na gestão.