[Webinar] Desvendando o CRO com Rafael Damasceno

Com a parceria Webinsider + 12min, toda semana estamos lançando um webinar com a participação de um empreendedor ou algum nome forte em sua área de atuação.

O nosso 2º webinar foi com Rafael Damasceno, fundador da Supersonic. A Supersonic é uma empresa especializada em CRO (Conversion Rate Optimization) e o Rafael foi o primeiro a trazer esse conceito para o Brasil.

No papo, Damasceno explora esse conceito, discute a importância de um site na estratégia de uma empresa e ainda conta um pouquinho sobre a sua experiência como empreendedor. De quebra, ele dá várias dicas de leitura sobre otimização de conversão!

Confira o Webinar Desvendando o CRO com Rafael Damasceno na íntegra:

Gostou? Então, inscreva-se no canal do 12min no YouTube para conferir todos os próximos webinars 🙂

Já ouviu falar no elevator pitch? Cause boa impressão em menos de 1 minuto!

Você está em um elevador em direção à cobertura de um prédio, quando entra a pessoa que pode oferecer algo que vai ajudá-lo a alcançar um objetivo. Pode ser o CEO de uma empresa onde quer trabalhar ou um investidor para sua startup. É a sua chance de brilhar! Essa é a situação de um elevator pitch.

Causar uma boa impressão em questão de segundos não é para qualquer um. Mas e se você começar a se preparar para esse momento antes? Tudo bem, sabemos que provavelmente não vai acontecer em um elevador. Mesmo assim, a habilidade de fazer um elevator pitch pode fazer toda a diferença no seu futuro.

Se você quer se preparar para um dia colocar sua ideia no mundo ou defender uma posição, não deixe de continuar lendo!

elevator pitch

O que é elevator pitch

Como vimos acima, um elevator pitch é uma apresentação de poucos segundos. Pode ser sobre sua ideia de negócio (muito comum para startups), seu currículo, seu projeto. Um pitch completo é algo um pouco mais elaborado, como você pode ver aqui.

O elevator pitch é perfeito, por exemplo, para quando você está em um evento ou uma feira e precisa ser rápido na hora de defender sua ideia ou conseguir um contato de networking. Mas não basta demonstrar os fatos, você precisa se fazer ouvir e causar uma impressão duradoura.

Por isso o treino é tão importante. Se você consegue passar confiança, 50% do pitch está ganho. Veja, a seguir, dicas para se preparar para o seu elevator pitch.

Dicas para um elevator pitch perfeito

Não deixe de anotar:

  • Mantenha seu pitch breve: a pessoa com quem você está conversando provavelmente não o conhece. Não tente tomar o tempo dela e fale o necessário em poucos segundos.
  • Seja persuasivo: dê motivos para a pessoa que está ouvindo concordar com você. Para isso, use o que estiver do seu lado. Por exemplo, se os dados dizem algo a seu favor, não deixe de inclui-los.
  • Acerte sua forma de falar: evite rodeios e faça com que sua voz tenha um tom interessante. Falar de forma monótona pode entediar o interlocutor. Falar rápido demais faz com que a pessoa fique confusa, evite; mesmo quando o tempo é curto.
  • Fale sobre suas habilidades: como apresentador do pitch, você é a cara daquilo que está sendo apresentado. Por isso, não deixe de falar sobre suas qualificações (não todas elas, apenas as que têm a ver diretamente com o assunto).
  • Seja flexível: evite decorar um texto pronto. Se fizer isso, pode soar falso. Por isso, admita que a cada vez que você fizer seu elevator pitch, ele vai mudar um pouco. E não fique nervoso por causa disso.
  • Explique seus objetivos: se a intenção é conseguir alguma coisa do público do pitch, não deixe de deixar claro o que isso é.
  • Saiba quem é sua audiência: e por falar em público, saiba como o seu é composto. Claro, pode ser que isso seja uma surpresa, mas quanto mais você souber, melhor.
  • Pratique muito: se o que você quer passar no seu elevator pitch é sua paixão, pode acreditar que será algo natural. Mas não se engane, todos nós precisamos de prática. Só assim você diminui o medo e aumenta a desconfiança.
  • Tenha um cartão de visitas preparado: um último detalhe nessa importante lista de dicas. Muitos esquecem do cartão. Seja em forma de aplicativo ou cartão físico, não deixe que seu interlocutor saia sem ter seu contato.

Muito bem. Agora, você já conhece as dicas principais para um elevator pitch de sucesso. Veja abaixo alguns exemplos de bons pitches.

elevator pitch

Exemplos de elevator pitch

Existe um formato básico de pitch que pode servir de linha para você criar o seu. Veja só um exemplo de apresentação de um negócio:

Meu nome é <<NOME>>, sou CEO da <<EMPRESA>>. Nossa companhia faz <<PRODUTO>> para <<PÚBLICO-ALVO>>. Ele permite que as pessoas <<PROPOSTA DE VALOR>>.

Diferentemente da <<COMPETIÇÃO>>, nós <<VANTAGENS COMPETITIVAS>>. <<CTA>>.

O CTA aqui é uma expressão com verbo no imperativo que indica um próximo passo, como um pedido de reunião ou o oferecimento de um cartão de visitas para manter contato. Além disso, você pode falar outras coisas, como alternativas ao produto, enfatizando que o seu é melhor, custos, mercado, preços, etc.

Veja exemplos de outros tipos de pitch:

  • Meu nome é Joana e sou designer gráfica. Você sabia que uma pessoa leva apenas dois segundos para decidir se gosta do logotipo de uma companhia? Um logo mal desenhado pode causar danos irreversíveis para o branding de uma empresa e uma escolha errada pode custar caro. Trabalho há 10 anos nessa área e me especializei em identificação de marca, construindo uma reputação pela longevidade dos meus designs. Tenho mais de 300 trabalhos entregues e nenhum redesign e gostaria de trazer esse sucesso para o seu negócio. Você gostaria de me encontrar por 20 minutos para que eu mostre meu portfólio?
  • Você sabia que a demanda por comida mexicana cresceu mais do que 100% nos últimos anos? Amantes da comida querem mais do que produtos genéricos vindos de cadeias de fast-food. Pretendo abrir um restaurante mexicano que seja moderno e valorize a comida utilizando ingredientes e técnicas clássicas que ajudam a demonstrar como essa comida é mais do que as pessoas realmente acreditam ser. Testamos o mercado por meio de uma série de serviços de buffet e estamos prontos para ter nosso restaurante. Tenho experiência com outros negócios de sucesso nesse ramo. Gostaria de ter meu cartão de visitas para conversarmos posteriormente.

Mais sobre pitch

E aí, gostou de conhecer essa modalidade de pitch? Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, não deixe de conferir os livros:

Pitch Anything, Oren Klaff

Este livro fala sobre pitch de um ponto de vista científico e mostra como você pode criar uma estrutura ideal para segurar a atenção do público.

Vender é Humano, Daniel Pink

Quem executa bem um pitch é vendedor. Se quiser saber mais sobre a área para aperfeiçoar também suas técnicas nesse discurso, não deixe de ler esse livro que é referência no assunto.
Essas obras estão disponíveis no 12Min. A plataforma disponibiliza resenhas críticas das maiores obras de não-ficção do mundo para que você possa compreender os principais ensinamentos em questão de minutos.
Gostou do texto? Vou adorar conhecer sua opinião, não deixe de comentar abaixo!

Biblioteca corporativa: incentive a cultura do conhecimento na empresa

Biblioteca corporativa é um espaço destinado à formação cultural e educacional contínua dos colaboradores de uma empresa. Ela representa um estratégia organizacional que visa melhorar o ambiente de trabalho e fortalecer a cultura empresarial, disponibilizando informações relevantes para os negócios.
Sua importância cresce cada dia mais após a transformação digital, confira como ela pode ser um diferencial em sua empresa:

  • Favorece o desenvolvimento de habilidades profissionais de interesse da empresa;
  • Retém e atrai profissionais talentosos;
  • Estimula o compartilhamento e a gestão de conhecimento entre o público interno;
  • Aumenta a produtividade das equipes;
  • Melhora a vantagem competitiva da organização.

A tecnologia e os dispositivos móveis já se consolidaram na rotina corporativa, fazendo com que a maioria dos colaboradores se tornem dependentes deles para desenvolver suas tarefas diárias, se comunicar, realizar pesquisa, analisar métricas e outras informações, enfim, praticamente todas as ações dentro de uma empresa precisam de auxílio digital.
O grande fluxo de dados que envolve todos esses processos podem trazer insights poderosos para os negócios, tornando a necessidade de que todos os funcionários busquem mais por essas fontes de informações, capazes de aprimorar seus trabalhos. As inovações tecnológicas são, atualmente, verdadeiros suportes para as bibliotecas corporativas, facilitando o acesso dos usuários e permitindo que eles tenham à disposição fontes ricas de conteúdos com apenas alguns cliques.
Portanto, é necessário estimular essa cultura do conhecimento dentro de seus ambientes de trabalho, para que a empresa consiga transformá-los em espaços de aprendizado e aprimoramento.
A biblioteca corporativa é a resposta capaz de auxiliar a organização nessa missão. Ela irá ajudar sua empresa a alcançar suas metas e transformar todo o seu ambiente em verdadeiros espaços positivos de trabalho e aprendizado, onde os colaboradores se sintam bem e dispostos a aprender.
biblioteca corporativa

Por que minha empresa precisa de uma biblioteca corporativa?

Grandes corporações já apostam nessa estratégia em suas instituições e tem recebido o retorno de grandes benefícios. Ao implementar uma biblioteca corporativa, é possível perceber uma grande transformação em toda a organização. A cultura organizacional se fortalece e funções básicas de organização, análise e aplicação de informações são otimizadas, o que trará melhores resultados para os negócios.
Uma das principais vantagens dela é referente às tomadas de decisões, que passam a ser mais precisas e assertivas, pois na biblioteca corporativa todas as informações e conhecimento da empresa são geridos.
Estimular a educação corporativa por meio da adoção dessa estratégia favorece a empresa, potencializando seus resultados e estimulando uma cultura de alta performance. Além disso, beneficia os colaboradores, que passam a ter uma melhor qualificação profissional por estarem sempre aprendendo e se atualizando, sem precisarem pagar por isso.
Para oferecer todas essas oportunidades, a empresa precisa de profissionais dedicados e que conheça tanto a missão, valores e visão, quanto os objetivos e metas da organização. Dessa forma, é possível determinar quais conteúdos são mais relevantes para a biblioteca e para os funcionários de cada setor.

biblioteca corporativa

Além disso, é necessário considerar todos os dados relevantes para a empresa, não apenas os que estão nos livros, mas que circulam o ambiente de trabalho. Isso sem contar todas as informações sobre serviços, métricas, desempenho e outros dados que envolvam os negócios. Por isso, a biblioteca corporativa deve também utilizar dados digitais e buscar nos bancos de dados, centro de documentação e portais especializados.
Junto às tecnologias disponíveis, a biblioteca pode ser totalmente dinâmica e personalizável. Assim, pode ser direcionada para os diferentes públicos internos da empresa. A linguagem, objetivos e ferramentas da educação corporativa devem ser individuais para cada caso e metas da empresa.
Mas, como motivar seus colaboradores a adotarem essa ideia? É possível atrair seu público interno por meio de ações de endomarketing. Elas são capazes de potencializar os resultados propostos por essa estratégia.
Busque estimular o interesse dos funcionários demonstrando a importância do conhecimento aprofundado dos negócios da empresa. Eles podem melhorar o desempenho em seu cargo, além dos diversos ganhos para sua carreira no geral.
Além disso, invista em ações internas, como a criação de rodas de leitura com livros relevantes para a empresa. Você também pode realizar a divulgação de livros em datas comemorativas, realização de encontros em que os funcionários possam se reunir para expandir suas ideias e liberar a criatividade, entre outras atividades.

Como construir uma biblioteca corporativa?

Essa estratégia não lida apenas com livros físicos, mas também com diferentes informações e dados úteis para os negócios. Assim, é necessário organizar e sistematizar todos os conteúdos em um acervo. Contar com softwares de gestão pode facilitar a tarefa. Assim, é mais fácil organizar os processos da biblioteca e ampliar o alcance dos colaboradores.
Portanto, criar bibliotecas digitais pode ser a melhor opção. Assim, os funcionários podem realizar consultas rápidas, reservar e renovar materiais de forma online, facilitando o acesso à biblioteca.
Ciberteca, ou biblioteca digital, esse novo conceito é uma alternativa moderna para ampliar as condições de busca, disponibilidade e recuperação de informações e conteúdos dentro das bibliotecas corporativas.
Ela é multiplataforma, ou seja, permite que os colaboradores acessem os conteúdos por meio de seus smartphones, tablets e computadores. O usuário pode realizar sua leitura de forma online, ou não, já que o sistema armazena automaticamente os últimos livros abertos por ele.
A biblioteca corporativa digital oferece uma plataforma interativa em que os usuários podem navegar e controlar sua leitura. Além disso, podem criar atividades relacionadas à leitura. A plataforma gera relatórios para que a empresa possa acompanhar quais os conteúdos mais lidos pelos colaboradores. Essa e outras informações úteis auxiliam no monitoramento do desempenho dos usuários.

Construa sua biblioteca corporativa com o 12Min

Nosso aplicativo 12 minutos pode auxiliar sua empresa nessa tarefa! Ele foi criado para dar acesso aos conteúdos mais relevantes do mundo dos negócios. Com isso, auxilia seus usuários a estarem por dentro de assuntos de carreira, desenvolvimento pessoal, entre outros. Podendo assim, incentivar a cultura de aprendizado nas organizações.
O 12Min condensa as principais ideias de milhares de livros voltados para os negócios. Criamos o que chamamos hoje de microbooks, que possibilitam acesso ao resumo pelos usuários, lendo ou ouvindo o conteúdo. A tarefa leva, em média, 12 minutos.
Por meio de uma assinatura, seus funcionários poderão acessar uma série de microbooks variados e consumir seus conteúdos da forma que achar melhor. O principal objetivo de se criar uma biblioteca corporativa é desenvolver as habilidades profissionais de toda a equipe. Por meio da educação corporativa, é possível alinhar competências individuais com os interesses da empresa. Isso faz com que o colaborador se torne mais disposto a aplicar seu conhecimento adquirido em seu trabalho. Consequentemente, irá gerar maiores resultados para a organização.
Muitas empresas ainda não enxergam a importância dessa prática. Entretanto, essa realidade já está se modificando e diversas empresas brasileiras estão passando a apostar no estímulo do conhecimento empresarial. E sua empresa? Já tem uma biblioteca corporativa? Não perca tempo e adote essa estratégia!

Tendências de mercado para quem quer empreender em 2018

Toda empresa que deseja continuar relevante no mercado precisa saber quais são as últimas tendências de mercado. Não é preciso necessariamente segui-las, mas estar atento é essencial. Lojas que revelavam fotos analógicas, por exemplo, morreram quando se recusaram a perceber a crescente importância da fotografia digital.
Mas isso não vale apenas para o modelo de negócio em si. Conforme os anos entram e saem, projeções de venda, campanhas de marketing e até impostos passam por mudanças. Entretanto, é importante saber separar o que é tendência de mercado do que é apenas moda passageira.
Para ajudá-lo a saber o que seguir, continue lendo para conhecer 7 tendências de mercado para este ano de 2018.
tendências de mercado

1 – O novo escritório

Dentre as principais tendências de mercado está uma que já vemos há algum tempo: o escritório como conhecíamos mudou completamente. Locais de trabalho físico estão mais abertos a mudanças pouco convencionais, implementadas para aumentar a produtividade e a felicidade no trabalho.
Isso significa mais abertura para a prática do home office e maior utilização de mão de obra terceirizada, como freelancers. Além disso, haverá cobrança por locais de trabalho mais diversos e seguros, especialmente para mulheres.
Esse espaço de trabalho mais receptivo às diferenças e aos estilos diferentes de pessoas está ganhando espaço porque trabalhadores procuram por mais bem-estar. Em um mundo que cobra energia e disposição, vemos as pessoas ficarem doentes e improdutivas quando não há equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
A tendência é trabalhar de forma mais inteligente e não durante mais horas.

2 – Ensino alternativo

Outra mudança que vemos nos quadros de funcionários pelo mundo é a forma como adquirem conhecimento. Universidades e faculdades nem sempre dão conta das novidades e estudantes buscam cursos complementares para se prepararem para o mercado.
A previsão é de que veremos talentos formados em cursos menos formais, como Coursera, Khan Academy e Udacity. A vantagem disso é ter pessoas que entendem bem as mudanças tecnológicas do mercado e são capazes de ir atrás de seu próprio conhecimento.

3 – Compras sociais

Consumidores querem que seu tempo seja cada vez mais economizado. Se tudo estiver concentrado em um mesmo canal, melhor ainda. Por isso, as compras em redes sociais, como o Instagram, tendem a crescer.
Não deixe de oferecer essa opção aos seus clientes, especialmente se o seu produto tiver apelo visual. Você com certeza verá as vendas crescerem.
Agora, depois da compra, o contato com o cliente não acaba. Os canais de atendimento ao cliente precisam ser cada vez mais afiados. Uma das tendências é utilizar mensagens para se comunicar com as pessoas. Isso inclui Facebook e Whatsapp, que já têm uma funcionalidades específicas para empresas.
Clientes estão cada vez mais ansiosos e imediatistas e as empresas precisam acompanhar esse ritmo. Outra solução para isso que é tendência é a dos chatbots, que veremos abaixo.

4 – Blockchain

E por falar em compras, vamos também ver um fortalecimento ainda maior da tecnologia de blockchain, conhecida por impulsionar as criptomoedas, como o Bitcoin.
Mais negócios, tanto grandes quanto pequenos, devem abraçar essa tendência nos próximos anos. Entretanto, é bom lembrar que isso também significa mais regulação dos governos, a fim de evitar problemas como os que vimos com o Bitcoin em 2017.

5 – Inteligência artificial e machine learning

Estas são as duas grandes tendências de mercado na área da tecnologia. Apesar de estarmos vendo aplicativos que as utilizam aparecendo há quase uma década, agora será a hora de difundi-las.
Pequenas e médias empresas, por exemplo, já estão implementando aplicações com essas tecnologias. O impacto é grande e para quem tem produtos e serviços nos quais isso faz sentido, é hora de investir.
tendências de mercado

6 – Chatbots

Em favor da necessidade de atender o consumidor que está sempre online, os chatbots estão ganhando cada vez mais relevância. Com eles, as filas de espera diminuem e é possível aprender com as interações – papel do machine learning.
Dessa forma, os chatbots se tornam cada vez mais sofisticados, ajudando a melhorar a experiência do cliente e até mesmo a aumentar as vendas e tráfego nos sites. Não é a toa que caíram no gosto dos empreendedores.
Essa tendência pode gerar preocupações, já que em um primeiro momento, parece ser uma ameaça à geração de empregos. É importante destacar que a realidade não é essa. Na verdade, a intenção é utilizar chatbots apenas para questões de resolução mais óbvia. Em interações mais profundas, a presença de um ser humano é necessária.
Isso porque máquinas nem sempre são capazes de executar o mesmo poder de interpretação de seres humanos. Sem contar o atendimento humanizado e personalizado, que também ganha voz no mercado.

7 – Para o mobile, tudo

Você deseja ter tudo à mão, sempre que precisa. Seja uma compra ou uma pesquisa, falar com os amigos ou pedir um carro – todos nós agora dependemos da facilidade do smartphone. Por isso, ofereça a mesma coisa para o seu cliente.
A começar pelo site responsivo, é preciso pensar no usuário de mobile em tudo o que você faz. Apesar de ser óbvio para alguns negócios, muitos ainda não se adequaram e por isso colocamos entre as tendências de mercado para 2018.

Mantenha-se informado

E aí, você já esperava alguns itens da lista de tendências de mercado? Ou foram todos surpreendentes? Para se manter ainda mais informado, não deixe de acompanhar os grandes nomes do mundo dos negócios. Se você não conhece muitas referências, demos algumas dicas de blogs que você precisa seguir aqui.
Não deixe ainda de acompanhar os maiores livros da atualidade na plataforma do 12Min. Lá, você encontra resenhas críticas das obras e pode absorver os ensinamentos-chave necessários para crescer ainda mais.
Se você tem algo a adicionar nessa lista e quer dividir sua experiência, não deixe de comentar abaixo! Adoramos saber o que você achou 😉
Fontes: Forbes e NY Daily News.

Economia criativa: você já ouviu falar nessa indústria?

Foi-se o tempo em que a principal fonte de capital era a indústria de produtos manufaturados. Hoje, podemos dizer que vivemos a quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Nada é mais representativo dessa mudança do que a economia criativa.
Assim como em qualquer revolução, esta surgiu de uma necessidade. Isso porque passamos por grandes crises econômicas nas últimas décadas e isso nos fez ir em busca de outras fontes de renda, dentre elas, a capacidade criativa.
Surge então um novo setor da economia, que abraça vários segmentos onde o capital é vindo de talentos e produção intelectual. Com essa nova tendência, a forma como fazemos negócio mudou e vai se transformar ainda mais. Não quer ficar de fora? Continue lendo este artigo para saber o que é economia criativa e o cenário que vivenciamos aqui no Brasil.
economia criativa

O que é economia criativa

A economia criativa engloba todo tipo de negócio que gera riqueza, ou renda, por meio da produção de bens e serviços criativos. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) classifica as indústrias criativas em quatro eixos:

  • Patrimônio: expressões culturais tradicionais (artesanato, festivais, celebrações) e sítios culturais (museus, bibliotecas, exibições, etc).
  • Artes: artes visuais (pinturas, esculturas, fotografia) e artes dramáticas (música, teatro, dança, etc).
  • Mídia: Audiovisual (cinema, televisão, rádio, etc) e Publicidade e mídia impressa (livros, imprensa e publicações).
  • Criações funcionais: serviços criativos (arquitetura, propaganda, P&D, cultura), novas mídias (softwares, jogos, conteúdo digital) e design (de interiores, gráfico, moda, jóias, brinquedos).

Por mais que o termo “indústria criativa” tenha surgido há cerca de 15 anos, gerar produtos criativos faz parte da natureza humana desde sempre. Claro, as novas tecnologias, que permitem grande parte dos trabalhos, trouxeram novos ares. Entretanto, o desejo de criar coisas, tanto para se expressar quanto reafirmar uma posição, sempre existiu.
O que mudou foi que colocamos essa produção criativa em uma “caixa”, que permite seu desenvolvimento dentro da sociedade. Foi assim que, em vários países, a economia criativa trouxe nova perspectiva para a geração de empregos. Além disso, representa a oportunidade para muitas pessoas de se trabalhar com o que gosta.
Ainda assim, compreender essas indústrias é trabalhoso para vários governos e instituições. A forma como operam é bem diferente da construção ou alimentação, por exemplo.
Um dos maiores desafios é mensurar o trabalho e precificá-lo, por não se tratar exatamente de um bem de consumo, como um celular, a lógica se altera e o valor passa a ser mais simbólico do que material. Desta forma, as indústrias culturais não atendem às leis tradicionais do mercado, abrindo possibilidades para vários trabalhadores.
É importante destacar ainda que as empresas não são necessariamente apenas da indústria criativa. Um negócio pode ter determinadas entregas que se enquadrem e outras não. Ou seja, um designer pode trabalhar para uma indústria automobilística e seu trabalho ainda ser considerado parte da indústria criativa.
A seguir, exemplificamos melhor os negócios pertencentes a essa economia.

Exemplos de economia criativa

Em 2015, a economia criativa no Brasil gerou R$ 155,6 bilhões para a economia, segundo “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”. A participação do PIB Criativo estimado no PIB brasileiro foi de 2,64% no mesmo ano, com a participação de 851,2 mil profissionais formais.
Várias empresas que você conhece fazem parte da economia criativa. Isso envolve startups, produtoras, agências, bandas, artistas em geral. Conheça alguns negócios que estão nesse meio:

  • Companhia das Letras: editoras de livros também são parte da economia criativa.
  • Jout Jout Prazer: blogueiros que conseguem renda através da produção de vídeos.
  • Revista Piauí: publicações, jornais e revistas vendem unidades por causa de sua produção jornalística, por isso, estão inclusos.
  • Perestroika: empresa que oferece cursos livres para criativos de todo tipo.
  • Lollapalooza: e todas as bandas que tocam no festival são considerados negócios criativos pois utilizam uma forma de arte como fonte de renda.

E por aí vai! Poderíamos fazer uma lista com milhares de negócios criativos espalhados pelo Brasil.
Se o seu negócio se identifica com o conceito de economia criativa, acompanhe a seguir algumas dicas para se dar bem nesse setor.

Dicas para ter sucesso na economia criativa

Para que negócios criativos se destaquem na economia como uma forma de superar obstáculos e empreender com criatividade, é preciso se dedicar – algumas vezes, mais do que outras indústrias. Assim, a fim de aumentar a sua chance de sucesso, confira algumas dicas.

Crie boas redes de networking

Para que a economia criativa se fortaleça, é necessário trocar experiências e oportunidades. Por isso, não deixe de afiar suas habilidades de networking. Converse com quem puder, mantenha as boas relações e não deixe de oferecer o que puder em troca.
Se quiser saber mais sobre marketing pessoal, leia este artigo.

Escolha suas prioridades

É muito comum que quem trabalha com a economia criativa tenha dificuldade em criar prioridades. Não é possível oferecer trabalhos bons, em um prazo curto e preço baixo. Tanto para você quanto para os seus clientes, é mais interessante que você faça uma gestão de prioridades e organize bem seus trabalhos.
Conheça algumas ferramentas de gerenciamento de projetos.

Não tenha medo da falha

Assim como em qualquer empreendimento, os negócios criativos também podem falhar. Esteja preparado para essa possibilidade e aprenda com seus erros, fazendo ajustes para que não aconteçam novamente.

Foque no cliente

Esteja atento para as necessidades do seu cliente. Claro, não deixe de oferecer a sua opinião e o seu conhecimento a cada entrega, já que se tratam de trabalhos criativos. Mas também é importante atender às necessidades dos seus consumidores.

Saiba mais sobre economia criativa

E aí, o que achou do conceito de economia criativa? Você pode aprofundar seus conhecimentos lendo o livro do autor que cunhou esse termo: The Creative Economy, de John Howkins.
Para ter uma ideia sobre o conteúdo da obra, confira uma entrevista com ele:

Você ainda pode conferir outras publicações sobre economia e mercado na nossa plataforma. Lá, você encontra resenhas baseadas nas maiores obras de não-ficção do mundo e por expandir suas ideias criativas inspirando-se nas histórias e ensinamentos de vários autores.

Marketing multinível: entenda o que é e se vale a pena investir

Vale a pena investir em Marketing Multinível? Fomos atrás de entender o assunto e responder essa questão.
Muito se fala em Marketing Multinível, mas pouco se explica sobre o assunto. Um sistema de rede, que beneficia quem a pertence, é sempre a definição mais aplicada. Entender o Marketing Multinível e excluí-lo da definição de Pirâmide Financeira é a melhor forma de entender como funciona esse sistema de negócio que ganhou milhões de adeptos no mundo inteiro.
Nós pesquisamos e preparamos um post direto e bem explicativo sobre o que é o Marketing de Rede e se vale ou não a pena investir nele. O que acha de descobrir agora? Confira mais abaixo.

Entendendo o Marketing Multinível facilmente

Digamos que você comprou uma roupa em uma loja. Você levou o produto para casa, mas provavelmente não pensou em todo o canal de distribuição que foi necessário se criar para que essa peça chegasse até você. Acertamos? Então voltemos ao primeiro desses canais: o fabricante.
Quando a sua peça de roupa saiu do fabricante, ela pode ter passado por um ou mais distribuidor para, posteriormente, chegar ao revendedor e, por último, chegar ao lojista. Quando você adquiriu a peça, ela já estava consideravelmente cara se levarmos em consideração o seu preço inicial. A margem de lucro e os impostos justificam o aumento dos valores, neste caso.
No Marketing Multinível o sistema de vendas funciona um pouco diferente. Por ser uma rede de vendas diretas, os canais de distribuições são bem curtos, o que inibe o elevado custo do produto. Você sempre venderá o produto pelo valor que o fabricante determinar.
O trabalho consiste em vender produtos através de uma rede de afiliados que trabalham em conjunto. Os produtos saem diretamente do produtor para o cliente final. Os lucros e comissões do Marketing de Rede são gerados a partir do desempenho das vendas de cada pessoa.
Explicando melhor, o valor do produto não é alterado. O que vai diferenciar os lucros é a quantidade de produtos vendidos. Por exemplo, mesmo que você não consiga uma rede grande de parceiros, mas aqueles que já estão presentes sejam atuantes nas vendas, os seus lucros serão crescentes sempre.
É justamente quando falamos em rede que o Marketing Multinível começa a ser confundido com esquema de Pirâmide Financeira.

Markerting de Rede e Pirâmide Financeira são a mesma coisa?

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A resposta é não. Em alguns pontos o Marketing de Rede pode até ser semelhante a uma Pirâmide Financeira, mas é a sua estrutura que garante o sucesso de quem está afiliado no sistema.
Podemos exemplificar de uma forma bem simples. Na Pirâmide Financeira, se o número de pessoas da rede cai, os lucros do sistema também reduzem. É quando o esquema começa a quebrar e, em determinado ponto, vai por água abaixo.
Já no Marketing Multinível, como explicamos no tópico anterior, o que importa é que todos permaneçam trabalhando bem e de forma dedicada. Mesmo que ninguém mais entre na sua rede, se você continuar vendendo os produtos e serviços na mesma escala sempre, as receitas continuam sendo geradas.
Ou seja, enquanto o esquema de Pirâmide pede mais pessoas para investir um valor maior e, consequentemente, todos ganharem, o Marketing Multinível pede apenas que aqueles que já estão presentes continuem vendendo, sem precisar investir, para então todos lucrarem.

Quais as principais vantagens de trabalhar o Marketing Multinível?

Agora que você entendeu melhor o que significa Marketing Multinível, conhecer as vantagens desse sistema fica bem mais fácil. Destacamos as 3 melhores:
Você tem a logística da empresa toda pronta. Não é preciso investir em nada que você não deseja. Algumas pessoas criam sites especializados em Marketing de Rede, mas isso só faz elevar seus ganhos. Com as ferramentas que o criador do produto oferta já é possível obter grandes e bons lucros;
Premiações por desempenho. É comum que grandes empresas de Marketing Multinível premiem seus melhores vendedores com viagens, valores em dinheiros e até bens como carros e imóveis;
Treinamento e capacitação. Se você não tem muita facilidade com vendas, não precisa desanimar. É bem comum que as empresas realizem um treinamento e capacitação para que você consiga chegar até o seu consumidor da melhor forma possível. Você também receberá todo o material de apoio para começar a trabalhar com a rede.

Vale a pena investir?

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Você provavelmente estava querendo chegar nesta pergunta, acertamos? Na verdade, a pergunta que mais se escuta quando o assunto é Marketing de Multinível é: “Não é arriscado investir nisso?”.
Para entrar em um sistema de Marketing Multinível você precisa comprar um kit, na maioria das vezes. As empresas dão todo o material pronto e os iniciantes optam por comprar kits mais completos ou apenas o básico.
O que é comum de se ver em algumas redes, são patrocinadores querendo vender o kit mais caro para que seus afiliados gerem mais lucros. Contudo, se não há a dedicação que esse serviço pede, sim, você está colocando seu dinheiro em risco. O seu lucro depende do seu comprometimento.
O que muitos especialistas aconselham é comprar um kit básico e, ao longo que suas vendas aumentem, adquirir planos maiores e, consequentemente, aumentar também os lucros. Dessa forma o risco de perda é quase nulo.
O Marketing Multinível é um sistema de rede sério, que exige dedicação e gera muitos lucros. Com a orientação correta e o material que você precisa, o seu investimento pode sim gerar uma ótima renda extra para seu orçamento.
Hoje essa é uma realidade que precisa ser levada em consideração e um modelo de negócios que realmente funciona.
Você conseguiu tirar suas dúvidas e entender o que significa o Marketing Multinível? O que achou do sistema de vendas em rede? Deixe seu comentário!
Você sabia que no aplicativo 12min é possível encontrar uma categoria exclusiva sobre Marketing e vendas? Confere os microbooks disponíveis no site e depois conta para nós o que achou. Lá você encontra ótimos títulos sobre Marketing Multinível e que ajudarão bastante no seu novo negócio!

Modelo de Canvas: o que é e como construir um

O modelo de Canvas é uma ferramenta fundamental para que a sua ideia de negócio se concretize e seja um sucesso.
Quando se está projetando um novo empreendimento, o primeiro passo deve ser sempre o modelo de negócio. É a partir desse documento que dá para traçar diversos pontos importantes para o sucesso da empresa. O Canvas Business Plan e uma metodologia funcional, que foi mostrada no livro Business Model Generation, de Alex Osterwalder e Yves Pogneur. A partir dele é possível traçar toda a estratégia de negócio de um empreendimento, utilizando apenas um quadro, dividido em blocos.
Neste post vamos conversar mais sobre o que é o modelo de Canvas e como você pode construir um sem grandes dificuldades. Veja.

Entendendo o Canvas Business Plan

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Como citamos acima, o modelo de Canvas é um documento em forma de quadro, que permite ao empreendedor traçar toda sua estratégia de negócio. Para que ele funcione, são utilizados 9 elementos no quadro, que vamos detalhar em um tópico específico mais para frente. Cada um dos nove elementos trabalhados no modelo de Canvas são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa e, por esse motivo, funcionam em todas as áreas.
Ele pode ser utilizado para reestruturar um negócio já em atividade, mas ainda é mais indicado para aqueles que estão começando. Quando criou, Alex Osterwalder e Yves Pogneur tentaram responder 4 perguntas de valor para um negócio: “Como?”, “O que?”, “Para quem?” e “Quanto?”. Para os dois, todo negócio é criado para gerar valor. O que dificulta o sucesso é, quase sempre, a falta de visão sobre como produzir esse valor, como capturá-lo e como entregar valor ao mercado.

Entendendo os 9 elementos do Modelo de Canvas

Cada um dos 9 elementos do modelo de Canvas é fundamental para compreender quatro bases de qualquer negócio: a viabilidade financeira, a oferta de serviços e produtos, a infraestrutura e os clientes. O domínio de todas essas bases trará a possível solução para os desafios que o negócio pode enfrentar. Você precisará apenas voltar ao seu Canvas Business Plan revisar a estrutura traçada.
Para você aprender a montar um modelo de Canvas, precisa entender completamente o que cada elemento propõe. Vamos explicar cada um deles então.

Segmento de Clientes

Aqui você traçará o perfil do seu potencial cliente. Como o objetivo da sua empresa é criar valor, assim como citamos antes, é preciso saber para quem você está projetando essa criação.
Uma boa maneira de começar a responder a pergunta “Para quem?” do seu Canvas Business Plan, é projetar que tipo de pessoa melhor se encaixa no tipo de negócio que está em criação. Por exemplo, você pode focar sua empresa em mães, em um público mais jovem, em viajantes, em amantes de cinema, entre tantas outras vertentes. Claro que é permitido ter mais de um público de foco, mas quanto mais afunilado for o seu modelo de Canvas, melhores resultados serão gerados.

Proposta de Valor

Esse elemento ajuda a responder a pergunta “O que?”, trazendo um foco maior nos produtos, serviços e outros benefícios que a empresa irá oferecer. Aqui entram questões como o que será novidade, o que será inovação sobre o que já é aplicado no mercado, o que pode ser feito para redução dos custos, os preços, etc. Tente responder o máximo de perguntas sobre como resolver os maiores problemas dos seus clientes.

Canais de Distribuição

O nome já indica o propósito. Respondendo mais uma vez a pergunta “Para quem?”, você buscará a melhor forma de alcançar os seus clientes. Aqui você encontrará a resposta sobre como levar a proposta de valor traçada até seu público.
A resposta para esse elemento pode ser diversa. Você decidirá se trabalhará com delivery, por exemplo, quais os canais de marketing que serão utilizados, se você irá até o cliente ou o inverso acontecerá, entre outras informações.

Relacionamento com Clientes

É a forma como você estreitará os laços com seu cliente. Responder questões como o que será feito antes e depois da compra, como será personalizado o atendimento dos diferentes canais do seu negócio, o que será feito para melhor atender o público, entre outras questões que você pode considera relevante neste aspecto. Entender um pouco de rapport pode ajudar muito neste momento.

Fontes de Receitas

Esse elemento pode até parecer complexo de início, mas não é. Você precisará focar no quanto o seu cliente está disposto a pagar pelo seu produto ou serviço e se esse preço tem valor, de fato.

Recursos-Chave

Os recursos-chave são aquelas ferramentas que você precisa para que o modelo de negócios funcione. Entra aqui as plataformas tecnológicas, os ativos físicos, os canais de relacionamento, etc.  Leve em considerações os recursos indispensáveis para iniciar o negócio e também aqueles que podem ser implementados em longo prazo.

Atividades-Chave

Aqui você levará em conta todos os ativos indispensáveis para o seu negócio. Imagine quais itens não podem ficar de fora para a empresa, pois comprometem o seu funcionamento. Um exemplo bem básico seria uma loja online. Sem um site, ficaria impossível viabilizar o empreendimento.

Parcerias

No modelo de Canvas, pensar em parceiros é sim uma prioridade. Muitos empreendedores deixam para analisar esse tipo de recurso depois que a empresa está estabelecida em funcionamento. Mesmo que você não feche nenhuma parceria neste momento, pense em quais seriam seus contatos preferenciais e ideais.

Estrutura de Custos

O bloco da estrutura de custos será o último a ser preenchido por englobar todos os custos para que o Canvas Business Plan funcione. Você colocará aqui valores como implementação de ferramentas, estrutura, pagamento de publicidade, parceiros, etc.

Como montar um modelo de Canvas

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Se você entendeu totalmente cada um dos elementos acima, montar o seu modelo de Canvas será bem mais fácil do que parece. A nossa dica é que você prepare alguns blocos de anotações e alguns post its. Como o modelo permite mudanças sempre que necessário, utilizar adesivos permite uma maior mobilidade de ideias sem rasurar o quadro.
Tenha também um quadro grande. Utilize um modelo de Canvas impresso no mínimo em um papel A3. Para planejamentos remotos, hoje já é possível encontrar quadros online e que permitem o preenchimento em nuvem.
A ordem como dispomos os elementos do tópico anterior é a mais indicada para preenchimento. Após preenchido, comece a validar o valor inserido em seu modelo. Inicie o trabalho e volte para o quadro sempre que for necessário.
Você já conhecia o modelo de Canvas? Conta para nós o que achou da proposta!
Uma técnica que provavelmente ajudará muito também na elaboração do seu plano de negócios é a PDCA. Você pode ler o nosso post sobre o que é PDCA e como ele é aplicado na gestão.

A história da Ambev: conheça mais da história da maior cervejaria do mundo

Você já imaginou ganhar quase R$4 milhões de reais por hora? Apesar de parecer um tanto quanto extravagante, trata-se da história de um dos maiores empreendedores do mundo, principal responsável pela fundação da Ambev.
A história da Ambev é mais recente do que você pode imaginar. Há exatos 19 anos, surgiria da fundição entre a Brahma e a Antarctica a gigante Ambev.
Para sermos mais precisos, a história da Ambev pode se iniciar, na verdade, em 1880, quando a Brahma e a Antarctica ainda eram duas cervejarias independentes.
Alguns anos mais tarde desde a fundição das duas cervejarias, mais precisamente em 2004, a empresa belga Interbew adquiriu os direitos da Ambev. Ambas se fundiram, dando surgimento então à InBev, que atualmente é considerada a maior e mais importante cervejaria do mundo.
Desde os primórdios da história da Ambev, já havia ficado claro que os planos da empresa não tinham limites. Atualmente, ela comanda a maior parte do fluxo de bebidas no Brasil e nas Américas. A quantidade de tipos de cerveja que a empresa produz é, sem sombra de dúvida, incomparável com qualquer outra cervejaria.
A história da Ambev tomou proporções gigantescas. Atualmente, ela está presente em 19 países, sendo que só no Brasil ela detém 32 cervejarias. Ao todo, são 30 marcas e mais de 35 mil colaboradores. Números que, com certeza, elevam a Ambev ao status de maior cervejaria do mundo desde sua fusão com a Interbew.

Quem são os fundadores da Ambev?

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A Ambev surgiu da junção de três sócios: Carlos Alberto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Herrmann Telles. O brasileiro Jorge Paulo Lemann foi o grande responsável pela junção, e é considerado hoje em dia, pela Forbes, o brasileiro mais rico. Sua fortuna é avaliada em aproximadamente R$81 bilhões de reais.
Jorge Paulo Lemann nasceu para ser empreendedor. Desde 1971 já fez grandes aquisições, como a compra da Garantia, uma corretora da bolsa de valores. Dez anos depois, adquiriu as Lojas Americanas, e alguns anos depois, juntamente aos seus sócios, adquiriu outras empresas.
Após alguns anos, já em 1999, foi o responsável pela junção das duas cervejarias que mais tarde dariam início à história da Ambev. Ao longo dos anos, os sócios passaram a construir e adquirir novos empreendimentos, como a fundação da 3G Capital, nos Estados Unidos, a compra do Burger King, da Heinz e Tim Hortons.
Lemann é, além de bilionário, filantropo. Em 2002, criou a Fundação Lemenn, que tem como objetivo financiar parte da rede de ensino público no Brasil, com a missão de melhorar a qualidade de ensino, oferecendo oportunidades melhores para futuros profissionais.
Carlos Sicupira e Marcel Herrmann também estão na lista dos homens mais ricos do mundo. Marcel conheceu Jorge Lemann ainda na corretora do Banco Garantia, onde mais tarde daria surgimento a um trio que revolucionaria a história da Ambev.

Quais são as marcas da Ambev?

Atualmente, a Ambev possui dezenas de marcas. Abaixo segue uma lista com as principais:

  • Antarctica
  • Brahma
  • Bohemia
  • Budweiser
  • Corona
  • Colorado
  • Kronenbier
  • Goose Island
  • Miller
  • Original
  • Patagonia
  • Patricia
  • Polar
  • Skol
  • Skol Beats
  • Skol Ultra
  • Skol 360
  • Pepsi
  • Guaraná Antarctica
  • Gatorade
  • Soda Limonada
  • Água Tônica Antarctica
  • Sukita
  • H2OH!
  • Citrus
  • Lipton Ice Tea
  • Teem
  • Norteña
  • President
  • Wals
  • Liber
  • Leffe
  • Hertog Jan
  • Puerto Del Mar
  • Adriática

Como você pode ver, cervejas artesanais também entram no hall das marcas da Ambev. Como exemplo, temos a Patagonia. A Ambev é responsável pela fabricação de grande parte das cervejas comercializadas no Brasil e no mundo.

Como a Ambev produz a cerveja?

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Todo o processo funciona de forma simples, mas minuciosa. Tudo começa com a seleção de cereais como o malte, do lúpulo e cevada. Todos os ingredientes são criteriosamente escolhidos.
Após a separação dos ingredientes, todos eles são armazenados em condições ideais e então moídos para que se possa dar início ao processo de produção da cerveja.
Quando os cereais passam por esse processo, acabam liberando amido, uma forma de açúcar. Quando entra em contato com o fermento, passa por reações químicas que produzem água, gás carbônico e álcool.
Após esse processo, começa a nova etapa, a de maturação. É nessa hora que a cerveja fica armazenada em recipientes gigantes e adequados à maturação perfeita da cerveja. É nessa etapa, também, que a cerveja começa a tomar forma, como corpo, aroma, textura, etc.
Após o tempo necessário para maturação, a bebida passa por um processo de filtração. Durante esse processo, todos os resíduos são eliminados, fazendo com que ela fique com uma aparência perfeita para que o consumidor final possa degustá-la com todo o prazer.
Chega então a melhor parte, a hora de degustar a cerveja. Durante essa etapa, ela passa por diversos testes para que então, caso seja aprovada, vá direto para o envase, que pode ser feito em diversos recipientes, como latas de alumínio, garrafas de vidro, barris, etc.
A história da Ambev é surpreendente. Escrito por Cristiane Correa, a obra “Sonho Grande” retrata o momento do nascimento da Ambev, decorrente da fusão entre as duas cervejarias e do início de uma grande e duradoura parceria entre os três sócios.
Toda essa trajetória levou apenas 40 anos para se concretizar e se transformar no que é hoje: um verdadeiro império bilionário. Em menos de quatro décadas, um sonho que ainda estava na prancheta saiu do papel e deu vida a uma das maiores empresas do mundo, criando um legado gigante.
O livro destaca aspectos importantes que levaram os três ao sucesso, como a meritocracia, a seleção da equipe trabalhadora, os investimentos necessários, a mentalidade empreendedora e principalmente a redução de custos.
Os sócios ressaltam ainda que é importante tirar as ideias do papel, mesmo quando parecem malucas. No entanto, não é nenhum erro copiar modelos de sucesso que já se consolidaram no mercado.
Afinal, simplicidade é a palavra-chave para o sucesso!
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história da ambev Logo-Homini-Lúpulo Esse artigo foi escrito pela equipe do blog Homini Lúpulo, o blog especialista em cervejas artesanais.

As 5 forças de Porter: o que são e como lhe permitem entender seu mercado?

Não importa o tamanho da sua empresa e nem o segmento de atuação. Para ser atrativo e rentável, você precisa conhecer o seu concorrente e se posicionar diante dele, dos parceiros em geral e dos consumidores.
As 5 forças de Porter foram criadas exatamente para analisar a concorrência, com uma visão mais abrangente, e fornecer subsídios para uma estratégia empresarial competitiva e eficaz. Ajudam, inclusive, a delimitar os pontos fortes e aqueles que você precisa desenvolver.
O modelo das 5 forças competitivas de Porter foi publicado em 1980, no livro Estratégia Competitiva: Técnicas para Análise de Indústrias e Concorrentes, do escritor Michael Porter. Desde então, vem sendo amplamente aplicado.
O lado ruim dessa história toda é que a análise das 5 forças de Porter não é uma tarefa fácil. Pelo contrário, exige dedicação, trabalho e muita atenção. No entanto, se bem feita, o resultado valerá a pena. E o tempo e energia empregados se transformarão em investimentos.

Conhecendo as 5 forças de Porter

Conhecer e aplicar as 5 forças de Porter são passos essenciais para o sucesso do seu empreendimento. Conheça cada uma delas.

  1. Rivalidade entre concorrentes

A rivalidade entre as empresas sempre existirá. O que você precisa medir é o impacto do concorrente no seu negócio.
E concorrente não é apenas quem produz a mesma coisa que você. Mas é aquele que compete junto ao consumidor.
Por exemplo, você quer dar uma “reformada geral” nos dentes, mas acabou de ver uma oportunidade de viajar para Disney com a família.
O dentista corre sério risco de ser colocado em segundo plano e ver toda a atenção e dinheiro do consumidor serem desviados para uma agência de viagens.
O mercado é diferente para cada tipo de produto. Alguns têm baixo nível de competitividade e outros enfrentam concorrência acirrada.
Mercados com concorrência acirrada podem levar fornecedores e compradores para longe de você, se eles não sentirem que estão fazendo um bom negócio ao seu lado.
Para identificar o poder dos rivais no seu negócio, responda as seguintes perguntas:

  • Quem são os seus concorrentes?
  • Qual o nível de concorrência em relação ao seu produto?
  • Quantos deles existem no seu segmento?
  • Onde eles estão? A localização é um diferencial estratégico?
  • Os seus rivais já se firmaram no mercado?
  • Quais as características relevantes dos produtos rivais?
  • Qual a percepção do consumidor em relação às marcas e aos produtos concorrentes?
  • Qual a estratégia de competição deles: preço, inovação etc?
  • Os seus concorrentes integram grupos poderosos?
  • Como seu concorrente vem atuando para se destacar na multidão e se manter na mente dos consumidores?
  • Qual a mensagem que ele emite para atrair o consumidor?
  1. Poder de negociação dos fornecedores

O que determina a força do fornecedor é, principalmente, a facilidade que eles têm mudar o seus preços. Acrescentam-se aí a qualidade do produto/serviço oferecido, prazos de entrega etc.
Assim, investir todas as suas fichas nas mãos de poucos fornecedores deixa a sua empresa vulnerável. Você fica, literalmente, nas mãos deles e, inclusive, enfraquece o seu poder de negociação.
Tenha em mente que ficar mudando de fornecedor pode se dispendioso. Então, invista energia para criar uma excelente carteira de fornecedores e desenvolva com eles uma relação de parceria e confiança, na base do ganha-ganha.
Lembre-se sempre: quanto maior a dependência em relação a um fornecedor, mais poder ele terá sobre você e, proporcionalmente, menor será a força de barganha da sua empresa.
Nesse item, as perguntas que você deve fazer são:

  • Quais são os fornecedores atuais para o meu negócio?
  • Quantos eles são e onde eles estão?
  • É viável desenvolver novos fornecedores?
  • Existe controle de preços por algum grupo de fornecedores?
  • Qual o poder de barganha dos seus atuais fornecedores?
  • Qual seria o impacto, inclusive financeiro, para trocar de fornecedores?
  1. Poder de negociação dos clientes

Essa é a força que o consumidor tem de mexer nos preços. Quanto menor a base de clientes, mais poderosa ela é. O inverso é correto também: seu poder de controle cresce quando se tem muitos clientes.
Com a expansão da internet, e cada vez mais pessoas estão conectadas nas redes sociais, um único cliente pode ganhar uma força imensa de barganha. E isso está acontecendo todos os dias.
As perguntas que você deve fazer:

  • Quantos clientes você tem?
  • Quantos clientes potenciais existem no mercado?
  • O seu cliente tem potencial para reduzir os seus preços? Qual a dimensão dessa força?
  • Os seus clientes têm poder para ditar as regras?
  • Qual o volume de compra dos seus clientes compram? Quando?
  • Qual o custo para o seu cliente migrar para o concorrente?

Você certamente identificará outras questões relevantes. Mas, quando o assunto é relacionamento com o cliente, você deve lembrar sempre de um coisa muito importante: excelência no atendimento.

  1. Ameaça de novos entrantes

A todo momento, um novo concorrente pode bater à sua porta. Quanto mais rápido e mais barato for para o rival entrar no mercado e se estabelecer, menor será o seu poder.
O ideal é criar barreiras de entradas. Elas podem ser por meio de registro de marcas,  registro de patentes e várias outras opções.
Se as suas barreiras à entrada de novos concorrentes não forem fortes o suficiente, o seu terreno poderá ser facilmente “invadido”. Pergunte-se:

  • Qual o tamanho da ameaça de novos negócios no seu mercado?
  • Existem barreiras fortes para novos concorrentes? Ou iniciar um negócio da sua área é tarefa fácil e de baixo custo?
  • Quanto custa iniciar um novo negócio? E quanto custa mantê-lo?
  • Quais são as regras que regulamentam a atividade e a abertura de novos negócios na sua área?
  1. Ameaça de substituição

Nas 5 forças de Porter, esse item trata das “chances do seu cliente achar um jeito diferente de fazer o que você faz”. Isso é de fato uma ameaça. Afinal, não existe produto tão original que não tenha concorrência.
Os substitutos estão sempre aí, às vezes com mais forças, outras nem tanto. O seu problema fica maior se esses substitutos foram mais baratos.
Quanto mais a pressão dos substitutos, menos atrativo fica o segmento. Isso porque eles interferem diretamente nos preços, reduzem os retornos e a rentabilidade.
Você deve se questionar:

  • Quais os produtos podem tomar o seu lugar?
  • Quais as características desses substitutos? Qual o ponto forte dele? Qual o ponto fraco?
  • Qual o preço?
  • Como o seu cliente pode ter acesso aos substitutos? Isso é fácil?
  • O substituto pode ser terceirizado?

Enfim, não dá para negar o peso das influências externas numa empresa, independente da sua área de atuação.
No entanto, o modelo das cinco forças de Porter permite visualizar o cenário de forma mais ampla e desenhar estratégias para se preservar das ameaças e não perder as oportunidades que o mercado oferece.
Aprendeu o que são as 5 forças de Porter? Você quer mais informações que podem ajudá-lo a alavancar o seu negócio? Veja aqui algumas sugestões de microbooks para você ler em aproximadamente 12 minutos, cada um.
5 forças de porter a arte da negociação 12 minutos

A Arte da Negociação – Michael Wheeler

Negociação é uma habilidade que pode ser desenvolvida ou aprimorada. Você só precisa estudar. Wheeler ensina as técnicas necessárias para ser um vencedor.
5 forças de porter foco 12 minutos

Foco – Daniel Goleman

Foco é uma habilidade chave para ser bem-sucedido, produtivo e ter relacionamentos pessoais e profissionais duradouros. Mas, nos dias atuais, isso não é tarefa fácil.
5 forças de porter as-armas-da-persuasão-12-minutos

As Armas da Persuasão – Robert B. Cialdini

O livro mostra como persuadir uma pessoa e, também, como evitar que sejamos transformados em uma vítima da persuasão.
5 forças de porter como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas-12-minutos

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

Para muitos empreendedores, a leitura e o entendimento de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas valem mais que um MBA.  

O que é growth hacking e por que tem se tornado indispensável?

Você já ouviu falar de growth hacking? A expressão se popularizou e hoje temos vagas de emprego para “growth hackers”. Mas o que é isso? Será que é apenas uma moda?
Neste artigo, exploramos um pouco desse conceito, os maiores usos e como é possível criar um sistema de growth na sua empresa. Ao final, você ainda confere dicas de leitura para começar os estudos nessa área fantástica! Está pronto? Vamos lá!

O que é growth hacking

Traduzindo para o português de forma simples, growth hacking significa “hackear o crescimento”. Ou seja, encontrar “atalhos” para crescer – seu produto, empresa, redes sociais, website.
Indo mais a fundo na definição, podemos colocar o growth hacking como um processo de experimentação que aborda todos os canais de marketing de uma companhia e o desenvolvimento de produto para identificar os formatos mais efetivos e eficientes, que vão culminar no crescimento da empresa.
Normalmente, falamos de growth para startups, pois são as empresas que precisam crescer mais rápido para sobreviver. Mas isso não impede que você utilize as técnicas para o seu negócio, mesmo que não se trate de uma startup.
O cenário digital se tornou o principal local onde os produtos e serviços podem alcançar a audiência, seja qual for o tipo de empresa. Mas esse ambiente oferece desafios: dificuldade para definir o público, recursos escassos, competitividade, ferramentas caras.
Para vencer tudo isso e conquistar seu espaço, é preciso saber o que mais funciona e adaptar.
Mas no que exatamente o growth hacking auxilia? Confira abaixo alguns usos das técnicas de crescimento e um exemplo de crescimento exponencial.

Usos do growth hacking – exemplo da Nasty Gal

Com o growth hacking, é possível aperfeiçoar produtos, trazer mais pessoas para o site, aumentar conversão de landing pages e muito mais. Veja o exemplo da história da Nasty Gal e entenda mais sobre as possibilidades do growth.

O nascimento da Nasty Gal

Sophia Amoruso era uma jovem, um tanto irresponsável, que não tinha nenhuma fonte de renda, mas sabia garimpar e comprar roupas em brechós. Aos poucos, ela aprendeu a vender peças com lucro pelo eBay e construiu relacionamentos com os donos de brechó.
Ela também utilizava o Google para detectar tendências ainda adormecidas entre os early adopters e conseguia colocar as mãos em peças que seriam vendidas mais tarde com muito mais lucro. Ainda conquistava a confiança de modelos e pedia para que elas vestissem suas roupas.
Com movimentos aparentemente pequenos, aos poucos ela construiu um império. Quatro anos depois, a Nasty Gal já faturava 100 milhões de dólares. E isso é growth hacking, na sua forma mais pura. Confira alguns detalhes das estratégias:

  • Linha de produtos: a curadoria cuidadosa de Sophia trouxe um reconhecimento do público, que acreditava que a Nasty Gal não apenas vendia roupas e acessórios, mas estilo. Essa abordagem criou uma imagem positiva da companhia, que despertava desejo do público.
  • Teste e otimização: Sophia acompanhava os cliques dos produtos no eBay e fazia testes com estilos de roupa e modelos. Se algo não performava bem, ela se recusava a fazer qualquer coisa parecida novamente.
  • Construção de marca: as redes sociais da Nasty Gal demonstrava o senso de estilo e personalidade da criadora e por isso conquistava uma imagem de identificação com o público e relevância.

Se você quiser saber mais sobre a história de Sophia Amoruso, leia o microbook baseado no livro dela, #GIRLBOSS.
Mas o caso da Nasty Gal foi mais caótico. O processo foi baseado no “feeling” da empreendedora, o que raramente funciona em situações normais. Como, então, é possível criar um procedimento organizado para o growth hacking? Descubra abaixo.

Como criar um processo de growth hacking

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Muitas pessoas acreditam que growth hacking é sobre encontrar uma grande ideia que vai trazer milhões de visitas ao seu site da noite para o dia. Sim, muito do que se fala na mídia sobre essas técnicas está ligado ao sucesso de empresas como Airbnb e Uber, mas nem mesmo eles acharam essa “grande sacada”.
Um bom growth hacking trata de processos rigorosos e estruturados, que são baseados em iteração (repetição) e escalabilidade. De acordo com as suas necessidades e tamanho, o processo pode ser adaptado, mas sua essência é sempre parecida com o seguinte:

  • Pesquisa de público: antes de começar a aplicar qualquer técnica de growth, é necessário saber o que o público quer. Na verdade, você nunca poderá ter certeza, mas a fase inicial trata da suposição – trabalharemos em cima das hipóteses e vamos buscar comprová-las ou derrubá-las.
  • Definir metas e objetivos: com as suposições definidas, chega a hora de estabelecer metas e objetivos. Ou seja, são os números que vão definir se a hipótese caiu ou não. Um exemplo: se a landing page conseguir 10% mais conversões, significa que a cor do botão alterada é comprovadamente melhor..
  • Testar: o ideal é realizar testes A/B com as suas suposições. Mas, se não for possível, estabeleça períodos iguais para as duas versões e acompanhe os resultados. O importante é colocar aquela hipótese no contato com o público.
  • Otimizar: depois de receber os resultados dos experimentos, não deixe que o conhecimento se perca. Guarde as respostas que o teste trouxe e aplique em tudo que for fazer.

É você quem decide quais serão os experimentos – eles podem ser pequenos, como a mudança de cor de um botão, ou grandes, como a criação de outra versão de um produto.
Agora que você viu como o processo de growth hacking funciona, veja abaixo algumas dicas de leitura para que você comece a afiar as suas habilidades de growth hacker.

Dicas de leitura sobre growth hacking

growth hacking growth 12 minutos

Hacking Growth – Sean Ellis

Este é o livro perfeito para quem quer começar a entender melhor o growth hacking. A obra traz exemplos de teste e ensina o leitor a conquistar mais clientes, aumentando sua relevância no mercado.
Se você quer se tornar um growth hacker de primeira, não deixe de ler!
growth hacking Hipercrescimento-12-minutos

Hipercrescimento – Aaron Ross & Jason M. Lemkin

Você pode começar a montar uma startup de dentro da sua casa, utilizando seu computador. O futuro trouxe oportunidades e hoje podemos criar produtos, desenvolver projetos e conquistar clientes sem ter que sair de casa. O problema é que fazer algo que ninguém fez antes fica cada vez mais difícil e para se manter relevante é preciso focar em crescimento.
Este livro traz as melhores dicas para quem quer expandir negócios e não tem muitos recursos. Vale muito a leitura!
Esses dois títulos estão na nossa plataforma. Lá, você pode acessar a versão microbook de cada um deles e ler em poucos minutos, absorvendo todos os conceitos principais. Não deixe de fazer seu trial hoje mesmo!