Qual a diferença entre chefe e líder? Qual deles você é?

Com atribuições semelhantes dentro de uma organização, a principal diferença entre chefe e líder está na forma de trabalhar. Em especial, na maneira de se relacionar com as suas equipes.

Nos dias atuais, as empresas não querem chefes. Aquela figura do todo poderoso mandando e os demais executando, falando alto, intimidando, fazendo ameaças o tempo todo é coisa do passado.

As empresas hoje apostam em um clima organizacional saudável. Afinal, várias pesquisas realizadas pelo mundo afora comprovam: empregados felizes produzem mais.

E empregado algum é feliz em um ambiente hostil, com um chefe que causa medo, desconforto, desconfiança, desmotivação, insegurança, desunião…

Assim, a figura do chefe está ultrapassada, fora de moda… Quem continua insistindo nesse perfil, certamente assiste a carreira despencar ladeira abaixo.

Uma aula de liderança

Diferença entre chefe e líder

A diferença entre chefe e líder é significativa. Então, se você busca deslanchar na carreira, impulsionar a produtividade e manter uma equipe unida e trabalhando em torno de um objetivo comum, o melhor caminho é investir numa liderança marcante.

Se você não sabe como fazer isso, corra atrás de informações. Busque treinamentos. Existem também muitos livros, vídeos e artigos que podem ajudá-lo.

Por exemplo, o best-seller “O Monge e o Executivo”, de James Hunter, é uma aula sobre a essência da liderança. E logo no início da obra, o autor deixa claro que liderar não é gerenciar. Podemos gerenciar inventário, recursos, mas não pessoas. Pessoas são lideradas, disse.

A primeira lição de Hunter é: um bom líder precisa saber escutar. Escutar significa ouvir com atenção, interessar-se pelo que está sendo dito.

Segundo Hunter, escutar exige esforço e disciplina para tentar enxergar pelos olhos de quem fala e, assim, entender a essência das palavras. Quando você ouve, passa a mensagem positiva de que valoriza a outra pessoa e o que está sendo dito.

O grande líder

Jesus foi o maior líder de toda a humanidade. E isso não tem nada a ver com religião. Para influenciar e atrair multidões de seguidores, Jesus não usou o poder, mas a autoridade, construída ao longo da sua vida com esforço, entendendo e atendendo as necessidades dos liderados.

Muitas pessoas ainda confundem poder com autoridade. Isso é um grande erro. Hunter lembra que poder é uma faculdade, enquanto autoridade é uma habilidade.

Quando é usado o poder, as pessoas obedecem porque foram mandadas. Elas são forçadas, algumas vezes se sentem coagidas e temem punição. No caso da autoridade, as pessoas agem porque elas querem fazê-lo.

Enfim, o poder contamina o ambiente e destrói relacionamentos. A autoridade atua no caminho oposto. Essa é mais uma diferença entre chefe e líder.

Relacionamentos saudáveis

Diferença entre chefe e líder

Quando se fala da diferença entre chefe e líder, não se pode deixar de fora o item relacionamento. A base de uma relação saudável e produtiva é a confiança, e a sua construção exige tempo e paciência.

Confiança é base, também, para se desenvolver a autoridade.

Diferença entre chefe e líder: as características de cada um

Veja a seguir o resumo das principais características do chefe e do líder, que ajudarão você a entender melhor a diferença entre eles.

Chefe

Diferença entre chefe e líder

  • Atua no comando das equipes, cujos integrantes são vistos como subordinados.
  • Geralmente centraliza o poder e foca nos resultados, sem se preocupar com o bem-estar do grupo.
  • Emite ordens, de forma autoritária, e exige obediência. Por isso, é normal que as pessoas tenham medo dele. Muitas vezes, os funcionários se sentem pressionados, constrangidos e, até mesmo ameaçados.
  • Tem pouca abertura para o diálogo, dificultando a aproximação da equipe para discutir um assunto de trabalho, buscar conselhos e orientações, esclarecer dúvidas.
  • Fiscaliza o trabalho da equipe o tempo todo.
  • Não incentiva e nem elogia o funcionário ou o desempenho da equipe. Tudo o que é feito é entendido como obrigação.
  • Se alguma coisa sai errado, a culpa é da equipe. Mas assume as conquistas como mérito pessoal e não compartilha a alegria desses momentos com as demais pessoas – ele diz “eu fiz”, “eu consegui”…
  • Desmotiva a equipe, gera insegurança e não consegue criar um clima organizacional saudável.

Líder

Diferença entre chefe e líder

  • Inspira, orienta e motiva os funcionários. Estes não são seus subordinados, mas um time que joga na mesma direção, em busca de um objetivo único, independentemente de diferenças pessoais.
  • O resultado é importante, mas o líder preocupa-se com o bem-estar das pessoas e com o coletivo. Busca a performance junto com a equipe e não usando-a.
  • Ele pede, não manda. E as pessoas o seguem por respeito e confiança e não por medo e obediência.
  • Não usa o poder, mas divide responsabilidades.
  • Valoriza as habilidades individuais, respeita as limitações de cada um e ajuda no desenvolvimento e crescimento do time.
  • Está aberto para o diálogo e ouve com atenção.
  • Apresenta coerência entre o discurso e a prática, liderando pelo exemplo.
  • Assume responsabilidades pelas falhas junto com a equipe (não existem culpados) e comemora com ela as conquistas alcançadas. Ele diz “nós fizemos”, “nós conseguimos”…

Como você pode observar, a diferença entre chefe e líder é gritante. Nem dá para imaginar que ainda existam chefes por aí, mas acredite, alguns sobrevivem. No entanto, uma coisa é certa: um chefe jamais será um líder.

Seguindo em frente

Agora que você já sabe a diferença entre chefe e líder, uma boa dica é procurar aprender cada vez mais. Aliás, manter-se atualizado é outra característica de um bom líder.

Você pode dar o primeiro passo conhecendo os 12 livros que moldaram o estilo de liderança do Jeff Bezos, criador e CEO da poderosa Amazon.com.

Na plataforma 12 Min, você encontra uma categoria específica sobre liderança, com os microbooks das mais consagradas obras sobre o assunto.

Veja as sugestões que selecionamos hoje para você.

Líderes se Servem por Último – de Simon Sinek

Diferença entre chefe e líder

Para muitas pessoas, gostar do que faz é quase como ganhar na loteria. Poucos têm a chance de serem realmente valorizados em seu trabalho e se sentirem parte de algo maior. Isso ocorre porque os líderes atuais não entendem como as pessoas buscam por propósito em seus trabalhos.

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

Diferença entre chefe e líder

Esse é um guia clássico e definitivo para relacionar-se com as pessoas. Imperdível. Os conselhos, métodos e as ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas e permanecem completamente atuais. Para muitos empreendedores pelo mundo afora, esse livro vale mais que um curso de MBA.

Existem muitas outras obras fantásticas esperando por você. Boa leitura!

O princípio de Pareto vai mudar a sua vida

Você às vezes sente que faz esforço para realizar algumas coisas mas não consegue resultados esperados? Provavelmente. Nós não fomos feitos para produzir o tempo inteiro e em a nossa capacidade de completar tarefas pode variar muito. O princípio de Pareto nos ajuda a entender esse fenômeno e utilizá-lo a nosso favor.

Pareto era um economista italiano no século XIX que, depois de estudar a distribuição da riqueza na Itália, percebeu que 20% das pessoas detinham 80% das terras. Daí surgiu a proporção 80/20, que foi apropriada para várias outras áreas do conhecimento. O mundo corporativo, aplicou o conceito para criar um método de priorização.

A seguir, vamos explorar um pouco mais do princípio de Pareto e saber como utilizá-lo para priorizar as coisas certas e conseguir mais sucesso no dia a dia.

O que é o princípio de Pareto

Por mais que a regra tenha a alcunha de 80/20, é importante saber que esses números não precisam ser rigorosos para se tratar de uma situação em que o princípio de Pareto acontece.

Ou seja: uma organização pode ter 40% dos funcionários realizando 60% do trabalho. Não é necessário nem mesmo que os dois numerais somem 100. Você pode levar 40% do tempo para realizar 80% do trabalho, 50% em 90%, 1% em 90% – ainda consideramos que aqui ocorre a regra.

Podemos ainda aplicar à vida pessoal. Se você reparar bem, utiliza apenas 20% dos seus pares de sapato na maior parte do tempo. Ou escuta a mesma proporção de músicas salvas no seu Spotify.

Se você pensar, seria incrível se todos os funcionários de uma empresa produzissem a mesma quantidade de trabalho no mesmo tempo. A gestão de projetos seria feita em um estalar de dedos. Mas sabemos que a vida não é assim, as coisas são mais complexas do que isso.

Portanto, o princípio de Pareto pode ser considerado como uma observação sobre a vida e suas típicas divisões. Basicamente, explica como nem tudo é justo e distribuído igualmente. Por si só, essa afirmação não é uma estratégia – mas pode resultar em uma.

Porque o princípio de Pareto é importante

Para aplicar a regra 80/20 de forma prática, podemos dizer que ela é uma forma de entender o que precisa de atenção, o que deve ser recompensado e o que deve ser corrigido.

Portanto, se 80% dos bugs do seu app estão em 20% das funcionalidades, é nelas que você deve focar. Se 20% dos seus clientes representam 80% do seu faturamento, você precisa encontrar formas de recompensá-los.

Para melhorar sua produtividade, veja estas sugestões:

  • Ao invés de passar 2 horas rascunhando o blog post perfeito que você não tem certeza se precisa, gaste 20 minutos pensando novas ideias e escolhendo a melhor. Daí gaste 1 hora escrevendo o melhor que pode.
  • Em vez de passar 3 horas dilapidando o design perfeito, faça 6 layouts de 30 minutos cada e escolha o melhor. Assim, você gasta tempo naquele que realmente é o melhor que você pode fazer.
  • Se você tem uma lista de tarefas com dez itens, escolha os dois mais complexos (20%) e foque neles primeiro.

Essas técnicas podem ou não fazer sentido. A intenção é perceber que existe a opção de focar nos 20% e otimizá-los. Ainda assim, não entenda isso como uma lei da natureza. Uma ponte pode ter sua maior parte construída em 20% do tempo, mas ela precisa do restante para funcionar.

Tudo depende do que você está buscando. Se é qualidade 100%, pode ser necessário apenas aceitar como o tempo será distribuído. Se você quer ser mais ágil, focar nos 20 vai economizar tempo e oferecer mais resultados.

princípio de pareto

Leia “O Princípio 80/20”, de Richard Koch

Richard Koch apresenta em seu livro uma noção bem ampla do princípio de Pareto e oferece exemplos de situações onde pode ser utilizado. Ele ainda complementa com outras teorias, afinal, o mundo não pode ser explicado apenas por essa regra.

Aprenda como utilizar o conceito para tudo: organizar sua empresa, seu dia a dia, seu guarda roupa, seus contatos, seu tempo livre, grandes decisões. Use e expanda o princípio a seu favor.

O livro fala de cada um desses itens, a fim de auxiliar você a entender a praticidade do 80/20 para qualquer área da vida, além da forma como ele se relaciona com outros conceitos conhecidos do público.

Se você ficou curioso para ler essa obra, sugerimos que acesse o microbook, na plataforma do 12Min. Microbooks são resenhas críticas que unem todos os ensinamentos importantes das maiores obras de não ficção do mundo e compactam para que você possa ler em poucos minutos.

Quer ter um gostinho? Acesse aqui!

Você que leu até aqui, acredita que o princípio de Pareto tem capacidade de mudar vidas? Deixe sua opinião nos comentários!

Conheça o programa 5S e organize seu negócio

Para alguns é mais difícil, para outros nem tanto, mas o fato é que se manter organizado traz muitos benefícios: a mente fica mais limpa, faz a criatividade fluir e até cultiva a auto-estima. Para empresas, isso é ainda mais crítico. Organização significa menos tempo e dinheiro gastos. Por trás disso está o programa 5S.
Criado no Japão após a Segunda Guerra Mundial, trata-se de uma série de regras e passos para manter a organização nas empresas. O objetivo é sempre aumentar a eficiência e evitar o gasto desnecessário de recursos.
O termo “5S” refere-se às palavras em japonês: seiri, seiton, seisou, seiketsu, shitsuke. Aqui, no Brasil, o termo é nomeado por cinco “sensos” – utilização, ordenação, limpeza, saúde e autodisciplina. Neste artigo, vamos analisar cada um desses passos e entender como o programa 5S pode ajudar o seu negócio.
programa 5s

O que é 5S

Conheça cada um dos sensos.

Senso de Utilização

O primeiro passo do programa 5S consiste em manter apenas o que é necessário. O que não é, deve ser guardado, descartado, etiquetado ou destinado a outro lugar. Deixamos à vista e à mão apenas o que é essencial.

Senso de Organização

Uma vez que o espaço está liberado do que não é essencial, é hora de organizá-lo. O objetivo é otimizar os caminhos para que fiquem liberados e não haja movimentos desnecessários. Aqui cada equipe e colaborador é livre para determinar o que exatamente será útil para a organização.
Quadros? Ganchos? Gavetas? Etiquetas? Tudo vale para fazer com que os espaços sejam mais eficientes para todos. Sabe quando você perde tempo procurando aquele grampeador? No programa 5S, as coisas são organizadas para que isso não aconteça.

Senso de Limpeza

Este senso diz respeito à rotina de limpeza dos locais. Claro, sua empresa deve ter profissionais contratados para limpar. Mas durante o dia a dia, é preciso manter essa limpeza. São princípios básicos, mas que às vezes esquecemos: jogar lixo no lugar certo, lavar sua louça, manter copos limpos em cima das mesas, etc.

Senso de padronização

Agora que temos os ambientes organizados e limpos, concentre-se nos processos. Sempre é possível melhorá-los e torná-los mais eficientes. Comece com uma construção conjunta entre os membros dos times e otimize aos poucos, fazendo revisões.

Senso de autodisciplina

Para que todos esses passos funcionem, é preciso que cada colaborador seja capaz de se policiar e cumprir as etapas. Para que isso aconteça, o programa 5S precisa estar integrado à cultura organizacional (saiba o que significa ter uma cultura organizacional eficiente).

Como implementar o programa 5S e organizar seu negócio

Como você já pode perceber por meio dos cinco sensos, o programa 5S é ótimo para eliminar gastos excessivos e é benéfico para o trabalho de cada um dos colaboradores. Mas, se você quer que isso seja parte da mentalidade de todos, por onde começar?
Comece com treinamentos. Não basta que cada um saiba o que é o 5S, é preciso que saibam como funciona na prática, exemplos e muito mais. Programe algumas sessões semanais com cada colaborador ou com times pequenos. Uma ideia é realizar exercícios da seguinte forma:

  • Tire uma foto do status atual do local de trabalho.
  • Retire tudo o que não é necessário do lugar.
  • Organize o que é necessário, a fim de deixar tudo à mão.
  • Limpe o local e livre-se daquilo que impede a limpeza total, como caixas no chão.
  • Prepare um plano de ação com locais e itens que não puderam entrar no exercício, para lidar com eles no futuro.
  • Tire uma segunda foto e veja como tudo mudou.

programa 5s
Depois de algumas semanas desse exercício, tire uma terceira foto do ambiente de trabalho. Realize uma comparação com as outras imagens e analise se o programa 5S está sendo lembrado e seguido.
Alguns negócios ainda definem “duplas” para que um cobre mais disciplina do outro – sem autoritarismo, claro. As duplas também podem se ajudar a criar sistemas mais eficientes, com agendas organizadas, processos escritos e lembretes.
Mantenha as sessões frequentes, pelo menos uma vez ao mês. O objetivo é relembrar a equipe sobre o programa e não é interessante que isso entre nas avaliações de performance. O ideal é que cada um perceba os benefícios da organização por meio do 5S.

Inovação da metodologia 5S

O formato do programa 5S se mantém atual, especialmente porque suas regras podem mudar de acordo com a necessidade de cada pessoa e organização. Se os objetivos são os mesmos, o programa é o mesmo.
Entretanto, hoje vemos outras formas de lidar com a organização no ambiente de trabalho. A metodologia Lean, por exemplo, para quem já conhece o Lean Startup, também pode ser utilizada para aumentar a eficiência dos processos internos.

Metodologia Lean como sistema de organização

Podemos traduzir “lean” como “enxuto”. Ou seja, processos lean são processos enxutos, com voltas desnecessárias eliminadas, a fim de conseguir bons resultados. Vamos adaptar o exercício acima para a metodologia:

  1. Especifique seus objetivos com a organização do seu espaço de trabalho (levar menos tempo encontrando materiais ou eliminar etapas para encontrar arquivos no computador).
  2. Identifique quais são os passos mais importantes de cada atividade e reflita sobre a possibilidade de eliminar aquilo que não parece essencial.
  3. Avalie se há formas dessas etapas serem executadas mais rapidamente. Uma solução simples, como colocar a pasta mais utilizada do Dropbox na sua barra de favoritos, é um exemplo.
  4. Aplique as mudanças e analise se elas realmente geram valor e eliminam gastos desnecessários.
  5. Recolha os resultados e identifique as mudanças que foram eficazes. Repita o processo com os ajustes.

Conforme a organização de processos for acontecendo, cada um percebe seu valor e se motiva a ir atrás de novas formas de melhorar os processos.
Se você se interessa pelo tema, não deixe de conferir obras sobre Cultura Corporativa na plataforma do 12Min. Escrevemos resenhas críticas, ou microbooks, sobre os livros mais incríveis da não-ficção mundial. Recomendamos: Faça Acontecer, da Sheryl Sandberg e Administração de Alta Performance, do Andy Grove. Boa leitura!

Metodologia OKR: o que é e por que eu devo usar?

Como você define seus objetivos assim que a semana se inicia? O momentos iniciais de qualquer período – seja um ano, um mês, um quarter – são essenciais para garantir a produtividade que seguirá. Se você tem alguma dificuldade com isso, vai gostar de conhecer a metodologia OKR (Objectives and Key Results, ou Objetivos e Resultados-Chave).
O método foi aplicado primeiramente no Google, ainda nos anos 1990. Hoje, é utilizado por empresas de vários portes, de Twitter a NuBank. A intenção é definir objetivos claros, resultados esperados e selecionar ações que servirão para bater as metas. Além disso, é uma forma de organizar as informações para que todos tenham acesso.
Neste artigo, vamos explicar o que é metodologia OKR, como você pode começar a utilizá-la e porque deveria fazer isso assim que puder.
okr

O que é OKR

Em primeiro lugar, vamos esclarecer o que significa a sigla OKR. Como falamos acima, é uma tradução de “objectives and key results”. Para colocar em termos práticos, podemos dizer que:

  • Objetivos são o que você deseja alcançar: “Colocar um homem na Lua, até o fim da década”.
  • Resultados-chave são como você vai alcançar o objetivo: “Construir um módulo lunar que pese menos de 1,8 tonelada até dezembro de 1965”.

Além disso, dentro de uma empresa, é importante que os objetivos sejam sempre alinhados a uma estratégia maior. Ainda assim, cada colaborador tem seus objetivos, que quando cumpridos, servem aos objetivos da empresa como um todo.
Já os resultados-chave são a explicação de como você vai chegar lá, com ações mensuráveis e prazos. Ou seja, objetivos podem ser pertencentes a equipes, mas resultados-chave devem ter donos por se tratarem de tarefas.
Entretanto, para que a metodologia OKR funcione, é preciso tomar cuidado com alguns itens no momento da implementação:

  • Divida o ano em quarters (períodos de três meses).
  • Foque em 3 a 5 objetivos por quarter, acompanhados de 4 ou menos resultados-chave para cada um.
  • Para decidir quais serão os OKRs, conte com a ajuda do time e garanta que todos estejam de acordo com o que for decidido.
  • Disponibilize os OKRs para todos terem acesso e em um lugar que saibam usar. A dica é utilizar o Trello ou mesmo uma planilha.
  • Além disso, defina OKRs ambiciosos em que a chance de alcançar 100% seja quase zero.
  • Nem sempre é bom atrelar a metodologia OKR com os feedbacks ou prêmios financeiros. O objetivo aqui é cultivar a inovação, encorajar a produtividade e a tomada de riscos calculados. As avaliações pessoais normalmente têm outras intenções.
  • Eleja um comandante dos OKRs. Não precisa ser o diretor, mas alguém que seja organizado e que possa garantir que os resultados estão sendo catalogados e atualizados.

Muito bem, com isso tudo em mente e pronto para começar a criar a sua metodologia OKR com o mindset correto, vamos aos passos práticos para criá-los.

Passo a passo para criar uma metodologia OKR

Como falamos acima, o ideal é que a construção seja conjunta. Assim, o gestor deve explicitar os objetivos da empresa ou equipe como um todo e então todos entram com suas ideias. Portanto, seria um processo mais ou menos assim:

  1. Fale com a equipe sobre os objetivos da empresa, quais são as intenções em implementar um sistema de OKRs e o que será esperado das pessoas.
  2. Individualmente, peça que cada colaborador fale sobre quais deveriam ser seus OKRs. Dê as suas dicas e faça com que saiam dali com ideias relacionadas à melhoria do trabalho da pessoa e alcance de metas da empresa.
  3. Dessa forma, depois de combinados os OKRs individuais, marque uma reunião de definição com cada equipe. Estabeleça um prazo para cada departamento apresentar seus OKRs a todos. Se a empresa for de pequeno porte, essa etapa pode ser pulada.
  4. Consolide tudo na plataforma escolhida e avalie quais serão as próximas revisões de OKR.

Como você observou, OKRs possibilitam o acompanhamento das metas por organizações inteiras. Assim, tanto líderes quanto colaboradores andam para o mesmo lugar, seguindo o mesmo caminho.
Portanto, essa metodologia inovadora tem o potencial de implementar objetivos alcançáveis, gerenciáveis, mensuráveis e transparentes. Isso torna o processo de definição de objetivos mais disciplinado e consistente.
Além disso, serve para deixar os objetivos da companhia claros para todos. Isso possibilita a criação de uma cultura voltada para os resultados. Quer aprofundar no entendimento dessa metodologia? Se sim, indicamos alguns livros para isso.

Livros para otimizar a estratégia de OKR

Agora que você já aprendeu o que são OKRs, confira obras que vão potencializar sua implementação da metodologia de OKR e permitir resultados ainda mais surpreendentes.
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Administração de Alta Performance – Andy Grove

Este é o primeiro livro que introduziu o conceito de OKR. Nele, você tem acesso às metodologias de gestão de Andy que transformaram o mercado. É uma obra histórica, escrita lá em 1983, mas ainda muito relevante.
Você ainda vai aprender quais indicadores são mais importantes de se acompanhar, como equilibrar o nível de conhecimento das pessoas no time e muito mais. Leia o microbook aqui.
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Radical Focus – Christina Wodtke

Este é, na verdade, um livro de ficção. Cristina combina os conceitos e metodologias de OKR e inspira o leitor a utilizá-los na gestão por meio de uma história ficcional, sem precisar de descrições longas e complicadas.
A professora de Stanford trabalhou com empresas que utilizam a metodologia, como LinkedIn e Zynga e é autora best-seller.
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Como o Google Funciona – Alan Eagle, Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg

O Google foi uma das primeiras empresas a popularizar a metodologia OKR e parte da sua cultura de resultados foi construída graças a isso. No livro, você fica sabendo como a empresa funciona, descobre elementos internos que explicam o sucesso da gigante da tecnologia, dentre outros detalhes.
Assim, se você é fã do Google ou apenas precisa conhecer uma cultura de sucesso para definir a sua, não deixe de ler.
E aí, gostou de conhecer a metodologia OKR? Com ela, é possível fazer grandes coisas e caminhar para o lugar certo, sendo cada vez mais produtivo. Você já utilizou OKRs? Conte para nós o que acha das técnicas nos comentários abaixo!

Descubra excelentes músicas clássicas para estudar

Não é de hoje que as músicas clássicas para estudar ou ajudar em trabalhos que exigem concentração são ouvidas. Pensando nisso, nós montamos uma super playlist para você. Vem conferir!
Diversas pesquisas ao redor do mundo já comprovaram a eficácia das músicas clássica para estudar. Em 2013 o site Uol publicou uma matéria mostrando um desses estudos, patrocinados por um grupo de britânicos da empresa Spotify. Na época, eles concluíram que os estudantes conseguiram absorver melhor o conteúdo estudado em uma progressão de 12% a mais do que quando não tinham nenhum som por perto ou quando ouviram outro tipo de música.
E não é apenas estudantes que são beneficiados. Qualquer pessoa que precise trabalhar com concentração, como designers, programadores, redatores, etc. também aderiram os fones de ouvido e as playlists de músicas instrumentais.
Sabemos que a maioria já tem uma lista de música de sua preferência e que sempre utiliza para estudar ou trabalhar, mas criamos uma bem especial e queremos compartilhar com você neste post. Claro que, além da playlist, enumeramos algumas dicas e curiosidades que você com certeza vai gostar de conhecer. Confira.

Por que as músicas relaxantes para estudar ajudam na concentração?

músicas clássicas para estudar 12 minutos 2
A explicação está na quantidade de batidas por minutos que o nosso cérebro consegue reter. Músicas que apresentam um ritmo de 60 a 70 batidas por minutos induzem o nosso cérebro a relaxar bem mais e ajuda a aumentar a nossa produtividade nos estudos ou no trabalho. O resultado é que conseguimos reter mais informações e, consequentemente, aprender mais sobre que estamos lendo.
Para quem optou por músicas instrumentais para estudar ciências e línguas, que exigem mais dos nossos sentidos e da lógica, as canções com 50 a 80 batidas são mais indicadas. Essas são aquelas compostas de um ritmo mais lento, porém com pequenas “batidas”. Essas estimulam mais o lado esquerdo o cérebro a processar as informações.
Já para estudantes de artes ou outras áreas que exigem criatividade, canções mais aceleradas são as mais indicadas. Essas estimulam a excitação do cérebro e ele produz com mais avidez e facilidade.

Mais saúde para sua mente

Utilizar a música instrumental para estudar também acaba beneficiando outras áreas do seu corpo. O tipo de som emitido por essas canções traz benefícios para seu cérebro ao longo do tempo, ajudando-o a evitar doenças neurodegenerativas, como é o caso o Mal de Parkinson e do Alzheimer.
Essas canções também liberam dopamina, trazendo uma maior sensação de relaxamento e felicidade. Isso fortalece o sistema imunológico e regula o seu estado emocional.

Você já ouviu falar no Efeito Mozart?

Nos anos 90, principalmente nos Estados Unidos, houve um boato que ouvir composições de Mozart inúmeras vezes ativaria células de nosso cérebro e nos deixaria mais inteligentes. Você viu acima que ter as melhores músicas clássicas para estudar faz diferença sim em sua rotina, mas isso não o deixará mais inteligente.
Na época, a BBC chegou a criar um documentário falando do quanto esse mito causou confusão entre pessoas e empresas. Até mesmo fazendeiros compraram cds do compositor atestando que suas vacas produziam mais leite com a canção.
Certo que há inúmeras técnicas de produtividade para seu dia render mais, seja no trabalho ou nos estudos, mas é preciso ponderar. As músicas clássicas e instrumentais causam, como citamos acima, um estado momentâneo de prazer, facilitando o aprendizado. O que tornará você mais inteligente e produtivo é a sua própria capacidade de aproveitar esse momento e absorver o máximo de informações relevantes possível.
Então indicamos bastante o uso de músicas clássicas para estudar, mas é importante não confundir com o Efeito Mozart, que foi um mito criado. Aproveite esse momento de relaxamento para pensar mais sobre o que está estudando, processar melhor as informações e discutir mentalmente o que é lido.

Cuidado com excessos

Assim como as músicas clássicas para estudar são ótimas, o excesso deixará de fazer efeito para a sua concentração. É preciso ter um tempo em silêncio para que o cérebro descanse. Também o indicado é trocar a playlist de tempos em tempos. Dessa forma o seu cérebro continuará processando os sons, mas em frequências diferentes.

Lista com as melhores músicas clássicas para estudar

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Agora que você descobriu muito mais sobre o poder das músicas relaxantes para estudar, já podemos divulgar a lista que montamos com aquelas que consideramos as melhores canções para esse momento.
Claro que você também pode criar a sua própria playlist – só não esquece de compartilhar com a gente nos comentários – no próprio computador ou em aplicativos de streaming como Spotify ou o Deezer. Se vale ainda outra dica, nessas plataformas você também já encontra listas de músicas clássicas para estudar montadinhas!
Escolhemos 20 canções para você:

  1. Das Wohltemperierte Klavier, de Johann Sebastian Bach;
  2. Suite Bergamasque, de Claude Debussy;
  3. 24 Preludes op. 28, de Frédéric Chopin;
  4. String Quartet No. 7, de Ludwing van Beethoven,
  5. Le Carnaval des Animaux, de Camille Saint-Saens;
  6. Gnossienes: No. 1, Lent, de Erik Satie;
  7. Piano Concerto No. 23, de Wolfgang Amadeus Mozart;
  8. Serenade in G, de Wolfgang Amadeus Mozart;
  9. Capriol Suite: 2 Pavane, de Peter Warlock;
  10. Begatelle in A Mirror, de Ludwing van Beethoven;
  11. Romance for String Orchestra, Op. 11, de Gerald Finzi;
  12. Piano Sonata No. 14 In C Sharp Mirror, de Ludwing van Beethoven;
  13. Variations On An Original Theme, de Edward Elgar;
  14. La Traviata, de Giuseppe Verdi;
  15. Liebestraum No. 3 in A Flat Major, de Franz Liszt;
  16. Spanish Dance Op. 37,  de Enrique Granados;
  17. The Hebrides, de Felix Mendelssohn;
  18. Concerto for Violin and Strings in F Mirror, de Antonio Vivaldi;
  19. Overture “Egmont” Op. 84, de Ludwing van Beethoven;
  20. Les Contes d’Hoffmann, de Jacques Offenbach.

O que achou da nossa lista com as melhores músicas clássicas para estudar? Não deixe de comentar e nos contar sua opinião!
No blog do 12min você ainda encontra vários posts com dicas para melhorar a sua produtividade. Não deixe de conferir 🙂

Holacracy: conheça a gerência sem cargos criada por Brian Robertson

No modelo tradicional, que vivemos na maioria das empresas, o normal é vermos cargos de “júnior”, “analista”, “sênior”, etc. Você consegue imaginar uma alternativa para isso? Pois ela existe e está sendo utilizada em muitas startups. Uma delas é a alemã Blinkist, que utiliza o modelo chamado de Holacracy, descrito no livro de mesmo nome por Brian Robertson.
Além de autor, Brian é empreendedor e fundador da Holacracy One, empresa que oferece suporte para organizações implementarem o sistema. Ele começou com uma empresa de software, que ganhou vários prêmios pelo modelo de gerência.
Holacracy é uma metodologia baseada em funções e não cargos ou títulos e é utilizada por mais de 300 empresas pelo mundo. Neste artigo, você vai saber tudo sobre como isso funciona, a história da metodologia no Blinkist e os motivos por trás das grandes mudanças que empresas estão fazendo.
brian robertson

Blinkist e a Holacracy

Segundo a editora Caitlin Schiller, há mais de 5 anos na equipe da startup Blinkist, cargos são contra produtivos e a partir do momento em que você se livra deles, pode começar a revolucionar sua organização.
Por lá, a mudança aconteceu por meio das funções. Ao invés de cargos, as pessoas recebem um conjunto de funções que tem a ver com as habilidades delas e torna seu trabalho mais flexível, satisfazendo as necessidades da empresa.
Parece estranho dizer que retirar os cargos fará bem para a equipe. Por toda a vida, nós temos em mente títulos específicos, que nos guiam pela carreira. “Gerente de vendas”, “Analista de RH”, entre outros, são tipos de objetivos que trabalhamos para alcançar.
Em uma organização típica, os diretores escolhem um título para um indivíduo, como, por exemplo, Gerente de Marketing. Baseado nesse título, listam-se as tarefas que a pessoa deve ter. A pessoa da equação só é lembrada no final do processo, quando começam entrevistas de contratação. Quem for escolhido precisa executar as tarefas do Gerente de Marketing, conforme determinado pelos diretores.
O problema é que na prática, ninguém é igual e faz o mesmo trabalho da mesma forma. Alguns títulos têm ainda escopos bem pequenos, como operar certa máquina ou limpar o escritório. Outros são maiores, como desenhar um novo produto.
No modelo de funções, são definidas tarefas essenciais para o funcionamento do negócio. Essas funções são então distribuídas entre as pessoas de acordo com suas habilidades. Assim, não há determinados cargos, mas tarefas e responsabilidades.
Em questão de semanas, o modelo desenvolvido por Brian Robertson aumentou muito a produtividade da equipe do Blinkist, segundo o relato de Caitlin. Entenda a seguir os detalhes da metodologia.

Como implementar a Holacracy

A primeira coisa antes de implementar a Holacracy é definir o que precisa ser feito para que o produto ou serviço chegue ao cliente. É necessário listar cada tarefa, cada movimento e cada passo até que a entrega seja feita.
Feito isso, a lista é dividida em grupos. Uma função de “vendas B2B”, por exemplo, tem um grupo de pequenas funções que envolve entrar em contato com potenciais clientes e criar relatórios de venda, por exemplo.
Assim que as funções são definidas, nenhuma delas deve ficar sem dono. Cada ação precisa ter alguém responsável por executá-la. Seja algo grande, como determinar a visão da empresa ou pequeno, como fazer o café.
A mudança começa no fato de que esse processo faz com que as funções de cada um fiquem bem mais claras. Todos sabem exatamente o que é de sua responsabilidade, sem falhas de comunicação ou perda de expectativas.
O modelo de Brian Robertson pode tomar formas diferentes em organizações diferentes. Mas, normalmente, existe o papel de CEO, que tem esse nome apenas para o exterior. Na prática, ele realiza funções diferentes daquelas de um CEO tradicional.
Para o restante, em organizações que aplicam o modelo de forma bem fiel, o nome da posição de cada funcionário é excluída do dia a dia e todos passam a ser referidos apenas como “colegas”.
As tarefas tradicionais de um gerente (realizar orçamentos, análises, planejamentos e organizações) são atribuídas então para outras pessoas do time. As pessoas não respondem a um gerente apenas, mas aos seus outros colegas.
Todos podem tomar decisões importantes, lançar novas oportunidades, cobrar resultados dos colegas e resolver conflitos. As pessoas têm liberdade para alterar times e a atenção se volta para como o trabalho é distribuído.
Ninguém mais é obrigado a se tornar gerente porque isso é a coisa certa a fazer para subir mais um degrau na carreira.
Outra coisa interessante é que uma pessoa pode assumir funções de “vendas B2B” e “folha de pagamento” se ela tiver as habilidades certas e os recursos necessários. Em organizações tradicionais, seria preciso contratar duas pessoas para realizar as tarefas.

Exemplos de como pode dar certo

No Blinkist, Caitlin conta que transformar o modelo de hierarquia tornou possível realizar um projeto da companhia que ficou pronto em 2015: a versão em áudio dos resumos de livro que a companhia oferece.
Depois de reorganizar as funções, foi possível descobrir quem tinha habilidades específicas que seriam úteis no contexto desejado. Com isso, percebeu-se como a mudança para a Holacracy foi um passo na direção certa. Mas esse não é o único exemplo.

Buurtzorg

A Buurtzorg, empresa de cuidados especiais a domicílio, inovou no seu modelo ao realocar profissionais caso algum paciente precisasse de mais cuidados.
Cada enfermeiro tem um paciente ao seu cuidado, por exemplo. Se esse paciente de repente precisa de mais cuidados, é preciso que as funções do profissional diminuam.
Assim, os enfermeiros que têm uma carga de trabalho mais leve, pegam mais funções de gerenciamento, por exemplo. Mas isso é flexível e pode mudar a qualquer momento.
No fim, a empresa toma o cuidado necessário para que o gerenciamento fique “espalhado” pelo time. Se muitas funções de gerência ficam com uma pessoa tempo demais, é feita uma realocação, para que não volte a ser um sistema tradicional.

Holacracy não é para todos

Como você viu, Brian Robertson criou um modelo bem diferente do que estamos acostumados. Mas ele não é milagroso. Deve ser implementado de acordo com a cultura e estilo de cada empresa. Além disso, não precisa ser copiado por inteiro – algumas características podem ser incorporadas e darem bons resultados.
Se você quer saber mais sobre Holacracy, pode ler o livro escrito por Brian Robertson, onde ele coloca vários outros aspectos do modelo. Se preferir algo mais abstrato, que inspire a fazer boas decisões como líder, recomendamos Antifrágil, Nassim Nicholas Taleb.
O que achou deste conteúdo? Não deixe de compartilhar com seus amigos! No blog do 12Min, você encontra outros textos assim, não deixe de conferir nossos posts sobre Produtividade.
Nós adoramos saber a sua opinião! Você conseguiria trabalhar em um ambiente sem cargos? Comente abaixo!

Evernote: descubra o que é essa incrível ferramenta e como utilizá-la

Você é marinheiro de primeira viagem e ainda não sabe como o Evernote pode facilitar a sua vida? Venha com a gente e entenda o funcionamento dessa ferramenta.
Antes de falarmos das vantagens, você precisa saber o que é o Evernote. Quem pensa que trata-se apenas de uma aplicativo para fazer anotações está totalmente enganado. A ferramenta hoje é usada por muita gente como aliada para aumentar a produtividade.
Isso ocorre porque o Evernote ajuda você a capturar, organizar, lembrar e trabalhar as informações que lhe interessam. E um dos truques é utilizar ao máximo tudo o que o aplicativo oferece.
O Evernote está disponível para Windows, Mac, Chrome OS, Android, Windows Phone e iOS.

Como usar o Evernote

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O Evernote pode ser usado de várias maneiras, depende da necessidade de cada pessoa. Isso significa que não existe um manual com um passo-a-passo que vale pra todo mundo.
Você pode “brincar” com as funcionalidades do Evernote, mas em uma coisa todos os usuários são unânimes: quanto mais conteúdo você adiciona, mais possibilidades de uso você descobre.
O Evernote pode abrigar tudo o que é importante para você, pessoalmente ou profissionalmente, de forma organizada e fácil de ser acessado.

Como funciona o Evernote

Como já foi dito, cada um usa o Evernote de acordo com o que lhe interessa. Então, o primeiro passo é decidir sobre o que você quer armazenar. Estamos falando em temas ou categorias. Por exemplo: Fotografia; Finanças Pessoais; Viagens; Comida, Moda; Artes,…
Depois de selecionar a categoria de sua preferência, comece a “alimentar” o seu caderno. Veja um exemplo: se o tema escolhido foi Viagens, arquive informações sobre roteiros, mapas, reservas e confirmações de voos e hotéis, fotos, informações sobre preços em geral, curiosidades, restaurantes, cultura local, enfim, tudo o que você quiser.
Clique aqui para ter uma ideia de como funciona um caderno no Evernote para os viajantes.

Infinitas as possibilidades: conheça algumas

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Notes

Se você vai estrear o Evernote agora, comece criando uma nota, que pode ser um texto, multimídia, fotos, PDF, planilha do excel etc. O aplicativo permite mesclar os diferentes tipos de arquivos em uma só nota.
Uma nota no Evernote tem título, conteúdo e tags – que agilizam a localização do que está armazenado, por meio da sua ferramenta de buscas.
Você pode personalizar os seus arquivos, mudando a fonte e o tamanho das letras, o estilo e, ainda, fazer marcações.
O Evernote tem também o serviço “Nota de Informações”, que mostra dados como data de criação, atualizações, URL de origem, tags, autor, contagem de palavras e caracteres etc.

Notebooks

Os cadernos do Evernote – notebooks – guardam suas anotações. Existe a opção dos cadernos sincronizados entre todos os seus dispositivos e os cadernos locais, que só podem ser usados em um único dispositivo.
Escolha os cadernos sincronizados, sempre que possível, por causa da portabilidade que eles oferecem. Mas se você tem um caderno que é usado em um dispositivo apenas, o notebook local lhe atenderá perfeitamente.

Web Clipper

Um dos campeões em popularidade no Evernote, o Web Clipper é uma ferramenta para capturar páginas da web, enquanto navega. Você captura, arquiva e encontra tudo depois, de maneira rápida.
O Web Clipper é fácil de ser usado e oferece várias vantagens. Por exemplo:

  • Na captura, é possível:
    • selecionar apenas a parte de texto de uma página, eliminando imagens;
    • excluir partes do texto que não lhe interessam;
    • selecionar uma página completa;
    • fazer uma imagem da parte da página que você quer salvar;
    • compartilhar o conteúdo capturado com amigos ou até mesmo entre colegas de trabalho, clientes etc.
  • O marcador salva o URL, imagens e a descrição da página;
  • Você pode escolher o caderno que pretende inserir, adicionando tags e comentários, antes mesmo de criar a nota;
  • Você pode destacar e anotar seções importantes para revisitar mais tarde;
  • O Web Clipper mantém apenas o conteúdo do seu interesse, removendo as propagandas e ferramentas sociais;
  • O Web Clipper é inteligente e identifica, ao longo do tempo, em qual caderno você quer salvar páginas específicas.

Você precisa instalar o Web Clipper em seu navegador.

Pesquisa

A ferramenta de pesquisa é um dos pontos fortes do Evernote. Tudo o que você arquiva é encontrado facilmente. Funciona exatamente igual aos demais mecanismos de busca que você está acostumado a usar.
É só começar a digitar o que você está procurando que o Evernote filtra automaticamente as palavras comuns e exibe as notas que contêm cada palavra da sua busca.

Aplicativos móveis

Os aplicativos móveis também permitem capturar informações, salvá-las e realizar buscas. Eles são excelentes opções para digitalizar cartões de visita, documentos em geral e fazer anotações rápidas. E podem ser usados em qualquer lugar.

Ligando os pontos

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O Evernote funciona com diferentes aplicativos, ampliando assim as suas funcionalidades, como criar documentos de e-mails, gerenciar tarefas, assinar documentos online etc.
Mas o Evernote tem também outros aplicativos próprios à sua disposição, que funcionam de forma integrada com o principal, como:
Skitch – para mensagens rápidas por meio de anotações, imagens e esboços.
Scannable – para escanear papéis de forma rápida, obtendo uma versão digitalizada de alta qualidade, que podem ser salvas e compartilhadas.
Penúltimo – para escrita digital e esboços em iPad.

Os planos do Evernote

Agora que você já sabe o que é para que serve o Evernote, é hora de conhecer os planos disponíveis. Você pode optar por:
Evernote Plus: $34.99 / ano.
Evernote Premium ($69.99 / ano) – para estudantes, é oferecido desconto de 50%.
Evernote Business ($14.99 / mês por usuário) – Nesse caso, existe a opção de experimentar a ferramentas por 30 dias gratuitamente.
Clique aqui e saiba o que cada plano oferece e escolha o que melhor lhe atende.

De olho na produtividade

O Evernote ajuda muito a melhorar a produtividade, mas o 12Min tem mais dicas legais pra você. Veja, aqui, no nosso blog, dois posts interessantes: Como aumentar a produtividade e poupar o seu tempo e Funcionalidades de aplicativos de produtividade.
E livro bom sobre o assunto é o que não falta. Para você economizar tempo e não gastar energia com pesquisa sobre as melhores obras, nós fizemos esse trabalho pra você e separamos duas excelentes sugestões de leitura. Anote aí:
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Produtividade MáximaTamara Schwambach Kano Myles

Aborda de forma simples algumas maneiras de como maximizar a produtividade por meio de métodos simples e de fácil aplicação.
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Produtividade Para Quem Quer TempoGeronimo Theml

Um guia para lidar com a ansiedade e a falta de motivação que prejudicam a sua produtividade e impactam negativamente na sua carreira.
Lembre-se, cada resumo é preparado para ser lido em aproximadamente 12min. Se preferir, há a opção de audiobook.
Enjoy it!

Tim Ferriss: o que tanto aprendemos com ele sobre produtividade

Precisando de algumas dicas de produtividade? Ler os livros ou ouvir o podcast do Tim Ferriss pode mudar a sua vida. O autor tem inspirado uma geração inteira e ficou meses nas listas de best-sellers.
Neste artigo, vamos falar sobre quem é esse cara e o que tanto aprendemos com ele sobre produtividade.

tim ferriss

Tim Ferriss. Crédito.

Quem é Tim Ferriss

Tim é um escritor, empresário, investidor-anjo, blogueiro, palestrante e apresentador de podcasts norte-americano. Ficou conhecido no mundo do empreendedorismo depois de lançar seu primeiro livro “Trabalhe 4 Horas por Semana”.
A obra ficou sete anos consecutivos aparecendo nas listas de bestsellers e aproveitando o sucesso ele lançou mais dois livros: “4 Horas para o Corpo” e “O Chefe de Cozinha de 4 Horas”. Além da “trilogia das 4 horas”, ele também tem outras obras relevantes, que vamos discutir a seguir.
Hoje, Tim Ferriss também é membro do conselho de algumas startups como Facebook, Twitter, Evernote, dentre outras. Foi ainda eleito pela Fast Company como a “Pessoa de Negócios mais Inovadora”.
Um de seus melhores trabalhos é o podcast Tim Ferriss Show que, com mais de 200 milhões de plays, foi selecionado como o melhor do iTunes por três anos consecutivos. Em uma palestra no TED mais recente, Tim falou sobre como lida com a tomada de riscos em sua vida e supera seus medos:
Para dar conta de tudo isso, Tim está sempre em busca de formas de se tornar mais produtivo. Por isso, seu trabalho trouxe muitas ideias para nós sobre como executar melhor nosso trabalho.
Vamos falar sobre o principal livro de Tim Ferriss e o que mais ele tem para nos oferecer.

Trabalhe 4 Horas Por Semana

Com este livro, Tim Ferriss pretende mudar a forma como o leitor olha para o trabalho. Com base em experimentos próprios, ele afirma que existem formas de fazer exclusivamente o que se gosta e ainda ter uma vida confortável – o que contraria o modelo de “trabalhar a vida toda até aposentar para começar a viver”.
Tim explica que sim, é possível trabalhar apenas 4 horas por semana. Mas o propósito do livro não é ensinar a fazer exclusivamente isso. A intenção é sempre fazer o que traz sentido para a sua vida.
Para conquistar esse feito, ser produtivo é essencial. Gastamos muito tempo de nossas vidas procrastinando e poderíamos utilizá-lo para ser mais livres. Vamos aos ensinamentos principais.
Muito da obra de Tim é baseada na atitude DEAL, que é essencialmente uma forma de levar a vida. Ele explica que para ter um estilo de vida de um milionário, você não precisa necessariamente de dinheiro, mas de tempo e mobilidade. Para alcançar isso, Tim criou o modelo DEAL:

D: Definição – substitua as premissas que o bloqueiam

Tim sugere que para ter sucesso com a sua semana de 4 horas de trabalho, você deve redefinir a sua atitude. Ele trabalha com as seguintes premissas:

  • Faça agora: não deixe as coisas para amanhã. Saia da sua zona de conforto e tenha coragem para tomar decisões, por mais difíceis que elas sejam.
  • Fuja do convencional: para ser diferente da maioria das pessoas, você deve tomar atitudes que não são tidas como convencionais. Por isso, faça coisas como reduzir seus sacrifícios – é possível conquistar mais fazendo menos!
  • Supere os medos: quando você encontrar algo que traz medo, pergunte a si mesmo qual é a pior coisa que pode acontecer. Depois de ter a resposta, crie um plano para superar isso.

E: Eliminação – ignore o que não importa em vez de tentar encaixar tudo apenas com a gestão do tempo

Para conquistar a semana de 4 horas de trabalho, você precisa eliminar tudo que não traz resultados claros e focar no que é realmente importante.

  • Foque no que é importante: Tim Ferriss explica o princípio de Paretto, também chamado de regra 80/20. Na maioria das situações, 20% do trabalho produz 80% dos resultados. Por isso, concentre-se naquilo que tem mais impacto, os 20%.
  • Elimine os desperdiçadores de tempo: elimine os maiores desperdiçadores, como e-mails dispensáveis, telefonemas desnecessários, reuniões, etc. Antes de marcar uma reunião, avalie se é realmente necessária.

A: Automação – aprenda a ganhar dinheiro no piloto automático

Aqui está o principal segredo que Tim Ferriss traz neste livro. Automatizar seu trabalho é a melhor forma de trabalhar menos.

  • Faça outsourcing da sua vida: hoje, podemos criar fontes de renda diretamente da internet, sem precisar se envolver muito. Encontre o seu jeito!
  • Encontre novas ideias e oportunidades: não fique parado em apenas uma fonte. Encontre novas oportunidades de receita e investimento.

L: Libertação – torne-se independente de localização, sendo possível trabalhar de qualquer lugar

Aproveite a conquista da fonte de renda automatizada. Dicas:

  • Gerencie através da ausência: seu negócio pode funcionar sem você. Dê autonomia às pessoas para elas tomarem decisões por você.
  • Viaje o mundo: ou tenha outro objetivo que vá fazer você trabalhar menos. É possível ter a experiência da aposentadoria antes de chegar lá.

Saiba mais sobre este livro aqui.

Tim Ferriss sobre o Trabalhe 4 Horas Por Semana hoje em dia

Em seu podcast, Tim Ferriss respondeu a algumas perguntas 10 anos depois de lançar o Trabalhe 4 Horas Por Semana. Dois insights interessantes que tiramos dele:

  • Quando Tim estava tentando escrever o livro, suas duas primeiras tentativas falharam. A primeira porque ele queria soar inteligente e acabou com um texto muito acadêmico. A segunda porque estava tentando ser engraçado e descolado demais. Ele finalmente conseguiu na terceira tentativa. O que ele fez foi escrever como se fosse para seus amigos, que passavam por situações de prisão no emprego. Isso fez a audiência se identificar e por isso continua sendo lido por todo o mundo.
  • Tim admite que o livro tem um tom agressivo e seco às vezes. Mas isso é para instigar as pessoas a seguirem as proposições, o que pode ter um impacto positivo na vida. Ele sugere que quem está lendo pela primeira vez tente entender isso e não deixar de ler mesmo quando acreditar que ele está sendo impositivo.
  • Os exercícios que ele sugere não são para ser feitos uma vez e pronto. Devem ser repetidos ao longo da vida para que os resultados fiquem cada vez melhores.
  • Mas não se deixe levar totalmente só pelos exercícios e táticas. Se você se prender apenas a isso pode não absorver as coisas certas. Procure compreender o material de forma holística.

Se você quiser ouvir o episódio em que Tim Ferriss revisita o livro, clique aqui.

Outros livros de Tim Ferriss

E aí, o que achou dos ensinamentos de Tim sobre produtividade? Você também pode ler outros títulos do autor na plataforma, dentre eles o Tools of Titans e 4 Horas para o Corpo. Faça um trial e leia o microbook mesmo!
Ainda disponibilizamos versões em áudio e você pode acessar os textos pelo aplicativo para Android ou para iOS.

Apple Watch: tudo o que você precisa saber antes de comprar

O Apple Watch deu o que falar quando foi lançado em 2015. Não existia nada igual ao gadget, que se firmou como outra inovação imbatível da empresa. Muitos ainda questionam sua necessidade e quem deseja comprar ainda tem algumas dúvidas sobre modelos e usos.
Isso porque as opções são muitas, tanto de geração quanto de pulseiras, tamanhos e acessórios.
Neste post, você vai ver:

  • Motivos para comprar ou não um Apple Watch
  • Especificações, modelos e vantagens de cada geração do relógio (1, 2 e 3)
  • Quem vende na briga entre Series 1 e 3
  • O que significa o tamanho do relógio da Apple
  • Pulseiras legais e outros acessórios
  • Onde comprar o seu (com valores)
  • Guia de uso básico

Ao final, você poderá decidir se é hora de comprar o seu relógio da Apple e qual combina mais com seu estilo de vida e necessidades.

Você deve comprar um Apple Watch?

Antes de comprar o seu Apple Watch, considere algumas características, tanto do gadget quanto do seu próprio estilo de vida. O relógio da Apple não diz apenas o tempo, como também é um fitness tracker, por exemplo. Mas não se separa facilmente do iPhone ou iPad na hora do uso. É como se fosse um produto complementar.
Veja mais detalhes sobre os usos:

Hora

Você provavelmente parou de usar relógio depois de adquirir um smartphone. O problema é que para olhar as horas é preciso tirar o celular do bolso ou da bolsa, o que nem sempre é prático.
Para ver o horário e a data, basta olhar para o seu pulso, onde o dock do Apple Watch mostra o relógio com um display parecido com o do smartphone. Não é preciso apertar nenhum botão: levante o pulso e a tela aciona.
Você ainda pode adicionar informações, como o clima e horário do nascer ou pôr do sol. É possível também customizar essa tela à vontade, com padrões simples ou personagens da Disney.

Notificações

Outra função bacana do Apple Watch é a capacidade de ver notificações sem precisar olhar o celular. O aviso é bem sutil, com o display acendendo durante alguns segundos quando chegam mensagens ou pushes. A informação vem bem resumida, com o nome do app e um pouco do contexto.
O relógio também possui um centro de notificações, assim como outros gadgets da Apple. Basta puxar a barra superior e ver tudo. Mensagens do WhatsApp, cartões de embarque, ligações perdidas – veja e decida se é preciso alcançar o telefone para responder.

Esporte

Para quem pratica esportes, especialmente corrida, o relógio da Apple tem ainda mais utilidade. O aparelho tem um monitor de batimentos cardíacos, que funciona enquanto você dorme, inclusive, e oferece relatório todas as manhãs.
Além disso, os modelos da geração 3 possuem GPS para você observar as distâncias percorridas. Grave automaticamente não apenas as caminhadas, mas também degraus subidos, dentre outras atividades.
Ah, e como o relógio é resistente à água, você pode também ter relatórios de natação. Basta baixar um app específico para isso. Legal, não? E se gostar do resultado, compartilhe nas suas redes sociais diretamente do relógio.

Comunicação

Como já falamos, é possível observar suas notificações diretamente do Apple Watch. Mas você também pode digitar mensagens e atender ligações, tudo conectado ao seu iPhone. É muito conveniente, mas aqui está o pulo do gato: o Apple Watch não funciona sem estar integrado com o smartphone da Apple (por falar em integração, também é possível utilizar junto com a Apple TV).
Portanto, se você ainda não tem um, talvez seja melhor pensar em investir nele primeiro. Além disso, apenas a versão mais cara, o Apple Watch Series 3 (GPS + Cellular) funciona sem o iPhone por perto – nas outras, é preciso que os dois gadgets estejam juntos – mas vamos aprofundar nisso mais à frente.
Muito bem. Viu tudo isso e ficou com vontade? Vamos às análises de cada geração do Apple Watch.

Apple Watch Series 1

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O Apple Watch Series 1 requer que você tenha o iPhone 5 ou superior, com iOS 11 ou superior. Assim como os outros modelos, como você verá a seguir, está disponível nos tamanhos 38 e 42 mm e é possível trocar a pulseira.
Apesar de ser a primeira geração, não deixa a desejar. Nos modelos mais novos, não sofreu tantas alterações em estrutura física. Vem com um botão para desligar e uma coroa para navegar pela interface, além de tela de OLED, que permite visualização mesmo quando há luz em alta intensidade.
A bateria chega a durar mais de 18 horas, se você não utilizar o tempo todo. Além disso, o Apple Watch Series 1 já veio com a função de iluminação automática quando você levanta o pulso.

Preços

É possível comprar a primeira geração de relógios inteligentes pela loja iPlace, maior revendedor de produtos Apple do Brasil. Preços em 18/02/2018:
Apple Watch Series 1, 38 mm – R$1.799,00
Apple Watch Series 1, 42 mm – R$2.024,10
Apple Watch Edition, 38 mm (também parte dos Series 1, uma versão mais exclusiva) – R$8.279,10
Você também pode adquirir o Apple Watch Series 1 em outras lojas no Brasil, como Amazon ou Americanas.

Apple Watch Series 2

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A primeira atualização do relógio inteligente da Apple foi o Series 2. Lançado em setembro de 2016, representa um apelo maior ao mundo fitness: a partir dessa versão, os smartwatches da Apple passaram a ter GPS integrado. Entretanto, o design é o mesmo do Apple Watch 1.
O Series 2 continua sendo dependente do iPhone, mas ficou possível se exercitar sem precisar levar os dois gadgets – ele funciona offline e quando se conecta faz upload das informações. A resistência à água também ganhou reforço (permite, no máximo, 50 metros de profundidade).
A bateria pode chegar a durar dois dias e, assim como o Apple Watch Series 1, é possível trocar a pulseira – depois do lançamento, vários modelos novos foram adicionados às lojas.

Preços

Confira os preços dessa versão pela iPlace:
Apple Watch Series 2, 38 mm (pulseira esportiva) – R$3.599,10
Apple Watch Series 2, 38 mm (pulseira milanês) – R$4.319,10

Apple Watch Series 3

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Essa é a geração mais atual dos smartwatches. Ainda mais independente do celular que as outras, trouxe algumas novidades interessantes para o mundo dos relógios inteligentes.
O design também é o mesmo do 1 e do 2, além da possibilidade de trocar pulseiras. Nesse caso, o 3 vem com duas pulseiras, de tamanhos diferentes. O brilho emitido é ainda mais forte, com desempenho bom em locais muito iluminados.
A tela é desbloqueada também com o movimento do pulso ou dois toques rápidos. Segundo a Apple, essa versão é 70% mais rápida do que as anteriores, com processadores atualizados. Você ainda pode conferir o clima, a rota para o trabalho, dentre outras funções.
Uma outra mudança importante é o grid de aplicativos, que agora é em forma de lista e não em forma de nuvem. O maior avanço está em uma versão do Apple Watch Series 3 que ainda não é vendida no Brasil, apesar de ter sido homologada em 2017: o Apple Watch Series 3 (GPS + Celullar).

Mais independência

A versão com LTE trouxe uma independência quase completa para o smartwatch. Trata-se da possibilidade de sair de casa sem o celular e utilizar a internet de dados enquanto está na rua. Apesar de ser um modelo mais caro (cerca de 329 dólares ou mais ou menos R$1.024,00 lá nos EUA), pode ser o que você precisava.
Se você gosta, por exemplo, de checar os e-mails ou atender ligações sem precisar do celular, é a opção certa. Agora, se pretende sempre ter o iPhone em mãos, talvez não seja uma boa ideia.
Se você tem acesso a alguma forma de importação, é possível trazer para o Brasil e utilizar normalmente. Veja como configurar aqui.

Preços

Como você já deveria estar imaginando, o Series 3 tem preços um pouco mais salgados em relação à versão anterior. Confira:
Apple Watch Series 3, 38 mm (pulseira esportiva) – R$2.339,10
Apple Watch Series 3, 42 mm (pulseira esportiva) – R$2.564,10
O Apple Watch 3 também veio com algumas edições especiais. Uma delas é o Apple Watch Nike+, que apresenta uma pulseira diferenciada e é focado em quem pratica atividades físicas de alta performance:
Apple Watch Nike+, 38 mm – R$2.339,10
Apple Watch Nike+, 42 mm – R$2.564,10
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Lá fora, existem outras, como o Apple Watch Hermès, oficial em parceria com a marca de luxo. As especificações são as mesmas, o que muda é a aparência e as pulseiras que acompanham o produto.

Apple Watch Series 1 x Apple Watch Series 3

Aqui vamos considerar que o Apple Watch Series 2 não vale mais tanto a pena. Por um preço que é quase igual ao Apple Watch 3, você terá um aparelho com poucas melhorias em comparação com o Series 1. Portanto, vamos comparar o 1 e o 3 para que você saiba decidir.
Se você não é louco por ter as novidades assim que elas chegam, talvez pense em adquirir o Series 1, especialmente se não tiver acesso ao Series 3 com LTE. O Apple Watch Series 1 está melhor se comparado ao que foi lançado lá em 2015, sendo produzido com um processador um pouco melhor.
Entretanto, é bom lembrar que o 1 não possui tanta resistência à água – se você desejar utilizá-lo enquanto faz natação, talvez seja melhor escolher o 3. Além disso, apesar do design ser aparentemente o mesmo, o Apple Watch Series 3 é feito de aço inoxidável e uma tela mais resistente.
O Series 1 vem com apenas uma pulseira, enquanto o 3 vem com duas. Mas você pode adquirir outros modelos pela loja da Apple.
Quem já tem o Series 1 e está pensando em fazer o upgrade, talvez seja melhor esperar que a versão LTE chegue ao Brasil. Assim, você vai ganhar muito mais independência do seu iPhone.
Mas é bom ficar claro: a Apple ainda não deu sinais sobre datas. Ah, e se você sentiu que o Apple Watch 1 andou um pouco lento, não deixe de atualizar o sistema operacional para o watchOS 4: vai perceber uma melhora boa de velocidade quando o fizer.
A seguir, vamos aprofundar um pouco mais em outras questões de especificação para ajudar você a escolher o modelo ideal de relógio da Apple: tamanho e pulseiras.

Tamanhos do Apple Watch

Como você pode perceber, todas as versões têm disponíveis dois tamanhos diferentes: 38mm ou 42mm. Geralmente, entende-se que esses tamanhos foram desenhados para acomodar o relógio no pulso de uma mulher ou no de um homem.
Mas não se decida por isso: não é uma regra geral. O design nas duas opções de tamanho é o mesmo, apenas a tela é um pouco maior no 42mm, com possibilidade de mostrar mais informações no display.
As dimensões (38mm/42mm) representam a medida da altura do relógio. É um pouco diferente de quando observamos medidas de smartphones, que se referem, normalmente, ao tamanho da tela. O Apple Watch Series 3 é um pouco mais grosso que os outros, mas de forma quase imperceptível. Veja as medidas exatas:
’38mm Series 3′: 38.6mm x 33.3mm x 11.4mm
’42mm Series 3′: 42.5mm x 36.4mm x 11.4mm
’38mm Series 1′: 38.6mm x 33.3mm x 10.5mm
’42mm Series 1′: 42.5mm x 36.4mm x 10.5mm
Como estamos falando de um wearable, é muito importante decidir-se pelo tamanho que vai fazê-lo sentir mais confortável. Uma ideia é experimentar o relógio da Apple antes de comprá-lo. Assim, você não corre o risco de errar o tamanho.
Evite decidir pelo preço – apesar das versões 42mm serem um pouco mais caras, pode ser que você acabe com um relógio pequeno apenas para economizar cerca de R$200.

Pulseira Apple Watch

As pulseiras são muito mais uma questão de estética. A maioria é confortável o suficiente, mas algumas parecem mais um relógio real do que outras. Lembre-se de comprar uma que seja compatível com 38mm ou 42mm. Confira alguns modelos disponíveis na loja da Apple:

Pulseira Apple Watch Loop Esportiva

Feita com trama de nylon, mas ainda com design mais esportivo, é maleável e respirável.
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Pulseira Apple Watch Esportiva

Feita de fluorelastômero, material resistente a altas temperaturas, é um modelo mais macio.
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Também é possível comprar a pulseira esportiva que vem originalmente com o Apple Watch Nike+:
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Pulseira Apple Watch Trama de Nylon

Versão da trama de nylon que é menos esportiva.
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Pulseira Apple Watch Couro

É a que mais se assemelha aos relógios tradicionais.
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Pulseira Apple Watch Estilo Milanês

É uma pulseira que vem com alguns modelos de Apple Watch, por isso é mais clássica.
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É feita de aço inoxidável, assim como a pulseira de elos:
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Outros acessórios

Todos os Apple Watches vêm acompanhados de um carregador pequeno e básico. Você pode querer adquirir um carregador extra que permite o carregamento durante a noite, por exemplo.
Confira os preços de acessórios na loja da Apple.

Onde comprar Apple Watch

Se você não está a fim de ir pelos preços das lojas iPlace, conferimos alguns preços nos maiores vendedores aqui no Brasil. Valores atualizados em 18/02/2018.

Lojas Americanas

Apple Watch Series 3 42mm – R$2.849,99
Apple Watch Series 3 38mm – R$2.599,00
As lojas Americanas também vendem películas e pulseiras.

Amazon

Apple Watch Nike+ 42mm – R$1779,76
Esse é apenas um exemplo. Os preços na Amazon podem variar bastante e incluem produtos usados à venda.

Magazine Luiza

Apple Watch Series 1 38mm – R$1.439,91
Apple Watch Series 1 42mm – R$1.529,91
Apple Watch Series 2 38mm – R$1.979,91
Apple Watch Series 2 42mm – R$2.249,91
Apple Watch Series 3 38mm – R$2.249,91
Apple Watch Series 3 42mm – R$2.429,91
Preços para compras à vista.

Guia de uso Apple Watch

Ao comprar o seu Apple Watch, você vai receber um manual de instruções. Mas para saber de antemão o que fazer quando o seu chegar, seguem algumas dicas:

  • As primeiras 24 horas utilizando o relógio podem ser um pouco frustrantes, se você nunca teve contato com um. É isso o que o torna tão intrigante! Aos poucos, assim como foi quando comprou seu smartphone, você se acostuma.
  • O relógio acende o display quando você levanta o pulso e fica ligado durante 6 segundos. Você pode modificar esse tempo para até 70 segundos.
  • A coroa é um dos principais recursos do relógio para melhorar a usabilidade. Com ela, é possível: um aperto aciona o display, se ele já estiver ligado, passa para tela de apps. Pressione e segure para ativar a Siri.
  • O centro de controle fica na parte de baixo – acesse modo avião, bateria, volumes e bloqueio de tela arrastando de baixo para cima.

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  • Para fazer download de novos aplicativos (muitos já vão vir no próprio relógio), é preciso acessar a loja por meio do iPhone.
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O que é análise swot e como montar sua matriz?

Você sabe o que é análise SWOT? Trata-se de uma ferramenta que ajuda negócios a entenderem quais são suas fraquezas, forças, oportunidades e ameaças. É excelente para a área de marketing e também pode ajudar a traçar estratégias e tomar decisões.
Quando a análise SWOT de uma empresa é conduzida da maneira correta, pode trazer à tona informações e esclarecimentos que seriam descartados em outras ocasiões. Neste artigo, vamos explicar o que é análise SWOT, como você pode aplicá-la e quais são os benefícios para o seu negócio. Vamos lá!

O que é análise SWOT?

SWOT é sigla de Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). A matriz ajuda a organizar cada um desses itens relacionados ao seu negócio em um só lugar e com um visual amigável.
Enquanto forças e fraquezas são elementos internos (como reputação, patentes, localização), oportunidades e ameaças são externas (fornecedores, competidores, preços). A análise SWOT de uma empresa pode ser feita logo no início, na fase de projeto e deve ser repetida ao longo do tempo de vida do negócio.
A análise SWOT foi criada por Albert Humphrey, que testou a abordagem durante os anos 1960 e 1970 no Instituto de Pesquisa de Stanford. A partir de então, a análise, que foi desenvolvida para empresas e baseada em dados das organizações Fortune 500, começou a ser utilizada por instituições de todo tipo pelo mundo.
Você pode utilizar para decidir sobre investimentos, parcerias e novos projetos. Também pode ajudar em tempos de crise, colocando as coisas em perspectiva. A intenção que a organização ganhe insigths sobre sua posição atual e no futuro, tanto no mercado quanto frente a um objetivo.
Entenda melhor cada um dos pontos a seguir para aprender como fazer análise SWOT.

Como fazer análise SWOT

Para que sua análise SWOT tenha sucesso, preencha a matriz com a ajuda de uma equipe composta por pessoas com perspectivas variadas. Conte com pessoas do marketing, vendas, atendimento ao cliente. Una essas visões com informações sobre a empresa, como reclamações, dados e tudo mais que for sensível ao projeto.
Para conduzir a discussão, é preciso utilizar a matriz SWOT, que é como esta:
o que é análise swot 12 minutos 01
Basta fazer um quadrado e dividi-lo em quatro, identificando cada um de acordo com esse exemplo. Para preencher, o ideal é utilizar post-its. Assim, se alguma coisa mudar, é possível alterar o que foi escrito sem que tudo vire uma bagunça.
É importante que a discussão seja flexível, como um brainstorming. Coloquem os pontos que acreditem pertencer a cada quadro e quando começar a tomar uma forma que faça mais sentido, coloque cada um por ordem de prioridade.
Para ajudar você a fazer a análise SWOT de uma empresa, faça as perguntas abaixo.

Forças (fatores internos e positivos)

Aqui vocês devem descrever os atributos internos, tangíveis e intangíveis e que estão sob o controle da empresa.

  • O que você faz bem?
  • Quais recursos internos você tem? Aqui podemos incluir atributos das pessoas, como know-how, credenciais, networking, habilidades. Também adicionamos ativos da companhia, como capital, crédito, clientes, tecnologia.
  • Quais são suas vantagens em relação à competição?
  • Quais fatores internos adicionam valor à sua entrega?

Fraquezas (fatores internos negativos)

Esses são os aspectos que tiram valor da sua empresa e representam desvantagem competitiva. Você precisa conhecer esses fatores para saber como superá-los.

  • O que está sob seu controle e o deixam menos competitivo?
  • Quais áreas precisam de melhorias para atingir seus objetivos e conquistar mais vantagem competitiva?
  • O que falta no seu negócio? Quais recursos são limitados?

Oportunidades (fatores externos positivos)

Estes são os atributos externos que trazem prosperidade ao seu negócio e não estão sob seu controle.

  • Quais oportunidades existem no mercado ou no seu habitat que podem beneficiá-lo?
  • A percepção do seu negócio pelo público é positiva?
  • O mercado cresceu nos últimos tempos ou apresentou novas oportunidades?
  • A oportunidade está acontecendo ou existe apenas uma janela? Quanto tempo você tem para inovar e aproveitar isso?

Ameaças (fatores externos negativos)

Ameaças são externas e fogem do seu controle, colocando a empresa em risco. Você precisa conhecê-las para criar planos para se proteger caso ataquem.

  • Quem são seus existentes ou potenciais competidores?
  • Quais fatores além do seu controle colocam a organização em risco?
  • Quais são os desafios criados por alguma tendência não favorável ou desenvolvimento que podem deteriorar seus lucros?
  • Quais situações podem enfraquecer suas ações de marketing?
  • Existiu alguma mudança significativa em preços de fornecedores ou disponibilidade de matéria-prima?
  • Houve mudança no comportamento do consumidor, na economia ou no governo que poderiam reduzir as vendas?
  • Alguma nova tecnologia foi desenvolvida que pode tornar seus produtos e serviços obsoletos?

Quando você aprende o que é análise SWOT e sabe como montar a matriz, pode identificar cada fator e pode planejar o que deve ser impedido e o que deve ser cultivado.

Prós e contras de fazer análise SWOT de uma empresa

A análise SWOT pode ajudar muito o processo de decisões da sua organização, criando uma representação visual dos vários fatores que definem seu presente e futuro. Aliás, você pode utilizar a matriz para avaliar algo pessoal, como a carreira ou outro grande projeto de vida. O framework é muito flexível.
Essa visão é importante para compreender bem esses fatores, ajudando a contemplar as dinâmicas variadas que impactam o seu sucesso. Mas a análise SWOT tem seus limites, pois pode nem sempre incluir todos os fatores relevantes nos quatro elementos. Nesses casos, a perspectiva é distorcida.
Além disso, como a discussão acontece uma vez e não tem como sabermos se os fatores vão mudar, a análise SWOT tem uma vida útil. Para traçar estratégias gerais, por exemplo, recomendamos fazer uma vez ao ano. Mas, se você sentir que seu mercado ou indústria muda com velocidade maior, não tenha medo de aumentar a frequência.
Para complementar suas estratégias, sugerimos as leituras:
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The 12 Week Year – Michael Lennington e Brian P. Moran

Uma forma diferente de traçar metas, focando em 12 semanas ao invés de 12 meses. Quem sabe aqueles planos de ação que você e sua equipe traçaram na análise SWOT não são colocados em prática?
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A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne

Agora que você sabe o que é análise SWOT e entende como pode criar sua matriz e entender seu mercado, precisa saber como mudar a situação. Este livro traz formas inovadoras de traçar estratégias.
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Liderando Mudanças – John P. Kotter

Depois de aprender como fazer a análise SWOT, é preciso se preparar para a mudança. Lançado em 1996, este livro continua atual e é uma das maiores referências para a gestão no mundo.
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