Como Fazer Meditação no Trabalho: Segredos para sua Produtividade!

Ah, a meditação. Arte que nos remete a nossos mais antigos ancestrais. Alguns podem associá-la também ao yoga ou a alguma religião, como o budismo (onde, de fato, ela parece ter tido suas origens), mas esse não é o objetivo desse post. Na verdade, queremos tratar de como fazer meditação no trabalho, como uma prática contemporânea, a qual todos podem ter acesso.

A verdade é que até pouco tempo atrás eu estaria com meus olhos revirando e pensando “quanta perda de tempo!” ou “como essas pessoas conseguem ser tão zen?”. Mas hoje vejo a importância desse hábito e quero compartilhar isso com vocês.

Legal. Mas daí a te ajudar no trabalho? Você provavelmente está se perguntando como isso pode acontecer. Afinal, vivemos mergulhados em um turbilhão de informações, tarefas, e temos cada vez menos tempo a perder.

Mas se esse post te interessou até agora, é porque você provavelmente arrumou um tempinho para estar aqui e tem a mente aberta a novas ideias. Vamos lá entender melhor como funciona?

De que meditação estamos falando?

Como dissemos anteriormente, a meditação a qual nos referimos não difere crenças. Ela se trata do mais puro momento de concentração e contato com o seu “eu” interior. O também chamado de estado de alfa significa estar em profundo relaxamento, sem dormir, com foco no momento presente. Parece viagem, mas é mais simples do que parece, sem mágica.

Você não irá precisar vestir roupas de yoga, acender incensos, nem mesmo aprender a posição de lótus, mas irá precisar de um pouco de paciência. É normal que o cérebro encontre dificuldades para meditar logo de cara. Mas aqui vamos te dar uma série de dicas para que você não enfrente esse problema.

Na verdade, vou te contar um segredo: você com certeza já meditou por aí sem saber! E, claro, pode continuar fazendo com frequência, sem que isso atrapalhe suas rotinas. Sabe aquele momento em que você está a caminho do trabalho, por exemplo, perdido nos seus pensamentos, com a mente limpa, quase que sem consciência do que está ao seu redor? Essa é uma forma de meditar (sim!), embora não lhe traga o relaxamento físico, necessariamente – mas o mental.

A velocidade do trabalho

como meditar

Já experimentou ficar calmo, mesmo quando tudo à sua volta te pede para não ficar? É para isso que estamos aqui. Queremos que você trabalhe melhor os músculos do seu cérebro, o que te ajudará a concentrar melhor nas suas atividades, executá-las com maior precisão e até aumentar sua produtividade (isso mesmo!).

Hoje andamos sempre com tanta pressa e estamos sempre tão atolados de preocupações, que não paramos para lembrar de nós mesmos. Simplesmente esquecemos de dedicar um tempo para si e apreciar os momentos e coisas à nossa volta. E você com certeza já sabe que isso pode lhe causar uma série de doenças dos mais variados tipos: estresse, insônia, depressão, distúrbios alimentares, problemas cardiovasculares, intestinais, e por aí vai…

Por maior perda de tempo que isso pode parecer, a meditação já ganhou até aval científico. Em outras palavras, já é comprovado que dedicar um tempinho a nós mesmos traz muitos benefícios. Um estudo da Universidade de Washington também nos explica um pouco de como isso acontece.

Os benefícios da meditação

É claro que há uma série deles, mas aqui vão alguns:

  • Aumento da concentração nas atividades: Meditar é como treinar os músculos do cérebro para exercitar a concentração. Se conseguimos nos concentrar bem quando estamos em alfa, com certeza conseguiremos nos concentrar bem nas nossas atividades do dia a dia também. Se quiser entender isso melhor, dá uma conferida no livro Foco, de Daniel Goleman. É uma leitura muito boa!
  • Alívio do estresse: O exercício da meditação nos leva ao autoconhecimento. A meditação nos ajuda a compreender melhor nossos problemas, reduzindo o estresse. Isso vai melhorar até as suas relações interpessoais, afinal, nada melhor do que estar perto de pessoas bem humoradas, certo?
  • Redução do tempo de execução das rotinas: A partir do momento que você se concentra melhor, tudo fica mais fácil. A meditação parece nos trazer mais clareza de tudo, o que reduz – e muito! – o tempo que gastamos com cada tarefa.
  • Aumento da sua produtividade: Como consequência do que foi dito anteriormente, se realizamos uma tarefa mais rapidamente, com até mais qualidade do que antes, podemos dizer que nossa produtividade também subiu, certo?
  • Aumento da criatividade: sabe aquele problemão que de vez em quando aparece e você não sabe mais como resolver? Que tal exercer um pouquinho mais da sua criatividade e começar a pensar fora da caixa? A meditação pode te ajudar a enfrentar esses desafios também!
  • Maior facilidade para trabalhar em equipe: se você enfrenta dificuldades para trabalhar em equipe múltiplas, a meditação também pode te ajudar. Justamente por trazer mais calma, paciência e criatividade, fica mais fácil lidar e trabalhar com pessoas tão diferentes também.
  • Redução da ansiedade: a meditação te ajuda a manter o foco no momento presente, reduzindo a preocupação excessiva com o futuro. É claro que um pouco de ansiedade pode ser bom, mas, quando em excesso, pode reduzir em muito a capacidade de concentração. Esse é um male muito comum nos dias de hoje, principalmente no ambiente de trabalho, e meditar com certeza vai ajudar a trazer a mente de volta.

Afinal, como fazer meditação?

A essa altura do campeonato, você já deve ter entendido a importância do que estamos dizendo. Mas, e agora, como adotar esse hábito?
Vamos começar bebendo um pouco de água e indo ao banheiro (sem a companhia do celular, por favor). Agora procure um ambiente calmo e silencioso – hoje muitas empresas contam com um espaço próprio para o relaxamento, mas, caso não tenha, sem problemas também. Isso não é uma premissa, mas vai te ajudar a começar. Você pode ficar na posição que preferir (se estiver muito cansado, sugerimos que não fique deitado). Corrija sua coluna. Feche seus olhos, atente-se à sua respiração e aos seus 5 sentidos, e imagine um local tranquilo. Deixe seus pensamentos fluírem, até que você se “desligue” do que está a sua volta e concentre apenas no que está em sua mente. Toda vez que seu cérebro se dispersar, volte a concentração à sua respiração. Foque. Isso pode demorar alguns minutos, mas é nesse momento que você precisa ter mais paciência.
Como já dissemos, é possível que você encontre dificuldades logo de início, mas aqui vão algumas dicas:

  • Cabeça aberta: de nada adianta separar alguns minutinhos do seu dia para tentar meditar, se você não preparar a sua mente para isso!
  • Encontre uma posição de conforto: vale qualquer posição, mas o que mais sugerimos para principiantes é ficar sentado. Se ficar em pé, pode gerar desconforto. Se ficar deitado, pode acabar dormindo.
  • Foco no presente: você já parou para pensar a quantidade de tempo que perde preso no passado ou se preocupando demais com o futuro? Para a meditação, é importante manter o foco no momento presente. Daí as dicas de focar na sua respiração e nos seus 5 sentidos.
  • Sons da natureza: uma coisa que ajuda muito a meditar é escutar sons bem baixinhos, de preferência da natureza. Isso traz paz para os seus pensamentos.
  • Apps: hoje existem uma série de apps que ajudam você a meditar. Eles cronometram o tempo do relaxamento, oferecem sons, áudios e até funcionam como uma rede social. Um que gostamos muito é o Sattva. Vale a pena conferir!
  • Experimente a meditação guiada: se, mesmo com as dicas anteriores, você ainda encontrar dificuldades, não se preocupe. É normal que o cérebro encontre dificuldades para se “desligar”. Sugerimos que experimente a meditação guiada. Trata-se de áudios com uma pessoa indicando o que você deve fazer para atingir o relaxamento. Você pode encontrar diversas opções seja na internet, em CDs ou apps.

Outros aplicativos de meditação

5 Minutos

Esse é um aplicativo em Português, criado pela ONG Mãos Sem Fronteiras, disponibiliza três opções: Meditação de 5 minutos; Meditação Guiada La Jardinera; Meditação com tempo livre, com um contador de até 30 minutos. Você acompanha a sua evolução no “meditômetro”, ou seja, quanto mais você medita, mais tempo é creditado na sua conta. Gratuito para Android e iOS.

Calm

Você pode escolher o tempo das sessões, que varia entre 2 e 30 minutos, com músicas e sons da natureza relaxantes, além de paisagens que o levam para bem longe dos seus problemas. Você ainda pode optar por diferentes finalidades, como melhorar a criatividade e o sono ou energizar o corpo e a mente, entre outros. O aplicativo é todo em inglês, sem tradução. Gratuito para Android e iOS.

Medita!

As sessões são realizadas por Mirna Grzich, em mais de 100 reflexões, divididas em 8 temas/categorias: 1) Relaxando & Meditando; 2) Mindfulness; 3) Orações & Mantras; 4) Meditações Essenciais; 5) Insights & Reflexões; 6) Meditando com Tradições Espirituais; 7) Quem é você; 8) Meditações da Lua Cheia. Essas sessões levam você a ter mais lucidez, harmonia, criatividade, foco e consciência. Disponível para Android e iOS. Oferece uma meditação gratuita para cada um dos temas e assinaturas mensais.

Medite.se

A proposta é ajudar você a ter uma vida mais saudável, mais centrada e mais feliz. Nesse processo, você é o seu próprio personal, treinando sua mente, por meio da prática diária, por poucos minutos. As sessões são narradas em Português, pelo terapeuta Tadashi Kadomoto. Tem interface simples e também é dividido em sessões. Gratuito para Android e iOS.

Stop, Breath & Think

Ensina a meditar em 5 minutos. A proposta é treinar as pessoas para que parem, respirem e pensem por alguns poucos minutos, em troca de melhor qualidade de vida. Você responde um questionário, dizendo como se sente no momento e o aplicativo recomenda a melhor meditação. Oferece ainda dicas de postura e respiração, entre outras, para que você obtenha sempre os melhores resultados. Gratuito para Android e iOS.

Zen

Oferece um guia de meditação que inclui sons e vídeos relaxantes e o termômetro de emoções. Existe ainda a opção das meditações guiadas, de 10 minutos cada, conduzidas pela criadora do app, a blogueira Juliana Goes. E tem as reflexões do dia, divididas por categorias: Reflexões, Sucesso, Inspiração, Superação, Harmonia, Motivação e Favoritas. Pago para Android e iOS.

Mindfulness

Você provavelmente já ouviu falar nesse conceito, que, inclusive, deu nome a um livro, escrito por Mark Williams e Danny Penman. Nessa obra, os autores explicam que mindfulness se trata de uma forma simples de como fazer meditação, focando apenas na sua respiração.

O livro é na verdade um guia com diversos exercícios de como fazer meditação, para que você possa conhecer melhor você mesmo e o seu corpo, e para que viva de maneira mais positiva.

Se você se sente estressado, deprimido ou até mesmo infeliz no trabalho, recomendamos fortemente essa leitura e os exercícios que o livro propõe:
Atenção Plena – Mindfulness

A Meditação é um Hábito

É claro que pouco pode-se esperar de uma única meditação no trabalho. Trata-se de um hábito! Se você quer ver tudo isso que falamos acima funcionar, você precisa adicionar isso a sua rotina.

Tire sempre um momento do seu dia para ter essa prática. Seja na hora de acordar ou até mesmo no meio da tarde, por exemplo – só não é muito indicado à noite, que pode acabar te induzindo ao sono, devido ao cansaço excessivo do dia. Comece com um tempo curto (5 a 10 minutos) e vá aumentando à medida que for se sentindo mais à vontade.

Aqui no 12min, nós adoramos livros que nos ajudam a aumentar nossa produtividade e melhorar nossa saúde e bem estar. Um exemplo é “O Poder do Agora“, de Eckhart Tolle que fala justamente sobre a importância de focar no momento presente se você quer alcançar a felicidade e o sucesso.
O Poder do Agora

Em um post anterior, falamos sobre como implementar bons hábitos na nossa rotina. Vale dar uma conferida!

E aí, aprendeu a importância da meditação para aumentar a sua produtividade no trabalho? Agora que você já sabe por onde começar, que tal dar um like, compartilhar e escrever nos comentários o que achou do post de hoje?

E não se esqueça de baixar nosso app, 12min, que já conta com centenas de livros, como os que citamos aqui!




4 passos para implementar o Marketing Digital na sua empresa

marketing digital 12min

A internet é o local ideal para atingir milhões de pessoas com a sua mensagem. Mas você sabe como fazer isso de forma eficiente? O Marketing Digital é a estratégia certa para te ajudar nessa missão – ela te ajuda a definir como, quando e onde impactar o seu público e conquistar novos clientes.

Marketing Digital é a denominação da prática que utiliza os principais conceitos de marketing no ambiente digital e online, com o objetivo de atrair novos clientes, criar relacionamentos com o público-alvo e agregar valor aos produtos e marcas. Essa estratégia é inteiramente relevante no contexto atual. Afinal, pesquisas revelam que o brasileiro passa, em média, nove horas por dia conectado à internet. Se os seus potenciais clientes estão conectados, a comunicação da sua empresa também deve estar.

A comunicação no Marketing Digital deixa de ser uma via única – das empresas para o público – e passa as ser uma via de mão dupla – o público tem capacidade e ferramentas para interagir e responder ao que lhe é comunicado. Ou seja: além de enviar a mensagem que você quer que o seu público receba, é necessário monitorar como essa mensagem vai ser respondida pelo público. Os consumidores estão cada vez mais aptos a opinar e amplificar suas opiniões sobre serviços e produtos que consomem.

Mas o Marketing Digital não se sustenta sozinho. Seus principais pilares são o Inbound Marketing, SEO e Marketing de Conteúdo – estratégias que o complementam. Assim, esse conjunto de práticas é responsável por atrair potenciais clientes, ofertar conteúdos que despertem a necessidade no público de adquirir um produto ou serviço, convertê-lo em pagantes e realizar a manutenção do relacionamento com clientes.

Veja em 4 passos como usar cada um desses pilares para desenvolver a sua estratégia de Marketing Digital.

1. Use o Inbound Marketing para trabalhar a jornada do consumidor

O Inbound Marketing é o pilar principal do Marketing Digital e tem como objetivo atrair mais pessoas para o funil de vendas. Para isso, se apoia na jornada do consumidor, que define cada uma das etapas que o público percorre até se tornar um cliente pagante. Cada uma dessas etapas oferece insights para desenvolver um relacionamento com o público e fazê-lo ir adiante na jornada, que se divide em:

  • Atração: chamar a atenção de pessoas que estejam interessadas no que a sua marca tem a oferecer;
  • Conversão: ofereça conteúdos em troca de informações das pessoas que você atraiu;
  • Venda: entre em contato com os leads coletados e ofereça ofertas exclusivas para que eles fechem negócio com a sua empresa;
  • Encante: ofereça o melhor relacionamento para o seu cliente e torne-o um embaixador da sua marca.

Cada uma das etapas da jornada do consumidor pode ser ativada através de conteúdos relevantes. O que nos leva para o próximo passo.

2. Conquiste seu público com o Marketing de Conteúdo

Ofereça o conteúdo que o seu público está procurando e ele virá até a sua marca. No ambiente digital, a forma mais fácil de fazer isso é disponibilizando conteúdos que sejam relevantes para o grupo de pessoas que você deseja atingir. O ideal é produzir algo que traga a solução de um problema e, ao mesmo tempo, o eduque sobre a necessidade de adquirir o seu produto ou serviço como parte dessa solução.

A pesquisa, produção e distribuição deste conteúdo para cada uma das etapas da jornada do consumidor, que vimos anteriormente, são tarefas atribuídas ao time de Marketing de Conteúdo. Também é através dele que definimos os melhores formatos de conteúdo para cada canal de comunicação, o tom de voz da marca, os canais a serem explorados, entre outros pontos fundamentais para a execução da estratégia.

Vale ressaltar: o objetivo do conteúdo é fazer com que o público reconheça a sua marca como uma solução para os problemas que ele possa vir a ter, fazendo com que ele retorne mais vezes ao seu ambiente digital. Assim, ele enxergará valor no seu serviço e, cedo ou tarde, se tornará um cliente.

3. Ganhe visibilidade com a estratégia de SEO

SEO é a sigla, em inglês, para o termo Search Engine Optimization – que, em português, significa otimização dos motores de busca. Essa estratégia é formada por um conjuntos de boas práticas a serem seguidas nas plataformas digitais, que potencializam as suas chances de uma boa indexação nos sites de busca – principalmente o Google. Isso significa aparecer entre os primeiros resultados em uma página de pesquisa.

As boas práticas de SEO vão desde a construção do texto que você disponibiliza em suas plataformas até o desenvolvimento da plataforma em si. Em termos práticos, o SEO é um bom aliado do Marketing de Conteúdo porque é ele que muitas vezes direciona o conteúdo a ser desenvolvido, com a ajuda de palavras-chave que são buscadas pelo público que você deseja atingir.

4. Escolha as ferramentas certas de Marketing de Conteúdo

As redes sociais são, sem dúvida, as principais ferramentas para a execução da estratégia de Marketing Digital. Afinal, são elas que detém a maior quantidade de acessos de usuários na internet. Além disso, uma rede social é o ambiente perfeito para uma marca se aproximar do público, fazendo com que o mesmo interaja com o conteúdo criado pela sua empresa.

É preciso analisar com cautela o objetivo de cada rede social e ver qual se aplica melhor ao seu negócio. O Facebook, por exemplo, se tornou uma rede social voltada para a propagação de vídeos; se a sua empresa não pretende trabalhar com esse tipo de conteúdo, não faz sentido criar uma conta na plataforma.

Além das redes sociais, o blog é uma ferramenta crucial para que a estratégia de SEO dê certo. É através dele que você deve entregar conteúdos relevantes para o público que deseja alcançar. Como já mencionamos, uma boa estratégia de SEO é desenvolvida para entregar conteúdos pertinentes e plataformas responsivas para as necessidades do usuário.

Trabalhar conteúdo em blogs, além de tornar a sua empresa uma autoridade no assunto proposto, cria uma boa indexação para o seu site/blog nos resultados de mecanismos de buscas, como o Google. Se alguém estiver pesquisando sobre um assunto que você já foi publicado no seu blog, e a sua estratégia de SEO foi trabalhada com sucesso, as chances de aparecer nos primeiros resultados do Google – e criar um primeiro contato com o cliente – são gigantes.

Blogs e redes sociais também são responsáveis por trazer leads para a sua empresa, assim como as landing pages. Leads são contatos de clientes em potenciais, que deixam suas informações (como e-mail, telefone, entre outras) em troca de algum conteúdo ou benefício. Já as landing pages são as páginas ou domínios onde essa troca acontece; o cliente preenche um formulário e ganha acesso para fazer download ou assistir um conteúdo.

Se convenceu de que o Marketing Digital é a estratégia que falta para o seu negócio decolar? Então é hora de acessar aqui uma indicação de cursos fundamentais sobre o assunto. Se aprofunde no assunto, desenvolva o seu próprio Plano de Marketing Digital e traga mais visibilidade e lucro para a sua empresa!

___________________________________________________________________________________ Esse artigo foi produzido pela equipe da Udemy.




Dicas infalíveis para desenvolver o importante hábito de ler livros

O hábito de ler tem um impacto muito positivo. O prazer que se tem com a leitura vem da possibilidade que os livros nos trazem de escaparmos um pouco do estresse do dia-a-dia, de aprender mais sobre assuntos novos, de explorar novas culturas e até mesmo de encontrar respostas para aquelas perguntas que nunca conseguimos responder.
Mas o hábito da leitura, mesmo que muito importante, não é comum entre a população do Brasil. Isso se deve a tentativa, muitas vezes forçada, de exigir que as crianças e adolescentes leiam uma lista de livros simplesmente “porque sim”.
Hoje em dia é ainda mais difícil manter este hábito de ler com a injusta competição que a leitura tem que passar contra o Netflix, Whatsapp e as redes sociais.
De acordo com publicação feita pelo CPDEC (Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada), a média de livros lidos por cidadão brasileiro é de apenas 4,7 ao ano. Dessa média apenas 1,3 livros não fazem parte da lista de títulos que as instituições de educação inserem na grade de estudos.

A importância do hábito de ler e como ele pode influenciar sua carreira

A leitura pode impactar positivamente não somente a sua vida pessoal, mas também a profissional. É comum que, durante uma entrevista de emprego, te questionem sobre os últimos títulos lidos. Pode parecer bobagem, mas com esta simples pergunta, o entrevistador pode descobrir se o candidato a vaga consegue:

      • Ser persuasivo quanto estiver diante de uma argumentação;
      • Mostrar interesse em aprender mais sobre assuntos novos;
      • Usar vocabulário culto quando necessário;
      • Escrever textos de qualidade;
      • Usar a criatividade para resolver problemas do dia a dia.

Como incentivar a leitura, afinal?

O hábito de ler livros regularmente pode ser desenvolvido ou é uma tradição herdada? Ainda que se aprenda a gostar de ler por causa do estímulo da família e que a escola tenha influência nesse processo, só depende de você correr atrás do próximo livro interessante para ler.
Nós sabemos que isto não é uma tarefa fácil. Mas o primeiro passo é reconhecer essa necessidade e estar interessado nesse desafio! Nas próximas linhas, vamos compartilhar algumas dicas que podem te ajudar nessa missão. Você vai perceber que elas são bem simples e podem ser seguidas por qualquer um.

Qual o seu estilo de livro favorito?

A motivação pela leitura começa quando você se identifica com o estilo de livro que mais gosta. Portanto, é necessário buscar vários títulos que com certeza agradarão antes de tudo.
Não comece indo atrás apenas de best sellers ou livros que estão na moda. Afinal de contas, as pessoas têm gostos diferentes, certo?
Se você se forçar a ler algo que não parece tão interessante e que possa ser chato, você aumenta as suas chances de se traumatizar e desistir de inserir o hábito de ler em sua vida.

Peça ajuda para seus amigos

Por outro lado, se houver grandes dúvidas sobre o que vale a pena ler, não tem problema nenhum em pedir ajuda. Quem não tem o hábito de ler diariamente, provavelmente vai ter dificuldade em reconhecer seu estilo preferido.
Se você é um desses que não sabe por onde começar, não tenha medo de consultar colegas, amigos e familiares. Pessoas que fazem parte de seu círculo social e que o conhecem minimamente bem com certeza serão capazes de fazer recomendações que podem agradar bastante.

Crie a sua hora da leitura

A disciplina pode ser uma grande aliada de um bom leitor. Quando você reserva um tempo e um horário para leitura na sua agenda, este hábito se torna algo automático.
Aposto que você conhece quem ama abrir um livro antes de dormir para pegar no sono. Já outros não resistem à vontade de ler na pausa do almoço, antes de voltar ao trabalho.
A questão é que a disciplina é capaz de trazer o hábito de ler para o cotidiano de maneira suave e o processo acaba sendo até mesmo inconsciente. Porém, isso não significa que o livro não possa ser aberto em outros momentos.
Existem “lacunas” de tempo que não costumam ser aproveitadas. Por exemplo, aqueles 20 minutinhos da viagem de metrô ou ônibus, aquela fila extensa no banco, aquela espera para atendimento em consultório médico – todos esses momentos podem ser ocupados com as páginas de um livro!
Todo leitor tem um perfil. Mas para que a leitura se torne de fato uma rotina, o ambiente tem que estar alinhado com essa proposta. Ficar longe de ambientes barulhentos é muito importante.
Mas se isso não for suficiente para manter a concentração, a nossa dica é juntar a leitura a outros hábitos que criem uma associação positiva na sua cabeça.
Vamos explicar o que isso significa logo abaixo.

Hábito de ler não é uma obrigação

Para começar, a leitura precisa passar a ser vista como uma atividade prazerosa e não como uma obrigação.
Vamos pegar como exemplo a última vez que você decidiu ir ao cinema. Só de pensar em assistir assistir um filme, sua mente já associa esse momento de diversão a uma séria de coisas agradáveis que você estará submetido: como comer uma pipoca deliciosa, boas companhias ou uma história incrível.
A nossa dica é agregar outras coisas prazerosas a esse momento de leitura. Que tal preparar uma pipoca doce bem gostosa com sua bebida favorita para se deliciar enquanto lê um livro?
Treinar sua mente para esse tipo de associação é um importante passo para passar a gostar de ler.

Acha que os livros são coisa do passado?

Passar algumas horas longe do Whatsapp e do Instagram é algo impossível para algumas pessoas. Se você é do tipo que não desgruda da tela do seu celular, temos uma boa notícia!
Hoje em dia há um monte de aplicativos de livros e aparelhos portáteis que te permitem continuar lendo quando e onde quiser de forma digital. E não são apenas livros – já existem inúmeros jornais e revistas online também.
O aplicativo 12min, por exemplo, oferece uma enorme quantidade de títulos resumidos justamente para quem não tem muito tempo disponível. Quem sabe ele não te ajuda a dar esse primeiro passo?
Você viu que não tem mais desculpa para virar um devorador de livros, não é? Espero que você tenha gostado dessas nossa dicas e que já comece hoje mesmo a criar um hábito de ler livros.
O que acha de dar uma conferida agora em um post que vai te ajudar a escolher suas próximas leituras?
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hábito de ler clube da pipoca Artigo produzido pela equipe do Clube da Pipoca.




Teoria e prática: como trabalhar menos e faturar mais adotando um moderno controle de ponto

Em pleno século XXI, algumas empresas ainda não conhecem a eficácia de um sistema com aplicativo de controle de ponto. Tudo porque ainda há um estereótipo de que a produtividade do colaborador pode ser mensurada por meio do registro de sua jornada de trabalho.

Na era da Internet das Coisas as novas tecnologias têm o poder de desmistificar conceitos arcaicos. Neste artigo vamos ensinar como fazer gestão de pessoas de maneira prática, eficiente e segura. Estamos falando de praticidades que vão reduzir as burocracias que emperram o acompanhamento do desempenho dos colaboradores internos e externos.

Ao término deste texto, você e o seu gestor de RH saberão como concentrar esforços no que é estratégico para a empresa. Assim sobrará mais tempo para ler bons livros, inclusive aqueles que auxiliam a potencializar a lucratividade e os processos da sua empresa.

Controle de ponto 12min

O controle de ponto inteligente é regulamentado por Lei?

Conforme escrito algumas linhas acima, existem ferramentas que te ajudam a gerir sua equipe de maneira eficiente, prática e segura. Uma das questões de segurança que o controle de ponto inteligente oferece é justamente o amparo da lei federal.

De acordo com a portaria 1510 de 2009, funcionários passaram a registrar suas respectivas frequências em livro ponto, relógio cartográfico ou por meio da biometria. A partir de 2011, a portaria 373 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) autorizou o uso de controle de ponto alternativo por empresas que necessitam de tecnologias mais práticas, seguras e que geram menores custos.

Sendo assim, a adoção de um sistema de controle de ponto digital é uma prática “legal, moral e que só tende a engordar” os aspectos que vão turbinar a margem de lucro de sua empresa.

“Otimizar”, o verbo fundamental

Nos dias de hoje, o RH de uma empresa descarta ter que lidar com contratempos e dor de cabeça no final do mês, quando chega o momento fechar a folha de ponto. Gastar longas horas contabilizando faltas, atrasos e horas extras é coisa do passado.

Controle de ponto 12min - 2

Com as novas tecnologias, os gerenciamentos do departamento pessoal são resolvidos com alguns poucos cliques. Foi-se a era dos estáticos e passivos relógios de ponto convencionais, cuja usabilidade limitada não permite acompanhamentos mais profundos do tempo de trabalho de um profissional.

Além de ajudar otimizar o acompanhamento da jornada de trabalho de seus colaboradores, o controle de ponto digital proporciona ao seu RH a oportunidade de lidar melhor com os desafios do meio corporativo. Desta forma, a equipe tem mais tempo para concentrar esforços em tarefas mais minuciosas, como, por exemplo, o desenvolvimento de  processos seletivos.

Quando menos é mais

O controle de ponto digital é uma solução inteligente. Logo, esse tipo de sistema não se resume apenas no registro de entrada e saída de funcionários. Muito pelo contrário! Além de melhorar a produtividade dos seus colaboradores, essa tecnologia te ajuda a enxugar os gastos da máquina orçamentária de sua empresa.  

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Você já parou pra pensar, por exemplo, nos reflexos causados pelas horas extras? Além de aumentar os gastos, o excesso delas pode gerar queda no rendimento do colaborador.

De maneira individual, cada hora excedente do funcionário é, no mínimo, 20% mais cara do que sua hora normal. Imagine se uma boa parte da equipe aderir ao famoso “cerão”? Uma boa parte do lucro da empresa vai ter um destino que não é o planejado. Lembre-se que não é uma questão de ganância, mas sim de visão empreendedora.

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Também há o fator “desgaste”. Um funcionário que ultrapassa com muita frequência os limites de sua jornada diária, certamente sentirá mais cansaço físico, mental e psicológico. Sendo assim, não conseguirá exercer suas funções de maneira satisfatória. Desta forma, a hora extra acaba gerando mais custos do que retornos. Em contrapartida, o indivíduo descansado tende a trabalhar mais motivado e, consequentemente, ser mais produtivo.

Não podemos nos esquecer da questão legal que envolve o tempo excedente de trabalho. Por exemplo: em uma empresa de comunicação digital, não é permitido trabalhar mais do que duas horas extras por dia.

Controle de ponto 12min - 5

Por uma série de fatores, entendemos que trabalhar além do horário acordado é recomendável apenas para os casos de emergências. Sendo assim, seu RH tem a missão de minimizar hora extra dos funcionários e evitar que a compensação dessas horas com folga se torne uma mini-férias.

Com uma rápida análise dos pontos levantados acima, deparamos com uma equação cujas variáveis são tempo, dinheiro, satisfação e sucesso. E no fim das contas, o sistema de controle de ponto inteligente é a maneira mais eficaz para conquistar o resultado ideal para a sua empresa.

Não perca mais tempo

Se você chegou até aqui, certamente é porque está interessado em modernizar e agilizar o os processos de gerenciamento pessoal de sua empresa. A nível de Brasil, o mercado oferece o sistema de controle de ponto Genyo, que vem com aplicativo para Android e iOS.

Com fácil usabilidade e navegação intuitiva, este sistema pode ser usado via computador, smartphone ou tablet. Também é possível monitorar frequência e localização da equipe em tempo real. Além do mais, o funcionário externo pode usar o app no modo offline.

Para empresas com até 3 funcionários, o Genyo é grátis, e não são necessários mais do que 10 minutos para começar a usar. Muito interessante, não é mesmo? Crie uma conta e comece a otimizar seus processos com o Genyo!

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Esse artigo foi produzido pela equipe do Genyo.




Resumo do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

Você provavelmente gostaria de conhecer mais pessoas e fazer novos amigos, certo? E o que acha de ser capaz de influenciar quem está à sua volta? Essa é uma habilidade espetacular, que pode transformar a sua vida tanto no aspecto pessoal quanto profissional. É por isso que resolvemos trazer para você os ensinamentos do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas.

Esse livro, escrito por Dale Carnegie, é um clássico. Para você ter ideia, a sua primeira publicação ocorreu na década de 40 e chegou em sua 52º edição. Já vendeu mais de 50 milhões de cópias, colocando-o entre os livros mais lidos do planeta. Mas não pense que está ultrapassado, porque ele permanece atualíssimo!

O livro é dividido em princípios, que são regrinhas simples, que, quando seguidas, fazem com que você seja mais admirado e capaz de saber como influenciar pessoas e fazer amigos.

Quem foi Dale Carnegie

Vamos começar conhecendo um pouco mais sobre esse fantástico escritor. Filho de fazendeiros, Dale Carnegie cresceu em um ambiente humilde, no estado de Missouri (EUA). Mas isso jamais o afastou dos livros e dos estudos.

Seu primeiro trabalho foi como vendedor de cursos por correspondência. Depois disso, atuou em várias outras frentes até que, em 1912, começou a treinar pessoas sobre como falar em público.

No entanto, Dale Carnegie era tímido e ele viu na Academia de Artes Dramáticas uma saída para vencer essa barreira. Assim, em pouco tempo, ele passou de ator a palestrante de sucesso e, em 1913, escreveu o seu primeiro livro – “Falar em Público e Influenciar Homens de Negócios”.

Dale Carnegie tinha 48 anos (1936), quando lançou a sua obra-prima “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”. A partir desse momento, ele deixava registrado o seu nome, para sempre, no mundo da fama.

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Como lidar com pessoas

Princípio 1: nunca critique, condene ou reclame.

Sabe aquela pessoa que vive reclamando da vida? Para ela, sempre tem algo ruim. Criticar os outros, então, se tornou rotina. E isso afeta aqueles que estão ao redor. Todos ficam para baixo e as vítimas da crítica ficam ressentidas e com o orgulho ferido.

No livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie sugere que comecemos a observar se nós temos esse hábito e nos colocar no lugar do outro. Nós também temos nossos defeitos, não é? Esse autoconhecimento é muito importante e pode ser treinado.

Princípio 2: demonstre sua apreciação pelas pessoas.

Se você quer convencer uma pessoa de fazer algo, você deve despertar o desejo nela. E quer forma melhor de motivar e incentivar alguém do que demonstrando sua apreciação?

Mas atenção! Nada de bajulação. Estamos falando de elogios sinceros.

Princípio 3: atente-se ao objetivo do outro.

Nunca se esqueça de que o que você quer não é necessariamente o que o outro também quer. As pessoas têm objetivos diferentes, então, se você quer convencer alguém, primeiramente, coloque-se no lugar dele.

Como fazer com que os outros gostem de você

Princípio 1: demonstre interesse.

Esse primeiro princípio parece simples, mas muitos o deixam de lado. Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie afirma que se você quer que os outros gostem de você, você deve mostrar que faz questão deles também. Inclusive, sem deixar de lado os “menos importantes”.

Cumprimente todos e olhe nos olhos.

Princípio 2: sorria, você está sendo observado.

Afinal, um sorriso não custa nada a ninguém e deixa todos à sua volta mais felizes. Isso sem contar que uma pessoa que demonstra felicidade acaba se sentindo mais feliz também. Pode experimentar!

Princípio 3: lembre-se dos nomes.

Já reparou que a palavra mais bonita para nossos ouvidos é o nosso próprio nome? Pois é. E isso vale para todos! Se você quer conquistar as pessoas, chame-as pelo nome sempre que possível.

Princípio 4: saiba ouvir e demonstrar interesse pelo que os outros têm a dizer.

Se couber, faça perguntas e ouça atentamente a resposta. Nunca interrompa.

Princípio 5: procure saber sobre os interesses do outro.

Isso é essencial para que, em uma conversa, você possa abordar esses assuntos e garantir a atenção do outro. Além de uma boa conversa, você aprenderá sobre novos temas.

Princípio 6: faça com que o outro se sinta importante.

No livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie nos alerta que é bem comum as pessoas se sentirem superiores umas às outras. Portanto, para mostrar que você não é assim, abuse das palavrinhas mágicas, seja generoso e elogie.

Como convencer os outros

Princípio 1: evite discussões.

Como bem disse Dale Carnegie, a única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a.

Uma pessoa que perde uma discussão nunca é realmente convencida e influenciada por você. Além, claro, do ressentimento gerado. Isso não é nada bom. Lembre-se de que “quando um não quer, dois não brigam”. Em último caso, se surgir uma discussão, ouça o outro lado e admita que você pode estar errado.

Princípio 2: nunca diga ao outro que ele está errado.

Pegando um gancho no princípio anterior, as pessoas não gostam de saber que estão erradas, muito menos gostam de ser apontadas pelo erro.

Se você discorda de uma opinião alheia, só exponha o seu lado se o outro realmente quiser saber sua opinião. E, ainda assim, faça de maneira sutil, dizendo algo como “posso estar errado, mas eu penso diferente de você”.

Princípio 3: exponha seus erros.

Nem sempre você está certo, não é mesmo? E, ao perceber o erro, a tendência de muitos é se justificar. Não caia nessa! Seja honesto consigo mesmo e com os outros.

Princípio 4: não imponha, seja amigo.

Dale Carnegie acredita que a gentileza e a amizade são sempre mais fortes do que a própria força. Ou seja, não tente impor nada. Quando você se mostra uma pessoa amiga e sincera, as pessoas tendem a concordar com você e cooperar.

Princípio 5: faça o outro dizer “sim”.

Transformar um “não” em um “sim” é muito difícil. Então, sempre comece uma conversa com os pontos com os quais você e o outro concordam. Faça as perguntas certas, que naturalmente levam a pessoa a dizer “sim”. Com o encaminhar da conversa, você verá que ficará mais fácil conquistar o outro.

Princípio 6: fale pouco.

Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Dale Carnegie também expõe que quando as pessoas acreditam que estão certas, tendem a falar demais, sempre tentando convencer os outros.

O que nos é proposto é justamente o oposto. Ouça bastante, não discorde e encoraje a pessoa a continuar. Deixe que ela fale até se satisfazer. Só fale de você e de seus feitos se te perguntarem.

Princípio 7: esqueça que a ideia foi sua.

Às vezes, precisamos esquecer quem foi realmente o pai da ideia para focar nos resultados. As pessoas, no geral, valorizam mais as ideias que são delas. Assim, faça suas sugestões, mas deixe que o outro tire suas próprias conclusões. Isso será um estímulo à ação.

Princípio 8: coloque-se no lugar do outro.

Ao se perguntar “como eu reagiria se fosse o outro?”, você começa a entender melhor as motivações dele. Logo, você saberá como dirigir melhor a conversa e se tornará mais fácil ser tolerante e compreensivo.

Isso é a empatia, um dos princípios da inteligência emocional!

Princípio 9: seja solidário.

Todas as pessoas precisam de solidariedade e atenção. Diga sempre “eu entendo” ou “eu também me sinto assim”. Você pode, inclusive, usar isso para transformar uma hostilidade em amizade.

Princípio 10: busque apelar a motivos nobres.

Segundo Carnegie, a maioria das pessoas é honesta e quer honrar seus compromissos. Logo, na maior parte das vezes, as pessoas vão agir favoravelmente se sentirem que você as considera honestas, corretas e justas.

Princípio 11: seja dramático e saiba expor a verdade.

Muitas vezes, falar a verdade não basta. Você deve contá-la de forma vívida, interessante e dramática, para chamar a atenção do outro.

Portanto, aprenda a expor melhor suas ideias, a fim de tocar os corações das pessoas.

Princípio 12: seja desafiador.

Todos nós temos um desejo de conquistar e gostamos de uma competição. Então, se nenhum dos princípios deu certo até agora, lance um desafio.

Como ser líder

Princípio 1: elogie antes de criticar.

Como líder, você com certeza vai passar por inúmeras situações em que terá que fazer críticas construtivas. Uma boa dica nesse caso é começar a conversa com um elogio. Ele funcionará quase que como uma anestésico.

É como disse Ben Horowitz em seu best seller The Hard Things About Hard Things, trata-se da estratégia do “shit sandwich” (isso mesmo, sanduíche de merda). Você começa com um elogio, faz a crítica e depois elogia novamente. Só tome cuidado com executivos maduros. Como o próprio Horowitz explica, eles tendem a encarar esta abordagem como ensaiada e não sincera, por isso ela funciona melhor com colaboradores mais juniores.

Princípio 2: critique indiretamente.

Como é bem sabido, a maior parcela da população tem dificuldades em lidar com críticas. Assim, Carnegie sugere que sejamos mais indiretos no momento da crítica. Uma dica é substituir o “mas” ou o “porém” por “e”. Isso irá gerar uma sensação de desafio.

Princípio 3: comece falando dos seus erros.

Uma maneira de falar com o outro sobre os defeitos dele é começar falando dos seus. Em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, o autor nos sugere que sejamos humildes e mostremos que nós também cometemos erros no passado. O outro ficará bem mais aberto a receber nossas críticas.

Princípio 4: não dê ordens.

O que pode parecer contraditório de início, na verdade, não é. Um líder, claro, precisa delegar funções. Mas o que nos é proposto aqui é, ao invés de dar ordens, fazer perguntas como “o que você acha de fazermos [esforço desejado]?”.

Essa estratégia estimula a criatividade e a proatividade.

Princípio 5: não passe por cima dos sentimentos do outro.

Ao invés de enfatizar a falta de capacidade do outro, enfatize a falta de experiência. É importante que ele não perca a auto-estima.

Princípio 6: incentive para o sucesso.

Mesmo ao menor sinal de progresso, incentive. Isso estimula o outro a progredir mais. Lembra dos elogios que você recebeu ao longo da vida que o fizeram evoluir como pessoa? É exatamente isso.

Princípio 7: dê ao outro uma boa reputação.

Se você tratar o outro dando a ele uma reputação, ele viverá à altura. Para isso, trate-o como se ele tivesse uma habilidade que você quer desenvolver, sempre o estimulando.

Princípio 8: torne as falhas fáceis de serem corrigidas.

Mostre sempre que você confia na capacidade do outro de se desenvolver. Mostre que é fácil corrigir uma falha do outro, de forma que ele não perca a motivação.

Princípio 9 deixe o outro feliz por seguir seus conselhos.

Que tal dar autoridade para quem aceita suas decisões? O reconhecimento estimula o desenvolvimento.

Trechos do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Aqui vão algumas frases do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas que são bem interessantes:

Como fazer amigos e influenciar pessoas na era digital

Essa obra é essencial para quem quer aprimorar suas relações interpessoais. Claro que não dá para imaginar que vai ser tudo mil maravilhas! Os conhecimentos apresentados em Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas funcionam grande parte das vezes e para a grande maioria das pessoas, mas não garantimos 100% de eficácia.

Principalmente na era que estamos vivendo, onde o comportamento das pessoas tem mudado. De acordo com o livro Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital, nós nem sequer vivemos mais na era digital, mas na pós-digital. Para o autor, Walter Longo, essas mudanças estão atingindo o consumo e transformando novamente as relações entre marcas e pessoas, empresas e comunidades, gestores e colaboradores.

Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital

E isso é fato. Não foi atoa que, recentemente, lançaram um complemento à obra de Dale Carnegie: Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas da Era Digital. Um dos grandes ensinamentos dessa obra é complementar ao princípio que diz que devemos falar menos e ouvir mais.

O autor afirma que as pessoas, mais do que nunca, querem ser ouvidas. Por isso há tanta exposição na internet!E como você ja deve saber, as ferramentas web já antecipam e sugerem coisas que possam ser relevantes para você, considerando seus hábitos de navegação. Se antes os algoritmos eram criados para seguir as pessoas, agora eles acompanham o tempo todo o usuário, a fim de aumentar cada vez mais a relevância do que aparece para você.

Encontrar o que você busca ficou muito mais fácil, mas, consequentemente, menos desafiador – e você se lembra que falamos em um dos princípios acima que as pessoas gostam de um desafio e do prazer da conquista, não é?

Além disso, com esse avanço tecnológico, muitas conversas deixaram de ser face a face para se dar por meio de redes sociais. Por um lado, isso torna mais difícil aplicar algumas das técnicas de Carnegie, afinal, por mensagem é muito complicado – para não dizer impossível! – expressar suas emoções.

Por outro lado, as pessoas continuam sensíveis a críticas, carentes de motivação e de boa reputação, interessadas em pessoas honestas e solidárias, e por aí vai… Portanto, aí está uma excelente oportunidade para tentar colocar a mão na massa com os conhecimentos adquiridos aqui! Com o passar do tempo, você vai ganhando experiência e aprimorando a prática. Quando você menos esperar, esses princípios do livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, se tornarão um hábito positivo na sua vida. Você se tornará cada vez melhor em entender, lidar e influenciar as pessoas.

Como fazer amigos e influenciar pessoas

E aí, gostou de aprender como fazer amigos e influenciar as pessoas? Dê um pulinho na plataforma do 12min para ler o microbook completo ou ouvir o audiobook Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas.

Agora, você vai gostar de dar uma lida no nosso post sobre os erros de linguagem corporal. Eles também influenciam muito nos nossos relacionamentos!




Como fazer um bom planejamento de produto

Um planejamento de produto envolve todas as decisões e ações internas que afetam direta e indiretamente o desenvolvimento deste produto. Isso inclui, inclusive, as estratégias de entrada no mercado, ou seja, a apresentação e a comercialização para o consumidor potencial.

Planejamento de produto

Desta forma, os objetivos macros de um planejamento de produto são assegurar que ele seja produzido, que tenha valor para o consumidor potencial e atinja as metas corporativas.

Na etapa interna do planejamento do produto, você deve responder questões como:

  • Quais os recursos serão necessários e quais deles serão priorizados?
  • Quem são os consumidores potenciais?
  • Quais as estratégias de preço e qual a previsão de receita?
  • Qual a meta de clientes e as métricas de acompanhamento a serem utilizadas?
  • Qual o perfil dos fornecedores parceiros no projeto e quem serão eles?

Na outra etapa, que é o planejamento do produto no mercado, as principais perguntas que devem ser colocadas na mesa são:

  • Qual a verba disponível para esse projeto?
  • Que tipo de mídia será usada para apresentar o produto aos clientes potenciais?
  • Quais as ações de marketing para o lançamento? Haverá algum tipo de promoção ou alguma ação mais impactante – Buzz Marketing, Marketing de Guerrilha etc?
  • Como e em que etapa ocorrerão os treinamentos das equipes de vendas e atendimento ao cliente? Qual o tamanho dessa equipe?
  • Como será a integração das equipes de marketing e vendas?

Trabalho contínuo

O planejamento de produto não se esgota na etapa inicial de desenvolvimento. Pelo contrário, ele deve ser monitorado com frequência. Isso porque, a qualquer momento, podem ocorrer mudanças, sejam elas no mercado, na empresa, na concorrência e até mesmo em relação aos clientes.

Isso ocorre, por exemplo, se a empresa decide comercializar o seu produto em outra região ou até mesmo internacionalizar os negócios; ou pensa em estabelecer um novo canal de venda; ou talvez a empresa decida alterar e melhorar os produtos atuais, para aumentar a base de clientes…

Enfim, essas são apenas algumas situações que mostram a necessidade de se manter alerta o tempo todo e promover adaptações no planejamento de produto para se atingir as metas de crescimento da organização.

Assim, para o sucesso do seu planejamento de produto, é imprescindível que haja abertura para ajuste estratégicos sempre que necessário. Sabe o que isso significa? Que um planejamento de produto não tem data de validade. Ou seja, ele nunca termina, porque trata-se de um processo contínuo.

A cultura de planejamento de produtos nas empresas

Planejamento de produto

Toda a empresa, não apenas as equipes diretamente envolvidas, devem ter em mente a importância dos ajustes ao longo do processo, para aceitar as mudanças com naturalidade e não como falhas estratégicas.

Ou seja, a empresa precisa estabelecer uma cultura que trate o planejamento de produto como um processo ininterrupto. Veja algumas estratégias para que isso ocorra:

  • Invista na comunicação consistente, clara e de mão dupla durante todo o processo de desenvolvimento de produtos. Leve os funcionários a entenderem que podem ocorrer alterações em qualquer estágio desse processo. E eles devem ser informados sempre que houver mudanças de planos.
  • Ao apresentar os resultados dos trabalhos ou sugerir alguma estratégia, não apenas jogue na mesa um monte de dados desconectados. Mostre esses números sim, mas faça um resumo coerente e de fácil entendimento, com destaque para as informações mais relevantes.
  • Crie eventos regulares de planejamento de produtos. Com isso, você abre espaço para que todos possam participar, ao mesmo tempo em que libera as informações importantes sobre as atualizações e/ou mudanças de planos.

Como fazer planejamento de produto

1. Crie canais para novas ideias e produtos inovadores

Planejamento de produto

Não importa se as ideias inovadoras vêm de dentro da empresa (gestores, vendedores, TI etc) ou se chegam de fontes externas (como clientes, revendedores etc). O importante é que elas cheguem. E quanto mais, melhor.

2. Faça a seleção das ideias

No momento de captação de ideias, não pode haver censura. Todas elas são bem-vindas. Mas é imprescindível fazer uma triagem detalhada de tudo o que for colocado na mesa para avaliar, selecionar e evoluir com as ideias que apresentam maior potencial para seguirem adiante na linha de produção.

3. Estude o mercado e a concorrência

Você deve estudar o mercado. Uma boa ideia é concentrar-se em pesquisas de pequena escala em tempo real. Se você já tem um empreendimento, que tal treinar um funcionário para perguntar os clientes sobre o seu novo produto? Isso pode ser feito por telefone, e-mail, na hora de uma compra etc.

Estude também a concorrência – use a análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) para comparar seus pontos fortes e fracos e descobrir as vantagens do seu produto em relação aos concorrentes.

4. Desenvolva o conceito de produto

Planejamento de produto

Esse é o momento de transformar uma ideia num conceito. Para isso, deve-se definir as características físicas do produto, vantagens e/ou benefícios, preços, distribuição etc, para se ter uma descrição breve de como o produto atenderá às necessidades dos usuários. Aqui são definidas a publicidade e promoções a serem utilizadas. Faça um texto curto para apresentar um conceito do produto, juntamente com um esboço, diagramas, modelo tridimensional etc.

5. Avalie se o custo é viável

Uma excelente ideia pode não ser executável no momento. Nesse ponto, é imprescindível fazer uma análise de demanda potencial e do custo de comercialização, para saber se há equilíbrio.

6. Considere os recursos disponíveis

Você precisa se assegurar de que o conceito do produto esteja em sintonia com os recursos humanos, tecnológicos e financeiros da empresa.

7. Desenvolva o produto

Essa é a etapa do planejamento de produto em que se transforma um conceito de produto em um produto de conceito. Ou seja, é hora de definir formato, tamanho, peso, cores, embalagem etc. Geralmente, é criado um protótipo em menor escala.

8. Teste o produto

Planejamento de produto

Você tem o protótipo? Então, mãos à obra para experimentar o seu produto em um mundo real. Desta forma, você pode analisar o comportamento do consumidor. Geralmente, as empresas usam a estratégia dos grupos focais para ajustar os seus conceitos de produto.

9. Faça as adaptações

Não vai adiantar se você apenas experimentar o seu produto, avaliar cuidadosamente a reação dos consumidores, mas não tomar uma atitude. Se o produto apresentar uma excelente aceitação, siga adiante. No entanto, é possível que sejam necessárias adaptações ou melhorias. Nesse caso, faça isso antes do lançamento definitivo.

10. Lançamento

Você fez os ajustes necessários. Agora,  dê o pontapé inicial para o ciclo de vida do seu produto. Invista na sua produção em escala, promoção e comercialização. Como foi dito anteriormente, o seu planejamento de produto deve incluir as estratégias de sustentação. Esteja sempre atento e promova adaptações rápidas, se necessário.

Enfim, use o planejamento de produto como um recurso estratégico, impulsionando o sucesso do seu empreendimento.

E vai agora a nossa dica de leitura:

Do Sonho à Realização em 4 Passos – Steve Blank

Planejamento de produto

Neste livro, o autor ajuda empreendedores a descobrirem os problemas do seu negócio, antes que eles tenham grandes custos. Iterações rápidas, feedback do cliente e testar suas ideias cedo: estas são algumas das coisas que você vai aprender aqui. Um livro fantástico para quem vai começar algo novo.

O resumo dessa obra está disponível na plataforma 12MIN. Boa leitura!




Como organizar um setor de sucesso do cliente

Investir no sucesso do cliente é um caminho certo para o crescimento do próprio negócio. Afinal, essa é uma excelente ferramenta para satisfação desse cliente e para mantê-lo com a sua marca.

Sucesso do Cliente

Outro bom motivo para você apostar no sucesso do cliente está na geração de receita. Isso porque, a maior parte da receita de relacionamento com um cliente acontece no pós-venda.

Para alguns especialistas, o setor de sucesso do cliente bem estruturado e que funciona de maneira eficaz é uma das iniciativas mais importantes em todos os tipos de empreendimentos nos dias atuais.

Alguns profissionais acreditam, inclusive, que o setor de sucesso do cliente é o que faz a diferença entre um negócio que está despencando e o outro que comemora um crescimento acelerado.

Mas o que é sucesso do cliente?

Sucesso do cliente, ou Customer Success (CS), é um setor da empresa focado em garantir que todas as pessoas que adquirem o seu produto/serviço tenham os resultados desejados ao usá-lo.

No entanto, sucesso do cliente não se limita a ser apenas um setor. É mais: é também uma forma de pensar que deve permear todas as ações da empresa.

Isso significa que cada funcionário deve atuar sempre com o pensamento no sucesso do cliente.

Como montar uma área de sucesso do cliente na sua empresa

Sucesso do Cliente

Certamente, você já entendeu a importância dessa área não apenas para o crescimento do seu negócio, mas também para sobrevivência dele.

Mas, para garantir o sucesso do cliente no pós-venda, é imprescindível saber quando, por que, onde e como ele está usando o seu produto/serviço.

Assim, um setor eficaz demanda pessoas, tecnologia, monitoramento em tempo real do cliente, uso de métricas e processos focados em resultados.

Monte e treine a equipe

Sua empresa precisa ter gente para cuidar do pós-venda. Se não puder montar uma equipe especialmente para essa tarefa, comece com uma pessoa 100% dedicada ao sucesso do cliente.

Essa pessoa ou o seu time precisam ser treinadas para apoiar o cliente e transformar a experiência dele com a sua marca em algo realmente prazeroso.

É essencial que essa equipe seja proativa, conheça bem os seus produtos/serviços e tenha paciência e boa comunicação para interagir com o cliente, resolver as demandas e aproveitar ao máximo os feedbacks recebidos.

Você pode estar se perguntando qual o porte de empresa que deve implantar um sucesso do cliente? A resposta é: todos.

Equipes menores com funções distintas

Quando o setor de sucesso do cliente começar a se expandir, uma boa dica é dividir o time em pequenos grupos, como por exemplo, por função (consultoria, suporte, onboarding etc).

Isso é fundamental, uma vez  que grupos menores são mais produtivos, fáceis de serem gerenciados e a comunicação entre os integrantes flui de forma rápida e eficaz.

Não existe um número certo de funcionários para cada célula dessa equipe. No entanto, lembre-se da “regra das duas pizzas”, do CEO da Amazon, Jeff Bezos. A ideia é: “nunca reúna um número de pessoas em que duas pizzas não sejam suficientes para alimentar todo o grupo”.

A divisão de funções também é importante para evitar que todo mundo fique fazendo a mesma coisa, ao mesmo tempo. Além disso, a especialização dos funcionários pode gerar rapidez e eficácia no atendimento ao cliente.

Escolha o gerente certo para o seu time

Sucesso do Cliente

O gerente ou diretor é a pessoa responsável para manter o time jogando junto e focado no sucesso do cliente. Algumas características fundamentais desse profissional são: ser sociável, empático, analítico e engajado. Deve saber planejar e ter visão estratégica.

Tenha metas e métricas

É essencial medir os resultados da sua empresa e dos seus clientes regularmente. Mas, como ocorre em todos os setores da organização, o sucesso do cliente também precisa trabalhar com metas. Elas podem ser vinculadas à taxa de cancelamento de serviços ou à satisfação do cliente, por exemplo.

Atenção aos contratos

No momento de pagar por um produto ou serviço, é natural que o consumidor questione se realmente precisa estar colocando dinheiro nisso.

Uma equipe preparada pode mostrar para esse cliente as vantagens dessa aquisição, de maneira que ele se sinta confortável e confiante de que está fazendo a coisa certa.

Adquira um software de sucesso do cliente

Sucesso do Cliente00

Esse software deve conectar-se com outros softwares da empresa, inclusive, com o CRM. Assim, é possível monitorar as atividades do usuário com o produto e as entradas do CRM, mapeando as tendências, fornecendo estatísticas e previsões.

Outra vantagem do software é que ele permite às equipes de sucesso do cliente interações telefônicas, via email, bate-papo e até mesmo presenciais.

Aposte na solução

O seu software de sucesso do cliente deve ser de fato uma plataforma de solução, integrando tecnologia, marketing, vendas, serviços profissionais, treinamento e suporte em um produto de relacionamento para a era SaaS/Cloud.

Desenvolva uma estratégia de sucesso do cliente

O sucesso do cliente deve permear todos os aspectos do seu negócio. Levante todas as informações sobre o cliente, seus hábitos de compra, experiências com a sua marca, relacionando com a sua empresa etc.

Todos os dados levantados devem subsidiar as equipes do setor de sucesso do cliente em todas as suas ações.

Agora que você já sabe da importância de se investir no sucesso do cliente e tem as dicas de como fazer isso, é hora de dar a largada para o crescimento do seu negócio.

E nós temos uma sugestão de leitura para você:

Experiência Inesquecível para o Cliente – Kenneth Blanchard

Um excelente atendimento não significa apenas dar ao cliente o que ele quer. Você precisa criar uma experiência fantástica, com consumidores felizes, a ponto de deixar os seus competidores para trás.

O resumo dessa obra está na plataforma 12MIN. E lá você encontra inúmeros outros títulos e autores famosos que vão ajudá-lo a impulsionar o seu negócio.

Boa leitura!




Tudo o que você precisa saber sobre o mercado B2B

B2B é a sigla para Business to Business, ou seja, um negócio entre empresas. Nesse caso, é preciso adaptar as estratégias de vendas e não cair em tentação de se aplicar as mesmas abordagens B2C (Business to Customer).

A seguir, nós vamos falar um pouco mais sobre o mercado B2B e apresentar algumas dicas para se alcançar o sucesso nas vendas. Vamos lá!

Tipos de negócios B2B

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Existem dois tipos básicos de negócios B2B, que são:

Tipo 1: Quando uma empresa compra produto ou serviço de outra empresa para o próprio uso. É o caso, por exemplo, de uma empresa de eventos que adquire um software de inscrição e controle de participantes. Nesse caso, a organizadora de eventos é uma compradora e consumidora, simultaneamente.

Tipo 2: Quando uma empresa compra produtos de outra empresa para revender ao consumidor final. Por exemplo, os varejistas.

Características das transações

Quando se trata de negócio entre empresas, a quantidade de clientes é menor e eles são mais seletos. No entanto, o volume de vendas é geralmente expressivo.

Veja outras 2 características marcantes do mercado B2B:

  • Ciclo de compra mais longo e complexo, exigindo esforço e determinação, com análises de dados mais apuradas. Existe ainda o fato da tomada de decisão envolver várias pessoas. Fazendo a coisa certa, sua empresa pode comemorar excelentes resultados.
  • Maior probabilidade de novos negócios: apesar da jornada de compra ser maior, uma vez concluída a negociação, são grandes as chances da empresa voltar a comprar de você.

O vendedor no negócio B2B

Manter um relacionamento pessoal, ser cortês e atencioso, apresentar as novidades e promoções, enfim, tudo isso é importante no perfil de um vendedor B2B, mas não basta.

Nesse segmento, o vendedor deve ser um especialistas no negócio do cliente. Somente assim ele conseguirá uma conexão com esse cliente, envolvendo-se no cotidiano dele. E, principalmente, será capaz de apresentar informações relevantes e soluções para os seus problemas ou demandas.

Isso significa que o vendedor precisa agregar valor na percepção do cliente potencial. No entanto, a realidade é bem diferente. Pesquisa divulgada pela Salesforce mostrou que “apenas 20% dos representantes de vendas são vistos como valiosas por seus compradores”.

O CRM (Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente) aparece como um forte aliado, registrando todas as interações realizadas. Assim, o vendedor pode seguir uma trilha que facilitará o contato e a compreensão das necessidades do cliente.

7 dicas para vender mais no B2B

Troque o Cold Call pelas pesquisas

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Um artigo da Harvard Business Review mostrou que 90% dos Prospects de nível C (CEO, CFO, CMO) simplesmente desprezam e não respondem o Cold Call. Desta forma, essa estratégia deixou de ser altamente relevante nas negociações B2B.

No seu lugar, entraram as pesquisas sobre o cliente. Afinal, nos dias atuais, ficou fácil saber se um cliente pode ser convertido em venda, qual o lucro ele pode trazer para sua empresa etc.

Com as pesquisas, você tem em mãos todos os dados necessários para priorizar os clientes potenciais e, assim, valorizar o seu precioso tempo. Lembre-se que, muitas vezes, uma venda é decidida já na coleta de informações. Segundo a Corporate Executive Board, 57% da jornada de compra é concluída antes que o comprador converse com o setor vendas.

Qualifique os leads

Invista o foco, tempo e energia da sua equipe em leads que são mais aptos a se tornarem clientes e, portanto, mais propensos a gerarem bons resultados para a empresa. Alguns especialistas sugerem adotar a abordagem GPCT – Goals (objetivo); Planning (planejamento); Challenge (desafio) e Timeline (linha de tempo) para qualificar os leads.

Evite as primeiras abordagens por telefone

No negócio B2B, uma venda por telefone não é a melhor estratégia. Opte por uma reunião e para otimizar o tempo dos envolvidos, envie um questionário antes para entender melhor os objetivos, as necessidade e/ou problemas do seu cliente. Estude tudo o que puder sobre ele e mostre que você é um especialista no assunto, impressionando-o pela capacidade de realmente apoiá-lo.

Menos agressividade, mais eficiência

Tentar fechar um negócio a todo custo é uma péssima ideia. Nos dias atuais, quando o comprador busca por um produto/serviço ele pesquisa sobre o assunto por conta própria e, na sequência, procura por um vendedor remotamente. Isso ocorre com 71% dos clientes.

Em síntese, para esse pessoal, a primeira etapa do processo de compra é uma referência e, quando é feito o contato com o vendedor, ele já tem as informações básicas sobre o produto/serviço. No entanto, sua empresa ainda precisa convencer o cliente a investir em seu produto.

Então, destacar-se nesse primeiro contato é decisivo para o sucesso das vendas. Evite ser agressivo e aposte em liberar informações relevantes e atuar como um apoiador.

Negociando com pessoas

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O negócio B2B ocorre entre empresa, mas são as pessoas que conduzem as transações. Tenha isso em mente, sempre. Portanto, como já foi mencionado, ser educado, cordial, simpático, numa abordagem consultiva, são tão importantes quanto ser um estrategista.

Esse é um dos motivos pelos quais as empresas investem na excelência profissional das suas equipes. Inclusive, capacitação dos funcionários é uma característica marcante em 48% dos empreendimentos que registram crescimento acelerado.

Aposte nas mídias sociais

Os números são favoráveis. Uma pesquisa publicada pelo LinkedIn mostrou que “75% dos compradores B2B e 84% dos executivos de nível C (CEO, CMO, CFO) e VP (Vice Presidentes) usam as mídias sociais para tomar decisões de compra.

Na outra ponta estão os profissionais de marketing B2B e 54% deles garantem produzir leads de redes sociais. Eles utilizam campanhas de mídia segmentadas em plataformas como Facebook, LinkedIn e Twitter.

O peso das feiras e eventos

As mídias sociais ajudam a vender, mas no mercado B2B são as feiras e eventos as principais fontes de geração de lead. Nesse caso, entre os profissionais de marketing, os dados são mais relevantes. Eles continuam investindo rios de dinheiro nessas interações face a face e 77% afirmam que produzem uma quantidade significativa de leads com essa ferramenta.

Medição de vendas B2B

SPIN Selling - Neil Rackham

Você somente saberá se as suas estratégias de vendas são eficazes ou não se medir os resultados. A medição, inclusive, permite identificar a existência de falhas para corrigi-las o mais rápido possível.

Nos dias atuais, as empresas têm tecnologia como aliada em todo o processo de venda B2B. Estamos falando de software que oferecem as mais valiosas informações, como: principais indicadores de desempenho, custos de aquisição de clientes, tempos de resposta do setor de venda, percentual de aumento das vendas e o valor da vida útil de um cliente etc.

Todas essas informações podem ser usadas pelos setores de vendas e marketing para decisões estratégicas e impulsionarem os resultados.

Crescimento do mercado B2B online

O mercado B2B no Brasil está em expansão, acompanhando a tendência mundial. Segundo a Frost & Sullivan, o mercado B2B online, por exemplo, será duas vezes maior que o B2C, até 2020, movimentando 6,7 trilhões de dólares, com crescimento de 7% ao ano.

Agora, vão aqui duas dicas imperdíveis de leitura para quem deseja ampliar os conhecimentos sobre o mercado B2B.

Receita Previsível – Aaron Ross & Marylou Tyler

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Receita Previsível é a estratégia para levar o seu time a funcionar como uma máquina de vendas milionária, por meio da geração de mais leads e previsibilidade. O sucesso de Aaron e sua equipe na Salesforce colocou essa obra entre os melhores livros de vendas de todos os tempos.

SPIN Selling – Neil Rackham

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SPIN Selling é um método que ajuda você a fazer as perguntas certas na hora de vender. O autor lembra: você tem duas orelhas e uma boca. Use-as na mesma proporção. Esse livro é essencial se você vende para empresas ou vende produtos de alto valor agregado.

Os resumos dessas duas obras estão na plataforma 12MIN.

Boa leitura! E se você curtiu esse post, compartilhe conosco os seus comentários!

 




Conselhos para a Vida que eu Daria para o meu eu de 20 Anos

Existe um ditado que diz assim: “se conselho fosse bom a gente não dava. Vendia.” ESQUEÇA ISSO. Conselhos para a vida, vindos de pessoas experientes, podem nos ajudar. E muito.

Conselhos de vida podem nos auxiliar a otimizar tempo, evitar erros e, consequentemente, melhorar a nossa performance. Seja na vida pessoal ou profissional.

Quantas vezes você não disse para você mesmo: “ah, se eu soubesse disso antes…”?

Se eu soubesse metade do que eu sei hoje, quando eu curtia os meus 20 anos, certamente, muita coisa seria diferente. E melhor.

Infelizmente, eu não posso voltar aos meus 20 anos e aplicar os meus conselhos de vida para o meu próprio crescimento. Mas a minha experiência pode ser válida para os jovens de hoje.

A minha e de milhões de outras pessoas que passaram dos 20, venceram um monte de obstáculos, erraram, acertaram e, hoje, continuam em campo.

e de milhões de outras pessoas que passaram dos 20, venceram um monte de obstáculos, erraram, acertaram e, hoje, continuam em campo.

Aceitar conselhos para a vida não significa fazer tudo igual

Um conselho deve funcionar como uma bússola que nos direciona. Não significa que você precisa segui-lo à risca. Definitivamente, não. Existem caminhos diferentes que levam ao mesmo lugar.

O que você precisa fazer é refletir sobre as suas metas e o que você está fazendo para chegar lá. A partir daí, conselhos de vida podem ajudá-lo a encurtar o caminho ou, simplesmente, eliminar algumas barreiras, por exemplo. Podem tornar o seu percurso mais leve, com momentos de felicidade que vão fazer diferença pelo resto dos seus dias.

Cada fase da nossa vida é única e preciosa. E as coisas que fazemos aqui e agora vão refletir no nosso futuro.

Os 10 conselhos de vida

conselhos de vida

Acredite, os meus conselhos de vida para mim mesmo aos 20 anos saem de graça para você.

Vale a pena ler, analisar e aplicar aquilo que estiver coerente com os seus objetivos e valores. São exatamente as coisas que eu queria ter feito ou que eu gostaria que alguém tivesse me alertado. Vamos lá?

1. Escute e respeite os seus pais e aproveite os momentos em família

Esse é um dos mais valiosos conselhos para a vida. Nossos pais só querem o nosso bem e o nosso sucesso, sem moeda de troca.

Eles sabem muito mais do que podemos imaginar. E eu não estou falando de coisas que aprendemos na escola. Até mesmo porque alguns sequer receberam um diploma de curso superior. Estou me referindo a experiências de vida e valores.

Reserve tempo para ouvi-los de verdade. Abra o seu coração para os conselhos deles. Sabe aquela frase famosa dos nossos pais “cuidado com as suas companhias”? Eles realmente sabem o que estão falando. Más companhias podem lhe render anos de arrependimento.

Por outro lado, existem aqueles que vão ajudar você a crescer como pessoa, vão entrar em sua vida para somar e energizar.

E não perca os encontros de família, não se chateie com os apelidos de infância e com os tios “corujas”. Não se incomode de ouvir sempre as mesmas histórias.

Mais tarde você irá reconhecer que esses momentos não têm preço. A sua família esquisita, que ri alto, que fala todo mundo ao mesmo tempo… Aí está o seu porto seguro. Então, guarde esses conselhos para a vida toda.

2. Siga o seu próprio caminho e faça acontecer

Não viva os sonhos dos outros. Pense no que você quer para você hoje e amanhã também. Faça as coisas acontecerem. Invista em você, em estabelecer os seus objetivos e identificar como fará essa travessia.

Não adianta sonhar alto e não sair do lugar. Use a sua criatividade, o seu potencial e não fique esperando ou se espelhando no vizinho ou no colega de trabalho.

A vida deles pode ser ótima, mas não necessariamente será o que vai fazer você feliz. Reflita sobre isso sempre, afinal, conselhos para vida não têm prazo de validade.

3. Leia todos os dias

A leitura abre nossa mente e amplia o nosso leque de oportunidades. Por meio da leitura, viajamos por lugares que somente a nossa imaginação pode nos levar. Lugares únicos, especiais, enriquecedores.

A leitura ainda amplia o nosso vocabulário, nossa capacidade de expressão e comunicação e, sem dúvida, faz de nós pessoas mais bem informadas.

Pessoas que desenvolvem o hábito de leitura têm mais habilidade para manter o foco nas metas; otimizam o tempo; têm raciocínio mais rápido e uma memória mais aguçada.

Então, leia, leia, leia muito. E leia de tudo. Você não tem dúvida de que esse é um dos melhores conselhos para vida, não é mesmo?

Se você ainda não tem o hábito de ler, corra atrás de recuperar o prejuízo. Nunca será tarde para se aventurar nesse fantástico mundo dos livros. Aqui, no blog, temos alguns posts superinteressantes que podem ser seus aliados. Por exemplo, o guia definitivo para encontrar bons livros e como ler livros online, entre outros.

Além disso, o aplicativo 12min tem uma riquíssima biblioteca de microbooks, nas mais variadas categorias e autores de primeira. Faça a sua assinatura e invista no seu crescimento pessoal e profissional.

4. Conheça lugares e pessoas de diferentes culturas

Viajar é uma maneira gostosa de aprender mais. E não precisa cruzar o oceano e gastar um mar de dinheiro para ter prazer e adquirir conhecimento. Você pode se surpreender com o tanto de boas opções ao seu redor.

Pense em um local que você gostaria de conhecer. Se esse lugar for a cidade ao lado, o planejamento fica fácil. Se não, trabalhe, economize e vá se aventurar. É possível ter experiências incríveis sem ficar falido pelo resto do ano. Tudo depende de planejamento.

Procure conhecer lugares não tão comuns, experiente comidas diferentes, converse com as pessoas do local (os nativos), informe-se sobre a cultura do povo. Enfim, use a viagem para o seu crescimento.

Esse é um dos conselhos para vida do qual você não tem o que reclamar, não é mesmo?

5. Valorize as pessoas

Tecnologia é bom, facilita a nossa vida. Mas as pessoas são um precioso investimento. Cultive amizades, converse com os vizinhos, com os colegas de trabalho, com as pessoas da sua igreja, o jardineiro da sua casa… Trabalhe o seu networking.

Aproveite todas as oportunidades para conhecer pessoas. No ônibus, não corra para a poltrona vazia. Certamente, tem alguém por perto que pode lhe renderá uma boa conversa.

Esse é um dos conselhos para a vida toda e deve ser aplicado em qualquer lugar: supermercado, clube, igreja, escola, empresa…

Mantenha contatos com as pessoas que você conhecer. Não as perca de vista. Mas cuidado para não procurá-las apenas quando você estiver precisando de alguma coisa.

6. Faça trabalho voluntário

Ajudar os outros pode ser tão gratificante para você quanto para a pessoa que você ajuda. Então, anote aí mais um entre os poderosos conselhos para vida.

O trabalho voluntário não é perda de tempo, pelo contrário, pode lhe proporcionar momentos de prazer, felicidade e, até mesmo, mais conhecimento.

É uma oportunidade e tanto de se praticar o amor, o respeito, a empatia, a compaixão, a justiça e a solidariedade. Assim, você exercita a sua capacidade de se entregar e de assumir compromisso com o outro.

Existem empresas que não apenas valorizam, como incentivam o voluntariado. Nesse caso, você ganhará ponto, também, no campo profissional.

7. Permita-se errar

Se você tiver medo de errar, nunca vai arriscar nada. Se não arriscar, não irá muito longe, podendo ficar estagnado, vendo as oportunidades passarem bem no seu nariz.

Errar é natural, no processo de aprendizado. Tanto no campo profissional como, também, pessoal. Você pode errar na escolha da profissão ou na execução de uma tarefa. E você pode errar na seleção dos amigos e até no amor.

O importante é: se não tentar, nunca saberá. E permita-se errar mais enquanto estiver nos seus 20 anos, porque, com o passar do tempo, as cobranças vão ficando maiores.

O que é inaceitável é cometer sempre os mesmos erros. Tente aprender com eles e evoluir. Está um dos conselhos da vida que vale ouro.

8. Nunca pare de estudar. Aprenda, inclusive, novos idiomas

Na lista dos conselhos para a vida, esse também tem um lugar destaque. A dica é: estude sempre. O tempo que você vai investir com aprendizado, dependerá dos seus objetivos. Mas cada minuto fará uma grande diferença no seu futuro.

E sabe aquela aula chata de inglês? Tenha persistência e aprenda um novo idioma. Você vai precisar desse diferencial.

9. Planeje primeiro. Faça depois

Não saia atropelando a todos, quando tiver uma grande ideia. Pare, pense, planeje as suas ações. Prepare as ferramentas adequadas.

Certa vez, Abraham Lincoln disse: “Dê-me seis horas para derrubar uma árvore e eu vou passar as quatro primeiras horas afiando o machado”.

Mas lembre-se  que, nos dias atuais, agilidade é moeda de ouro. Como tudo ocorre rápido demais, você não pode se dar o luxo de ficar planejando algo a vida toda. Caso contrário, poderá perder o “time” ou até mesmo ver a sua ideia ficar obsoleta ou ser colocada em prática por outra pessoa.

10. Aproveite a vida com responsabilidade

Aquela história de que a vida passa rápido e devemos aproveitá-la ao máximo só tem sentido se você unir prazer com responsabilidade.

Atenção a esse conselho de vida, porque toda atitude sua terá consequências e algumas delas podem deixar marcas para sempre. Marcas boas ou marcas ruins.

O certo é pensar nos limites. Até onde você pode ir para garantir, de fato, momentos de prazer e felicidade. Com isso em mente, vá em frente: divirta-se, conheça coisas e pessoas, aprenda a cada momento, arrisque.

Antes de terminar…

Você gostou dos meus conselhos de vida? Pois, tem um conselho que aprendi com meus pais e que a própria vida vem reforçando diariamente: seja educado com todos.

Você só tem a ganhar respeitando as pessoas. Trate-as como você gostaria de ser tratado. Pessoas educadas abrem oportunidades, ganham amigos e até mesmo colaboradores fiéis.

Existem muitos outros valiosíssimos conselhos para a vida disponíveis para você, em diferentes livros. Escolha um dos planos da plataforma do 12min e siga em frente na aventura do aprendizado.

Uma boa forma de começar é lendo/ouvindo este microbook:
O Segredo




Você sabe qual a diferença entre eficiência e eficácia?

Eficiência e eficácia são duas palavras muito comuns no vocabulário empresarial mas que geram uma grande confusão. Várias pessoas não sabem a diferença entre elas e acabam usando-as de forma incorreta.

Então, que tal acabar de vez com essa dúvida?

Diferenças que somam

eficiência e eficácia

Na verdade, apesar de serem palavras parecidas, eficiência e eficácia têm significados completamente diferentes. Por exemplo, quando se produz rapidamente e com recursos limitados, isso significa ser eficiente. Mas quando uma pessoa produz em alto nível, ela é eficaz.

Agora, imagine se a sua empresa junta eficiência e eficácia. É claro que o resultado será altamente positivo. Ou seja, ela terá produtos melhores, por meio de um processo acelerado e economia de recursos.

Assim, as suas estratégias devem ser sempre investir na eficiência em busca da eficácia.

Eficiência e eficácia: o que é melhor?

Quando falamos de eficiência e eficácia não existe melhor e pior. Tudo vai depender do que você quer para o seu negócio. Mas o bom mesmo, como já foi dito, é associar os dois, fazendo isso de forma equilibrada.

Porém, nesse ponto, é importante você ficar atento porque, geralmente, as métricas de gerenciamento são focadas em eficiência. Isso pode levá-lo a menosprezar o quesito eficácia, colocando mais peso em um lado da balança.

A seguir, vamos detalhar sobre eficiência e eficácia para que você possa entender bem o significado de cada uma delas.

O que é eficiência

eficiência e eficácia

Ser eficiente significa alcançar elevada produtividade com os recursos existentes, com o máximo de aproveitamento – de tempo, dinheiro, matérias-primas etc. É ser competente e atuar na solução de problemas antes que seja solicitado.

As decisões que visam, por exemplo, diminuir e/ou eliminar qualquer tipo de desperdício é uma estratégia por mais eficiência. O mesmo ocorre com as iniciativas que buscam otimizar a produtividade.

Uma pessoa pode ser muito eficiente em determinadas áreas e nem tanto em outras. Isso é normal. Um exemplo disso é um profissional eficiente com questões relacionadas ao trabalho e não ter a mesma performance com os estudos.

Eficiência é uma forma de avaliar o desempenho dos funcionários.

Melhorando a eficiência

As pessoas são ineficientes por várias razões. No ambiente corporativo, existem duas principais: elas não sabem como ser eficientes ou não têm o conhecimento e/ou as ferramentas para isso.

Mas como aprimorar a eficiência? Os especialistas dão algumas dicas:

  • promova reuniões entre os gestores e suas equipes para planejar as formas de tornar o trabalho mais eficiente e discutir soluções para as falhas levantadas;
  • entenda a diferença entre urgente e importante e aplique esse conhecimento no seu cotidiano;
  • anote todas as atividades que estiverem sob sua responsabilidade e delegue o que for possível. Tentar fazer tudo sozinho vai colocar você a quilômetros de distância da eficiência.
  • perca o medo da tecnologia e use o que puder como seu aliado. Tudo o que o ajude a fazer o trabalho mais rápido e sem erros deve ser bem-vindo. Torne mais curto o caminho para se alcançar os seus objetivos pessoais e os objetivos organizacionais.
  • adquira o hábito de anotar ou gravar tudo o que precisa ser feito, mas não se esqueça de nenhum detalhe. Você precisa ter controle sobre o seu dia.
  • gerencie o seu tempo, afinal, tempo é dinheiro. Tente ser mais ágil e preciso em suas atividades e valorize cada um dos seus preciosos segundos.
  • controle a ansiedade e você pode fazer isso organizando a sua vida e o seu trabalho. Como? Invista em melhor qualidade de vida, que inclui relaxamento e meditação, alimentação balanceada e controlada, atividade física regular, boas noites de sono etc.

O que é eficácia

eficiência e eficácia

O dicionário define eficácia como “qualidade daquilo que alcança os resultados planejados; característica do que produz os efeitos esperados; capacidade de desenvolver tarefas ou objetivos de modo competente”.

Nas organizações, eficácia foca em alcançar e manter a competitividade no mercado. Ela mostra o grau de excelência de uma atividade que levou ao ponto planejado. A eficácia é medida pelos resultados, por exemplo, índice de satisfação do cliente, otimização da receita, avaliações de desempenho etc.

Assim, ser eficaz é executar tudo o que precisa ser feito, alcançar os objetivos. Por exemplo: as equipes A, B e C cumpriram rigorosamente as suas metas de vendas. Isso quer dizer que todas elas foram eficazes. No entanto, considere que o time A gastou menos tempo. Isso o torna mais eficiente.

Como melhorar a eficácia

  • evite decisões impulsivas, ou seja, pense antes de agir. Por exemplo, se você tem um problema, dedique alguns minutos para refletir sobre o contexto da situação (com um olhar de fora) e sobre as causas (para que se possa atuar na raiz desse problema).
  • recorra a pessoas que têm mais conhecimento e experiência e que estão dispostas a lhe ensinar coisas que você levaria anos para aprender sozinho.
  • busque sempre aprender maneiras eficazes de realizar o seu trabalho e otimizar os resultados.
  • leia, e leia muito. Em especial, procure se aprofundar no tema planejamento estratégico.

As empresas podem melhorar a eficácia dos seus funcionários:

  • com análises detalhadas de desempenho e feedbacks construtivos.
  • fazendo com que cada funcionário entenda claramente como o seu desempenho pessoal afeta a organização como um todo. O jeito de fazer isso é conversando com todos eles.
  • nos processos seletivos, contratando as pessoas certas, de alto desempenho, com as habilidades necessárias para cada setor.

Obviamente que essas são apenas algumas dicas. Se você entendeu a diferença entre eficiência e eficácia, certamente tem em mente excelentes ideias para colocar a sua equipe e a empresa no ritmo do crescimento.

E já que a dica dos especialistas é ler muito sobre planejamento estratégico, seguem aqui duas sugestões de livros que você certamente precisa conhecer:

A Quinta Disciplina – Peter Senge

eficiência e eficácia

Em um mundo cada vez mais competitivo, onde as empresas lutam para criar seus diferenciais e vencer, usando estratégias competitivas acadêmicas, Peter Senge traz uma visão diferente. Para ele, vencerão as “empresas que aprendem”, ou seja, aquelas que são capazes explorar a experiência coletiva e a capacidade das pessoas para ter sucesso em equipe.

Empresas Feitas Para Vencer – Jim Collins

eficiência e eficácia

Feitas para Vencer” é um best-seller que se baseia nos resultados de um estudo conduzido em diversas empresas e apresenta exemplos reais de empreendimentos que saíram do status de medíocres ou até mesmo ruins, para excelentes. Vamos nessa descobrir os segredos das empresas vencedoras?

Os resumos dessas duas obras estão disponíveis na plataforma 12MIN. Boa leitura!

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