A Arte de Fazer Acontecer: conheça o método GTD

Você precisa organizar sua vida, priorizar tarefas e aumentar a produtividade? Getting Things Done (GTD) é a chave para resolver os seus problemas e o livro “A Arte de Fazer Acontecer” vai ensiná-lo como tirar o melhor proveito desse método que tem levado muita gente ao sucesso.

A arte de fazer acontecer

Por meio do GTD, você gastará menos tempo fazendo coisas que precisam ser feitas, para usar as suas preciosas horas com aquilo que deseja realizar. Mas nem tudo são flores. Apesar de valiosa, a ferramenta carrega a fama de ser difícil de ser usada.

Nesse post, vamos falar mais sobre o GTD, com algumas dicas práticas de como aplicá-lo no seu cotidiano. Tudo isso com base no trabalho de David Allen, detalhado no  livro “A Arte de Fazer Acontecer”.

A arte de fazer acontecer e os circuitos abertos

David Allen descreve circuitos abertos como “qualquer coisa atraindo a nossa atenção que não está no seu devido lugar do jeito que está”. Podem ser coisas complexas, como uma meta de “acabar com a fome na África”, ou tão pequenas quanto “colocar um envelope no correio”.

De acordo com “A Arte de Fazer Acontecer”, cada circuito aberto deve ter um lugar próprio, organizado e arquivado. Tudo de maneira que você possa tirá-los da cabeça temporariamente e acessá-los facilmente, quando precisar deles.

A questão principal é que nem sempre as pessoas estão preparadas para controlar os seus circuitos abertos de maneira eficiente.

Deixando as coisas prontas

A arte de fazer acontecer

Foi para ajudar você a lidar com os seus circuitos abertos que Allen criou o GTD – Getting Things Done (“deixando as coisas prontas” ou “concluindo tarefas”).

O método ajuda a pessoa a manter o foco na tarefa atual, eliminando as distrações, que consomem tempo, energia e sugam a produtividade.

Em síntese, GTD é um jeito para organizar e gerenciar suas metas, prioridades e a agenda. E uma das principais vantagens é a facilidade de visualização de tudo o que precisa ser realizado no momento e do que vem pela frente.

Que ferramenta usar

Para aplicar o método GTD, você precisa de uma ferramenta. Ela nada mais é do que o local onde você organizará as suas tarefas, ideias, responsabilidades, planos, enfim, todas as coisas que você não pode esquecer e que estão tirando a sua atenção.

É possível que você já tenha um aplicativo, um bloco de notas ou qualquer outro instrumento para se organizar. Com o GTD, você usará tudo isso de forma mais eficiente.

Não precisa pensar em nada sofisticado. Se você não é familiarizado com aplicativos, não tem problema. Use papel e caneta – post-it notes, bloquinhos, cadernos ou um quadro.

É claro que existem também ferramentas de produtividade online, como Evernote. Você pode usar até mesmo o Inbox, do Google.

O importante é que você faça a opção pelo que melhor lhe atende. O autor do livro “A Arte de Fazer Acontecer”, por exemplo, usa apenas papel e caneta. Ele tem sempre à mão blocos para anotar ideias e comentários, tirando tudo da cabeça.

As etapas do GTD

O método GTD é quebrado em etapas e você deve seguir todas elas para ter sucesso no seu objetivo. Veja como fazer isso corretamente:

ETAPA 1 – CAPTURANDO AS INFORMAÇÕES  

  • Reúna todas as tarefas ou ideias que estão tirando seu foco em uma lista. Para isso, use a ferramenta que você escolheu.
  • As tarefas são as suas atividades do cotidiano e solicitações de colegas de trabalho, amigos e familiares.
  • Toda tarefa planejada deve ir para a sua lista imediatamente e, assim, sair da sua cabeça. Se estiver anotado e de fácil acesso, você não precisará ficar “martelando” o assunto ou gastando energia mais tarde para se lembrar de tudo.
  • A lista precisa ser revisitada constantemente. Tarefas cancelas ou concluídas devem ser apagadas.

ETAPA 2: PROCESSANDO AS INFORMAÇÕES

Por mais que você se esforce, não conseguirá finalizar todas as tarefas e fechar completamente os seus circuitos. Sempre chegarão novas demandas. Você deve estar se perguntando: como fazer então para manter a lista vazia?

Existe um processo simples de limpeza, descrito em “A Arte de Fazer Acontecer” que, segundo o autor, é extremamente eficiente e manterá sua vida em ordem. Siga os passos abaixo:

Passo 1

  • Antes de começar uma nova tarefa, é necessário identificar os itens contidos nela e fazer uma análise criteriosa de cada um. Pergunte-se: o que é isso?
  • Entender o que cada tarefa representa vai ajudá-lo a decidir quais delas são prioritárias para fechar o circuito aberto.

Passo 2

  • Pergunte-se: eu preciso fazer algo com relação a isso? Considere que nem todas as tarefas necessitam ser realizadas. Ou você pode não ser a pessoa ideal para executá-las.
  • Se você perceber que não precisa tomar providência alguma, arquive a tarefa na lixeira. Lá, escolha uma das seguintes opções: “um dia / talvez” ou “referência”.
  • Se a tarefa requer sua atenção, porém, não agora, coloque-a numa lista para ser revisitada no futuro. Use lembrete, inclusive, o automático da sua agenda, com a data de quando a ação precisa ser realizada.
  • Você resolveu o item? Então, pode removê-lo do seu sistema de coleta e fechar (ainda que temporariamente, no caso da atenção futura) o circuito aberto.
  • Se sua lista só possui tarefas que requerem atenção imediata, é hora de ir para o próximo passo.

Passo 3

A arte de fazer acontecer

  • O objetivo aqui é priorizar as atividades e colocar o foco nelas. Pergunte-se: de tudo que tenho na lista, qual é a próxima atividade que devo executar?
  • Se for uma tarefa simples, vá direto para o próximo passo.
  • Em caso de tarefas complexas, geralmente é preciso realizar várias pequenas atividades para se chegar ao objetivo final. Nesses casos, você precisa adicioná-las à uma nova lista chamada “Projetos”.
  • Na lista “Projetos”, quebre a sua tarefa em subtarefas e volte com os mais importantes para a sua lista principal.
  • “A Arte de Fazer Acontecer” reforça que a lista “Projetos” é o consolidado de todos os circuitos abertos que exigem a conclusão de mais de uma tarefa. Veja um exemplo para o projeto “Alugar um apartamento”. Os subitens poderiam ser: “Visitar imobiliárias” / “Escolher apartamentos para visitar” / “Visitar Apartamentos” / “Fazer uma oferta à imobiliária” etc.
  • Se surgirem novas tarefas, como “Encontrar fiador para contrato”, adicione-as à lista do projeto.
  • Concluiu todas as subtarefas? Retire o projeto da lista.

Passo 4

  • Trabalhe em tarefas pequenas, aquelas que podem ser concluídas muito rapidamente. Exemplos: responder uma dúvida de um colega de trabalho, preencher um formulário de pesquisa curto; agendar uma reunião…

Passo 5

  • Delegue o que não lhe compete. Avalie se você é a melhor pessoa para realizar a atividade ou se ela pode ser passada adiante.
  • Atenção: delegar não significa “colocar o abacaxi” nas mãos do outro e esquecer do problema. Nada disso. Você tem que monitorar. Então, agende uma data para checar o progresso da tarefa.
  • Se você optou por executar a tarefa, “A Arte de Fazer Acontecer” orienta colocá-la na sua lista de próximas ações, que é um planejamento pontual. Ele deve ser fechado no início do dia, para que você consiga ser produtivo e fazer o máximo possível.

Passo 6

  • Organize sua lista de próximas ações e volte nela com frequência.
  • As duas formas mais comuns de organizá-la são por contexto e por prioridade.
  • Para organizar por contexto, pergunte-se: onde eu preciso estar para realizar essa tarefa? Pode ser um local físico, como o escritório, sua casa ou o supermercado… Ou pode ser, por exemplo, um horário fixo na agenda, de 8 às 9 da manhã, chamado “Reuniões Internas”. Para cada contexto, crie uma lista de tarefas.
  • Para uma organização por prioridade, pergunte-se: considerando o meu contexto, tempo e energia disponíveis, o que vai me recompensar mais?
    • É importante considerar as tarefas de acordo com seus objetivos em longo prazo.
    • Conheça a Matriz Eisenhower de priorização, que é baseada na urgência e importância das tarefas.

ETAPA 3: EXECUTANDO

Agora que já criou sua lista de próximas ações e as organizou por contexto e prioridade, você está pronto para começar a trabalhar. De acordo com o livro “A Arte de Fazer Acontecer”, você deve:

  • Ficar atento às tarefas marcadas para serem monitoradas (passo 5), porque elas aparecerão em sua agenda. Então, planeje tempo para esse item.
  • Colocar na lista de circuitos abertos, na fase de execução, toda nova tarefa que possa distraí-lo. Reveja essas tarefas posteriormente.

ETAPA 4: ANALISANDO E REVISANDO A ROTINA     

Como priorizar, quanto tudo é prioritário? Muitas vezes, priorizar tarefas pode ser um trabalho muito, mas muito difícil, quando todos os itens da lista parecem ser importantes.

Quando você perceber que sua lista está engordando demais com pequenas tarefas, muitas categorias, prioridades e funções em excesso, é hora de rever os limites e partir para a revisão.

“A Arte de Fazer Acontecer” chama a sua atenção para a necessidade de revisão constante das listas. Existem três revisões essenciais, que devem se tornar hábitos. São elas:

  1. Revisão de contexto, sempre que houver algo novo, verificando a lista de próximas ações. Isso cria o hábito de trabalhar em suas prioridades.
  2. Revisão diária, pelas manhãs, verificando as tarefas que precisam ser executadas nas próximas 24 horas. Faça ajustes, se necessário. Cinco minutos são suficientes.
  3. Revisão semanal da lista de próximas ações e dos circuitos abertos. Aqui, você pode dedicar um pouco mais de tempo – entre 30 minutos e 1h, semanalmente. É o momento de uma avaliação mais detalhada, procurando por qualquer coisa que tenha sido esquecida ou negligenciada.

Mudança de hábito

A arte de fazer acontecer

É essencial aprender a usar o GTD, como ensina o livro “A Arte de Fazer Acontecer”. Mas você deve estar preparado para mudar hábitos do seu cotidiano. Criar novos hábitos é, talvez, a maior barreira para o sucesso desse método de produtividade.

A dica é começar devagar. Dê a largada com passos curtos, mudando um hábito de cada vez. Combata a procrastinação e coloque na sua cabeça que a atividade que você está fazendo no momento, ou que deveria estar executando, é essencial para o seu sucesso.

Como já foi mencionado, escolher uma ferramenta amigável, com a qual você já esteja familiarizado, também ajudará nesses primeiros momentos de adaptação ao novo sistema de GTD.

Se você prefere usar um aplicativo, são muitas as opções disponíveis, focadas em aumentar a produtividade. Você pode contar ainda com o Evernote, que é muito procurado, o Springpad e o Microsoft OneNote – todos multifuncionais e que combinam bem com o GTD.

Entre os aplicativos mais simples, você pode optar pelo GQueues e  Doit.im, ambos compatíveis com Android / iOS / Web, ou qualquer aplicativo de tarefas e notas.

O que não é permitido é ficar parado, vendo a desorganização e a procrastinação consumir o seu tempo e jogando a produtividade ladeira abaixo. E, claro, impedindo você de alcançar o sucesso.

Mãos à obra!

Leia mais

Se você gostou desse post, temos uma boa notícia. O resumo do livro “A Arte de Fazer Acontecer” já está na plataforma 12 Min, em forma de microbook e audio book.

No 12 Min você tem outras obras tão legais como essa. Quer algumas dicas? Anote aí:

O Poder do HábitoCharles Duhhigg

Entender os nossos hábitos é o primeiro passo para sermos capazes de transformar nossas vidas, ampliar a produtividade e os resultados nos negócios.

A arte de fazer acontecer

Foco – Daniel Goleman

A arte de fazer acontecer

Foco é uma habilidade essencial para ser bem-sucedido, produtivo e ter relacionamentos pessoais e profissionais duradouros.

Boa leitura!

Coworking: um mundo de possibilidades para você

Se você é uma pessoa que anseia por conhecimento. É sedento por novas descobertas. E jamais dispensa uma oportunidade de ampliar seu olhar para o mercado de trabalho. O texto de hoje é para você!

Vamos falar dos benefícios dos escritórios compartilhados, os coworkings, e como explorar da melhor forma possível tudo que esses ambientes tem a oferecer. Se você está certo de que esses escritórios se resumem à espaços físicos descolados, temos muito para conversar. Ah, e claro, empreendedores de plantão, fiquem atentos às dicas que daremos por aqui. Tudo que lhe parecer simples demais, precisa ser colocado em prática hoje mesmo.

Vamos lá?

Aprender, empreender, surpreender

Os coworkings são verdadeiras extensões das salas de aulas, afinal, você tem do seu lado um colega de mercado capaz de contribuir para seu desenvolvimento pessoal e profissional. Nesses espaços, diferente das escolas, não temos professores, ou pelo menos não que estejam ali com essa missão. Mas acredite, com outros coworkers você vai aprender na teoria e na prática o sentido de compartilhar ideias, ideais, projetos, experiências, espaço físico, pessoas, e muito mais.

Aprender será uma consequência da convivência. Mas, além disto, a convivência te ajudará a desenvolver seu lado empreendedor. Não importa se você vai empreender num novo negócio, projeto, ou simplesmente, no seu modo de gerir suas tarefas, a questão é que dentro de um coworking você respira empreendedorismo, o que motiva os coworkers a aderirem isto como estilo de vida.

Quando você menos esperar, vai estar empreendendo. Sim, você vai se surpreender com a capacidade de despertar isto internamente. Será um caminho mais ou menos assim: Conviver – Aprender – Empreender – Surpreender (tanto a si mesmo, quanto ao mercado). Parece muito lúdico e fantasioso? Acredite, quem realmente se entrega a experiência acaba por desenvolver expertises antes não imaginada.

Como otimizar sua presença em um Coworking?

Compartilhe seu potencial com os demais coworkers e, mais que isto, esteja de ouvidos atentos aos demais profissionais com os quais irá dividir o ambiente. Perceba a oportunidade que tem de fazer da sua passagem por um escritório compartilhado algo memorável.

Tá, mas como fazer isto?

Achou mesmo que te deixaríamos na mão? Aqui vão algumas dicas:

Grupos de discussão: se reúna com frequência (pode ser semanal, quinzenal, mensal) com pessoas interessadas em assuntos em comum. Ou apenas pessoas interessadas em ver os projetos viverem uma ascenção. Quanto mais vocês conversam, mas ideias e possibilidades surgirão.

Compartilhe conteúdo: Seja via e-book, livros, impressos, etc. A ideia é sugerir uma biblioteca de materiais de interesses gerais, assim, quem leu um livro interessante pode compartilhar com os colegas, assim como materiais digitais, ou até mesmo produzir um novo conteúdo a partir de seus conhecimentos. E não se esqueça de fazer o mesmo também no mundo offline! 😉

Eventos: sugira e participe de eventos realizados no lugar. Workshops são ótimos exemplos de eventos que podem ser realizados internamente, assim os coworkers aprendem uns com os outros. Ah, ainda existe a possibilidade de descobrir novos potenciais.

Frequência no coworking: você não é obrigado a frequentar o escritório compartilhado todos os dias, porém é interessante marcar presença pelo menos uma vez na semana para criar uma rotina junto aos demais profissionais que estão por ali. Não é nenhuma exigência, é só uma forma de estreitar os relacionamentos.

Mente sempre aberta: ao se tornar um coworker você precisa estar com a cabeça aberta para novas possibilidades. Não se prenda a um molde que tenha criado de si mesmo, principalmente sob os aspectos profissionais. Dentro do coworking você deve ser você mesmo, mas também precisa estar livre para absorver novas possibilidades, se redescobrir bom em outras áreas.

Empreender, se reconhecer em novos nichos, novas possibilidades. Estas são algumas possibilidades que a vivência em um coworking pode proporcionar. Tudo, obviamente, vai depender muito do nível de interesse e envolvimento de cada um.

Então, só temos mais uma dica para compartilhar: dedique-se! As recompensas virão.

Ficou curioso para viver essas experiências e conhecer alguns desses espaços? O BeerOrCoffee te ajuda a acessar +400 espaços de coworking em todo Brasil, [encontre aqui] um pertinho de você e teste um dia grátis!

Esperamos te ajudar a construir o trabalho da sua vida!

Até a próxima! 🙂

Equipe BeerOrCoffee

O que é brainstorming e como chegar a essa tempestade de ideias

Está difícil resolver um problema? Ou você precisa de criatividade para iniciar um projeto? Em qualquer situação, saber o que é brainstorming e como aproveitar todos os benefícios dessa ferramenta pode inundar a sua mesa de ideias criativas.

Essa criatividade vem das pessoas que usam todo o seu talento e conhecimento para colaborar. Mas não basta saber o que é brainstorming. Existem técnicas para que se possa explorar o máximo de cada participante, tornando a reunião realmente produtiva.

Venha com a gente e aprenda um pouco mais sobre o que significa brainstorming e como fazer as ideias criativas da sua equipe fluírem a favor do negócio.

O que é brainstorming?

Por décadas, as pessoas recorrem ao brainstorming para estimular a criatividade e gerar ideias. Mas, talvez você ainda esteja se perguntando: afinal o que é brainstorming?

Brainstorming é uma técnica (geralmente, uma dinâmica de grupo) que associa uma abordagem descontraída e informal das pessoas para a solução de problemas. Ela encoraja os participantes a pensarem livremente em ideias sobre uma determinada situação, sem qualquer tipo de julgamento.

No brainstorming, não existe ideia boba, atrasada, engraçada, ruim ou inconveniente. Toda ideia é bem-vinda e tudo o que vem à cabeça deve ser colocado sobre a mesa.

Desta forma, durante a reunião, não se deve criticar, nem tão pouco recompensar ideias. Isso porque, qualquer tipo de avaliação nessa etapa do processo pode funcionar como barreira para a criatividade.

Por que o brainstorming é eficaz?

A formalidade do local de trabalho pode limitar a criatividade. Por outro lado, o brainstorming proporciona um ambiente livre e alegre que estimula a união e participação de um grupo diversificado, enriquecendo assim as ideias geradas.

Outro ponto positivo do brainstorming é o engajamento do time. Como as pessoas participam da solução do problema, elas geralmente se comprometem mais com o resultado.

Portanto, para que o seu brainstorming não se resuma a um amontoado de gente, sem criatividade, é essencial manter esse ambiente descontraído e livre de qualquer tipo de censura e julgamento.

Brainstorming coletivo ou individual?

O que é brainstorming

Ao contrário do que muita gente pensa, um brainstorming não se limita apenas ao trabalho em grupo. Pode ser realizado, também, individualmente. Em determinadas situações ou para algumas pessoas, é esse o modelo mais produtivo.

Mas, o que é brainstorming individual e quando deve ser usado? Como o próprio nome diz, trata-se de trabalhar sozinho, colocando a criatividade pra funcionar, sem se preocupar com a opinião de outros ou nenhum tipo de bloqueio. É mais eficaz quando se busca resolver problemas simples.

Um ponto negativo do brainstorming individual é que, quando se trabalha sozinho, perde-se a chance de debater e até mesmo de se inspirar nas ideias do grupo.

Dicas de como fazer um brainstorming em grupo

Como já mencionamos, saber o que é brainstorming é o primeiro passo, mas não o suficiente. O resultado positivo dependerá da preparação da equipe e de outras ações. Veja como fazer:

ETAPA 1 – PREPARAÇÃO

O que é brainstorming

1.1 Prepare o ambiente

O ambiente da reunião deve ser um aliado do grupo na geração de ideias. Assim, o brainstorming deve acontecer em um local agradável, confortável, bem iluminado e com temperatura adequada. Garanta que você tenha todas as ferramentas e recursos necessários para conduzir os trabalhos.

1.2. Defina quem serão os participantes

Colocar frente a frente várias pessoas que pensam do mesmo jeito, provavelmente, não resultará e ideias criativas e originais. O ideal é montar um grupo diversificado, com gente de várias áreas, com conhecimentos, habilidades e pensamentos diferentes.

1.3. Prepare sua equipe

O fato do ambiente ser descontraído e não haver barreiras para a criatividade não significa que os participantes não devam ser preparados. Não é assim que funciona. As pessoas devem receber alguma informação sobre o objetivo do encontro. No entanto, não exagere, porque o excesso de informações pode bloquear a criatividade.

ETAPA 2 – CONDUÇÃO DO BRAINSTORMING

2.1. O problema

Os participantes já têm uma noção do papel de cada um. Fale com eles sobre o problema a ser resolvido e deixe claro que o objetivo é levantar o máximo de ideias possíveis. E apresente as regras do jogo.

2.2. Deixe a chuva cair

Reserve tempo para que as pessoas escrevam tudo o que vem à cabeça. Permita que elas soltem a imaginação. Se alguém precisar andar ou sentar em outro local, não tem problema.

ETAPA 3 – DISCUSSÕES

O que é brainstorming

3.1 Eleja a pessoa que vai anotar as ideias

Defina uma pessoa para anotar as ideias apresentadas pelo grupo. Use flip chat ou um quadro para colocar tudo em local visível.

3.2 Apresentação das ideias

Peça que todos compartilhem suas ideias, dando a cada um a oportunidade de colaborar. Lembre-se da regra de ouro de um brainstorming: nada de julgamentos ou censuras. Tudo o que for apresentado é importante.

3.3 Debate

Depois que todos compartilharem suas ideias, inicie uma discussão com o grupo para se desenvolver novas ideias em cima do que foi apresentado. Uma coisa que alguém disse pode inspirar outro integrante, criando-se assim uma boa ideia. Essa é uma etapa valiosa.

Um ponto de atenção: apesar de ser uma reunião de trabalho, permita um ambiente informal e descontraído.

A hora da decisão

Nenhuma decisão será tomada numa sessão de brainstorming. As ideias apresentadas serão classificadas. Essa não é uma tarefa fácil, mas existem ferramentas específicas que ajudam nesse trabalho. Por exemplo:

  • Diagramas de Afinidades – para organizar idéias em temas comuns.
  • Análise da Matriz de Decisão e Análise da Comparação Pareada – ajudam a escolher entre diferentes opções.
  • Seis Chapéus do Pensamento – para analisar idéias de diferentes perspectivas.
  • Contagem de Borda Modificada – para escolher entre as opções, especialmente quando as diferenças são bastante subjetivas.

Fui convidado para um brainstorming. E agora?

O que é brainstorming

É claro que todo mundo quer dar o melhor numa sessão de brainstorming. E isso pode gerar ansiedade em algumas pessoas. Então, se você quer ficar bem na fita, que tal de preparar para esse momento? Veja o que você pode fazer:

  • Entenda o que é brainstorming e como essa ferramenta funciona.
  • Lembre- se: se você foi convidado, é porque tem algo a contribuir. Você já provou isso antes, então, apenas esteja disposto a dar o seu melhor. Você não está indo para uma entrevista de emprego e nem para uma competição de quem sabe mais.
  • Se você se sentir mais confortável, faça um pequeno brainstorming individual. Busque inspiração – que tal pesquisar um pouco sobre o que vem sendo feito em outras organizações? Use o amigo Google nessas buscas. Alguma coisa que você fez no passado pode ser útil de novo? Mas saiba que isso não é realmente necessário. Cuidado para que o excesso de informação não bloqueie a sua criatividade.

Você curtiu esse post? Quer saber mais sobre como despertar a sua criatividade? A equipe da 12 Min tem uma sugestão de leitura fantástica.

Criatividade S/A – Ed Catmull

O que é brainstorming

Esse é manual para desenvolver a criatividade e originalidade e um acesso à mente do criador dos Estúdios Pixar. Um livro sobre como construir e desenvolver uma cultura de criatividade e também uma coleção de ideias sobre como despertar e manter sua criatividade e de sua equipe e vencer os problemas advindos da falta dela.

Boa leitura!

 

33 estratégias de guerra: aprenda sobre o livro

Agilidade, equilíbrio e calma são palavras de ordem nos momentos difíceis. Seja na vida pessoal ou profissional. Muitas vezes, é duro contornar um problema. Nesses casos, o livro “33 Estratégias de Guerra” recomenda adotar uma estratégia revolucionária, como solução para quem almeja a vitória.

33 estratégias de guerra

O autor Robert Greene define estratégia como a arte de olhar para além da batalha e prevê o que vem pela frente. Segundo ele, é preciso concentrar-se no objetivo final e armar as tramas para se chegar lá com sucesso.

O livro estratégias de guerra de Greene apresenta inúmeras situações históricas, políticas, filosóficas e religiosas para exemplificar cada item. São subterfúgios ofensivos e defensivos que funcionaram e continuam valendo como armas eficazes em qualquer situação.

Conheça as 33 estratégias de guerra

1: A estratégia da polaridade

33 estratégias de guerra

Declare guerra contra seus inimigos. E a primeira coisa a fazer é avaliar e conhecer o cenário e os seus oponentes: os internos e os externos.

Primeiro, é preciso vencer as próprias dificuldades, como fez Xenophon, na luta contra os persas, em 401 a.C.

O exemplo de inimigo externo vem com Margaret Thatcher, que sempre agiu de maneira implacável frente às oposições.

2: A estratégia da guerra na mente

Não lute a última guerra. Até mesmo as estratégias mais bem estruturadas têm data de validade. Então, mantenha suas táticas modernas.

O  livro “33 Estratégias de Guerra” cita um exemplo bem-sucedido de 1605, com o samurai Miyamoto Musashi. Ele desenvolveu um padrão de luta para cada duelo, mas sempre mudava suas táticas para confundir seus oponentes.

3: A estratégia do contrapeso

Em meio à confusão, não perca sua presença de mente. Mantenha o foco, objetivos e confiança. Você precisará disso para vencer suas batalhas de maneira implacável.

Um exemplo histórico de tática agressiva ocorreu em 1801. Lord Nelson lançou mão da confiança e liderança e, desobedecendo seu superior Sir Hyde Parker, derrotou a marinha dinamarquesa.

4: A estratégia “death-ground”

Crie um senso de urgência e desespero. Quando a escolha está entre a vida e a morte, as pessoas lutam com mais garra. Afinal, elas não têm nada a perder.

A quase execução de Fiódor Dostoiévski o ajudou a fazer cada trabalho como se fosse o último. O livro “33 Estratégias de Guerra” lembra que a experiência intimista com sua mortalidade o permitiu vencer as dificuldades da vida.

5: A estratégia do comando e controle

33 estratégias de guerra

Evite a ideia do pensamento em grupo. Você deve estar no comando, mas busque o equilíbrio: não seja muito autoritário, nem muito fraco.

Durante sua carreira, o general George Marshall definiu um conjunto de protegidos, ensinando-lhes sua filosofia de comando, o que lhe permitiu confiar nas ações dos seus subordinados. Marshall sabia que eles agiriam de acordo com seu estilo e crenças.

6: A estratégia do caos controlado

Segmente suas forças. Unidades menores são mais ágeis, móveis e têm mais habilidade – garante o autor de “33 Estratégias de Guerra”.

Napoleão usou essa estratégia em 1805, quando estava sendo atacado pelas tropas austríacas comandadas por Karl Mack.

Napoleão dividiu suas tropas e forneceu a elas instruções específicas. Assim, cercou as tropas austríacas, que se renderam na Batalha de Ulm, com pouca luta.

7: As estratégias morais

Transforme sua guerra em uma cruzada. As 33 estratégias de guerra sugerem respeitar suas tropa e ser um líder que:

  1. lute por uma causa;
  2. lidere pelo exemplo;
  3. foque na estratégia do time e evite a ociosidade;
  4. alimente as emoções para alimentar a causa;
  5. recompense e puna com moderação, mas deixe que o time saiba das possibilidades;
  6. construa uma história para o time e crie conexões; remova o desafeto.

8: A estratégia da economia perfeita

33 estratégias de guerra

Lute de maneira econômica, conservando todos os seus ativos. Conheça suas forças e as utilize para enfraquecer o outro lado – militarmente, financeiramente e moralmente.

A Rainha Elizabeth I deu um ótimo exemplo de como explorar os pontos fortes e fracos. Ela subiu ao trono da Inglaterra em 1558, na época em que o país era uma potência militar secundária.

Contrariando seus conselheiros, ela esperou e não se casou com Philip II, da Espanha. Ao invés disso, procurou por maneiras mais sutis de prejudicá-lo. Ela se alistou na marinha real, executando ataques piratas nos navios dele.

Além disso, usou outras técnicas menos convencionais para destruir a Armada Espanhola. A rainha Elizabeth I escolheu cuidadosamente suas batalhas para conservar seus recursos e mostrar sua força superior.

9: A estratégia do contra-ataque

Tenha paciência e espere. Faça com que seu inimigo se mexa primeiro. Assim, você poderá analisar a estratégia dele e contra-atacar, com base nas fraquezas reveladas.

Um exemplo brilhante ocorreu na campanha presidencial americana de 1944. Na tentativa de eleger Thomas Dewey, o Partido Republicano fez inúmeras declarações falsas sobre Franklin Roosevelt.

Ele esperou e não respondeu, até que o dia que que os oponentes comentaram sobre seu cachorro. Roosevelt, então, fez um discurso satírico, defendendo o cachorro e, claro, humilhando Dewey.

10: As estratégias de dissuasão

33 estratégias de guerra

Crie uma presença ameaçadora. Faça as pessoas pensarem que irão perder e blefe se necessário. As pessoas gostam de uma vitória fácil e não vão atacar se acharem que perderão.

Segundo o livro 33 Estratégias de Guerra, você deve usar a estratégia da intimidação:

  1. faça manobras ousadas e blefe;
  2. seja uma ameaça, faça movimentos repentinos, indique agressão;
  3. mova de maneira irracional, seja imprevisível, aja com loucura;
  4. alimente a paranoia do seu oponente, indicando capacidades assustadoras;
  5. mantenha uma reputação ruim, não negocie e seja mau.

11: A estratégia da falta de engajamento

Bater em retirada, quando o seu oponente sabe que você pode lutar, vai provocá-lo e aumentar as chances de alguma atitude irracional por parte dele.

O partido nacionalista de Chiang Kai-shek forçou a retirada do partido comunista de Mao Tsetung, nas fases iniciais da Guerra Civil Chinesa. Essa atitude fortaleceu o apoio aos comunistas, unindo os camponeses. Em 1949, os comunistas derrotaram os nacionalistas.

12: A grande estratégia

Perca as batalhas, mas vença a guerra. Para isso, tenha um plano maior. Olhe além do horizonte do oponente.

Em 1968, durante a Guerra do Vietnam, Von Nguyen Giap executou uma ofensiva em todo o país, durante um feriado. Embora tenha batido em retirada, a ofensiva confundiu os exércitos americano e vietnamita do Sul e enganou a mídia americana.

13: A estratégia da inteligência

33 estratégias de guerra

Conheça seu inimigo. Entenda como ele pensa, conheça as jogadas dele, mas não permita que as suas estratégias sejam conhecidas.

A invasão britânica no Afeganistão, liderada por Lord Auckland, em 1838, tinha como objetivo destituir o líder Dost Mohammad Khan. O maior erro de Auckland, segundo o livro “33 Estratégias de Guerra”, foi não conhecer os afegãos e nem a cultura deles. Pagou com a própria morte e o retorno de Dost Mohammad ao poder.

14: A estratégia Blitzkrieg

Resistência com velocidade. Faça um começo lento e metódico. Depois siga com um ataque bem planejado e movimentos rápidos e certeiros.

Nessa estratégia, Genghis Khan é um exemplo histórico, quando ele atacou e derrotou o poderoso Muhammad II de Khwarezm, em 1218. Khan começou com uma série pequenas ofensivas, que mais pareciam derrotas. Na sequência, começou ataques mais sérios e rápidos para derrotar Muhammad II.

15: Estratégias de força

Controle a dinâmica e a mente do seu oponente. Seja assertivo. Faça com que se movam em seu território.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Rommel usou unidades menores nos desertos do Norte da África para vencer os britânicos.

Rommel mantinha suas unidades em movimento, como navios no mar, reduzindo a capacidade de atacá-los. Muitas vezes, ele cavalgava com a linha de frente para diminuir a cadeia de informação.

16: A estratégia do centro de gravidade

33 estratégias de guerra

Ataque o ponto central, onde realmente “dói”. Seja ele o centro de comando, linhas de suprimento, sistema de crença… Capture e destrua seu oponente.

Em 209 a.C., Publius Scipio atacou e capturou New Carthage, o principal ponto de abastecimento de Hannibal na capital da Espanha. Isso prejudicou as rotas de abastecimento de Hannibal. Scipio chegou, então, a Carthage em 204 a.C., retirando Hannibal da Itália.

17: A estratégia de divisão e conquista

Derrote o oponente com os detalhes. Observe as partes e determine como controlá-las, criando conflitos e se aproveitando deles.

Em 490 a.C., os persas planejaram um ataque à Atenas e chegaram a 24 milhas ao norte da região. Os gregos viajaram para o norte, bloqueando a passagem entre as áreas. Os persas dividiram suas tropas de noite e atacaram Atenas pelo mar. Os gregos atacaram as tropas na Batalha de Maratona e correram para Atenas para evitar que os persas desembarcassem.

18: A estratégia de conversão

33 estratégias de guerra

Atraia seu oponente para um ataque frontal, faça com que ele fique vulnerável e, numa distração, ataque os pontos fracos dele.

O exemplo histórico narra a tentativa de Baron Joseph Alvinczyde retirar os franceses de Verona, em 1795. A ação foi impedida por Napoleão, na Batalha de Arcola, que expôs as fraquezas do inimigo, derrotando-o.

19: A estratégia de aniquilação

Use charme e lisonjas para envolver e atrair o inimigo. Mantenha uma pressão constante para forçá-lo a baixar a guarda.

Em 1778, os britânicos queriam absorver os territórios Zulus. Na batalha de Isandlwana, os Zulus usaram seus conhecimentos sobre o território, surpreenderam e derrotaram os britânicos.

20: A estratégia da foice

Direcione o seu oponente para suas fraquezas. Faça jogadas calculadas. Isso vai permitir o controle da situação, confundindo e cansando o adversário.

Em 1800, quase todos os planos de Napoleão para vencer o exército austríaco na Itália falharam. O livro “33 Estratégias de Guerra” relembra que Napoleão investiu em planos alternativos e, então, derrotou os adversários, em Morengo.

21: A estratégia da guerra diplomática

Negocie enquanto avança e não ceda a pressões. Siga em frente, orienta o livro As 33 Estratégias de Guerra.

O exemplo histórico cita Philip II, da Macedônia. Quando assumiu o poder em 359 a.C, a cidade de Atenas não o apoiava, mas ele continuou a fazer promessas de paz, aumentando cada vez mais o seu império.

22: A estratégia de saída

Saiba quando for derrotado e, então, acabe com a guerra. Isso diminuirá as suas perdas. Saiba como ganhar com honra e traga um final positivo para a batalha, reduzindo seus oponentes no futuro.

Lyndon Johnson enfrentou uma batalha acirrada para o 10º assento do congresso do Texas, em 1937. Passada a eleição, ele agradeceu seus oponentes, conseguindo aliança bem-sucedida com eles.

23: A estratégia de engano

33 estratégias de guerra

Misture fato e ficção. O engano é uma arte antiga e inestimável, quando você precisa evitar que seja vigiado. A desinformação pode consumir o seu oponente.

A invasão da Normandia, na Segunda Guerra Mundial, foi precedida por um engenhoso plano dos aliados para enganar os adversários e comprometer a capacidade de decisão de Hitler, quando a invasão real começou.

24: A estratégia do comum-extraordinário

Utilize o caminho da expectativa baixa e surpreenda. Se você é sempre calmo, seja radical.

Em 1962, Cassius Clay desafiou o campeão de peso-pesado do box, Sonny Liston. O comportamento pouco ortodoxo de Clay foi uma grande vantagem dele na luta, porque seu oponente não tinha ideia do que esperar.

25: A estratégia de justiça

33 estratégias de guerra

Ocupe o ponto alto da moral. Justifique sua causa de maneira correta e mostre o lado egoísta do seu oponente. Apresente-se como o oprimido.

Para concluir a obra da Basílica de São Pedro, o papa Leo X começou a vender indulgências. O teólogo alemão Martin Luther condenou as práticas, alegando que somente Deus podia perdoar os pecados humanos. Esse esforço de Martin Luther foi o início das tradições protestantes e luteranas.

26: A estratégia do vazio

Remova qualquer alvo que você tenha para seu oponente. Sem alvo, ele se frustrará, aumentando a chance de cometer erros.

Quando invadiu a Rússia, em 1812, Napoleão se deparou com um exército adversário recuado e que não impôs resistência. A retirada das tropas deixou para trás cidades destruídas e nenhuma comida.

27: A estratégia da aliança

33 estratégias de guerra

Pareça trabalhar pelo interesse dos outros, enquanto busca os seus interesses próprios. Faça o que for necessário para esconder a natureza temporária do seu negócio.

Em 33 Estratégias de Guerra, o autor cita o exemplo de um aliado perfeito. Em 1467, Charles I expandiu seu império formando uma aliança com Edward IV, da Inglaterra, para atacar a França de Louis XI. Mas o rei francês descobriu a trama e se uniu a Edward IV.

28: A estratégia da superioridade

Dê a seus rivais “corda suficiente para se enforcarem”. Prejudique a reputação deles, mas não deixe que ninguém saiba do seu envolvimento. Mantenha as “mão limpas”.

Na luta pela nomeação republicana, em 1988, a equipe de H.W. Bush espalhou rumores sobre a esposa do seu oponente Bob Dole. A raiva de Dole chegou à mídia, prejudicando-o fortemente.

29: A estratégia do fato consumado

Avance de pouco em pouco, sem ser percebido por seus rivais. Quando notarem seu crescimento, será tarde demais.

30: A estratégia de comunicação

Invada a mente do seu oponente com palavras. Faça com que ele pense e que tente interpretar o que você quer dizer.

Ao filmar “The 39 steps” em 1935, Alfred Hitchcock trabalhou a mente dos atores Madeleine Carroll e Robert Donat, quando os algemou por horas e fingiu ter perdido a chave. A ideia era fazer com que eles entendessem bem o roteiro.

31: A estratégia da fronteira interna

33 estratégias de guerra

Comece destruindo por dentro. Infiltre no campo do seu oponente e, uma vez lá, ataque ou mostre suas intenções. Assuma o controle devagar.

Um dos exemplos históricos é de dominação amigável. Em 1929, o criador do Manifesto Surrealista, André Breton, queria realçar o movimento. Ele acreditava que Salvador Dalí podia ajudá-lo, no entanto, a afinidade de Dali com Hitler e Lenin prejudicou os seus planos. Dalí viajou para Nova York, onde teve uma carreira bem-sucedida e se tornou um sinônimo do surrealismo

32: A estratégia passivo-agressiva

Domine enquanto parece se submeter. Evite a agressividade. Os atos agressivos do inimigo irão beneficiar você.

Para protestar contra o imposto de sal definido pelo Raj britânico, Mahatma Gandhi propôs a marcha de 200 milhas. O governador-geral da Índia, Lord Edward Irwin, ficou aliviado com a aparente ação insignificante e não agiu para impedir a marcha. Mas o protesto atraiu milhares de pessoas. Gandhi escolheu o seus passos sabiamente – benigno para os britânicos e pungente para os índios.

33: A estratégia da reação em cadeia

33 estratégias de guerra

Promova o caos e a quebra de confiança, espalhando incerteza e pânico. O que já foi seguro, agora é incerto.

A anatomia do pânico. Em 1092, a morte de Nizam al-Mulk foi vista primeiro como uma represália pela tentativa de suprimir o crescimento da seita Nizari Ismaili. Os Nizari, um grupo secreto, havia desenvolvido um novo método de revolta, em que os assassinos surgiam de uma multidão calma e matavam seus alvos com uma adaga.

Se você curtiu as 33 estratégias de guerra, que tal conhecer outra obra de sucesso do autor:  As 48 Leis do Poder. Você precisa entender essas técnicas de Greene para se proteger daquele colega que busca o poder a qualquer custo.

33 estratégias de guerra

O resumo desse livro está disponível na plataforma 12MIN.

Boa leitura!

 

Como ser mais comunicativo no trabalho?

Habilidade de comunicação é uma qualidade valiosíssima no ambiente empresarial, seja você um funcionário, líder ou o dono do empreendimento. Você precisa saber se expressar e se relacionar com as pessoas. Mas como ser mais comunicativo no trabalho sem exagerar na dose?

Essa é uma questão importante, porque muita gente confunde ser comunicativo com ser um tagarela. No trabalho, a ideia não é sair falando pelos cotovelos. Se você fizer isso, vai perder pontos ou invés de somá-los.

O que é ser comunicativo

Comunicativa é aquela pessoa que tem convicção e transmite entusiasmo e confiança quando se relaciona com as pessoas. As mensagens são emitidas de forma eficaz e persuasiva.

O comunicativo geralmente é extrovertido, sabe conversar sobre vários assuntos e tem o dom de atrair a atenção das demais pessoas ao seu redor. Ele contagia e passa segurança.

No entanto, a boa comunicação não se resume às habilidades de usar as palavras. A pessoa comunicativa desenvolve, simultaneamente, uma excelente comunicação não verbal. Ela transmite suas mensagens, também, pelo tom de voz, movimento dos olhos, postura, gestos…

Por tudo isso, na maioria das vezes, as pessoas que se comunicam bem andam sempre de mãos dadas com o sucesso.

Estou fadado ao fracasso?

Se você ainda não se encaixa nesse perfil do comunicativo nota 10, não se desespere. Isso não significa que você fracassou e seu mundo está perdido. Nada disso. Certamente, você tem outras habilidades e competências também essenciais para a organização.

Outra boa notícia é que tudo o que falta para você ser um bom comunicador pode ser adquirido a qualquer momento e aplicado no ambiente de trabalho, em casa, na comunidade… Você só precisa querer e correr atrás.

Características de uma pessoa comunicativa

Como ser mais comunicativo

Se você quer realmente saber como ser uma pessoa mais comunicativa, precisa conhecer as características especiais dessas pessoas, entre elas:

  1. Gostam de fazer amigos e têm prazer de estar entre eles.
  2. São espontâneas, passam energia e não têm medo de parecerem ridículas perante os outros.
  3. Acreditam de fato no que falam – transmitem convicção.
  4. Controlam suas emoções e não saem descontando sua raiva ou decepção nos outros e nem deixam que isso afete a eficácia da comunicação.
  5. Sabem usar a comunicação não verbal a favor delas.

8 dicas de como ser mais comunicativo

Além de desenvolver os comportamentos citados acima, você pode se empenhar ainda mais. Veja as dicas de como ser mais comunicativo no trabalho para cair nas graças dos colegas e do chefe também:

Seja bem informado

Como ser mais comunicativo

Não adianta nada você saber se expressar bem mas não ter o que falar. Então, busque se informar, acompanhe as notícias relevantes, atuais e aquelas que impactam o negócio da sua empresa. Fique por dentro, também, dos assuntos que estão na boca do povo. Se você mostrar que tem conteúdo, vai atrair pessoas para um diálogo. E cuidado com o vocabulário: fuja das gírias, palavrões e piadinhas ofensivas ou constrangedoras.

Abra a guarda

Drible a timidez e permita que os colegas se aproximem de você. Procure participar de trabalhos em equipe. O relacionamento entre pessoas que trabalham juntas geralmente leva a relações sociais, como um happy hour ou mesmo uma roda de conversas nos intervalos. Se você tem dificuldades nesse aspecto, apele para atividades extra-empresa que possam ajudá-lo a se soltar, como dança, teatro, atividades físicas e até mesmo uma terapia. O importante é aumentar a sua autoestima e autoconfiança.

Aprenda a ouvir

Como ser mais comunicativo

A comunicação é uma via de mão dupla. O fato de ser um bom comunicador não significa que só você terá voz. O ideal é abrir oportunidades para troca de ideias e experiências. É importante que todos possam opinar e você deve prestar atenção real no que está sendo dito. Mostre interesse e tenha paciência para esperar a sua vez de falar.

Busque ajuda

Buscar apoio não torna ninguém inferior aos demais. Pelo contrário, demonstrar curiosidade e interesse no aprendizado e desenvolvimento profissional é uma atitude valiosa. Então, não se envergonhe de procurar um colega ou chefe para pedir ajuda.

Seja solícito

Como ser mais comunicativo

Esteja preparado também para o caminho inverso, que é ajudar o colega que estiver precisando. As pessoas se abrem mais com quem se mostra solícito e ficam mais predispostas a iniciarem conversas. Essa atitude lhe dará mais visibilidade na equipe e atrairá as pessoas até você.

Foque no positivo

Reclamar de tudo e de todos, apontar pontos negativos do colegas, criticar o chefe e a empresa… nada disso vai ajudar você. Pelo contrário, o transformará no chato da equipe e afastará as pessoas. Então, deixe o pessimismo em casa e aposte em assuntos agradáveis. Seja simpático e bem-humorado. Desta forma, as pessoas terão prazer em estar ao seu lado.

Aceite as diferenças

Como ser mais comunicativo

Nem todo mundo é igual ou pensa da mesma forma. Os valores e os interesses são diferentes. Respeite isso e não trate as divergências de pensamento como uma questão pessoal. Caso você discorde da opinião do grupo, diga isso de modo gentil. Você pode, inclusive, descobrir que é você quem precisa rever seus conceitos ou mudar o posicionamento sobre um determinado assunto.

Fuja das fofocas

Como ser mais comunicativo

Ser uma pessoa comunicativa não é falar da vida dos outros. Isso é fofoca. E é extremamente prejudicial para o clima entre a equipe. Fofoca gera desconfiança, atritos entre as pessoas e desmotivação. Então, seja discreto em relação ao que você vê e ouve. Muitas vezes, manter a boca fechada é uma excelente estratégia de como ser mais comunicativo no trabalho.

Dica de leitura

Se estar informado é uma das características da pessoa comunicativa, você pode fazer dos livros um forte aliado seu. Neles, você aprende de tudo. Ah, você não tem muito tempo? Ok. Você não é o único.

Pensando nessa galera que adora ler e não tem muito tempo, a plataforma 12Min disponibiliza o resumo das obras mais valiosas para serem lidas em apenas 12 minutos. Existe a versão em audio book também, para você ouvir onde quiser.

E dentro do tema desse post, a equipe da 12MIN tem um sugestão de leitura imperdível pra você.

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

Como ser mais comunicativo

Uma obra espetacular e obrigatória para se desenvolver as habilidades de relacionamentos, sejam eles pessoais ou profissionais. Os conselhos, métodos e as ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas e permanecem completamente atuais.

Você curtiu as nossas dicas de como ser mais comunicativo no trabalho? Coloque-as em prática e aproveite ao máximo os ensinamentos de Carnegie

Hemisférios cerebrais: saiba qual é o lado mais usado pelos empreendedores

Quem nunca ouviu falar dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo e a relação deles com a nossa personalidade? Esse é um tema que já consumiu horas e mais horas de estudos e, certamente, demandará mais pesquisas por parte de cientistas e psicólogos.

Hemisférios cerebrais

As teorias mais populares mostram que cada pessoa utiliza, de maneira dominante, uma das partes do cérebro. Outros estudiosos garantem que essa generalização da função direita/esquerda não é verdadeira e que os dois lados são necessários para executar funções como matemática e linguagem.

As funções dominantes dos hemisférios cerebrais

O que a gente aprende na escola é que os hemisférios cerebrais servem a propósitos diferentes e têm capacidades e funções variadas. Eles impactam diferentemente em nossa personalidade. O lado mais forte determinará se você é mais analítico ou criativo. Veja:

Hemisfério direito

Hemisférios cerebrais

Controla a criatividade, imaginação, intuição e é responsável por expressões artísticas, como dança, pintura, canto etc.

Hemisfério esquerdo

Hemisférios cerebrais

Controla o pensamento lógico e analítico e é responsável pela fala, escrita, leitura e cálculos.

Qual lado é mais importante para o empreendedor

Os estudos recentes apontam que uma mesma pessoa pode desenvolver os dois hemisférios cerebrais. No mundo dos negócios, isso é o ideal.

Para os empreendedores, o pensamento lógico e analítico é essencial para sobrevivência do empreendimento. Mas não é suficiente. Cada dia mais as lideranças empresariais estão dependendo da inteligência emocional para garantirem o envolvimento e engajamento das equipes com as metas e, consequentemente, com o sucesso dos projetos.

Pesquisas com empreendedores comprovam que eles vêem trabalhando os seus cérebros de forma diferente do convencional. Eles usam os dois hemisférios cerebrais ao mesmo tempo, de maneira espontânea.

Hemisférios cerebrais

Assim, os empreendedores tendem a pensar mais com a parte esquerda do cérebro e, na hora de tomar decisões, utilizam o lado direito. Isso porque, ao administrar o próprio negócio, é produtivo pensar de maneira criativa e lógica.

Quando os hemisférios cerebrais atuam juntos, o empreendedor consegue “ouvir” o coração e seguir o cérebro, permitindo que as decisões sejam bem pensadas, sem ter que jogar as emoções para escanteio.

Sem resposta

Por que os empreendedores pensam assim? Os pesquisadores ainda não sabem se eles se lançam no mundo dos negócios pela forma como os seus hemisférios cerebrais estão conectados ou se eles funcionam assim por causa do tipo de decisões que precisam tomar.

Independentemente de não haver uma resposta, os hemisférios cerebrais dos empreendedores seguem trabalhando de maneira diferente – dentro das suas características específicas – mas em conjunto. Isso ocorre na maioria das vezes.

Ninguém duvida, até o momento, que algumas funções cerebrais ocorrem em um lado ou outro do cérebro. No entanto, alguns pesquisadores defendem que é possível treinar-se para, conscientemente, usar os dois hemisférios cerebrais.

Uma coisa é certa: o funcionamento dos hemisférios cerebrais é tema de estudo para muitos anos ainda. E a tendência tem sido tornar a pessoa capaz de usar os dois lados simultaneamente.

Como treinar os hemisférios cerebrais

Alguns estudiosos garantem que você pode aprender a tornar o seu cérebro mais flexível, praticando alguns exercícios para fortalecer o seu lado mais fraco. Assim, você deixa pra trás essa história de que “não sou criativo” ou “ número não é a minha praia”.

Com os exercícios, você coloca os dois hemisférios cerebrais para funcionar de acordo com o papel que você exerce no momento. Por exemplo, se você é uma pessoa muito criativa, pode também desenvolver o seu lado esquerdo para adquirir habilidades de negociações, quando estiver na mesa com um cliente.

Se você quer saber como fazer isso, seguem algumas dicas:

Criativos que querem treinar o lado esquerdo

Hemisférios cerebrais

  • Apele para o quebra-cabeça, palavras cruzadas, cálculos, solução de problemas, trabalho com códigos e programação. Escrever algo com a mão direita também é uma ótima atividade.
  • Respire só por uma narina. Feche a sua narina esquerda e inspire através da narina direita. Faça o mesmo do outro lado. Repita o ciclo algumas vezes.
  • Os criativos tendem a ficar acordados até tarde, trabalhando ou esperando por um insight. Os esquerdistas são madrugadores. Então, como treinar o outro lado? Levante às 6h da manhã, tome um café/chá/suco, faça uma meditação e depois se dedique às tarefas do seu cotidiano. Vá para cama às 22h. Faça isso uma vez por semana.
  • Faça um curso de Excel, mas seja paciente para realmente aprender e vencer o medo dos números. Isso dará uma energizada no seu lado esquerdo.
  • Leia, compreenda e analise documentos jurídicos. Esse exercício, nada fácil, ativará imediatamente o lado esquerdo do cérebro.
  • Crie uma lista de tarefas diárias e outras semanais. Cumpra tudo o que for possível.

Analistas que querem desenvolver o lado direito

Hemisférios cerebrais

  • Faça cursos que despertam a criatividade – dança, canto, arte, meditação, culinária. Ginástica, música, audiolivros e passatempos também ajudam muito.
  • Quebre a rigidez, cantando bem alto. Solte a voz com vontade. Seu hemisfério direito irá ao delírio.
  • Reserve um dia inteiro para não fazer nada além de dormir, comer e assistir TV, de pijama e debaixo de uma coberta.
  • Aqui, você vai esquecer a lista de tarefas e dedicar um fim de semana inteirinho com zero atividade planejada. Deixe o vento te levar. Explore locais diferentes na cidade, visite parques…
  • Mude o visual de vez em quando. Use uma roupa ou acessório colorido e encare a reação das pessoas como algo divertido.

Você curtiu esse post? A equipe da 12 Min tem sugestões de leitura muito legais para você entender cada vez mais o funcionamento do seu cérebro. Anote aí:

Mentes Brilhantes. Mentes Treinadas – Augusto Cury

Hemisférios cerebrais

O autor demonstra a importância de se cultivar um equilíbrio entre a razão e a emoção. Para isso, ele mostra como é o funcionamento da nossa inteligência e a nossa forma de raciocinar e pensar.

Mindset – Carol Dweck

Hemisférios cerebrais

O sucesso não depende unicamente das nossas habilidades ou talentos, mas também da forma como enfrentamos a vida.

Vamos lá colocar os dois lados do nosso cérebro pra funcionar a todo vapor!

Controle financeiro pessoal: aprenda a fazer o seu

Identificar tudo o que entra em seu bolso, somar as despesas e deduzir desse montante, reservando um percentual para emergências e outro para investimentos… Soma, subtração, multiplicação… Parece Matemática pura. Mas o controle financeiro pessoal é, na verdade, muito mais do que isso. Tem tudo a ver, também, com seus hábitos e valores.

O controle financeiro pessoal é necessário, mas para muita gente não é algo simples. No entanto, você pode aprender o segredo para uma vida tranquila hoje e no futuro, mantendo as suas finanças nos trilhos.

A regra de ouro

Controle Financeiro Pessoal

Gaste menos dinheiro do que ganha. Essa é a regra número 1 de um controle financeiro pessoal eficaz. Se o que entra em sua conta bancária todo mês são 3 mil reais e você gasta 4.000 reais, existem aí alguns problemas.

Um desses problemas é uma dívida que não para de crescer. Outro é a falta de reserva para emergências e para planejamento do futuro.

Como fazer o seu controle financeiro pessoal na prática

Você pode até não saber como controlar as suas finanças, mas, certamente, concorda que a maneira como você gasta e investe o seu dinheiro impacta muito na sua qualidade de vida.

Se você quer aprender a cuidar do seu dinheiro e fazê-lo render mais, porém, não sabe por onde começar, seguem aqui algumas dicas. São práticas que os especialistas recomendam para todas as pessoas, inclusive, os marinheiros de primeira viagem. Vamos lá:

1. Orçamento

Controle Financeiro Pessoal

O seu dinheiro simplesmente escorre pelo ralo e desaparece? Você precisa de um controle financeiro pessoal. Um aplicativo para controle de gastos ajuda, mas acredite, aquele modelo básico do Excel pode ser muito útil para começar. Tem gente que faz isso com um caderno e caneta.

O orçamento é a melhor maneira de você fazer o seu controle de gastos pessoais e colocar em prática aquela regra básica de finanças, que é gastar menos do que ganha. Para isso, comece calculando todo dinheiro que entra no seu bolso mensalmente: salário, aluguel, bolsa de estudo…

O passo seguinte é relacionar todas as despesas: aluguel ou prestação da casa, condomínio, financiamento do carro, alimentação, vestuário, entretenimento, água, luz, telefone, gás, empregada doméstica, material de higiene e limpeza, gasolina ou transporte público etc.

Uma dica é criar categorias em sua planilha. Por exemplo: Categoria Despesas da Casa – anote as despesas com água, luz, condomínio, empregada doméstica etc; Categoria Supermercado – anote as despesas com alimentos, higiene pessoal, limpeza; e assim por diante.

A conta entre o que entra e o que sai deve fechar com saldo positivo. Caso contrário, reavalie as suas despesas e veja onde se pode economizar. Faça cortes. Mas faça mesmo.

As formas de orçamento

Algumas pessoas não gostam desse sistema de anotar todas as despesas detalhadamente. Elas preferem dividir o dinheiro em categorias, da seguinte maneira:

  • Custos fixos – 50-60%: inclui todos os gastos mensais que raramente mudam: aluguel, gasolina, luz, água, alimentação, telefone, aluguel, condomínio, plano de saúde, seguro do carro etc. Algumas sofrem pequenas variações, então, pense nisso.
  • Investimentos – 10%: trata-se de como você vai investir o seu dinheiro para que ele cresça com o tempo.
  • Poupança (5-10%): aqui entram as economias para as emergências (conserto do carro, uma viagem de última hora etc) ou para atividades em curto prazo, como férias, uma máquina de lavar, presentes etc.
  • Entretenimento – 20-35%: coloque aqui o que você quiser, como cinema, jantar fora, beber como os amigos etc. É o que os especialistas chamam de “gastos sem culpa”.

Os percentuais acima devem ser ajustados de acordo com os interesses e os planos de vida de cada pessoa. Por exemplo, você pode preferir reduzir as despesas com entretenimento para aumentar a sua poupança.

2. Cartões de crédito

Controle Financeiro Pessoal

Para quem não sabe usar, um cartão de crédito pode ser a porta do inferno. Por outro lado, tem também as suas vantagens. Seja inteligente e aproveite tudo de bom a seu favor. Veja como:

  • A regra número 1 é não usar o crédito do cartão como acréscimo de renda;
  • Evite ao máximo usar o cartão para comprar em prestações. Sempre que puder, pague tudo à vista;
  • Não parcele o pagamento do cartão – pague o valor total dentro do prazo para evitar multas e juros.
  • Se por algum motivo inesperado, você não puder pagar o valor total, tente abater mais que o mínimo.
  • Informe-se sobre os planos de recompensas do seu cartão: dinheiro de volta, milhas aéreas, trocas em compras etc. Mas cuidado para não cair na armadilha de comprar mais para aumentar os seus pontos.

3. Economia para o futuro

Controle Financeiro Pessoal

Quanto mais cedo você começar a economizar, mais reserva terá no futuro. Então, seja rigoroso com aquele dinheiro que você destina no orçamento para investimentos e poupança.

Uma forma de garantir que seu controle financeiro pessoal funcione redondinho é programar uma transferência automática, tão logo você receba o dinheiro. Se deixar pra depois, a grana pode simplesmente desaparecer. E tente aumentar esse valor todos os anos, nem que seja apenas um pouquinho.

Dinheiro gerando dinheiro

Quem nunca ouviu a frase: “dinheiro não nasce no fundo do quintal”. Isso é verdade. Mas o que você provavelmente não sabe é que ele pode render muito enquanto você estiver tocando a sua vida, até mesmo, dormindo. Estamos falando aqui de investimento. Isso não significa apenas abrir uma conta de investimento (o que não é má ideia). Pode ser também um empreendimento ou um curso de MBA, que garantirá um salário maior, entre outros.

Aposentadoria

Pensar na aposentadoria é um bom negócio. No seu controle financeiro pessoal, você deve olhar sempre pra frente e se preparar para ter uma renda, quando não estiver mais trabalhando. Quanto mais cedo começar a se preparar, melhor. Pensar em investimentos de longo prazo geralmente é uma parte difícil. Assim, reexamine seus investimentos sempre que receber aumento de salário.

18 dicas para o seu cotidiano

Controle Financeiro Pessoal

O seu controle financeiro pessoal dependerá de atitudes do dia-a-dia. Não adianta se informar, montar um orçamento, mas não fazer a coisa certa. Veja então algumas dicas:

  1. Cheque seus extratos bancários diariamente, observando se não há cobranças fraudulentas, em duplicidade ou outros erros.
  2. Faça pagamento extra para abater uma dívida. É mais vantajoso fazer isso do que desperdiçar o dinheiro em algo que você não precisa.
  3. Compre um seguro de carro mais barato, então, dedique algum tempo para pesquisar e economizar o seu dinheiro.
  4. Economize dentro de casa, usando lâmpadas mais econômicas, consertando vazamentos de água, apagando as luzes quando não estiver precisando delas etc.
  5. Opte por um plano de celular mais barato. Tem um grande contingente de usuários pagando muito mais do que o necessário, simplesmente porque não faz uma pesquisa sobre preços e serviços oferecidos pelas operadoras.
  6. Busque sempre por cupons ou códigos promocionais antes de comprar qualquer coisa. Estes descontos estão por todos os lados, em todos os segmentos – baixe os aplicativos. Eles são muitos e gratuitos. Mas use-os para economizar e não para gastar mais.
  7. O que não falta é taxa pra gente pagar. Tem taxa pra tudo: conta corrente, investimentos, cartão de crédito, de esgoto, de limpeza pública etc. Certamente, existem algumas que você pode cortar da sua vida. Encontre-as.
  8. Vai ao supermercado? Leve uma lista de compras e evite sair pegando tudo nas prateleiras. Se possível, deixe as crianças em casa. Clique aqui e veja outras dicas. Pesquise antes de sair de casa.
  9. Muita coisa você pode encontrar nas lojas de R$ 1,99 ou lojas populares. Inclui materiais de cozinha, roupas, acessórios etc. Fique de olho..
  10. Vasculhe as últimas faturas do seu cartão de crédito e do seu extrato bancário em busca de despesas ou custos que podem ser eliminados.
  11. Não usa mais? Você pode vender e assim ganhar um dinheiro extra com as suas coisas antigas. Isso vale para roupas, livros, eletrônicos etc.
  12. Ao fazer uma compra, tente usar apenas dinheiro. Essa é uma estratégia para criar barreiras e reduzir os gastos.
  13. Muita coisa que a gente paga pode ser adquirido gratuitamente. Por exemplo: livros e cursos online.
  14. Você realmente precisa de todas as mensalidades que assumiu? Avalie e tente eliminar pelo menos uma delas. Por exemplo, a academia de ginástica que você nunca frequenta; a TV por assinatura com milhões de canais, mas que você não tem tempo de assistir nenhum deles…
  15. Verifique o que é mais barato: cozinhar em casa ou comer fora. Ponha as despesas na ponta do lápis. Isso vai depender da quantidade de pessoas, do tipo de comida, dos preços nas imediações etc.
  16. O filho faz judô, karatê, natação, futebol, aulas particulares de inglês, espanhol mandarim e música… Verifique se ele realmente está tirando proveito de tudo isso ao mesmo tempo. Ou se as aulas particulares, por exemplo, poderiam ser substituídas pelo estudo em grupo.
  17. De vez em quando, substitua atividades de entretenimento pagas por outras 0800. Por exemplo, ao invés de ir para um clube de boliche, opte por um passeio no parque com toda a família.
  18. Proteja os seus dados pessoais na internet e para isso, crie senhas fortes autenticação em dois fatores em todas as suas contas online e telefone.

Invista em aprendizado

Você pode aprender a viver com base em um planejamento financeiro lendo muito e conversando com as pessoas certas. Os erros e acertos dos outros são uma rica lição de aprendizado.

Se você optar pela leitura, existem muitas obras simplesmente fantásticas. A plataforma 12Min disponibiliza o resumo das principais, para serem lidas em apenas 12 minutos cada. Veja algumas sugestões que escolhemos para você:

Os Segredos da Mente Milionária – T. Harv Eker

Controle Financeiro Pessoal

Esse foi o livro mais lido na plataforma 12 Min, no ano passado. O autor explica porque algumas pessoas acumulam riquezas com facilidade e outras vivem no vermelho.

Pai Rico Pai Pobre – Robert Kiyosaki e Sharon L. Lechter

Controle Financeiro Pessoal

Você acredita que para ser rico é preciso receber alto salário? Pois, prepare-se para mudar o seu ponto de vista. O autor desmente esse mito e o leva a refletir sobre sua vida financeira.

Você curtiu esse post? Deixe aqui o seu comentário e compartilhe essas informações com aquele seu amigo que não consegue sair do vermelho.

Descubra a Matriz de Eisenhower e organize-se melhor

Se você precisa melhorar a sua capacidade de decisão, não perca tempo. Vá direto para a Matriz de Eisenhower. Essa metodologia, extremamente eficaz, ajuda a dispersar as nuvens no meio do percurso, permitindo uma visão clara do que é mais importante. Assim, é possível tirar do caminho tudo o que não é relevante para se alcançar um objetivo.

Mas o que é a Matriz de Eisenhower

Matriz de Eisenhower

A Matriz de Eisenhower é uma ferramenta de gerenciamento do tempo, que ajuda a priorizar a sua lista de tarefas de maneira fácil e eficaz. Com ela, você garante que o mais importante não será prejudicado pelas questões inesperadas e urgentes.

Para isso, basta priorizar suas tarefas dentro de cada quadrante para saber onde, quando e quanto tempo demandará cada atividade.

Como é a estrutura da Matriz de Eisenhower

Tudo o que você tem que fazer em sua vida se encaixa em um dos quadrantes da  Matriz de Eisenhower. É uma metodologia simples de ser usada. Conheça os quadrantes:

  • Quadrante 1: tarefas urgentes e importantes – Faça agora
  • Quadrante 2: tarefas não urgentes, mas importantes – Planeje e Agende
  • Quadrante 3: tarefas urgentes e não importantes – Delegue
  • Quadrante 4: tarefas não urgentes e não importantes – Elimine

Nesse post, vamos detalhar um pouco mais cada um desses quadrantes, para que você aprenda de fato a tirar proveito dessa matriz de priorização.

Uma característica interessante da Matriz de Eisenhower é que ela pode ser usada de maneira ampla, por exemplo, definindo as prioridade maiores, mas, também, para os planos diários ou menores.

Urgente versus importante

“O que é importante raramente é urgente, e o que é urgente raramente é importante”. Como presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower, conhecia bem as limitações de tempo. Ele usou isso a seu favor. Faça o mesmo.

Urgentes são as coisas que geram necessidade de resposta, como telefonemas, notícias, e-mails etc. Já as tarefas importantes são aquelas que contribuem para os seus valores, missão e visão em longo prazo.

Parece simples, mas quando se trata do cotidiano, com o monte de atribuições que caem sobre a nossa cabeça, aí fica um pouco mais difícil separar as coisas. É então que entra em campo a Matriz de Eisenhower, com uma estrutura que nos permite tomar decisões assertivas a todo instante.

Quadrante 1 – Urgente e importante

Matriz de Eisenhower

Aqui, estão as tarefas que devem ser feitas imediatamente. 

Em prol da produtividade, pergunte a si mesmo se não está puxando muita coisa para o seu lado, com a finalidade de parecer mais valioso aos olhos da organização e se não está assumindo mais do que é possível. Muitas vezes, o equilíbrio entre o quadrante 1 e 2 é a melhor solução.

Se você usar corretamente a Matriz de Eisenhower, poderá descobrir que muita tarefa urgente não é mais tão urgente e elas podem ser colocadas em segundo ou terceiro plano. Com organização e planejamento do seu tempo, você não terá que fazer nada de última hora.

Quadrante 2: Importante e não urgente

Matriz de Eisenhower

Aqui devem ser colocadas todas as tarefas que você acha que deveria estar fazendo, mas, como elas nunca são urgentes, geralmente ficam esquecidas. São as atividades que geram felicidade, satisfação e sucesso e que, portanto, são importantes para uma pessoa.

O problema é que na hora de priorizar tarefas, nunca sobra tempo para essas atividades. Isso ocorre porque a maioria da pessoas não tem um propósito de vida definido ou porque todas as outras coisas parecem ser mais importantes.

A nossa tendência é desviar a atenção para as coisas urgentes. Mas essas tarefas importantes da vida não podem ser adiadas eternamente. Portanto, decida quando. Uma sugestão é encaixar algumas delas na rotina matinal, assegurando-se de que elas serão executadas antes que o dia fique sobrecarregado demais.

Quadrante 3: Urgente e não importante

Matriz de Eisenhower

É hora de delegar para outras pessoas. Esse quadrante trata de tarefas como atender telefone, responder e-mails e mensagens imediatamente etc. Elas não produzem resultado mensurável e funcionam como distrações que prejudicam a produtividade.

Em outras palavras, são tarefas que precisam de sua atenção agora, mas que não contribuem para atingir suas metas de longo prazo.

Então, ao invés de ficar apagando pequenos incêndios a todo instante, capacite sua equipe, dando-lhe oportunidades de tomar decisões sobre pequenas tarefas. Muitos funcionários usarão isso para ganhar respeito na organização.

Quadrante 4: Não urgente e não importante

Matriz de Eisenhower

Sabe aquelas atividades que sugam o seu tempo e não levam a nada? Pois, é aqui que elas devem entrar. Inclui tudo o que pode ser feito mais tarde, sem nenhum prejuízo para você ou para o seu negócio.

Essas atividades nos fazem desperdiçar o nosso precioso tempo, enquanto poderíamos estar focados no que é urgente e importante. Quer alguns exemplos: checar mensagens do Facebook ou passear pelo Instagram.

Todos concordam que, de vez em quando, precisamos de um “recreio”. Isso é saudável e produtivo. O quarto quadrante não trata disso, mas de coisas que realmente não têm nenhum benefício real.

Você não precisa cortar de vez as tarefas do quarto quadrante. Mas fique atento para que elas não ocupem tempo demais, prejudicando alcançar os seus objetivos. Selecione uma e reserve para ela poucos minutos por semana.

Crie a sua Matriz de Eisenhower

Matriz de Eisenhower

  • Anote todas as tarefas que tomam o seu tempo (o que você realmente faz, não aquilo que gostaria de fazer).
  • Com a sua lista em mãos, anote “Urgente” perto das tarefas que precisam ser executadas imediatamente e “Importante” para o que realmente importa. Alguns itens podem ter as duas marcações ou nenhuma delas.
  • Desenhe sua própria Matriz de Eisenhower, categorizando as suas tarefas, isso é, distribuindo-as nos quatro quadrantes.
  • Para o primeiro quadrante, avalie se uma organização do tempo eliminaria a urgência das tarefas.
  • Identifique todas as tarefas que você quer incluir no segundo quadrante e encontre uma maneira de trabalhar pelo menos três delas em sua rotina diária. Dê atenção a esse item.
  • Analise suas atividades do terceiro quadrante e seja firme para tirar da sua lista todas as tarefas que não somam benefício à sua vida.
  • Certamente você não quer excluir todas as atividades do quarto quadrante. Mas você pode, por exemplo, perceber que está gastando tempo demais checando o Facebook e outras mídias sociais e precisa investir em outras coisas importantes.
  • Depois de categorizar suas tarefas, é necessário priorizá-las dentro de cada quadrante. A dica é usar o calendário.
  • Certifique-se de que você esteja sendo realista ao construir a sua Matriz de Eisenhower. Conheça os seus limites
  • Reserve tempo para relaxar e recuperar as energias.

Continue aprendendo

Gerenciamento de tempo e produtividade são temas que interessam a todas as pessoas. Você pode aprender cada dias mais. Os livros são seus grandes aliados.

A equipe da 12 Min selecionou 2 dicas super legais pra você. Veja:

O Poder do Hábito: Porque Fazemos o Que Fazemos na Vida e Nos Negócios – Charles Duhhigg

Matriz de Eisenhower

Os hábitos fazem parte da fundação das nossas vidas, nossas empresas e são responsáveis por uma grande parte dos resultados que obtemos.

A Arte de Fazer Acontecer – Uma fórmula para estabelecer prioridades e entregar soluções no prazo – Davi Allen

Mesmo pessoas que não são estressadas conscientemente sempre estarão mais relaxadas e produtivas, se aprenderem a focar na sua tarefa atual, sem distrações. Para isso, o autor propõe um método que ele chamou de GTD – Getting Things Done (Deixando as coisas prontas).

Esperamos que você tenha curtido esse post. Deixe aqui o seu comentário. E boa leitura!

[Webinar] Entendendo o Growth Hacking com Bernardo Jaber

Já ouviu falar em growth hacking? Esse termo está em alta e tende a ser cada vez mais abordado, principalmente quando trata-se de empresas inovadoras.

Com a parceria Webinsider + 12min, toda semana lançamos uma webinar com a participação de um empreendedor ou algum nome forte em sua área de atuação. Nesta semana, o bate-papo foi com Bernardo Jaber, Gerente de Marketing da Xerpa e um dos maiores especialistas do Brasil quando se fala em Growth Hacking.

A Xerpa é uma plataforma completa de RH, que surgiu com o intuito de desburocratizar processos e centralizar informações.

Durante a conversa, Bernardo Jaber contou sobre sua trajetória até se tornar um growth hacker e deu dicas de como se especializar na área. Além disso, falamos sobre os desafios implementar a cultura de Growth Hacking em uma empresa e até demos exemplos de growth na prática.

Veja o Webinar Webinsider + 12min Entendendo o Growth Hacking na íntegra:

 

Gostou? Então, deixe seu comentário aqui embaixo e inscreva-se no canal do 12min no YouTube para conferir todos os próximos webinars 🙂

Como fazer uma boa gestão estratégica de pessoas

O capital intelectual de uma empresa é peça fundamental para sua vantagem competitiva e, em alguns casos, até mesmo para sobrevivência do negócio. É por isso que a gestão estratégica de pessoas vem ganhando mais e mais espaço nas organizações.

Assim, tão importante quanto pensar no desempenho financeiro, investimentos e tecnologia, é essencial preocupar-se com quem move a organização. Com uma gestão estratégica de pessoas, é possível desenvolver diferenciais que o concorrente não consegue copiar com tanta facilidade. E as vantagens aparecem nos resultados da empresa.

Mas o que é gestão de pessoas?

gestão estratégica de pessoas

Gerir pessoas significa alinhar as necessidade da organização com as expectativas e desenvolvimento dos funcionários. Tudo isso construído estrategicamente.

A gestão de pessoas nas organizações vem sofrendo mudanças ao longo dos tempos, acompanhando as transformações no mundo dos negócios, a competição acirrada, novas tecnologias e diferentes modelos administrativos. Foi impactada também pelo jeito atual de construir uma carreira.

A cada geração, os jovens chegam no mercado de trabalho com novos valores e novas formas de se relacionar com a organização. É preciso estar atento a essas movimentações para que se adaptar e implantar uma gestão estratégica de pessoas realmente eficaz.

Práticas de gestão estratégica de pessoas

A gestão de pessoas deve identificar o papel de cada um na organização e fazer desse capital humano uma “ferramenta” poderosa de transformação e desenvolvimento.

É claro que o processo não é tão fácil assim, afinal, estamos falando de gente, com diferentes expectativas, emoções e ambições. Mas isso não é impossível. Pelo contrário, muitas empresas estão apostando na gestão estratégica de pessoas como diferencial para sair na frente da concorrência.

Veja aqui algumas práticas comprovadamente eficazes:

Recrutamento e Seleção

gestão estratégica de pessoas

Comece fazendo a coisa certa. É impossível cercar todos os potenciais problemas na contratação. No entanto, você otimiza o seu processo, quando tem clareza sobre as posições que a empresa precisa e sobre as competências essenciais para se ocupar as vagas.

Treinamento e desenvolvimento

Quer ter sucesso nos negócios. Invista nos treinamento das pessoas. Mantenha o seu time sempre atualizado. Pode ser por meio de palestras, workshops, cursos, apoio ao ensino formal, como universidade, mestrado e doutorado etc. Veja isso como investimento e não como despesa.

Comunicação

Não tem como pensar em gestão estratégica de pessoas sem uma comunicação clara entre empresa e funcionários. É essencial que todos saibam onde a organização se encontra e onde quer chegar, em quanto tempo, como pretende fazer isso, especialmente, qual o papel de cada um nessa travessia. O principal resultado será um time comprometido e engajado com as metas corporativas.

Feedback

O ideal é que esse feedback seja de mão dupla. As lideranças devem abrir canais para que as pessoas tenham consciência do desempenho individual e coletivo em relação às expectativas da organização. Isso deve ser realizado com frequência. Outra dica é promover, anualmente, a avaliação anual de desempenho. O outro canal vem no sentido contrário. São os funcionários que vão dizer para o líder como tem sido a atuação dele e o que pode ser feito para melhorar cada vez mais. Nesses casos, o líder precisa ser preparado para ouvir, sem levar as críticas para o lado pessoal, gerando um clima de confiança no setor.

Preparo e envolvimento das lideranças

gestão estratégica de pessoas

Os líderes são o meio pelo qual a empresa se comunica com suas equipes. Daí a importância de todos eles estarem bem alinhados com os objetivos da organização e comprometidos com os resultados, motivando os seus liderados a segui-los rumo ao sucesso. Busque por líderes e não chefes.

Monitoramento

Ofereça aos seus líderes ferramentas que lhes permitam acompanhar o desempenho das pessoas e os indicadores, metas e todas as demais ações sob a responsabilidade deles. Busque pelas ferramentas que melhor se adequam ao seu negócio. O feedback também funciona bem aqui.

Recompensas e reconhecimentos

gestão estratégica de pessoas

Confie em sua equipe e conte com ela para alcançar as metas corporativas. Mas lembre-se de reconhecê-la pelas conquistas. Não é preciso esperar por um grande resultado ou alguma coisa extremamente excepcional para comemorar. Estimule a liderança a valorize os pequenos avanços do dia a dia e a compartilhar todos os méritos com o time. Afinal, cada um tem um papel relevante na organização. As recompensas não precisam vir em forma de dinheiro. Seja criativo.

Como ser um bom líder

Um líder preparado tem poder de transformar o ambiente, promover envolvimento e engajamento do time e, claro, gerar resultados para a empresa. Então, não dá para negar a importância dele na gestão estratégica de pessoas.

Se você é um líder ou quer chegar lá, veja algumas dicas para melhorar as suas habilidades de gerenciamento, além do que já foi mencionado acima:

Esteja preparado

Quer fazer um bom trabalho? Então, esteja preparado. A empresa provavelmente vai investir em você, se perceber potencial para a função. Mas não precisa esperar. Se você acredita que é necessário desenvolver algumas habilidades essenciais para essa função, corra atrás do prejuízo. Faça cursos de liderança, estude pela internet, procure um coaching, leia livros… Seja proativo.

Aprenda a ouvir

gestão estratégica de pessoas

Ouvir significa prestar real atenção no que o outro está falando, interessar-se pelo assunto. Se alguém da sua equipe o procurar para conversar, dedique tempo para ele, deixo-o expressar sua opinião ou sentimento, sem que ele se sinta ignorado. Estudiosos enumeram cinco etapas para ouvir a equipe, que são: receber, entender, lembrar, avaliar e responder. Você precisa saber como elas funcionam e colocá-las em prática.

Identifique o seu estilo de comunicação

De acordo com os psicólogos que atuam em organizações, existem 4 estilos de comunicação. Saber qual é o seu estilo é essencial. Isso vai impactar na sua capacidade de se relacionar com as pessoas. Esses estilos são:

  • Pensadores – precisam de tempo para processar e pensar, antes de responder. São deliberadamente lentos e querem ter certeza de que tudo está certo.
  • Socializadores – gostam de conversar com os outros e captam energia dos colegas. Eles trabalham e processam informações muito rapidamente e têm ótimas ideias.
  • Diretores – para eles o processo é rápido, tomam decisões imediatamente e gostam de pesquisas e fatos comprovados.
  • Relaters – são orientados a relacionamentos e gostam de trabalhar com os outros. Porém, ao contrário do socializador, são mais lentos e calmos.

Distribua responsabilidade

O líder estratégico desenvolve habilidades do time de forma a permitir que elas trabalhem com um nível razoável de autonomia e possam tomar decisões. Aproveitando a sabedoria de todo o time, a empresa eleva a inteligência coletiva, adaptabilidade e resiliência da organização em longo prazo.

Seja transparente

gestão estratégica de pessoas

É fato que um percentual significativo de funcionários não confia no seu empregador ou no chefe. Isso é ruim. Muito ruim mesmo. Se não existe essa relação de confiança, como se entregar em prol dos resultados? Então, uma forma de promover o engajamento do time é sendo honesto e transparente, por exemplo, sobre os critérios de promoção, sobre resultados e sobre o que está acontecendo na empresa.

Estimule e teste ideias

Na gestão estratégica de pessoas, é fundamental estabelecer maneiras para que as pessoas possa trazer à tona seus pensamentos inovadores. Cabe ao líder ajudá-las a aprender a aproveitar ao máximo sua própria criatividade. Mas é preciso atenção, porque permitir que as pessoas levantem idéias indiscriminadamente pode ser contraproducente.

Mas permita errar

gestão estratégica de pessoas

Testar ideias é legal, mas errar não pode ser um problema – desde que o funcionário aprenda com eles. Mas, infelizmente, não é o que acontece na maioria das organizações, onde as falhas vêm seguidas de punições. Na gestão estratégica de pessoas, os líderes devem aprender como administrar as tensões associadas à incerteza e como se recuperar do medo de tentar de novo.

Seja organizado

Muitos líderes têm uma dificuldade enorme de gerir seus times e resolver conflitos por absoluta falta de organização. A sugestão é que você reserve um tempo no início de cada mês para fazer um raio X da sua área. Veja o que está rodando nos trilhos e o que precisa ser trabalhado, inclusive, no seu plano de ações. Volte-se para o clima organizacional também e avalie possíveis divergências entre as pessoas e como solucioná-las de forma amigável.

Aprenda sempre

Na gestão estratégica de pessoas, o líder deve ter humildade e inteligência para aceitar que precisa investir em desenvolvimento sempre. Ele nunca estará 100% pronto.

O tema liderança é muito amplo. Para quem quer aprender mais, os livros são um caminho seguro. Existe uma infinidade de obras interessantes no mercado. Veja uma dica legal:

O Monge e o Executivo – James Hunter

gestão estratégica de pessoas

Qual é o seu conceito de líder? James C. Hunter o convida a entrar em um mundo repleto de escolhas. Por meio de questionamentos, autoanálise e da possibilidade de enxergar com outros olhos, os conceitos de bondade, generosidade, humildade vão sendo tecidos em meio aos troféus da liderança.

O resumo dessa obra está na plataforma 12Min. E tem muito mais. Boa leitura!

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