5 profissões para quem gosta de trabalhar sozinho

Você já deve ter percebido que está cada vez mais comum encontrarmos profissionais que preferem trabalhar sozinhos. E, graças aos recursos tecnológicos e à internet, muitos têm conseguido transformar esse sonho em realidade.

Existem vários motivos que fazem as pessoas preferirem esse tipo de trabalho.

Algumas não querem sair de casa para trabalhar, seja por causa do trânsito, da dificuldade para se concentrar em outros ambientes ou até mesmo por quererem conciliar o trabalho com outros compromissos, como família, estudos, outros projetos e viagens, por exemplo.

Já outros querem se tornar empreendedores e responsáveis por suas próprias carreiras, ter mais autonomia sobre as suas decisões e, ainda, pela possibilidade de trabalhar com aquilo que gostam.

Independentemente de qual é o seu perfil, se você se identifica com algum desses e também tem interesse em trabalhar sozinho, não pode deixar de ler este post.

Nós separamos 5 profissões que oferecem essa possibilidade e mostramos como você pode atuar em cada uma delas.

  1. Freelancer

Ser freelancer é uma das maneiras mais conhecidas de trabalhar sozinho.

O freelancer é um profissional liberal que não mantém vínculos empregatícios. Ou seja, os seus serviços podem ser contratados por pessoas ou empresas, são prestados de forma autônoma e por um período de tempo determinado.  

Existem várias oportunidades para quem tem interesse em trabalhar como freelancer, principalmente dentro do mercado digital.

A internet facilita a comunicação entre os profissionais e as pessoas que buscam serviços, além de permitir que vários trabalhos sejam feitos remotamente, sem a necessidade do freelancer comparecer a algum espaço físico e se encontrar com colegas e chefes.

É por isso que quem tem experiência em alguma área pode usar o que sabe para começar a prestar serviços como autônomo.

Assim, a pessoa se torna praticamente a única responsável por gerir o seu tempo, a quantidade de trabalho, o tipo de atividade exercida e os clientes que deseja atender.

Entretanto, por mais que esse não seja um emprego fixo, o freelancer ainda precisa cumprir prazos e negociar regras e detalhes com os clientes.

Principalmente no início, quando o profissional ainda não tem experiência, pode ser preciso aceitar alguns projetos que não são exatamente aquilo que ele gostaria, pois somente assim ele vai conseguir se aperfeiçoar e ganhar autoridade no mercado.

No entanto, quanto mais você trabalhar, mais confiança e credibilidade vai adquirir.

Com a prática, você vai começar a compreender o tempo que gasta para cada trabalho, quais são os seus pontos fortes, as suas dificuldades, o que te diferencia dos concorrentes, entre outras características.

Tudo isso vai te ajudar na construção de um portfólio ou currículo de qualidade para apresentar para os clientes e conseguir cada vez mais projetos.

Conheça algumas das profissões que permitem o trabalho como freelancer:

  1. Designer

Se você é designer, também vai encontrar várias oportunidades no mercado para trabalhar sozinho, seja como freelancer ou abrindo o seu próprio negócio.

Como a profissão envolve vários tipos de serviço, resolvemos reservar um tópico apenas para falar dela. Assim, fica mais fácil para você compreender todas as possibilidades que a área oferece.

Hoje, com o crescimento do mercado digital, muitas empresas têm tido dificuldade para ocupar a internet de maneira assertiva e atrativa para os clientes.

Por isso, as empresas têm recorrido a designers autônomos para melhorarem a sua imagem e se destacarem, seja através do seu site, do blog ou até mesmo das redes sociais.

Se você tem experiência nesse tipo de serviço e está se perguntando como trabalhar sozinho, pode começar a oferecer seus serviços de criação de conteúdo visual personalizado para as marcas.

São várias peças digitais que podem ser criadas por um designer:

  • Logotipos;
  • Infográficos;
  • Imagem de perfil para redes sociais;
  • Imagem de capa para redes sociais;
  • Identidade visual para blogs ou sites;
  • Ilustrações, entre outros conteúdos para compartilhamento.

Também existem várias possibilidades para quem prefere criar produtos gráficos para serem impressos, como:

  • Banners;
  • Panfletos;
  • Jornais;
  • Revistas;
  • Cartões de visita;
  • Adesivos;
  • Embalagens etc.

Se você tiver conhecimento na área de design e ainda souber um pouco de programação, também pode trabalhar com a criação de layouts para aplicativos, sites ou outros produtos digitais.

A diferença é que, nessas oportunidades, você vai precisar entender como o produto funciona no geral, para entregar um layout que realmente vai se adequar e funcionar exatamente como o esperado.

  1. Produtor

Sabe todo aquele conhecimento que você tem sobre um assunto específico?

Pode ser a sua profissão, aquilo que você faz como hobby ou alguma atividade na qual você tenha bastante experiência.

Que tal usar isso para produzir conteúdo e ganhar dinheiro?

O produtor é o profissional que transforma o que sabe em um produto que será vendido para outras pessoas. No mercado físico, o produtor pode ser artesão, costureiro, cozinheiro, escritor ou professor.

Já o mercado digital amplia bastante as possibilidades para quem deseja trabalhar sozinho criando um produto. Afinal, um produto digital tem um alcance maior de clientes, além de oferecer escalabilidade de lucros para o profissional.

Se quiser trabalhar na área, você pode criar um curso online ou algum outro produto digital para ser comercializado na internet, como e-books e podcasts.

Independentemente do formato de seu produto, você vai precisar ser um especialista na área escolhida e ter facilidade para se comunicar com o público, pois o seu produto precisa transmitir tudo aquilo que você sabe.

Pode ser uma matéria do ensino regular ou algum conhecimento específico relacionado à alimentação, saúde, cultura, informática, política e vários outros temas.

Essa profissão pode ser uma opção tanto para quem quer começar uma nova carreira quanto para aqueles que buscam apenas ganhar uma renda extra.

  1. Afiliado

Com o crescimento do mercado de produtos digitais, o trabalho de afiliado também começou a ser mais valorizado.

Se você nunca ouviu falar no termo, vamos definir exatamente o que é um afiliado e como ele trabalha.

Essa profissão tem sido escolhida por muitas pessoas que querem ter um negócio digital, mas não têm conhecimento ou interesse em criar um produto próprio.

Diferente do produtor, que precisa ter todo o conhecimento para criar um produto, o afiliado precisa entender tudo sobre estratégias de marketing e ser um bom vendedor.

Ele não trabalha na criação, mas sim na divulgação do produto de outras pessoas, fazendo com que o cliente conheça o trabalho do produtor e chegue até ele para realizar a compra.

O afiliado pode promover produtos físicos ou virtuais, o que importa é que ele estude e conheça detalhadamente o consumidor que precisa alcançar.

Nesse formato de trabalho, o profissional divulga links para o produto e recebe comissões pelas vendas efetuadas.

Para facilitar esse trabalho, existem vários programas de afiliados que contam com uma plataforma online, geram os links codificados e intermediam a relação entre produtores e afiliados.

  1. Dono de e-commerce

O termo e-commerce, traduzido para português como comércio eletrônico, é bastante difundido atualmente.

Contudo, nem todo mundo sabe exatamente o que é e como funciona, por isso as pessoas acabam chamando todas as lojas virtuais de e-commerce. Mas isso não é o correto.

Para ser chamada de e-commerce, a loja deve vender apenas produtos de uma única empresa ou revendedor.

Já as lojas que funcionam como intermediadoras para várias empresas venderem os seus produtos são conhecidas como marketplaces.

Cada um desses formatos tem as suas vantagens e desvantagens, mas o e-commerce oferece mais flexibilidade para o profissional criar o seu próprio layout, personalizar a comunicação com os clientes e oferecer produtos específicos para um nicho mais segmentado.

No seu e-commerce, você pode vender produtos físicos, como alimentos, cosméticos, roupas, objetos decorativos, produtos de higiene e por aí vai.

É possível vender o que você mesmo produz ou se tornar revendedor de uma marca específica. Independentemente do que você escolher, saiba que você precisa organizar toda a logística para ter estoque e fazer a entrega dos produtos para os consumidores.

Muitas vezes, são esses fatores que impedem que os empreendedores levem os seus projetos adiante e abram os seus e-commerces.

Se você também não quer ter que se preocupar com isso, mas ainda assim quer trabalhar com vendas online, há sempre a opção de ser um afiliado (que falamos no tópico anterior).

Comece a trabalhar na internet

Todas essas profissões são ótimas opções para quem quer trabalhar sozinho. Entretanto, pode ser que, futuramente, você precise da ajuda de outras pessoas para dar continuidade ao seu trabalho e conseguir atender toda a demanda.

Se isso acontecer, você pode abrir o seu próprio negócio e contratar funcionários para realizar as tarefas mais operacionais, enquanto você foca apenas na parte mais estratégica do seu negócio.

A experiência de trabalhar sozinho vai te dar os recursos necessários para treinar as pessoas contratadas e otimizar os seus resultados.

Se você está buscando mais opções de trabalhos para transformar a sua carreira, saiba que existem várias outras possibilidades para quem quer trabalhar online. Para se inspirar, confira neste post 30 ideias de produtos para vender na internet.

Guest post produzido pela equipe da Hotmart.

Como reter o cliente pode trazer o sucesso do seu negócio

O que tem mais valor: reter o cliente que já está com a sua marca ou conquistar novos? Nos dias atuais, é comum as empresas investirem muito dinheiro e energia em estratégias de aquisição, como forma de estimular o crescimento rápido.

Reter o cliente

No entanto, muitos especialistas garantem que esse não é o caminho. Reter o cliente deve ser também uma prioridade, em qualquer empreendimento, independentemente do porte.

Em síntese, atrair novos clientes, ignorando os clientes antigos, pode ser um péssimo negócio. Porque, fazendo isso, sua empresa estará apenas trocando 6 por meia dúzia, sem ampliar a base.

Fazendo a coisa certa

Ninguém tem dúvidas de que ações de atração de cliente, muitas vezes, são onerosas. Você precisa chamar a atenção dele para a sua marca, criar relacionamentos, despertar confiança e o interesse pela aquisição do seu produto/serviço e, finalmente, fechar a venda. Tudo isso tem custo.

Segundo Philip Kotler, um dos maiores especialistas em marketing em todo o mundo, conquistar um novo cliente custa até 7 vezes mais que manter um atual.

Mas reter o cliente também exige esforço e tem o seu preço. No entanto, essas ações, além de pesarem menos no orçamento, trazem outros benefícios. Por exemplo, pesquisa da Harvard Business School mostrou que para cada 5% de aumento na taxa de retenção de clientes, os lucros sobem de 25% para 95%.

Como reter o cliente

Satisfação de um cliente hoje não garante a sua fidelização para o resto da vida, Por isso, você precisa otimizar e atualizar com frequência as suas estratégias de retenção. Isso não significa gastar rios de dinheiro. Use a criatividade.

Veja 7 dicas de ações para reter o cliente:

Conheça e acompanhe o seu cliente

Reter o cliente

A coisa mais importante é saber quem é o seu cliente, quais são as suas preferências, sonhos e necessidades. Onde ele está? O que ele compra e com que frequência? Depois, siga-o. Ou seja, se você quer manter o cliente com a sua marca, esteja com ele. Acompanhe-o onde ele for, por todos os canais. E lembre-se de ajudá-lo, de cara boa, quando ele precisar de algum suporte ou qualquer outro tipo de atenção. Neste caso, se ele não se sentir apoiado, você provavelmente perderá um cliente e ganhará um inimigo irritado.

Feedback

Queira saber tudo o que o seu cliente pensa sobre o seu produto/serviço, sobre o seu atendimento, política de preços, facilidades de acesso etc. Acompanhe o histórico de compras dele. Com base em todas essas informações, é possível corrigir falhas ou ter insights para melhorar e crescer ainda mais. Um cliente, por exemplo, pode adorar o seu produto, mas tem dificuldades de chegar até a sua loja ou de navegar pelo seu website. E aí ele troca de marca apenas por uma questão de comodidade. Se você souber desse problema, talvez possa evitar essa migração. Então, ouça o seu cliente.

Crie experiências inesquecíveis

Reter o cliente

Supreenda o seu cliente com ações que ele vai adorar e ainda espalhará para todo mundo. O ideal é pensar em algo que ele não está esperando. Imagine que você tem uma empresa de seguros. O seu cliente está no meio de uma rodovia, com o carro quebrado, crianças inquietas, debaixo do sol de rachar, todo mundo morrendo de sede e de fome…  Então, chega o reboque, um pouco atrasado, por causa do trânsito. Mas aí, o motorista atencioso pergunta se você e a sua galerinha querem água. Como num passe de mágica, surgem aquelas garrafinha geladíssimas… Elas parecem um prêmio de loteria…. Depois ele também lhe oferece sacolinhas recheadas de guloseimas… Nessas circunstâncias, água e biscoitinhos têm poder imensurável de encantar o cliente.

Mantenha contato permanente

Não deixe o seu cliente se esquecer da sua marca. Como você tem os dados dele, personalize o conteúdo das mensagens e as recomendações que lhe forem enviadas. Você pode fazer isso por meio de mensagens de textos ou até mesmo material impresso. Mas, hoje em dia, quase todo mundo tem e-mail. Use-o. Aproveite para testar sempre quais os assuntos levam a um maior número de visualizações, os melhores horários e tipos que mais agradam o seu cliente. Depois, aproveite tudo a seu favor.

Faça o seu cliente se sentir VIP

Reter o cliente

Todo mundo adora se sentir especial. Faça isso pelo seu cliente, por meio de um programa que dá a ele um status de exclusividade. Você pode aumentar a pontuação e as recompensas, toda vez que ele fechar um negócio. Isso estimula novas compras. E existem inúmeras outras ações. Por exemplo, uma loja de roupas ou sapatos, pode avisar o cliente, em primeira mão, sempre que chegar uma novidade que é a cara dele. Ou, quando estiver vindo uma promoção superespecial.

Seja transparente

Não subestime a inteligência do seu cliente. Jamais minta ou omita informações relevantes sobre o seu produto. E não prometa o que não pode cumprir. Pelo contrário, seja transparente em todos os processos, esteja aberto para ouvir e disposto a resolver qualquer problema que possa surgir após a compra.

Invista em Cross-selling e Up-selling

Reter o cliente

O objetivo aqui não é empurrar coisa que o cliente não quer. Ao comprar por impulso algo que não precisa ou que não tem qualquer relevância para ele, o cliente ficará insatisfeito, depois de fechar a transação. Isso não é bom. Cross-selling e Up-selling devem ser usados para oferecer algo que complemente ou promova um upgrade em relação ao que foi escolhido. Sem pressão, sem insistência.  

Essas são algumas dicas legais de como reter o cliente. Mas, se você quer aprender mais sobre como conhecer a fundo o seu consumidor, sugerimos uma leitura especial:

Buyer Persona – Adele Revella

Reter o cliente

Segundo a autora, não conhecer os desejos e necessidades do seu consumidor é a receita certa para um desastre.

A plataforma 12MIN tem o resumos de outras obras e autores fantásticos que você vai adorar conhecer.

Boa leitura!

Abrir uma franquia: como e quais as vantagens?

O Brasil fechou 2017 com 2.845 marcas franqueadas, uma queda de 6,4% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, abrir uma franquia continua sendo um jeito popular de começar um negócio.

O levantamento foi divulgado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), com outro dado interessante. Apesar da queda no número de redes de franquias, o número de unidades franqueadas cresceu no mesmo período.

Trocando em miúdos, isso significa que hoje existem mais lojas de franquias no país, porém, concentradas em um número menor de marcas.

Se você está cogitando abrir uma franquia, o primeiro passo é entender o que é esse modelo de negócio e como funciona, com todas as suas vantagens e desvantagens.

O que é uma franquia

Abrir uma franquia

Franquia é um negócio em que o empreendedor (franqueado) adquire um tipo de licença para vender um produto ou serviço de uma marca já estabelecida (franqueador).

Ao abrir uma franquia, o franqueado recebe o direito de uso da marca registrada e de acessar todo o know how e processos dessa marca, em troca de uma taxa de  licenciamento.

Geralmente, os contratos de franquia são complexos e variam de um caso para outro. Eles são temporários, no estilo arrendamento ou aluguel de um negócio. Assim, adquirir uma franquia não significa comprar a propriedade do franqueador.

Um sucesso de longo tempo

No século 19, Isaac Singer já aplicava o conceito de franquias para ampliar e distribuir as suas máquinas de costura. A GE também adotou o franchising para aumentar sua rede de revenda de carros, em 1898, e a Coca-Cola, um ano depois, no engarrafamento e distribuição da bebida.

Ou seja, franchising não é uma modelo novo de negócio. No entanto, continua em alta. Os Estados Unidos lideram nessa modalidade em todo o mundo e os americanos são especialistas em abrir uma franquia.

Uma vantagem significativa das franquias é o acesso a marcas estabelecidas. Desta forma, o empreendedor franqueado economiza recursos na divulgação do produto junto aos consumidores.

Mas franchising tem outras vantagens, que veremos mais adiante.

Franqueador e franqueado – entendendo a diferença

Antes de relacionarmos quais as vantagens de se abrir uma franquia, é preciso certificarmos de que você entendeu corretamente a diferença entre franqueador e franqueado.

O franqueador é a marca original, já estabelecida, que vende o direito de uso do seu nome, ideia e processos. Ex.: a marca Cacau Show.

O franqueado é a pessoa que compra o direito de uso dessa marca, podendo assim vender os produtos ou serviços do franqueador, obedecendo o modelo comercial existente. Ex.: o empreendedor que decide abrir uma loja da Cacau Show.

O lado bom de abrir uma franquia

Existem muitas vantagens para quem pensa em abrir uma franquia. Nós selecionamos algumas para você:

Abrir uma franquia

Negócio pronto

O franqueado compra mais que o direito de uso da marca reconhecida e que já vem dando resultado. Ele adquire uma operação de negócio completa, incluindo processos, produtos ou serviços; uniformes etc. Dependendo do caso, recebe suporte de planejamento e treinamento, focado em manter a qualidade dos produto, o prestígio da marca e a fidelidade dos clientes.

Marketing especializado

Ao abrir uma franquia, você conta com um marketing profissional e especializado para o seu negócio. Isso permite-lhe direcionar as suas energias para outras atividades também essenciais para crescer a sua empresa.

Baixo risco

As chances do empreendimento dar errado são pequenas, uma vez que os planos de negócios de uma marca franqueada são bem estruturados e testados no mercado. O processo para abrir uma franquia geralmente inclui apoio de gestão especializada.

Estratégia financeira

Como o franqueado recebe sempre informações sobre os aspectos positivos e negativos do mercado em que está atuando, ele consegue enxergar melhor o cenário financeiro da sua empresa e, assim, tomar decisões mais assertivas.

Facilidade de financiamento

As marcas franqueadas estão consolidadas e apresentam bons resultados. Isso abre as portas para a aquisição de bons financiamentos e de forma segura.

As vantagens de abrir a sua marca para os franqueadores

Abrir uma franquia

Se o franchising é bom para o franqueado, é bom também para a marca franqueadora. Veja alguns exemplos:

  • Gestão motivada, uma vez que, nas unidades franqueadas, o gestor é o próprio dono, alguém que investiu no negócio e quer vê-lo prosperar.
  • Organização enxuta, porque os franqueados assumem muitas responsabilidades.
  • Rentabilidade maior, uma vez que, como uma organização enxuta, pode ser mais lucrativa.
  • Risco reduzido em função da própria natureza do negócio. Geralmente, ao abrir uma franquia, o franqueado assume a responsabilidade pelo investimento na operação e por qualquer capital de giro necessário para estabelecer o negócio.

Existem muitas outras vantagens dos dois lados. Independentemente de ser um franqueado ou franqueador, é bom se informar detalhadamente.

O outro lado da moeda

Abrir uma franquia

Nem tudo são flores. Como em todo negócio, abrir uma franquia tem também as suas desvantagens. As principais são:

  • Dependência: os franqueados, por força de contrato, devem operar de acordo com as normas e limitações definidas pela marca. Por exemplo, o franqueador define quais os produtos podem ser vendidos, preços, abrangência geográfica, criatividade nas ações etc.
  • Além da taxa de franquia inicial, é preciso pagar o royalties. Para algumas pessoas, a taxa de publicidade também é um problema.
  • Em alguns casos, o custo inicial para alavancar o negócio é muito pesado. O McDonald, por exemplo, exige de R$ 1,6 milhões e R$ 2,6 milhões.

Como abrir uma franquia

  • Escolha a marca: faça uma pesquisa e identifique aquela que lhe dará melhor retorno, dentro do segmento de negócio que você pretende atuar (alimentação, vestuário, turismo, hotelaria etc).
  • Cadastre-se – pode ser pela internet mesmo. A marca vai avaliar o seu perfil e buscar por mais informações, se acharem necessário.
  • Se o seu perfil passar no teste, você será convidado para um encontro e receberá uma Circular de Oferta de Franquia (COF), com as informações relevantes sobre o negócio. Leia e certifique-se de que entendeu tudo direitinho.. Se necessário, leia e leia de novo.
  • Visite uma ou algumas unidades franqueadas, como se fosse um cliente, e observe o atendimento e a reação dos consumidores. Depois, converse com os franqueados. Pergunte tudo. Essa ação pode ser feita mesmo antes de iniciar o cadastro.
  • Assine o contrato, claro, depois de uma leitura detalhada e com a certeza de que entendeu tudo.
  • Mãos à obra para abrir a sua franquia e ter sucesso.

7 franquias queridinhas dos brasileiros

Veja a lista, em ordem alfabética, e o investimento inicial necessário em cada um delas.

  1. AM PM Mini Market:  R$ 116 mil a R$ 245 mil
  2. Bob’s:  R$ 250 mil a R$ 1,3 milhão
  3. Cacau Show:  R$ 90 mil a R$ 120 mil
  4. Hering:  R$ 561 mil a R$ 765 mil
  5. McDonald’s: R$ 1,6 milhão a R$ 2,6 milhões
  6. O Boticário:  a partir de R$ 250 mil
  7. Pizza Hut:   R$ 850 mil a R$ 1,15 milhão

Se você que acompanhar as tendências do mundo dos negócios, assine a 12MIN. A plataforma disponibiliza resumos das obras mais valiosas para todos os empreendedores.

Agora, anote aí a nossa dica de leitura para hoje:

Administração de Alta PerformanceAndy Grove

Abrir uma franquia

Em uma empresa, seu resultado pessoal é equivalente ao resultado de todas as equipes e departamentos sob a sua supervisão ou influência. Seu time somente atingirá alta performance de verdade se cada membro tiver um entendimento do seu output necessário e clareza de qual é o seu papel na empresa.

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CLT ou PJ? Saiba qual a melhor forma de contratação atualmente e como ter segurança para mudar o seu contrato!

Ao calcular o seu salário líquido você deve ter percebido que a CLT não é muito vantajosa para quem trabalha de carteira assinada. Com as novas leis, ser contratado por PJ pode ser uma ótima ideia. Confira aqui todas as informações necessárias para tomar uma decisão certa sobre o seu contrato de trabalho!

O padrão de contrato das empresas

É muito comum que as empresas grandes prefiram contratar seus funcionários de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, ou CLT. Porém, com a Nova Lei da Terceirização, a contratação através de PJ, ou Pessoa Jurídica, vem se popularizando e ganhando força nas empresas.

Em áreas como TI e publicidade, a contratação por PJ é mais comum e essa prática existe a vários anos. Porém, novas áreas também começaram recentemente a aceitar a contratação por PJ, terceirizando a sua mão de obra.

CLT ou PJ: Qual é melhor para o contratado?

As duas formas de contratação possuem vantagens e desvantagens. Cabe ao contratado escolher qual é melhor para si, além de colocar na ponta do lápis as vantagens financeiras de cada um dos modelos de contrato. Abaixo, as vantagens de cada uma:

Vantagens e desvantagens da CLT

A contratação por carteira assinada, também conhecida como CLT, traz como principais vantagens a garantia de benefícios de acordo com a lei vigente no Brasil. Os principais beneficios oferecidos pela CLT são:

  • Vale Transporte (VT);
  • Vale Refeição (VR);
  • Férias Remuneradas de 30 dias;
  • Décimo Terceiro salário;
  • Aviso prévio;
  • FGTS;
  • Seguro desemprego;
  • Licença saúde (opcional);
  • Licença maternidade;
  • Licença paternidade;
  • 15 dias de salário em caso de acidentes

Para as empresas, o custo de contratação CLT é bem alto, podendo chegar a 230% do salário acordado em carteira. Isso torna o custo do funcionário CLT muito grande para as empresas, o que pode fazer com que o empregado prefira receber através de PJ em valores maiores do que o salário base combinado na contratação.

Já para o empregado, o custo também é mais alto. Ele é obrigado a pagar impostos sobre o seu salário, que vão desde os 6% necessários para receber o vale-transporte até o INSS e Imposto de Renda (IRRF). Você pode entender o cálculo do salário líquido para CLT no nosso post sobre o assunto.

Vantagens e desvantagens de ser PJ

Assim como a CLT, a contratação por PJ também tem suas vantagens e desvantagens. Por ser um contrato entre Pessoas Jurídicas, não existe vínculo com a empresa empregadora e os benefícios também são cortados.

Algumas empresas pagam 13º salário para os funcionários PJ, além de férias remuneradas e outros benefícios menores, mas é comum que os gastos com transporte e alimentação fiquem por conta do funcionário.

Para as empresas, geralmente são aplicados apenas os custos da nota fiscal. Já para os empregados, todos os impostos que incidem sobre a nota fiscal são de sua responsabilidade, em um valor de 13,33%. Atualmente, existem pessoas que optam por abrir um MEI – Microempreendedor Individual, que isenta de imposto os que recebem até 81 mil reais anuais.

Como o MEI é previsto no Simples Nacional, os optantes por este tipo de abertura de empresas são isentos dos tributos federais, como o IRPJ, PIS, Cofins, IPI e CSLL. Porém, pagam um valor fixo mensal de 45 reais no caso de comércio ou indústria, 49 reais para prestação de serviços ou 50 reais para comércio e serviços. Esses valores vão para a Previdência Social e ao ICMS ou ISS. Essas quantias são atualizadas de acordo com o salário mínimo vigente no ano, então deve-se ficar atento aos reajustes anuais da alíquota.

A maior vantagem da contratação PJ para o funcionário é o repasse dos tributos e encargos para o funcionário. O aumento na remuneração dos PJ varia entre 20% a 100% mais do que a CLT, já que é vantajoso para a empresa repassar parte dos tributos para o colaborador.

Porém, os contratados por PJ devem ficar atentos às necessidades básicas de quem opta por essa modalidade. É necessário um contador para realizar as obrigações contábeis do funcionário e, em alguns casos, um advogado para estudar as melhores práticas para o contrato dar certo.

O que diz a Nova Lei da Terceirização

Aprovada em 31 de Março de 2017, a Nova Lei da Terceirização, também conhecida como Lei da Pejotização, faz parte dos planos do governo para transformar as relações de trabalho e tornar a prática mais moderna. Ela permite que os trabalhadores e prestadores de serviços especializados tenham mais segurança em seus contratos.

Como pode ser visto no blog Contabilizei, os principais pontos da nova lei são:

  • Fica permitida a terceirização de qualquer atividade em todos os setores da economia;
  • A empresa contratante responderá de forma subsidiária pelos débitos trabalhistas da terceirizada, que será autuada primeiramente como empregadora. Então, havendo impossibilidade de cobrança, a empresa contratante será acionada como subsidiária;
  • A empresa contratante só responderá por débitos trabalhistas da contratada em última instância;
  • A empresa prestadora de serviço deverá ter um capital social mínimo de acordo com o número de funcionários aumentando a segurança do contratado pela terceira;
  • A nova lei da terceirização não substitui a CLT nem promove a substituição de funcionários registrados por prestadores de serviço individuais PJ.

A lei libera de forma irrestrita todas as terceirizações de atividades econômicas que não possuem leis específicas. Ficam vetadas neste caso práticas como serviços domésticos, serviços de vigilância e transporte de valores.

Jornada de trabalho do PJ

Muitas empresas pagam o profissional PJ por um mês de trabalho fechado, sendo obrigação do colaborador trabalhar o necessário para fechar o trabalho e receber o valor acordado. Porém, existe também a prática de remunerar os colaboradores PJ por hora, tornando a jornada de trabalho flexível e dinâmica. Deve-se prestar atenção ao número de horas trabalhadas. Horas a mais ou a menos podem gerar um desalinhamento entre a empresa e o contratado, causando uma quebra de contrato ou de expectativas.

Freelancer como PJ

Atualmente, a abertura de uma microempresa ou MEI é a forma preferida dos que atuam como freelancer para serem remunerados. Para as empresas, essa também é a melhor forma de remunerar os freelancers, já que é emitida uma nota fiscal e o trabalho fica legalizado nos âmbitos contábil e fiscal.

Aposentadoria como PJ

Os colaboradores Pessoa Jurídica não contribuem obrigatoriamente com o INSS, então não possuem o direito de se aposentar. Pode-se pagar o INSS como autônomo ou optar por um plano de previdência privada, para garantir que a sua aposentadoria seja favorável e te dê bons frutos no futuro.

Plano de saúde para PJ

Hoje, a melhor forma de se adquirir um plano de saúde sendo PJ é contratar um plano médico particular, que vai cobrir os seus gastos com médicos, hospitais e outros tratamentos de saúde.

Devo virar PJ?

Essa pergunta deve ser respondida pelo seu contador de confiança e por você mesmo. Analise todos os pontos acima e veja se a proposta que a empresa fará para você virar PJ é vantajosa e te traz benefícios reais. Muitas vezes, se a proposta não for boa o suficiente, vale a pena manter-se na CLT e arcar com os impostos mensais. Cabe a você escolher a melhor opção.

Sistema Kanban: ele pode transformar o seu negócio

O sistema Kanban vem sendo considerado um dos melhores gerenciadores de projetos e negócios há um bom tempo. Organizar as tarefas de uma equipe nem sempre é algo fácil e, sem um sistema eficiente o gestor pode perder completamente o controle e prejudicar a produção de toda a empresa.

Sistema Kanban

A Toyota Motor Company foi a primeira empresa a provar a eficiência do sistema Kanban, na década de 70, que na época era apenas Sistema Just in Time. A ideia dessa tecnologia veio para reduzir os atrasos na produção das peças da marca e funcionou completamente.

A metodologia que se assemelha aos Post-it, cria quadros intuitivos, que podem ser movimentados a medida que a evolução de um projeto acontece. A partir do sistema Kanban, o gestor pode aplicar diversos métodos de organização como a Matriz de Eisenhower.

Se você ainda não utiliza o sistema Kanban em sua empresa, precisa conhecer mais um pouco dele e descobrir como transformar seu negócio e organizar melhor as ações de toda a sua equipe. Descubra no post que preparamos!

O que é Kanban?

Sistema Kanban

Para entender como o sistema pode mudar o seu negócio, precisa saber primeiro o que é o Kanban.

Basicamente esse sistema organiza as tarefas de uma equipe em campos. Os campos tradicionais são compostos pelo método GTD (Getting Things Done), que é ensinado no livro A Arte de Fazer Acontecer, de David Allen. A partir do GTD, o gestor pode personalizar da melhor forma, sempre considerando as necessidades da própria empresa.

Cada um dos campos deve ser abastecido com cartões (cards), com informações das tarefas a serem executadas. Os cartões podem e devem ser personalizados de acordo com as necessidades do projeto, incluindo dados como:

  • Nome do responsável pela tarefa;
  • Sugestão de data limite para execução;
  • Marcadores ou etiquetas;
  • Campo para comentários da equipe;
  • Checklist de cada etapa.

Dá para acrescentar ainda muitos outros detalhes, deixando o projeto o máximo dentro das necessidades da empresa.

Como o sistema Kanban pode transformar o seu negócio?

Os benefícios do sistema Kanban variam bastante de empresa para empresa. Eles são inúmeros e podem ter valores diferentes de um projeto para outro. Contudo, existem algumas vantagens que são mais gerais e que mais estimulam o uso da metodologia. Listamos abaixo:

Brainstorming

Sistema Kanban

Brainstorming, de uma forma mais geral, é uma técnica utilizada por empresa no mundo inteiro para desenvolver ideias de um projeto. Geralmente, uma equipe se reúne de forma mais descontraída – ou não, dependendo do estilo da sua empresa – para discutir pontos relevantes sobre uma ideia, de forma que ela ganhe vida.

No Brainstorming, não existe o conceito de certo ou errado. Tudo precisa ser analisado, discutido e aproveitado em algum momento.

Com o sistema Kanban toda equipe consegue ter uma visão mais geral do projeto e participar do Brainstorming de uma maneira mais dinâmica. Se você trabalha com equipes à distância, por exemplo, pode utilizar algum sistema Kanban online e realizar todo o Brainstorming sem dificuldades.

Informação controlada

O Kanban também permite que as informações sobre o projeto sejam controladas de uma maneira mais eficiente. Como o sistema é dinâmico, todas as anotações deixadas pela equipe são filtradas e não se perde nenhuma ideia. A comunicação da equipe também não é perdida ou fica esquecida em e-mails e anotações soltas. Todo mundo consegue controlar as informações.

Controle de investimento ou estoque

Se você vai trabalhar com controle de estoque ou de investimento em seu projeto, pode criar um campo próprio para isso. Esse controle evita desperdícios e, consequentemente, gastos desnecessários para a empresa.

Engajamento

O sistema Kanban tem como grande vantagem o fato de engajar toda a equipe. Por mais que cada um tenha a sua função, todos que estão ligados pelo projeto conseguem movimentá-lo. Isso ajuda também no Brainstorming, já que alguém de um setor diferente, por exemplo, pode ter uma ideia importante e que funciona muito bem. O resultado é todo mundo trabalhando para atingir os melhores resultados.

Prazos em ordem

Sistema Kanban

Nada de ficar perdido com prazos ou sem saber o que tem que entregar e quando tem que entregar. O Kanban também gera esse acompanhamento, permitindo que toda a equipe se movimente para não perder o tempo de entrega de um produto ou algum documento.

Como aplicar o Sistema Kanban na empresa

Você certamente chegou até aqui querendo saber como implantar o sistema Kanban dentro da sua empresa ou como levar a dica para seu gestor. Não há uma fórmula padrão que vai ensinar como colocar a metodologia para a sua equipe. Entendendo como ela funciona, você pode moldar de acordo com as suas próprias necessidades. Essa é a beleza do Kanban.

No entanto, o dinamismo do sistema Kanban não vai funcionar se toda a equipe não estiver pronta para ele. O painel precisa de pessoas para alimentá-lo e movimentá-lo. Sem a devida atenção, vocês só continuarão acumulando tarefas e ideias sem sair do lugar.

Então, o primeiro passo é a instrução da equipe. Mostre o sistema Kanban, encontre cases de sucesso que comprovam que ele funciona e que vai funcionar com a sua gestão também. Hoje, com uma pequena pesquisa no Google, você encontra diversas histórias de empresas que são controladas por meio desse sistema. Mostre para a sua equipe.

Indo além da teoria

Se vocês dominarem a teoria, a prática será bem mais simples. Dá para criar o sistema Kanban utilizando post-it ou outro tipo de painel físico, mas dá também para contratar o sistema online. Você tem disponível empresas como a Monday ou a Sabesim! que oferecem planos completos. Para quem busca um organizador similar e gratuito, pode utilizar o Trello, que também funciona com o sistema de cartões e equipes.

Agora que você conhece mais do sistema Kanban, conte para nós o que achou da ideia! Consegue implantar em sua equipe? Deixe seu comentário!

E para ajudar você nessa nova metodologia, queremos ainda indicar os melhores TED talks sobre produtividade.

Gestão de processos: o que é, qual o objetivo e como aplicar

O Business Process Management (BPM) ou Gestão de Processos, é uma das técnicas de gerenciamento de empresas que mais tem se destacado ultimamente. Você sabe o que ela significa? Nós contamos neste post.

Para iniciarmos essa conversa, queremos saber de você: o que a sua empresa tem feito ultimamente para se destacar no mercado e se manter constantemente atualizada?

Se você respondeu algo relacionado com análise de dados e tomadas de decisões, então temos um assunto em comum.

Basicamente, a Gestão de Processos é a forma que uma instituição utiliza para organizar todas as informações sobre suas atividades, observar como elas são executadas e manter, mudar ou melhorar cada uma dessas ações. Como consequência, os resultados positivos chegam cada vez mais. Hoje, deixar de fazer a Gestão de Processos é um dos erros que um empreendedor não pode cometer.

Gestão de processos

É até um pouco simples aplicar a teoria da BPM dentro de uma empresa, mas dependendo da equipe, da organização e dos valores atuais, os gestores podem encontrar alguns problemas no caminho.

Então, o que acha, antes de tomar qualquer decisão sobre a Gestão de Processos da sua empresa, entender mais, na prática, como ela pode funcionar? Não há nenhuma mágica, mas há caminhos que ajudam bastante. Veja.

Entendendo da Gestão de Processos de uma empresa

Cada ação realizada no cotidiano da sua empresa, pede outras inúmeras atividades. Se você precisa fabricar um produto, por exemplo, é preciso pensar se vai comprar a matéria-prima ou fabricá-la, quantos funcionários precisa para criar esse produto até a sua finalização, quais os meios de venda, precificação, como você vai distribuir etc.

Gestão de processos

Se não há um processo organizacional que projete tudo isso e acompanhe o andamento dessas tarefas, elas podem se perder e os objetivos não são alcançados. É esse processo organizacional, que podemos chamar de Gestão de Processos.

O BPM vem como uma forma de melhorar como a empresa é administrada e, consequentemente, manter os objetivos e valores sempre em dia.

Principais objetivos da Gestão de Processos

Os objetivos de uma BPM se baseiam em 4 princípios:

  • Planejamento;
  • Monitoramento;
  • Avaliação;
  • Revisão.

Você pode perceber que os itens de medição do BMP funciona de forma semelhante ao PDCA, o que permite que as duas técnicas sejam aplicadas juntas. Quando você lista qualquer objetivo de implantar uma gestão de processos dentro da sua empresa, esse com certeza está ligado a pelo menos um item da lista acima.

O motivo é que esse gerenciamento é um ciclo constante. Todo planejamento, por exemplo, exige avaliação e revisão do processo. Para que esses dois passos aconteçam, é preciso monitoramento. Você pode obter o mesmo tipo de inclusão em qualquer outro item.

Os objetivos para que uma empresa passe a utilizar o conceito de BPM são muitos. Queremos, portanto, listar os principais para você.

  • A gestão de processos sistematiza cada vez mais a rotina de uma empresa;
  • O relacionamento entre os setores e colaboradores de diferentes funções fica bem mais simplificado. Quando a gestão de processos é colocada em prática, muitas ações que burocratizam as atividades cotidianas da instituição são anuladas;
  • Há melhoria na gestão, com criação de novos processos;
  • Informações sobre todos os processos podem ser mensuradas e relatórios mais precisos são criados;
  • Redução de custos. Como há um acompanhamento maior de cada atividade, gastos desnecessários são automaticamente cortados.

Cada ação das etapas de uma gestão por processos pode ser feita apenas pelo gestor, dependendo do tamanho da instituição. Do contrário, o melhor sempre será ter uma equipe responsável por essa base.

Como aplicar a gestão por processos nas organizações?

Gestão de Processos

Agora que você está mais familiarizado com a teoria, chegou o momento de colocar tudo em prática. É preciso reestruturar a área de tecnologia da sua empresa, com softwares que auxiliem nesta organização. O mercado está cada vez mais crescente, com empresas que oferecem esse tipo de auxílio.

Antes disso, é preciso seguir três passos fundamentais:

1)      Projetar todos os processos;

2)      Realizar a gestão desses processos;

3)      Promover o aprendizado da sua equipe.

No primeiro passo, o gestor ou toda a equipe responsável lista as atividades que precisam de mudança e serão contabilizadas na gestão de processos. Nesta etapa, os responsáveis conseguem medir e conhecer melhor todas as necessidades internas e externas da empresa.

Após o projeto de todos os processos ser concluído, chegou o momento de colocar a mão na massa. O segundo passo é a atividade de gestão propriamente dita, com acompanhamento da execução das atividades planejadas.

Nesta segunda etapa as modificações podem e devem ser realizadas quando necessário. É preciso apenas lembrar em realizar mudanças que gerem resultados em curto prazo. Também é importante registrar como era antes, quais as alterações feitas, como ficou e qual a conclusão tomada sobre isso.

A última etapa é de controle e registro de tudo o que foi feito durante a gestão de processos. Aqui, você deve marcar os aprendizados gerados pela gestão, os desvios ocorridos, o que pode ser melhorado e como você fará para manter a ação em sua empresa.

Após essa listagem, é o momento de trabalhar o experimento e realizar novas gestões para que a empresa só cresça.

É eficaz?

Gestão de Processos

Essa é uma dúvida e uma pergunta constante para muitos empreendedores. A gestão de processos é muito importante e eficaz para quem desja descobrir onde há desperdícios na empresa, o que é preciso padronizar, além de melhorar continuamente o serviços, produtos e atendimento da instituição.

Com a inovação do mercado, cada vez mais a gestão de processos se faz importante. Aplicá-la em sua empresa trará grandes benefícios.

Gostou de aprender mais sobre gestão de processos? O que achou desse sistema? Deixe seu comentário!

Ah! Queremos também indicar mais leituras para você! Já viu que no nosso blog tem uma categoria inteira que fala de negócios? Dá uma conferida nestes posts! Eles ajudarão bastante a sua empresa!

Gestão de negócios: o que empresas tradicionais podem aprender com startups e vice-versa

Não interessa se a empresa é grande ou pequena. Nenhuma delas está segura e todas vivem pressionadas pela necessidade de uma gestão de negócios inovadora. Nesse quesito, as startups saem na frente. No entanto, elas perdem quando o assunto é experiência em manufatura.

Gestão de negócios

Para o sucesso na gestão de negócios, muitos especialistas acreditam que o melhor ainda é unir as boas ideias que fervilham nas startups, com a expertise em fabricação industrial das grandes organizações, beneficiando-se umas das outras.

Inovação na gestão de negócios

Quando a pressão por inovação bate à porta das grandes empresas, elas tendem a reagir com a contratação de novos profissionais e implementação de equipe multifuncional. Sabe o que isso significa? Mais despesas.

Se o dinheiro investido retornasse rapidamente em resultados, seria ótimo. Mas essa não é a realidade, na maioria dos casos. O que ocorre é que essa equipe começa a se aprofundar em pesquisas de mercado dispendiosas, que geram uma infinidade de dados, mas que não levam a lugar algum com a rapidez necessária.

Desta forma, ao invés de incorporar ideias novas ao produto/serviço e até mesmo no mercado, as empresas andam cada vez mais na direção oposta à do consumidor final. Para fugir dessa armadilha, uma dica é copiar o que vêm fazendo as startups.

O que diz o manual das startups?

O desafio aqui para as empresas estabelecidas é aprender a pensar de maneira diferente, como fazem as startups. Ou seja, adotar uma gestão de negócios baseada no pensamento de risco para encorajar a inovação e alavancar o crescimento.

Gestão de negócios

Mas, o que as startups fazem de tão especial? Elas simplesmente conseguem transformar suas limitações em aliadas para o sucesso. Nessas empresas, a escassez estimula a criatividade e leva a inovações.

Outra característica comum e valiosa das startups é a agilidade. Com pouco dinheiro e sem tempo de sobra, elas correm para se adaptarem ao mercado.

As bases do pensamento de risco

  1. Conexão direta com o cliente: ao invés de avaliar dados para conhecer as necessidades dos clientes e resolver problemas, como fazem as grandes organizações, as startups vão diretamente até eles, fazem perguntas, observando o seu comportamento.
  2. Teste de soluções: a Avon começou vendendo livros. A poderosa Amazon também. Isso significa que nem sempre o produto inicial de uma startup é o que a levará ao sucesso. Mas essas empresas crescem porque se permitem experimentar e errar em prol do aprendizado. As grandes organizações, por sua vez, trabalham para acertar desde o primeiro momento, melhorando, melhorando e melhorando os seus produtos antes de testá-los junto ao consumidor. Elas precisam desenvolver estruturas que permitam aos funcionários apresentarem suas ideias e testá-las no mundo real, tudo isso de maneira ágil e sem muita burocracia.
  3. Protótipos das ideias: as startups dão vida às suas ideias inovadoras e não apenas falam sobre elas. Muitas usam protótipos para checar as reações autênticas dos clientes. Quando se fala em protótipo, não significa gastar muito dinheiro com projetos excepcionais. Às vezes, algo mais simples ou mesmo um vídeo dão à empresa as respostas necessárias.

Correndo atrás

O modelo de gestão de negócios das startups realmente merece a atenção de todo empreendedor que quer crescer nesse mercado extremamente competitivo e ágil.

Enquanto as startups, como a Uber, por exemplo, comemora um crescimento explosivo, organizações mais antigas se esforçam para encontrar um jeito de incorporar algumas práticas desse modelo de gestão de negócios das startups para evoluir e expandir.

Responsabilidade da equipe

Gestão de negócios

Em seu livro The Startup Way, o escritor Eric Ries apresenta outras lições que as empresas devem aprender com as startups. Ele reforça a necessidade de se investir na responsabilidade da equipe e não em novas contratações.

Para isso, o empreendedor deve seguir quatro etapas:

  1. Responsabilização: os funcionários devem ser motivados a contribuir com a missão da organização por meio de metas e programa de remuneração bem definidos.
  2. Processo: as empresas precisam informar os empregados como cada um deve atuar no cotidiano da organização e contribuir com a meta. Eles devem saber e entender perfeitamente como funciona todo o processo.
  3. Cultura: ninguém vai fazer milagres numa empresa. O empreendedor precisa organizar a casa, criando um ambiente que favoreça a criatividade, troca de ideais, aprendizado etc. Só assim vai atrair e manter os melhores profissionais. 
  4. Pessoas: ao seguir as etapas anteriores, a organização tem a chance de descobrir seus talentos internos e, assim, investir na capacitação. Além disso, pode extrair o potencial máximo dos seus funcionários, colocando-os nas funções adequadas em relação ao pontos fortes de cada um.

Outras lições das startups

Existem outras práticas na gestão de negócios das startups, além das citadas acima que, segundo Ries, devem ser copiadas pelas grandes organizações. Entre elas:

Habilidades técnicas versus inteligência emocional: as empresas precisam expandir a visão sobre o que é um talento. Eris afirma que focar muito nas habilidades técnicas na hora de contratar, pode levar o recrutador e subestimar um alto quociente emocional e alta resiliência. Ao mudar essa postura, abre-se a oportunidade para aproveitar candidatos extremamente inteligentes emocionalmente.

Enfrentando mudanças difíceis: para inovar e sobreviver, as empresas precisam ter coragem de fazer mudanças, que nem sempre são indolores. Ries defende que a inovação se resume a dois fatores críticos: o cultivo de uma força de trabalho forte e uma cultura que permite aos funcionários atuarem como se fossem os donos das próprias startups. Mas esse processo leva tempo para ser implantado e enfrenta resistência interna. “Isso é difícil e doloroso, mas a alternativa é o esquecimento, então, vale a pena”, garante Rie.

As grandes empresas estão em extinção?

Gestão de negócios

Os estudiosos garantem que não. O que está acontecendo é que uma startup e o pequeno empreendedor vêm competindo com os “gigantes” para levar inovação ao mercado. E elas são muito, mas muito rápidas.

Isso não significa que uma Toyota vai sumir do mapa. Pelo menos por enquanto… Acontece que as gigantes de manufatura continuam no jogo por uma razão bem forte: manufatura não é um negócio simples e todo o processo não se constrói da noite para o dia, por um estudante, na garagem de casa.

Junto a tudo isso está o peso da marca, que em alguns segmentos é fator decisivo. Por exemplo: numa situação de vida ou morte, de quem você compraria a solução para o seu problema? De um brilhante estudante que trabalha numa lojinha da esquina ou de uma empresa conceituada com anos de história e experiência?

Conclusão

Como se vê, startups e grandes organizações ainda vão andar juntas por algum tempo, aprendendo umas com as outras.

Enquanto a gestão de negócios das grandes empresas lutam contra a falta de flexibilidade, inovação e agilidade, a maioria das startups fervilham com ótimas ideias mas não têm experiência em manufatura e negócio.

Você pode conhecer mais sobre as startups com os livros. Existem obras valiosas sobre o tema e de leitura obrigatória para todo o empreendedor. A equipe da 12MIN selecionou duas sugestões pra você:

A Startup Enxuta – Eric Ries

Gestão de negócios

O jeito enxuto de criar empresas exige velocidade e agilidade para ser capaz de mudar de direção, sempre que necessário. Mergulhe nessa leitura!

Startup WeekendMarc Nager & Frank Nouyrigat & Clint Nelsen

Gestão de negócios

Não tenha medo de compartilhar suas ideias. Faça isso, principalmente, em ambientes onde há inúmeras pessoas capazes de contribuir positivamente para o desenvolvimento dela. Aprenda a ganhar adeptos e a começar uma startup do zero.

Os dois livros estão disponíveis na plataforma 12MIN, no formato de microbook, para serem lidos em apenas 12 minutos cada. Se você preferir, pode acessar o audio book. Boa leitura!

Curtiu esse post? Deixe os seus comentários.

 

Os melhores livros para quem quer empreender: Samba Tech + 12min

A vida de empreendedor não é nada fácil. Para quem está começando, é preciso conseguir investidores, ter ideias promissoras, executá-las e garantir que essas ideias se tornem realidade. Se você já está no meio, os desafios não param e talvez até se tornem maiores. Afinal, agora é preciso manter o negócio ativo e crescente, consolidar-se no mercado, lidar com clientes, funcionários, concorrentes, e muitas outras coisas.

Embora a experiência e tentativa constante sejam peças chave na vida de qualquer empreendedor, existem muitos livros que podem te ajudar no caminho do empreendedorismo, com dicas e histórias de pessoas que passaram por altos e baixos, mas que no final conseguiram extrair lições de cada situação e sempre buscar o crescimento profissional e pessoal.

Por isso, nós, do 12min, em parceria com a SambaTech, selecionamos estes livros que com certeza te ajudarão a começar uma vida de empreendedor ou aprimorar suas técnicas e conhecimentos para alcançar o sucesso de forma mais rápida e efetiva.

São livros de autores experientes em relações interpessoais, investimentos, lançamentos de startups e que trabalharam, ou até fundaram, grandes empresas de renome mundial. Esperamos que cada obra possa trazer ensinamentos e insights certeiros para você e os novos desafios que pretende enfrentar! Confira aí:

A Startup Enxuta – Eric Ries

Running Lean – Ash Maurya

A Marca da Vitória – Phil Knight

Pense Simples – Gustavo Caetano

De Empreendedor e Louco Todo Mundo Tem Um Pouco – Linda Rottenberg

De Zero a Um – Peter Thiel e Blake Masters

Vai Lá e Faz – Tiago Mattos

O Poder do Hábito – Charles Duhigg

Os Segredos da Mente Milionária – T. Harv Eker

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

High Output Management – Andrew S. Grove

A Arte da Negociação – Michael Wheeler

A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne

Behind The Cloud – Marc Benioff e Carlye Adler

Launch – Jeff Walker

Rework – Jason Fried e David Heinemeier Hansson

O Segredo – Rhonda Byrne

Essas são apenas algumas das melhores obras para te ajudar com empreendedorismo e negócios, e cada uma tem alguma coisa de valor a te ensinar. Lembrando que todos os livros citados possuem microbooks no app do 12min, onde você pode ler ou ouvir e absorver os ensinamentos chave que cada um traz e começar a aplicá-los agora mesmo!

Espero que tenham gostado das indicações e que façam um bom proveito de tudo o que esses autores tem a oferecer!

O que colocar na home page do site? 3 elementos e exemplos

A home page do seu site é a porta de entrada de muitos clientes.

Por mais que sua empresa tenha uma estratégia muito boa de SEO, com milhares de visitas em outros posts e páginas, a home page sempre será a referência do usuário para saber mais sobre a sua solução.

E quando ele decidir buscar por isso, você não vai querer que ele bata o olho e saia rapidamente, certo?

Por isso, criar uma home page simples, mas não simplista, e que leve o seu usuário até o caminho de conversão que você espera, pode ser um enorme desafio.

Existem três elementos essenciais que sua home page deve ter para encantar seu usuário e vamos falar sobre eles agora!

Para fechar, no final do post também colocamos alguns exemplos para ficar ainda mais claro estes conceitos.

Vamos lá?

Proposta de valor

A sua proposta de valor deve estar clara para o usuário no momento em que ele bater o olho no seu título principal (headline).

Quando for definir o que a sua home page, ou até mesmo outra landing page do site, deve entregar de informação para o usuário, lembre-se desses dois pontos:

  • Responda a essas três perguntas “Quem eu sou”, “O que eu faço” e “O que você pode fazer aqui”
  • Não faça o usuário pensar. Informações claras e direcionamento para ele dar os próximos passos até a conversão

Conteúdo

O formato do seu conteúdo influencia diretamente no aumento das taxas de conversão. Resumimos aqui os principais pontos na hora de construir sua home page:

  • Escolha uma palavra chave principal para otimizar o texto para SEO e algumas secundárias para ajudar no contexto.
  • Tente pelo menos ter de 500 a 800 palavras na home page.
  • Use palavras simples e fáceis de entender. Deixe os jargões do seu business e outros termos complexos de lado.
  • Frases de até 80 caracteres te forçam a escrever de forma direta, sem enrolação.
  • Parágrafos curtos de até três linhas dão fluidez ao texto e tira aquela visão de blocos enormes de textos.
  • Use títulos, subtítulos e lista de pauta para quebrar o texto. Deixe seu conteúdo “escaneável”, ou seja, mais fácil de entender os pontos principais só batendo o olho.
  • Não tenha medo de pular linhas e deixar espaços em branco na página. Aos olhos do usuário, seu conteúdo dará a impressão de ser leve e rápido de ler.
  • Use links internos para outras páginas importantes do site (página de preços ou funcionalidades, cases de seus clientes, etc.)
  • Escolha uma fonte de fácil leitura e deixe ela por volta do tamanho 14.

Copywriting

O Copywriting é uma técnica de escrita com foco comercial, que atua nos níveis conscientes e subconscientes do usuário sobre o leitor para gerar mais conversões ou vendas.

Um bom copywriting é aquele texto objetivo, que informa o leitor com uma leitura agradável e persuasiva.

Muitos dos tópicos que citamos anteriormente (como usar palavras simples, espaços em brancos, etc) já fazem parte do grupo de técnicas de copywriting.

Por isso, nesse tópico vamos focar na estratégias de psicologia da persuasão para atuar na mente do leitor e fazer com que ele diga “sim” ao seu produto e solução.

Reciprocidade

Esse princípio diz que o consumidor estará mais propenso a dizer “sim” para quem anteriormente te deu algum “presente”, benefício ou favor.

Ou seja, se você ajuda seu usuário, como uma consultoria gratuita, ele estará mais inclinado a adquirir seu produto ou serviço.

Compromisso e consistência

O ser humano tem a necessidade (inconsciente) de seguir algo que já tenha se comprometido anteriormente, seja uma simples escolha ou afirmação.

Nós temos o compromisso de seguir com essa escolha e ser consistente a nós mesmos. Questione o seu usuário quanto a uma situação cotidiana dele, de forma a fazer ele concordar.

Por exemplo: “Cansado de se perder em meio a dezenas de planilhas de Excel?” ou “As dietas que fazia antes não funcionam mais?”.

Empatia

A empatia é algo poderoso nas relações humanas, seja ela pessoal ou virtual. Não é à toa que outras áreas, como a de Vendas, também usam dessa estratégia para quebrar o gelo e criar um laço com o cliente.

Esse gatilho tem como objetivo criar afinidade e identificação com seus usuários. Ela pode ser usada em conjunto com o tópico anterior, trazendo a realidade do usuário para o conteúdo.

Autoridade

Demonstrar que você é autoridade no tema do seu business pode valer ouro para as taxas de conversão.

E como fazer isso?

  • Inclua prêmios que sua empresa ganhou
  • menções na mídia (jornais, TV, grandes blogs, etc)
  • liste clientes famosos de grande porte
  • utilize depoimentos de profissionais de renome na sua área para validar a qualidade do seu produto ou serviço.

Prova Social

Esse princípio também está ligado ao tópico anterior. O ser humano tem necessidade de se sentir parte de um todo, de uma comunidade.

Uma pesquisa revelou que cerca de 67% dos consumidores leem cerca de 6 reviews e depoimentos antes de finalizar uma compra.

Por isso, exemplos de outras pessoas que aprovam seu produto ou serviço são essenciais para a otimização da home page.

Você pode incluir:

  • Depoimentos de clientes reais
  • Reviews dos produtos
  • Lista de mais vendidos

Escassez

O senso de urgência é um dos mais poderosos gatilhos para desencadear o processo de compra. E a escassez ajuda a criar o senso de urgência.

Para usar esse gatilho reforce informações como de um produto que esteja perto de esgotar ou uma promoção que esteja perto de acabar.

Afinal, ninguém gosta de perder algo que outras pessoas estão adquirindo, certo?

Essas são algumas dicas básicas sobre o que é copywriting e como aplicá-los na sua home page.

Agora, vamos aos exemplos para deixar esses conceitos ainda mais claro.

Exemplos de home pages

Home page Evernote

A página inicial do Evernote é incrivelmente simples e cativante. Com três headlines poderosos que se alternam, o usuário consegue entender claramente a proposta de valor da ferramenta.

  • “Lembre-se de tudo”
  • “Organize-se”
  • “Tenha sucesso conjunto”

Finalizando com “Conheça o Evernote, seu segundo cérebro” de forma estática e abaixo o pequeno texto “Capture, organize e compartilhe notas de qualquer lugar. Suas melhores ideias estão sempre com você e sempre sincronizadas.”

A boa utilização do espaço branco dá leveza e “ar” para a página, dando foco no que é preciso. Para completar, logo ao lado um formulário de conversão com um CTA direto e ressaltando o benefício “Cadastre-se gratuitamente”.

Em seguida, as ilustrações e vídeos ajudam o usuário a entender as funcionalidades e visualizar como ele usaria o Evernote no seu dia a dia.

Um ótimo exemplo para se inspirar e criar sua home page. Confira ela completa aqui.

Home page Conta Azul

O outro exemplo que gostaríamos de compartilhar com vocês é essa da Conta Azul.  

Além de ter uma headline simples e direta “Controle sua empresa sem complicação”, o texto abaixo apresenta os benefícios com um texto empático, sugerindo que ele deve para de perder tempo organizando documentos e sim buscando novos negócios para ultrapassar o concorrente.

O CTA claro “Experimente Grátis” vem reforçado pelo compromisso de ser “sem compromisso” e “sem pedir cartão de crédito”, o que já tira algumas possíveis barreiras e objeções do usuário.

Mas o mais interessante foi que no momento que estávamos fazendo a pesquisa para trazer exemplos para o conteúdo, ela estava com um exemplo claro do princípio de escassez.

Um cronômetro que me dava 36% de desconto caso eu assinasse em até 30 minutos.

Outro ponto interessante da página foi a forma como eles encontraram de demonstrar as principais funcionalidades do software.

Um menu dentro da página permite que o usuário conheça as principais funções do software visualizando já o funcionamento com o auxílio da imagem ao lado.

Os elementos de prova social e autoridade também são fáceis de identificar.

A prova social é feita com um carrossel de depoimentos de clientes com fotos e textos.

Já a autoridade é validada com as logos de grandes mídias que citaram a Conta Azul, como Estadão e Harvard Business Review. Veja a página completa aqui.

Espero que essas dicas sobre o que colocar na sua home page tenha te ajudado a visualizar como as estratégias de otimização de conversão (CRO) são essenciais para melhorar suas taxas de conversão.

Conta pra gente, o que você tem feito para criar uma home page otimizada?

Esse post foi escrito por Rafael Damasceno, co-fundador da Supersonic, consultoria focada em Otimização de Conversão (CRO) que ajuda empresas no Brasil e Estados Unidos a melhorarem seus sites para transformarem visitantes em clientes.

SaaS: entenda tudo sobre o Software as a Service

Entre os profissionais de tecnologia, SaaS – Software as a Service – é assunto de toda hora. Para os demais usuários de internet, também, apesar da maioria deles não ter a mínima ideia do que se trata.

Ou seja, não o conhecemos pelo nome, mas o SaaS faz parte do nosso cotidiano. Quer alguns exemplos: Netflix, Google Drive, Dropbox e o Paypal. Todos eles são um Software as a Service. E existem muitos outros.

Com o SaaS, softwares com instalação a partir de CD estão virando peças de museu. Hoje, os serviços são entregues pela internet, a qualquer hora, em qualquer lugar do mundo.

Computação nas nuvens

Para entender melhor como funciona o SaaS, vamos falar primeiro, de forma sucinta, sobre computação em nuvem, ou cloud computing.

Estamos nos referindo a um tipo de serviço de infraestrutura, armazenamento de banco de dados e outras aplicações de tecnologia da informação que é fornecido pela internet  (a “nuvem”) para as pessoas ou organizações.

O que é SaaS

SaaS

SaaS – Software as a Service – uma das formas mais usadas de computação em nuvens – é um modelo de distribuição de software, no qual o provedor de serviços hospeda aplicativos para os clientes. Esses dados podem ser acessados em qualquer dispositivo conectado à internet e a um navegador da web ou thin client.

A facilidade de acesso fez do SaaS um dos modelos preferidos para muitos aplicativos de negócio. Hoje, você encontra uma variedade enorme de aplicativos corporativos, como por exemplo, gerenciamento de email, de relacionamento com cliente, de vendas, recursos humanos, financeiro, bancos de dados, fechamento de folha de pagamento etc.

Os principais fornecedores de SaaS são a Salesforce, Oracle, SAP, Intuit e Microsoft.

Como é entregue o SaaS

As pessoas ou empresas compram uma assinatura mensal ou anual. Geralmente, nesse valor, estão incluídos a licença de software, suporte e outras taxas.

No caso das organizações, os provedores de SaaS costumam adotar parâmetros de usos para efetuarem as cobranças. Isso pode ser com base no número de usuários ou de transações, por exemplo.

Os usuários, na maioria das vezes, acessam os aplicativos usando um navegador da web; em algumas organizações, eles também podem usar um terminal thin client.

Os SaaS podem ser configurados para que as empresas personalizem o software para melhor atender às suas necessidades específicas.

O lado poderoso do SaaS

SaaS

Os softwares de serviços são hoje ferramentas poderosas. Por exemplo:

  • Permitem que pessoas no mundo inteiro interajam com um bit de informação de uma só vez. É o caso do Facebook – ao mesmo tempo que você comenta uma postagem do seu amigo no Rio de Janeiro, outra pessoa está curtindo o mesmo post no lado oposto do planeta.
  • Permitem realizar ações de grande importância sem a necessidade de ter um computador extremamente poderoso.

Outras vantagens dos SaaS

  • Custos iniciais baixos: as organizações não precisam comprar, instalar, executar e atualizar aplicativos em seus computadores próprios. Isso significa custo zero com aquisição e manutenção de hardware, instalação e suporte.
  • Pagamentos flexíveis: o pagamento é feito conforme uso.
  • Alta escalabilidade: os clientes podem acessar aumentar ou diminuir os recursos de acordo com a necessidade. Isso é significativo para empreendimentos de natureza cíclica e aqueles que estão crescendo muito rapidamente.
  • Confiabilidade: fornece serviços confiáveis e seguros.
  • Atualizações automáticas: o provedor executa automaticamente as atualizações e  gerenciamento de patches.
  • Redução de custos: o fornecedor de SaaS cuida de tudo, permitindo assim que as empresas terceirizem parte significativa das responsabilidades da área interna de TI, relacionadas a soluções de problemas e manutenção de software.
  • Acessibilidade: os usuários podem acessar os aplicativos a partir de qualquer dispositivo móvel ou computador com acesso à Internet. Geralmente, suportam Windows, MacOS, iOS, Android e são executados em vários navegadores, como Google Chrome, Apple Safari e Mozilla Firefox.
  • Fácil acesso: basta uma conexão com a Internet.
  • Cancelamento: o usuário pode interromper o serviço sempre que quiser.

O outro lado da moeda

SaaS

As vantagens são muitas, mas junto com elas vêm os riscos que todo usuário deve conhecer. Os principais são:

  • Dependência: os usuários dependem dos provedores dos serviços para que estejam ativos 24h por dia, para que possam acessar os aplicativos sempre que necessário. E, também, está nas mãos dos fornecedores a atualização em geral, inclusive, dos patches de segurança.
  • Segurança e privacidade: se ocorrer uma violação de dados, a segurança dos dados da empresa e a disponibilidade dos serviços ficará comprometida.
  • Gastos desnecessários: isso ocorre quando o empreendedor adota uma estratégia de nuvem por conta própria, sem conhecimento básico de TI. Além das despesas, pode haver gerenciamento inadequado dos dados e trabalho extra para transferir as informações de um sistema não integrado para outro.
  • Internet: tudo depende de uma boa conexão. Você será afetado se sua conexão cair. Pior ainda se ela cair a todo instante. Alguns fornecedores já incorporaram a funcionalidade “off-line”, por uma questão de segurança.
  • Compatibilidade: nem todos os aplicativos são compatíveis com todos os sistemas operacionais. A maioria é executada no Windows ou no Linux, mas tem aumentado aqueles que atendem os usuários do Mac OS também.

Propriedade dos dados

Você deve estar se perguntando: afinal, quem fica com os meus dados? Se você está preocupado, tem razões para isso. Realmente, é imprescindível definir os padrões de confiabilidade do Sistema, por meio de um acordo chamado SLA.

O SLA detalha as questões relacionadas à propriedade de dados, segurança das informações e programações de manutenção.

Em relação à propriedade de dados, o usuário deve garantir uma cláusula em seu SLA que declara claramente que ele é o dono dos dados. Não é comum o fornecedor de SaaS insistir em manter essa propriedade mas, se isso acontecer, não assine o documento e, até mesmo, troque de fornecedor.

Você pode ir mais longe e incluir no seu contrato uma permissão para que seus dados sejam exportados e realizado backup localmente, sempre que você quiser.

Segurança das informações

De fato, ao passar para as mãos de outra pessoa seus dados pessoais ou de negócios, o quesito segurança tem peso significativo.

O lado bom dessa história é que os fornecedores de SaaS investem muito mais em segurança, backups e manutenção do que qualquer empresa pequena ou média.

Por esse motivo, um sistema nas nuvens, normalmente, é mais protegido do que um sistema local.

Exportando os seus dados

SaaS

Pode acontecer do seu fornecedor SaaS fechar as portas. Se isso ocorrer, como ficam os seus dados? De uma maneira geral, as empresas de SaaS têm recursos para garantir as suas informações sempre.

No entanto, como já foi dito anteriormente,  a recomendação é que o usuário inclua uma cláusula no contrato (SLA) que lhe assegure abertamente a permissão para exportar os dados do provedor, com que frequência isso acontecerá e em que formato.

Conclusão

Não podemos negar que o Software as a Service tem impactado as nossas vidas e os negócios. É claro que ainda existem alguns desafios e o de maior peso no momento, ainda, gira em torno da segurança das informações.

O ideal é que cada um avalie os pontos positivos e os riscos dessa nova ferramenta e, se optar por usá-la, assegure que itens importantes, como propriedade dos dados, estejam explícitos no contrato.

Se você quer saber mais sobre o impacto da tecnologia no mundo dos negócio, temos uma dica de leitura muito legal:

Organizações Exponenciais – Yuri Van Geest & Michael S. Malone & Salim Ismail

SaaS

Uma organização exponencial é aquela cujo impacto é desproporcionalmente grande, em geral 10x maior do que as demais empresas, por meio da adoção de novas tecnologias. Enquanto uma organização linear (as empresas tradicionais) são restritas a recursos escassos, organizações exponenciais amplificam seu potencial por meio da abundância.

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