Descubra incríveis palestras motivacionais para te inspirar

As opções de palestras motivacionais são muitas, no Brasil e no exterior. Aliás, palestrar transformou-se em profissão para muita gente e, em alguns casos, uma atividade altamente lucrativa.

O atual presidente americano e bilionário Donald Trump, antes de assumir a Casa Branca, cobrava nada menos que US$ 1,5 milhão por uma palestra. Já o economista e ex-presidente do Banco Central americano, Ben Bernanke, chegou a cobrar US$ 400 mil.

No Brasil, também, existem nomes de peso ministrando palestras. Entre eles, destaca-se o ex-presidente e sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Cada apresentação dele custa em média R$ 200 mil.

Um mercado em expansão

Palestras Motivacionais

O mercado de palestras movimenta US$ 12 bilhões a cada ano, em todo mundo. No Brasil, a média gira em torno de R$ 100 milhões anuais, e encontra-se em ritmo de crescimento. E as palestras motivacionais abocanham uma fatia considerável desse “bolo”.

Nesse cenário, as palestras motivacionais para empresas aparecem como um bom negócio. Estima-se que 87% dos empreendimentos de pequeno e médio porte têm investido cada vez mais em treinamentos, cursos e seminários para motivar e inspirar os funcionários.

No mundo corporativo, essas palestras motivacionais atuam como fontes de energia para as equipes. Como tal, mexem com as emoções dos funcionários, conduzindo-os para fora da sua zona de conforto, estimulando a criatividade e impactando na produtividade.

O que é palestra motivacional

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O objetivo central de uma palestra motivacional é levar o público a refletir sobre seus próprios sonhos e, a partir daí, fazer algo diferente na direção dos seus propósitos de vida.

Ou seja, um palestrante motivacional estimula mudanças nas pessoas, no nível emocional e/ou mental, levando-as a direcionarem o foco para as inúmeras possibilidades de desenvolvimento e crescimento, seja no âmbito pessoal ou profissional.

Geralmente, os palestrantes lançam mão de estratégias e táticas de persuasão para motivar e inspirar os seus ouvintes. É muito comum o palestrante motivacional usar a experiência pessoal para alcançar os seus objetivos.

As melhores palestras motivacionais brasileiras

Nós selecionamos para você 5 palestras motivacionais que são sucesso nos quatro cantos do país. São palestrantes que encantam o público com conteúdo de primeira e uma dose certa de humor e descontração. Anote aí:

Mário Sérgio Cortella

Cortella é um dos palestrantes mais cobiçados do Brasil nos dias atuais. Ex-monge e doutor em Educação pela PUC-SP é, também, o criador da série de livros “O Que a Vida Me Ensinou”. Com 17 obras publicadas, ele aborda temas presentes no cotidiano das pessoas, como ética profissional, religião, educação e relações interpessoais, de maneira clara e didática.

Leila Navarro

Veterana no mercado de palestras no Brasil e no exterior, Leila Navarro já foi eleita pela revista Veja uma das 20 melhores palestrantes do Brasil. Transbordando energia e bom humor, Navarro motiva a plateia a correr atrás da produtividade no trabalho. Aborda temas como felicidade e bem-estar, empreendedorismo, comportamento humano, mudança e atitude, inovação, assertividade e comprometimento.

Bernardinho

Das quadras para o palco, Bernadinho repete, como palestrante, o sucesso que conquistou no mundo dos esportes. Com suas palestras motivacionais, ele lota salões para falar, principalmente, sobre liderança, superação e trabalho em equipe. Bernardinho também é autor dos livros “Bernardinho – Cartas e Um Jovem Atleta – Determinação e Talento: o Caminho da Vitória” e “Transformando Suor em Ouro”.

Pedro Janot

Ao cair de um cavalo, em 2011, Pedro Janot ficou paraplégico e, desta forma, conhece como ninguém o poder da força de vontade e da superação para se reerguer diante de uma dificuldade. Esses têm sido, inclusive, os focos de suas palestras motivacionais. Mesmo com as limitações para se movimentar, Janot se destaca pela excelente performance nos palcos.

Max Gehringer

Ex-presidente da Pepsi e Pulmann, Max Gehringer destaca-se também com suas palestras motivacionais. Com uma linguagem simples e objetiva, ela leva para o palco temas como mercado de trabalho, política corporativa e gestão de pessoas. Por isso é um palestrante muito requisitado pelas empresas que buscam motivar os seus times em busca de produtividade e competitividade.

5 TED’s imperdíveis

Palestras Motivacionais

Você não precisa sair de casa para assistir a uma espetacular palestra motivacional. E nem é necessário pagar caro para isso. Palestrantes de peso e renome internacional estão na plataforma TED, falando para milhões de pessoas, no mundo inteiro. Com um detalhe: de graça.

Veja as opções que selecionamos para você:

Será que as escolas matam a criatividade? – Ken Robinson

Essa é a palestra mais popular de todos os tempos no TED. O autor e consultor britânico Ken Robinson registra cerca de 54 milhões de visualizações, defendendo um sistema educacional que estimula a criatividade, ao invés de enfraquecê-la. Sua palestra tem opções de legendas em 62 idiomas, inclusive, o Português.

Como grandes líderes inspiram ação – Simon Sinek

Sinek é professor na Columbia University e autor dos livros “Start With Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action” e “Leaders Eat Last”. Essa palestra tem mais de 41 milhões de visualizações, com legendas em 48 idiomas. Focado no mundo corporativo, Sinek mostra como os líderes podem inspirar cooperação, confiança e mudanças.

Por que fazemos o que fazemos? – Tony Robbins

Robbins é consultor, autor de best-sellers e life coach. Em sua palestra, ele destaca a motivação como um dos recursos mais valiosos numa organização e aborda sobre os gatilhos que levam a pessoa a produzir e alcançar metas. Esse TED Talk tem mais de 23 milhões de visualizações, com legendas em 36 idiomas.

O enigma da motivação – Dan Pink

Essa é uma reflexão que começa com um fato que os cientistas sociais sabem, mas a maioria dos gerentes não: as recompensas tradicionais nem sempre são tão eficazes quanto pensamos. A palestra de Pink tem mais de 22 milhões de visualizações e está disponível em 44 idiomas.

A surpreendente ciência da felicidade – Dan Gilbert

Professor na conceituada Universidade de Harvard e autor do livro “Stumbling on happiness”, Gilbert defende a ideia de que o nosso “sistema imunitário psicológico” permite que nos sintamos realmente felizes, mesmo quando o planejamento não funciona muito bem. Essa palestra tem mais de 17 milhões de visualizações e está disponível em 45 idiomas.

Você gostou das nossas dicas de palestras motivacionais? Gostaria de enriquecer a lista acima? Compartilhe conosco as suas sugestões ou comentários.

E, agora, que tal associar palestras com leitura? Vai aqui uma dica super legal:

Poder Sem Limites – Anthony Robbins

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Você já sonhou com uma vida melhor? O livro ‘Poder Sem Limites’ vai mostrar, passo-a-passo, como atingir sua performance máxima enquanto você ganha liberdade financeira, emocional e desenvolve sua autoconfiança e liderança.

Boa leitura!

A Crise dos 25 anos: Saiba o que é e veja se você está passando por ela

Em 2004, uma reportagem do jornal norte-americano Boston Globe chamou a atenção, pela primeira vez, para a chamada Crise dos 25 Anos.

Na reportagem, o jornal contemplou entrevistas e dados sobre os adolescentes recém-formados nas universidades locais e como eles se preocupavam com o início da vida adulta.

O sentimento geral entre eles é de incompletude e receio com situações como desemprego e endividamento. Algo que, até aquele momento, não era um sentimento entre os jovens que motivava estudos e a atenção de pais, professores e autoridades públicas.

Mas, o que é a Crise dos 25 Anos? O que se passa na mente de alguém, durante esta fase da vida, que pode demandar auxílio psicológico especializado? Neste artigo, vamos falar sobre este fenômeno que vem se repetindo entre jovens adultos de todo o mundo. Confira!

O que é a Crise dos 25 Anos

Para muitos, quando uma pessoa alcança os 25 anos de idade, oficialmente deixa de ser jovem. Se tornando um adulto. E esta transição, que assusta a alguns, desencadeia a chamada Crise dos 25 Anos.

O conceito é mais conhecido no exterior, do que no Brasil. Apesar de que os efeitos também são percebidos entre os jovens adultos brasileiro. Lá fora, o fenômeno é mais conhecido pelo termo em inglês, “Quarter Life Crisis”.

O primeiro a propor e estudar a Crise dos 25 Anos foi o autor e psicólogo alemão Erik Smith Erikson. Em sua obra acadêmica de estudo, ele considerou que o ser humano atravessa oito crises, durante a sua vida.

Entre estas crises, está a que ocorre na proximidade dos 25 anos. Ela se origina a partir do medo da transição entre a adolescência e a vida adulta.

Esta transição, em muitos casos, significa o fim do período universitário e a entrada definitiva no mercado de trabalho. É momento no qual surgem preocupações da “vida adulta”, como comprar o primeiro imóvel, não contrair dívidas e não perder o emprego.

E estes sentimentos geram ansiedade e aumentam a pressão, para quem está prestes a começar de fato a vida adulta.

Uma difícil e estranha transição…

A adolescência é a etapa da vida na qual a maior parte dos erros que cometemos possuem pouca ou quase nenhuma repercussão. Todo mundo tem uma história para contar sobre algo que ocorreu na juventude e que gerou muita apreensão e medo, na hora. Mas que hoje geram risos e gargalhadas, se tornando mais uma situação cômica do passado, do que um problema realmente sério.

Algo como ir para a escola embriagado ou farrear na cidade, durante toda a madrugada. Porém, quanto mais velhos ficamos, menos engraçadas, e mais constrangedoras e com repercussões mais sérias se tornam estas ações.

Virar a noite e ir embriagado para o trabalho não é uma situação engraçada, como era chegar na escola. Muito pelo contrário, pode gerar demissão por justa causa.

E esta sensação de novas responsabilidade e novos medos significa uma transição difícil para muita gente. Já que surgem incertezas e são necessárias mudanças de hábitos, para se adaptar à esta nova fase.

25 Anos: A nova idade do fim da adolescência

A revista cientifica australiana Lancet Child & Adolescent Health publicou, em janeiro deste ano, um estudo defendendo que a adolescência deve ser dos 10 aos 24 anos. Se estendendo além dos 19 anos, a idade considerada na maior parte do mundo como o marco do fim da adolescência.

Os pesquisadores do estudo indicam que o fato de jovens estarem estendendo o tempo de estudo, adiando cada vez mais a idade do casamento e de ter filhos, faz com que o período da adolescência se estenda por mais cinco anos.

Além dos aspectos sociais, os cientistas ainda apontaram aspectos fisiológicos. Como o fato de que o cérebro continua a se desenvolver até os 25 anos e que em muitos jovens, as manifestações do dente siso somente ocorrem nesta fase.

O objetivo do estudo é o de iniciar a discussão de politicas públicas que assegurem mais direitos aos que ultrapassam os 19 anos. Como já ocorre em alguns países, como no Reino Unido, que considera a idade de 24 anos como o limite para receber os serviços públicos para a adolescência.

As dificuldades do início da vida adulta

A falta de controle financeiro pessoal dos jovens é uma situação que gera preocupação. Especialmente para quem está começando a vida adulta e não possui a estabilidade financeira necessária para construir patrimônio, formar família, entre outras coisas.

E ver a vida passando, sem alcançar os objetivos de vida sonhados na adolescência, é extremamente frustrante.

O primeiro emprego, ou a busca por oportunidades de crescimento profissional rápido, também são preocupações que fazem parte do conjunto de sentimentos desencadeadores da Crise dos 25 Anos.

Recentemente, o LinkedIn realizou pesquisas com profissionais entre 25 e 33 anos, e constatou que boa parte deles passou por estas preocupações.

65% afirmou que a compra da casa própria é uma das principais pressões desta fase da idade. Já que é preciso pensar em sair da casa dos pais e ter um lugar próprio para abrigar sua futura família.

46% afirmou que se preocupa em encontrar um emprego que goste. 39% se preocupa em ter as qualificações certas para o trabalho e 37% afirmou que a maior pressão profissional é em ser promovido e reconhecido no trabalho.

crise dos 25 anos

Os sinais da Crise do 25 Anos

A falta de motivação e o contínuo sentimento de que a vida não apresenta mais opções é um dos indicativos de que alguém está atravessando a Crise dos 25 Anos.

E estes sentimentos desencadeiam a perda de confiança, diante dos novos desafios da vida adulta. Em casos mais extremos, é comum que quadros de depressão comecem a surgir.

Há o distanciamento do indivíduo de familiares e amigos, por conta do sentimento de que está aquém do que poderia ser. Esta cobrança pessoal extrema pode se tornar um problema sério. Com potencial para afetar seriamente a estabilidade emocional e as relações humanas de uma pessoa.

Para estes casos, é fundamental procurar ajuda profissional. Pois se tratam de situações graves e das quais nem sempre é possível se ver livre sem ajuda.

Como superar a Crise dos 25 Anos

Para encarar de frente os desafios do início da vida adulta, é preciso uma mudança de atitude imediata. É preciso ter contínua proatividade na vida. Procurando sempre sair da “bolha” da adolescência, reconhecendo e encarando diariamente, porém com a cabeça erguida, os desafios.

Também é fundamental para as cobranças em excesso sobre si mesmo. Sabendo que é muito raro ter sucesso financeiro e profissional, antes dos 30 anos.

Existem casos de pessoas abaixo dos 30 anos que já alcançaram resultados excepcionais em termos de carreira. Porém, são casos únicos e não ser um deles não diminui a chance de sucesso de ninguém.

Ter preocupações com a vida cotidiana, como pagar as contas em dia e não perder o emprego, são saudáveis e demonstram maturidade. Mas elas não devem tomar conta da mente a todo momento. Sendo necessário curtir a vida e aprender continuamente com os erros da vida.

E você, já atravessou ou conhece alguém que está atravessando a Crise dos 25 Anos? O que pode ser dito para quem está nessa situação? Deixe as suas dicas e conselhos nos comentários. Participe conosco!

Liderança: conheça os principais modelos e suas aplicações

Um líder pode conduzir o seu time para a vitória ou puxar todo mundo pra trás. Tudo vai depender do seu estilo de liderança e de como ele usa o poder que tem em mãos.

Nós selecionamos seis modelos de liderança comuns nas organizações, com o perfil de cada líder e os reflexos da sua gestão na equipe e no clima. Veja:

Liderança autoritária

Liderança

O líder autoritário não é o que muitas empresas inovadoras buscam nos dias atuais. No entanto, ele ainda sobrevive e continua contaminando equipes, elevando as taxas de turnover nas organizações e provocando evasão de talentos. Veja o perfil desse tipo líder:

  • Mantém o foco nele próprio e enfatiza a execução de tarefas.
  • Dominador e usa o medo para obter o “respeito” dos liderados.
  • Trata os liderados como subordinados – a exemplo dos antigos “chefes”.
  • Baseia as suas ações em suas próprias opiniões, sem qualquer participação da equipe.
  • Pouco flexível, dita as ordens e exige obediência plena dos liderados.
  • Cobra resultados com veemência, pressão e ameaças.
  • Odeia ser contrariado, nem que seja só um pouquinho.
  • As atividades são realizadas apenas na presença do líder.
  • Não estimula a equipe e ainda encontra obstáculos para o crescimento profissional e ascensão na carreira.

Consequências

Equipe desmotivada, frustrada, amedrontada e, portanto, distante e sem iniciativa. Geralmente, reage com agressividade e hostilidade. O ambiente é tenso e os liderados são mais propensos a gerar conflitos entre eles.

Apesar de tudo, alguns estudiosos acreditam que o líder autoritário pode ser útil em situações extremas, que exigem atitudes diretas e rápidas. Isso porque esse líder concentra grande parte das decisões e “simplifica” o processo. Será?

Liderança democrática

Liderança

Esse é um estilo oposto de liderança e positivo na gestão de qualquer negócio. Geralmente, leva ao engajamento natural das pessoas. Com a satisfação das equipes, a empresa reduz o turnover e obtém ganhos de produtividade individual e coletiva. Perfil desse tipo liderança:

  • Foca no líder e na equipe.
  • Valoriza a participação e envolvimento da equipe.
  • Prioriza a qualidade de vida no trabalho.
  • A decisão continua nas mãos do líder, após ouvir e avaliar todas as contribuições.
  • A comunicação entre líder e liderados é natural, sincera e cordial, diminuindo a distância entre as pessoas.
  • Solicita e valoriza o feedback da equipe.
  • A equipe recebe orientações sobre os objetivos da organização e sobre o papel individual nesse processo.
  • Não existe pressão e as atividades são realizadas, mesmo que o líder não esteja presente.
  • O líder é impessoal em suas críticas e elogios.
  • Estimula o desenvolvimento profissional e abre possibilidade de ascensão na carreira

Consequências

Equipes responsáveis, motivadas e engajadas. As pessoas se sentem valorizadas e o clima organizacional é de amizade, interação e segurança. Isso reflete positivamente na produtividade das pessoas.

Liderança liberal

Liderança

Enquanto o líder democrático escuta a equipe, mas é ele quem bate o martelo, o liberal delega totalmente as decisões ao grupo, sem qualquer controle. Esse é um estilo de liderança que pode dar certo entre pessoas maduras, experientes e entrosadas. O perfil do líder liberal inclui:

  • Foco na equipe, que tem total liberdade para decidir, sozinha, quais são os melhores caminhos e estratégias na organização.
  • Participação mínima na hora das decisões e envolve-se apenas quando é solicitado.
  • Estimulada o grupo a colaborar diretamente com o desenvolvimento da empresa.
  • Dá liberdade para que a equipe exerça a criatividade e interfira nos processos em andamento.
  • Não estabelece a execução das tarefas e nem fiscaliza o andamento dos trabalhos.
  • Não oferece feedback sobre desempenho e qualidade do trabalho individual e coletivo.

Consequências

Risco de ocorrer muita atividade e pouco resultado. Sem coordenação, o grupo fica sem direção e existem altos e baixos na performance, a todo instante. Registra-se, inclusive, individualismo no desempenho das tarefas e perda de tempo com debates que extrapolam o assunto do trabalho. Outro ponto de atenção é que a figura do líder pode se tornar desnecessária para a equipe. Assim, ele perde o respeito. Além de afetar a produtividade, esse estilo pode gerar desmotivação, insatisfação e desagregação.

Liderança servidora

Liderança

Depois da publicação do best-seller O Monge e o Executivo, esse estilo de liderança caiu nas graças de muitas organizações. Equipes inteiras foram treinadas com base no princípio de que liderar significa servir seus liderados, tomando como exemplo o maior líder da humanidade em todos os tempos: Jesus Cristo. Entre algumas características do líder servidor, estão:

  • Coloca os seus liderados em primeiro lugar.
  • Tem metas de longo prazo e atua em conjunto com a equipe para alcançar uma visão compartilhada para a organização.
  • Investe em um alto nível de confiança e respeito nas relações com a equipe.
  • Não busca a admiração pessoal e leva o time a apoiar a visão da empresa.
  • Conecta-se com os liderados no cotidiano e proporciona a eles todos os recursos necessários para o desempenho de suas funções.
  • Sabe ouvir e tem facilidade de receber feedback da equipe.
  • Demonstra empatia e consciência social, entendendo as necessidades e sonhos de seus liderados.
  • Fornece energia, motivação e direção para os liderados, incentivando-os a seguirem adiante e recompensando-os pelas conquistas. Mas tem plena consciência de que, às vezes, é preciso segurar o ritmo.
  • É persuasivo, com alta capacidade de promover mudanças sem o uso de poder ou privilégios de sua posição.
  • Investe em desenvolvimento de seus liderados, desafiando a equipe a pensar diferente e orientando-a para transformar seus pontos fracos em forças de crescimento.

Consequências

Equipes altamente motivadas e engajadas, com propósito e senso de pertencimento e segurança. O ambiente de trabalho é confortável. A soma de tudo isso favorece a produtividade.

Liderança técnica

Liderança

  • O líder é respeitado pelo seu conhecimento diferenciado e capacidade técnica afiadíssima em relação a determinado assunto.
  • Investe nessa capacidade técnica como forma de conquistar a confiança da equipe.
  • Acredita que dedicação e empenho levam uma carreira para o alto e defende isso junto aos seus liderados.

Consequências

O líder técnico é o “dono” das informações, portanto, suas decisões são respeitadas e seguidas. Ele passa a ser o exemplo de sucesso para os liderados.

Liderança Coaching

Liderança

Uma onda do momento são os líderes que se interessam em manter os liderados motivados e em sintonia com os objetivos macros da organização. Outras características desse profissional são:

  • Foco nos liderados e nos resultados.
  • Usa suas habilidades de coach para ajudar seus liderados a desenvolveram habilidades técnicas, emocionais e comportamentais.
  • Estimula uma visão positiva do futuro e acompanha a evolução individual de cada liderado.
  • Defende uma administração participativa, onde o grupo se envolve, conscientemente, nas decisões. Os resultados são, também, responsabilidade de todos.
  • Implanta o conceito de que posturas diferentes geram resultados também diferentes.
  • Promove uma comunicação assertiva e de mão dupla entre o grupo. Ele incentiva e dá o feedback constante.

Consequências

Ambiente de trabalho agradável, com um clima de cooperação e confiança. A equipe acredita pertencer a algo maior e tem consciência do seu potencial, sabendo colocar suas forças na direção certa. Isso afeta, também, a produtividade. Pra melhor, é claro.

Conclusão

Como você pode ver, existem líderes de todo jeito, pra todos os gostos. Você precisa identificar qual deles se encaixa melhor à cultura da sua organização para obter os melhores resultados.

Você não têm os líderes que precisa. Não se desespere. Habilidades de liderança e coaching podem ser adquiridas.

Mudando de direção, o papo agora é com você, que exerce a função de liderança. Em qual perfil você se encaixa? O seu estilo está em sintonia com os valores, missão e visão da empresa? Reflita sobre isso.

E, é claro, que a equipe 12Min tem uma dica de leitura especial sobre o assunto. Anote aí:

As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança – John C. Maxwell

Liderança

Todos nós sempre temos mais o que aprender na arte de gerir pessoas. Essa obra nos traz leis simples e essenciais para vencer esse desafio. Um livro para ler, entender e praticar.

Boa leitura! Se você curtiu esse post, deixe aqui os seus comentários.

 

Como fazer uma boa gestão estratégica de pessoas

O capital intelectual de uma empresa é peça fundamental para sua vantagem competitiva e, em alguns casos, até mesmo para sobrevivência do negócio. É por isso que a gestão estratégica de pessoas vem ganhando mais e mais espaço nas organizações.

Assim, tão importante quanto pensar no desempenho financeiro, investimentos e tecnologia, é essencial preocupar-se com quem move a organização. Com uma gestão estratégica de pessoas, é possível desenvolver diferenciais que o concorrente não consegue copiar com tanta facilidade. E as vantagens aparecem nos resultados da empresa.

Mas o que é gestão de pessoas?

gestão estratégica de pessoas

Gerir pessoas significa alinhar as necessidade da organização com as expectativas e desenvolvimento dos funcionários. Tudo isso construído estrategicamente.

A gestão de pessoas nas organizações vem sofrendo mudanças ao longo dos tempos, acompanhando as transformações no mundo dos negócios, a competição acirrada, novas tecnologias e diferentes modelos administrativos. Foi impactada também pelo jeito atual de construir uma carreira.

A cada geração, os jovens chegam no mercado de trabalho com novos valores e novas formas de se relacionar com a organização. É preciso estar atento a essas movimentações para que se adaptar e implantar uma gestão estratégica de pessoas realmente eficaz.

Práticas de gestão estratégica de pessoas

A gestão de pessoas deve identificar o papel de cada um na organização e fazer desse capital humano uma “ferramenta” poderosa de transformação e desenvolvimento.

É claro que o processo não é tão fácil assim, afinal, estamos falando de gente, com diferentes expectativas, emoções e ambições. Mas isso não é impossível. Pelo contrário, muitas empresas estão apostando na gestão estratégica de pessoas como diferencial para sair na frente da concorrência.

Veja aqui algumas práticas comprovadamente eficazes:

Recrutamento e Seleção

gestão estratégica de pessoas

Comece fazendo a coisa certa. É impossível cercar todos os potenciais problemas na contratação. No entanto, você otimiza o seu processo, quando tem clareza sobre as posições que a empresa precisa e sobre as competências essenciais para se ocupar as vagas.

Treinamento e desenvolvimento

Quer ter sucesso nos negócios. Invista nos treinamento das pessoas. Mantenha o seu time sempre atualizado. Pode ser por meio de palestras, workshops, cursos, apoio ao ensino formal, como universidade, mestrado e doutorado etc. Veja isso como investimento e não como despesa.

Comunicação

Não tem como pensar em gestão estratégica de pessoas sem uma comunicação clara entre empresa e funcionários. É essencial que todos saibam onde a organização se encontra e onde quer chegar, em quanto tempo, como pretende fazer isso, especialmente, qual o papel de cada um nessa travessia. O principal resultado será um time comprometido e engajado com as metas corporativas.

Feedback

O ideal é que esse feedback seja de mão dupla. As lideranças devem abrir canais para que as pessoas tenham consciência do desempenho individual e coletivo em relação às expectativas da organização. Isso deve ser realizado com frequência. Outra dica é promover, anualmente, a avaliação anual de desempenho. O outro canal vem no sentido contrário. São os funcionários que vão dizer para o líder como tem sido a atuação dele e o que pode ser feito para melhorar cada vez mais. Nesses casos, o líder precisa ser preparado para ouvir, sem levar as críticas para o lado pessoal, gerando um clima de confiança no setor.

Preparo e envolvimento das lideranças

gestão estratégica de pessoas

Os líderes são o meio pelo qual a empresa se comunica com suas equipes. Daí a importância de todos eles estarem bem alinhados com os objetivos da organização e comprometidos com os resultados, motivando os seus liderados a segui-los rumo ao sucesso. Busque por líderes e não chefes.

Monitoramento

Ofereça aos seus líderes ferramentas que lhes permitam acompanhar o desempenho das pessoas e os indicadores, metas e todas as demais ações sob a responsabilidade deles. Busque pelas ferramentas que melhor se adequam ao seu negócio. O feedback também funciona bem aqui.

Recompensas e reconhecimentos

gestão estratégica de pessoas

Confie em sua equipe e conte com ela para alcançar as metas corporativas. Mas lembre-se de reconhecê-la pelas conquistas. Não é preciso esperar por um grande resultado ou alguma coisa extremamente excepcional para comemorar. Estimule a liderança a valorize os pequenos avanços do dia a dia e a compartilhar todos os méritos com o time. Afinal, cada um tem um papel relevante na organização. As recompensas não precisam vir em forma de dinheiro. Seja criativo.

Como ser um bom líder

Um líder preparado tem poder de transformar o ambiente, promover envolvimento e engajamento do time e, claro, gerar resultados para a empresa. Então, não dá para negar a importância dele na gestão estratégica de pessoas.

Se você é um líder ou quer chegar lá, veja algumas dicas para melhorar as suas habilidades de gerenciamento, além do que já foi mencionado acima:

Esteja preparado

Quer fazer um bom trabalho? Então, esteja preparado. A empresa provavelmente vai investir em você, se perceber potencial para a função. Mas não precisa esperar. Se você acredita que é necessário desenvolver algumas habilidades essenciais para essa função, corra atrás do prejuízo. Faça cursos de liderança, estude pela internet, procure um coaching, leia livros… Seja proativo.

Aprenda a ouvir

gestão estratégica de pessoas

Ouvir significa prestar real atenção no que o outro está falando, interessar-se pelo assunto. Se alguém da sua equipe o procurar para conversar, dedique tempo para ele, deixo-o expressar sua opinião ou sentimento, sem que ele se sinta ignorado. Estudiosos enumeram cinco etapas para ouvir a equipe, que são: receber, entender, lembrar, avaliar e responder. Você precisa saber como elas funcionam e colocá-las em prática.

Identifique o seu estilo de comunicação

De acordo com os psicólogos que atuam em organizações, existem 4 estilos de comunicação. Saber qual é o seu estilo é essencial. Isso vai impactar na sua capacidade de se relacionar com as pessoas. Esses estilos são:

  • Pensadores – precisam de tempo para processar e pensar, antes de responder. São deliberadamente lentos e querem ter certeza de que tudo está certo.
  • Socializadores – gostam de conversar com os outros e captam energia dos colegas. Eles trabalham e processam informações muito rapidamente e têm ótimas ideias.
  • Diretores – para eles o processo é rápido, tomam decisões imediatamente e gostam de pesquisas e fatos comprovados.
  • Relaters – são orientados a relacionamentos e gostam de trabalhar com os outros. Porém, ao contrário do socializador, são mais lentos e calmos.

Distribua responsabilidade

O líder estratégico desenvolve habilidades do time de forma a permitir que elas trabalhem com um nível razoável de autonomia e possam tomar decisões. Aproveitando a sabedoria de todo o time, a empresa eleva a inteligência coletiva, adaptabilidade e resiliência da organização em longo prazo.

Seja transparente

gestão estratégica de pessoas

É fato que um percentual significativo de funcionários não confia no seu empregador ou no chefe. Isso é ruim. Muito ruim mesmo. Se não existe essa relação de confiança, como se entregar em prol dos resultados? Então, uma forma de promover o engajamento do time é sendo honesto e transparente, por exemplo, sobre os critérios de promoção, sobre resultados e sobre o que está acontecendo na empresa.

Estimule e teste ideias

Na gestão estratégica de pessoas, é fundamental estabelecer maneiras para que as pessoas possa trazer à tona seus pensamentos inovadores. Cabe ao líder ajudá-las a aprender a aproveitar ao máximo sua própria criatividade. Mas é preciso atenção, porque permitir que as pessoas levantem idéias indiscriminadamente pode ser contraproducente.

Mas permita errar

gestão estratégica de pessoas

Testar ideias é legal, mas errar não pode ser um problema – desde que o funcionário aprenda com eles. Mas, infelizmente, não é o que acontece na maioria das organizações, onde as falhas vêm seguidas de punições. Na gestão estratégica de pessoas, os líderes devem aprender como administrar as tensões associadas à incerteza e como se recuperar do medo de tentar de novo.

Seja organizado

Muitos líderes têm uma dificuldade enorme de gerir seus times e resolver conflitos por absoluta falta de organização. A sugestão é que você reserve um tempo no início de cada mês para fazer um raio X da sua área. Veja o que está rodando nos trilhos e o que precisa ser trabalhado, inclusive, no seu plano de ações. Volte-se para o clima organizacional também e avalie possíveis divergências entre as pessoas e como solucioná-las de forma amigável.

Aprenda sempre

Na gestão estratégica de pessoas, o líder deve ter humildade e inteligência para aceitar que precisa investir em desenvolvimento sempre. Ele nunca estará 100% pronto.

O tema liderança é muito amplo. Para quem quer aprender mais, os livros são um caminho seguro. Existe uma infinidade de obras interessantes no mercado. Veja uma dica legal:

O Monge e o Executivo – James Hunter

gestão estratégica de pessoas

Qual é o seu conceito de líder? James C. Hunter o convida a entrar em um mundo repleto de escolhas. Por meio de questionamentos, autoanálise e da possibilidade de enxergar com outros olhos, os conceitos de bondade, generosidade, humildade vão sendo tecidos em meio aos troféus da liderança.

O resumo dessa obra está na plataforma 12Min. E tem muito mais. Boa leitura!

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Como construir um bom plano de carreira em uma empresa

Atrair, reter e motivar talentos. Esses são desafios de toda empresa que busca a competitividade e o crescimento. Uma das opções tem sido um bom plano de carreira para os funcionários.

Mas o que é um plano de carreira? Isso nada mais é que um programa estruturado que desenha a trajetória de todos os funcionários na organização, permitindo a cada um deles enxergar onde está e onde se pode chegar.

Plano de Carreira

O plano de carreira deve definir claramente quais as competências necessárias em cada posição e o que a empresa espera receber do funcionário. Também identifica os gaps dos empregados nas funções atuais e quais competências devem ser desenvolvidas para se avançar nas etapas. Assim, o funcionário pode correr atrás do prejuízo e subir degraus em sua carreira.

É comum as próprias empresas fornecerem treinamentos ou cursos para cobrir esses gaps. Se for o seu caso, aproveite as oportunidades ao máximo.

Lembre-se que você não precisa ficar esperando. É possível buscar o aperfeiçoamento por conta própria também. Afinal, é o seu futuro profissional que está em jogo.

Plano de carreira das empresas

Um planejamento para o futuro dos empregados funciona bem em organizações consolidadas, onde não ocorrem mudanças drásticas a todo momento e nem de uma hora pra outra.

Nesses casos, um plano de carreira pode ser implantado de três maneiras: em linha (horizontal), em Y ou em W.

Plano de carreira horizontal

Nesse caso, não há ascensão do empregado em relação ao cargo. O que ocorre é a mudança de tarefa na mesma posição, com aumento de salário e outros benefícios. Isso porque a alteração, geralmente, é para um trabalho mais complexo e que demanda um grau maior de responsabilidade.

O plano de carreira horizontal é ideal para empresas que não têm muitos cargos que permitam ao emprego subir degraus na hierarquia. Para retê-lo no mesmo cargo, ele é promovido com base em avaliação.

Plano de carreira em Y

PLANO DE CARREIRA

Significa que a partir de um determinado cargo, existe uma bifurcação. Ou o funcionário segue a carreira de especialista ou de gestão.

A definição sobre qual dos dois caminhos a seguir dependerá das habilidades de cada funcionário, que são diferentes em cada um dos caminhos. No entanto, ambos têm o mesmo grau de importância na organização.

O plano de carreira Y é comum em empresas ligadas à pesquisa, como o setor químico e farmacêutico.

Plano de carreira em W

Esse plano também apresenta dois caminhos possíveis de crescimento e, ainda, abre opção para um terceiro – que é uma combinação dos outros dois. Em vez de seguir como especialista ou gestor, o profissional pode ocupar um cargo de gestor de projetos.

Como gestor de projeto, o funcionário não se responsabiliza pelo desenvolvimento dos demais integrantes da equipe. No entanto, acompanha de perto o desempenho das pessoas que participam de um projeto específico, oferecendo consultoria e feedbacks técnicos.

Empresas de crescimento rápido

Nas empresas em fase de expansão, como as startups, o crescimento do negócio vem acompanhado do aumento no número de empregos – que em alguns casos chega a ser de 100% em apenas um ano. Aí, fica difícil planejar a carreira desse contingente em longo prazo.

Nesses empresas, uma estratégia é conversar com os empregados sobre as expectativas deles em relação à empresa. E deixe claro para eles que não existe um caminho escrito e bem delineado, mas sim uma gama enorme de oportunidades. A ideia é crescer junto: empresa e funcionários.

As ferramentas de motivação

PLANO DE CARREIRA

Ok. Sua empresa não tem escada desenhada para os empregados. Seus talentos não sabem ao certo como vão crescer, quando etc… Então, o que fazer para manter essa turma motivada e focada nos resultados?

Você certamente tem que ter alguma estratégia de atração e retenção de pessoas. Comece apresentando a realidade atual e a projeção para o futuro. Se o cenário pra frente for realmente positivo, isso pode incentivar o funcionário a dar o melhor dele e a investir no crescimento.

Outras sugestões são:

  • apoie as lideranças nos assuntos relacionados a carreira. Oriente-os sobre a importância de conversar com os funcionários sobre o assunto. E, principalmente, como fazer isso.
  • Dê sempre preferência para o recrutamento interno. No entanto, o processo deve ser baseado em competências. Por exemplo, se você transformar um excelente vendedor em gerente, sem que ele tenha as habilidades para a nova função, você criará um grande problema: ficará sem o seu melhor funcionário de vendas e terá um gestor limitado – pra não dizer ruim.
  • seja transparente nas promoções, deixando claro os critérios adotados.

Sua carreira, sua responsabilidade

PLANO DE CARREIRA

Como você pode ver, existem empresas que têm um plano de carreira bem estruturado (outras nem tanto). E existem aquelas de crescimento rápido que não conseguem definir o percurso dos funcionários tão claramente. Sabe o que isso significa?

Significa que você não deve deixar sua carreira somente nas mãos das empresas. É o que os especialistas chamam de “career joint venture” – empreendimento conjunto de carreira. Ou seja, responsabilidade compartilhada.

Aliás, você pode planejar a sua carreira mesmo antes de começar a trabalhar. E, principalmente, invista em desenvolver duas habilidades: flexibilidade e adaptabilidade.

Elas são essenciais quando se pensa em longo prazo, já que vivemos num mundo de mudanças rápidas e constantes, o que faz da incerteza sobre o futuro a nossa única certeza no momento.

Dicas para planejar a própria carreira

Se o que a empresa lhe oferece está em sintonia com o que você busca para sua vida, ótimo. Siga as orientações do seu líder e dê o seu melhor. Mas, talvez, o plano da organização não coincide com o seu objetivo de carreira e com o que você ama ou o que lhe fará realizado.  

Não faz diferença em que situação você se enquadra. Você precisa, sempre, ter claro o seu objetivo de vida. E isso inclui a sua carreira. O ideal é começar a pensar sobre isso bem cedo. Veja o que fazer:

  1. Identifique os seus pontos fortes e faça uma lista daquilo do que você se orgulha de ter realizado e as atividades que lhe dão prazer ao executá-las. Faça uma lista de opções de carreiras relacionadas aos seus interesses, habilidades e valores. Atividades voluntárias e estágios, por exemplos, podem ajudá-lo a priorizar o que é mais importante para você.
  2. Agora vá para as habilidades transversais, aquelas que tornam você especial entre os demais. Por exemplo, alto poder de persuasão. Isso é excelente para quem trabalha com vendas. Lembre-se que algumas habilidades podem ser aprendidas ou aprimoradas.
  3. Avalie quais setores ou empresas lhe interessam. Você pode começar avaliando o que mais gosta de fazer ou focando na empresa que lhe desperta paixão (neste caso, avalie como suas habilidade se encaixam nesses locais).
  4. Considere fatores que vão além das preferências pessoais. Por exemplo: o seu campo tem muita procura? Exige treinamento intenso? Você está disposto a fazer sacrifícios, inclusive, na sua vida pessoal? Faça um monte de perguntas.
  5. Defina suas metas em curto prazo (um ano ou menos) e metas em longo prazo (cinco anos). Faça um plano de ação com data para conclusão. Planejamento de carreira em longo prazo não significa marcar um local exato no futuro onde se quer estar, porque isso é quase impossível em função de tantas incertezas. Assim, o importante é pensar em expandir sempre a experiência, as habilidades, a rede de contatos (networking) e a mentalidade, preparando-se para todos os tipos de mudanças.
  6. Execute o seu planejamento e faça acompanhamento frequente. Invista pesado em seu marketing pessoal.

Tem uma habilidade que é indispensável para qualquer pessoa, independente da função e do nível hierárquico. Estamos falando de relacionamento interpessoal. Algo que pode impulsionar a sua carreira e levar você mais longe dentro das organizações.

Então, que tal seguir a nossa sugestão de leitura e conhecer o guia clássico e definitivo para relacionar-se com as pessoas. Estamos falando do livro

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

PLANO DE CARREIRA
Os conselhos, métodos e as ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas e permanecem completamente atuais. Nesta obra, ele fornece técnicas e métodos simples para que qualquer pessoa alcance seus objetivos pessoais e profissionais.

Esse livro é tão bom que já foi reeditado 51 vezes e tem mais de 50 milhões de cópias vendidas em todo mundo. O resumo desse best-seller está no 12 Min. Imperdível.

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O que é coaching profissional e quando recorrer a um coach?

As coisas não andam como você planejou para a sua vida profissional… Seus colegas foram promovidos a cargos gerenciais e você continua nas funções executivas… A ideia de uma promoção fica martelando em sua cabeça, mas você não sabe como tocar no assunto com o chefe…

Essas são apenas algumas entre as inúmeras situações corriqueiras que podem ser um indício de que você precisa buscar ajuda. Nesses casos, o coaching profissional – também conhecido como coaching de carreira – é uma opção cada vez mais procurada.

O que é coaching profissional

coaching profissiona

Segundo o psicólogo e coach José Geraldo Leite, o coaching profissional funciona como um aliado no planejamento e desenvolvimento de carreirasPara isso, são usadas ferramentas e metodologias específicas que conduzem as pessoas do estágio em que elas se encontram para um ponto específico no futuro – que são os objetivos profissionais.

O coaching profissional leva em conta o potencial de cada pessoa, as suas competências, habilidades e o contexto em que está inserida. Ela é levada a enxergar oportunidades nos problemas, trabalhando as fraquezas e investindo em seus talentos para superar os possíveis obstáculos.

Coaching Profissional versus Terapia

Parecem a mesma coisa, mas não são. O coaching profissional guia o coachee (cliente) em direção às suas metas, identificando onde ele está hoje e onde se quer chegar. Em síntese, isso significa olhar para frente.

A terapia, ao contrário, foca suas ações em realizações passadas, em questões não resolvidas ao longo da vida e que impactam o presente. Situações que funcionam como barreiras emocionais que atrapalham e/ou impedem a pessoa de seguir adiante.

Outra diferença marcante está no tempo dedicado à solução do problema. No caso do coaching profissional, todo o processo varia em torno de 5 a 10 sessões, dependendo da complexidade da situação. Já a terapia não tem período pré-determinado. Algumas pessoas fazem terapia por anos seguidos.

Perguntas poderosas

O coaching profissional ajuda o cliente a responder questões importantes, conhecidas entre os especialistas como “perguntas poderosas”. São indagações que o levam refletir e geram autonomia e motivação.

Alguns exemplos de perguntas poderosas: Qual a sua meta? O que você precisa fazer para alcançá-la? Quem pode ajudar você? O que deve ser feito a partir de agora?

Por que? Essa é uma pergunta que não entra nessa lista das poderosas e é bom que seja evitada, durante um processo de coaching profissional. E a explicação para isso é simples. Segundo José Geraldo Leite, a questão remete ao passado e, portanto, extrapola o foco do trabalho do coach, que é o futuro.

Fazendo as perguntas certas, o coach identifica algumas crenças limitantes e, a partir daí, são aplicadas técnicas que levam o próprio coachee a encontrar as soluções, transpondo barreiras e caminhando para frente. É ele quem definirá as metas e as alternativas para realização dos objetivos, sempre apoiado e orientado pelo coach. Ou seja, o coaching profissional é um recurso construído a quatro mãos.

O que eu faço para ser reconhecido financeiramente?

coaching profissional

Essa é uma pergunta comum entre as pessoas que buscam o coaching profissional. Segundo o especialista José Geraldo Leite, a resposta mais adequada é: seja raro. Isso porque o mercado não paga pela sua importância. Todos nós somos importantes, então, isso não é um diferencial competitivo. Quem quer ganhar mais, precisa ser raro.

Quer um exemplo prático? Professor, é uma profissão importante? Claro que sim. Ela paga bem? Em sua grande maioria, não. Por que? Porque existem muitos profissionais disponíveis no mercado. Agora, pense em um jogador de futebol. Ele é importante? Não. Ele ganha bem? Sim. Por que? Os bons jogadores são raros.

Acontece que muitas pessoas têm dificuldade para entender essa lógica do mercado e, como em outras situações, precisam de ajuda profissional para se encaixarem no contexto.

Coach não é remédio para todos os males

Se o coach perceber que a causa das dificuldades em avançar têm origens emocionais e impactadas pelo passado, o cliente é encaminhado para terapia. Nesses casos, insistir no coaching profissional pode ser uma grande perda de tempo para todos.

Como já foi mencionado, o coach foca suas ações nas metas a serem alcançadas e que são definidas pelo cliente. No entanto, cabe ao coach apoiá-lo para que essa meta seja:  

  • Específica: uma meta não pode ser genérica; ela tem que ser clara e objetiva.
  • Mensurável: uma meta tem que ter métrica que permita medir seus avanços e resultados.
  • Atingível: uma meta não pode ser inalcançável, nem tão pouco fácil demais.
  • Relevante: uma meta precisa ser importante para que o coachee invista energia e tempo para alcançá-la.

Se as metas têm essas características, o coaching profissional funciona muito bem, garante o psicólogo José Geraldo Leite.

Quando procurar um coach

Logo no início desse post, citamos algumas situações que podem ser resolvidas com o apoio do coaching profissional. Veja, aqui, outros casos em que o coach pode ajudar bastante:

  • Quando a pessoa percebe que a responsabilidade está acima do que ela é capaz de suportar: tem gente que chega ao ponto de querer desistir da função.
  • Nos casos de mudanças de função ou até mesmo de empresa e, também, promoções: algumas pessoas sentem-se inseguras em relação ao próprio potencial.
  • Do lado oposto, nos casos de demissão: o coach pode ajudar a pessoa enxergar oportunidades e se recolocar no mercado de trabalho.
  • E quem nunca trabalhou? Essa galera também encontra no coaching profissional uma ferramenta para identificar as reais habilidades e, assim, dar os primeiros passos rumo a uma carreira de sucesso.

Esses são alguns exemplos, mas as possibilidade são inúmeras. E as pessoas devem ficar atentas. Se, no trabalho, surgir aquele sentimento de que não dá mais para caminhar sozinho, é hora de buscar apoio. Esse é o principal alerta, afirma José Geraldo Leite.

Quando a iniciativa parte da empresa

A decisão de procurar pelo coaching profissional pode ser, também, da organização. Isso geralmente ocorre quando o funcionário apresenta um gap que precisa ser trabalhado ou suportado.

Muitas vezes, as empresas direcionam e pagam para se desenvolver determinadas competências de seus funcionários. A ação pode ser focada nos cargos atuais, suprindo um gap nas cadeiras que eles ocupam, ou para futuro, agregando novas habilidades.

Mas não é somente isso. Questões de relacionamento também levam muitos funcionários para o coaching profissional. São problemas ligados a estilo de liderança, agressividade e dificuldade de trabalho em equipe, por exemplo. Hoje, as empresas esperam que seus líderes sejam líderes coach (treinadores) e saibam conduzir suas equipes para alcançar as metas.

A carreira em suas mãos

Nos dias atuais, quem coloca a própria carreira sob a responsabilidade das empresas segue no caminho errado. Mais do que isso: está ultrapassado. Com o passar dos tempos, a carreira foi deixando de ser exclusividade das organizações, transferindo-se para as mãos dos próprios funcionários.

Nesse novo cenário, cada pessoa passou a ser o dono da própria carreira. E entende-se por carreira, tudo o que envolve aprendizado e crescimento profissional. Sem fronteiras. Desta forma, as empresas gerenciam programas internos e sucessão. O empregado gerencia a carreira.

Então, mãos à obra! O que não pode é você ficar parado, assistindo o crescimento dos outros, enquanto a sua carreira vai de mal a pior.

Se você é líder de equipe, temos 10 sugestões de livros imperdíveisOutra boa dica para quem está pensando em alavancar a carreira é investir também no hábito de leitura. Você pode até mesmo começar com o best-seller “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”.

coaching profissional

Vá em frente!

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A importância dos amigos de trabalho no sucesso profissional

Você tem amigos de trabalho? Se não, pode estar perdendo uma boa chance de ser mais feliz e até produzir mais. Isso não sou eu quem está falando. O psicólogo Abraham Maslow acredita que amor e pertencimento são tão necessários quando comida, abrigo e segurança.

Se você passa pelo menos 8 horas todos os dias no trabalho e não encontra pessoas com quem pode dividir sentimentos, pode estar perdendo muitas chances de conseguir uma dessas necessidades básicas.

Quem tem amigos de trabalho sabe que isso faz o dia passar mais rápido e as atividades serem mais prazerosas. A ciência já provou que isso é verdade: quem cultiva a amizade no trabalho tem 43% mais chances de receber elogios e 46% dos profissionais acreditam que amigos são a principal razão de sua felicidade no trabalho.

Contrária a esse movimento está a tendência de trabalhadores atuais reduzirem suas amizades no trabalho. Isso pode ter vários motivos, como a diminuição do tempo médio que ficamos em uma mesma empresa, o advento das redes sociais e as linhas tênues entre trabalho e vida pessoal, que nos forçam a tentar separar para reduzir o estresse.

Antes, a cultura era diferente, construída em torno do trabalho. A geração dos baby boomers, e mesmo a geração X, tinham mais tendência a ficar na mesma empresa mais tempo. Hoje, com tanta cobrança por produtividade, tentamos evitar as amizades para não prejudicar os resultados.

Mas a verdade é que separar totalmente a vida pessoal da profissional não é inteligente. O ato de conquistar amizades que nos façam felizes aumenta nosso engajamento com o local de trabalho, o que também faz a satisfação subir. Quando estamos felizes, produzimos mais. É simples assim, sem precisar de técnicas e métodos que prometem o mundo.

Veja abaixo mais motivos para fazer amigos de trabalho.

amigos de trabalho

Você passa a sentir que sua opinião importa

Quando você se sente confortável com as pessoas com quem trabalha, tem mais tendência a dividir suas opiniões. Se o ambiente não é propício, temos mais medo de falar o que pensamos e sermos repreendidos.

Ou seja, a criatividade e a inovação têm muito a ganhar com isso.

Mais significado para o trabalho

A empreendedora Naomi Simson conta neste artigo como descobriu as razões pelas quais escolheu ter uma carreira e amá-la. Ela enumera 8 principais motivos para trabalharmos:

  1. O desejo de ser levado a sério: saber que existimos, somos valorizados, somos ouvidos.
  2. O desejo de ter um lugar seu: todos precisamos de lugares que sejam nossos e simbolizem quem somos.
  3. O desejo de se sentir especial: 7 bilhões de pessoas na Terra, qual seria o nosso papel?
  4. O desejo de ter no que acreditar: todos queremos acreditar em algo, em valores que guiem nossa existência.
  5. O desejo de se conectar: nos sentimos conectados às pessoas no trabalho por meio das interações diárias.
  6. O desejo de se sentir útil: a última coisa que queremos ouvir é que somos “inúteis”.
  7. O desejo de pertencer: fundamentalmente, seres humanos querem fazer parte de um grupo.
  8. O desejo de controlar: também trabalhamos para ter algum poder.

Ela ainda destaca que trabalhamos pelo retorno financeiro, mas isso não é algo que exatamente escolhemos, é um requisito para a sobrevivência. Os outros itens podem estar na sua lista de motivos ou não.

O ponto é que a maioria dessas razões se dá por meio das relações que criamos com as pessoas no trabalho. Ou seja, no fundo, trabalhamos com o desejo de ter laços.

Feedbacks mais frequentes

Quando temos amigos de trabalho, costumamos receber 1,4 vezes mais elogios. Mas não é questão de alimentar o ego: o feedback, tanto negativo quanto positivo, é essencial para seu sucesso profissional. Recebê-lo de um amigo só faz com que tenha ainda mais credibilidade.

Além disso, podemos dizer que a sua performance no trabalho também está ligada à sua capacidade de se conectar com a cultura da companhia. Se você não forma laços sociais, pode ser um sinal de que não é seu lugar.

Senso de responsabilidade

No geral, queremos que as pessoas gostem de nós. Isso é parte da natureza humana. Quando você se conecta com alguém do seu time, cria um senso maior de responsabilidade. Isso quer dizer que, se você não faz a sua parte, está decepcionando sua equipe e, junto dela, seu amigo.

Bem-estar emocional

É provado cientificamente que somos mais felizes quando socializamos entre 6 e 7 horas diariamente. Ser feliz é importante para a sua inteligência emocional, que por sua vez é essencial para sua performance.

Ao ter alguém com quem dividir o estresse do dia a dia, especialmente uma pessoa que sabe o que você passa por estar junto na situação, alivia os sentimentos negativos.

Como fazer amigos de trabalho

Mas como conseguir todos esses benefícios sem prejudicar as horas trabalhadas? A boa notícia é que você não precisa sacrificar nada para conquistar amigos de trabalho. Poucos minutos de conversa sobre assuntos que não sejam do trabalho podem aumentar a intimidade com seu colega. O que mais você pode fazer para cultivar amizades na empresa?

  • Demonstre vulnerabilidade: essa é a grande chave das relações humanas. Sem vulnerabilidade, os laços se tornam mais superficiais.
  • Não tenha pressa: você não precisa forçar horas de conversa para que uma amizade aconteça. Esse tipo de intimidade leva tempo e precisa ser cultivado com naturalidade.
  • Encontre coisas em comum: a base de muitos relacionamentos, amorosos ou não, é a conexão inicial, com base em gostos parecidos.
  • Participe do happy hour: que tal seguir essas dicas e tomar umas cervejas com o pessoal do trabalho?

Ótimo para a cultura da empresa

Locais de trabalho que possibilitam a formação de laços duradouros entre os colegas tendem a ter culturas e comunidades muito mais fortes e que favorecem ambientes de inovação e criação.

Como parte de comunidades assim, nós trazemos não só as nossas vidas e almas para o trabalho, como estaremos dividindo isso com amigos para a vida.

Conheça obras sobre cultura corporativa na plataforma do 12Min!

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Bulletproof Diet: o passo a passo da dieta à prova de balas

Você acredita que seu corpo pode performar melhor? Por causa de certos hábitos, nós colocamos limites sobre nós mesmos. Mas a verdade é que essas barreiras podem ser quebradas. A bulletproof diet, criada por David Asprey, seleciona alimentos nutritivos e que aceleram o metabolismo. Ficou curioso? Saiba mais sobre a dieta à prova de balas a seguir!
bulletproof diet

Dave Asprey e o biohacking

Biohacking é uma prática que prega literalmente o hacking do corpo. Os adeptos estão sempre em busca de dietas, exercícios e técnicas que permitem uma performance maior do ser humano.
Um dos maiores precursores do biohacking é o empreendedor e investidor David Asprey. Ele é o criador da dieta à prova de balas, ou bulletproof diet, e do café à prova de balas, feito com manteiga e que promete aumentar muito a sua disposição.
Para chegar a esse resultado, David pesquisou o assunto durante mais de 15 anos e fez experimentos em si mesmo. O objetivo era criar formas simples de fazer o corpo produzir mais e ser mais saudável.
Para você ter uma ideia de como funcionou, Dave perdeu 50 kg sem contar calorias ou se exercitar ostensivamente e aumentou seu QI em 20 pontos. Até sem sono se tornou mais produtivo e ele aprendeu a descansar mais em menos tempo.
A prática do biohacking é sobre ser a melhor versão de nós mesmos. Não precisa ser sofrido ou difícil – o conjunto de atividades envolvidas é feito para ser prático. Com um bom sistema, poucas mudanças causam grande impacto. Afinal, nós somos o que comemos e bebemos.
Para ajudar as pessoas a chegarem ao estado de alto desempenho, David escreveu o livro Bulletproof: A Dieta À Prova de Bala – leia o microbook aqui. No texto, você aprende a colocar corpo e mente em sintonia e produzir mais sem chegar à exaustão ou ficar doente.
Está a fim de mudar seu estilo de vida e fazer tudo melhor? Então continue lendo para entender um pouco sobre o livro Bulletproof e começar seu biohacking.
bulletproof diet

Bulletproof Diet: A Dieta À Prova de Balas

Bulletproof: A Dieta À Prova de Bala
Para conseguir emagrecer e melhorar sua saúde, David descobriu quais eram os alimentos que faziam bem a ele. Sua dieta incluía muitas gorduras saturadas, muitas carnes vermelhas e poucas frutas.
Um pouco de suas ideias para escrever o Bulletproof Diet veio do Tibet em 2004. Ele percebeu que a população por lá era menor que ele, mas conseguia levantar muito mais peso. Além disso, as pessoas não pareciam incomodadas com o frio, enquanto ele vestia vários casacos.
Um dos itens da dieta dos locais era a manteiga de Iaque. Ele começou a misturá-la na bebida, inicialmente chá e depois café de boa qualidade. Assim, isso se tornou o “bulletproof coffee”, ou café à prova de balas, o pilar da dieta de Asprey.
Aos poucos, ele aperfeiçoou a bebida e hoje oferece, em sua empresa Bulletproof, informações sobre a dieta e produtos, como o café de alta qualidade e livre de toxinas. Tudo é voltado para fortalecer o bioma intestinal, conjunto de micróbios que auxiliam o funcionamento e influenciam nossa felicidade, pele e sistema imunológico.
O ideal é tomar o café com manteiga ghee ou óleo de coco todos os dias, começando suas manhãs com mais energia. Além disso, ele sugere cortar os açúcares e glúten, adicionar boas gorduras e muitos vegetais. Entenda melhor a seguir.

Café faz mal para nosso corpo

Uma das coisas que desperta dúvidas quando se fala em bulletproof diet é relacionada ao café. Afinal, sabemos que a bebida pode fazer mal, especialmente quando é consumida em grandes quantidades.
Isso acontece porque o café que normalmente tomamos contém antinutrientes, substâncias responsáveis por impedir a absorção de bons nutrientes. Entretanto, não é culpa do café em si, mas sim do mofo que se forma na produção industrial. Apesar de estarem presentes em pouca quantidade, podem causar problemas no longo prazo.
Cafés descafeinados, que ainda têm presença tímida no mercado brasileiro, contém quantidades maiores dessas toxinas, apesar de serem um pouco mais gentis com a saúde pela ausência de cafeína. No livro Bulletproof Diet, veremos como é possível tomar café potencializando seus efeitos e causando menos danos.
bulletproof diet
Saiba mais sobre o café à prova de balas.

Manteiga e óleo de coco no café

Uma das premissas é a de que a cafeína ajuda a regular a insulina e contribui para a perda de peso e a indicação da dieta bulletproof é adicionar gorduras boas ao café. Portanto, é importante utilizar manteiga sem sal e que tenha sido preparada de vacas alimentadas com grama à mistura.
Isso porque a carne alimentada com grama tem mais propriedades nutritivas do que aquela alimentada com ração. São substâncias como ácidos graxos ômega-3 e ácido linoleico conjugado (CLA), além de vitamina A e E e antioxidantes. Tudo isso ajuda a combater o câncer e melhora a saúde de forma geral.
O sal na manteiga é outro problema. Ele ajuda a conservá-la e apesar de reduzir a quantidade de conservantes, também permite que supermercados e padarias vendam manteiga menos fresca a você.
Mas por que a bulletproof diet instrui a colocar manteiga no café? Quando você faz isso, consome 3x mais os antioxidantes já presentes na bebida. A manteiga também contém ácido butírico, que diminui inflamações e melhora sua capacidade digestiva.
Além disso, temos o aumento do processo chamado de cetose, que é quando nosso corpo queima gorduras em vez de carboidratos a fim de obter energia. Ao invés de retirar os carboidratos da dieta, como a maioria das pessoas faz, a bulletproof sugere que você adicione itens que incentivam a cetose.

Receita de bulletproof coffee

Ficou curioso para saber como fazer um café bulletproof? Aqui vai uma receita, retirada do website da companhia de David:

  1. Faça o café normalmente. O ideal é que seja uma xícara grande de pó de qualidade para evitar as toxinas.
  2. Em um liquidificador quente (ferva a água e escalde um pouco) coloque duas colheres de manteiga ghee ou alguma outra orgânica e sem sal.
  3. Adicione uma colher de óleo de coco ou de palma.
  4. Em seguida, adicione o café que você fez. Bata rapidamente e sirva!

Outros motivos e dicas para abraçar a gordura como parte da sua dieta:

  • Para que seu corpo e mente alcancem a performance máxima, precisam das gorduras boas para agirem como combustível.
  • Para identificar gorduras boas e ruins, procure saber sobre o tamanho da molécula. As curtas fazem mal para a saúde, enquanto as longas agem positivamente no corpo. Dentre as boas está o óleo MCT, derivado de coco ou palma.
  • O potencial de oxidação também define se a gordura é saudável ou não. As mais estáveis são oxidadas pelo nosso organismo de forma mais lenta, pois têm menor propensão a serem desestabilizadas pelo oxigênio e por isso evitam inflamações e envelhecimento precoce, resultados da alta oxidação.

bulletproof diet
O óleo de coco tem menos quantidade de carbonos, por isso é uma molécula mais curta.

O papel das proteínas

Proteínas são responsáveis por nos ajudar a ganhar massa muscular e manter os ossos saudáveis. Entretanto, assim como nem toda gordura é ruim, nem toda proteína é boa. Alimentos processados, por exemplo, são cheios de proteínas de má qualidade.
Aqui entram também os benefícios dos animais criados em pastos. A proteína vinda dessa carne é muito mais nutritiva. A carne orgânica tem mais antioxidantes, ômega-3, minerais residuais e vitaminas, além de menos toxinas.
Mas não adianta abusar: consumir proteínas demais causa inflamações no sistema digestivo, pois são difíceis de quebrar. Na bulletproof diet, existe o incentivo ao consumo de animais de pasto orgânicos, peixes, cordeiro e ovos orgânicos em quantidades razoáveis.
Para tornar a sua dieta ainda mais eficiente, corte todos os açúcares e alimentos processados. As substâncias presentes neles nos deixam menos alertas, mais pesados e fracos. Além disso, não satisfazem nossa fome como uma refeição de alta qualidade.
Mas o estilo de vida bulletproof não é só café e dieta. Veja como e porquê David Asprey defende o jejum intermitente.

Jejum que aumenta a produtividade

O jejum, quando feito da forma certa, é uma ótima ferramenta para estimular a concentração e o metabolismo. A indicação de Asprey é fazer jejuns curtos. Consuma todos os alimentos do dia entre 6 e 8 horas e depois só se alimente no dia seguinte.
Outro formato sugerido funciona assim: consuma o bulletproof coffee pela manhã e a próxima refeição apenas a tarde. A gordura do café é saciante  permite que a síntese de proteínas nos músculos ocorra.
Enquanto isso acontece, sua concentração e energia estarão no pico e o nível de açúcar é estável.
Mas e os exercícios? Nenhuma dieta está completa sem eles. Assim, entenda quais são as sugestões de David Asprey para praticar atividades que aumentam sua performance de corpo e mente.

Treinos HIIT

Asprey acredita que treinos muito pesados podem colocar pressão demais no coração e desgastar músculos. Já caminhadas leves não ajudam a melhorar o ritmo. O que ele sugere é a modalidade de HIIT (High-Intensity Interval Training ou Treinamento de Intervalos de Alta Intensidade).
Trata-se de exercícios curtos, intensos, não muito frequentes, seguros e sempre com um objetivo. Por exemplo: correr em alta velocidade por meio minuto e descansar por um minuto, repetindo esse tipo de sequência por menos de 20 minutos.
Treinar em excesso pode fazer mal, por isso, garanta intervalos longos, de 2 a 4 dias, para fazer esse treino novamente. É importante também consultar o médico antes de tentar – check ups são essenciais para qualquer atividade e dieta.
Resumindo o biohacking que David Asprey apresenta no livro Bulletproof Diet:

  1. Coma muitos vegetais.
  2. Corte os açúcares completamente.
  3. Consuma manteiga e carnes de animais que são alimentados em pastos orgânicos (encontrada nas capitais brasileiras, saiba mais neste texto da WWF).
  4. Modere no consumo de proteínas e frutas
  5. Faça jejuns intermitentes
  6. Exercite-se de forma pontual e intensa

Essas são algumas das indicações que David oferece no livro. O blog de sua empresa possui vários textos que dão orientações mais específicas, além de uma newsletter com informações sobre como começar a sua bulletproof diet. Infelizmente, a companhia é norta-americana, por isso, está tudo em inglês.
Se quiser saber mais sobre o livro, não deixe de acessar o microbook. Nossa resenha traz os pontos principais da obra e dá indicações gerais para você descobrir a dieta à prova de balas e o biohacking. Leia aqui.
O que você acha da bulletproof diet? Ficou com vontade de experimentar o bulletproof coffee? Ou não quer nem passar perto? Deixe sua opinião nos comentários, nós adoraríamos saber o que você pensa sobre o assunto!

Livro Quem Mexeu no Meu Queijo: grandes lições

Essa é uma fascinante parábola que nos leva a refletir sobre a nossa capacidade de reagir às mudanças inesperadas. Conta a trajetória de quatro personagens – ratos e duendes –  que percorrem um labirinto em busca de queijo.

O labirinto é a vida, com suas dificuldades e incertezas. O queijo é o nosso objetivo – trabalho ou qualquer outra fonte de conforto e segurança. Ratos e duendes somos nós – personagens diferentes, com reações e visões diferentes.

O Livro Quem Mexeu no meu Queijo? aborda uma questão central: se o seu queijo fosse movido, qual seria a sua reação? Nessa história de Spencer Johnson, ratos e duendes seguiram caminhos diferentes.

Quem Mexeu no Meu Queijo?

Um resumo da parábola

“Quem Mexeu no meu Queijo?” começa com quatro personagens procurando por queijos, em um enorme labirinto. Uma busca diária. Sniff e Scurry eram ratos e agiam por instinto. Hem e Haw, os duendes, usavam os seus cérebros.

Apesar das diferenças, todos encontraram um posto cheio de queijos. Os duendes mudaram-se para perto da “mina” e relaxaram, acreditando que teriam queijo para o resto de suas vidas. Estavam felizes e seguros.

Os ratos seguiram acordando cedo e percorrendo o trajeto diariamente. Antes de saborearem o queijo, eles penduravam o tênis de corrida no pescoço, caso precisassem deles inesperadamente.

Sniff e Scurry tinham o hábito de farejar o queijo e de inspecionar toda a área. Por isso, eles perceberam que o estoque estava diminuindo e não ficaram surpresos quando o queijo acabou.

Sem pensar duas vezes, eles calçaram seus tênis de corrida e partiram em busca de um novo posto. E encontram um estoque ainda maior.

Os duendes, despreparados, ficaram perplexos, mas não abandonaram o posto vazio. Simplesmente, perguntavam-se: quem mexeu no meu queijo? Eles acreditavam que alguém recolocaria o produto ali. Permaneceram parados, esperando.

Com o passar do tempo, o duende Haw decidiu seguir o exemplo dos ratos e partiu à procura de um novo queijo. Ele avançou por caminhos desconhecidos, enfrentou o medo, a indecisão, a vergonha de errar e foi adiante.

Um dia, Haw também encontrou o novo posto, recheado de queijos. Durante sua trajetória, ele decidiu deixar mensagens pelas paredes do labirinto, compartilhando assim as suas experiências e aprendizados. Haw acreditava que, assim, estaria ajudando quem viesse depois.

Hem não o seguiu e permaneceu estagnado, esperando… Ele se achava velho demais para recomeçar

As mensagens de Haw na busca pelo novo

“Quem Mexeu no meu Queijo?” reproduz as mensagens que o duende Haw compartilhou, usando as paredes do labirinto. São elas:

  • Se você não mudar, morrerá.
  • O que você faria se não tivesse medo?
  • Cheire o queijo com frequência para saber quando ele está ficando velho.
  • O movimento em uma nova direção ajuda a encontrar um novo queijo.
  • Quando você vence o seu medo, sente-se livre.
  • Imaginar-me saboreando o novo queijo, antes mesmo de encontrá-lo, conduziu-me a ele.
  • Quanto mais rápido você se esquece do velho queijo, mais rápido encontrará um novo.
  • É mais seguro procurar no labirinto do que permanecer sem queijo.
  • Velhas crenças não o levam ao novo queijo.
  • Quando você acredita que pode encontrar e apreciar um novo queijo, muda de direção.
  • Notar cedo as pequenas mudanças ajuda-o a adaptar-se às maiores que ocorrerão.

As principais lições

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O livro “Quem Mexeu no Meu Queijo?” nos ensina muito e nos leva a refletir sobre como conduzimos as nossas vidas. Veja algumas lições valiosas.

Defina o seu objetivo

“Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, já dizia Lewis Carroll. Ter um objetivo claro a seguir não só lhe oferece esperança, mas lhe dá embalo e lhe deixa mais atento para perceber as pistas que apontam o melhor caminho.

Olhe para a frente

Quando a mudança vier e tirar a sua fonte de segurança, aceite-a. Abra mão do que você perdeu, pois, viver no passado é privar-se do futuro. E isso só leva à miséria e frustrações. Pense no que fazer para melhorar sua situação. A única maneira de superar as perdas é olhando para frente. Trace novos planos e saia do lugar.

Monitore a mudança

Quando estamos em nossa zona de conforto, tendemos a evitar o novo, exatamente por medo do desconhecido. Mas a situação pode mudar, apesar da nossa vontade. Assim, é preciso estar sempre atento e preparado para não sermos pegos de surpresa. Cheire o queijo frequentemente, para saber quando ele está envelhecendo.

Supere o medo

O medo é uma grande causa de paralisação. E acaba virando uma grande desculpa para permanecer na sua zona de conforto. Primeiro, saiba que ele existe. Depois, enfrente-o. Não é necessário extinguir o medo para superá-lo. Bastava seguir em frente, mesmo amedrontado.

Não se abale com a solidão

Quando você começar a procurar pelo que quer, é natural que se sinta mais distante daqueles que não compartilham de sua busca. Tudo bem, esteja ciente de que isso faz parte do processo.

Ria de si mesmo

Não se leve tão a sério. Permita-se dar alguns passos para trás e enxergar o cenário completo. pergunte-se: o que você está fazendo está lhe ajudando? Há alguma atitude sua que lhe atrapalha? É bem provável que sim; não faça dela o fim do mundo ou culpe-a por seus fracassos. Abrace-a com carinho e ria de seus defeitos. Essa é a melhor forma de assumi-los e começar a mudá-los.

Assuma os fracassos como experiência

Fracassos são naturais e fazem parte das nossas vidas. Sucessos instantâneos são raros. Aprenda com seus tropeços e desilusões e, assim, você estará cada vez mais preparado para chegar onde quer. Uma importante lição de “Quem mexeu no meu queijo?”

Experimente o novo

Ao agarrar-se ao conforto e ao que já se tem, você fecha as portas do novo. Como saber se não há algo melhor por aí, se você nem se dá a chance de experimentar? Quanto mais cedo você se soltar, mais cedo poderá usufruir do novo. Assim, apesar das incertezas, abrace as mudanças como oportunidades de crescimento,

Encontre satisfação no caminho

Se na corrida para o sucesso você esquecer de apreciar seus passos, é provável que esteja indo para o lugar errado.

Mantenha a mente aberta

Limitar suas crenças é restringir o seu próprio desenvolvimento. Cuidado com aquilo que acredita, pois, é provável que isso ajuste suas percepções de mundo para que obtenha a comprovação. A única forma de crescer é treinar a recepção de novos estímulos sem recusá-los, procurando entendê-los e avaliando com transparência se eles fazem sentido ou não. Não diga “não” ao que foge de suas crenças.

Compartilhe o que sabe

Além de ajudar os outros, compartilhar seus aprendizados serve de lembrete. Ao repeti-los, você garante que não irá esquecê-los. E sustentando a reflexão, pode descobrir ainda novas associações.

Persista

Não desista com as dificuldades e as incertezas que aparecem no meio do caminho. Manter o foco no queijo e usar a sua capacidade de rir de sua insensatez podem levá-lo ao amadurecimento e persistência.

Simplifique

Aprenda com o passado e simplifique a sua vida dali pra frente. Assim, você pode ter o melhor dos dois lados. Seja flexível, não se confunda com as crenças assustadoras e adapte-se rapidamente.

Aprenda com as dificuldades

Na parábola “Quem Mexeu no meu Queijo?”, o duende Haw escreveu mensagens também na parede do segundo posto do queijo. Ele fez isso para se lembrar sempre do seu aprendizado.

Essas mensagens são exatamente um resumo das lições que acabamos de ver. Confira:

  • A mudança ocorre, continuam a mexer no queijo.
  • Antecipe a mudança, prepare-se no caso do queijo não estar no lugar.
  • Monitore a mudança, cheire o queijo com frequência para saber se está velho.
  • Adapte-se rapidamente à mudança; quanto mais rápido você se esquecer do velho queijo, mais rápido pode saborear um novo.
  • Mudança, saia do lugar assim como o queijo.
  • Aprecie a mudança, sinta o gosto da aventura.
  • Esteja preparado para mudar rapidamente, continuam mexendo no queijo.

A mudança é inevitável

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A conclusão do livro Quem Mexeu no Meu Queijo é clara: você não pode impedir as mudanças em sua vida. Mas você precisa estar preparado para não se abalar com esses movimentos.

Se as coisas mudam, por que você não muda também? Insistir em se apegar ao passado causa sofrimentos. Olhe para frente, enfrente o incerto! Vença o medo e a insegurança! E saboreie o queijo!

Aceitar uma mudança ilumina os cantos escuros do percurso, permitindo que você enxergue as coisas como elas realmente são, sem receios, medos, angústias ou arrependimentos.

Onde você se encaixa?

Agora que você conhece a parábola “Quem Mexeu no meu Queijo?” e entendeu a moral da história, é hora de trazer a reflexão para o seu caso específico. Pense: com qual personagem você se identifica mais? Ratos ou duendes?

Você age instintivamente em situações de mudanças e parte em busca do queijo novo? Você planeja antes de tomar essa atitude ou tudo ocorre automaticamente?

Pense se você deixa o medo paralisá-lo, como aconteceu com Hem. Ou você se identifica com Haw, que analisa antes de agir, combate o medo e as inseguranças, persiste e sempre aprende com os fracassos e tropeços da vida?

Essa reflexão é um excelente exercício para todos nós.

Continue lendo

Se você gostou desse post, certamente irá amar o resumo do livro Quem Mexeu no meu Queijo?, disponível no 12min, na forma de microbook ou audiobook.

Na plataforma 12min, além de “Quem mexeu no meu queijo?” você encontra ainda uma variedade de outras obras fascinantes, para ajudá-lo no seu crescimento pessoal e profissional. Quer algumas dicas? Anote aí:

A Arte de Fazer Acontecer – David Allen

A Arte de Fazer Acontecer

Pare de executar um monte de coisas ao mesmo tempo e combata a procrastinação. A proposta é focar na tarefa atual sempre, deixando de lado tudo que possa distrair você.

Mindset – Carol S. Dweck

Mindset

O sucesso não depende apenas de nossas habilidades ou talento e sim de como enfrentamos a vida e de como isso depende de duas atitudes mentais: a fixa e a progressiva.

O Ponto de Equilíbrio – Christine Carter

O Ponto de Equilíbrio

A autora busca esmiuçar para nós como descobrir o equilíbrio e mantê-lo para vivermos melhor.

Se preferir, você pode ir diretamente à plataforma web ou app do 12min e escolher a obra que mais interessa. As opções de títulos e autores são inúmeras. Como nos ensina “Quem mexeu no meu queijo?”, temos que aprender sempre.

Boa leitura!

Tony Robbins: quem é ele e por que tem feito tanto sucesso

Anthony Robbins, ou Tony Robbins, é um dos palestrantes mais fascinantes do mundo. Em seus seminários que mais parecem shows, o escritor fala sobre como podemos encontrar nossa força interior e já ajudou milhões de pessoas. Para você ter uma ideia, ele foi treinador de personalidades como Princesa Diana, Bill Clinton e Martin Sheen.
Se você assistiu ao documentário “I am not your guru”, da Netflix, sabe do que estamos falando. Se não viu, assista ao trailer para ter um gostinho:
Neste artigo, vamos falar sobre quem é Tony Robbins e o que faz ele ser um palestrante motivacional tão incrível. Você vai saber mais sobre seu trabalho e os livros que escreveu. Vamos lá?

Quem é Tony Robbins

Tony é um empreendedor, filantropo, estrategista de negócio, coach e responsável por popularizar a Programação Neuro-Linguística, abordagem de desenvolvimento pessoal psicoterapêutica.
Seus livros já foram para as listas de best-sellers e ele treinou milhões de pessoas por meio de vídeos, áudios e palestras. O objetivo das aulas é mudar a forma como vemos a nós mesmos e somos vistos pelo mundo, atingindo o sucesso pessoal e profissional.
Para conseguir esse feito, ele faz seminários que podem durar 14 horas nos quais a atividade é intensa: muita dança, pulos, gritos, etc. Ele se prepara como um atleta para dar conta disso. É difícil, mas é sua paixão.
Causar impacto e motivar pessoas é a missão de vida de Tony Robbins. O foco é tornar seus “estudantes” mais seguros de si e prontos para causar mudanças em suas próprias vidas.
Para você compreender um pouco mais quem é Tony Robbins, explicamos a rotina matinal dele, que pratica todos os dias antes de sair para fazer seus seminários e motivar as pessoas. Você vai ver como ele é especialista em desenvolver o próprio potencial e por isso ajuda tantas pessoas.
tony robbins

Conheça a rotina matinal de Tony Robbins

O portal InfoMoney divulgou em uma matéria a rotina matinal de Tony Robbins. Quem sabe você não entende um pouco sobre quem é esse cara? Veja:

Acorda cedo e toma um banho frio

Tony pode chegar a visitar seis países em menos de 15 dias. Ele não tem tempo para descansar de verdade enquanto está em tour. Mas não dispensa os 15 minutos embaixo de uma ducha fria ou mergulhando na piscina.
Em algumas ocasiões em que é possível, ele entra em lagos congelados. Sim! O coach sente seu corpo todo acordando com o frio e isso o motiva e não assusta. Outra forma de fazer isso é com a crioterapia de corpo inteiro, que ele descobriu com atletas da NBA.
Trata-se de um tratamento japonês para artrite que utiliza nitrogênio líquido para diminuir a temperatura da pele para algo entre 10 e 1 grau celsius durante três minutos. É indolor e forma ondas de endorfina pelo corpo.

Tempo para você

Tony Robbins explica que você precisa ter um tempo para si mesmo de manhã. Sem isso, seu dia não começa bem e sua vida está refém do trabalho. Não é necessário ter uma máquina de crioterapia, mas criar hábitos saudáveis e só seus é importante.
Tony explica um ritual que faz todos os dias:

  • Respiração: três séries de 30 respirações Kapalabhati Pranayama, técnica de respiração da yoga, indicada para quem já está em estágio avançado.
  • Gratidão: Tony Robbins pensa em três coisas pelas quais é grato e as mentaliza.
  • Reza: o último passo é um exercício espiritual, mas que não tem necessariamente a ver com religião. Ele deseja coisas boas para as pessoas que ama e estão à sua volta.

Alimentos

Depois que fez tudo isso, Tony faz seu café da manhã, com peixe e salada. Parece estranho, mas é altamente nutritivo.

Livros de Tony Robbins

Agora que conhecemos um pouco do mundo de Tony Robbins, saiba mais sobre seus livros.
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Poder Sem Limites – O Caminho do Sucesso Pessoal

Com seus seminários e aulas, Tony Robbins já provou para milhões de pessoas que elas têm mais potencial do que imaginam. Quer ser mais uma delas? Leia Poder Sem Limites e descubra seus poderes, aprenda a conhecer seus princípios e a controlar seu estado mental.
Nessa obra, o autor fala sobre como podemos aumentar a nossa qualidade de vida utilizando os poderes de nossa mente e alcançando a máxima performance. Se seu objetivo é ter o controle de qualquer coisa, seja vida financeira ou emocional, precisa conferir.
Leia o microbook baseado nessa obra aqui.
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Desperte Seu Gigante Interior – Como Assumir o Controle de Tudo em Sua Vida

Sentimentos influenciam nossas vidas completamente. Ditam as decisões, os caminhos para conseguir as coisas e as prioridades. Conhecê-los e estar em controle deles pode alterar completamente os acontecimentos.
Se você quer aprender a ser mais racional e canalizar suas emoções para o lugar certo, não pode deixar de ler. Tony vai levá-lo a uma jornada interior que tem poder de mudar seus hábitos e quem você é – para melhor.
Leia o microbook aqui e pegue os principais ensinamentos.
Outros livros de Tony Robbins:

  • Passos de Gigante – 365 exercícios diários para manter você no caminho certo em busca de seus objetivos.
  • Mensagens de um Amigo – leitura para manter na bolsa ou no carro o tempo todo, com exercícios simples e práticos para aumentar seu poder interior.
  • Money Master the Game – guia para uma vida financeira mais saudável e livre.

Agora leia algumas frases de Tony Robbins para sair deste post um pouco mais inspirado.

Frases de Tony Robbins

Pessoas de sucesso fazem as perguntas certas e, como resultado, conseguem melhores respostas.

  • Determinar objetivos é o primeiro passo para transformar o invisível no visível.
  • Seja comprometido com as suas decisões, mas seja flexível com a abordagem.
  • O único limite para o seu impacto é sua imaginação e comprometimento.
  • Não existe fracasso. Apenas resultados.

E aí, o que achou do Tony Robbins? Não deixe de acompanhar esse cara incrível para conquistar todos os seus sonhos. Na plataforma do 12min, temos outros títulos de Motivação e Inspiração – confira toda a sessão clicando aqui. Você vai encontrar livros sobre Steve Jobs, aprender a lidar melhor com a vida financeira e muito mais.
Gostaríamos muito de saber o que você achou deste conteúdo. Deixe seu comentário abaixo! E happy reading 😉