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O Monge e o Executivo: Lições chaves do livro!

Em busca de um resumo do livro o Monge e o Executivo? Chegou ao lugar certo! Confira abaixo o resumo completo do livro, direto do nosso app, o 12min! Se você curtir o resumo ou mesmo preferir ouvir em formato audiobook ao invés de ler o post todo, baixe aqui o APP e ouça gratuitamente. Ao se cadastrar você ganha 3 dias grátis de acesso ilimitado! 

O Monge e o Executivo

Qual é o seu conceito de líder? O que é ser um bom líder? Ações e resultados a longo prazo estão intrinsecamente ligados. O que você faz diante das dificuldades reflete que tipo de liderança você segue.

James C. Hunter o convida para adentrar em um mundo repleto de escolhas. Por meio de questionamentos, autoanálise e da possibilidade de enxergar com outros olhos, conceitos de bondade, generosidade, humildade vão sendo tecidos em meio aos troféus da liderança.

Que tipo de mensagem você passa aos seus subordinados? As respostas são encontradas aos poucos, exigindo paciência, atenção e vontade. Elas são encontradas em um monge, ao lado de um executivo, diante de um militar, perto de uma enfermeira e de braços dados a uma treinadora.

Prontos para entender sobre uma liderança um pouco diferente? Então leia com um olhar bondoso o que James Hunter nos presenteou.

Sobre o Autor: James Hunter

Hunter é consultor-chefe da J. D. Associados, uma empresa de consultoria de relações de trabalho e treinamento. Com mais de 20 anos de experiência, Hunter é muito solicitado como instrutor e palestrante, principalmente nas áreas de liderança funcional e organização de grupos comunitários.

Atualmente, ele mora em Michigan com a esposa e a filha. Chefe da J.D. Hunter Associados, uma empresa de consultoria de relações de trabalho e treinamento. Com os seus ensinamentos, tem criado uma nova cultura do que é verdadeiramente liderança. Com mais de 20 anos de experiência,

Hunter é muito solicitado como palestrante, na área de liderança. Seus clientes incluem algumas das mais admiradas empresas do mundo, como Nestlé, American Express, Procter&Gamble, entre outros.

Como tudo começou

_ Eu estava em um cemitério, correndo de alguém ou algo – não sei bem – que pretendia me fazer algum mal. Correndo sem olhar para trás, deparei-me com um homem, vestido de branco, que me segurou pelos ombros e falou, olhando nos meus olhos: ache Simeão e ouça-o.

Foi esse sonho que acompanhou John durante muitos anos. E essa foi apenas uma das coincidências envolvendo o personagem bíblico. Sem dar muita importância para as inúmeras vezes em que o nome, ou seus versos foram proclamados a ele, John continuou sua vida, trabalhando como um bem-sucedido gerente de uma grande fábrica.

Não lhe faltava nada. Era casado, com dois filhos e com um emprego mais do que satisfatório que proporcionava para ele e sua família uma bela casa e duas férias por ano. Tudo parecia perfeito, até os pilares família – trabalho – individualidade começarem a ruir.

Seus filhos passaram a ficar distantes e ter comportamentos que desagradaram tanto John quanto sua esposa Rachel. Além disso, sua forma de liderar começou a ser questionada e o círculo ficou completo quando Rachel lhe disse que não estava mais satisfeita com o casamento e sugeriu ao marido uma conversa com o pastor da igreja que frequentavam.

Sem muitas opções e com medo de afastar-se ainda mais da mulher e dos filhos, John seguiu – a contragosto – os conselhos da esposa. Foi quando soube de um retiro espiritual. Durante uma semana ficaria em um mosteiro, seguindo a programação na tentativa de se reconectar. Aceitou ao ouvir o nome de Len Hoffman, um ex-executivo bastante conhecido que largou tudo para se juntar ao pequeno grupo que liderava o local.

Primeiro dia no retiro

Ainda cético, John chegou ao local indicado, onde ficaria durante 7 dias. Foi recebido pelo padre Peter, que o informou sobre a programação, seus horários e o conduziu até o quarto que compartilharia com mais uma pessoa.

Antes de se estabelecer, perguntou ao padre sobre Len Hoffman e soube que ele ministraria os cursos e que ele poderia conversar com John. Porém, naquele ambiente, Len passou a ser chamado Irmão Simeão.

Mais uma vez o nome Simeão se apresentava para John. A coincidência o perturbou e as palavras “ache Simeão e ouça-o” vieram em sua mente inquieta carregada por um corpo cansado.

Len Hoffman – ou Irmão Simeão

Entre a missa da manhã, iniciada às 5h30, e o café – servido às 7h30 – John foi até seu quarto em busca de um agasalho. Ao ouvir um barulho vindo do banheiro, cumprimentou seu colega de quarto, porém quem estava lá era um senhor, alto, de olhos extremamente bondosos.

Len Hoffman estava consertando a privada de seu quarto quando se deparou com John que, ao ver seu rosto bondoso foi despejando seus problemas e sua imensa vontade em conversar com o Irmão Simeão sempre que possível.

Diante dessa súplica, ficou acertado que eles se encontrariam às 5 horas, antes da primeira missa do dia.

Uma aula sobre liderança

O Monge e o Executivo

_ Eu estava pensando sobre o que iria falar quando chegou a minha vez de me apresentar aos colegas. Antes que pudesse colocar em prática o que minha mente já havia organizando, Len pediu-me para resumir o que a colega havia acabado de falar.

Meu choque não foi nada comparado à  vergonha que senti ao dizer que não havia prestado atenção. Naquele momento, Len disse: ser um bom líder significa saber escutar. E agora era eu que questionava minhas certezas.

As aulas eram ministradas pelo próprio Irmão Simeão e, com um grupo de 6 pessoas – John, kim (enfermeira), Greg (sargento do exército), Lee (pregador), Teresa (diretora de escola pública) e Chris (treinadora) –  iniciou-se uma conversa cheia de sabedorias sobre liderança. Liderar e não gerenciar. Isso porque, segundo o docente ali presente, é possível gerenciar talão de cheque, inventário, recursos, mas não pessoas. Pessoas são lideradas.

Poder x Autoridade – Ensinamentos de uma aula

Engana-se quem entende poder e autoridade como sinônimos. Enquanto o primeiro é definido como uma faculdade, a segunda é uma habilidade. O poder faz com que pessoas ajam apenas por estar sendo mandadas. Já a liderança faz com que pessoas ajam porque querem agir – porque tal pessoa pediu, por exemplo.

Há uma diferença abrupta entre os dois conceitos que marcam líderes admirados e respeitados. Não só líderes, pode-se dizer, já que é comum vermos crianças pequenas mandando em seus pais e eles obedecem pela influência que os filhos exercem e não por temer alguma punição.

A autoridade, ao contrário do poder, não pode ser vendida ou tomada. Não é preciso ocupar uma posição de poder para ter autoridade. Nos casos de líderes, que ocupam tal posição, influenciar as pessoas por seu caráter torna-se mais benéfico para o grupo liderado do que exercer poder que corrói os relacionamentos – sejam eles familiares ou profissionais.

As palavras de Simeão acertaram em cheio John, que lembrou do distanciamento dos filhos e dos problemas sindicalistas na fábrica em que trabalhava.

Em resumo, liderança é executar tarefas enquanto se constroem relacionamentos.

A chave para um bom relacionamento

O Monge e o Executivo

Construir um relacionamento satisfatório para todos os envolvidos requer tempo e paciência para criar confiança. Ela é o principal ingrediente na construção de relacionamentos saudáveis.

Seja em um casamento, na relação entre pais e filhos, amigos e patrão e empregado, a confiança é a chave essencial para não só construir relacionamentos, mas exercer autoridade.

Repensando paradigmas dentro das organizações: para liderar é preciso servir

Como dirigir organizações atualmente? Essa pergunta não pode ser respondida considerando paradigmas enraizados há 50 anos. O cenário está se modificando rapidamente e a adaptação a ele é fundamental para manter-se competitivo.

A concorrência é inevitável e, em grande medida, saudável. É dessa forma que o pensar sobre inovação, liderança, autoridade e relacionamentos requer um esforço constante para quebrar velhos paradigmas e aceitar novos; refletir sobre as verdades absolutas, questioná-las e, se preciso, descartá-las.

O modelo piramidal, com o poder verticalizado e os clientes longe do “patrão”, é ainda o mais comum. Muito usado militarmente, pode ter sido útil para expandir terras e defender territórios; mas hoje, no cenário atual, ele é ideal?

Diante da pergunta sobre quem os empregados estão tentando agradar, John não teve dúvidas ao responder: o patrão. Quando na verdade, são as necessidades do cliente que devem ser satisfeitas. É isso que acontece no modelo piramidal; os empregados estão olhando para cima, enquanto que o cliente permanece embaixo.

Repensando o modelo em questão e trazendo para a atualidade, o cliente deveria ser o foco, estar no topo da pirâmide, seguido pelos empregados e assim por diante. Servir às pessoas. É isso que um líder deve fazer ao remover obstáculos para que seus liderados possam focar no que realmente importa: o cliente.

Pirâmide de Maslow

O Monge e o Executivo

Pensando nos ensinamentos de Maslow, é possível compreender melhor as necessidades humanas. Na base da pirâmide desenvolvida pelo psicólogo, encontram-se as chamadas necessidades básicas, ou seja, comida, água e moradia.

Essas deveriam ser as primeiras necessidades a serem supridas. De baixo para cima, do básico ao mais complexo, Maslow mapeou parte da essência humana que carece de bens comuns para chegar à satisfação.

Tanto dentro quanto fora das organizações, deve-se ter em mente tais camadas para entender as necessidades de um grupo e de um indivíduo.

O melhor líder de todos os tempos

O Monge e o Executivo

_ Quem você considera o melhor líder de todos os tempos, Simeão? – Essa foi a pergunta de uma das alunas que frequentavam o curso com John.
_ Jesus Cristo.

Independentemente da religião seguida, Jesus Cristo foi o único que conseguiu influenciar tantas pessoas por tanto tempo. As maiores festividades possuem como referência a sua vida, os anos são contados antes e depois do nascimento de Cristo e o cristianismo ainda é a maior religião do mundo. Esses fatos fazem dele o maior líder de todos os tempos. Mas como era a sua liderança?

Jesus não detinha poder, mas sim autoridade. Com isso, influenciou uma multidão. A autoridade é criada com esforço, servindo e atendendo às necessidades do grupo.

Sintonizar intenções com ações é fundamental e só é possível a partir da vontade. É preciso ter vontade de sentir as reais necessidades do grupo/indivíduo liderado e, a partir dessas informações, escolher como agir e servir para que estas possam ser supridas. É importante não confundir desejo com necessidade.

Liderança e amor?

John ainda procurava sua resposta para o sonho recorrente que o dizia para procurar Simeão. Embora estivesse fascinado com o estilo de liderança que o mestre/Irmão/professor expunha, ainda havia muitas dúvidas e perguntas sem respostas para os seus dilemas.

Em sala, o tópico do dia era amor e liderança, uma combinação um tanto estranha para alguns e isso porque é bastante comum confundirmos sentimento com ação. Mesmo no dicionário, o significado da palavra é limitado.

O Novo Testamento foi escrito originalmente em grego, fazendo com que muitos significados fossem perdidos em meio às traduções. Jesus, ao escrever sobre amor, não estava se referindo ao sentimento de amor incondicional ou ao desejo sexual e a afeição fraterna, mas sim ao amor traduzido por um comportamento e escolha, dirigido aos outros sem esperar nada em troca.

Nem sempre é possível controlar o que se sente por outra pessoa, mas sim o comportamento que teremos com ela. Sentir e fazer são coisas diferentes. Um pai pode amar os filhos e não separar um tempo para se dedicar a eles.

“Amar ao próximo” não tem relação com afeto, como muitos acreditam. Nesse sentido, o amor é: paciência, bondade, humildade, respeito, generosidade, perdão honestidade e confiança. Todos comportamentos presentes na liderança.

Escutar ou ouvir

Prestar atenção na fala do outro requer esforço. Pensamos quatro vezes mais rápido que falamos. Desse modo, enquanto outra pessoa fala é comum estarmos mais atentos às nossas próprias inquietações internas, pensando muitas vezes no que falar em seguida.

Escutar o que o outro tem a dizer é uma forma de empatia e requer disciplina para, naquele momento, tentar ver com os olhos do outro e, assim, entender suas palavras. Esse comportamento envia uma mensagem positiva ao expressar a valorização de quem está falando. Prestar atenção às pessoas é uma necessidade humana que não pode ser negligenciada por um líder.

Valorização além da escuta

Valorizar individualmente o esforço e a produtividade de um indivíduo é umas das necessidades que devem ser supridas para manter sua autoestima e seu sentimento de pertença, no caso das organizações.

Para isso, a honestidade, seguida pela humildade, é essencial. Um líder egoísta e inchado de orgulho não consegue enxergar além de suas próprias necessidades e ignora que um precisa do outro, independentemente se é patrão ou empregado.

Demonstrar que cada membro do time é importante e, para isso, ignorar hierarquias é uma tarefa que demanda esforço por parte do líder. Para todas as características de um líder, o comprometimento talvez seja a mais importante, já que é a responsável por fazer o indivíduo persistir na autoridade em vez de voltar para a posição de poder.

O compromisso envolve o crescimento do indivíduo e do grupo como um todo, resultando em constante aperfeiçoamento.

Limites da influência

O líder é responsável pelo ambiente que existe em sua área de atuação, estabelecendo, dessa forma, as normas de comportamentos presentes a serem seguidas. Entretanto, essa influência depara-se com limites, ao passo que ninguém pode ser forçado a mudar.

A motivação é toda comunicação que influencie as escolhas, no entanto, são as pessoas as responsáveis pelas suas próprias escolhas. O líder cria condições certas, a partir de questionamentos, encorajamentos e advertências que provocam a autoanálise.

Comportamento, pensamento e sentimento

“Mudarei…..quando”

Com essa frase, Simeão iniciou mais uma aula. O intuito era trazer a responsabilidade para cada indivíduo em vez de jogá-la para o outro.

Se é verdadeiro que o pensamento e o sentimento dirigem nosso comportamento, o oposto também é verídico. O comportamento por si só é capaz de influenciar nossos próprios pensamentos e, em consequência, os sentimentos.

Assim, quando nos comprometemos com algo, este começa a ganhar nossa atenção e passamos a nos importar, influenciando o sentimento. Em outras palavras, ao se comprometer, doando-se e servindo a algo ou a alguém, o tempo fará com que um sentimento positivo surja direcionado ao objeto de sua atenção, mesmo que, no início esse sentimento não exista. Isso é práxis.

Da mesma forma que, em um casamento, os cônjuges devem retomar antigos comportamentos – de preferência os presentes no começo do namoro – para trazer à tona sentimentos que foram perdidos em meio às desavenças; em uma organização, o comportamento tem o poder de gerar sentimentos.

Assim como músculos físicos, que precisam ser alongados para crescer, os músculos emocionais necessitam de prática, esforço e continuidade para se fortalecer.

De quem é a culpa?

Seguindo o mesmo conceito utilizado na frase “mudarei…quando”, o determinismo auxiliou para a culpabilização do outro. Ter histórico de alcoolismo na família pode causar uma predisposição para a doença, porém, a escolha ainda existe.

Culpar genes, parentes e chefes por seus próprios comportamentos tornou-se corriqueiro.  Apesar de haver influência, elas não determinam, de fato, o comportamento a ser seguido. O livre arbítrio existe para lembrarmos de nossas próprias responsabilidades.

Os estímulos são inevitáveis, entretanto, a resposta dada diante deles é escolha do indivíduo. Optar por não escolher já é uma escolha. De fato, não é possível se esquivar de agir, porém é possível comportar-se de acordo com suas premissas, independentemente das condições impostas.

Tudo começa pela vontade. Que pessoa/líder você quer ser? Arrogante ou humilde? Respeitador ou rude? Generoso ou egoísta? Honesto ou desonesto? Comprometido ou apenas envolvido?

Estágios para adquirir novos hábitos

Os mesmos estágios se aplicam ao aprendizado de bons e maus hábitos tanto na vida pessoal quanto profissional. Pensando em liderança, é possível utilizá-los como forma de analisar progressos.

  • Estágio 1 – inconsciente e sem habilidade: momento em que o comportamento e o hábito são ignorados.
  • Estágio 2 – consciente e sem habilidade: momento em que se tem consciência do novo comportamento, porém sem desenvolver a prática. O novo é antinatural, desconfortável e assustador.
  • Estágio 3 – consciente e habilidoso: estágio em que a experiência vai deixando o novo comportamento confortável. É quando o indivíduo começa a adquirir o controle.
  • Estágio 4 – inconsciente e habilidoso: momento em que o comportamento se torna automático, não exigindo um controle e pensamento meticuloso. O comportamento apenas acontece. A nova habilidade foi adquirida e incorporada ao dia a dia como natural. Nesse estágio um líder não precisa tentar ser bom, pois ele já é.

Não há apenas um estilo de boa liderança. Ela se aproxima mais do caráter, envolvendo conceitos de respeito, paciência, humildade, generosidade, honestidade, abnegação, bondade e compromisso. São essas as qualidades que devem ser desenvolvidas para que nasça um bom líder.

Recompensas

O Monge e o Executivo

É inegável que as habilidades para se tornar um bom líder são muitas. Doar-se e servir ao grupo não é uma tarefa fácil, porém as recompensas são mais que suficientes para continuar a jornada. Durante o exercício de um bom líder é possível enxergar algumas características recompensadoras:

  • Desenvolvimento das habilidades;
  • Construção de um propósito bem delimitado, evitando ações sem sentido;
  • Oportunidade de fazer a diferença na vida dos outros;
  • Harmonia espiritual;
  • Alegria, não no sentido de felicidade que está mais voltada aos acontecimentos, mas sim como uma satisfação interior e a sensação de sintonia com seus princípios.

Ao nos doar e servirmos às necessidades dos outros, estamos tirando o foco de nós mesmos e nos libertando do egocentrismo.

Uma grande jornada começa com um simples passo

Com um grupo formado por um pregador, uma treinadora, um militar, uma enfermeira, um executivo e um monge ex-executivo, os ensinamentos ali proferidos modificaram, uns um pouco mais, outros um pouco menos, o olhar sobre a posição de liderança.

Para John, um olhar diferente se formava diante da vida. Os problemas profissionais, as dificuldades no casamento e a falta de comunicação com os filhos ganhou um novo significado. Deixou de se vitimizar e decidiu tomar as rédeas das situações.

Ali, a jornada começou com um pequeno passo rumo a um mundo de escolhas.

10 citações de James Hunter

Além do best-seller “O Monge e o Executivo”, James Hunt é autor de outras obras de sucesso:  “De Volta ao Mosteiro – O Monge e o Executivo Falam de Liderança e Trabalho em Equipe” e “Como se Tornar um Líder Servidor”.

Veja aqui algumas frases inspiradoras do autor.

Dica do 12min

Se você está à procura de um arsenal ainda maior sobre liderança, recomendo a leitura do resumo do livro Líderes se servem por último, de Simon Sinek.

Líderes Se Servem Por Último




8 indispensáveis ferramentas gerenciais para o seu negócio

Você já parou para pensar quanto tempo perde com tarefas manuais para gerenciar o seu negócio? São muitas horas que poderiam ser gastas com o que realmente interessa: captação de leads, marketing de conteúdo, mídias sociais, atendimento de qualidade e mais.
E você, como empreendedor, sabe aquela premissa básica: perder tempo é perder dinheiro, não é mesmo? Também acreditamos plenamente nisso.
Então, se você precisa administrar melhor as suas atividades, o post de hoje é perfeito para você!
Separamos 8 ferramentas gerenciais extremamente eficientes para utilizar no seu trabalho. Confira!

  1. Asana

O Asana é uma das plataformas mais famosas de gerenciamento de projetos e foi criado por um do fundadores do Facebook, Dustin Moskovitz. Ela tem atraído muitas empresas por possuir uma ótima usabilidade e diversas funcionalidades.
Entre os seus principais benefícios, podemos destacar a possibilidade dos gestores definirem metas e ainda coordenarem os membros da equipe dentro do sistema.
A integração do Asana é uma das melhores, já que permite interligar a conta do usuário – ou de todos – com diversos sites e aplicações. Entre elas, estão o Google Sheets, o Google Calendar, Slack, Zapier e Trello.
A ferramenta oferece contas gratuitas e pagas para você gerenciar o seu negócio. A versão sem custo conta com a inserção de 15 participantes. Mas, se você precisar de mais, pode contratar o plano de $9,99 sem limite de membros.

  1. eNotas

O eNotas é a plataforma mais completa para emitir suas notas fiscais eletrônicas de forma automática. Isso significa que enquanto você foca na parte estratégica do seu negócio, a plataforma emite suas notas fiscais de serviço (NFS-e) ou produto (NF-e) automaticamente.
Ele é integrado aos principais meios de pagamento online, como o PagSeguro, Wirecard(antigo MOIP), iugu, Hotmart e Vindi. E para quem precisa integrar a emissão de NFS-e automaticamente em seu sistema interno (ERP e outros), é possível utilizar sua API para nota fiscal.
Oferecem planos a partir de R$77,00 por mês e um plano Pro para quem já possui um volume mais considerável de documentos fiscais.

  1. iugu

A iugu é uma infraestrutura financeira, que auxilia na administração financeira do seu negócio. A plataforma permite que empresas de SaaS, marketplaces, apps e e-commerces aceitem pagamentos por boleto online ou cartão de crédito, além de cuidar da gestão de cobrança delas.

Vale destacar também que a iugu possui uma API completa e gatilhos que podem ser integrados a qualquer sistema. Se você possui um marketplace, por exemplo, essa ferramenta é ideal, pois faz o comissionamento e o split de pagamento de maneira automática.
O valor do plano varia de acordo com o objetivo empresarial. Se forem vendas avulsas e recorrentes, o preço é de R$199/mês. Já se o foco for marketplaces e intermediadores, o custo é de 699/mês. Além disso, há uma taxa de R$1,28 por boleto compensado ou 2,51% por transação à vista no cartão de crédito.

  1. ContaAzul

O ContaAzul é uma dos maiores sistemas de gestão online para micro e pequenas empresas do Brasil. O objetivo é facilitar o dia a dia do empresário ao controlar suas atividades financeiras, vendas e estoque.
Para gerenciar o seu negócio de forma mais segura, é possível criar permissões para que cada usuário acesse apenas o que lhe é devido. Vale ressaltar que o ContaAzul é um dos únicos sistemas a se conectar diretamente ao seu banco, facilitando a conciliação bancária. O sistema ainda conta com gestão de estoque e vendas, geração de boleto e emissão de NF-e.
Os planos variam de acordo com o tamanho do seu empreendimento. O mais barato é voltado para autônomos e custa R$39/mês. O mais caro é focado nas médias empresas e pode ser contratado por R$279.

  1. Zapier

O Zapier é uma ferramenta que possibilita a ligação entre aplicações web de maneira fácil e rápida, sem a necessidade de um programador para fazer esse trabalho. É focado em pessoas sem muito conhecimento técnico que precisam automatizar suas atividades.
Por exemplo, a integração entre aplicativos permite que você receba um e-mail no Gmail que automaticamente será copiado para o Dropbox. Depois disso, uma  notificação será gerada no Slack, caso uma determinada palavra-chave seja encontrada no e-mail.
O Zapier oferece um plano gratuito, no qual algumas tarefas podem ser automatizadas. Mas, se você precisar de mais funcionalidades pode contratar o plano Premium que inicia com $20/mês.

  1. Mailchimp

Se você trabalha ou já trabalhou com e-mail marketing, já deve ter ouvido falar do Mailchimp. Além da sua função principal, ele ainda oferece outras funcionalidades estratégicas e automatizadas. Qualificação e nutrição de leads, retenção de clientes, agendamento de envio de e-mail são algumas delas.
A plataforma oferece um plano gratuito bastante vantajoso para micro e pequenas empresas. Além disso, é integrada às principais ferramentas do mercado, como o Google Docs, Zapier, Salesforce, Magento, Shopify, WordPress, Paypal e Stripe.
A versão sem custo permite até 5 zaps (5 integrações diferentes) e 100 ações por mês (venda, captura de email, etc). Os outros planos custam $10 ou $199/mês.

  1. Slack

O Slack é um canal de comunicação entre os membros da empresa que possui inúmeras funcionalidades. Além poder acessar pelo desktop e app, ainda é possível enviar mensagens de texto, imagens e documentos.
Porém, a principal vantagem é a possibilidade da criação de grupos (abertos ou secretos) segundo o objetivo de trabalho. Por exemplo, você pode criar um para inserir o time de marketing, outro de vendas e outro de comercial.
E tem mais: é possível fazer comentário em alguma mensagem e até ligar por voz ou vídeo para usuários de qualquer grupo ou individualmente, utilizando a integração com o Google Hangout.
E, como integra com diversos aplicativos, é possível receber notificações sempre que receber alguma novidade.
A versão gratuita atende pequenas empresas e aqueles que não precisam de muitas integrações. Para quem tem mais demanda, os planos custam $6,67 ou $12,50 por mês.

  1. Postcron

O Postcron é um programador de postagens nas redes sociais. Já pensou em parar de perder tempo com isso? Então, com ele, você pode publicar até 1000 posts, pins ou tweets de uma vez só, a partir do Google Docs ou de um arquivo do Excel.
Também é possível adicionar a sua logomarca ou marca d’água em todos os posts automaticamente. Assim, você pode organizar os conteúdos de páginas, grupos e eventos do Facebook, Twitter, Linkedln, Google+, Pinterest e Instagram em um mesmo lugar.
Os planos variam de acordo com número de contas nas redes sociais. Para 15 contas, o valor é de R$29/mês e para 100 contas, o preço é de R$299,99 ao mês.
Essas plataformas são essenciais para todo tipo de empreendedor. Afinal, pra que perder tempo com tantas tarefas manuais? Adote mecanismos automatizados que vão tornar a sua empresa mais eficiente e produtiva.
Dessa forma, você tem mais tempo para focar em ações de marketing, vendas e captação de clientes. Logo, consegue oferecer um produto ou serviço de qualidade.
Ficou surpreso com essas funcionalidades? Então, aplique e as utilize para gerenciar o seu negócio agora mesmo. Aproveite para conhecer também as melhores ferramentas de atendimento ao cliente disponíveis no mercado.

Produtividade Máxima
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Artigo escrito pela equipe de conteúdo da eNotas.
A eNotas oferece soluções automáticas para a emissão de nota fiscal eletrônica de serviço ou produto conectadas aos melhores meios de pagamento online.




05 dicas para montar um negócio baseado em vídeos

Por diferentes motivos, cada vez mais as pessoas estão buscando abrir seu próprio negócio e com a crescente facilidade de acesso a internet, na maioria das vezes esses novos empreendimentos nascem totalmente no ambiente virtual e fortalecem aquilo que já chamamos de empreendedorismo digital.
Paralelo a isso, hoje as pessoas consomem uma quantidade enorme de conteúdo na internet e esse conteúdo tem aparecido principalmente em um formato: vídeos.
Portanto, investir em negócios que trabalhem com a venda de conteúdos em vídeo é quente e muita gente já está pensando em formas de ganhar dinheiro com seus conteúdos educacionais, entretenimento, e outras tantas opções.
Mas o que a maioria dos empreendedores precisa saber é que não dá para ganhar dinheiro apenas colocando vídeos no YouTube ou produzindo uma tonelada de conteúdo sem estratégia. Se você quer realmente manter um negócio a base de vídeos, precisa saber como começá-lo, investir em estrutura e agir de forma segura e planejada.
Então, para ajudar quem está na fase inicial do empreendimento e precisa de auxílio para dar os primeiros passos, separamos 05 dicas essenciais. Confira:

05 dicas para montar um negócio baseado em vídeos

Inspire-se

Uma das dicas mais importantes para quem vai começar um negócio de vídeos é: busque inspiração. E quando falamos de inspiração, não estamos falando apenas de acompanhar os mega negócios e querer ser como eles. Estamos falando de aprender.
Por isso, leia bastante, entenda sobre o mercado, sobre vídeos, encontre negócios de todos os tamanhos na área, aprenda com seus bons exemplos e ainda mais com seus erros.
Saber sobre o terreno em que você está pisando e sobre quem já está lá, vai te ajudar a ter mais sucesso com seu projeto e evitar problemas muito sérios com seu negócio.

Trabalhe de forma planejada

Depois de ter entendido bastante sobre o cenário de conteúdo audiovisual no país, e aprendido com bons e maus exemplos, é hora de começar a planejar seu próprio projeto.
Você já sabe qual vai ser o tema dos seus vídeos? Se eles serão educativos ou de entretenimento? Já definiu o público e a frequência de produção dos conteúdos? Já sabe como esses vídeos serão produzidos, distribuídos e divulgados?
Nessa etapa, é hora de fazer isso tudo e realmente montar um plano de negócios (e, se possível, um plano de marketing também).
Isso vai evitar que você tenha imprevistos no meio do caminho e que acabe demorando para ganhar impulso com seu projeto.

Produza materiais de qualidade

Com um bom planejamento e uma definição clara de como vai funcionar a sua estratégia, é hora de começar a produzir os conteúdos – caso você ainda não os tenha.
Essa é uma parte extremamente importante do processo de criação de um negócio digital e é um grande diferencial para o sucesso ou fracasso de um empreendimento.
Por isso, invista na criação de conteúdos de alta qualidade e garanta que eles sejam relevantes, raros e extremamente ricos para o público que você deseja impactar. Um vídeo mal feito, com baixa qualidade técnica e conteúdo irrelevante, vai colocar toda a sua estratégia em risco.

Invista em tecnologia

Um dos pontos em que você precisa pensar quando estiver montando seu planejamento é: onde meus vídeos serão hospedados e como eu vou distribuí-los com qualidade e segurança?
Investir em tecnologia é essencial para que você garanta o sucesso de seu negócio e evite prejuízos em vários sentidos.
Nesse ponto, vale a pena lembrar que utilizar plataformas gratuitas, como o YouTube, nem sempre é uma boa opção. Isso porque elas não oferecem garantias em termos de estabilidade, segurança e distribuição e porque você, muito dificilmente, vai conseguir ganhar dinheiro seguindo seus modelos de monetização.
O ideal é que você procure fornecedores confiáveis. Hoje, plataformas como o Samba Play já permitem que você crie seu canal de conteúdo em poucos minutos, sem precisar de um desenvolvedor ou designer, e oferecem total segurança e qualidade de distribuição. Além do mais, com o Samba Play, por exemplo, você já tem um método de pagamento integrado ao site, pronto para ser utilizado e conta com um modelo de monetização eficiente para seus conteúdos, através de assinatura.

Tenha uma boa estratégia de divulgação

Por fim, um ponto extremamente importante é que você tenha uma estratégia de divulgação de conteúdos bem definida e faça com que seus vídeos cheguem ao público certo! Na fase de planejamento, é importante já pensar nesse ponto e planejar a melhor forma de divulgar seus vídeos.
Você deve considerar usar suas redes sociais, trabalhar com parceiros, divulgar seu conteúdo em seu site e por email para a base de contatos e investir em outras fontes de divulgação do conteúdo. Usar o YouTube para isso – principalmente se você tiver uma boa audiência por lá – também pode ser uma ótima estratégia.
Aqui neste guia, você também encontra mais informações para divulgar seus conteúdos em vídeo. Vale a pena conferir!

Anotou tudo? Então, mãos à obra!

Agora que você já tem algumas dicas, que tal começar a estruturar seu projeto e criar seu próprio negócio baseado em vídeos?
O momento é excelente para trabalhar com a venda de conteúdos e, se você investir em materiais de qualidade, pensados para um nicho de mercado específico, vai ter muito sucesso.
Para mais dicas, acesse também esse material aqui e comece já o seu negócio!
 
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 Artigo produzido pela equipe de conteúdo da Samba Tech.
Eleita a empresa mais inovadora da América Latina pela Fast Company, a Samba ajuda outras empresas a se comunicarem melhor utilizando vídeos online.




Getting Things Done: o método para quem não consegue focar

Você está lendo este texto e ao mesmo tempo lembrando de tudo o que tem para fazer hoje? Isso significa que não vai prestar atenção a quase nada do que está escrito. O que você precisa é aliviar a sua mente dos “circuitos abertos” e aqui está o método específico para isso: Getting Things Done, criado pelo David Allen.
A Arte de Fazer Acontecer
Assim que você consegue adaptar os ensinamentos do livro à sua rotina, percebe uma melhora gradual no seu foco e produtividade – tudo por meio da organização. Nós podemos falar com conhecimento de causa: o GTD é muito utilizado pela equipe do 12’.
Separamos aqui o que você precisa saber para entender o método, no que ele se baseia, como colocá-lo na sua rotina e porque, mesmo tendo feito coisas incríveis com a nossa rotina, ele não serve para todo mundo.

Para entender o GTD: o que são circuitos abertos


Para compreender o método que David Allen criou, vamos compreender o conceito de circuitos abertos. Você pode já ter passado pela seguinte situação diversas vezes: está fazendo uma coisa, mas seu flow começa a travar porque está lembrando do que precisa ser feito ainda hoje.
As tarefas que estão pendentes e causam preocupação “roubam” energia da sua mente e acabam com a sua produtividade. Isso são os circuitos abertos.
O livro Getting Things Done, lançado em 2001 (no Brasil com o nome A Arte de Fazer Acontecer), defende que para produzirmos precisamos liberar espaço na “memória RAM” do nosso cérebro para que estejamos focados no que está sendo feito agora.
O autor baseou todo os processos do livro no preceito de que é possível riscar coisas da sua mente. Essa ideia é fruto de um estudo realizado pela psicóloga russa Bluma Zeigarnik.
Ela observou o dia a dia de um restaurante durante alguns meses para tentar compreender como os garçons conseguem gravar os pedidos de cada mesa. Durante todo o atendimento, eles conseguiam lembrar os pedidos, para qual cliente deviam levar e em quanto ficaria a conta.
Receber o pagamento também era uma atividade realizada com presteza. Mas, assim que o cliente ia embora, aquela interação parecia sumir da cabeça do garçom. Se o cliente voltasse posteriormente por algum motivo, seus pedidos não seriam recordados.
Essa é uma prova de que é possível apagar quase completamente os circuitos abertos do nosso cérebro. Os garçons só conseguiam lembrar dos pedidos durante o atendimento porque liberavam espaço se esquecendo dos antigos. A energia mental é canalizada para o que é feito naquele momento.

O sistema criado por David Allen

Excluir os circuitos abertos da sua mente causa um alívio imenso. Você se livra do peso das preocupações e pode finalmente se concentrar no que está fazendo agora.
Para realizar esse feito, o livro Getting Things Done dita uma série de atitudes e passos para você implementar na sua rotina para você organizar tudo e guardar em outro lugar as pendências.
A disciplina com as etapas pode ser um pouco difícil de alcançar. Uma das principais formas de chegar lá é encontrar as ferramentas certas para te ajudar. Escrevemos um pouco aqui sobre os melhores aplicativos de gestão de tarefas para todo o tipo de necessidade.
Mas isso não quer dizer que você precisa sair comprando aplicativos de gestão de tarefas ou planners caríssimos. Na realidade, até um caderno que estava encostado pode servir. O  importante é ter aquilo sempre disponível e ao alcance fácil, para não ficar muito tempo sem atualização.
Veja como funciona a aplicação do método Getting Things Done:

Etapa 1 – coletando informações

É preciso que você reconheça a dura realidade: não é possível se livrar totalmente dos circuitos abertos. Isso é uma questão da natureza humana. Simples assim.
O que você pode fazer sobre isso (e será mais fácil com o Getting Things Done) é organizar tudo da melhor forma possível.
David Allen sugere que na primeira etapa você gaste algumas horas (ou até dias, dependendo da complexidade da sua vida) anotando em algum lugar todas as tarefas pendentes.
Isso inclui tanto a vida profissional quanto pessoal. Não adianta muito separar as duas se é o seu tempo e energia que será devotado a resolver as pendências de ambas. Coloque na lista e esqueça sobre a tarefa.

Etapa 2 – processando informações

Depois que isso foi feito, comece a entender cada tarefa o mais profundamente possível. Compreenda o que é preciso fazer para dar como resolvido cada um dos circuitos abertos.
Faça perguntas a si mesmo sobre cada tarefa, como “Eu preciso fazer algo sobre isso?”. Esse exercício do GTD nos ajuda a eliminar muita coisa que ocupa nossa energia mental sem precisar estar ali.
O próximo passo é olhar para a sua lista e decidir qual deve ser a próxima a ser executada. Se você escolher algo simples, como mandar um e-mail, pense em fazê-la primeiro. Classifique essas tarefas como “realizáveis em questão de minutos”.
Entretanto, várias tarefas da nossa vida são complexas e cheias de requisitos e subtarefas. Essas você deve classificar como projetos. Nesse caso, concentre-se nas tarefas dentro do projeto, uma de cada vez. Não se preocupe com o que vem depois.
Para tornar a sua lista ainda mais leve, David Allen diz que o próximo passo aqui é delegar. Pergunte-se “Eu preciso mesmo realizar esta tarefa?”. Isso também não vale só para o ambiente de trabalho.
Agora a parte mais importante: organize sua lista de próximas tarefas. Essa atividade precisa ser realizada com frequência. Se você não se comprometer, o GTD pode não dar certo.
Além de considerar os passos acima, escolha um critério de priorização. Uma das melhores formas de fazer isso é separando suas tarefas por contexto.
O contexto leva em conta a facilidade que você vai ter de passar de uma tarefa para a outra. Por exemplo, se você precisa fazer uma ligação logo de manhã, coloque junto todas as outras tarefas em que você vai precisar do telefone. Assim, você mata tudo de uma vez.

Etapa 3 – Executando

Agora é hora de realmente get things done. Comece a realizar o que você prioriza para cada dia e se estiver travando demais, não force. Passe para a próxima.

Etapa 4 – Revisão semanal

Nesta etapa, você deve checar semanalmente todas as tarefas e sua organização. Coloque esse hábito como primordial. Hábitos podem mudar completamente nossas vidas, segundo Charles Duhhigg, autor do livro O Poder do Hábito e organizar sua lista do Getting Things Done é um que você precisa colocar na rotina.
O Poder do Hábito
Toda semana, olhe para sua lista de tarefas e projetos e tire o que já pode ir embora. Se for preciso, adicione novos itens e mexa na priorização. Só assim o método estará totalmente implementado na sua rotina.

Mas o Getting Things Done funciona?


O blog Lifehack publicou um artigo falando que o método é o melhor que existe para aumentar a produtividade e o foco. Mesmo tendo lançado seu livro há mais de 15 anos, David Allen foi o precursor de muitos outros especialistas em produtividade.
Já existem várias outras ideias, mas, no fundo, todas são baseadas no princípio do Getting Things Done, que o que mais atrapalha a execução de tarefas são as distrações. O foco só é pleno quando você esquece o que está pendente.
Para o Lifehack, o método Getting Things Done é o melhor porque pode se ajustar a qualquer estilo de vida. Não importa qual o formato da sua lista de tarefas e projetos. Seja ela feita com post-its coloridos, em um quadro negro ou no Google Calendar. Se funcionar para você não esquecer de atualizar, vai funcionar para fazer você produzir mais.
Entretanto, muita gente desiste porque acha que são muitas etapas para executar. É importante lembrar que você não precisa aplicar tudo de uma vez, pode alcançar a rotina perfeita aos poucos. Mesmo assim, há quem argumente que o GTD não é para todo mundo.

Para quem o método Getting Things Done não funciona

Cal Newport, professor de ciências da computação e autor do blog Study Hacks explica neste artigo que já utilizou o método de David Allen durante alguns anos.
Isso foi quando ainda estava no início da faculdade. Quando passou para a graduate school, que nas universidades americanas é onde você realmente se especializa, as técnicas foram perdendo a utilidade.
Na sua área de atuação, os trabalhos e projetos são muito complexos. Não é possível reduzir um artigo acadêmico, por exemplo, a um conjunto de ações, como manda o Getting Things Done. O que ele precisava naquele momento não era ser organizado, apenas muito focado.
A maneira como muitas pessoas encaram um trabalho da área acadêmica é até um pouco obsessiva, segundo ele. O assunto precisa ser entendido, estudado, resumido, estudado de novo e por aí vai. Esse processo é feito durante longos períodos de tempo.  
Por isso, ele confia que o método Getting Things Done é ótimo para quem precisa realizar tarefas mais simples, do dia a dia. Para trabalhos intelectuais, que precisam de uma reflexão profunda, ele não recomenda. Antes de começar, considere esse conselho.
Se quiser entender o Getting Things Done de uma forma visual, sugerimos fazer o download deste infográfico. Tudo o que David Allen ensina está bem explicado aí. E para saber os detalhes da criação do método, como ele sugere a prática e outras informações, temos o microbook dele no 12Minutos. Se você ainda não assinou, aproveite o trial e experimente agora mesmo! E depois conte para nós o que achou, gostamos muito de saber o que você pensa.
E se você ainda tem dificuldade para focar e quer aumentar mais ainda a sua produtividade, aqui vai outra dica: busque a meditação no trabalho!




Gerenciador de senhas: 5 opções para você nunca esquecer os seus códigos

Você já pensou em usar um gerenciador de senhas? Se não, suas contas podem estar vulneráveis a algum tipo de uso indevido.

A verdade é que sempre existe a chance de as plataformas serem hackeadas. Isso significa que se alguém quiser acessar suas informações, pode não ser muito difícil executar a tarefa.

Por isso, desde 1999 (ano do gerenciador de senhas mais antigo), existem softwares que oferecem um leque de funções capazes de otimizar a segurança das suas contas virtuais.

Se você nunca teve contato com esse tipo de serviço, pode parecer desnecessário. Mas vamos convencê-lo do contrário.

Por que usar gerenciadores de senhas?

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Você deve ser um desses três tipos de pessoa: tem a mesma senha para todos os sites; tem um sistema próprio de variação de senhas; ou mantém tudo escrito em post-its.

A primeira opção é muito perigosa. Se alguém descobre a senha de uma plataforma menos segura, a primeira coisa a fazer é tentar a mesma senha em outros lugares. E aí você tem um grande problema.

Já a segunda opção pode até ser uma boa, mas dá um pouco de trabalho. Você pode acabar se enrolando em algum momento. Outro problema.

E, por último, manter tudo escrito é um tanto arcaico e impede que você acesse suas informações quando estiver fora de casa, por exemplo, viajando.

O brasileiro na mira dos criminosos

Gerenciador de senhas

Você precisa estar sempre atento à segurança das suas informações. Assim, cuidar das suas senhas a todo instante é fundamental. Ou seja, elas devem ser mantidas a “sete chaves”. E as estatísticas comprovam isso.

Por exemplo, um estudo divulgado em 2017, envolvendo a Google e a Universidade da Califórnia, não foi nada positivo pra nós, brasileiros. Os cientistas mostraram que nós somos as maiores vítimas dos ladrões de senha – 18% dos casos identificados na pesquisa.

Os cientistas monitoraram sites que os criminosos utilizam para distribuir dados roubados. E o eles encontraram, principalmente, foi:

  • 1,9 bilhão de senhas vazadas de outros serviços;
  • 788 mil senhas roubadas por ladrões especializados;
  • 12,4 mil senhas roubadas por meio do clone de páginas (sites de phishing).

Outro dado relevante da pesquisa está relacionado à proteção das informações. Ou seja, os cientistas afirmam que a maioria das vítimas de roubo de senhas não utilizavam recursos para dificultar o acesso dos criminosos. Apenas cerca de 3% tomavam esse cuidado.

Ter os seus dados pessoas invadidos pode lhe trazer muitos inconvenientes e prejuízos financeiros também. E, nesses casos, o gerenciador de senhas é seu aliado, uma vez que ele investe pesado no quesito segurança.

Como guardar senhas de forma segura

O gerenciador de senhas nasceu para resolver essa questão. A principal função é oferecer uma senha mestra, que se aplica a todas as suas contas.
Logo de cara, você deve se perguntar: os funcionários da empresa terão acesso à minha senha? Onde ela ficará armazenada?

A primeira coisa que você precisa saber é que a senha ou chave mestra é protegida por encriptação em todos os apps da lista. Por isso, nem mesmo quem trabalha nas empresas pode acessá-la.

A segunda coisa a saber é que as informações, dependendo do software, podem ficar armazenadas de formas diferentes: em uma nuvem, em um só HD (como do seu computador), off-line (no próprio programa) ou em um pendrive (que você pode conectar a qualquer computador). Alguns oferecem mais de uma opção.

O que os gerenciadores de senhas podem fazer por você

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Os gerenciadores, além de manter seus dados encriptados, oferecem funções que ajudam a melhorar ainda mais a segurança nas plataformas nas quais você se inscreve.

Os softwares oferecem opções de:

  • Alterar as senhas de todos os seus logins com um clique.
  • Logar nos sites para você.
  • Sincronizar o programa em todos os seus aparelhos (ou manter em apenas um, se for de sua preferência).
  • Analisar suas senhas para saber se já são fortes e como podem ser melhoradas.
  • Gerar senhas fortes.
  • Completar formulários automaticamente.
  • Compartilhar suas senhas com contatos de emergência, quando você precisar.
  • Acessar as senhas offline.
  • Carteira virtual (guardando suas informações de cartão de crédito para facilitar compras online).
  • Autenticação em duas etapas (veja a explicação abaixo).
  • Usar uma chave física (como pendrive) para acessar os logins.

Nem todos os aplicativos da lista cumprem tudo isso com destreza, mas procure escolher aquele que oferece o que mais se adequa às suas necessidades.

Você vai precisar, também, considerar os preços: de opções gratuitas até 40 dólares por ano. Mesmo assim, quase todos disponibilizam versão free com a maioria das funcionalidades disponíveis.

Lastpass

O Lastpass foi um dos primeiros gerenciadores que tornou realmente fácil a tarefa de guardar e proteger as senhas. Com ele, você pode fazer uma análise do nível de segurança das suas senhas e, caso elas sejam consideradas fracas, você cria novas opções que afastem o perigo.

Uma funcionalidade interessante do gerenciador de senhas Lastpass é o aviso automático sobre plataformas que tenham sofrido algum tipo de ataque. Ele envia uma notificação e você pode mudar a sua senha na hora, para não se transformar em mais uma vítima.

Alguns gerenciadores de senhas, entre eles o Lastpass, utilizam formas adicionais de proteção da sua senha mestra (a chamada autenticação em duas etapas). Uma delas depende de outros programas, sendo o principal o Google Authenticator.

Além do gerenciador de senhas, você instala o Autheticator e escolhe entre duas opções: ou acessa os dois apps toda vez que for se conectar às suas contas ou faz uma vez e deixa gravado. A primeira é mais segura.

A autenticação em duas etapas por meio de um pendrive é outra alternativa oferecida pelo Lastpass. Nesse caso, toda vez que você for se conectar, precisa estar com o dispositivo USB, previamente configurado, conectado à máquina. No caso do Lastpass, essa integração é feita com o Sesame.

O Lastpass é suportado em iOS, Windows e Android, além de quase todos os browsers. Com armazenamento ilimitado, o Lastpass também tem a opção de salvar notas encriptadas – onde você pode guardar a senha da sua conexão WiFi, por exemplo.

Se precisar mandar suas senhas para alguém, ao invés de usar o Whatsapp, você pode enviar pelo aplicativo de forma segura.

As compras pela internet também ficam mais fáceis e protegidas com os gerenciadores de senhas. Isso porque o preenchimento das informações de pagamento e endereço é automático.

O download do gerenciador de senhas Lastpass é gratuito, mas algumas configurações e os aplicativos para smartphone só estão disponíveis na versão paga (12 dólares anuais).

Dashlane

Lançado em 2012, o Dashlane tem uma das interfaces mais fáceis de se usar, entre todos os gerenciadores de senhas disponíveis.

Ocorre que alguns usuários encontram dificuldades em fazer a gestão de suas senhas nas plataformas. No entanto, no Dashlane, esse problema é minimizado e, assim, fica mais fácil não ter preguiça.

Dentro da própria interface, é possível alterar suas senhas de vários sites com um clique, para que você não permaneça muito tempo com a mesma senha. Suas informações também podem ser compartilhadas com os contatos de emergência que você selecionar (no máximo 5, para o plano free).

O Dashlane também notifica quando algum site no qual você está inscrito sofre ataques. Suas senhas não ficam armazenadas em um servidor e, segundo o site da plataforma, hackers são contratados todos os meses para testar a segurança.

Se você esquecer a sua senha mestra, terá que refazer todos os acessos. Isso é bom, porque é um reforço a mais na segurança. A autenticação em duas etapas é feita pelo Google Authenticator.

As funções de carteira virtual e autopreenchimento também estão disponíveis no Dashlane. O fato de ser bem completo faz dele um dos principais concorrentes do Lastpass.

O Dashlane é um gerenciador de senhas com versões para Mac, Android e iOS, Safari, Chrome, Firefox e Internet Explorer. Entretanto, a sincronização em todos os dispositivos está disponível apenas para o Premium, que é um dos mais caros: 40 dólares anuais.

Keepass

O Keepass é o gerenciador de senhas gratuito e open source da lista. A interface é um pouco difícil de usar, mas o banco de dados é encriptado e mantido sob o seu total controle.

Ele é construído de forma portátil – você pode instalá-lo no pendrive e levar para qualquer lugar. Também é o software que funciona em mais plataformas: todos os browsers e sistemas.

O Keepass tem gerador de senhas, possibilidade de sincronização com outros apps (já que é open source, consegue boa abrangência nesse sentido). Também é permitido o acesso offline e sua encriptação é uma das mais seguras.

A desvantagem do gerenciador de senhas Keepass é que sua interface não é tão fácil e talvez seja preciso um conhecimento um pouco mais aprofundado de informática para compreender a utilização das funcionalidades.

1password

O 1password também é admirado pela interface agradável. Possui funções parecidas com os demais gerenciadores de senhas: carteira virtual, armazenamento de notas, preenchimento automático, gerador de senhas.

Essa última tem um diferencial: não só gera nova senha, mas ajuda a customizar de forma que não seja uma mistura de caracteres que você jamais lembraria.

O 1password funciona em quase todos os browsers e a interface é boa em qualquer um deles. Também tem a opção de ser usado em um só local ou sincronizar pelas nuvens (Dropbox, iCloud e até na sua rede WiFi).

Sua função de monitoramento da web é uma das melhores e reporta qualquer informação de ataque aos serviços da internet em que você estiver inscrito.

O software é pago e custa 3 dólares por mês. Existem condições especiais para os planos familiares e empresariais.

Roboform

O Roboform é o gerenciador de senhas mais antigo – desde 1999. Há alguns anos, passou por atualizações que permitiram que ele permanecesse na corrida com os novos concorrentes e, por isso, tem fãs que não o deixam.

O programa tem a opção de portabilidade (levar no pendrive a qualquer lugar), sincronização nos dispositivos, gerenciamento offline e boa interface.

É possível utilizá-lo em muitos browsers e uma função interessante é a possibilidade de identificar, como favoritas, as plataformas que você mais usa, para acesso rápido. Também, tem preenchimento automático e um bom gerador de senhas.

Por ter muita experiência na área, esse gerador de senha oferece segurança em um nível mais elevado. Não é tão famoso quanto os outros, mas, ainda assim, mantém-se como uma boa opção.

O Roboform é gratuito só para os primeiros 10 logins. A partir daí, ele cobra 20 dólares por ano.

As desvantagens dos gerenciadores de senhas

Como nem tudo é perfeito, até mesmo os gerenciadores de senhas oferecem algumas fraquezas. Por exemplo, eles podem ser feitos com um código fraco, deixando a sua senha um pouco vulnerável.

Você acaba correndo o risco de ter suas senhas descobertas, caso alguém consiga decifrar sua chave mestra. Se quiser evitar que isso aconteça, prefira os aplicativos com autenticação em duas etapas.

Antes de começar a usar, pesquise sobre sites que bloqueiam o uso de gerenciadores de senhas. Alguns desenvolvedores alegam que esse uso facilita ataques automáticos, que enfraquece a proteção contra phishing e até negam a compatibilidade com os serviços.

Ainda assim, Maria Varmazis, especialista em segurança e privacidade do site Naked Security, resolveu testar os gerenciadores de senhas depois de ler vários artigos.

Antes, Varmazis mantinha senhas simples para sites que não eram tão importantes, algumas mais difíceis para aqueles que não deveriam ser invadidos e as mais complicadas para serviços financeiros.

Entre os motivos para se usar um gerenciador de senhas, Varmazis destaca que é quase impossível você se lembrar de todas as senhas. No caso dela, ficou sem acesso à conta de e-mail durante uma viagem, o que pode ser muito irritante. Além disso, existem as facilidades já citadas acima, como a criação de senhas fortes.

Sempre há um jeito de melhorar alguma coisa na sua vida. Uma das formas de você descobrir como avançar, é por meio da leitura. Encontre novos life hacks nos livros do 12min.

E, falando em gerenciadores, que tal aprender a gerenciar melhor as suas tarefas?

Se você está buscando mais produtividade, vai gostar deste microbook:

Produtividade Para Quem Quer Tempo




Os 10 livros mais populares do 12′ em 2016

Todo fim de ano traz várias retrospectivas e várias lembranças do que se passou nos 12 meses anteriores. Sim, é época de relembrar.  
Por outro lado, nós somos o 12min e nossa prioridade é ver você aprendendo mais e se tornando uma pessoa e um profissional melhor. Então, que tal uma lista dos 10 microbooks mais lidos da nossa plataforma, que podem te ajudar a ser uma pessoa melhor no ano que está por vir?

Sem delongas, aqui vão os microbooks mais lidos pelos nossos usuários em 2016:

10º – A Arte da Guerra

A Arte da Guerra

Este livro é um tratado militar escrito pelo estrategista Sun Tzu no século IV a.C. e adotado por várias pessoas como um manual de gestão, que traz várias abstrações sobre gestão de pessoas e negócios. A ideia de misturar guerra e gestão também é demonstrada em outros dos nossos microbooks, como As 48 Leis do Poder e Davi e Golias.

9º – Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

É muito bom fazer novas amizades, trocar ideias com pessoas diferentes, se destacar em uma roda de conversa e adicionar novos contatos à sua agenda. Tem dificuldade em fazer isso? Esse microbook te ensina a agradar pessoas e utilizar suas novas conexões a seu favor.

8º – The Hard Thing About Hard Things

O Lado Difícil das Situações Difíceis

Que tal conhecer a história de uma empresa de tecnologia em alto crescimento, em meio ao boom da internet dos anos 2000? É isso que o microbook escrito por Ben Horowitz traz; O case de sucesso da Opsware, uma empresa que foi vendida para a HP por US$1,6 bilhões. Com exemplos claros de uma gestão excepcional de um CEO que sabe fazer a coisa certa mesmo quando não existem boas opções, The Hard Thing About Hard Things foi o nosso 8º microbook mais lido de 2016.

7º – A Arte de Fazer Acontecer

A Arte de Fazer Acontecer

Um manual de produtividade e gestão de tarefas, A Arte de Fazer acontecer foi o 7º microbook mais lido pelos nossos usuários e o 1º mais lido pelo pessoal do 12 Minutos! Aprendemos muito sobre como gerenciar melhor tudo o que fazemos para disponibilizar sempre o melhor conteúdo para vocês. O método GTD vai te tornar uma pessoa melhor e mais produtiva também e você pode aprender mais sobre produtividade no nosso blog.

6º – Os Segredos da Mente Milionária

Os Segredos da Mente Milionária

O autor deste livro saiu do zero para o primeiro milhão em apenas 2 anos e contou o seu método em 150 páginas, que nós resumimos para vocês. O microbook te ensina a reprogramar sua mente para aumentar seus ganhos e acumular riquezas, com os recursos que você tem. Essencial para compreender o motivo de algumas pessoas conseguirem acumular tanto enquanto outras não o fazem e os motivos que levam os ricos aos seus lugares de destaque.

5º – Hackeando Tudo

Hackeando Tudo

Raiam dos Santos é um cara sensacional que conquistou grandes feitos ainda muito jovem. Neste livro, ele compartilhou um pouco de sua história e dos hábitos que o levaram a alcançar o sucesso. O Raiam é sensacional e com certeza vai acrescentar muito à sua vida com o microbook que fizemos de Hackeando Tudo.

4º – Trabalhe 4 Horas Por Semana

Trabalhe 4 Horas Por Semana

O sonho de muitas pessoas têm se tornado realidade com a expansão da Internet. Já pensou em conseguir trabalhar de qualquer lugar do mundo e viver a sua rotina em diferentes lugares? Veja como o seu trabalho pode fazer parte do seu lifestyle neste microbook, que te dará uma visão muito diferente sobre rotina, trabalho e diversão.

3º – O Poder do Hábito

O Poder do Hábito

O primeiro microbook a subir no pódio é O Poder do Hábito. Ele conta a importância de criar hábitos positivos em sua vida e mostra o valor disso. A leitura vale a pena por trazer ensinamentos valiosos e relacionar seus resultados às suas rotinas. Quer saber como funciona um hábito? Veja os conceitos de Gatilho, Rotina e Recompensa no microbook de O Poder do Hábito!

2º – Foco

Foco

Por uma diferença muito pequena do próximo microbook, Foco foi o segundo titulo mais buscado em nossa plataforma. O excesso de informações muitas vezes atrapalha o seu foco e faz com que você seja menos produtivo. Porém, com este microbook você pode aprender novas dicas para melhorar seu nível de atenção e ser uma pessoa mais focada e orientada a resultados. Que tal iniciar 2017 com mais foco?

1º – Sonho Grande

Sonho Grande

O grande campeão de 2016 traz a motivação no nome! Neste livro, Cristiane Correa conta a história de três pessoas muito conhecidas por aqui: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira! Um exemplo de cultura empresarial, desenvolvimento de ideias e gestão, este livro é uma excelente escolha para começar 2017 com o pé direito e buscar se desenvolver cada vez mais. Recomendamos a leitura para quem quer saber como os três empresários criaram, em menos de 40 anos, um império bilionário e compraram marcas de extremo sucesso, como Heinz, Burger King e Budweiser.

E aí, curtiu o ranking? Todo esse conteúdo foi selecionado pelos nossos usuários, a partir das suas leituras! Conta pra gente aí nos comentários qual vai ser o seu livro de cabeceira em 2017 e qual você quer ver no 12min! Nos vemos ano que vem, pessoal! Happy reading! 😉




Founder Series: livros que levaram Guilherme Junqueira a empreender

Toda semana convidamos um empreendedor/executivo que admiramos para escrever um blog post sobre os livros o o inspiram em sua trajetória. O convidado da semana é:
Guilherme Junqueira é ex-Vice Presidente da ABStartups e atual CEO da Gama Academy, uma escola de transformação tecnológica que transforma talentos nas áreas de design, marketing, programação e vendas e conecta estes profissionais a oportunidades reais no mercado de trabalho.
Este conteúdo foi originalmente publicado aqui. Com vocês, GUILHERME JUNQUEIRA!
 
Guilherme Junqueira: Desde que comecei a Gama Academy, me vi fazendo três papéis. O de empreendedor (claro), educador e recrutador. Lá, acreditamos que só investindo na educação e tecnologia poderemos transformar talentos prontos para um mercado de trabalho em constante mudança.
Para acompanhar esse mindset, procuro meu desenvolvimento pessoal diariamente. Muito do que aprendi veio da leitura e indiquei aqui alguns livros que me inspiram e aproveito para te contar um pouco sobre a lição de cada um:

Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas – Dale Carnegie

As técnicas do Dale Carnegie são de 1936, mas ainda extremamente aplicáveis. O cara era uma espécie de growth hacker do comportamento humano. No livro, ele desenvolve algumas regras simples e fáceis de lembrar que te dão o caminho para conquistar pessoas. Para resumir, o que você precisa fazer é demonstrar interesse genuíno pelos outros. Isso significa ser sempre solidário, prestar atenção na história das pessoas e evitar críticas duras.
A melhor música para os ouvidos de todo ser humano, é escutar seu próprio nome. Por isso todos devemos construir uma rede de relacionamento onde você chama e é chamado pelo nome, pois isso é só a ponta do “iceberg do networking”. Ou seja, quanto mais você conhecer o outro e gerar empatia a partir disso, melhor será relacionamento e maior atenção irá receber.

The Hard Thing about Hard Things – Ben Horowitz

É incrível ter seu próprio negócio. Empreender me trouxe muitas coisas boas. Mas poucos falam sobre as dificuldades reais de se aventurar por aí. Neste livro, Ben Horowitz quebra esse silêncio e conta como foi ser CEO de uma empresa de tecnologia nos anos 2000, auge do crescimento da internet.
Começar um negócio sabendo das dicas valiosas do Horowitz é essencial. Quando o crescimento de uma companhia é claro e a direção é certa, as coisas são fáceis. Mas nem sempre podemos estar seguros do caminho.

Manual do CEO – Um Verdadeiro MBA Para o Gestor do Século XXI – Josh Kaufman

Para tudo na vida, você precisa tentar e errar. Mas alguns livros te colocam à frente, falando de erros de outros profissionais, para que você os evite.
Neste manual, Josh Kaufman reuniu lições claras de grandes líderes que podem ser aplicadas no seu dia a dia como empreendedor. São dicas sobre todas as áreas, desde o marketing às negociações com investidores. Vale a pena apostar nos toques para se preparar melhor! É meu livro de cabeceira.

Traction: How Any Startup Can Achieve Explosive Customer Growth – Gabriel Weinberg e Justin Mares

Além de todos os obstáculos diários que nós empreendedores enfrentamos, um é maior: o mar de conselhos. Todos os dias, ouvimos milhares de dicas, métodos e técnicas que podem acabar só confundindo.
O que este livro traz é um alívio: experiências práticas e reais. Uma das regras é básica e já te adianto. Distribuição é tudo! Não adianta ter um produto incrível se o seu consumidor não tem acesso.

Lean Analytics: Use Data to Build a Better Startup Faster – Eric Ries

O que começou com o Startup Enxuta se transformou em um movimento. O Eric Ries traz neste livro o princípio do Lean Analytics. Basicamente, ele explica que para crescer você precisa saber o que está acontecendo a sua volta.
Entenda tudo sobre o seu crescimento, como e porque ele acontece (ou não acontece). Só com esses dados em mãos você vai saber quais são os próximos passos. Esse preceito foi responsável pelo sucesso de vários apps na Jera, como FunSounds e Tecnonutri, que somaram milhões de downloads depois de testarmos vários experimentos sugeridos no livro.

Escola da Ponte – José Pacheco

Referência de educação no mundo inteiro, a Escola da Ponte é um modelo alternativo de ensino. A escola criada pelo José Pacheco fica a 30 km a cidade do Porto e faz parte da rede pública portuguesa. Lá, os alunos não são divididos por série ou turmas.
Cada estudante escolhe sua área de interesse e desenvolve trabalhos em cima disso, individualmente e em grupo. Além disso, uma das partes mais importantes do sistema é que os professores não ensinam só uma disciplina. Estão sempre em busca de desenvolver projetos com os alunos, mantendo a inovação na veia. Com certeza, uma inspiração para a Gama Academy.

Volta ao mundo em 13 escolas – André Gravatá e Eduardo Shimahara

Os autores reuniram neste livro as experiências que tiveram depois de visitar escolas ao redor do mundo. O projeto foi financiado por crowdfunding e eles buscaram instituições que tivesse modelos mais criativos de educação.
Para quem é educador ou pretende empreender na área, ter referências variadas é muito importante. quanto mais disruptivo o modelo, melhor! Estamos usando várias metodologias citada no livro com nossos alunos. Ah, esse livro está disponível para download gratuito aqui.

Finnish Lessons 2.0: What Can the World Learn from Educational Change in Finland? – Pasi Sahlberg

O sistema de educação na Finlândia é incrível. No livro, Pasi descreve os ensinamentos que teve no país que alterou suas políticas educacionais e se transformou em questão de quatro décadas.
Um dos principais pontos do modelo é investir mais na igualdade e menos na competição. Quando há escolhas e liberdade de criação, os alunos ficam bem mais motivados. Profissionais formados assim sempre serão mais proativos.

The Growth Mindset Coach: A Teacher’s Month-by-Month Handbook for Empowering Students to Achieve – Annie Brock e Heather Hundley

Tudo o que um professor quer é libertar o potencial de seus alunos. Muitas vezes, sabemos que é possível fazer mais, mas em alguns momentos, eles podem se encontrar desmotivados. Esse guia foi criado por professores e ensina a desenvolver um mindset de growth em sala de aula.
As metodologias envolvem processos muito interessantes, entre eles fazer atividades baseadas em pesquisa e oferecer feedback construtivo.

Work Rules! – Laszlo Bock

Este livro foi escrito por ninguém menos do que Laszlo Bock, o chefe de recursos humanos do Google. Ele acredita que não é justo você usar a maior parte do seu dia no trabalho e ele ser uma experiência horrível.
Por isso, implantou modelos inovadores por toda a companhia, transformando o Google em uma referência para talentos. Um dos aprendizados deste livro que eu mais trouxe para a vida foi: “Acreditamos em Deus, o restante tem que trazer dados!”. Ou seja, esqueça o seu feeling na hora de recrutar, confie nos dados, sempre.

High Output Management – Andy Grove

O ex CEO da Intel, Andy Grove, escreveu este livro para passar o principal aprendizado: foque nos resultados. Feito para quem lidera equipes, ele ensina como tornar seus colaboradores parte da companhia, trabalhando em conjunto.
Todas as lições são fruto do que ele aprendeu participando do processo que colocou a Intel como uma das maiores empresas norte-americanas. O segredo é deixar claro para cada um da equipe qual é o seu papel e como pode contribuir para o crescimento da corporação.

Mindset: The New Psychology of Success – Carol S. Dweck

Ser elogiado por suas skills não fazem ninguém crescer. Esse é o preceito básico do livro da psicóloga Carol Dweck. Para ela, elogios podem até te atrasar.
A questão não é ter habilidades, mas saber como usá-las. São dois formatos de pensamento: fixo e progressivo. Se você já acredita que suas habilidades estão desenvolvidas, você para e não progride. A outra forma de pensar traz o crescimento constante, amor pelo aprendizado e pode te fazer até mais feliz.
Alguns dos livros que citei estão disponíveis na plataforma do 12 Minutos. Estou usando e recomendo os resumos de lá para quem nem sempre tem tempo de sobra para a leitura.
E você? Recomenda algum livro para quem é empreendedor, educador ou recrutador? Comenta aqui em baixo, please! 😉




O que é período sabático e 5 passos para tirar o seu sem preocupação

Você já quis tirar um período sabático? Depois de um dia estressante e desmotivador no trabalho, pode ser que essa ideia já tenha passado pela sua cabeça. Se você desconsiderou logo de cara por achar que é impossível, vamos ajudá-lo.

A primeira coisa que você precisa saber é que é possível, sim. Com muita organização e sem pressa, tirar um período sabático pode estar no seu horizonte. Planeje todos esses passos e boa experiência!

O que é período sabático

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Período sabático é um tempo que você tira do trabalho e que pode ter duração de dois meses, um ano, ou até mais. O conceito surgiu na Bíblia e mais recentemente ganhou o sentido de “dar uma pausa na carreira para conquistar algo pessoal”.

Essa prática pode ter muitos benefícios, como movimentar um pouco sua rotina, renovar sua mente, oferecer tempo para se dedicar a algo com muito significado, descobrir novas culturas ou mesmo para ganhar experiências mais diversas na sua área.

Mesmo assim, o tempo sabático não precisa ser uma parada total na carreira: encare como uma aventura que vai trazer autoconhecimento e crescimento.

Saiba onde começa e onde termina

Firme uma data no calendário e transforme-a na sua meta. Isso não precisa ser definitivo – planejamentos podem mudar de acordo com seus imprevistos. Só não adianta colocar uma data imaginária do tipo “um dia eu vou”.

Uma boa ideia é relacionar essa data com outro grande evento, como um aniversário seu ou antes de se casar.

Procure se certificar-se de que todos saibam sobre sua ideia. Isso diminui as chances de você desistir do seu período sabático. Mas não ignore a opinião das pessoas sobre sua decisão. Ou seja, reflita sempre considerando a visão externa.

Planeje seu dinheiro

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Já que você decidiu dar essa pausa e colocou uma data, precisa se preocupar com os recursos financeiros. Você não vai querer ficar regulando seus gastos e nem perdendo o sono por causa disso.

Então, o passo número um: se você tem dívidas, QUITE-AS. Existe a opção de incluir parcelas de cartão de crédito no seu planejamento, mas não é o ideal. Quando você sair para o seu período sabático, procure estar o mais leve possível.

Agora que as dívidas foram resolvidas, é hora de juntar o dinheiro. Coloque em uma planilha o quanto você vai precisar guardar por mês até começar o tempo sabático e coloque em uma poupança ou fundo de investimento.

Se você resolver incluir seu parceiro ou parceira nessa aventura, não se esqueça de contar gastos e a possível renda extra.

Sem dúvidas, a melhor opção é ter uma renda que não dependa do seu trabalho. Uma ideia é ter uma propriedade, como um imóvel que pode ser alugado. Também vale contar com dividendos de investimentos e até a venda de anúncios de um blog.

Não deixe de criar um fundo de emergência. Por mais que você esteja ansioso para o seu período sabático, acidentes podem acontecer.

Enquanto estiver guardando dinheiro, procure economizar. Manter um controle dos seus gastos é essencial nesse momento. Algumas ferramentas facilitam nessa parte, como o GuiaBolso ou Organizze. Pense que ter um estilo de vida moderado vai valer a pena quando chegar o tempo sabático.

Não tire um período sabático para fazer nada

Se você resolver tirar um período sabático só para ficar de pernas para o ar, não tire. Especialmente para quem tem um ritmo de vida agitado, o resultado vai ser a saúde mental deteriorada.

Procure algo motivador para fazer. Um motivo para levantar todos os dias. Você pode começar com algumas metas simples, como correr todos os dias ou aprender uma receita nova por dia.

Mas o mais legal é começar o período sabático com um grande objetivo. Pode ser seguir a sua paixão, aquilo que você nunca teve chance de fazer – como escrever um livro ou morar fora do país, por exemplo.

Algumas pessoas se planejam para tirar o período sabático quando nasce um filho, para poder ficar mais em casa. Outras já topam a aventura para fazer uma mudança de área de atuação.

Até dar check na lista de coisas a fazer antes de morrer é um objetivo interessante. Também é a sua chance de finalizar projetos que você começou nos finais de semana e nunca mais tiveram sua atenção.

Se o seu desejo é ter um tempo real de introspecção, procure recursos teóricos para isso. Livros, filmes e outras fontes de conhecimento podem fazer toda a diferença. Nós temos algumas dicas de livro: O Poder do Agora, Eckhart Tolle e Em busca de Sentido, Viktor Frankl.

O Poder do Agora

Outras 3 dicas para o seu período sabático

Se você quer dar essa pausa, porém, não sabe ao certo o que fazer, que tal pensar sobre as três dicas abaixo:

Avance nos estudos

Você está precisando subir degraus no seu nível educacional? O período sabático pode ser uma oportunidade de ouro para fechar esse gap. Muitas pessoas aproveitam para fazer um curso de extensão ou profissionalizante, um MBA acelerado… Tem gente que opta por aulas isoladas em uma universidade local ou até mesmo no exterior.

Ou seja, o período sabático também pode servir para aprender coisas novas. Existe até um serviço com esse objetivo: a Uncollege. Trata-se de um programa de gap year que oferece coaching personalizado para você mudar a sua carreira enquanto viaja pelo mundo.

Ah, você pode ainda fazer aquele curso de fotografia, de culinária ou artesanato… Enfim, a ideia é aproveitar o seu tempo fora da empresa para incrementar a sua carreira, aprender mais sobre si mesmo ou melhorar a sua performance em seu hobby predileto etc.

Pratique o voluntariado

Você pode fazer a sua parte para tornar esse mundo um lugar melhor para outras pessoas. E ninguém precisa ir para a Patagônia e envolver-se em um causa nobre. Se a grana está curta, você pode encontrar satisfação, ajudando pessoas próximas.

As opções de trabalho voluntário são enormes e irá depender das suas habilidades, ou seja, do que você pode doar de si mesmo. Lembre-se: voluntariado faz bem para que recebe a ajuda e pra quem pratica também.

Conheça novas culturas

Viajar é sempre uma excelente ideia. Você pode optar por uma viagem pelo Brasil afora ou cruzar fronteiras para conhecer coisas e pessoas diferentes, praticar novo idioma, desafiar seus limites…

Ou seja, pode ser uma viagem de turismo, de relaxamento e reflexão, de estudos ou de trabalho… Independentemente do motivo que você escolher, procure interagir com a comunidade e a cultura do local.

Pode não parecer, mas a decisão do que fazer pode levar muito tempo. Enquanto não se resolver, talvez seja melhor suspender a data de início do seu tempo sabático.

Saiba como sair

A espera pela grande data pode passar mais rápido do que você pensava. Faça um plano, designando uma data para falar com seu chefe e organizar as pendências do RH.

Deixe o emprego atual da maneira mais pacífica possível, evitando queimar pontes. Dê o aviso e treine quem vai substituí-lo.

Se você tem seu próprio negócio, deixe tudo bem acordado com os outros sócios sobre como vai funcionar a sua saída. Evite ao máximo causar estresse. Se você argumentar bem, todos entendem a necessidade de um período sabático. Afinal, você vai voltar com mais bagagem e motivação.

Não tenha medo de delegar!

Agora, se você já souber que vai ficar sem emprego quando voltar, procure racionalizar bem o período “parado” no currículo. Siga estes passos:

  • Coloque uma sessão especial no currículo que indica o período sabático. Designe como um tempo para projetos pessoais.
  • Quando o entrevistador perguntar, já tenha a resposta pronta sobre o que você alcançou nesse tempo, alguns aprendizados e o quanto você está feliz de ter tido essa escolha.
  • Assegure a empresa de que tudo foi conversado e combinado antes de você sair, para não dar a impressão de que foi algo repentino que deixou alguém na mão.

Vá!

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Você precisa saber desde já que vai ser difícil despedir-se dos colegas e do trabalho. Até a rotina pode fazer falta no começo. O frio na barriga existe, mas não desista por causa dele.

Se preferir, comece tirando folgas designadas por semana. Aos poucos, você acostuma com a mudança de estilo de vida.

É muito importante não deixar a vida social de lado. Se você tiver boas relações no trabalho, procure encontrar os antigos colegas. Marque encontros ou converse por Skype com frequência, se sua vontade for mudar de país.

Lembre-se sempre de que nada vai desmoronar sem você. Esqueça a ideia de ficar ligado à função que ocupava. Foque no objetivo que você traçou para o período sabático. Mesmo assim, por mais que você tente, algumas coisas podem não sair como esperado. Esteja preparado para isso.

Pode ser que quando você voltar tudo esteja no mesmo lugar. O escritor e colaborador da Forbes, August Turak, tirou 4 meses para se dedicar a um curso na Saint John’s University.

Ele conta que o seu período sabático mostrou a verdade sobre seu próprio senso de importância. Ele viu que sentia medo de ser indispensável e tudo acabar quando ele saísse. Mas a verdade é que o medo era de ninguém precisar dele. Com isso, descobriu sua real importância na companhia e na vida das pessoas.

Durante esse tempo fora, envolva-se com as melhores pessoas possíveis. Procure trocar conhecimento e experiências, pois esses momentos vão trazer os resultados mais valiosos.

Se a experiência for em outro país, a chance é ainda maior de conhecer pessoas novas. Nesse caso, também existe a chance de sentir saudades de casa, dos amigos e família. Não deixe de cultivar essas relações, mesmo de longe.

Mas quando tudo acabar acabar, não deixe de continuar vivenciando os aprendizados. Seja de volta ao seu país ou à sua carreira, procure aplicar o que deu certo na sua rotina.

Bônus: documente sua aventura

Se você não tiver jeito para blogs, pode tentar um canal no YouTube. Mesmo assim, nem tudo precisa ser compartilhado: um diário também serve.
Esse exercício faz toda a diferença na hora de colocar em perspectiva quais foram seus aprendizados nessa jornada.

E aí, está pronto para tirar um período sabático? Se você precisa de mais inspiração, o 12min tem um acervo cheio de de livros sobre Psicologia, Saúde e Bem Estar e Empreendedorismo, além de outras categorias de não-ficção.

Nós trabalhamos duro para construir microbooks com muito significado e que possam trazer novas ideias e ensinamentos para sua vida. Para ficarmos cada vez melhores, contamos sempre com o seu feedback! Por isso, não deixe de nos contar a sua opinião. Ela é valiosa para nós!

E boa sorte no seu período sabático 😉




Founder Series: 7 livros que Lucas recomenda para todo empreendedor

Toda semana convidamos um empreendedor/executivo que admiramos para escrever um blog post sobre os livros o o inspiram em sua trajetória. O convidado da Semana é:
Lucas Marques é co-fundador do Projeto Brasil e atual Diretor de Operações da Méliuz, um site que te ajuda a economizar dinheiro com suas compras online através de descontos e cashback.
Este conteúdo foi originalmente publicado aqui. Com vocês, LUCAS MARQUES:

Todos os livros abaixo me ajudaram de alguma forma, seja com insights, inspiração ou conhecimento técnico. Quem quiser comentar indicando outros livros, eu ficaria eternamente grato.

Arte da Felicidade – 14º Dalai Lama

A Arte da Felicidade

Explora questões filosóficas, de relacionamentos, amor, compaixão e sofrimento. Nem sempre colocamos o equilíbrio emocional como prioridade, mas ele pode ser a chave para enfrentar muita coisa. Empreender é sobre tudo liderar, e um bom líder para mim é aquele que está sempre a serviço do seu time, clientes e parceiros. Esse livro foi fundamental na minha formação de valores, que guiam minhas decisões pessoais e profissionais.

Elon Musk (a biografia) – Ashlee Vance

Elon Musk

Um cara que criou do zero negócios disruptivos em três dos setores mais importantes do mundo: automobilístico, energético e espacial. Esse é Elon Musk. Começou empreendendo no PayPal e, depois de vender a companhia, abriu a Tesla Motors (que produz carros elétricos), Solar City (investe na energia solar) e a SpaceX (que fabrica foguetes e tem como cliente a NASA). Se você estava carente de uma inspiração de empreendedor com visão de futuro, leia a biografia. Sem dúvidas uma das pessoas mais audaciosas desta geração.

Steve Jobs (a biografia) – Walter Isaacson

Steve Jobs

Steve Jobs não chegou nem a ler sua própria biografia. Ele encomendou o livro de um dos biógrafos mais aclamados do mundo quando recebeu o diagnóstico de câncer e pediu que as entrevistas fossem o mais transparente possível. Mesmo assim, no livro dá pra entender só um pouco do que era a personalidade complexa do cofundador da Apple. Cada um termina o livro com uma opinião diferente sobre o que ele era, só lendo para saber. Mas com certeza, uma lição sobre liderança, inovação e valores.

De Zero a UM – Peter Thiel

De Zero a Um

Gaste seu tempo com coisas que vão podem mudar o mundo. É essa a mensagem que este livro tenta passar. Mas a questão vai um pouco mais longe. Para Peter Thiel, cofundador do PayPal, quem tenta ser o melhor em algo que já existe, nunca vai conseguir. Para realmente se destacar, você precisa criar algo novo.

Sonho Grande – Cristiane Correia

Sonho Grande

Neste livro, Cristiane Correia conta um pouco da história dos fundadores da empresa onde comecei a carreira. Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sucupira criaram um império em menos de 40 anos. Isso só foi possível com o modelo de gestão da Ambev, que é baseado em meritocracia, na avaliação constante do time e na simplicidade. Se você ficou curioso para saber como é a história dos três e um pouco do funcionamento da empresa, este livro é altamente indicado.

Hard Things About Hard Things – Ben Horowitz

Este livro é essencial para quem está começando a empreender. É possível que você se sinta desmotivado depois dele, mas Ben Horowitz fala verdades que precisam ser ditas. Ele usa a própria experiência como CEO da Opsware (que foi vendida para a HP por US$ 1,6 bi) para abrir o jogo sobre os desafios da vida empreendedora. Ben explica que para ser empreendedor, você tem que saber tomar as decisões certas, mesmo quando não há muitas opções. Antes de tentar qualquer coisa, leia!

Como Funciona o Google – Eric Schmidt, Jonathan Rosenberg

Como o Google funciona

A tão cobiçada cultura do Google tem um grande pilar: profissionais criativos inteligentes. São pessoas que unem conhecimento técnico e criatividade que não tem limites. Mas como contratá-las? Esses bastidores estão no livro do Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg. Com histórias reais, eles contam como foi possível que todos abraçassem a inovação e quisessem ficar na companhia.

Alguns desses livros estão disponíveis na plataforma do 12minutos. O site oferece resumos rápidos de obras de empreendedorismo, educação, psicologia e outros temas para quem quer absorver as ideias principais. Dá uma conferida, recomendo!




Gerenciador de tarefas: conheça os melhores

Você consegue listar, neste momento, tudo o que precisa fazer hoje e amanhã? Provavelmente não.  Contudo, dá para pegar o celular, abrir um aplicativo gerenciador de tarefas e conferir isso.
Gerenciador de tarefas é aquele aplicativo onde você anota as suas atividades e compromissos marcados, salva uma data, detalha e compartilha (ou não) online. Esse tipo de funcionalidade tem sido amplamente utilizado por empresas que trabalham em equipe. É preciso sempre pensar na praticidade e facilidade em realizar todas as nossas atividades do dia a dia e o gerenciador de atividades ajuda nesse processo.
Foi por isso que criamos a lista abaixo. Queremos ajudar você a decidir qual o gerenciador de lista de tarefas que mais se encaixa em suas necessidades! Veja.

Ter um aplicativo gerenciador de tarefas é importante?

Você se questionou sobre isso em algum momento? Realmente, de início, parece ser dispensável utilizar um gerenciador de atividade, mas não é.
A primeira explicação é psicológica. Riscar tarefas da lista dá uma sensação gratificante. É como se fosse uma gamificação do seu trabalho.
Ter listas de tarefas também poupa sua memória. Temos que lembrar muitas coisas por dia e corremos o risco de deixar atividades importantes passar despercebidas. Contar com um aplicativo assim para guardar algumas coisas libera outros espaços na sua mente.
Tudo isso leva a mais motivação para trabalhar e a sua produtividade vai lá em cima. Só procure não viver em função de fazer listas, busque um equilíbrio. Lembre-se sempre que o gerenciador de atividades é apenas aquela mão amiga que você precisa.

O que faz um aplicativo gerenciador de lista de tarefas ser bom?

Não existe o aplicativo perfeito. A escolha é bem pessoal e você pode precisar de uma funcionalidade simples que um serviço mais sofisticado não oferece. Indicamos que procure sempre por estes recursos:

  • Facilidade em adicionar tarefas;
  • Notificações para te lembrar do que precisa ser feito;
  • Interface intuitiva;
  • Sincronização em vários dispositivos;
  • Upload de arquivos;
  • Tarefas recorrentes;
  • Lembretes com hora marcada (e possibilidade de colocar em “soneca”).

Nenhum gerenciador de tarefas vai ter tudo isso. Selecione as mais importantes para você e escolha um!

Google Keep

Disponível só para Android, o aplicativo gerenciador de tarefas do Google é um dos mais simples. Ele permite que você faça upload de arquivos, que são sincronizados na nuvem para outros dispositivos.
Bastante leve, o Keep é também muito flexível e fácil de usar. O motivo para ser básico assim é simples: as funções de gerenciamento de tarefas do Google já estão espalhadas nos outros serviços. Este é só mais um bloco de notas, mas que funciona bem integrado ao Drive, Hangouts, Gmail e outros que você já usa.

Trello

O Trello firmou-se bastante entre os gerenciadores de tarefas. Ele tem uma metodologia semelhante aos adesivos post-it, onde o usuário anota suas atividades e move-as de acordo com as etapas do processo.
Dá para criar cards com cada de execução, colocar etiquetas, fazer checklist e anexar documentos do computador, de outros quadros do Trello, do Google Drive e outras plataformas.
O gerenciador de lista de tarefas está disponível para Android, iOS e Desktop, e você pode aprender como usar o Trello melhor aqui.

Any.do

Um dos favoritos da categoria, tem aplicativo para Android, iOS e extensão no Chrome. Uma das funcionalidades mais diferentes é a possibilidade de colocar tarefas em andamento – com exceção do aplicativo para iPhone -.
O Any.do também oferece um resumo no início ou final do dia. Isso permite que o usuário tenha uma perspectiva do que foi feito e do que ainda está pendente. A prioridade das tarefas também pode ser definida.
A interface do aplicativo é intuitiva, mas usuários da internet descobriram funcionalidades um pouco escondidas: ele te lembra de retornar ligações que não pode atender, tem a função soneca nas tarefas e é possível criar tarefas por email. Basta colocar o título no assunto e a descrição no corpo e enviar para [email protected]

Wunderlist

Disponível para Android, iOS, este app também funciona em desktop. Tudo pode ser sincronizado na nuvem.
O Wunderlist funciona com lembrete de horário, além da opção de colocar tarefas recorrentes. Este é um aplicativo gerenciador de tarefas que é bom de usar, facilitando a frequência e evitando a desatualização. A versão paga adiciona funções como trabalhar com colaboradores na mesma tarefa e subir arquivos.

Basecamp

Ele funciona semelhante ao Trello, mas com um layout bem diferente. O Basecamp tem o visual de um calendário, onde você consegue agendar suas tarefas e ordená-las em características específicas, como prazos, autores, funções, etc.
Dá para utilizar o aplicativo no Desktop ou pelo celular, controlar suas contas, incluir parceiros de projetos e muitas outras ações. Há planos gratuitos, mas para os usuários que precisarem de mais funções, a plataforma também oferece mensalidades.

Todoist

Este é um dos aplicativos gerenciadores de tarefa mais tradicionais. Também é o que tem mais versões: disponível para iOS, Android, tem extensões de Chrome e Firefox, além de plugin para vários servidores de e-mail.
Uma função que é quase exclusividade desse gerenciador de atividades é a criação de subtarefas. A organização delas também é mais fácil, sendo possível colocar etiquetas em cada uma delas. É uma pena que a versão paga tenha funcionalidades mais legais: notificações por push, upload de arquivos e templates de projeto que você pode copiar quantas vezes quiser.

Habit RPG

Para quem gosta de desafios, o Habit RPG será o gerenciador de lista de tarefas ideal. Ele funciona como um jogo, onde o usuário cria um personagem e conforme completa suas tarefas, vai passando de nível e ganhando itens para ele. Sempre que uma tarefa fica fora do prazo, seu personagem perde vidas.
Com o Habit RPG é possível criar hábitos melhores. Alguns usuários até consideram o aplicativo viciante e você pode competir com outras pessoas enquanto cumpre tarefas. Está disponível para desktop, iOS e Android.

TickTick

O TickTick veio para substituir o Astrid, encerrado em agosto de 2016, no auge de sua popularidade. Também com foco em ser leve e simples, o gerenciador de tarefas está disponível para Android, iOS, desktop e tem extensões Chrome e Firefox.
É possível programar lembretes ao longo do dia, designar tarefas recorrentes e organizar tudo em listas separadas. Junto com o Todoist, é um dos poucos que tem subtarefas.

Evernote

É um dos aplicativos gerenciadores de tarefa mais famosos e com mais funcionalidades. Para muita gente, o Evernote demorou a ser útil, mas quanto mais é usado, mais você percebe o quanto é bom.
Ele pode ser um pouco lento às vezes, mas tem algumas ferramentas que você jamais pensou em usar. Por exemplo, ele tem a opção de salvar links da internet para depois jogar em determinados projetos e ainda com espaço para escrever observações.
Também é possível adicionar notas do Evernote na barra de favoritos do seu browser, facilitando o acesso. Outras coisas que você pode salvar no app:

  • Cartões de crédito;
  • Receitas e recomendações de restaurantes (função chamada Evernote Food);
  • Linhas de código;
  • Números de serial ou notas fiscais de grandes compras;
  • Pautas de reunião;

E tudo isso é pesquisável dentro do aplicativo.

Ainda está em dúvida?

David Pierce escreveu para o Wired uma reclamação: por que não existe o aplicativo gerenciador de tarefas perfeito?
A conclusão que ele chega é que, nenhum serviço pode te salvar se você tiver coisas demais a fazer em pouco tempo e sem capacidade de priorizar tudo.
David Allen, escritor do livro A Arte de Fazer Acontecer, diz que muitos empreendedores da tecnologia estão voltando a fazer listas no papel. Talvez o problema sejam as etapas: pegar o telefone, digitar a senha, achar o ícone, clicar, dar o check. E uma lista de tarefas sem atualizar simplesmente não funciona.
A Arte de Fazer Acontecer
Por isso, ache mecanismos que te façam atualizar sempre a lista. Sejam eles notificações, a soneca ou os lembretes. De qualquer forma, ainda existe esperança: desenvolvedores do Todoist já trabalham em um bot que cria tarefas sozinho. Quem sabe?
Se na sua lista de tarefas está algum livro, procure por ele no 12min! Em pouco tempo, você lê o resumo da obra e já pode dar check.
E se você está buscando conhecer ferramentas novas, vai curtir o que falamos sobre o Google Alerts!