Resumo do Livro O Código da Inteligência, de Augusto Cury,

Como assumir o controle da nossa vida, superar medos, inseguranças e limitações? O médico psiquiatra, professor e escritor brasileiro, Augusto Cury, garante que existe um conjunto de habilidades que ajudam a soltar a criatividade e ter uma vida equilibrada. E tudo isso está no livro O Código da Inteligência, que já vendeu mais de um milhão de exemplares.

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Além dos Códigos da Inteligência, o autor fala também sobre quatro armadilhas da mente que bloqueiam a inteligência e a saúde psíquica. Ou seja: o conformismo, o coitadismo, o medo de reconhecer os erros e o medo de correr riscos. Tudo isso numa linguagem simples e de fácil entendimento.

Então, você está preparado para seguir adiante? Você pode continuar lendo aqui o resumo do livro O Código da Inteligência ou baixar o PDF ao lado.

Sobre o autor

Augusto Cury é autor de uma lista enorme de livros, entre eles, o best-seller Teoria da Inteligência Multifocal. Suas obras foram publicadas em mais de 70 países, com 25 milhões de unidades vendidas, somente no Brasil.

Cury foi considerado o autor brasileiro mais lido da última década, pela revista ISTOÉ e pelo jornal Folha de S. Paulo. Além disso, ele recebeu o prêmio de melhor ficção de 2009, pela Academia Chinesa de Literatura, com o livro O Vendedor de Sonhos, que foi adaptado para o cinema em 2016.

O Código da Inteligência

Augusto Cury diz que não se curvaria diante de nenhuma autoridade política, nem de nenhuma celebridade. No entanto, ele se curvaria diante de todos os professores e alunos do mundo. São a eles que o autor dedica a sua obra O Código da Inteligência.

Segundo o autor, esses códigos atuam em diversas áreas, por exemplo, educação, psicologia, sociologia, filosofia, psiquiatria. Mas, apesar de ter estudado mais de 50 deles, o livro destaca os nove considerados mais relevantes, na sociedade estressante em que vivemos.

Vamos conhecer, então, cada um deles e seus desdobramentos.

O Código da Inteligência # 1: Eu Como Gestor do Intelecto

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Para ser um gestor inteligente e eficiente do intelecto, o autor recomenda:

  1. Ter consciência da capacidade de escolha, autodeterminação e consciência crítica.
  2. Treinar-se para administrar pensamentos, ideias, imagens mentais e fantasias.
  3. Ter consciência de que tanto a qualidade quanto a quantidade dos pensamentos podem comprometer a saúde psíquica.
  4. Estar atento à Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), pois, ela compromete uma série de códigos da inteligência, como o código da interiorização, concentração, observação, dedução, indução, bloqueando funções vitais do intelecto.
  5. Questionar tudo o que o controla, todas as falsas crenças, os dogmas doentios, as verdades absolutas.
  6. Criticar para reciclar as ideias pessimistas e todas as imagens mentais perturbadoras.
  7. Desacelerar os pensamentos, aliviando a SPA e estimulando o Eu a deixar de ser um espectador passivo do teatro psíquico.
  8. Conversar com o seu “Eu” fora do foco de tensão, questionando assim as causas e consequências do seus medos, angústias, fantasias, inseguranças.
  9. Conversar com o seu “Eu” dentro do foco de tensão, no exato momento da crise, do ataque de pânico, da reação fóbica, do sentimento de perda.
  10. Filtrar estímulos estressantes, usando os procedimentos de 5 a 9.

O Código da Inteligência # 2: Autocrítica

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Esse é o código que nos leva a pensar nas consequências dos nossos atos, por meio de uma autoavaliação. Assim, esse código nos conduz da esfera do endeusamento para a da humanidade. Quem busca decifrá-lo, deve levar em conta:

  1. Quem gasta compulsivamente no presente poderá se angustiar no futuro.
  2. Quem acha que o sucesso é eterno poderá se deprimir ao descobri-lo mais efêmero do que se imagina.
  3. Quem acha que sua saúde é de ferro poderá surpreender-se, quando seu corpo entrar em colapso.
  4. Quem leva os estudos na brincadeira se surpreenderá ao descobrir que a sociedade exclui os que não levam a vida a sério.
  5. Quem não cultiva o amor poderá se assustar, quando o parceiro perder o encanto.

O Código da Inteligência # 3: Resiliência

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Resiliência é a capacidade de suportar tensões, pressões, adversidades. É a capacidade de se esticar, assumir formas e contornos para manter sua integridade e sua essência. Enfim, é a capacidade de sobreviver às intempéries da existência.

Ganhos de quem decifra o Código da Resiliência:

  1. Mais segurança e estabilidade emocional, ou seja, não se entrega diante da primeira derrota que aparece.
  2. As dificuldades, crises, perdas e adversidades funcionam como oportunidades de crescimento em geral.
  3. Tranquilidade, prazer de viver, compaixão, tolerância em uma dose maior.
  4. Visão humanista e realista da vida, contribuindo assim para educar os pensadores.
  5. Saúde psíquica desenvolvida.

O Código da Inteligência # 4: Altruísmo

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Esse é o segredo da afetividade social, da capacidade de se doar, de cuidar e proteger quem nos cerca. É o código que expressa a grandeza da alma, a generosidade, a bondade, a compaixão, a indulgência e o desprendimento.

Para decifrar esse código, o autor sugere refletir sobre os itens abaixo:

  1. Se você ama o poder, não é digno dele.
  2. Se você controla as pessoas que lidera, não é digno de ser um líder.
  3. Os poderes político, científico e social, devem ser usados para promover os outros e não para subjugá-los ou silenciá-los.
  4. Os olhos físicos enxergam comportamentos visíveis; os olhos altruístas enxergam o que está por trás deles.
  5. Doar-se e contribuir com a sociedade não deve ser um sacrifício, nem uma forma de autopromoção, mas um prazer que não deve ser propagandeado.
  6. Apostar no ser humano e acreditar na vida, mesmo que tudo e todos ao redor nos levem a pensar o contrário.
  7. Ser rápido em agradecer e lento em reclamar.

O Código da Inteligência # 5: Debate de Ideias

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Aqui está a base do processo de formação de pensadores. É o código que habilita o trabalho em equipe, a interação, a troca de experiências e que rompe o cerco da insegurança.

Para decifrar o Código do Debate de Ideias, entre outras coisas, é necessário:

  1. Expressar seus pensamentos.
  2. Questionar o conhecimento transmitido.
  3. Indagar o processo de produção do conhecimento.
  4. Ter intimidade com a arte da dúvida.
  5. Expor e não impor suas ideias.
  6. Jamais considerar seus paradigmas, conceitos, opiniões e ideias como verdades absolutas.
  7. Trabalhar em equipe, estimulando todos os participantes a expressarem suas ideias.

O Código da Inteligência # 6: Carisma

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É o código da capacidade de encantar, envolver, surpreender, admirar os outros e a si mesmo. Ou seja, ele é o segredo da paixão pela vida.

Para decifrar o Código do Carisma, você deve:

  1. Elogiar as pessoas com as quais você convive.
  2. Agradecer as pessoas, inclusive, aquelas com funções simples mas fundamentais, como por exemplo, garçons, porteiros, seguranças etc.
  3. Ficar feliz com o sucesso dos outros.
  4. Não agir por interesse e ter prazer em fazer isso.
  5. Curtir a vida e fugir do tédio
  6. Abandonar o ciúme oculto, a inveja sutil.
  7. Valorizar o que se tem, e não o que não tem.

O Código da Inteligência # 7: Intuição Criativa

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Esse é o código que alicerça o processo de observação, dedução, indução e o raciocínio esquemático. Ele solta a imaginação, expandindo a nossa capacidade de inventar, gera novos conhecimentos e refina o olhar multifocal, para que possamos enxergar os fenômenos físicos, psíquicos e sociais, em diferentes perspectivas.

Para decifrar o Código da Intuição criativa você deve:

  1. Abrir o máximo de janelas da memória, diante dos seus focos de tensão.
  2. Expandir o uso do pensamento multiangular, tanto ou mais do que o do pensamento dialético.
  3. Fugir dos paradigmas rígidos, das soluções prontas e das respostas fechadas.
  4. Praticar a resiliência.
  5. Ter coragem para percorrer caminhos inexplorados.
  6. Não ter medo de pensar diferente.

O Código da Inteligência # 8: Eu Como Gestor da Emoção

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Trata-se do código que nos posiciona como administrador dos sentimentos em geral, como por exemplo, a insegurança, temores, medos, angústias, tristeza, ciúme, agonia, aflição etc.

Para decifrar esse código é necessário: 

  1. Entender todas as emoções que nos controlam, anulam e nos confundem.
  2. Não exigir o que os outros não podem dar.
  3. Doar sem esperar algo de volta.
  4. Entender que, por trás de uma pessoa que fere, há uma pessoa ferida.
  5. Não gravitar na órbita do que os outros pensam e falam de você, mas ter órbita própria.
  6. Desenvolver a consciência de que o território emocional é um espaço particular e inviolável, e não uma terra de ninguém.
  7. Ser autodeterminado, ter foco, consciência da sua identidade e capacidade, mesmo que o mundo desabe sobre você. 
  8. Ser seletivo e não se prender a picuinhas, nem barganhar a tranquilidade por coisa alguma.
  9. Administrar a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA).
  10. Aprender a fazer uma coisa de cada vez, além de valorizar e desfrutar da trajetória, tanto quanto do ponto de chegada.

O Código da Inteligência # 9: Prazer de Viver

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Esse é o motor da motivação. Sem o código do prazer, perde-se o ânimo, a garra, a força e a coragem.

Assim, os principais ganhos para quem decifra o Código do Prazer de Viver são:

  1. Bom-humor, flexibilidade e generosidade.
  2. Paciência e tolerância.
  3. Torna-se uma pessoa agradável, inspiradora, sonhadora e cativante, que atrai quem está por perto.

As quatro armadilhas da mente

Agora que você já conhece os nove Códigos da Inteligência de Augusto Cury, vamos dar uma passada rápida pelas armadilhas que bloqueiam a nossa capacidade de decifrar esses códigos. Afinal, somos seres imperfeitos, numa sociedade imperfeita. E por isso somos pegos por essas “emboscadas” em nossas trajetórias, que são:

Conformismo 

É quando nos acomodamos, aceitamos passivamente as dificuldades psíquicas, sociais e físicas. Ou seja, é a não reação que nos amordaça e nos impede de lutar e seguir adiante. Uma pessoa conformista está presa no seu passado e a tempestade o amedronta. Elas são especialistas em arranjar desculpas para não agir.

Coitadismo

Essa é a arte de ter pena de si mesmo. Ou seja, o coitadista apela para o sentimento de incapacidade. Não se envergonha de dizer coisas do tipo “sou um derrotado”, “nada do que faço dá certo”, “ninguém gosta de mim” etc. Adotam uma postura dramática e autodestrutiva.

Medo de Reconhecer os Erros 

Trata-se exatamente do medo de assumir as próprias imperfeições, defeitos, fragilidades, incoerências etc. Ou seja, todos nós aprendemos cedo que errar é humano, mas aceitar isso na prática é outra coisa. Afinal, temos necessidade de ser perfeitos e temos a tendência a complicar nossas vidas.

Medo de correr riscos

Esse é um sentimento que limita a nossa criatividade, nossa capacidade de inventar, nossa liberdade e ousadia. Diferentemente dos conformistas e dos coitadistas, a pessoa que tem medo de correr riscos sonha ir atrás de suas metas, mas não ousa ultrapassar fronteiras. Ela reconhece seus pontos fracos e limitações.

Frases do livro o Código da Inteligência, Augusto Cury

“… estou convicto de que realmente existem no psiquismo humano ferramentas ou códigos intelectuais que transcendem a cultura, religião, povo, sexo. Descobri-las e utilizá-las, metodológica ou intuitivamente, pode determinar onde uma pessoa vai chegar em suas atividades sociais, profissionais e afetivas. Eles são capazes de propiciar tranquilidade nas tormentas, transformar uma pessoa tímida em intrépida, impulsiva em ponderada, individualista em altruísta, alienada em interativa.”

“Será que não temos zonas de conflitos que nos têm levado a colocar pessoas importantes no rodapé de nossa história, ainda que não admitamos?”

“O Homo Sapiens aprendeu a atuar no teatro social com brilho, mas não no teatro psíquico para filtrar estímulos estressantes, gerir seus pensamentos, proteger sua emoção. Somos tímidos espectadores onde deveríamos ser ágeis atores.”

“Todos fecham seu olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.”

“Quem não é herói em alguns momentos e vilão em outros? Quem não é maduro em determinadas funções da inteligência e infantil em outras? Que psicólogo, pedagogo, sociólogo ou filósofo não tem reações incoerentes e tolas, quando atingido por determinados tipos de estresses?”

Aprendizado constante

Enfim, somos seres humanos frágeis e imperfeitos, mas segundo o livro O Código da Inteligência é isso que nos encanta e faz encantar. Decifrar os nove códigos acima e fugir das armadilhas da mente podem fazer de nós pessoas mais felizes e capazes de transformar o ambiente ao nosso lado.

Então, você curtiu a resenha do livro O Código da Inteligência, pdf? E se você também é fã de Augusto Cury, vai aqui uma boa notícia. O 12min tem outros microbooks (ou audiobooks, se você preferir) do autor. Anote aí!

Todos os microbooks podem ser lidos em até 12 minutos. Assim, essa é uma excelente opção para quem quer se manter em dia com as informações, mas não tem muito tempo.

Outra dica de leitura

Além das obras de Augusto Cury, sugerimos pra você outro livro que certamente será relevante para o seu crescimento pessoal e profissional. Pegue aí.

Propósito, a Coragem de Ser Quem Somos – Sri Prem Baba

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Você já se questionou sobre o que veio fazer no mundo? Com esse livro, você vai aprender a pensar sobre esse assunto e sobre os fatos da sua vida que podem estar impedindo-o de seguir o seu caminho. 

Propósito foi escrito pelo mestre espiritual brasileiro, Sri Prem Baba. Segundo ele, toda criança nasce sabendo qual é o seu propósito e continua com ele até a juventude. No entanto, aos poucos, porém, passamos a acreditar nas vozes externas que insistem em colocar dúvidas em nossos sonhos. Imperdível.

Boa leitura e ótimos aprendizados!

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Resumo do Livro A Era da Curadoria, Gilberto Dimenstein e Mario Sergio Cortella

Estamos nos afogando num tsunami de informações que nos chegam a todo instante, por todos os lados. E, o meio de tudo isso, a nossa atenção está cada vez mais dispersa. Então, o livro A Era da Curadoria alerta: nos dias atuais, “o que importa é saber o que importa”.

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Ou seja, nunca foi tão essencial dominar a habilidade de selecionar aquilo que efetivamente possui credibilidade e relevância para cada pessoa em especial. E é aí que entra o papel do curador.

Mas o que é um curador?

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Segundo Mário Sergio Cortella, co-autor do livro a Era da Curadoria, curador é alguém que protege, cuida e amplia. Diferentemente de um zelador, que “tranca a porta” e não deixa ninguém entrar, o curador se abre para as pessoas ao seu redor e se coloca à disposição delas. O curador não tem a visão de dono de uma propriedade.

Ficou interessado? Então, vamos adiante! Você pode continuar lendo o resumo do livro A Era da Curadoria aqui ou baixar o PDF ao lado.

A Era da Curadoria

Educação, comunicação e cidadania são conceitos interligados e o que pode sintetizá-los é exatamente a noção de curadoria.

A era da curadoria é um momento em que organizamos os nossos espaços de convivência, de vida comum, estruturados em algumas instituições. Por exemplo, a escola e os meios de comunicação, em que aqueles que são responsáveis por coordenar as atividades têm o espírito do curador.

Como já foi mencionado, curador é alguém que tem que cuidar para repartir. É alguém que precisa proteger e elevar para tornar disponível, para as pessoas que ali estão, seja o conhecimento na escola, seja a informação em relação ao mundo digital.

Educar pela comunicação; comunicar pela educação

a era da curadoria cortella

Educação e comunicação lidam com formação. Isto é, nós supomos que as pessoas não nascem prontas e, portanto, elas devem ser formadas naquilo que consideramos bom. E assim nos esforçamos para fazer o “dever de casa” bem feito. 

Mas o que é criar uma pessoa feliz? O livro A Era da Curadoria afirma que não se trata de alguém eufórico, que ri de uma maneira desvairada. Mas feliz é quem não tem uma vida não fértil, banal, fútil, superficial e inútil.

O autor explica que a palavra felix, em latim, significa “feliz” e “fértil”. Isso porque felicidade é não esterilizar o sonho, não perder a esperança. Nesse sentido, a educação e a comunicação possuem um ponto em comum, que é formar pessoas que tenham vida fértil.

Essa vida fértil não é a vida do indivíduo fértil − porque não há fertilidade individual −, mas é a vida coletiva fértil, Ou seja, é ser fértil em meio a outras pessoas. Afinal, a felicidade é boa quando partilhada. Portanto, o ponto de chegada da educação e da comunicação é a fertilidade para as pessoas.

Um passo além

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A difusão acelerada da informação mudou o papel dos docentes e de todos aqueles que têm a tarefa de propagar informações, seja nas empresas, comunidade, religiões etc. Hoje, exige-se um passo a mais na relação ensino/aprendizado, garante Mario Sergio Cortella.

Segundo ele, os professores de antigamente, por exemplo, encantavam os estudantes. Sabe por que? Porque eles sabiam coisas que os alunos não tinham a mínima ideia. isso é, eles tinham conhecimento.

Com a chegada da TV, aumento da audiência das rádios e, é claro, com a internet, os professores se multiplicaram. E o fascínio dos alunos foi reduzido. Afinal, o que o professor tinha para nos ensinar hoje é acessível instantaneamente. 

Mas tem muita, mas muita gente mesmo, perdendo tempo precioso com coisas que não importam para elas, ou seja, não geram conhecimento. Segundo Mario Sergio Cortella, durante um bate-papo sobre o lançamento do livro A Era da Curadoria, essas pessoas não navegam na internet. Pelo contrário, elas naufragam.

Isso porque, para navegar, é preciso ter clareza para onde se quer ir e dos movimentos a serem feitos. E quando isso não existe, você se perde no mar de informações, com dificuldades para selecionar e priorizar.

Somos consumidores e produtores de informação

A internet contém uma enxurrada de informações. E o Google é uma das principais ferramentas. Mas existem também as redes sociais. A verdade é que, segundo o livro A Era da Curadoria, vivemos numa época em que todos são, ao mesmo tempo, consumidores e produtores de informação.

Hoje, o leitor encara uma notícia como se estivesse olhando um caleidoscópio, tantas são as multiplicidades de uma mesma imagem.

Até pouco tempo atrás, o jornalista cantava sozinho no palco, diante da plateia. De repente, se viu no meio de um imenso coral. E com cada um cantando a própria música.

Gilberto Dimenstein e Mario Sergio Cortella, os autores do livro A Era da Curadoria,  afirmam que é justamente aí que está o fundamento da era da curadoria. Mas por que curadoria? Porque as pessoas vão buscar se informar com quem tem credibilidade. Estas podem ser, por exemplo, um colunista, mas também um blogueiro que dá aulas em Harvard ou na USP. 

Portanto, o Google e o Yahoo são apenas a porta de entrada que levam o indivíduo a um grupo de curadores, que constitui uma espécie de universidade livre. Aliás, não dá para imaginar a universidade do futuro com as salas de aula que existem hoje, garantem os autores.

Algumas universidades renomadas pelo mundo afora, como por exemplo, Harvard e MIT, já adotam algumas mudanças. Os autores acreditam, inclusive, que virão outras novidades, como redução da frequência em salas de aula.

A importância das cidades

Mario Sergio Cortella

Uma pesquisa realizada em 2017 pela We are Social mostrou que, naquele ano, existiam 3 bilhões de usuários das redes sociais em todo o mundo. Esse número vem aumentando, é claro. 

As pessoas estão ativas no Facebook, WhatsApp etc. No entanto, o livro A Era da Curadoria afirma que a grande e mais importante rede social da história da humanidade chama-se “cidades”.

Por que as cidades? Porque elas são o lugar onde as pessoas se comunicam. E quanto mais uma cidade é evoluída, mais ela transforma essa interação em inovações.

O local de trabalho, a praça, a feira, enfim, são nas cidades que aprendemos, ensinamos, nos relacionamos. Ou seja, o isolamento não nos proporciona essas experiências. 

O aprendizado no estilo internet

Para haver aprendizagem, é fundamental que se estimule a concentração. Mas a internet e suas redes sociais geram dispersão ou, talvez, seja esse um novo tipo de concentração.

Alguns cientistas afirmam que é mais fácil aprender no estilo internet, pois, para haver concentração, é preciso fazer esforço. A dispersão vai se infiltrando e em algum momento, será necessário focar para não se perder.

Os autores do livro A Era da Curadoria levantam algumas questões para reflexão:

  • como lidar hoje com um leitor ou com um estudante que está conectado 24h por dia?
  • como lidar com esse indivíduo que aprendeu que a ideia de comunicar é semelhante à ideia de compartilhar, e que comunicar e compartilhar é quase uma coisa só?
  • até então o que acontecia na comunicação?

Cidadania

Uma habilidade indispensável nas escolas e que vai garantir ao aluno sua cidadania, é uma leitura crítica da mídia. Afinal, se o indivíduo não souber ler as informações criticamente, sua capacidade de agir estará comprometida.

A nossa cidadania pode ser comprometida por elementos como:

  • assistir um programa eleitoral e não saber ler criticamente o que aquele candidato falou;
  • não saber sequer entender o que é uma porcentagem para constatar o que melhorou e o que piorou;
  • não saber fazer um cálculo simples de juros compostos para entender o que significa inflação;
  • não compreender alguns conceitos históricos etc.

A nova era da comunicação

Hoje em dia, não é possível abrir mão dos conceitos da educação para comunicar, nem dos conceitos da comunicação para educar. Porque educação e comunicação estão se tornando uma coisa só.

Quanto ao excesso de informação e ao excesso de confusão, as pessoas têm que entender o que está acontecendo e, assim, aprender a lidar com esse novo cenário. No entanto, é bom lembrar que uma coisa não mudou: o fato de que as pessoas têm que tomar decisões.

O que nos faz acreditar no meio de comunicação é o fato de ele ser relevante ou não em nossas vidas. Se ele não for relevante, não vamos considerá-lo. Por exemplo, pode-se questionar: o tema “celebridades” é relevante? Para muitas pessoas, saber qual o biquíni que Gisele Bündchen está usando é uma questão importante, para outras não tem valor algum.

A interatividade e a relevância

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Os conhecimentos ficam cada vez mais interativas e interessantes. O livro A Era da Curadoria afirma, inclusive, que em alguns casos os vídeos interativos valem mais que a presença de um professor.

E já existem iniciativas revolucionárias em educação e comunicação, como por exemplo, o “adaptative learning”, que em português se chama “ensino adaptativo”.

Na realidade, é como se criássemos um professor particular para cada estudante. Todavia, isso não significa que o professor seja dispensável, mas que ele é mais importante ainda. Significa o seguinte: “vou ajudá-lo a transformar a curiosidade e a dúvida na essência da minha relação”. A comunicação dele com o estudante muda.

O que não muda nunca é algo ligado à uma palavra simples: relevância. Enquanto alguma coisa for relevante para a pessoas ter informação e viver melhor, ela não vai perecer.

Assim, a escola de hoje, ou é um centro de curadoria sofisticado, ou perde sua importância, 

Mundo digital versus criatividade

Essa simultaneidade, instantaneidade, conectividade obsessiva retiram o maior combustível da criatividade humana: o tédio. Goethe dizia que os macacos não criam, não fazem ferramentas, porque não têm tédio.

Hoje, não há ninguém desocupado em lugar nenhum, e isso impede a criação. O tédio é o mais forte motivo para a criatividade. Portanto, destaca o livro A Era da Curadoria, a ausência dele permite informação, mas nos faz reduzir nosso espaço de conhecimento.

E o mundo digital não nos dá trégua. E sem trégua, não existe criação ou invenção. Temos um risco grande de formar gerações com a capacidade apenas de ser reiterativa e não criativa.

5 frases sobre A Era da Curadoria para reflexão

Continue aprendendo

Então, o que você achou da resenha do livro A Era da Curadoria? Compartilhe conosco a sua opinião! 

E no 12min temos outra obra de Mario Sergio Cortella, que você deve gostar muito. Trata-se de O Que A Vida Me Ensinou.

E se a sua meta é continuar aprendendo cada dia mais, o 12min é um forte parceiro seu. Lá você encontra muitas outras obras fantásticas, dos renomados autores, nas mais variadas categorias. Tudo nos formatos microbook e audiobook. 

Você ainda pode acessar o 12min pelo celular, utilizando os aplicativos para Android ou iOS.

E como fazemos sempre, no final dos nossos posts, nós selecionamos para você uma sugestão de leitura superinteressante. Anote aí a dica de hoje!

O Animal Social – David Brooks

livro O Animal Social

Alguns dos temas abordados pelo autor são; a forma como nossa mente funciona, nosso processo de tomada de decisões e a influência do nosso inconsciente em nosso modo de vida. Você vai entender como o seu QI afeta seu sucesso, como suas emoções impactam suas decisões e a importância do seu inconsciente. Imperdível!

Boa leitura e ótimos aprendizados!

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Resumo do Livro Launch, de Jeff Walker,

Você quer conhecer uma fórmula para vender quase tudo online, construir um negócio que você ama e viver a vida? Então, o livro Launch, de Jeff Walker, é a sua escolha perfeita. Nele, o autor revela tudo o que aprendeu sozinho e que impactou de maneira relevante o marketing digital contemporâneo.

livro launch

A Fórmula de Lançamento, como também é conhecida a estratégia de vendas de Jeff Walker, é direcionada para o empreendedor individual, que planeja se lançar no mercado de produtos digitais, com poucos recursos. Vale, ainda, para quem pretende alavancar as vendas em um negócio já existente.

Enfim, o livro Launch, de Jeff Walker, não é um guia de como se montar uma startup. Mas é um passo-a-passo valioso para quem domina muito qualquer área de conhecimento e pretende fazer disso um negócio de milhões de dólares. 

Você pode continuar lendo aqui o resumo do livro Launch, Jeff Walker, em português, ou baixar o PDF ao lado. Só não pode perder tempo, enquanto os seus concorrentes estão voando alto. Vamos lá!

O livro Launch, Jeff Walker: bom pra você e pra todo mundo 

livro launch jeff walker em portugues

Jeff Walker nunca se deu bem no emprego formal. Ele decidiu, então, assumir o cuidado dos filhos, para que a esposa seguisse em frente com a sua carreira profissional. Em casa, com um computador e o seu conhecimento sobre o mercado financeiro, ele começou a ganhar dinheiro com newsletter sobre o mercado de investimentos

Mas o autor do livro Launch, Jeff Walker, não se contentou com isso e, assim, decidiu ir mais longe. Ele desenvolveu a sua própria estratégia para lançar novos produtos e ganhar mais dinheiro, em curto espaço de tempo.

Sua estratégia, batizada de Fórmula de Lançamento (Launch) foi o seu passaporte para a independência financeira, resultando-lhe em mais de 20 milhões de dólares, apenas com a venda da sua ideia. 

Pois, então, Fórmula de Lançamento funcionou para Jeff Walker e inúmeros outros empreendedores. E, acredite, será valiosa pra você também. Basta aprender a fazer a coisa certa.

O poder da lista de e-mails

Uma ferramenta fundamental para fazer funcionar a Fórmula de Lançamento é a sua lista de e-mail. Trata-se de um ponto-chave da estratégia de Jeff Walker e ela é muito mais poderosa do que as mídias sociais e outras formas de contato, por dois motivos principais:

  • você tem acesso direto à caixa de entrada do seu assinante; 
  • você tem a permissão das pessoas para entrar em contato com elas. 

Ser dono de uma boa lista de e-mails é como ter uma licença para imprimir dinheiro, garante o autor.

Como gerar uma boa lista de e-mails 

jeff walker
  • entenda como criar uma squeeze page (página que oferece um incentivo gratuito, em troca do e-mail do visitante);
  • aprenda a gerar tráfego para suas squeezes pages;
  • crie interações com seus leitores, compartilhando conteúdo relevante para eles e solicitando feedbacks; 
  • invista em parcerias, publicações em redes sociais e anunciando nas mais diversas ferramentas de publicidade online

Mas atenção: no livro Launch, Jeff Walker alerta que mais poderosa do que a sua lista de e-mails de pessoas interessadas no seu conhecimento é a sua lista de clientes. Afinal, as pessoas que já compraram seu produto/serviço têm grande chance de comprar de novo. 

Os gatilhos mentais que levam uma pessoa a comprar

No livro Launch, Jeff Walker mostra que são muitos os gatilhos mentais que induzem e influenciam as pessoas a comprarem um produto qualquer. Os principais são:

Autoridade

Se você consegue se posicionar como autoridade em um determinado assunto, você já tem meio caminho andado para ser ouvido pelo consumidor.

Confiança

Além de saber muito sobre um assunto e ser uma autoridade, você tem que ser confiável e honrar suas promessas, sempre.

Reciprocidade

Quando você oferece algo de valor a alguém, essa pessoa sente a necessidade de lhe dar algo em troca – é o espírito de gratidão.

Comunidade

jeff walker launch formula

Ao se sentir parte de um grupo, as pessoas tendem a acompanhar as decisões e opiniões daquele grupo e isso é poderosíssimo. Existem ótimos produtos no mercado que não tiveram a visibilidade merecida por falta de uma comunidade e/ou uma estratégia de lançamento eficiente.

Antecipação

Quando uma pessoa sabe que algo vem pela frente, fica curiosa e ansiosa e isso lhe garante a atenção dela.

Conversação

A maior parte das pessoas está mais interessada nas próprias palavras, e não no que as  outras pessoas dizem. Portanto, criar uma conversação e “ouvir” sua audiência irá ajudá-lo a ter sucesso, fugindo do tradicional monólogo do marketing tradicional.

Prova Social

Um jeito poderoso de ampliar sua autoridade é mostrar provas sociais de que você realmente entende do assunto. Utilize depoimentos de clientes e casos de sucesso para garantir que você tenha sua prova social. 

Pré-lançamento: a nova proposta para a sua carta de vendas 

livro launch jeff walker em portugues

Você sabe o que é uma carta de vendas? Muitos iniciantes no mundo dos negócios não têm a mínima ideia do que se trata. Mas não se preocupe, porque o livro Launch, Jeff Walker, explica sobre o assunto.

A carta de vendas (ou a página de vendas, no mundo digital) é um grande documento (em alguns casos, com até 10 páginas), focado exclusivamente em convencer o leitor a comprar seu produto.

No entanto, para um pré lançamento, Jeff Walker propõe dividir a sua carta de vendas, distribuída ao longo do tempo, ganhando consentimento em etapas. Ou seja, a ideia é atrair a atenção e dar algo de valor para seu potencial cliente, em vez de apenas “tentar fechar a venda”. 

A sugestão do autor

Em vez de pensar em dez páginas, pense neste conteúdo distribuído em dez dias. Por exemplo, você pode dividir este conteúdo em três diferentes partes, da seguinte forma: no primeiro dia, você enviaria a primeira parte; no terceiro dia, a segunda parte, e no sétimo dia, você envia a terceira parte, criando antecipação para o lançamento no décimo dia. 

Trabalhando dessa forma, você vai convencendo o leitor aos poucos a aprender sobre o seu produto. Você oferece conteúdo importante e gratuito, conduzindo-o a comprar naturalmente, no lançamento. 

Enfim, ofereça valor, dê algo às pessoas, antes de pedir que elas comprem algo. 

Como deve ser cada parte de conteúdo

1ª Parte: descreve a oportunidade de transformação. Por exemplo, segundo o livro Launch, Jeff Walker, se você está ensinando seu leitor a investir melhor, o benefício a ser comunicado nesta carta é que ele terá mais dinheiro, mais controle sobre sua vida e mais segurança para ele próprio e sua família.

2ª Parte: o foco será direcionado para sua autoridade e a criação de uma comunidade. Assim, ofereça mais conteúdo valioso, informacional, educativo e conduza o leitor a participar da sua comunidade. Isso pode ser feito por meio de um comentário, respondendo seu email etc. Também é importante criar antecipação. 

3ª Parte: este é o momento para utilizar sua prova social e depoimentos para ajudar no convencimento do leitor e criar ainda mais antecipação. 

Em seu livro Launch, Jeff Walker assegura que, se você acertar em cheio no seu pré- lançamento e seguir esta receita, alcançará o sucesso.

O lançamento: abertura do carrinho

jeff walker formula de lançamento

Chegou o momento de começar a vender e o autor do livro Launch, Jeff Walker, sugere as seguintes ações: 

  • Promova um teste da sua página de compra, do seu carrinho, e cheque se todos os passos do seu processo estão rodando direitinho. 
  • Lance uma oferta exclusiva, por um período limitado (de 24 horas a 7 dias), criando assim um senso de urgência no comprador e garantindo que você possa se comunicar com as pessoas por e-mail, neste intervalo de tempo. 
  • Prepare um email para sua lista sobre o valor do seu produto e mantenha a necessidade imediata por meio de algum incentivo, por tempo limitado. 
  • Acompanhe sempre os feedbacks, e-mails e as vendas do seu produto. 
  • Prepare-se para picos de tráfego e garanta que seus servidores estejam sempre disponíveis. 
  • Antes do “fechamento do carrinho” ou do fim da sua oferta exclusiva para os seguidores do pré-lançamento, envie e-mails lembrando que a oferta está se encerrando.

Lançamento semente

A ideia aqui é preparar uma lista pequena de pessoas muito interessadas no assunto que você domina. Para isso, use as redes sociais, seus contatos e outros canais, mas sempre com a permissão de todos. 

Depois que você tiver a sua pequena lista, coloque sua energia nela para descobrir: 

  • Quais as dúvidas e necessidades dessas pessoas? 
  • Quais suas paixões?
  • Convide-as para co-criar o produto com você. 

Nesse caso, é possível usar uma linguagem mais informal nos e-mails.

Lembre-se que o lançamento semente é apenas o alicerce de um relacionamento de longo prazo com os seus clientes. Portanto, tenha em mente como seu produto atual crescerá sua lista e gerará mais oportunidades para vendas futuras.

Lançamento Joint Venture

Esse é um jeito de maximizar os seus ganhos. O próprio Jeff Walker afirma ter gerado mais de um milhão de dólares em vendas em uma única hora, utilizando esta técnica. Mas essa não é uma ferramenta para amadores.

Um lançamento Joint Venture precisa de parceiros afiliados que são comissionados e disparam suas listas de e-mails para sua landing page. Mas, para gerar resultados expressivos, é fundamental que você desenvolva uma lista de parceiros que dispõem de listas enormes de e-mails.

Conhecimento e paixão

jeff walker launch formula

O conselho do livro Launch, Jeff Walker, para quem está engatinhando no empreendimento próprio é entender o motivo por trás do seu negócio, além do financeiro. Ou seja, qual é o seu propósito? 

Jeff Walker fala da necessidade de se ter uma motivação verdadeira, antes de criar um produto e partir para a venda dele. Somente assim, é possível atrair o clientes que você realmente quer ao seu lado. E, principalmente, clientes com os quais você deseja manter uma relação duradoura.

Enfim, lembre-se que um lançamento é composto pelas seguintes etapas: pré-lançamento, abertura do carrinho e fechamento do carrinho. E ao fazer o seu planejamento, não pense apenas em “lançamento de produtos”, mas sim em lançamento de negócios em longo prazo.

7 frases Jeff Walker para você refletir

Continue aprendendo

Então, o que você achou da Fórmula de Lançamento? Compartilhe conosco a sua opinião! 

E se a sua meta é fazer o seu empreendimento crescer, o 12min é um forte parceiro seu. Lá você encontra muitas outras obras fantásticas, dos mais renomados autores, nas mais variadas categorias. Tudo nos formatos microbook e audiobook. 

Você ainda pode acessar o 12min pelo celular, utilizando os aplicativos para Android ou iOS.

Assim, se você aposta nos livros como fonte de crescimento pessoal e profissional, mas não sabe por onde começar a sua leitura, vai aqui uma dica superinteressante. Pegue aí!

Pare de pensar como empregado – Keith Cameron Smith

livro Pare de pensar como empregado

Esse é um guia com as 10 características fundamentais que distinguem empregados e empreendedores. Você vai entender como pensam, comportam-se e agem os empresários mais bem-sucedidos do planeta.

Segundo o autor, a melhor educação que os empreendedores recebem vem da própria experiência de vida. Mas vem também da troca de conhecimentos com outros empreendedores. A experiência é a melhor escola para os empreendedores. Afinal, ela fornece um bom currículo e é diferente de qualquer sistema escolar tradicional, que nunca poderá ser tão abrangente.

Além disso, garante o autor, os empreendedores passam mais tempo estudando do que se divertindo. Imperdível!

Boa leitura e ótimos aprendizados!

E lembre-se de compartilhar esse post em sua rede social! Quem sabe você não ajuda um amigo a colocar o próprio empreendimento nas alturas! 




Resumo do Livro Não Tenha Medo de Ser Chefe, Bruce Tulgan

Jogar a culpa em cima da equipe, quando alguma coisa dá errado é simples. O difícil é assumir o comando do time, com força e inteligência, guiando-o rumo aos resultados esperados, em qualquer situação. E é exatamente esse o ponto central do livro Não Tenha Medo de Ser Chefe.

não tenha medo de ser chefe

O autor, Bruce Tulgan, é reconhecido internacionalmente como o principal especialista em jovens no local de trabalho e um dos principais especialistas em liderança e gestão. Ou seja, ele entende muito do assunto e, se você quer ser um excelente chefe, vale a pena ouvir o que ele tem a dizer.

Você pode continuar lendo o resumo do livro Não Tenha Medo de Ser Chefe aqui ou baixar o PDf ao lado. Vamos lá!

Gerenciar é um compromisso sagrado

Liderar pessoas não é uma tarefa fácil. Mas se você quer ficar bem na fita, o livro Não Tenha Medo de Ser Chefe aponta uma lista de responsabilidades, entre elas:

  • Deixar claro o que se espera de cada um, em todas as etapas do trabalho, por meio de uma comunicação estruturada, consistente, transparente e de qualidade. A equipe deve saber o que fazer e como fazer. 
  • Garantir que tudo esteja funcionando perfeitamente e que as atividades vêm sendo realizadas com qualidade, agilidade e o dia inteiro. Isso inclui, monitorar, avaliar e documentar o desempenho pessoal e do grupo de perto.
  • Dar feedback constante e sincero para cada indivíduo, favorecendo assim um melhor desempenho e moral elevada.
  • Liderar a equipe, quando alguma coisa sai dos trilhos. As pessoas precisam acreditar que podem contar com você.
  • Corrigir falhas e recompensar as vitórias.
  • Não encarar a liderança como um fardo ou uma obrigação desgastante, mas sim como uma oportunidade valiosa de ser útil, contribuir para aumentar a produtividade de sua equipe e ajudar seus subordinados a conseguirem aquilo que querem e fazem por merecer. 

Está ficando mais difícil gerenciar pessoas

O livro Não Tenha Medo de Ser Chefe lembra que é tentador olhar para os problemas e jogar a culpa em cima dos funcionários ou da empresa. Mas o verdadeiro culpado está escondido nos bastidores: o gerente. 

Cabe a ele saber o que está acontecendo e assegurar que o trabalho flua da melhor forma possível. No entanto, afirma o autor, os gerentes estão o tempo todo no fogo cruzado entre empregador e empregado, tentando conciliar suas necessidades e expectativas conflitantes. 

Muitos deles fazem de tudo para fugir dos conflitos. Aliás, garante, é comum ver nas empresas a mentalidade de liderança que deixa tudo correr solto e se baseia na noção de que o funcionário tem que “se virar sozinho”.

Na hierarquia antiga, em forma de pirâmide, prevalecia o ditado do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou seja, os subordinados não questionavam a autoridade dos superiores. O resultado: muitos erros na tentativa de descobrir, por conta própria, o que fazer. 

Esse é um modelo que não funciona mais. Afinal, não existe espaço, nos dias atuais, para desperdício de tempo e de recursos e nem para a ineficiência. 

A delegação de poder

não tenha medo de ser chefe pdf

A delegação de poder tem sido objeto de enorme confusão desde que Douglas McGregor apresentou as teorias X e Y, afirma o livro Não Tenha Medo de Ser Chefe. Segundo o autor, a teoria X diz que os trabalhadores são motivados por estímulo externo, como o medo, a coerção e prêmios tangíveis. 

Por outro lado, a teoria Y diz que o estímulo interno é que motiva os trabalhadores, como o desejo, a convicção e a busca por autorrealização. 

No entanto, praticamente todas as pesquisas apontam que as pessoas são motivadas tanto por fatores internos quanto externos. Mas a teoria Y se mantém na base da literatura da delegação de poder e quase não se fala da teoria X.

O resultado é que a “falsa delegação de poder” se tornou a abordagem dominante no pensamento, nos livros e nos treinamentos gerenciais.

Não tenha medo de ser chefe: a difícil missão de gerenciar pessoas

não tenha medo de ser chefe bruce tulgan download

Normalmente, os gerentes assumem posições de supervisão, porque são muito bons em alguma coisa, mas não necessariamente por serem bons em gerenciar pessoas. E eles começam na nova função sem treinamento específico.

Além disso, o livro Não Tenha Medo de Ser Chefe lembra que a literatura disponível não mostra a realidade do gerenciamento, como por exemplo:

  • Nem sempre é possível contratar “estrelas”.
  • Gerenciar uma estrela pode ser ainda mais difícil do que gerenciar alguém mediano.
  • Mesmo que você deixe suas expectativas bem claras, os funcionários podem não corresponder à altura.
  • Nem todos são vencedores e o fracasso também faz parte da realidade.
  • Não é sempre que o funcionário pode se concentrar em seus pontos fortes, pois, há muito trabalho em andamento e ele é contratado para fazer tudo o que precisa ser feito;
  • Nem sempre os funcionários fazem jus a um elogio. E aqueles que o merecem, normalmente, querem prêmios tangíveis, não apenas o agrado verbal.

Gerencie todos os dias 

bruce tulgan it's ok to be the boss

Se você quer ser um bom gerente, não caia na armadilha de funcionar no “piloto automático” e só agir quando alguma coisa dá errado. Isso o levará a atuar sempre no combate ao incêndio.

Se você não assumir as rédeas da situação, problemas inesperados surgirão sem parar. Assim, a dica do livro Não Tenha Medo de Ser Chefe é evitar o gerenciamento de circunstâncias especiais e atuar constantemente. Veja como fazer isso:

Gerencie diariamente a si mesmo

Pare de fugir da raia, ou seja, não perca de vista suas verdadeiras prioridades. Desenvolva o hábito de fazer isso todos os dias e você pode começar reservando uma hora, diariamente, como um tempo sagrado para o gerenciamento. Use esse período para gerenciar com antecedência, antes que qualquer coisa dê certo, errado ou saia mais ou menos.

Gerencie diariamente todo mundo 

Você pode optar por reuniões com a equipe ou conversas individuais, diariamente. No entanto, o livro Não Tenha Medo de Ser Chefe garante que uma modalidade não exclui a outra. O importante é analisar cada situação e decidir o que é melhor naquele momento. Por exemplo, um feedback sobre a performance de um empregado em especial pede uma reunião privada.

Converse muito sobre o trabalho

não tenha medo de ser chefe bruce tulgan

Se quiser ser o amigo de seus funcionários, saia para tomar uma cerveja com eles depois do trabalho. Mas, no horário de expediente, você precisa ser o chefe. Seu papel é manter a equipe completa concentrada e rendendo o máximo todos os dias. 

De acordo com o livro Não Tenha Medo de Ser Chefe, a melhor forma de estabelecer uma boa relação com os subordinados é conversando sobre o trabalho. Afinal, o trabalho é o que vocês têm em comum. 

Assim, converse sobre o trabalho que foi feito e o que precisa ser feito. Converse sobre como evitar armadilhas, encontrar atalhos, assegurar a disponibilidade de recursos. Converse sobre metas, prazos, diretrizes e especificações…

Enfim, converse, converse, converse sobre trabalho. 

Obtenha um desempenho extraordinário de pessoas comuns

Todo mundo em uma equipe tem um papel relevante no processo. Observe todas as pessoas e você poderá se surpreender com alguém menos talentoso, porém, com desempenho superior aos demais. Ou seja, aprenda a tirar o melhor de cada integrante do seu time.

Além disso, lembre-se sempre que as pessoas são diferentes e, portanto, as abordagens também devem ser diferentes. Por exemplo, tem gente que só funciona sob pressão, enquanto outros precisam de espaço para trabalhar.

A responsabilidade pessoal 

não tenha medo de ser chefe resumo

Responsabilidade pessoal significa ter que responder pelos próprios atos. A ideia tem forte apelo: se um funcionário sabe que deverá explicar suas ações para outra pessoa e que ele será premiado ou punido conforme o seu desempenho, espera-se que ele se esforce para agir melhor. Em síntese, todos devem agir sabendo de antemão que precisarão se explicar e que suas ações terão consequências.

Conhecimento é poder

Quando você conhece cada funcionário e sabe bem sobre o trabalho que ele realiza, você conquista a posição de fazer julgamentos que aumentarão a produtividade, a qualidade e a experiência profissional dele.

Ao acompanhar o desempenho dos subordinados, você pode prepará-los para obter êxito e ajudá-los a aprimorar continuamente seu trabalho, além de desenvolver suas habilidades.

Não deixe um problema crescer

não tenha medo de ser chefe free

Em síntese, a dica do livro Não Tenha Medo de Ser Chefe é: faça tudo o que puder para que os pequenos problemas não se transformem em grandes dores de cabeça. E é exatamente isso que acontecerá se você não intervir de maneira certa, na hora certa.

Infelizmente, afirma o autor, muitos gestores vão no caminho oposto. Eles preferem evitar conflitos. Por exemplo, resistem em fornecer um feedback negativo e, quando algo dá errado, eles partem com tudo pra cima do empregado.

Além disso, existem as situações em que os gestores fazem vistas grossas para um problema que eles consideram insignificante. Enfim, são vários exemplos e você tem que abrir os olhos para não cair nesse buraco.

Vá mais longe!

Você gostou do resumo do livro Não Tenha Medo de Ser Chefe, PDF? Esse microbook de Bruce Tulgan está no 12min, também na versão audiobook. 

E se você quer mesmo entrar para o time dos gestores de sucesso, continue investindo em aprendizado. E, nesse caso, os livros são fortes parceiros. Afinal, o que não falta é material de excelente qualidade, de renomados autores.

Os mais importantes deles você encontra no 12mim a sua plataforma de desenvolvimento pessoal. Pra você começar, selecionamos duas sugestões que certamente irão lhe acrescentar muito. Pegue aí!

Pipeline de Liderança – Ram Charan

livro Pipeline de Liderança

Qualquer pessoa pode vir a se tornar um líder, porém, é necessário treinamento e desenvolvimento cuidadoso para desenvolver boas habilidades de liderança.

Para os autores, o elemento central deste livro se estende pelas 6 passagens de liderança. Trata-se dos eventos mais importantes na carreira de um líder. Cada uma delas exige a articulação de diferentes valores, habilidades e gestão de tempo, marcando a superação dos desafios que minam o seu desenvolvimento como líder.

As 6 passagens são:

  1. de gerenciar a si mesmo a gerenciar os outros
  2. de gerenciar outros a gerenciar gestores
  3. de gerenciar gestores a gestor funcional
  4. de gestor funcional a gestor de negócios
  5. de gestor de negócios a gestor de grupos
  6. de gestor de grupos a gestor corporativo

Além da Liderança – Leonardo Peracini

livro Além da Liderança

O nosso perfil de liderança está fundamentado nas nossas influências. Elas são as grandes responsáveis por fundamentar nossas ideias e convicções, moldando nossa forma de liderar.

Para melhorar o que somos, alerta o autor, precisamos destruir parte do que acreditamos. Segundo ele, costumamos nos proteger de questionamentos existenciais, porque eles vão no âmago de nossas crenças. O medo de se reinventar é normal, visto que estamos saindo de nossa zona de conforto.

Perante a mudança, Peracini defende que existem dois perfis de pessoas:

  1. Pessoas resistentes à mudança e nunca se livram dessa zona de conforto;
  2. Pessoas que, de tão movidos pela busca do crescimento, perdem-se em mudanças.

Vale a pena conhecer essas duas obras fantásticas!

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Você curtiu essas informações sobre liderança? Deixe aqui a sua opinião! E lembre-se de compartilhar esse post com os seus amigos na rede social!




12 melhores blogs de finanças para você favoritar no seu navegador

Educação financeira é o primeiro passo para quem quer assumir o controle do próprio bolso e fazer as pazes com o dinheiro. Para isso, você pode começar usando os blogs de finanças. Trata-se de canais de conhecimento gratuitos, para se informar, entender o perfil que mais combina com você e começar sua jornada.

Os dados, no Brasil, são alarmantes. Ou seja, 62 milhões de pessoas estão negativadas, e o índice só cresce todos os anos. Então, se você quer ficar de fora dessa lista negra, corra atrás de aprender a lidar com o seu dinheiro.

Confira a nossa lista com os 12 blogs que você precisa favoritar para se manter informado:

1-  Pago Quando Puder

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O Pago Quando Puder — inspirado no ditado popular: “Devo, não nego, pago quando puder” — é um dos blogs de finanças que trata de problemas reais de pessoas reais. Ou seja, o foco aqui é ajudar você a quitar suas dívidas, tirar o nome do SERASA/SPC e gastar menos do que ganha.

A linguagem é simples e fácil, e os temas vão desde como pagar um boleto, até as melhores formas de se livrar das dívidas e viver bem com o que você recebe

Uma excelente opção para quem não está buscando investimentos e o primeiro milhão, mas sim um canal descomplicado para entender sobre seu dinheiro.

2- Blog Mobills

De cara, o blog da Mobills é o canal ideal para quem quer ficar por dentro dos principais números que interferem diretamente no seu dinheiro

Logo na home, você encontra uma seção com as principais taxas econômicas e os valores das principais moedas. Além disso, é claro, o valor atualizado do salário mínimo.

Os conteúdos vão de A a Z, quando a pauta é saúde financeira. Portanto, lá você encontra desde textos sobre os assuntos mais básicos, até informações sobre investimentos e fundos imobiliários.

Ou seja, esse é um dos blogs de finanças ideal para todo perfil de público.

3- Você Mais Rico

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Fundado por Bruno Perini, o blog Você Mais Rico quer desmistificar o mundo financeiro. A ideia é provar que fazer o seu dinheiro render pode ser fácil.

Bruno começou a investir aos 17 anos e construiu uma carreira sólida no mundo financeiro. Tão sólida a ponto de se “aposentar” aos 28 anos de idade. E além do blog, ele também tem um canal no Youtube, onde responde as dúvidas de seus leitores. 

Você Mais Rico, é sem dúvida um dos blogs de finanças que merece lugar de destaque.

4- Me Poupe

Me Poupe é considerado um dos maiores blogs de finanças do Brasil. Comandado por Nathalia Arcuri — referência em educação financeira — ele acabou sendo o precursor do boom de blogs e canais sobre o assunto.

De forma leve e objetiva, os conteúdos vão desde dúvidas básicas, sobre juros e taxas, até dicas sobre como investir na bolsa. Assim, Arcuri mostra que o mercado de investimentos é mais acessível do que as pessoas imaginam.

Arcuri também é autora do livro que leva o mesmo nome, Me Poupe, e que você pode encontrar no app do 12min.

5- Dinheirama

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Outro excelente portal para quem quer se manter atualizado sobre as notícias e novidades do mundo financeiro. O Dinheirama é comandado por Conrado Navarro. 

Além de dicas e matérias, o blog possui um Simulador de Despesas. Assim, você tem uma ajuda extra para avaliar e entender quais têm sido os seus acertos e erros, quando o assunto é o seu dinheiro.

E, no próprio blog, você encontra outros conteúdos sobre “hábitos” para que você melhore a sua relação com as suas finanças, após o resultado do teste.

6- Quero Ficar Rico

O Quero Ficar Rico foi criado por Rafael Seabra, considerado o guru na arte de fazer o dinheiro render.

Com mais de 100.000 inscritos, ele é um dos maiores blogs de finanças. Além disso, é também um dos maiores canais no Youtube também — com quase 200 mil pessoas.

Seabra é autor do livro que leva o mesmo nome — Quero Ficar Rico — que você também encontra no 12min.

7- Clube do Valor

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O principal foco do Clube do Valor é ajudar os seus leitores a prosperarem financeiramente. Ele mostra que ninguém está sozinho, quando se fala de inadimplência.

Assim, simplificando o jeito de lidar com o mundo financeiro, ele é o lugar certo para quem busca, por exemplo, organizar o seu dinheiro, aumentar a renda, sair das dívidas e aprender a investir.

8- Infomoney

Esse é sem dúvida um dos maiores blogs de finanças pessoais do Brasil. O Infomoney cresceu tanto que já virou referência no assunto e criou o seu próprio aplicativo para celular.

Com cinco colunistas, 12 categorias, materiais ricos, cursos e planilhas, o blog é item indispensável para quem quer colocar a vida financeira em dia. 

Mas não se preocupe, se você é iniciante no assunto. Afinal, os conteúdos vão do mais básico ao mais avançado, e toda semana tem muita novidade.

9- Eu Quero Investir

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O principal foco do Eu Quero Investir são pessoas que buscam aprender mais sobre maneiras inteligentes e descomplicadas de lidar com os seus investimentos.

Além de ser um ótimo canal de notícias sobre a economia, o blog disponibiliza diversas ferramentas úteis para o seu dia a dia.

10- Educando o seu Bolso

O lema do Educando o seu Bolso é: “Chega de financês”! Ou seja, a ideia dos seus criadores é simplificar a abordagem sobre o mundo financeiro. Com essa estratégia, eles buscam aproximar o assunto de pessoas reais que precisam aprender a lidar com o próprio dinheiro.

A maioria dos conteúdos, em resumo, é criada a partir de perguntas. E as respostas, além da parte técnica, também trazem a opinião dos autores. Isso torna a relação deles com os leitores ainda mais próxima.

11- Gustavo Cerbasi

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Se você busca um lugar com informações sobre economia, finanças e melhores maneiras de lidar com o seu dinheiro, vai aqui uma dica. Ou seja, o blog do Gustavo Cerbasi é uma opção indispensável.

Não é por acaso: Cerbasi é um famoso influenciador do mundo financeiro. Além disso, é autor de diversos livros sobre finanças, com focos para diferentes contextos. No app do 12min, você encontra vários deles, como:

Sem dúvida, Gustavo Cerbasi comanda um dos blogs de finanças mais popular no Brasil.

12- Clube dos Poupadores

Procura por uma educação financeira na prática? O Clube dos Poupadores é pra você!

Ou seja, com conteúdos completos e práticos, você consegue ir além da poupança. E, ainda, aprende o melhor caminho para tomar as suas decisões: onde investir, como, pagar a vista ou a prazo… e muitas outras.

Além disso, o blog aborda temas mais complexos. Por exemplo, juros simples e compostos, inflação e assuntos sobre o mercado financeiro em geral.

Aposte também nos livros

Além dos blogs, os livros também valem ouro, quando se trata de aprendizado. Aqui, no 12min, temos dicas de leituras superinteressantes. Por exemplo, os melhores livros sobre dinheiro e indicação de livros sobre investimentos.

E já que o assunto aqui é dinheiro e investimento, você deve gostar também do post sobre Maurício Bastter Hissa. E temos ainda outro artigo sobre o livro Pai Rico, Pai Pobre.

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Você gostou de saber mais sobre os blogs de finanças? Então, compartilhe este conteúdo com um amigo que também irá aprender e ensinar muito, participando dessa discussão!

Esse artigo foi escrito pela equipe do Meu Acerto.




Resumo do Livro Marketing de Conteúdo Épico, de Joe Pulizzi,

Como contar uma história diferente, destacar-se na multidão e conquistar mais clientes do que nunca? A resposta está no livro Marketing de Conteúdo Épico, escrito por um dos maiores especialistas em marketing de conteúdo do mundo, Joe Pulizzi.

livro Marketing de Conteúdo Épico

Segundo o autor, conquistar a atenção do consumidor nos dias atuais não é tarefa para amadores. As empresas precisam se diferenciar num oceano de informações, anúncios e outras distrações digitais que ocupam todo o tempo dos seus clientes na internet. 

Um dos caminhos para isso é investir em histórias que informam, divertem e provocam o cliente a agir. Ou seja, você deve colocar uma boa energia no marketing de conteúdo épico.

O que é marketing de conteúdo épico?

Antes de tudo, você precisa entender o que é o marketing de conteúdo e, em seu livro, Joe Pulizzi apresenta várias definições. Por exemplo, trata-se de “possuir a mídia o invés de alugá-la”. Ou seja, “é um processo de marketing para atrair e reter clientes por meio da criação e administração de conteúdo”.

Outra definição mais formal para o marketing de conteúdo, segundo o autor: “é um processo de marketing e negócios para a criação e distribuição de conteúdo valioso e convincente, para atrair, conquistar e envolver o público-alvo, com o objetivo de gerar uma ação lucrativa do cliente.

O livro Marketing de Conteúdo Épico lembra que “um bom marketing de conteúdo faz a pessoa parar, ler, pensar e se comportar de forma diferente”.

Além disso, o autor afirma que 70% dos compradores dizem que “marketing de conteúdo faz com que eles se sintam mais próximos das empresas patrocinadoras e 60% dizem que o conteúdo das empresas os ajudam a tomar melhores decisões sobre os produtos”.

Conteúdo é…

Marketing de Conteúdo Épico free

Entenda por conteúdo tudo o que você vê ou ouve na internet. Pode ser e-books, slides, infográficos, vídeos, fotos, textos em blogs e mídias sociais etc. Mas o importante é que tudo isso seja relevante para o consumidor.

Qualquer tipo de empresa, B2B ou B2C, pode usar a estratégia do conteúdo para chamar a atenção das pessoas. E não importa o tamanho, ou seja, isso vale para os pequenas, médias e grandes empreendimentos.

Para Joe Pulizzi, conteúdo é o novo marketing, já que o consumidor está cada vez mais digital, conectado e informado. Ele quer fugir do ruído e consumir informações relevantes. Peças publicitárias genéricas já não funcionam mais. O consumidor quer mensagens alinhadas às suas necessidades e não mensagens que falam apenas sobre as vantagens de um produto ou uma marca. 

Por que épico?

marketing de conteúdo

Uma das definições, no dicionário, cita épico como “de proporções heróicas ou impressionantes, uma viagem épica”. E é essa descrição que Joe Pulizzi adota em seu livro. Para ele, esse é o seu diferencial para se destacar no meio dos concorrente, por exemplo, entre as milhões de opções que o Google oferece, quando você busca por qualquer tipo de conteúdo na internet.

Os seis princípios do marketing de conteúdo épico

  1. Satisfaça sua necessidade: o seu conteúdo precisa ser útil para o cliente, indo além do que você pode oferecer como produto ou serviço.
  2. Seja consistente: é aqui que muitas empresas pecam. O seu conteúdo deve ser sempre entregue no prazo e conforme o esperado.
  3. Seja humano: apresente-se como você realmente é, portanto, encontre sua voz e a compartilhe.
  4. Tenha um ponto de vista: você pode sim ter a sua opinião e tomar partido nas mais diversas situações que possam realçar a sua empresa como especialista.
  5. Evite “falar de vendas”: quanto mais você fala de si mesmo, menos atraente fica o seu conteúdo aos olhos dos clientes e menos compartilhamentos você obtém.
  6. Seja o melhor da categoria: essa deve ser a meta do seu conteúdo. Assim, para manter o cliente com você, entregue a ele algo incrível.

Uma avalanche de mensagens todos os dias

O tempo todo, os consumidores são bombardeados por mensagens de marketing. São cerca de 5.000 diariamente, da hora que acordamos até o momento em que fechamos os olhos para dormir novamente.

Se o consumidor está saturado, imagine também o quanto é difícil para um profissional de marketing se destacar em meio a todo este ruído.

Com esse alto volume de mensagens de marketing incomodando o consumidor a todo momento, um jeito de conseguir a atenção dele é o marketing de conteúdo. Mas, para entrar neste mundo, é necessário entender a fundo o que o consumidor gosta e necessita e, assim, produzir conteúdo relevante para suprir esta necessidade. 

Enfim, essa estratégia eleva a confiança do consumidor em relação ao seu produto/serviço e também reduz significativamente os custos de marketing das empresas. 

Onde você está?

Você precisa entender o modelo de maturidade do marketing de conteúdo e, assim, identificar em qual dos 3 níveis você se encontra. Esses níveis são:

  1. Consciente do Conteúdo – Nesse cenário, o seu conteúdo funciona para destacar a sua marca em meio ao barulho gerado pela publicidade e a poluição de informações. Então, segundo o livro Marketing de Conteúdo Épico, a estratégia gira em torno de produzir lotes de conteúdo confiável e útil para ser encontrado, aumentar a consciência de marca e gerar confiança no público-alvo.
  2. Líder de pensamento – Nessa fase, a sua empresa gera conteúdo que fornece valor além do escopo de seu produto, para se estabelecer (e os seus autores) como experts na indústria e conquistar a liderança. De acordo com Marketing de Conteúdo Épico, nas transações B2B, isso é a criação de um funil de vendas mais eficiente, pois, a empresa está diferenciando os negócios, junto aos concorrentes, reivindicando e ganhando experiência.
  3. Contador de histórias (Storytelling) – O objetivo de contar histórias é criar clientes melhores. Com essa estratégia, você desenvolve com os consumidores uma ligação emocional com a sua marca. A mensagem inspira e mostra que a empresa se importa com o que as pessoas realmente necessitam. A história da empresa é emocionalmente honesta e, por isso, os consumidores tendem a comprar dela.

Antes de criar, entenda o seu público

marketing de conteúdo épico joe pulizzi pdf

Em Marketing de Conteúdo Épico, Joe Pulizzi é enfático: você não é o alvo do seu conteúdo. O autor sugere que as empresas adotem a criação de personas para criar representações da sua audiência. Afinal, não tem como ter sucesso com a sua estratégia de conteúdo, se você não entende os desejos e as necessidades de seu público.

Persona trata de “com quem” e “para quem” você está falando. E você precisará de uma persona diferente para cada grupo específico, de acordo com o processo de compra das pessoas. 

No entanto, o autor afirma que, se você é marinheiro de primeira viagem, pode começar com apenas uma ou duas personas. E o que você precisa saber de cada uma delas é:

  • Características demográficas – idade, profissão, gênero, estado civil, nível de escolaridade, naturalidade, etnia, entre outras.
  • Qual a necessidade dessa pessoa, ou seja, porque essa pessoa precisa da sua empresa e do seu conteúdo.
  • Como sua empresa pode ajudá-la, lembrando que o seu conteúdo é que atrairá a atenção dela.

Feito isso, é hora de colocar a mão na massa e criar conteúdo que aborde assuntos sobre os quais seu público pode estar interessado. Assim, monte um time de conteúdo com talentos que realmente acredita que o bom conteúdo é essencial para o sucesso no marketing moderno. 

Como distribuir o seu conteúdo

Conteúdo perfeito no canal errado não vai gerar resultados positivos para você. Assim, garanta que o seu conteúdo chegue ao público-alvo com eficácia. Mas isso exige planejamento.

Você precisa estudar bem como utilizar as redes sociais e a estratégia de otimização para buscadores (SEO). Não saia atirando para todos os lados, ou seja, aprenda a tirar o máximo proveito dos canais disponíveis. O livro Marketing de Conteúdo Épico lembra que você deve escolher as mídias sociais onde as suas personas estão e consomem conteúdo ativamente.

Por exemplo, não faz sentido colocar energia no LinkedIn, para um público infantil, e nem desenvolver conteúdo para o Pinterest, focado na terceira idade. 

Mas, o autor afirma que não basta escolher corretamente as redes sociais adequadas. Você tem que ir mais longe, por exemplo:

Crie relacionamentos de longo prazo

Joe Pulizzi sugere que você adote uma estratégia chamada de 4-1-1. Ou seja:

  • Compartilhe 4 conteúdos de influenciadores (retweets e compartilhamentos de blogueiros, portais, celebridades) para construir relacionamentos com os ícones do seu mercado e torcer para que eles também comecem a compartilhar seu conteúdo.
  • Publique 1 conteúdo original, exclusivo e único. 
  • Publique 1 conteúdo que fale sobre vendas como cupons, lançamentos de produtos ou press releases. 

A abordagem 4-1-1 leva ao engajamento de mais gente com seu conteúdo. Observe que são 6 conteúdos e apenas 1 deles fala sobre a sua empresa. Isso é a chave do novo marketing. 

Invista no SEO

epic content marketing joe pulizzi pdf

É essencial que seu time identifique as palavras-chave que as personas dos seus clientes estão buscando no Google. A partir daí, planeje quais conteúdos poderiam responder as dúvidas pesquisadas por meio dessas palavras-chave. 

Você pode usar ferramentas para identificar quais são as palavras-chave mais buscadas, seu volume e a sua competição, como por exemplo o  Moz, Semrush, Google Keyword Planner. Assim, você vai criar conteúdos específicos para as suas personas no Google.

Acompanhe suas métricas

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Para saber se a sua estratégia está funcionando como o esperado, você precisa investir em monitoramento e métricas. Assim, torna-se possível  identificar e corrigir falhas e, ainda, promover melhorias contínuas.

O livro Marketing de Conteúdo Épico apresenta 4 grupos principais de métricas para o marketing de conteúdo. Cada uma delas tem um papel único e igualmente importante. Essas métricas são: 

1. Métricas de Consumo de Conteúdo

Mostram se as pessoas estão lendo, assistindo e realmente sendo impactadas pelo conteúdo que você cria. O Google Analytics consegue rastrear visualizações de páginas e downloads do seu conteúdo. O YouTube Insights rastreia o número de visualizações de vídeos, por exemplo. Opções de métricas de consumo incluem: visualizações de videos, visualizações de páginas do blog etc. 

2. Métricas de Compartilhamento

Incluem ações como, por exemplo, curtidas, compartilhamentos, tweets e envios por email. Elas são a melhor indicação de que seu conteúdo tem levado as pessoas a falarem sobre sua empresa e o quanto eles se interessam pelo assunto. Essas métricas podem ser monitoradas por meio do Google Analytics, BuzzSumo, entre outras ferramentas. Métricas de compartilhamento comuns incluem: número de retweets, likes e compartilhamentos em todas as redes sociais.

3. Métricas de Geração de Leads

Leads são pessoas que compartilharam suas informações de contato com a sua empresa, por meio do preenchimento de formulários, cadastros em newsletters etc. Por exemplo, as ferramentas muito comuns utilizadas para mensurar a geração de leads são a Hubspot e Marketo. Métricas de geração de leads incluem taxa de conversão de visitantes em leads, número de leads totais, número de leads qualificados etc

4. Métricas de Vendas

O cálculo é  baseado no número de pessoas que foram expostas ao seu conteúdo e efetivamente compraram e se tornaram clientes. Exemplos de métricas de Vendas são: receita por leitor do blog, ticket médio dos usuários expostos a uma campanha etc. 

5 frases de Joe Pulizzi para você refletir

Continue aprendendo

Você curtiu o resumo do livro Marketing de Conteúdo Épico, Joe Pulizzi, pdf? No 12min – a sua plataforma de desenvolvimento pessoal – você encontra uma variedade enorme de outras obras fantásticas, de renomados autores. 

No 12min, os livros são apresentados nos formatos microbook ou audiobook e distribuídos em diversas categorias. Por exemplo, Marketing, Empreendedorismo, Vendas, Fianças, Motivação etc.

Nós selecionamos uma sugestão de leitura que pode ser valiosa para você. Trata de um tema que também está em alta. Anote aí:

Marketing de Permissão – Transforme Estranhos em Amigos e Amigos em Clientes – Seth Godin

livro marketing de permissão

Essa obra traz conceitos-chave essenciais para quem quer fazer marketing para um consumidor que mudou. Ou seja, ao invés de incomodar o seu cliente em potencial, porque não incentivá-lo a aceitar suas mensagens de marketing voluntariamente? O marketing de permissão viabiliza que você fale apenas com quem realmente se interessa em seus produtos e serviços e ainda ajuda a sua empresa a criar relações de longo prazo com seus clientes. Imperdível!

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Você já vivenciou uma experiência épica com o marketing de conteúdo, seja como consumidor ou profissional de marketing? Conte pra gente! E lembre-se de compartilhar esse post em sua rede social! 




Resumo do Livro SPIN Selling, de Neil Rackham,

Tem gente que nasce com o dom para vendas correndo nas veias. É o famoso vendedor nato. Mas acredite, quando se trata de uma negociação complexa, é preciso mais do que isso. Segundo o livro Spin Selling, nesses casos, o sucesso geralmente depende de algumas estratégias especiais. 

livro spin selling

A metodologia Spin Selling, criada pelo autor Neil Rackham, é uma dessas estratégias vencedoras. Ela se baseia em fazer as perguntas certas, na hora certa. Ou seja, a habilidade para elaborar as perguntas ajuda a vender mais. 

Segundo Rackham, vendas complexas são aquelas feitas com empresas ou quando você vende produtos de alto valor agregado.

Então, você está interessado em saber mais sobre a metodologia SPIN, amplamente adotada por profissionais de vendas em todo o mundo? Você pode continuar lendo esse post aqui mesmo ou baixar ao lado. Vamos lá!

Detalhando mais o SPIN Selling

O livro SPIN Selling – alcançando excelência em vendas – teve sua primeira primeira edição em 1988. E ainda hoje a metodologia sobre fazer perguntas certas continua sendo adotada nos quatro cantos do planeta.

SPIN Selling é resultado de uma ampla pesquisa científica sobre o comportamento de vendedores e compradores. O autor e sua equipe, formada por 30 pesquisadores, observaram e estudaram 35.000 ligações de vendas, em mais de 20 países. Esse é considerado o maior estudo sobre o assunto de todos os tempos.

O grupo analisou o mapa do sucesso e deu a ele o nome de SPIN. Trata-se de um acrônimo que representa os fatores-chaves que devem ser explorados em uma venda, para que ela seja bem-sucedida. Esses fatores são:

  • S – Situation – Situação
  • P – Problem – Problema
  • I – Implication – Implicação ou consequência
  • N – Need-payoff – Suprimento de necessidades

Para cada um deles, existem as perguntas certas para levá-lo exatamente ao ponto em que se quer chegar. Mais adiante, vamos explicar melhor cada um desses fatores.

A isca que pega o peixe pequeno não pega tubarão

alcançando excelência em vendas spin selling

De acordo com o livro SPIN Selling, as técnicas tradicionais de vendas são pouco assertivas, lentas e monótonas – ou seja, você liga para dezenas de pessoas todos os dias, trabalha mais do que deveria, ganha menos do que precisa e tem resultado medianos. 

O processo tradicional diz que você deve cumprir os seguintes passos: 1) Iniciar sua ligação com perguntas abertas, para entender os interesses do cliente; 2) Apresentar os benefícios do produto que se relacionam a estes interesses; 3) Trabalhar as objeções e 4) Fechar a venda. 

Parece fácil, não é mesmo? A má notícia é que isso não funciona, quando o assunto são grandes vendas. Ou seja, os peixes grandes não mordem a mesma isca que o lambari. Para pescar tubarões, você tem que usar a isca correta. 

Assim, o primeiro passo em um processo de vendas é entender a necessidade do cliente, antes de tentar uma demonstração e o fechamento.

As 4 etapas básicas do processo de vendas

  1. Preliminares – Eventos que definem o tom do negócio. As frases devem ser sempre curtas, como por exemplo, “Como está você?” ou “Como está o clima por aí?”
  2. Investigação – Encontrar fatos, informações e necessidades. Exemplos de frases/perguntas: “Quanto você projeta de crescimento para o próximo ano?” ou “Como seu sistema de gestão ajuda você a projetar este crescimento?”
  3. Demonstração de capacidades – Mostrar que você consegue resolver o problema do cliente. Evite ir para esta fase até que o prospect deixe explícito que sua demonstração irá resolver o problema. Exemplos: se o cliente fala: “Está claro para mim que vou precisar de um software que me ajude a projetar meu crescimento melhor”. Esse é um mote para você entrar nessa fase.
  4. Obter comprometimento – Ter o aceite da venda e os próximos passos de como proceder. Primeiro você deve garantir que lidou com todas as preocupações/necessidades, depois sumarizar os benefícios e, por fim, propor o próximo nível de comprometimento. 

É na segunda etapa que você vai adotar a metodologia SPIN. Mas, antes, vamos conversar um pouco sobre fechamento e necessidades do cliente.

O jeito novo de fechar uma venda

Metodologia Spin Selling

Como já foi mencionado, em vendas complexas, as técnicas de fechamento simples não funcionam. Pelo contrário, em muitos casos, o cliente reage negativamente. E mesmo que a transação seja concretizada, é possível que o contrato ocorra num valor muito menor do que ele poderia potencialmente ser. 

Assim, de acordo com o livro SPIN Selling, o melhor jeito de concluir transações maiores e com mais facilidade é entender que nem todas as vendas têm que resultar em um fechamento ou perda imediatos. 

Ou seja, em vendas complexas, mais do que “fechar”, o importante é entender as necessidades do cliente. Além disso, é preciso amarrar os pequenos problemas que se tornam maiores em conjunto e criam urgência para uma solução. 

Identificando as necessidades explícitas e implícitas do comprador

Em uma empresa, o ambiente de compra requer reflexão e pesquisa por parte do comprador. Envolve movimentar muitas pessoas na organização, entender necessidades explícitas do comprador (as que ele conhece) e as implícitas (as que ele não conhece). 

Os vendedores experientes sabem farejar as necessidades implícitas, mas fazer uma grande venda exige mais do que ser um bom ouvinte. Assim, após identificar uma necessidade implícita, é essencial transformá-la em uma necessidade explícita. 

Se você conseguir essa transformação, será capaz de convencer o cliente mais facilmente a comprar uma solução que resolve todas as necessidades visíveis para ele. O método SPIN ajuda você a conseguir isso. 

Agora, entenda melhor cada um dos  fatores-chaves de sucesso em vendas, do acrônimo SPIN.

S – Situação 

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Para desenvolver sua autoridade, você precisa conhecer bem seu mercado, seu produto e serviço e o produto e serviço do seu cliente também. Por isso, é essencial fazer uma pesquisa antes de ir para a reunião e se preparar previamente para esse encontro.

Começar a conversa com perguntas que exploram a situação e o problema leva você aos fatos diretamente. Mas o livro SPIN Selling alerta que perguntar muito não significa estressar o cliente. 

Exemplos de boas perguntas de situação:

  • Qual equipamento você usa para gerenciar sua rede?
  • Qual o seu segmento de clientes com menor satisfação?
  • Como está o crescimento de suas vendas?

P – Problemas

o que é spin selling

Você identificou melhor o cenário do prospect? Ótimo, então é o momento de entender os problemas reais ou insatisfações dele. 

Exemplos de boas perguntas de problemas:

  • Você está satisfeito com o seu fornecedor de servidores?
  • Não é muito difícil para você fazer isso manualmente hoje em dia? 

Lembre-se que você terá que investigar também as necessidades implícitas. Pergunte, por exemplo:

  • Você está satisfeito com o seu atual processo de vendas?
  • Quais são as principais desvantagens que você encontra por não ter um software para isso?
  • Você acredita estar perdendo clientes por isso?

Com as perguntas, você deve ajudar a pessoa à sua frente a descobrir, sozinha, os seus próprios entraves.

I – Implicações

o que é spin selling

Segundo o autor, “as questões de implicação desenvolvem um problema, perguntando sobre seus efeitos ou consequências. Em grandes vendas, essas questões estão fortemente ligadas ao sucesso durante a fase de Reconhecimento de Necessidades”.

Exemplos de boas perguntas de implicações: 

  • Quais os efeitos desse problema no seu faturamento?
  • Quantos clientes você perderá no próximo ano se isso continuar assim?
  • O que acontece se não resolvermos isso até dezembro?

O motivo para fazer a venda acontecer se inicia nessa fase. No entanto, o autor de SPIN Selling afirma que a maioria dos vendedores interrompe o processo de investigação nas duas fases anteriores

N – Necessidades

livro spin selling

Chegamos ao estágio final do SPIN. É nessa hora que você precisa colocar toda a sua energia e talento para levar o comprador a identificar os benefícios de uma solução para o problema dele.

Pergunte como ele pretende resolver o problema da empresa dele. E você deve ir mais longe, levando-o a imaginar como seria o futuro sem essa “pedra” no meio do caminho.

Enfim, o foco sai do problema e vai para a solução. Em síntese, crie um tom positivo, tenha boa entonação e motive o cliente a sentir e viver em um mundo sem o problema. 

Exemplos de boas perguntas de necessidade:

  • Qual o impacto de receita teríamos se conseguíssemos implementar esse software?
  • Quais os benefícios que você enxerga?
  • Quantas horas isso vai economizar da sua equipe por mês?

Solução com maestria

metodos de vendas

Não apresente as funcionalidades e características do seu produto só por que elas existem. Além disso, apresentar soluções e demonstrações cedo demais é um convite para o cliente trazer objeções. Esses são grandes erros dos vendedores amadores.

O livro SPIN Selling explica que as características e funcionalidades são apenas fatos. Os benefícios é que são os elementos de sua oferta e que fazem a vida do seu cliente melhor. 

Quando você demonstra os benefícios do seu produto, você mostra exatamente como atender uma necessidade específica do seu cliente em potencial. Você não está vendendo uma oferta padrão, um produto de caixinha. Pelo contrário, está oferecendo uma solução na medida exata do problemas do seu cliente. 

Evitando as objeções

Trabalhar bem na etapa de implicações e fazer com que o cliente mencione seus problemas, suas consequências e suas necessidades explicitamente é uma estratégia para fugir das objeções do potencial cliente.

O SPIN na prática

O autor de SPIN Selling reconhece que a sua metodologia é complexa e, por isso, ela deve ser assimilada aos poucos. Lembre-se que SPIN Selling não é uma bíblia, mas sim uma metodologia. É apenas parte da solução.

Veja algumas sugestões:

  • Trabalhe cada etapa de uma vez, com cuidado e tendo sempre uma referência para pesquisar. 
  • Anote suas perguntas principais e memorize-as antes de se reunir ou ligar para um cliente. 
  • Comece a conversa pela situação e vá avançando aos poucos, garantindo o domínio das etapas anteriores. 
  • Ouça com atenção a resposta para cada pergunta que você fizer. Responda com informações relevantes para mostrar que você está interessado de fato e entendendo o que está sendo dito.
  • Anote tudo o que for falado.
  • Não desanime se seus resultados iniciais forem tímidos. Afinal, leva tempo para aprender e dominar o método SPIN Selling.

Frases de Neil Rackham para reflexão

Leia mais

spin selling livro

Você gostou dos ensinamentos de Neil Rackham? O microbook do livro SPIN Selling está no 12mim – a sua plataforma de desenvolvimento pessoal. 

Lembre-se que o 12mim disponibiliza muitas outras obras fantásticas, dos mais renomados autores, sobre venda, marketing e diversas categorias. Vale a pena conhecer a nossa biblioteca. Tudo nos formatos microbook e audio book. 

Você ainda pode acessar o 12min pelo celular, utilizando os aplicativos para Android ou iOS.

E se a sua meta é se destacar entre os vendedores de sucesso, o 12min é um forte parceiro seu. Nós selecionamos uma obra para ajudar você a chegar lá e seguir avançando nos seus conhecimentos. Pegue aí.

Super Crunchers – Ian Ayres

Livro Super Crunchers

Antigamente, a maioria das decisões eram tomadas com base na intuição ou na experiência dos especialistas. Nos dias de hoje, com a chegada da Internet e os avanços tecnológicos, diferentes formas de apoio à tomada de decisão – baseadas em fatos – surgiram. Super Crunchers fala sobre como os especialistas de diferentes áreas podem contar agora com a análise de bancos de dados gigantescos para tomar suas decisões. Imperdível.

Você pode gostar de ler, também, o resumo do livro Marketing 4.0, de de Philip Kotler.

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Se você curtiu o resumo do livro SPIN Selling e as nossas dicas de leitura, deixe aqui a sua opinião! E lembre-se: se essas informações foram relevantes para você, certamente irão ajudar os seus amigos também. Assim, compartilhe esse post em sua rede social!




Resumo do Livro Marketing 4.0, de Philip Kotler,

A internet e a ascensão do mundo digital mudaram completamente a relação das empresas com seus consumidores. Então, como vencer os desafios nesse novo cenário? O livro Marketing 4.0 explica as mudanças e apresenta os caminhos para quem pretende seguir a trilha do sucesso.

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Marketing 4.0 é mais uma obra do renomado autor Philip Kotler, uma das maiores autoridades em  Marketing em todo mundo. Ele é PHd em economia, pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Além disso, tem pós-doutorado em Matemática, pela Universidade de Harvard, e em Ciências Comportamentais, pela Universidade de Chicago. 

Os desafios que as empresas enfrentam

O mundo mudou e o Marketing vem se adaptando à nova realidade. E como sobressair num mar infestado de tubarões, conquistando e fidelizando os seus clientes? De acordo com o Marketing 4.0, as empresas precisam ter, na ponta da língua, as respostas para as seguintes questões:

marketing digital 4.0

  • Como podemos chamar a atenção dos clientes, uma vez que as mídias tradicionais, sozinhas, não funcionam como antigamente?
  • Como podemos engajar os clientes, estimulando apoiadores para nossos produtos e marcas?
  • Como encontrar influenciadores para divulgar nosso produto?

Então, você está preparado para conhecer o Marketing 4.0 e saber como essa ferramenta pode levar a sua empresa ao sucesso? Você pode continuar lendo o resumo aqui ou baixar o PDF ao lado! Vamos adiante!

Mas, afinal, o que é o Marketing 4.0

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O Marketing 4.0 é uma abordagem que combina interações online e off-line entre as empresas e os clientes. Além disso, é uma mistura de estilo e conteúdo, valorizando a transparência e a autenticidade.

Finalmente, o Marketing 4.0 se aproveita da conectividade “máquina a máquina” e da inteligência artificial para melhorar a produtividade do marketing e se aproveita da conectividade “pessoa-pessoa” para fortalecer o engajamento do consumidor.

Mas, antes de seguirmos adiante com o Marketing 4.0, é importante darmos uma passada rápida pelo Marketing 1.0,  Marketing 2.0 e Marketing 3.0. Vamos lá!

Marketing 1.0

Marketing focado no produto. 

As empresas padronizam seus produtos para otimizar seus processos e, assim, atingir a massa com preços acessíveis. A comunicação com o consumidor é vertical, unilateral e não oferece troca de informações. 

Marketing 2.0

Marketing orientado para o consumidor.

As empresas planejam a produção e venda de produtos de qualidade, buscam entender o cliente por meio de um banco de dados e oferecem a ele um serviço diferenciado. Ou seja, a proposta é ajudar o cliente a satisfazer as suas necessidades, desejos e sonhos. 

Marketing 3.0

Marketing focado em valores.

As empresas também visam satisfazer o cliente, mas não se limitam a vender produtos de qualidade. Elas vão mais longe, ajudando a transformar o mundo em um lugar melhor para todos. Ou seja, elas fornecem produto, serviço e valor e, assim, melhoram a experiência do consumidor.

Você encontra o microbook Marketing 3.0, de Philip Kotler, no 12min.

O Marketing 4.0 e o novo comportamento do consumidor

marketing 4.0

Quem não pesquisa sobre um produto ou serviço antes de partir para a compra? Todos nós, não é mesmo. E o nosso grande aliado nessa tarefa é, principalmente, o Google. E as redes sociais também…

O livro Marketing 4.0 explica que, graças à internet, os consumidores estão mais preocupados com a qualidade dos produtos e das empresas, antes de tomarem qualquer decisão de compra. Eles querem saber tudo e pesquisam tudo.

E nesse cenário, é muito mais difícil para as organizações chamarem a atenção dos clientes. Ou seja, os antigos outdoors ou propagandas em TV já não dão os mesmos resultados. Colocar uma celebridade para elogiar o seu produto não é mais garantia de sucesso.

Assim, se você quer chegar ao consumidor, esteja na internet e nas redes sociais, alerta Philip Kotler. Mas atenção, afirma ele, o marketing digital não deve substituir o marketing tradicional. Ambos devem coexistir, com cada vez mais transparência e autenticidade.

Um mundo inclusivo, social e horizontal

No passado, se você não estava satisfeito com o produto/serviço adquirido, podia até reclamar. Mas o seu desabafo não cruzava as linhas do seu círculo familiar e dos amigos mais próximos, porque os canais eram limitados e exclusivos. É o que o autor de Marketing 4.0 chama de estruturas verticais e individuais.

Hoje, a história é diferente e melhor para o consumidor. Se você reclamar em sua rede social, atingirá pessoas que provavelmente nem conhece. Algumas publicações chegam a causar estragos grandes, às vezes irreparáveis, para as marcas.

Se uma pessoa decidir pesquisar o produto/serviço, poderá ter acesso à sua reclamação e, por isso, ser influenciada na sua decisão de compra. Assim, os consumidores, em qualquer parte do mundo, unem-se para compartilhar experiências e evitar que sejam enganados.

Esse é o mundo inclusivo, social e horizontal. Por isso, não basta apenas desenvolver produtos e distribuir no mercado. A empresa precisa envolver o consumidor nesse processo de desenvolvimento.

O poder saiu da mão da empresa para a mão do consumidor. Os usuários não confiam mais nas propagandas das marcas, sendo muito mais influenciados pelos amigos, família e redes sociais, por exemplo.

O poder dos influenciadores digitais

marketing digital 4.0

Os influenciadores assumiram o trono das celebridades e das propagandas. Hoje são nessas pessoas da internet, Youtubers e Instagramers que as pessoas confiam.

E, de acordo com o livro Marketing 4.0, os influenciadores são separados em três categorias:

  1. Jovens (Mindshare) – mais abertos às novas tecnologias e são os responsáveis por testar e avaliar seu produto.
  2. Mulheres (Marketshare) – são melhores tomadoras de decisão que os homens. Isso acontece por serem menos impulsivas e por analisarem diversas opções em busca da melhor solução de compra disponível. Por isso, elas não devem ser ignoradas. 
  3. Habitantes da internet (Heartshare) – se essas pessoas gostam de algum produto, elas falam sobre ele e o indicam. Além disso, elas  possuem muitos seguidores na internet, o que faz com que sejam influenciadores de peso.

A vez dos 4 C’s

O Marketing Digital trouxe mudanças e, talvez, uma das mais expressivas seja a substituição dos 4P’s de Marketing pelos 4C’s. Entenda melhor:

Co-creation (Co-Criação) substitui o Produto

Ao invés de simplesmente lançar um produto, a empresa trabalha em conjunto com a comunidade, capturando as demandas da mesma.

Currency (Recorrência) substitui o Preço

Os sistemas produtos/serviços que geram receita recorrente, como os canais de assinatura (Spotify, 12min, Deezer etc) estão crescendo na era digital, em substituição ao preço único.

Comunal Activation (Ativação Comum) substitui a Praça 

Qualquer pessoa pode vender um produto de qualquer lugar, sem necessidade de espaços físicos próprios para isso.

Conversação substitui a Promoção

Agora, o peso maior está nas conversas entre os membros das comunidades e das redes sociais.

Marketing 4.0 e o Marketing de Conteúdo

marketing 4.0 free

O marketing de conteúdo é uma abordagem que envolve a criação, manutenção, e distribuição de conteúdo interessante, relevante e útil para um público bem definido. Também é considerado uma outra forma de jornalismo e de publicidade, que cria conexões profundas entre as marcas e os clientes. 

Segundo o livro Marketing 4.0, o marketing de conteúdo busca capturar o cliente para o negócio, fazendo com que o mesmo conheça seu produto, aumentando a geração de leads. 

O objetivo do marketing de conteúdo é gerar conhecimento sobre sua marca sem fazer propaganda direta. Vejas algumas dicas de como fazer um trabalho eficiente nessa área:

  1. Defina seu objetivo, ou seja, o que você quer alcançar.
  2. Mapeie seu público, desenhando o perfil e os desejos dele. 
  3. Planeje e idealize o seu conteúdo.
  4. Crie conteúdo. 
  5. Distribua o conteúdo.
  6. Defina um plano para alavancar o conteúdo e interagir com o cliente.
  7. Avalie se o seu marketing de conteúdo foi bem-sucedido.
  8. Promova melhorias.

O marketing multicanal

marketing 4.0 pdf

Quantas vezes você já entrou em uma loja, procurou por um produto e, então, checou pelo celular, o preço da loja online? Essa é a tendência atual, em que o cliente utiliza mais de um canal para comprar e se relacionar com a empresa.

O livro Marketing 4.0 mostra que ter uma boa presença online não é mais suficiente. Hoje, é fundamental que a empresa se estabeleça tanto online quanto off-line. Assim, o desafio fica por conta da interação entre as tecnologias dos dois mundos: a loja física deve ser um complemento do mundo virtual, ambos devem funcionar juntos.

As empresas que conseguirem utilizar essa tendência de maneira eficiente terão grandes vantagens competitivas, assegura Philip Kotler.

Os 5 passos da nova jornada do cliente

O foco aqui é conduzir o consumidor potencial, desde o momento em que ele se torna ciente da sua marca, até a hora em que ele passa a defendê-la e representá-la. De acordo com o livro Marketing 4.0, os passos dessa jornada são representados pelos 5 A’s:

Aware (ciente)

Nesse ponto, você precisa fazer com que o cliente saiba que sua marca existe no mundo. As ferramentas para isso podem ser as propagandas, redes sociais, Adwords, blogs etc.

Appeal (apelo)

Aqui, você precisa mostrar o seu diferencial para o possível cliente, ou seja, destacar-se entre os seus concorrentes. Como?  Design, valores e visão da empresa ou qualquer outra característica que chame a atenção do potencial consumidor.

Ask (perguntar)

Seu potencial cliente vai pesquisar sobre sua empresa, seja no Google, perguntando para algum conhecido ou amigo ou nas comunidades online. Daí a importância das marcas manterem um bom relacionamento com as comunidades online.

Act (ação)

Essa é a etapa de efetivação da compra. Mas, em geral, o cliente só chega até aqui se o resultado de sua pesquisa tiver sido positivo.

Advocate (Defender)

Trata-se do pós-venda. Os clientes satisfeitos com o produto e com o relacionamento da empresa vão defendê-la.

O que é a “Zona O”

Segundo o livro Marketing 4.0,  “Zona O” representa as três fontes de influência de uma pessoa na tomada de decisão. Essas fontes são:

Own (próprio): são as experiências negativas ou positivas que cada pessoa teve com a marca.

Other (outros): são as informações adquiridas na fase ‘Ask’ dos cinco A’s e que influenciam na decisão final do cliente.

Outer (exterior): são as fontes de informação recebidas pelos canais de comunicação digitais e tradicionais. A empresa só tem controle sobre essa fonte.

A empresa precisa se posicionar bem nessas três fontes, mantendo um bom relacionamento com os clientes e deixando-os satisfeitos. 

Dicas para melhorar seu desempenho 

philip kotler

  • Aumente sua porcentagem de tração: encontre novas maneiras de se relacionar com os usuários e esteja em todos os lugares em que eles estão.
  • Otimize a curiosidade: você precisa gerar conteúdos relevantes para os potenciais consumidores.
  • Aumente seu comprometimento: tenha um propósito e crie uma conexão com seus consumidores por meio dele.
  • Aumente sua afinidade com o cliente: as pessoas são indivíduos e querem ser tratadas com singularidade. Então, converse com seu cliente, mostre que existe alguém por trás da marca! Ou seja, crie vínculos.

Use a tecnologia Mobile a seu favor

marketing 4.0 philip kotler

As pessoas estão cada vez mais viciadas no celular – esse dado é comprovado por pesquisas e inclui os brasileiros. Informações da empresa Statista mostrou que o brasileiro passa em média 4h e 48 min ligado no telefone. A maior média em todo mundo.

E hoje, existem mais celulares do que gente no planeta. Ou seja, quase 9 bilhões de aparelhos para uma população de cerca 7,7 bilhões de pessoas. São dados que não podem ser menosprezados de forma alguma, se você quiser obter sucesso com o seu negócio.

Em Marketing 4.0, Kotler afirma que as pessoas passam mais tempo no celular do que no computador ou na televisão. Por isso, é muito importante que você marque sua presença nos smartphones. 

Ou seja, se você sabe utilizar essa ferramenta em seu favor, pode se destacar dos concorrentes.

O momento WOW!

marketing 4.0 kotler

O livro Marketing 4.0 chama a atenção para a necessidade de você surpreender (positivamente, é claro) e deixar o seu cliente fascinado, de boca aberta com o seu atendimento.

Um caso do Nubank ilustra bem que o autor chama de “momento Wow!”. Isso ocorreu quando uma mulher enviou uma mensagem para a empresa, depois que seu filho pequeno derrubou seu celular e, por isso, ela não conseguiu pagar a fatura. 

O atendimento ao cliente enviou uma carta lamentando o ocorrido e, junto, presenteou a mulher com uma capa de celular para que ela protegesse o aparelho. A cliente, encantada com a atenção da empresa, publicou o fato no Facebook, que foi compartilhado por muitas outras pessoas.

Enfim, empresas vencedoras são aquelas que não se esquecem de provocar os momentos WOW em seus clientes.

Além das estratégias discutidas, é essencial que as empresas se atentem à sua identidade e aos valores humanos que transmitem ao mercado.

Na era da economia digital, a administração moderna deve integrar novas tecnologias e ferramentas digitais para se adaptar às mudanças rápidas do cenário global.

O marketing tradicional e digital não são antagônicos, mas complementares; uma análise detalhada das ferramentas de análises pode oferecer insights valiosos sobre o desempenho das campanhas e ajudar a definir o público-alvo com mais precisão.

Adotar uma abordagem centrada no usuário é crucial, permitindo que as empresas se conectem de forma mais pessoal com seus clientes e se ajustem às suas necessidades e expectativas em constante evolução.

Compreender essas dinâmicas e implementar uma estratégia bem ajustada pode proporcionar vantagens competitivas significativas e garantir um engajamento mais eficaz e duradouro com o público.

Leia mais

Você gostou dos ensinamentos de Kotler? No microbook do livro Marketing 4.0, disponível no 12min, você tem mais informações relevantes. Inclusive, você pode conhecer as novas métricas de produtividade do marketing, como por exemplo, a taxa de ação de compra (Purchase Action Ration – PAR) e a taxa de defensores da marca (Brand Advocacy Ration – BAR).

O microbook do 12min fala ainda do marketing centrado no usuário. Ou seja, relacionamento com os clientes como pessoas próximas e não como números ou metas a serem alcançadas.

Ficou interessado? Então conheça o 12min, a sua plataforma de desenvolvimento pessoal. 

Continue aprendendo

livro marketing 4.0 pdf

Se você curtiu o resumo do livro Marketing 4.0, fale pra gente a sua opinião! 

Lembre-se que 12min disponibiliza uma série de outras obras fantásticas, dos mais renomados autores. Vale a pena conhecer a nossa biblioteca. Tudo nos formatos microbook e audio book. 

Você ainda pode acessar pelo celular, utilizando os aplicativos para Android ou iOS.

E se você quer impulsionar o seu empreendimento, o 12min é um forte parceiro seu. E nós selecionamos uma obra para que você possa seguir avançando nos seus conhecimentos sobre marketing. Pegue aí.

Marketing de Permissão – Seth Godin

livro Marketing de Permissão

Quem aí gosta de ser interrompido? Ninguém, não é mesmo! Assim, ao invés de incomodar seu cliente em potencial, porque não incentivá-lo a aceitar suas mensagens de marketing voluntariamente?

O Marketing de Permissão permite que você fale apenas com quem realmente se interessa em seus produtos e serviços e permite que sua empresa crie relações de longo prazo com seus clientes. Imperdível!

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Se as informações sobre o livro Marketing 4.0 foram relevantes para você, certamente irão ajudar os seus amigos também. Assim, compartilhe esse post em sua rede social!




Resumo do Livro Dobre Seus Lucros, de Bob Fifer,

Seis meses ou menos é o tempo que você leva para aumentar as suas vendas e jogar os resultados da sua empresa nas alturas. Isso é o que garante o livro Dobre Seus Lucros, Bob Fifer. Mas, para conseguir essa façanha, é preciso seguir um plano.

livro dobre seus lucros

Bob Fifer é formado pela  Harvard College e Harvard Business School. Com apenas 29 anos de idade, ele assumiu a cadeira de CEO da Kaiser Associates. Atualmente, atua como consultor financeiro e o seu livro vem sendo considerado uma leitura obrigatória pelos gestores de sucesso, entre eles, Jack Welch, da GE.

Você está convidado a conhecer conosco o guia de Fifer de multiplicação dos lucros. O trabalho dele é amparado em uma pesquisa realizada entre várias empresas americanas. 

Dobre seus lucros com foco no que interessa

De acordo com o livro Dobre Seus Lucros, empresas menos lucrativas inevitavelmente afundam na mediocridade em todos os sentidos – moral, qualidade de produtos etc. Ao contrário, na outra ponta, estão as companhias que dispõem de dinheiro para valorizar os seus funcionários, investir em desenvolvimento profissional, em novos produtos e tecnologias etc. 

Assim, o primeiro passo para ir bem longe com o seu projeto de impulsionar os resultados da sua empresa é colocar o foco principal nos lucros. Essa é uma regra de ouro.

Mas, para aumentar o lucro, você precisa trabalhar em 3 pilares: 

  1. Sua cultura 
  2. Seus custos
  3. Suas vendas

Vamos falar um pouco mais de cada um desses pilares.

1. A cultura lucrativa

dobre seus lucros bob fifer pdf

O livro Dobre Seus Lucros defende a meritocracia como base do processo de melhoria contínua em busca de um lucro cada vez maior. Ou seja, para criar uma cultura vencedora, o certo é abrir oportunidade para que todos os funcionários cheguem ao topo. No entanto, apenas os melhores devem completar o percurso e serem recompensados.

Dicas do autor para espalhar a cultura de sucesso na sua empresa:

  • Foque no que é importante, ou seja, nos resultados da empresa.
  • Não construa processos novos, a menos que seja absolutamente necessário.
  • Defina a missão da empresa e certifique-se de que todos os funcionários a conheçam e entendam. 
  • Nunca se desculpe pelo esforço de maximizar os lucros.
  • Não perca tempo quantificando um problema cuja solução já é conhecida. 
  • Atribua urgência para as coisas importantes, sempre estabelecendo prazos realmente curtos.
  • Mantenha uma escassez de recursos, para que as pessoas consigam separar as tarefas produtivas das demais.
  • Seja o melhor: os melhores serão recompensados.

2. Redução de custos

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Não dá pra brincar com esse assunto. E o autor do livro Dobre Seus Lucros afirma que os custos devem ser categorizados entre estratégicos e não-estratégicos. 

Os custos estratégicos são os gastos com coisas que claramente acrescentam ao negócio e melhoram áreas, como o comercial, marketing e P&D (Pesquisa e Desenvolvimento). 

Os custos não-estratégicos são aqueles necessários para gerir o negócio, mas que não trazem diretamente melhoras ou lucros, por exemplo, uma reforma do escritório da empresa.

As 2 regras para reduzir gastos e gerir uma empresa são: superar os competidores em relação aos custos estratégicos e não medir esforços para cortar os custos não-estratégicos.

Cortando os custos não-estratégicos

As regras de cortes valem não somente para os momentos de vacas magras, mas nos momentos bons também. Ou seja, a empresa não pode medir esforços para reduzir ao máximo os custos não-estratégicos.

As dicas do livro Dobre Seus Lucros são:

  • Analise cada custo e tenha em mente que não existem “custos intocáveis”. Em outras palavras, qualquer custo pode ser eliminado, a menos que se prove o contrário.
  • Corte primeiro e pergunte depois. Cautela do gestor na hora de cortar custos pode ser um grande erro. 
  • Tome decisões rápidas e não perca tempo analisando pilhas de dados, se você não precisar deles de fato. Um bom gestor faz 1% do trabalho, mas contribui com 50% do valor da empresa, pois, seu discernimento para tomar boas decisões gera lucros.
  • Defina prazos para os stakeholders cumprirem.
  • Adote uma política de autorização prévia, por parte dos superiores, de qualquer tipo de custo extra. Por exemplo, contratação de pessoal, aquisição de materiais etc.
  • Determine alguém da diretoria ou alta gerência para negociar redução de preços com os fornecedores. Garanta que essa pessoa analise os custos dos fornecedores minuciosamente.
  • Não deixe a sua área de Pesquisa e Desenvolvimento somente nas mãos dos pesquisadores. Ou seja, invista em um gestor capaz de medir o retorno do P&D da empresa.
  • Não proteja ninguém na hora de cortar despesas, portanto, todos os cargos e departamento devem estar no mesmo barco. 

Táticas para redução de custos

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Não existem custos sagrados e eles devem ser implacavelmente banidos

Pergunte-se: se eliminasse esse custo, o que eu perderia, em termos de receita e de lucro? Como e onde? Se não puder imaginar as respostas, não precisa desse custo. 

Firmeza e competência geram respeito, não ressentimento. 

É a combinação de firmeza, incompetência e mediocridade que gera ressentimento. 

Cortes e congelamentos junto aos fornecedores são estratégicos

Comunique oficialmente os fornecedores sobre a necessidade de manter os preços por um determinado tempo (doze ou dezoito meses), em nome da competitividade. Seja claro que não se aceitará aumento de preços – e não adianta insistir.

Atraso nos pagamentos favorece o balanço da empresa

Nesses tempos de concorrência acirrada, para muitos fornecedores, é preferível esperar um pouco mais para receber do que perder um cliente. Assim, nunca pague uma conta até que o fornecedor cobre sua empresa pelo menos duas vezes. Lembre-se de que alguns deles chegam a levar até dois anos para reclamar o pagamento de uma conta. 

Economia na aquisição de produtos e serviços

É possível economizar até 15% nas compras de produtos e de 30% na contratação de serviços, com um bom planejamento. Assim, promova cortes e espere pelas reclamações. Se isso ocorrer, repense sobre o custo em questão.

Corte de funcionários

A demissão de um funcionário ruim estimula os outros a produzirem mais. Além disso, é possível reduzir até 25% do pessoal, na maioria das empresas, sem qualquer perda de valor.

De olho na eficiência e eficácia

O excesso de funcionários, a falta de controle ou de controle severo levam, inevitavelmente, a uma administração indolente e ineficaz. A única forma de promover a eficiência e eliminar trabalho e esforço desnecessários é manter escassos os recursos humanos. 

Benefícios e bonificações somente para o pessoal que realmente dá valor

Qualquer benefício que se torna “automático” deixa de ter valor como motivação e passa a ser um instrumento da má administração. Assim, conceda aumentos sempre que eles forem merecidos pelos seus funcionários.

Combata a resistência dos stakeholders

A resistência dos stakeholders não pode atrapalhar os seus planos. Então, é imprescindível que a cultura organizacional se responsabilize por semear a importância da redução de custos para a empresa, fazendo disso uma rotina entre todos os envolvidos direta e indiretamente no negócio. 

3. Impulsionando as suas vendas

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A regra principal de sucesso em uma venda é tratar o cliente como gente, e não como empresa, afirma o livro Dobre Seus Lucros. Assim, lembre-se que, quando se trata de pessoas, as emoções têm peso significativo na hora de decidir qualquer coisa.

E trate de manter o seu cliente fiel ao seu produto/serviço. Afinal, é muito mais fácil e mais barato vender para um cliente fiel do que conquistar um novo cliente. Por isso, invista em experiências positivas e relacionamentos.

Os 5 ingredientes para uma venda bem-sucedida:

  • Mostre sua competência;
  • Demonstre empatia;
  • Seja leal;
  • Faça-se de difícil;
  • Use o problema do cliente para transformar seu interesse pessoal por ele em uma obrigação dele em relação a você.

Dicas para aumentar suas vendas

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  • Lembre-se sempre que o cliente está em busca da satisfação de suas próprias necessidades – ele não está interessado em agradar você.
  • Tenha confiança em você e em seu produto. Se você hesitar na frente do cliente, pode gerar insegurança nele e colocar toda a transação a perder. 
  • Atraia seu cliente: isso significa ter carisma, boas maneiras e uma personalidade agradável. Além disso, inclui um certo senso de humor e interesse pelo que acontece à nossa volta e no mundo, saber escutar e ser fácil de ser compreendido.
  • Defina seu preço da maneira certa, ou seja, sempre cobre de cada cliente o máximo que ele está disposto a pagar. Pergunte-se se um aumento de preços poderia empurrar o cliente para outro fornecedor.
  • Descubra a sensibilidade ao preço do seu cliente, para identificar o maior preço possível.
  • Segmente seus clientes, para oferecer produtos customizados e, assim, cobrar preços mais altos, maximizando o seu lucro.
  • Ofereça mais de um produto ao cliente. Essa estratégia dificulta a recusa dele.
  • Se perder uma venda, avalie o que poderia ter sido diferente. E não cometa o mesmo erro duas vezes.
  • Atenda as demandas do seu cliente com rapidez e profissionalismo.
  • Invista no suporte ao cliente e no pós-venda, por meio de um excelente relacionamento.
  • Coloque energia, também, no marketing e nos seus vendedores. 

Continue aprendendo

Então, você curtiu as dicas de Bob Fifer? Fale pra gente a sua opinião! E lembre-se que o microbook do livro Dobre Seus Lucros está no 12min. Se você preferir, pode acessar, também, a versão audio book.

O 12min – a sua plataforma de desenvolvimento pessoal – disponibiliza uma série de outras obras fantásticas, dos mais renomados autores. Vale a pena conhecer a nossa biblioteca. Tudo nos formatos microbook e audio book. 

Você ainda pode acessar pelo celular, utilizando os aplicativos para Android ou iOS.

Assim, se você é um amante dos livros, como instrumento de crescimento profissional e pessoal, o 12min é um forte parceiro seu.

E já que esse post falou de cultura organizacional, custos e vendas, nós selecionamos três outras obras sobre estes temas, para você avançar ainda mais nos seus conhecimentos. Anote aí.

Administração de Alta Performance – Andrew S. Grove

administração de alta performance

Essa obra destaca três ensinamentos:

  1. quais as técnicas e indicadores você pode usar para tornar o recrutamento corporativo tão preciso e mensurável quanto a fabricação;
  2. como transformar seus subordinados e colegas em membros de uma equipe altamente produtiva;
  3. como motivar essa equipe a atingir o melhor desempenho de cada vez.

Administração de Alta Performance é considerado um dos melhores livros de cultura organizacional e liderança. Além disso, ele é indicado para diferentes níveis da hierarquia – do supervisor ao CEO. Para Grove, a principal característica de um bom gestor é o foco em resultados.

Eu Quero Ser Rico! – Maurício Bastter Hissa

Eu Quero Ser Rico! - Maurício Bastter Hissa

Você já tentou emagrecer? Na teoria, funciona da seguinte forma: se você come mais do que gasta, você engorda. Se você gasta mais do que come, você emagrece. Simples assim. 

Com a riqueza, o processo é exatamente o contrário: você tem de produzir e, também, poupar mais do que gasta. Mas, segundo Hissa, há duas vantagens em relação ao emagrecimento: 1) é mais fácil enriquecer do que emagrecer e 2) Existem os juros compostos (que não aparecem no emagrecimento).

Assim, para enriquecer, você precisa gastar menos do que produz, com a vantagem de poder investir o que sobra. 

Receita Previsível – Aaron Ross & Marylou Tyler

Receita Previsível - Aaron Ross

Uma estratégia de sucesso da Salesforce virou livro: Receita Previsível. Escrito por Aaron Ross, um dos maiores especialistas em vendas B2B/SaaS do mundo, e Marylou Tyler, o best-seller revela como a empresa gerou milhões de dólares em novos contratos.

Em pouco tempo, Receita Previsível transformou-se em referência para todos os empreendedores que buscam dar uma guinada nas vendas. O método apresentado no livro vem sendo estudado e copiado por organizações no mundo inteiro.

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Se as informações sobre o livro Dobre Seus Lucros foram relevantes para você, certamente irão ajudar os seus amigos também. Assim, compartilhe esse post em sua rede social!




Resumo do Livro A Ascensão do Dinheiro, de Niall Ferguson,

Como surgiu o dinheiro e a sua evolução para os padrões atuais? No livro A Ascensão do Dinheiro, o professor Niall Ferguson descreve a história financeira do mundo e explica como o conceito do dinheiro é mais importante do que o objeto em si.

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O autor ainda dá uma “passada” pelo mercado de ações e as bolhas financeiras. Além disso, ele explica o que são títulos do governo e porque o mercado imobiliário deixou de ser um bom investimento.

E, é claro, você vai entender como a China vem ganhando, a cada dia, mais e mais poder, ameaçando a liderança norte-americana.

Então, ficou interessado? Siga lendo esse post aqui mesmo ou, se preferir, baixe o PDF ao lado.

Sobre o autor

Niall Ferguson é um historiador escocês, professor de História na Universidade de Harvard. É também escritor e palestrante sobre história internacional, financeira e econômica, além de imperialismo Britânico e Americano. Em 2004, Ferguson foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Mais tarde, foi conselheiro da campanha presidencial do republicano John McCain.

A descida ou a ascensão do dinheiro? 

Em entrevista, Ferguson foi questionado se o nome do livro não trazia uma boa dose de ironia. No entanto, ele afirmou que, se fosse uma obra sobre uma história recente, cairia bem o título “A Descida do Dinheiro”. Mas, por abranger 4 mil anos, é correto utilizar o termo “ascensão”.

O dinheiro faz o mundo girar

Mundo girar

O dinheiro nem sempre existiu, mas mudou o ser humano, que de caçador passou a ser participante financeiro. E apesar de controvérsias por parte de alguns estudiosos, a história tem provado que o dinheiro é uma das maneiras mais eficientes de conduzir negócios diários. 

O livro A Ascensão do Dinheiro lembra que alguns povos usavam conchas, tecidos, argilas e metais para representar o dinheiro. No entanto, a ideia sempre foi a mesma: o valor real que o dinheiro tem é representado pelo bem ou serviço que uma pessoa está disposta a trocar por ele.

Ferguson lembra que, na antiguidade, a maior parte do dinheiro era feita de metais preciosos, como ouro, prata ou bronze. Esses metais eram raros, portanto, valiosos. Assim as pessoas estavam dispostas a recebê-los como moeda de troca por serviços prestados ou produtos.

Naquela época, as pessoas podiam pedir aos bancos pelo ouro que o dinheiro representava. Hoje, a situação mudou, ou seja, o dinheiro agora é intangível e só tem valor porque algumas pessoas acreditam nisso.

Atualmente, a maioria das nossas transações é realizada sem usar dinheiro em espécie. Assim, podemos ver mais claramente a verdade. Ou seja, o dinheiro não é uma substância, mas uma ideia criada e acreditada pela raça humana.

A proteção do dinheiro

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O livro A Ascensão do Dinheiro mostra que, com o surgimento do dinheiro, veio a necessidade de protegê-lo. Assim, nasceram os seguros, que segundo o autor, foram inovações muito relevantes.

O seguro nada mais é do que uma ferramenta para gerenciar o risco, na qual alguém é pago para assumir a responsabilidade por algum desastre. Existem vários riscos que precisam ser gerenciados. Por exemplo, o risco de perder sua casa ou seus bens, o risco de perder seu rendimento por alguma doença e até mesmo o risco de morte.

Quando você paga por um seguro, quer ter a certeza de que não precisará desembolsar quantias muito altas quando coisas ruins acontecerem. Assim, se ocorrer um desastre, a seguradora pagará os prejuízos no seu lugar. Ou seja, o seguro é um investimento para nos proteger contra um futuro imprevisível.

Mas a verdade é que essas seguradoras possuem inúmeros métodos para calcular o risco de que as coisas aconteçam. Se o risco é alto, você paga um valor maior. E como o negócio delas é prever a probabilidade de que coisas ruins aconteçam, elas normalmente acertam. 

Assim, quando você é aceito no portfólio de clientes de uma seguradora, isso significa que ela está apostando contra o seu desastre.

O livro A Ascensão do Dinheiro aconselha, ainda, olhar para a seguridade social e a previdência do governo como um tipo de seguro financeiro. No entanto, afirma o autor, confiar inteiramente no governo para sua proteção financeira pode não ser a melhor opção. 

Leia, aqui no 12min, um artigo sobre o que é previdência complementar e as suas vantagens.

O mercado de ações

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A invenção da ações das companhias foi uma inovação financeira importante na história do dinheiro. Segundo o livro A Ascensão do Dinheiro, esse conceito permitiu que os negócios se protegessem financeiramente, distribuindo o risco fiscal entre um grande número de pessoas.

Nesse sistema, os acionistas têm uma porção dos lucros da companhia, mas também são responsáveis pelas dívidas da empresa. No entanto, essa responsabilidade só se estende ao valor das ações que possuem. 

Ferguson lembra que a compra e venda de ações acontece no mercado de ações. Esse é um ambiente volátil e rápido, que tem o poder de construir ou de quebrar uma economia. O preço das ações é determinado pelos lucros que os compradores imaginam que ela fará no futuro. 

Alguma vezes, ocorre de os preços das ações estarem muito altos e caírem rapidamente, resultando em bolhas financeiras.

Entenda melhor as bolhas financeiras

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De acordo com o livro A Ascensão do Dinheiro, as “bolhas” seguem o seguinte padrão:

  1. As circunstâncias econômicas mudam e as oportunidades de lucro aparecem. 
  2. Surge a euforia e as pessoas começam a trocar as ações em excesso e o preço começa a subir. 
  3. Esse comportamento é rapidamente seguido pela mania, que é a bolha. 
  4. Os investidores inexperientes ficam empolgados e são enganados. 
  5. A aflição toma conta dos acionistas mais experientes, que descobrem que os lucros esperados não serão alcançados. Eles começam a vender suas ações para salvar o dinheiro investido.
  6. A repulsa se generaliza e todos tentam desesperadamente vender suas ações a qualquer preço. A luta de cada um é para escapar, enquanto ainda pode, explodindo a bolha.

Os efeitos são dramáticos para a economia. Entre um dos grandes exemplos, foi o estouro da bolha nos Estados Unidos, em 1929. O país foi tomado pela Grande Depressão, que durou uma década inteira. 

Imóvel deixou de ser um bom investimento

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No livro A Ascensão do Dinheiro, o autor mostra que o mercado imobiliário deixou de ser um investimento atraente. Em parte, isso se deve às hipotecas subprime. Ele explica que essa hipoteca se dá quando uma instituição financeira empresta dinheiro com uma taxa de juros ajustável para alguém com crédito ruim, o que permite que essa pessoa compre uma casa. 

Ocorre que essa instituição reutiliza a hipoteca e a vende para uma terceira pessoa que não sabe o risco que está assumindo. Depois do período inicial de taxas de juros baixas e pagamentos baixos, os juros aumentam e o dono da casa com crédito pobre não consegue mais pagar.

Quando a pessoa não cumpre com o pagamento da hipoteca, ela é despejada e a casa é vendida. Assim, a terceira pessoa que é agora dona da hipoteca pode recuperar seu dinheiro da venda da propriedade.

Nos últimos anos, garante o autor de A Ascensão do Dinheiro, milhares de hipotecas subprime foram liberadas. Isso resultou em um mercado inundado de casas hipotecadas sem pagamento. Em consequência, o preço das propriedades desvalorizou e muitas pessoas perderam dinheiro com o valor de suas casas despencando.

Os títulos do Governo

As companhias e os países precisam de empréstimos em grandes quantidades para apoiarem seus programas. Mas os bancos não conseguem suportar os fundos gigantescos que um governo demanda para gerir um país inteiro. E é por isso que os títulos foram criados.

Um título de governo é uma promessa do governo emissor de pagar o dinheiro que a pessoa está guardando. Eles são emitidos por um certo tempo com uma taxa de juros fixada, que determina o que o proprietário deve receber. 

Os títulos existem há muito tempo e ajudaram os governos a levantarem dinheiro para guerras e programas diversos. Mas se um governo não pode pagar suas dívidas, o efeito no mercado de títulos pode ser catastrófico para a economia do país.

O título não vale muito no mercado, se o governo não tem credibilidade. Então, ele será vendido por um valor menor do que realmente vale. Quando o valor de um título cai, os juros aumentam. Quando as taxas de juros dos títulos aumentam, as taxas de juros de empréstimos do país também aumentam.

O mundo está presenciando de uma mudança de poder

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Os Estados Unidos têm garantido a liderança como a potência financeira mundial, por mais de um século. Entretanto, garante o autor de A Ascensão do Dinheiro, graças aos problemas de crédito no país e à dívida monstruosa, essa realidade vem mudando. 

Alguns estudiosos estimam que a China pode se tornar o líder econômico do mundo até 2027. O fato é que a maioria dos chineses possuem reservas de dinheiro e, consequentemente, o país também possui. 

E quando os Estados Unidos precisaram de dinheiro, recorreram à China, que estava disposta a comprar títulos do governo americano e a estender créditos.

Ter bilhões, talvez trilhões de dólares americanos em títulos, fez com que a China pudesse manter o valor do seu dinheiro baixo. Isso significa que os bens são baratos e os consumidores americanos continuarão a gastar. 

Originalmente, os EUA aproveitaram seu relacionamento com a China e todas as vantagens que eram oferecidas. Mas agora essa relação parece ser a raiz do problema. Segundo o livro A Ascensão do Dinheiro, essa será uma grande inversão de papéis para os Estados Unidos. O país sai de líder financeiro mundial para uma nação que luta e precisa de assistência externa.

Enfim, os Estados Unidos gastaram ao invés de guardarem, e não protegeram suas finanças.

Continue aprendendo

A Ascensão do Dinheiro Niall Ferguson

Você gostou de conhecer sobre a história do dinheiro no mundo? Se quer saber mais sobre o assunto, acesse o microbook dessa obra no 12min – a sua plataforma de desenvolvimento pessoal. 

O 12min disponibiliza uma série de outras obras fantásticas, dos mais renomados autores. Vale a pena conhecer a nossa biblioteca. Tudo nos formatos microbook e audio book. 

E, hoje, nós temos 2 dicas de leituras imperdíveis. Anote aí!

Em Busca do Tesouro Direto – Miguel Longuini & Samy Dana

Em Busca do Tesouro Direto

Esse é um guia para investir em títulos públicos. Os autores esclarecem sobre as opções do Tesouro Direto, começando pelo Tesouro Prefixado, que é um título prefixado e com fluxo único de pagamento.

Depois, Miguel Longuini e Samy Dana falam sobre Tesouro Selic, que são títulos pós-fixados e indexados à taxa Selic, e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, títulos prefixados, mas com pagamentos semestrais de cupons de juros.

Os autores seguem detalhando o Tesouro IPCA+, pós-fixadas e indexadas ao IPCA e o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, que são também títulos pós-fixados ao IPCA, mas que possuem pagamento de cupons semestrais.

Achou complicado? Pois, esse guia foi elaborado exatamente para descomplicar tudo isso e permitir que você aprenda de vez a investir no Tesouro. 

O Capital no Século XXI – Thomas Piketty

O capital no Século XXI

Aqui, o autor disserta sobre o impacto da globalização e do desenvolvimento econômico em nossas vidas, na economia e no mundo contemporâneo.

Thomas Piketty descreve sobre a desigualdade de riqueza “espontaneamente alta” e alerta para a necessidade de se corrigir esse desvio. E essa solução, garante, não virá naturalmente. Ou seja. exige mudanças na política, visando acabar com o abismo e nivelar o campo do jogo.

Enfim, Piketty, lança uma reflexão profunda sobre o capitalismo. Ele mostra como uma economia capitalista não controlada pode conduzir a uma grande e perigosa desigualdade entre as classes média e alta. Cada afirmação é sustentada por dados e pesquisas extensas, como evidências de tendências anteriores e, também, com estatísticas reais.

Boa leitura e ótimos aprendizados!

Se você curtiu o resumo do livro A Ascensão do Dinheiro e as nossas dicas de leitura, deixe aqui os seus comentários! E lembre-se de compartilhar esse post em sua rede social!