Os brilhantes ensinamentos de Steve Jobs que podem mudar sua vida

Empreendedor ou não, se você é do mundo dos negócios, provavelmente já ouviu algum exemplo da Apple quando se fala de sucesso. Isso em qualquer área: gestão, marketing, produto, branding. Muito disso é devido a Steve Jobs e todo o seu legado.
Com certeza, podemos aprender muito sobre ele observando seus feitos. Mas ele sem dúvidas foi uma figura controversa. Algumas coisas devem ser aprendidas ao contrário: evitando fazer como ele fez.
Tentando retirar o máximo proveito da história de vida de Steven Paul Jobs, listamos as maiores lições, tanto positivas quanto negativas. Confira!

Todo negócio precisa de uma boa história

Você sabia que aquela história de que a Apple começou em uma garagem não é exatamente verdade? Em 2014, Steve Wozniak confessou em uma entrevista que a garagem fez parte sim da história, mas eles iam para lá raramente. Além disso, para a Apple tomar uma proporção maior do que uma garagem não demorou muito.
O que isso prova é que ter uma história é muito importante para a imagem da empresa. Afinal, dizer que produtos tão fantásticos saíram de uma garagem mostra o quanto são especiais.
Mas mentir pode estragar as coisas. Como nesse caso era apenas uma mudança simples se comparada à realidade, só fortaleceu a Apple. É como o próprio Woz disse: “não há nada que nos represente melhor do que a ‘garagem'”.

Para ser grande você não precisa exatamente ter uma capacidade técnica

Steve Jobs não tinha grandes capacidades técnicas. O que não faltava nele era sua crença no que queria criar e em muitas situações demonstrava não entender muito bem a possibilidade de fazer certas coisas.
Ele não conseguia criar grandes conexões com as pessoas exatamente porque vivia em um mundo só seu. Isso é bem fácil de ver no filme do Steve Jobs, dirigido por Danny Boyle. O que ele fez foi mostrar para os outros seu ponto de vista que estava anos luz à frente e sem desenhar gráficos era capaz de ser um designer.
Quem realmente colocava as mãos na massa nem sempre recebia o crédito devido porque ele sabia que sua pessoa era essencial para o processo. Sem ele nada teria sido feito.
Uma das maiores provas do pensamento no futuro de Steve Jobs é essa entrevista com Steve Ballmer, presidente da Microsoft na época: youtu.be/mHC7peDLWlQ

Sucesso não acontece de repente

Até mesmo a Apple demorou 20 anos para se tornar o que é hoje. Não adianta você desejar que seu negócio chegue perto de outros com muito tempo no mercado sem ter o tempo necessário.
A Apple teve dificuldades, tanto como empresa quanto com sua tecnologia, durante mais de uma década até encontrar o caminho da inovação novamente. Inclusive, está aqui um dos maiores erros da gigante: ter ficado parada no tempo atendendo demandas de clientes ao invés de inovar.
E é também por isso que hoje, se falamos sobre Steve Jobs, falamos sobre inovação.

Embalagem e apresentação são igualmente importantes

Uma das maiores verdades sobre ele é a de que ele sabia apresentar um produto. Não houve ninguém igual nesse ponto. A forma como ele planejava e realizava a apresentação era quase legendária.
Nesta cena do filme do Steve Jobs, ele insiste agressivamente que o computador precisava dizer “hello”. Isso era parte essencial da sua fala e mudaria o mercado de tecnologia. Aqui podemos ver o quanto ele era meticuloso com isso: youtu.be/XS-R1raNESI

E como ele resolveu o problema: youtu.be/ya0uliWzUTI

E depois que um novo produto era lançado por ele, você poderia dizer que os produtos do Google ou da Microsoft tinham as mesmas funcionalidades, mas nada encantava quanto o que ele havia mostrado.

Simplifique

Esse era um ponto muito importante da personalidade de Jobs. Ele simplificava ao máximo para poder se concentrar no que realmente importava. Steve aprendeu isso enquanto trabalhava na Atari, depois de largar a faculdade.
Os jogos da empresa não tinham manual e precisavam ser simples o suficiente para um estudante “chapado” conseguisse entender. No jogo do Star Trek as instruções eram:

  1. Inserir moedas
  2. Evitar os Klingons

A partir daí, Steve Jobs desenvolveu um amor pela simplicidade. E isso trazia foco não só para ele mesmo como também para a empresa toda: ele cortava linhas de produção sempre que podia, demitia pessoas irrelevantes, diminuía estoques.

Escolha bem as pessoas ao seu lado

Uma parte da personalidade de Steve que irritava as pessoas era de não tolerar quem ele não gostasse ou não tivesse nada para oferecer. Assim, sua equipe só era formada por pessoas em quem ele confiava – e ele sabia muito bem identificar quem estava atrapalhando.
Não é porque uma pessoa parece legal socialmente que ela vai saber tomar decisões na sua companhia, fazer um bom trabalho e contratar pessoas boas. Não se prenda: não deixe que os incompetentes tomem o seu tempo e a sua energia.

Você não pode fazer tudo sozinho

O próprio Steve Jobs eventualmente aprendeu que precisava contar com a ajuda das pessoas em algum momento. Entre sua volta à Apple e seus últimos dias trabalhando, ele se tornou um gerente muito melhor, com menos espetáculos de raiva e grosseria.
Ele percebeu que se você quer ter sucesso, precisa contar com seu time. Você precisa de pessoas e elas devem ser talentosas – se puder, as mais talentosas do mercado. Elas também precisam ser inspiradas pelo trabalho da empresa e devem ter oportunidade para errar e acertar.

Você define as regras do jogo

Não adianta ganhar o jogo. Você precisa redefini-lo a seu favor. O iPhone veio dessa ideia – ao invés de bater de frente com os grandes da época, a Apple criou algo totalmente novo. Antes disso, os celulares tinham teclados físicos e o iPhone quebrou isso.
Essa é a essência de quem foi Steve Jobs – esquecer as regras do jogo, pensar diferente e criar algo que tenha vantagens nunca antes imaginadas.

Não brinque com a sua saúde

Quando médicos dão conselhos a você: siga-os. É incrível celebrar a vida de Steve Jobs, mas a verdade é que ele poderia ainda estar por aqui.
Quando os médicos encontraram o câncer, aconselharam que ele o tratasse, o que ele não fez. Ao invés disso, ele procurou outros tratamentos que não foram efetivos. Quando ele decidiu seguir as ordens médicas era tarde demais.
Por isso, antes de mais nada, cuide do seu estilo de vida. Conviva com quem você ama, pratique atividades físicas e coma bem. Assim você estará aqui para colher os frutos do trabalho duro de agora.

Steve Jobs: seguir ou não?

A verdade é que podemos aprender muito com a vida dessa personalidade. Não podemos demonizá-lo nem idolatrá-lo completamente – apenas absorver o que pode trazer benefícios e seguir em frente.
Steve Jobs não será jamais esquecido e não só porque ele tirou a Apple da quase falência para uma empresa lucrativa no tempo de um ano. Ele mesmo aprendeu com seus erros e por isso seu legado é tão grande.
Se quiser conhecer mais sobre a história de Steve Jobs, não deixe de ler o microbook baseado em sua biografia: Steve Jobs, de Walter Isaacson. O biógrafo foi contratado pelo próprio Steve para escrever sobre sua vida antes de falecer.
Assinando o 12Minutos você tem acesso a uma biblioteca gigante com os maiores títulos de não ficção do mundo. Não deixe de começar o seu trial agora mesmo!

Steve Jobs

Descubra os melhores livros de empreendedorismo

livros de empreendedorismo

Preparar uma lista de livros sobre empreendedorismo não é tarefa fácil. Isso porque são incontáveis as opções de títulos imperdíveis e autores fascinantes.

Além disso, o tema empreendedorismo aborda um amplo leque de assuntos. Por exemplo, foco, persuasão, finanças, criatividade, inovação, hábitos, administração, marketing etc.

Nós selecionamos aqui 20 obras obrigatórias para quem planeja empreender e para aqueles que já têm o próprio negócio, mas pensam em chegar mais longe. Os livros são valiosos, também, para os profissionais que buscam se destacar na carreira.

Você está pronto? Então, venha com a gente!

Livros de empreendedorismo que você não pode deixar de ler

A Arte de Fazer Acontecer – David Allen

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Vamos começar a nossa lista dos melhores livros de empreendedorismo com essa obra valiosa. Nela, o autor ajudará você a se manter organizado. E como todo mundo sabe, organização tem tudo a ver com produtividade, que está diretamente ligada aos resultados. Para isso, o autor ensina um método criado por ele e batizado de GTD (Getting Things Done) que o leva a focar na sua tarefa atual sempre, sem distrações. Além disso, o GTD trabalha com uma fórmula para estabelecer prioridades e entregar soluções no prazo.

Administração de Alta Performance – Andrew S. Grove

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Essa é uma obra fantástica sobre empreendedorismo e administração, escrita pelo ex-CEO da Intel e voltada para gerentes, diretores e CEOs. No entanto, suas recomendações valem para todo profissional que precisa levar o seu time a produzir algo de valor. Desta forma, o autor revela quais as técnicas e indicadores que tornam um recrutamento corporativo preciso e mensurável; como transformar seus liderados em uma equipe altamente produtiva e como motivar esse grupo a atingir o melhor desempenho. Ou seja, Grove ressalta que a principal característica de um bom gestor é o foco em resultados. E para se chegar lá é fundamental entender como a corporação deve funcionar.

A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne

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A estratégia do oceano azul explica como guiar seu negócio por mares com menos competição e maior lucratividade. Ou seja, para evitar oceanos vermelhos, não nade com os tubarões. Para se chegar às suas conclusões, os autores pesquisaram empresas como a Tesla Motors e Starbucks, criando um modelo de inovação que permite repensar a maneira como a sua empresa compete no mercado. O livro propõe regras e princípios a serem seguidos por empreendedores, gerentes, CEOs e diretores.

A Startup Enxuta – Eric Ries

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Como empreendedores usam a inovação contínua para criar negócios bem-sucedidos? Eric Ries, que é dos destaques entre os autores de empreendedorismo, tem a resposta. Segundo ele, uma startup é uma organização criada em situações de extrema incerteza, buscando um modelo de negócios escalável e repetível. E nesse livro, Ries propõe a metodologia da Startup Enxuta, também conhecida como metodologia lean, como ferramenta para tornar as empresas mais ágeis e eficientes. Tudo isso, gastando menos e aproveitando ao máximo do seu maior ativo, que são as suas pessoas.

As Armas da Persuasão – Robert B. Cialdini

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Essa é uma aula sobre como influenciar e não se deixar influenciar pelas pessoas. Por isso é considerado um dos livros para empreendedores que você deve acrescentar em sua biblioteca. Robert Cialdini é um PhD em psicologia e, segundo ele, existem 6 princípios fundamentais que geram mudança. Assim, você precisa aprender a dominá-los e se defender deles, caso queira entender como a persuasão funciona. Desta forma, você não cairá nas peças que nossa mente nos prega quando alguém tenta nos convencer a fazer algo.

Behind the Cloud – Marc Benioff e Carlye Adler

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A nossa próxima dica de livros de empreendedorismo vem de Marc Benioff, considerado o pai das indústrias de software como serviço e computação na nuvem. Sua empresa, a Salesforce.com, é simplesmente o maior caso de sucesso de criação de uma empresa que atingiu 1 bilhão de dólares em receitas em apenas 10 anos. “Behind the Cloud” revela como Benioff tirou do papel uma ideia nova e se diferenciou dos seus competidores com um novo movimento onde os usuários não precisam mais instalar softwares em seus computadores para trabalhar. E o segredo de Benioff para colocar o plano da Salesforce em ação é simples. Segundo ele, basta focar e executar a ideia na qual você acredita, mesmo que isso signifique ir contra a multidão.

Contágio – Jonah Berger

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Por que as coisas pegam? Em “Contágio”, um dos melhores livros sobre empreendedorismo, Berger ensina as técnicas para gerar buzz focado em negócios. Mas com um detalhe: usando poucos recursos financeiros e gerando resultados rápidos e extraordinários. Para o autor, a receita do sucesso está em dominar os seis princípios do Contágio (Moeda Social, Gatilhos, Emoção, Público, Valor Prático e Histórias). Se você seguir as dicas, Berger garante que estará credenciado a alavancar negócios de diversificados portes e também empreendimentos individuais. Tentador, não é?

De Zero a Um – Peter Thiel & Blake Masters

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Todos nós temos muito o que aprender com o Vale do Silício. É por isso que essa obra integra a nossa lista de melhores livros para empreendedores. Um dos seus autores, Peter Thiel, foi o fundador do PayPal e um dos primeiros a investir no Facebook. Isso fez dele um dos bilionários mais influentes do Vale. Agora, você pode se aprofundar em sua filosofia e conselhos, que foram documentados por um grupo de seus alunos, na faculdade de Stanford. Você vai entender porque, em uma startup, ir de “0 a 1” é mais importante que ir “de 1 a n”.

Dobre seus Lucros – Bob Fifer

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É evidente que em uma lista de livros de empreendedorismo deve constar um tema tão importante. E não se trata de um sonho. Pelo contrário, o autor tem um plano claro para levar você até essa meta. Como consultor financeiro, ele analisou várias empresas americanas antes de elaborar esse guia de como aumentar sua lucratividade. E, segundo ele, em primeiro lugar, você tem que colocar o lucro como foco principal. Depois, é preciso trabalhar em três grandes pilares: sua cultura, seus custos e suas vendas. Você vai ganhar em redução de custos, aumento das vendas e melhora dos resultados.

Empresas Feitas Para Vencer – Jim Collins

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Por que algumas empresas alcançam a excelência e outras não? O best-seller de Jim Collins apresenta inúmeros exemplos reais de organizações que saíram do status de medíocres ou até mesmo ruins, para excelentes. Em sua pesquisa, o autor analisou dados financeiros, artigos e uma extensa base de informações corporativas de grandes empresas americanas. Segundo Collins, essas organizações de sucesso, além de alcançarem uma qualidade duradoura, elas conseguem se manter nesse patamar de superioridade. Trata-se de um dos livros de empreendedorismo imperdível para quem busca sair da zona de conforto e comemorar o sucesso.

Inspired – Marty Cagan

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Essa obra é destaque entre os livros de empreendedorismo e livros sobre inovação. Afinal, a cada dez produtos lançados, nove fracassam por não conseguirem atingir seus objetivos. Em muitos casos, isso acontece por falta de um bom processo de gestão de produtos e escassez de bons profissionais nessa área. Assim, em “Inspired”, Cagan nos ensina como criar produtos que os clientes adoram. E ele sabe do que está falando. Isso porque Cagan participou ativamente do desenvolvimento de produtos em empresas como Ebay e AOL e centenas de outros lançamentos do Silicon Valley Product Group.

Marketing 4.0 – Philip Kotler

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Empreendedorismo e marketing andam juntos, por isso essa é uma obra que obrigatoriamente deve constar em sua biblioteca. Escrito por um dos maiores especialistas de marketing de todos os tempos, o livro aborda como a internet e a ascensão do mundo digital mudaram a relação das empresas com seus consumidores. Kotler vai ajudar você a entender a nova dinâmica do mercado e como você pode melhorar sua produtividade nos dias atuais. Afinal, mudaram-se as regras e mudou também toda a sociedade. Uma preciosidade entre os livros de empreendedorismo mais vendidos.

Rework – Jason Fried e David Heinemeier Hansson

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Você precisa de muito menos do que imagina para realizar seu sonho de empreender. E o principal conselho do autor é: pare de falar e ponha as mãos na massa. Segundo ele, o segredo é começar pequeno e ser rápido. Para isso, você terá que burlar a sabedoria tradicional que segue a seguinte linha: monte um plano de negócios, analise o mercado, estude competidores e busque investimentos. Uma excelente sugestão em nossa lista de livros de empreendedorismo.

O Investidor Inteligente – Benjamin Graham

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Você quer evitar erros e aprender a executar estratégias de longo prazo bem-sucedidas? Aprenda com Benjamin Graham como ganhar dinheiro na Bolsa. De acordo com o autor, o primeiro passo para se tornar um investidor inteligente é entender a diferença entre especulação e investimento. O investimento garante que seu dinheiro inicial esteja salvo e que gere retornos adequados. Qualquer coisa diferente disso é especulação. “O Investidor Inteligente” foi apontado por Warren Buffet como “o melhor livro já escrito sobre investimentos”. Nada mal, se levarmos em consideração que Buffet integra a lista da Forbes das pessoas com maior capital no mundo. Então, inclua mais essa dica entre os seus livros de empreendedorismo.

O Poder do Hábito – Charles Duhhigg

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Essa é uma dica de ouro sobre livros para empreendedores iniciantes e os mais experientes também. Isso porque Charles Duhigg ressalta o impacto dos seus hábitos em quem você é e no que você é capaz de alcançar. Segundo ele, os hábitos fazem parte da fundação das nossas vidas e nossas empresas. Eles são responsáveis por uma grande parte dos resultados que obtemos. Duhigg explica ainda que o nosso cérebro encontra a todo instante maneiras para se esforçar menos e automatizar rotinas, apenas para economizar energia. Saiba como isso funciona em “O Poder do Hábito”.

Quem Pensa Enriquece – Napoleon Hill

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Enriquecer começa com o desejo de ser rico. No entanto, apenas querer e ficar esperando não gera riqueza. Para Napoleon Hill, o que pesa mesmo é uma intensa obsessão, que deve ser sustentada por um plano. No entanto, para desenvolver essa força, o autor sugere seis passos, que são comuns entre 500 milionários americanos pesquisados por Hill. Não é por acaso que “Quem Pensa Enriquece” está entre os livros de empreendedorismo mais vendidos.

Running Lean – Ash Maurya

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Que os empreendedores precisam adotar um processo enxuto para aumentar a competitividade, ninguém questiona. O problemas é que, muitas vezes, eles não entendem o que isso significa, não sabem por onde começar e nem quais resultados esperar. Nessa obra da nossa lista de livros de empreendedorismo, Ash Maurya aposta na metodologia lean como ferramenta para você dar o pontapé inicial ou expandir um negócio existente. Essa é uma leitura obrigatória.

Vai Lá e Faz – Tiago Mattos

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Começar uma empresa de sucesso, partindo do zero é possível sim. É isso que mostra o autor Tiago Mattos. Para ele, tudo vai depender do seu interesse e da sua capacidade de compreender o ritmo e as necessidades das múltiplas demandas do mercado atual. Aliás, Mattos afirma que nunca foi tão fácil fazer uma casa, uma passeata, uma viagem… e até mesmo uma empresa. No entanto, ninguém vai arregaçar as mangas por você. Só você mesmo.

Vender é Humano – Daniel H. Pink

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Vender é uma habilidade crucial no mundo dos negócios. Na verdade, é um grande desafio, tanto para o empreendedor em início de carreira, como para aquele que já se estabeleceu. E essa é uma das razões que colocam essa obra entre os livros de empreendedorismo mais importantes. Aqui, o autor dá uma aula sobre a arte de influenciar e convencer os outros a adquirirem o seu produto/serviço sem ser chato ou invasivo.

Venture Deals – Brad Feld & Jason Mendelson

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Entre os melhores livros de empreendedorismo, esse é direcionado para o empreendedor que busca por um investimento para alavancar o seu negócio. O autor ensina o leitor a lidar com investidores e advogados numa negociação. Ele ainda revela estratégias para se chegar a um acordo justo para todas as partes envolvidas. E mostra, ao mesmo tempo, um pouco mais sobre ecossistema dos fundos de venture capital, explicando, de maneira prática e didática, como as coisas funcionam. Assim, você vai aprender sobre como levantar dinheiro para o seu empreendimento.

Inspire-re!

livros de empreendedorismo

Existem ainda muitas outras histórias de empreendedorismo altamente inspiradoras. Conhecê-las pode ajudar você a encontrar o seu próprio caminho. Veja as nossas sugestões:

Abílio – Cristiane Correa

Elon Musk – Ashlee Vance

Nada Easy – Tallis Gomes

Sonho Grande – Cristiane Correa

Steve Jobs – Walter Isaacson

Mãos à obra!

livros de empreendedorismo

Apresentamos para você uma extensa lista de excelentes livros de empreendedorismo para ler, se inspirar, aprender e praticar tudo aquilo que se adapta ao seu negócio. Se você fizer o dever de casa corretamente, certamente, estará comemorando o sucesso bem rapidinho.

O 12min, o seu aplicativo de desenvolvimento pessoal, tem uma enorme quantidade de outros microbooks sobre empreendedorismo e outras categorias relevantes para o seu negócio. E se você preferir, pode optar pelos audiobooks. Bons aprendizados!

Agora é a sua vez. Você, gostaria de enriquecer a nossa lista de livros de empreendedorismo? Ou tem algum case inspirador para nos contar? Compartilhe conosco!

Entenda as vantagens do buzz marketing e comece a usá-lo

Tecnologia de ponta e inovação não foram suficientes para tirar de campo o famoso boca a boca. No mundo dos negócios, inclusive, ele está mais vivo do que nunca e vem sendo usado como estratégia de buzz marketing.

Muitas empresas estão adotando buzz marketing para manter o foco e a atenção das pessoas sobre a sua marca. E, para tomar essa decisão, elas se amparam em pesquisas.

buzz marketing

Por exemplo, o relatório da empresa americana Nielson aponta que 92% dos consumidores entrevistados confiam totalmente na indicação de um amigo ou familiar acima de qualquer outra forma de propaganda.

Mais um dado da Nielson para você refletir: 77% dos consumidores são motivados a comprar um novo produto, quando o conhecem por meio de uma recomendação boca a boca.

Outro levantamento divulgado em 2015, pela CMO, revelou que, naquele ano, o boca a boca foi responsável por 6 trilhões de dólares em consumo em todo mundo.

Entendendo melhor o buzz marketing

buzz marketing

Mesmo inconscientemente, todos nós fazemos buzz marketing no nosso dia-a-dia. Isso acontece quando falamos bem de um filme que assistimos no cinema ou de uma série da Netflix, incentivando as demais pessoas.

Fazemos buzz marketing quando elogiamos a comida e o atendimento exemplar de um restaurante, a performance de um carro ou a competência do médico…

Ou seja, buzz marketing é uma estratégia que tem como objetivo fazer as pessoas falarem sobre sua marca. A ideia é criar burburinhos e debates, colocando o seu produto ou serviço na boca do povo.

Esse é um conceito antigo, já usado pelos circos, por exemplo, para atrair os visitantes. Se você é desse tempo, certamente se lembra dos desfiles pelas ruas da cidade, com seus palhaços, malabaristas e animais, durante o dia. Com isso, tornavam-se o assunto entre os moradores e, o resultado: casa cheia na hora do espetáculo.

Princípios básicos do buzz marketing

buzz marketing

Você precisa gerar buzz (ruído, murmúrio) para dar às pessoas motivos para falarem sobre você. Mas, o buzz marketing de resultado não ocorre aleatoriamente no meio empresarial. Pelo contrário, as empresas fazem planejamentos estratégicos.

Além disso, você precisa se assegurar de que o seu produto/serviço é tudo aquilo que o consumidor está falando. Do contrário, seu esforço será visto como uma propaganda enganosa.

E mais: não adianta falar uma vez e sumir do mapa. O sucesso do buzz marketing está na qualidade, mas também na consistência das suas ações direcionadas para o público certo.

Buzz marketing e marketing viral

Marketing viral foca na criação de alguma peça (vídeo, cartaz etc) ou campanha que tenha alto teor de compartilhamento – “viralizável”. Nesses casos, o conteúdo é relevante para as pessoas a ponto delas quererem passar adiante.

Num primeiro momento, marketing viral e buzz marketing podem parecer a mesma coisa. Mas não são. A principal diferença é que o viral foca em compartilhar uma mensagem de forma espontânea, enquanto buzz marketing trabalha para estimular um debate sobre a marca.

Os seis botões para disparar ruídos

Mark Hughes, autor do livro Buzzmarketing: Get People to Talk About Your Stuff, relaciona seis botões que levam as pessoas a falarem sobre alguma coisa. São eles:

1 – Tabu

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Segundo Hughes, faz parte da natureza das pessoas falarem sobre o que não devem. Assim, as  empresas tendem a lançar mão de assuntos polêmicos, que geram discussão social. Como esses temas, geralmente, dão margem para diferentes pontos de vista, eles geram o debate acirrado.

O cuidado aqui é para não abusar e passar dos limites. Se isso acontecer, provavelmente, você vai criar um monte de inimigos.

2 – O incomum

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Crie algo exclusivo para brilhar mais que os outros na multidão e as pessoas falarão de você. Pode ser uma mensagem ou uma oferta, mas tem que ser algo único. E pode ser, também, o lançamento de uma coisa totalmente inovadora.

3 –  O notável

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Ninguém vai falar sobre a sua marca se ela não oferecer alguma coisa que esteja acima da média. Então, invista em algo notável e instigue o debate entre as pessoas. A ideia é que seja um diferencial de altíssima qualidade e inesperado.

4 – O ultrajante

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Quando se trata de negócio, isso não é algo simples de se fazer. É preciso ficar atento para que o conteúdo do buzz marketing tenha relação direta com a sua marca. Ou seja, se você fizer um vídeo que causa reação nas pessoas, mas que elas não associem a mensagem com a sua marca, você sairá no prejuízo,

5 – O hilariante

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Essa é a estratégia que faz as pessoas rirem ou se divertirem, mas também é muito difícil de ser aplicada no mundo dos negócios. Nesse caso, também, o seu material engraçado tem que ter conexão com a marca.

6 –  Os segredos

buzz marketing

As pessoas adoram falar de segredos. Elas amam o mistério e descobertas privilegiadas. Quando alguém fica sabendo de um segredo, ela quer logo contar para os outros. Esse é um prato cheio para colocar a sua marca de boca em boca. O sucesso desse gatilho está em revelar informações a conta-gotas ou dar pistas para aguçar a curiosidade das pessoas.

Buzz marketing – exemplos

Veja 3 exemplos de buzz marketing para você se inspirar:

Coca-Cola: quando lançou um comercial admitindo que o refrigerante Coca-Cola realmente causa obesidade.

O Boticário: quem não se lembra do comercial em que casais heterossexuais e homossexuais trocavam presentes na comemoração do Dia dos Namorados? Teve gente contra, a favor e a turma do tanto faz…

Steve Jobs: um especialista em buzz marketing. Em suas apresentações, quando ele dizia “One more thing”, a plateia ia ao delírio porque sabia que algo espetacular estava por vir.

Então, está preparado para usar o buzz marketing a favor do seu negócio? Lembre-se do valor dessa estratégia. Como disse o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, “pessoas influenciam pessoas. Nada influencia mais do que a recomendação de um amigo”.

E, agora, a dica de leitura da equipe 12MIN para você.

Contágio – Jonah Berger

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O autor ensina as técnicas para gerar buzz, focadas em negócios com poucos recursos financeiros, trazendo resultados rápidos e extraordinários. A proposta de Jonah Berger é tentadora: entender os princípios que transformam um conteúdo em um viral contagiante, que será compartilhado milhares de vezes a cada segundo, gerando visibilidade para a marca, além, é claro, de um impacto positivo nas vendas. Imperdível.

Boa leitura!

 

11 filmes que te deram uma lição de marketing e você não percebeu

Todo mundo adora um bom filme, não é mesmo? Com uma grande história, bons atores e uma trama envolvente.

E quando o assunto são produções com um ‘’quê’’ de realidade profissional em suas narrativas, o cinema dá um show! E nesse aspecto, filmes sobre marketing não faltam.

Se você é fã das telonas e quer unir o útil ao agradável, aprendendo boas lições de marketing com grandes clássicos, prepare a pipoca! Pois separamos uma lista de 11 filmes imperdíveis.

Alerta! Contém spoilers.

1. O Senhor das Armas (2005)

Para abrir nossa lista de filmes sobre marketing, vamos falar de Senhor das Armas (2005). Um dos filmes mais impressionantes dos últimos tempos.

A história mostra como Yuri Orlovi (Nicolas Cage) se tornou destaque em um ramo nada convencional: o tráfico de armas de fogo.

Justamente por se tratar de uma porção não explorada do mercado é que este filme transmite uma lição valiosa de marketing de nicho.

De forma geral, a estratégia foca em atender parcelas do mercado pouco exploradas e/ou que não tem suas necessidades bem atendidas. E foi exatamente assim que Orlovi se tornou, ainda muito jovem, O Senhor das Armas.

Mas cuidado! Ao contrário do que fez o personagem protagonizado por Nicolas Cage, recomendamos que você procure um nicho que seja legalmente aceito. Afinal, não queremos que você enfrente problemas na justiça.

2. The Circle (2017)

Na trama, a The Circle é uma das empresas de tecnologia mais poderosas do planeta.

Atuando no ramo da Internet, a companhia é responsável por coletar e conectar os dados dos seus usuários. Desde seus comportamentos de compra à demais detalhes de suas vidas privadas.

Ao ser contratada pela empresa, a protagonista Mae Holland (Emma Watson) fica muito empolgada com a possibilidade de estar perto das pessoas mais poderosas do mundo. Mas logo ela percebe que seu papel profissional é muito diferente do que imaginava.

Isto porque ela tem de encarar o dilema ético de lidar com dados de milhões de clientes da empresa, mesmo sem a anuência deles.

Este filme sobre marketing  chama atenção não só pela questão moral. Mas pelo potencial que o marketing por dados trás para as empresas. Além de levantar o debate sobre como coletar e usar tais informações de clientes em campanhas de marketing de forma estratégica e ética.

3. A Rede Social (2010)

Na lista de filmes sobre marketing, esta trama não podia ficar de fora.

A Rede Social (2010) conta a história de Mark Zuckerberg, criador do Facebook. Que no filme é interpretado por Jesse Eisenberg.

A trama mostra como Zuckerberg desenvolveu a rede social. Passando pela influência do término de seu namoro na ocasião e a trajetória com seus colegas.

Mas, o mais importante para os profissionais de marketing é observar como o criador de uma das maiores redes sociais do mundo se beneficiou de estratégias envolvendo marketing digital para promover seu produto. E como você também pode utilizar estas experiências para se beneficiar!

4. Obrigado Por Fumar (2005)

Obrigado Por Fumar (2005) ilustra o talento de Nick Naylor (Aaron Eckhart) ao fazer um trabalho altamente persuasivo em prol dos direitos dos fumantes exercerem seu livre arbítrio: o ato de fumar.

Todavia, Nick não é nenhum ativista dos direitos humanos. Mas sim o porta-voz de uma das maiores empresas de cigarros dos Estados Unidos.

Além da importância de conhecer o produto com o qual o profissional trabalha, talvez a principal lição que aprendemos com este filme sobre marketing é que o trabalho na área também caminha por temas delicados e com potenciais conflitos de interesse.

Porém, ao profissional, sempre cabe manter seus valores e buscar se destacar no mercado de forma honesta.

5. Clube da Luta (1999)

O Clube da Luta (1999) é considerado um clássico da nossa era e adquiriu todo o sucesso não por ser um específico  filme sobre marketing. Mas por conta das diferentes temáticas que aborda em seu roteiro.

Jack (Edward Norton) é um jovem solitário, que compra compulsivamente objetos para decorar e organizar sua casa. Insatisfeito com a vida que leva, Jack conhece Tyler Durden (Brad Pitt), que lhe apresenta um clube aonde vai para aliviar suas angústias, através de pancadas indiscriminadas.

No entanto, o mais interessante para a área do Marketing não é o clube da pancadaria, mas sim os diálogos entre Jack e Tyler. Nos quais Tyler mostra à Jack o quanto o sistema de consumismo pode ser prejudicial e ocasionar sofrimento à vida das pessoas.

Neste sentido, o aprendizado ao profissional de marketing é que este deve ser capaz de chamar a atenção de potenciais clientes às virtudes do produto que oferece, mas sempre de forma genuína e autêntica.

6. O Lobo de Wall Street (2013)

Protagonizado por Leonardo DiCaprio, O Lobo de Wall Street narra a trajetória de Jordan Belfort e seu sucesso na bolsa de valores dos Estados Unidos.

Apesar de não se tratar de um trabalho tipicamente realizado por profissionais de marketing, o filme mostra claramente a importância de se trabalhar com metas, saber gerenciar demandas de estresse e de investir no marketing pessoal e na persuasão dos clientes.

7. Amor por Contrato (2010)

Amor por Contrato (2010) é um dos filmes sobre marketing obrigatório para qualquer profissional da área.

Na trama, Steve (David Duchovny) é casado com Kate (Demi Moore), com quem tem dois filhos Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard).

Todos são bonitos, confiantes e se vestem bem. No entanto, não são uma família de verdade, e sim uma construção de estratégia de marketing da empresa “Lifeimage”.

A empresa usa a suposta família para influenciar a vizinhança ao redor a consumirem determinados produtos e adotar seu estilo de vida.

Este é um dos filmes sobre marketing que  mostra claramente como as pessoas são influenciadas pelo comportamento e pelas ações daqueles que admiram.

8. O homem que mudou o jogo (2012)

Em O Homem que Mudou o Jogo (2012), Billy Beane (Brad Pitt) é o gerente do time de beisebol norte-americano Oakland Athletics.

Em meio à uma crise, Billy desenvolve um programa estatístico que permite ao time não somente superar a crise enfrentada, como também ficar entre os melhores times dos anos 2000.

O filme serve de inspiração tanto à nível estratégico, utilizando novas ferramentas e tecnologias, quanto em termos de persistência para qualquer profissional de marketing não desistir de suas metas.

9. Piratas do Vale do Silício (1999)

O filme Piratas do Vale do Silício conta a trajetória da Apple e da Microsoft. Abordando características de nomes como Steve Jobs, Bill Gates, entre outros, que se desenvolveram na região do Vale do Silício, nos EUA.

O filme mostra claramente todos os passos que levaram Gates e Jobs a atingirem o topo do mercado. Todo que trabalham com marketing devem assistir ao filme, pois ele ensina valiosas lições sobre inovação, persistência e criatividade.

10. Do Que as Mulheres Gostam (2000)

Após sofrer um acidente, o publicitário Nick Marshall (Mel Gibson) apresenta um sintoma bastante peculiar: consegue ouvir o pensamento das mulheres com as quais convive. E isso lhe dá uma grande vantagem em seu trabalho.

Do Que as Mulheres Gostam (2000) mostra o quanto é valioso para o trabalho de marketing a capacidade do profissional demonstrar empatia e se preocupar em entender verdadeiramente as necessidades e opiniões do seu cliente.

11. Chef

Carl (John Favreau) é um talentoso chefe de cozinha de um restaurante altamente renomado.

Apesar de gostar de seu trabalho, Carl começa a entrar em conflito com seu chefe, Riva (Dustin Hoffman). Enquanto Riva  quer manter sempre o mesmo cardápio, Carl gostaria de inovar.

Em certa ocasião, um crítico gastronômico vai até o restaurante e reage negativamente a comida do local. Carl, então, decide criar uma conta no Twitter para discutir com o profissional. Atitude que ocasionou sua demissão.

Carl ganhou diversos seguidores em seu perfil na rede social, pois as pessoas ficaram curiosas para saber qual seria o desfecho do acontecido.

No entanto, ele também fica com dificuldades de ser contratado em outro restaurante, pois fica com má fama, em virtude da forma como reagiu à demissão.

Uma das principais lições que o filme evidencia é o poder e alcance das redes sociais. Chamando atenção para o cuidado ao usá-las sem estratégia.

Bônus: Série Mad Men (2007)

Mad Men é uma série lançada no ano de 2007. A trama ilustra a rotina dos funcionários da Sterling Cooper, agência de publicidade que busca vender o tão desejado sonho americano, adaptado à realidade dos anos 60, onde se situa o seriado.

O lema “não importa o que você é ou o que quer, mas sim como você se vende” é a principal lição de marketing que você pode obter desta série, obrigatória para quem trabalha com marketing.

Então, curtiu essa seleção? Não deixe de nos contar qual foi seu filme favorito e quais lições de marketing você tirou.

Este conteúdo foi produzido com a parceria da VidMonsters.

Resumo do Livro: A Startup Enxuta, de Eric Ries!

Eric Ries é um dos maiores pensadores do movimento das startups de tecnologia do mundo. Para ele, uma startup é uma organização criada em situações de extrema incerteza, buscando um modelo de negócios escalável e repetível. Em A Startup Enxuta, ele propõe um modelo diferente de se pensar sobre empreendedorismo que foi amplamente adotado pela comunidade. A metodologia da Startup Enxuta, também conhecida como metodologia lean, ajuda empresas a serem mais eficientes, gastar menos e aproveitar-se ao máximo do seu maior ativo, suas pessoas. Neste Microbook, trazemos para você um modelo para ajudar sua empresa a aprender de forma validada pelo mercado, através da experimentação rápida e constante. O jeito enxuto de criar empresas precisa de velocidade e agilidade para ser capaz de mudar de direção sempre que necessário. Deixe seu plano de negócios de lado e mergulhe conosco nessa leitura!

A Importância da Visão

Toda startup tem um norte, uma direção para onde ela gostaria de ir, que está associada diretamente a sua visão.

É preciso ter uma estratégia clara que envolva um modelo de negócios, um planejamento do produto e uma visão clara do mercado, incluindo parceiros, concorrentes e clientes. O produto vendido por uma startup é o resultado final desta estratégia e pode e deve sempre mudar, para alcançar a visão pré-determinada. Eric chama as grandes viradas estratégicas de uma startup de pivots. A visão quase nunca muda, mas a maioria das empresas falham por serem incapazes de executar e colocar esta visão em prática. Uma startup é uma organização humana desenhada para criar um novo produto ou serviço em um ambiente de extrema incerteza, por isso é necessário ser capaz de experimentar e aprender rapidamente.

A Importância do Aprendizado Validado

É natural que as pessoas digam que aprenderam muito durante um projeto ou ao iniciar algo novo, mas para Eric é preciso mais do que apenas aprender. É preciso validar constantemente os aprendizados e checar se eles continuam verdadeiros. Seu verdadeiro objetivo não é o aprendizado em si, mas a validação do mesmo. A validação vem através da simplificação e da comprovação de que você está resolvendo um problema que as pessoas têm. Você precisa focar no que os clientes realmente precisam e eliminar todo o resto. Em sua startup IMVU, Eric trabalhava desenvolvendo um mundo virtual 3D e plugins para ferramentas de chat em 2004. Durante a fase de testes inicial da empresa, em conversas com usuários e observando seus comportamentos, ele descobriu que os consumidores não queriam ter ou não sabiam lidar com a instalação de plugins em seus softwares de chat. Por outro lado, ele também aprendeu que as pessoas não se importavam de ter que instalar um novo software de chat, ou mesmo usar mais de um software. Esse aprendizado foi validado pelos consumidores e ele percebeu que havia desperdiçado muito tempo e recursos criando algo que as pessoas não queriam ou sabiam usar. Após esta realização, Eric e seu time perceberam que o importante era lançar experimentos rapidamente, aprender com eles e entender o que funciona e o que não funciona.

A validação vinha dos números e da análise do comportamento dos usuários. Se uma mudança ocorria e trazia bons resultados, ela era validada e mantida, caso contrário, ela era removida.

A Importância da Monetização Cedo

Na vida de uma startup, um dos seus objetivos é encontrar um modelo de negócios e isso vem através da geração de receitas. Se as pessoas pagam por algo, aquilo está minimamente validado.

A startup de Eric começou a cobrar de seus clientes bem cedo, ao contrário de muitas startups, e isso também os ajudou. É melhor ter alguma receita o quanto antes, mesmo que ela seja pouca, do que gastar muito tempo tentando descobrir algo pelo qual as pessoas vão pagar um dia. Muitos empreendedores ficam presos no desenvolvimento de produtos por muito tempo sem cobrar dos seus potenciais clientes e sonhando com o dia em que as pessoas simplesmente irão querer pagar por seus produtos e serviços. A grande verdade é que, na maioria das vezes, adiar a cobrança é algo que leva ao desenvolvimento de produtos pelos quais as pessoas não querem pagar. Começar a cobrar cedo é importante e vai te ajudar a realmente entender quanto valor você está gerando para as pessoas com seu produto ou serviço.

Para descobrir um modelo de negócios, você precisa interagir com os potenciais clientes e capturar valor. Por isso, você precisa começar com um protótipo, ainda que incompleto e constantemente validá-lo com seus potenciais clientes. Crie metas de receita ainda que baixas, mas que crescem constantemente desde o início.

A Importância da Experimentação

Os fundadores da Zappos tinham uma visão de que as pessoas queriam comprar sapatos pela internet.

Mas como testar se isso realmente funciona, sem ter que comprar milhares de pares de sapatos, construir um site e montar um estoque? Ao invés de começar com uma grande estrutura, eles fizeram um experimento para validar se existia demanda para alcançar a visão de vender sapatos pela internet. Eles começaram tirando fotos de sapatos em diversas lojas físicas e anunciando estes sapatos na internet. Se um cliente fazia um pedido, eles iam até a loja, compravam o sapato e enviavam para o cliente. Esse produto mínimo permitiu que eles testassem diversos fatores críticos para o sucesso do negócio. Com este experimento, eles aprendiam de forma validada se havia demanda, qual a precificação ideal para os produtos deles, quais as reclamações e desafios logísticos do negócio, com um mínimo de gastos. Essa validação permitiu que eles realmente começassem a empresa e ela foi um sucesso tão grande que acabou sendo adquirida pela gigante Amazon por mais de U$ 1 bilhão.

Construir, Aprender, Mensurar

Para experimentar da maneira correta e gerar aprendizados validados, é preciso seguir o método científico. Assim como na ciência, no mundo dos negócios, todo experimento deve começar com uma hipótese. Uma hipótese de preço, por exemplo, testa se o produto realmente gera valor para os usuários. Uma hipótese de marketing, por outro lado, testa se a empresa consegue chegar até os consumidores a um custo que permita gerar lucro. Para testar o valor do seu produto para o cliente, encontre potenciais clientes para executar o experimento. Para conduzir um teste efetivo, você precisa seguir 3 passos principais:

  • Construir;
  • Mensurar;
  • Aprender;

Em uma startup, este ciclo tem que estar rodando o tempo todo. Encontre pessoas que seriam o cliente ideal para esse produto imaginável e construa um produto mínimo viável (MVP), tendo você como concierge. Sim, o produto não estará maduro o suficiente, mas para os usuários iniciais, se o problema que você resolve é grande o suficiente para gerar valor para eles, eles te perdoarão pelos seus erros e bugs.

Participe ativamente da validação do produto junto aos clientes e monitore todos os resultados do experimento. Acompanhe novas receitas, adoção de funcionalidades, frequência de uso, etc. Sempre analise se a mensuração corrobora sua hipótese inicial.

Por exemplo, se um cliente pede uma funcionalidade que ainda não existe, mas que você pretende fazer um dia, isso significa que você está no caminho certo. Por outro lado, se existem funcionalidades no plano de produto que não são pedidas pelos clientes, retire-as do plano para evitar desperdício. Estas interações próximas com os clientes irão te ajudar a validar constantemente suas hipóteses.

O modelo de construir-mensurar-aprender é o principal pilar da startup enxuta e uma vez que um MVP está construído, seu objetivo é rapidamente aprender e iterar nele, partindo sempre de novas hipóteses e feedbacks de usuários.

O Salto da Fé

Toda startup precisa também ter crenças sobre seu produto e sua capacidade de realmente atender aos anseios dos clientes. Steve Jobs, por exemplo, ao lançar o iPod, tinha 2 crenças primordiais, que eram tidas como verdadeiras. A primeira delas é que os usuários queriam ouvir música em qualquer lugar, nos seus fones de ouvido. A segunda é que eles estavam dispostos a pagar por música na internet, diferente de como consumiam música anteriormente, através da pirataria digital. A primeira já tinha sido validada pela Sony, com o Walkman, mas a segunda era muito mais incerta e arriscada. É preciso saber escolher os riscos que você vai assumir e reduzí-los ao máximo, através da validação.

A Intuit é uma empresa que foi fundada sobre a crença de que um dia as empresas usariam computadores para pagar contas e acompanhar suas despesas e sua situação financeira e contábil. Para testar o conceito, ele telefonava para pessoas aleatórias para entender como essa visão se comportava na prática.

A Toyota, que é uma das precursoras do movimento lean, tinha um método de validação chamado “Veja por você mesmo”, cuja premissa incentivava seus funcionários a vivenciar situações nas quais era necessário aprender antes de criar novos produtos. Seu diretor do segmento de vans, para aprender mais sobre o potencial cliente, viajou pelos Estados Unidos numa van entendendo como a minivan funciona na prática. Rapidamente ele descobriu que em longas viagens de famílias com crianças (o público alvo das vans) o conforto importa muito e é um diferencial para toda a família. Por isso, quando o veículo foi lançado, ele tinha foco total em conforto e um espaço interno aconchegante para longas viagens familiares. Isso fez com que o veículo se tornasse um grande sucesso.

Um dos maiores desafios a ser evitado é evitar a paralisia para analisar informações de mercado. Uma startup só é capaz de aprender conversando exaustivamente e se colocando no lugar dos consumidores. Muitos erros de estratégia podem ser evitados apenas conversando com o cliente o tempo todo.

Como Testar Seu Produto

Quando começou, a visão de Andrew Mason, fundador Groupon, era criar uma plataforma de ativismo digital, onde as pessoas se relacionassem com causas. Este foi o salto de fé, e ele falhou para o Groupon.

Para superar esta derrota, o time de Groupon começou a experimentar ideias diferentes, através de um blog e uma lista de emails, para os quais enviava cupons de descontos. No início era tudo manual, e não existia software proprietário para validar aquela ideia. Apenas o time da empresa interagindo com os clientes.

Muito rapidamente, eles sentiram que a ideia era bem aceita pelos usuários e começaram um longo esforço para automatizá-la e, aí sim, construir o software que rodaria o Groupon, meses depois. É importante mostrar o produto, ainda que imaturo aos clientes, o quanto antes para usar certeza e não apenas a fé para validar um mercado. Isso pode ser contra-intuitivo para empreendedores que sempre querem lançar o melhor produto possível, mas o melhor produto possível é um futuro incerto e você só é capaz de alcançá-lo se estiver efetivamente testando ideias e validando-as.

Outra história de um produto que se beneficiou da abordagem de lançar cedo e aprender foi o Dropbox. A solução de armazenamento na nuvem estava buscando investimentos e todos os investidores diziam que aquele era um mercado saturado. Ninguém queria investir. Drew Houston, CEO da Dropbox tinha uma visão diferente. Ele achava que o mercado era ruim pelo fato de os produtos de armazenamento na nuvem serem ruins e difíceis de usar e, por isso, ele se moveu rápido para validar sua ideia. Criou um video demonstrando a visão de como seria o software e chamou a atenção das pessoas para uma nova abordagem no jeito de armazenar arquivos. Isso permitiu que ele validasse que existia demanda para o produto que queria construir e aí sim, efetivamente, construir o software.

Muitos empreendedores tem medo de lançar um MVP, por medo da competição de empresas maiores. Entretanto, essa percepção é falha, já que os gerentes de produtos das grandes empresas geralmente estão atolados de projetos a todo tempo, tem ótimas ideias e não tem velocidade. Eles sabem que se quiserem copiar algo, podem copiar algo posteriormente, por isso você não deve se preocupar com isso para adiar seus testes de MVP.

Também em relação à experimentação, é muito importante entender que o que os usuários percebem como qualidade do produto é bem diferente do que a empresa percebe. Os usuários se importam se o produto funciona para eles e não se foi investido muito tempo para criá-lo. Em alguns casos, acidentalmente você pode criar coisas que os usuários amem e que não haviam sido planejadas para isso, por isso é preciso testar novas coisas e monitorá-las o tempo todo.

Como Mensurar seu MVP

Depois de construir seu MVP e ter os primeiros usuários, teste as hipóteses mais arriscadas primeiro, assim você maximiza suas chances de acertar e também reduz os riscos de testar algo ousado demais que afaste seus clientes posteriormente. Defina a métrica fundamental que você quer afetar (receitas, adoção, aquisição) e crie um conjunto de experimentos para atacá-la. Se os resultados são positivos, continue naquela direção e se eles são negativos, considere mudar a direção. É importante ter cuidado para não acompanhar métricas de vaidade, métricas que são expressivas em volume, mas não capturam o valor real do seu produto para o cliente. Esqueça métricas como usuários cadastrados e foque no uso do seu produto, capacidade de adquirir novos clientes e crescer suas receitas. Para Eric Ries, as boas métricas são:

  • Acionáveis: Você sabe o que fazer para alterá-la;
  • Acessíveis: Ela é fácil de ser acompanhada;
  • Auditáveis: Ela é realmente confiável;

Crie um modelo para priorizar suas hipóteses com 3 partes: testes guardados, testes em andamento e testes validados. Priorize seus experimentos nestas colunas e após o avaliar as métricas, fique com os experimentos bem sucedidos e descarte os que falharam.

Continuar ou Pivotar?

O quanto de dinheiro sua empresa tem no banco e quanto você gasta por mês lhe diz o quanto você pode experimentar. Acompanhe isso de perto, para saber sempre se é a hora de continuar na direção atual ou dar uma guinada no seu negócio. Se as coisas estão indo bem e seu produto segue crescendo, com ótimas perspectivas, provavelmente você encontrou seu fit de mercado ou o Product Market Fit, termo criado por Eric.

Quando sua empresa não consegue progredir com as hipóteses e o MVP existente, e os números não seguem melhorando, pode ser a hora de pivotar. Um pivot é uma nova direção de produto, com novas validações e potencialmente novos perfis de clientes. Muitos empreendedores se arrependem de não terem “pivotado” mais cedo, ou terem feito isso tarde demais e a empresa não sobreviveu. Diversas empresas passam por pivots e é extremamente comum ter estas viradas. A Wealthfront, por exemplo, pivotou de um serviço de gestão de compra de ações para uma empresa de gestão de patrimônio na internet.

Conheça os Diferentes Tipos de Pivots

Se é hora de virar a direção, é preciso entender que existem muitos tipos diversos de caminhos que sua empresa pode seguir.

  • Pivot interno: Ocorre quando uma funcionalidade do MVP se torna o novo produto e ele se foca em melhorar apenas a parte do sistema que já funciona;
  • Pivot externo: Quando o MVP atual se torna uma funcionalidade de um novo produto;
  • Pivot de segmento de clientes: Ocorre quando o produto é o mesmo, mas comercializado para outros clientes;
  • Pivot de necessidade do cliente: Quando o cliente é o mesmo, mas a proposição de valor para ele muda;
  • Pivot de plataforma: Quando o produto deixa de ser um único produto e se torna uma plataforma para outros produtos;
  • Pivot de arquitetura de negócios: Quando a empresa muda dramaticamente seu modelo comercial em busca de capturar mais valor;
  • Pivot de valor: Quando o modo como a empresa cobra por seus serviços muda;
  • Pivot de crescimento: Ocorre quando a maneira como a empresa adquire novos clientes muda.
  • Pivot de canais: Quando os canais de distribuição mudam;
  • Pivot de tecnologia: Quando a tecnologia utilizada para construir o produto muda;

É preciso considerar todos os tipos de pivots antes de fazer uma mudança. Pergunte-se o que teria mais impacto:

  • Mudar meu cliente alvo?
  • Mudar o modelo de cobrança?
  • Mudar seus canais de distribuição?
  • Mudar o seu jeito de adquirir clientes?

Documente estas possíveis direções e crie experimentos antes de fazer o pivot em si.

O Fit de Mercado

Se sua empresa tem fit de mercado, é importante saber que novos clientes chegam a ela baseados no sucesso dos clientes anteriores, pois eles estão constantemente falando do seu produto para outras empresas, usando-o e recomendando-o. Se você está em dúvida se sua empresa atingiu o fit de mercado, é porque provavelmente ainda não. Mas se você já sabe que a demanda pelo seu produto só cresce, não existe mais dúvida e chega a hora de pisar no acelerador. O importante é que, a medida que a empresa cresça, ela seja capaz de se adaptar ao seu perfil de clientes, que também evoluiu ao longo do tempo. É preciso ser capaz de se adaptar, encontrar novos canais de aquisição e constantemente melhorar o produto.

Não Fique Estagnado

Grandes empresas podem ser capazes de inovar, mas para isso elas precisam ser capazes de formar pequenos times independentes e com os recursos necessários. Na Toyota, toda vez que aparece um novo produto para entrar no mercado, é criado um pequeno time e esse time tem liberdade de experimentação.

Estes times precisam ser blindados dos demais grupos da organização politicamente. Para Eric, criar times secretos acaba gerando mais políticas internas, o que é prejudicial ao projeto. O time tem que ser dono do projeto e ter autonomia para colocá-lo em prática.

Notas Finais:

Startups deveriam usar uma abordagem semi-científica para testar suas principais suposições e então elaborar um modelo sustentável de negócios a partir de uma hipótese validada. Elas deveriam desenvolver protótipos de produtos rapidamente e então refiná-los continuamente por meio da coleta de feedback de consumidores e dos ciclos CMA (Construir, Mensurar, Aprender).

Toda startup tem que definir suas métricas centrais e analisá-las de forma apropriada.

Dica do 12′: Gostou do Lean Startup? Leia a obra que mais influenciou Eric Ries, The Four Steps to Epiphany, do professor Steve Blank.

Gostou do resumo? Então conheça agora o 12min, o aplicativo que vai impulsionar o seu aprendizado e te fazer aprender na velocidade que o mundo atual exige. Lá, você encontra os melhores livros de não-ficção condensados em microbooks para serem consumidos de forma rápida e fácil, em texto e áudio! Tá esperando o que pra aprender mais? Acesse o 12min e se desenvolva cada vez mais rápido!

Educação empreendedora em diferentes níveis de ensino?

Crianças e adolescentes devem ter lições de empreendedorismo nas escolas? Claro que sim. Muitos especialistas defendem que esse não é um tema exclusivo de gente grande. A cada dia, mais países adotam a educação empreendedora formal desde a infância, como estratégia de desenvolvimento.

A Europa tem investido pesado no empreendedorismo como fator decisivo de competitividade, inserindo o tema em todos os níveis educacionais. Uma pesquisa realizada em 31 países comprovou que a educação empreendedora é realidade em grande parte das escolas de níveis primário, secundário e superior.

Essas escolas desenvolvem atividades diversas com seus alunos, como por exemplo, parcerias com empresas para debate sobre inovações e criação de incubadoras, capacitação de professores sobre empreendedorismo e criação de empresas fictícias.

No Brasil, o tema vem ganhando adeptos, mas as ações ainda são discretas e, muitas vezes, limitadas às escolas particulares.

Mas o que é empreendedorismo?

educação empreendedora

Muitas pessoas pensam em empreendedorismo como sinônimo de abertura de empresas que crescem e enriquecem. Mas existem aqui dois grandes equívocos.

Primeiro, o termo empreendedorismo é muito mais amplo. O dicionário Aurélio descreve empreendedorismo como “vocação, aptidão ou habilidade de desconstruir, de gerenciar e de desenvolver projetos, atividades ou negócios”.

É claro que essas habilidades são essenciais para sobrevivência de uma empresa. No entanto, são valiosas também para o profissional liberal, para os projetos governamentais e até no gerenciamento do lar…

Então, empreendedora é aquela pessoa visionária, segura, líder e inspiradora. Seja ela o dono da empresa, um empregado, um profissional autônomo, um servidor público ou a dona de casa etc.

Daí a importância de começar a educação empreendedora bem cedo, mantendo-a nos diferentes níveis de ensino.

Empreendedorismo versus Sucesso

O segundo equívoco é associar, sempre, o empreendedorismo com sucesso. Isso nem sempre acontece. Em vários países, incluindo o Brasil, é grande o número de empresas que não chegam a comemorar os primeiros anos de vida.

Cerca de 25% das pequenas e médias empresas brasileiras encerram suas atividades com apenas dois anos de vida. E segundo dados do IBGE, 50% fecham nos primeiros 4 anos.

A culpa não é das estrelas e nem somente do governo, com sua burocracia e tributação pesada. Falta criatividade. Falta competitividade. Falta gerenciamento. Enfim, sobra vontade mas falta muito conhecimento básico para manter uma empresa rentável.

Aqui, então, está outro bom motivo para começar a educação empreendedora ainda na infância.

Educação empreendedora e desenvolvimento

Como já foi dito, abertura de empresas não significa sucesso e nem desenvolvimento. Veja o caso do Brasil, que tem muita gente empreendendo e fracassando, na maioria das vezes, por despreparo.

Esse quadro não ajuda o país. É péssimo para a economia, para a reputação dos nossos empreendedores e, também, para a autoestima desse pessoal que não consegue alavancar uma ideia.

Uma educação empreendedora em todos os níveis escolares seria, então, um forte aliado para o sucesso dos empreendimentos em geral.

O que se ganha com a educação empreendedora

educação empreendedora

Mesmo que não ganhasse nada, o Brasil não teria o que perder. Mas, na verdade, os benefícios são inúmeros. Veja alguns exemplos:

  • Formação de pessoas com autonomia, criatividade e liderança para executarem suas ideias com sucesso.
  • Desenvolvimento de uma cultura de inovação, com pessoas que assumem desafios e riscos calculados e com consciência, sem permitirem que o medo do fracasso gere estagnação.
  • Redução do índice de mortalidade das empresas nos primeiros anos de vida, uma vez que os empreendedores estarão preparados, inclusive, para os impactos iniciais de um negócio.
  • Desenvolvimento de uma visão focada no coletivo e não nos interesses pessoais, com funcionários conscientes, responsáveis, engajados e bem preparados estrategicamente – Intraempreendedorismo.
  • Aumento da produtividade e competitividade das empresas, tirando proveito de todas as habilidade individuais de seus funcionários.

Iniciativas de sucesso

educação empreendedora

O Brasil está engatinhando, quando o assunto é empreendedorismo na educação. Segundo os especialistas, é preciso mudar essa realidade. Um caminho seria a inclusão da matéria no currículo, em caráter complementar, ainda no ensino primário, tanto nas instituições públicas, como particulares.

A ideia seria preparar os alunos não apenas para o mundo dos negócios, mas para o cotidiano também.

É imprescindível trabalhar, na prática, as habilidades individuais das crianças e jovens, de forma que eles aprendam a usá-las para o bem pessoal e coletivo.

Afinal, nem todo mundo quer ser dono de empresa. Mas todos devem conhecer os seus potenciais e saber tirar proveito deles para os projetos pessoais e profissionais.

Isso seria o ideal, mas não é a realidade. Mesmo assim, algumas iniciativas pipocam pelo país afora.

É o caso do projeto Miniempresa, desenvolvido pela Junior Achievement, com o objetivo de despertar o espírito empreendedor entre os estudantes do ensino médio.

Com o Miniempresa, os alunos montam uma empresa, desenvolvem o produto/serviço, vendem, pagam os funcionários, distribuem os lucros e prestam conta de tudo.

Existem várias outras iniciativas isoladas de empreendedorismo na escola, gerando bons resultados.

Empreendedores que inspiram

É fato que o número de empreendimentos que não passam no teste inicial é grande, no Brasil e no mundo. Mas existem também muitos casos de sucesso que nos enchem de orgulho e são fontes de inspiração.

As startups são bons exemplos. São empreendedores que estão tirando suas ideias da cabeça e tocando negócios de sucesso. Hoje, as startups vêm se destacando, inclusive no Brasil, gerando empregos e renda.

A história de Jorge Paulo Lemann é outro exemplo inspirador. Junto com Marcel Telles e Beto Siqueira, criou um império bilionário no capitalismo brasileiro.

Por meio do fundo de investimentos 3G Capital e da Inbev, os empreendedores brasileiros compraram marcas icônicas para o consumidor americano como Budweiser, Burger King e Heinz.

Em 2017, segundo a Forbes, Jorge Paulo Lemann encabeçou a lista dos homens mais ricos do Brasil, com um patrimônio de U$ 30 bilhões. A história desse trio está registrada no livro Sonho Grande, de Cristiane Correa. Vale a pena conhecer!

educação empreendedora

A 12Min tem vários outros resumos de livros que contam as trajetórias de sucesso de empreendedores no mundo inteiro, como Steve Jobs. Essa é uma obra fascinante.

educação empreendedora

Inspire-se!  E muito sucesso!

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Pílula da inteligência: essa droga funciona?

“Pílula da inteligência” é um assunto em foco no momento. No entanto, o uso de substâncias para turbinar o cérebro, ativar a concentração e tornar as pessoas mais alertas vem de longo tempo. Os soldados romanos acreditavam que o alho era fonte de inspiração… Sigmund Freud defendia a cocaína como aliada da mente… Ainda, hoje, muitas pessoas tomam café para se manterem ativas… 

Os tempos foram passando, algumas crenças mudaram e a indústria farmacêutica, de olho no aumento da população idosa e nas doenças que afetam a memória, lançou-se nas pesquisas e na produção de medicamentos que atuam diretamente no cérebro.

No caso dos medicamentos, na maioria das vezes, as pessoas seguem a seguinte lógica: se a droga atua no tratamento do Alzheimer, por exemplo, certamente terá um efeito espetacular na mente das pessoas saudáveis. Daí o apelido de “pílula da inteligência”.

Mas a questão é: isso realmente funciona? Quais o efeitos colaterais para os usuários, em longo prazo?

Busca pela perfeição

Pílula da Inteligência 1

Cada dia mais pessoas saudáveis recorrerem aos medicamentos para impulsionarem o desempenho em geral, inclusive da mente. Mesmo que essas drogas não tenham sido criadas especificamente para elas.

Por exemplo, veja o caso do Viagra. A função original é “dar uma mãozinha” aos homens com dificuldade de ereção. Acontece que pessoas que não têm problema algum desse tipo decidiram encarar a pílula azul, por um desempenho sexual excepcional.

A busca por uma mente brilhante e memória acima do normal também impulsiona o consumo de drogas por pessoas que não têm problemas de saúde. E essa é uma tendência que cresce no mundo inteiro.

Mais e mais gente está usando os chamados psicofármacos, tipicamente prescritos para tratamento de doenças como TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, narcolepsia (distúrbio incontrolável do sono, aparentemente sem motivo, que causa sonolência em excesso durante o dia) e Alzheimer etc.

Pessoas, inclusive jovens, que não se encaixam nesse quadro clínico, estão recorrendo aos remédios para se destacarem nas escolas, no vestibular, na entrevista de emprego… E até mesmo para enfrentarem as pressões e competitividade acirrada no trabalho.

São inúmeras as marcas disponíveis no mercado e variados princípios ativos da chamada “pílula da inteligência”. Muitas delas em fase de pesquisas, outras aguardando autorização de comercialização por parte dos órgãos regulamentadores, mas que são facilmente adquiridas pela internet, originadas de outros países.

Suplementos nootrópicos

Pílula da Inteligência 9

Usados inicialmente para tratar doenças neurodegenerativas em idosos, os suplementos nootrópicos também ganharam adeptos entre as pessoas que querem impulsionar a performance cerebral.

Os nootrópicos podem ser sintéticos (drogas) ou naturais e as pessoas estão usando como “pílula da inteligência”, com base na promessa de turbinar a memória, melhorar a concentração, o aprendizado, o raciocínio e até mesmo o humor.

A quantidade de suplementos nootrópicos no mercado é imensa. Entre os mais comuns, estão o ômega-3, creatina, fosfatidilserina, ginkgo biloba e colina.

Como essas drogas atuam no cérebro

Medicamento para tratamento do Alzheimer, apelidado de “pílula da inteligência”, atua no neurotransmissor deficiente de uma pessoa – acetilcolina.

O neurotransmissor é uma substância química responsável pela interação entre as células nervosas do cérebro, impactando a memória e o aprendizado.

Existe outra droga, em fase de experimentos, que vai além de aumentar os níveis de acetilcolina. Ela busca bloquear o gene que produz beta-amilóide.

Trata-se de uma proteína tóxica que forma placas no cérebro de pessoas com Alzheimer. Alguns pesquisadores acreditam que essa pode ser uma das causas da morte das células cerebrais desses pacientes.

O que dizem os números sobre pílula da inteligência

A Universidade americana de Oxford quis saber se os seus estudantes estavam recorrendo a algum tipo de “pílula da inteligência” para se manterem competitivos.

A pesquisa realizada em 2016 apontou que 15,6% dos alunos tomaram conscientemente uma “pílula da inteligência”, sem prescrição médica. Os dados coincidem com levantamentos realizados no Reino Unido e em outros países.

E a tendência não se limita às escolas. O uso de coquetel de comprimidos, geralmente associando suplementos naturais e drogas, tem se tornado cada vez mais frequente no ambiente de trabalho.

A voz dos especialistas

Pílula da Inteligência 7

É fato que algumas dessas drogas têm apresentado resultados satisfatórios no tratamento, por exemplo, de TDAH, narcolepsia e Alzheimer, trazendo esperança e qualidade de vida para muitos pacientes.

Ao serem transformadas em “pílula da inteligência”, algumas dúvidas aparecem. Segundo os especialistas, não existem provas concretas de que um remédio de Alzheimer ou outros turbinam o cérebro de uma pessoa saudável.

Usuários relatam melhora na memória, mas isso não significa tornar-se mais inteligente. Ou seja, um medicamento não transmite habilidades, conhecimentos e sabedoria a ninguém.

O máximo que um remédio pode fazer por você é dar-lhe mais energia, melhorar a concentração e memória para realizar os seus sonhos, tanto pessoais como profissionais.

Caminhos diferentes

Cientificamente, não se sabe ainda quais são os efeitos colaterais dessas drogas em longo prazo, portanto, não se pode garantir segurança.

Alguns pesquisadores falam da possibilidade de se criar dependência e até mesmo de prejuízo para outras áreas do cérebro – do tipo conserta uma coisa e atrapalha outra.

Então, diante de um quadro de incertezas em longo prazo, você pode optar por evitar a “pílula da inteligência” e trilhar outros caminhos para adquirir conhecimentos e se destacar.

Que tal investir na literatura? Você pode, por exemplo, inspirar-se nos ensinamentos de um verdadeiro gênio, Steve Jobs?

A plataforma 12 Min tem também uma quantidade enorme de resumos das obras mais valiosas do mercado editorial, para ajudá-lo a turbinar o sucesso pessoal e profissional. Veja algumas dicas legais:

Os Segredos para ter Memória Forte e Cérebro Sempre JovemRenato Alves

Você vai encontrar neste livro um plano de treinamento, com exercícios práticos e estratégias para manter seu cérebro ativo a vida toda.

Pílula da Inteligência

Mindset – A Atitude Mental para o SucessoCarol S. Dweck

O sucesso não depende apenas de nossas habilidades ou talento e sim de como nós enfrentamos as situações da vida e de como isso depende das atitudes mentais.

Pílula da Inteligência

Mentes Brilhantes, Mentes TreinadasAugusto Cury

Uma mente brilhante surge quando treinamos nossa psique para construir um amor inteligente e uma mente saudável, regada ao prazer, livre, segura, resiliente e criativa.

Pilula da Inteligência

O Cérebro e a Inteligência EmocionalDaniel Goleman

Competências como gerenciamento de emoções, motivação concentrada para atingir metas, adaptabilidade e iniciativa são baseadas na autogestão emocional.

Pilula da Inteligência

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Tony Robbins: quem é ele e por que tem feito tanto sucesso

Anthony Robbins, ou Tony Robbins, é um dos palestrantes mais fascinantes do mundo. Em seus seminários que mais parecem shows, o escritor fala sobre como podemos encontrar nossa força interior e já ajudou milhões de pessoas. Para você ter uma ideia, ele foi treinador de personalidades como Princesa Diana, Bill Clinton e Martin Sheen.
Se você assistiu ao documentário “I am not your guru”, da Netflix, sabe do que estamos falando. Se não viu, assista ao trailer para ter um gostinho:
Neste artigo, vamos falar sobre quem é Tony Robbins e o que faz ele ser um palestrante motivacional tão incrível. Você vai saber mais sobre seu trabalho e os livros que escreveu. Vamos lá?

Quem é Tony Robbins

Tony é um empreendedor, filantropo, estrategista de negócio, coach e responsável por popularizar a Programação Neuro-Linguística, abordagem de desenvolvimento pessoal psicoterapêutica.
Seus livros já foram para as listas de best-sellers e ele treinou milhões de pessoas por meio de vídeos, áudios e palestras. O objetivo das aulas é mudar a forma como vemos a nós mesmos e somos vistos pelo mundo, atingindo o sucesso pessoal e profissional.
Para conseguir esse feito, ele faz seminários que podem durar 14 horas nos quais a atividade é intensa: muita dança, pulos, gritos, etc. Ele se prepara como um atleta para dar conta disso. É difícil, mas é sua paixão.
Causar impacto e motivar pessoas é a missão de vida de Tony Robbins. O foco é tornar seus “estudantes” mais seguros de si e prontos para causar mudanças em suas próprias vidas.
Para você compreender um pouco mais quem é Tony Robbins, explicamos a rotina matinal dele, que pratica todos os dias antes de sair para fazer seus seminários e motivar as pessoas. Você vai ver como ele é especialista em desenvolver o próprio potencial e por isso ajuda tantas pessoas.
tony robbins

Conheça a rotina matinal de Tony Robbins

O portal InfoMoney divulgou em uma matéria a rotina matinal de Tony Robbins. Quem sabe você não entende um pouco sobre quem é esse cara? Veja:

Acorda cedo e toma um banho frio

Tony pode chegar a visitar seis países em menos de 15 dias. Ele não tem tempo para descansar de verdade enquanto está em tour. Mas não dispensa os 15 minutos embaixo de uma ducha fria ou mergulhando na piscina.
Em algumas ocasiões em que é possível, ele entra em lagos congelados. Sim! O coach sente seu corpo todo acordando com o frio e isso o motiva e não assusta. Outra forma de fazer isso é com a crioterapia de corpo inteiro, que ele descobriu com atletas da NBA.
Trata-se de um tratamento japonês para artrite que utiliza nitrogênio líquido para diminuir a temperatura da pele para algo entre 10 e 1 grau celsius durante três minutos. É indolor e forma ondas de endorfina pelo corpo.

Tempo para você

Tony Robbins explica que você precisa ter um tempo para si mesmo de manhã. Sem isso, seu dia não começa bem e sua vida está refém do trabalho. Não é necessário ter uma máquina de crioterapia, mas criar hábitos saudáveis e só seus é importante.
Tony explica um ritual que faz todos os dias:

  • Respiração: três séries de 30 respirações Kapalabhati Pranayama, técnica de respiração da yoga, indicada para quem já está em estágio avançado.
  • Gratidão: Tony Robbins pensa em três coisas pelas quais é grato e as mentaliza.
  • Reza: o último passo é um exercício espiritual, mas que não tem necessariamente a ver com religião. Ele deseja coisas boas para as pessoas que ama e estão à sua volta.

Alimentos

Depois que fez tudo isso, Tony faz seu café da manhã, com peixe e salada. Parece estranho, mas é altamente nutritivo.

Livros de Tony Robbins

Agora que conhecemos um pouco do mundo de Tony Robbins, saiba mais sobre seus livros.
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Poder Sem Limites – O Caminho do Sucesso Pessoal

Com seus seminários e aulas, Tony Robbins já provou para milhões de pessoas que elas têm mais potencial do que imaginam. Quer ser mais uma delas? Leia Poder Sem Limites e descubra seus poderes, aprenda a conhecer seus princípios e a controlar seu estado mental.
Nessa obra, o autor fala sobre como podemos aumentar a nossa qualidade de vida utilizando os poderes de nossa mente e alcançando a máxima performance. Se seu objetivo é ter o controle de qualquer coisa, seja vida financeira ou emocional, precisa conferir.
Leia o microbook baseado nessa obra aqui.
tony robbins

Desperte Seu Gigante Interior – Como Assumir o Controle de Tudo em Sua Vida

Sentimentos influenciam nossas vidas completamente. Ditam as decisões, os caminhos para conseguir as coisas e as prioridades. Conhecê-los e estar em controle deles pode alterar completamente os acontecimentos.
Se você quer aprender a ser mais racional e canalizar suas emoções para o lugar certo, não pode deixar de ler. Tony vai levá-lo a uma jornada interior que tem poder de mudar seus hábitos e quem você é – para melhor.
Leia o microbook aqui e pegue os principais ensinamentos.
Outros livros de Tony Robbins:

  • Passos de Gigante – 365 exercícios diários para manter você no caminho certo em busca de seus objetivos.
  • Mensagens de um Amigo – leitura para manter na bolsa ou no carro o tempo todo, com exercícios simples e práticos para aumentar seu poder interior.
  • Money Master the Game – guia para uma vida financeira mais saudável e livre.

Agora leia algumas frases de Tony Robbins para sair deste post um pouco mais inspirado.

Frases de Tony Robbins

Pessoas de sucesso fazem as perguntas certas e, como resultado, conseguem melhores respostas.

  • Determinar objetivos é o primeiro passo para transformar o invisível no visível.
  • Seja comprometido com as suas decisões, mas seja flexível com a abordagem.
  • O único limite para o seu impacto é sua imaginação e comprometimento.
  • Não existe fracasso. Apenas resultados.

E aí, o que achou do Tony Robbins? Não deixe de acompanhar esse cara incrível para conquistar todos os seus sonhos. Na plataforma do 12min, temos outros títulos de Motivação e Inspiração – confira toda a sessão clicando aqui. Você vai encontrar livros sobre Steve Jobs, aprender a lidar melhor com a vida financeira e muito mais.
Gostaríamos muito de saber o que você achou deste conteúdo. Deixe seu comentário abaixo! E happy reading 😉

Iphone: tudo o que você precisa saber antes de comprar um

“Qual é o melhor smartphone do momento?” Se você ouve essa pergunta, a primeira resposta óbvia é: iPhone. Seja por causa da qualidade do produto ou puro marketing – as pessoas colocam o celular da Apple como o melhor.
Apesar do preço mais alto que outros produtos e algumas polêmicas ao longo do tempo, quem é fã não larga o iPhone por nada. Para você que ainda não entrou na onda ou já tem um mas quer saber mais, destrinchamos tudo que precisa saber.
Navegue por aqui mais rapidamente:

Como surgiu o iPhone
Por que escolher o iPhone
Resumo dos modelos de iPhone
iPhone 6 e 6 Plus
iPhone 6S e 6S Plus
iPhone 7 e 7 Plus
iPhone 8 e 8 Plus
iPhone X
Obsolência programada da bateria: você deve se preocupar?
O que fazer quando perder ou for roubado?
Como começar a usar meu iPhone novo?
Como resetar iPhone?

Como surgiu o iPhone

Você se lembra do primeiro iPhone? O aparelho nasceu de um pedido de Steve Jobs aos engenheiros da Apple: criar algo que fosse um tablet (que já existia na época em formatos diferentes do que vemos hoje) com touchscreen.
Steve acreditava que os produtos disponíveis na época não eram boas opções e não atendiam às necessidades dos consumidores. Algo mais precisava ser inventado e ele já sabia que o futuro estava nos celulares pessoais.
Ele passou a focar primeiro no iPod e lançou em 2001 o iTunes, que foi utilizado pela primeira vez no ROKR E1, smartphone que a Apple criou junto com a Motorola. Só em 2006 essa parceria acabou e os primeiros sinais do iPhone começaram a aparecer na mídia.
Eis que em janeiro de 2007 Steve Jobs realiza uma de suas icônicas apresentações e anuncia que o iPhone, um conceito totalmente novo de smartphone, seria lançado mais tarde naquele ano.
Foi daí que surgiu este vídeo histórico de uma entrevista com o então CEO da Microsoft, Steve Ballmer.
A questão nunca foi o preço do produto. O que trouxe o iPhone para a posição dele hoje foi uma construção de marca, fidelidade do consumidor e um entendimento profundo das necessidades das pessoas.
Acompanhe abaixo motivos para ter um iPhone.

Por que escolher o iPhone

Se você ainda não comprou o seu, alguns motivos para investir nesse smartphone.

Rapidez

Esse é um dos principais pontos fortes do iPhone. Os processadores são lançados sempre à frente do concorrente, com uma potência jamais vista. Isso faz com que utilizar o smartphone se torne uma experiência sempre agradável – uma necessidade que temos, com a exigência por produtos eficientes cada vez maior.

Câmera

O iPhone também inovou na qualidade da câmera desde o primeiro modelo. A qualidade das imagens é excepcional, especialmente nos últimos modelos (iPhone X e iPhone 8 e 8 Plus). Além da definição das imagens, as cores também são diferenciadas, seja na luz do sol ou à noite.

Integração hardware e software

O Android é feito para operar em vários smartphones diferentes. Já o iOS, sistema oficial e exclusivo da Apple, é confeccionado especialmente para os dispositivos da companhia. Isso faz com que a integração seja melhor, possibilitando funcionalidades bacanas como o Touch 3D, lançado junto com o iPhone 6s (que explicaremos mais à frente).

Os melhores aplicativos primeiro

Já não é segredo para ninguém que desenvolvedores preferem lançar seus apps para dispositivos iOS antes. Isso acontece por dois motivos principais:

  • Custo e complexidade: desenvolver para, vamos dizer, 6 smartphones diferentes (mas não TÃO diferentes assim) é mais fácil do que criar um aplicativo para centenas de opções. Assim, o tempo de lançamento para produtos Apple é menor se comparado ao do Android.
  • Lucro e pirataria: há a percepção no mercado de que usuários de Android tendem a gastar menos com aplicativos, com a preferência pelos gratuitos. Quando o app é pago, a chance de ser pirateado cresce.

O iPhone é o único smartphone que vale a pena?

Claro que não! Conforme a tecnologia avança, outras companhias também crescem e lançam bons produtos no mercado. Se você não quiser comprar um iPhone, existem centenas (para não dizer milhares) de opções disponíveis e que atendem a necessidades diferentes.
Smartphones que utilizam o Android têm mais opções de customização, por exemplo. Você pode escolher um com bateria super durável ou câmeras que não vão deixar a desejar. Além disso, outros celulares têm memória expansível e carregadores universais.
E um último motivo: preço. A variedade é muito maior e é difícil um smartphone Android chegar a custar tanto quando o iPhone. Mas, viemos aqui para focar no produto da Apple, portanto, acompanhe abaixo um resumo dos lançamentos mais recentes.

Resumo dos modelos de iPhone

A Apple tem lançado um ou mais iPhones por ano consistentemente desde o primeiro em 2007. Cada um vem com boas surpresas e melhorias significativas em relação aos modelos anteriores – o que faz tudo ficar difícil de acompanhar.
A seguir, vamos resumir as novidades de cada modelo desde o iPhone 6, acompanhado de uma ficha técnica de cada um para você ficar por dentro do histórico. Vamos lá!

iPhone 6 e 6 Plus

Este iPhone representou uma mudança significativa de design. O smartphone ficou bem maior, passando de 4 polegadas (iPhone 5S) para 4,7. O modelo também trouxe de volta as bordas mais arredondadas, marcas que sumiram no iPhone 4, primeiro modelo mais rígido nas arestas.
Essas mudanças vieram de pesquisas com consumidores e identificação de tendências. Mas com isso surgiram duas preocupações. A primeira foi que se tornou difícil digitar apenas com uma mão. A segunda foi o “bendgate”, polêmica sobre o iPhone 6 que apareceu porque consumidores reportaram que o aparelho “entortou” depois de algum tempo.
Isso aconteceu porque existe alumínio na composição do aparelho, metal que é flexível e por estar em uma superfície maior, pode ceder. O bendgate fez os consumidores duvidarem um pouco da qualidade dos aparelhos, especialmente por ter sido lançado depois da morte de Steve Jobs. O problema foi controlado com a garantia Apple e ficou no passado.
Ainda assim, o processador do iPhone 6 representou um avanço tecnológico. O chamado A8 aumentou ainda mais a eficiência do smartphone e combinado com a bateria mais poderosa não deixou as críticas chegarem muito longe.
A versão iPhone 6 Plus foi lançada no mesmo ano e possui algumas características técnicas melhores. Confira a comparação a seguir.

Design

6: alumínio curvo, dourado ou prateado claro/escuro, espessura de 6,8 mm e pesa 129 g.
6 Plus: alumínio curvo, dourado ou prateado claro/escuro, espessura de 7,1 mm e pesa 172 g.

Tela

6: 4,7 polegadas, resolução de 1334 x 750 e 326 ppi (pixel por polegada), LCD de retina.
6 Plus: 5,5 polegadas, resolução de 1920 x 1080 e 401 ppi, LCD de retina.

Performance

6: processador Apple A8 64-bit e coprocessador M8.
6 Plus: processador Apple A8 64-bit e coprocessador M8.

Bateria

6: suporta 11 horas de vídeo e 11 horas utilizando a internet.
6 Plus: suporta 14 horas de vídeo e 12 horas utilizando a internet.

Preço

Hoje só é vendido de segunda mão, em lojas como o Mercado Livre e Trocafone.

iPhone 6S e 6S Plus

Muito bem, agora que passamos pela fase do iPhone 6 e seus problemas/soluções, vamos à melhoria dessa versão: o iPhone 6S. Ele é bem parecido com seu antecessor, mas ainda com alguns avanços significativos.
Um deles é na resolução, que agora é de 326 ppi e no peso (11% mais pesado). Ah, e a eficiência também ganhou um avanço: o processador agora é o A9, com performance dos gráficos 90% melhor. Ganhamos ainda um pouco mais de cor: esse iPhone foi lançado em 4 tonalidades, incluindo o ouro rosa.
E a melhoria mais significativa: o corpo do aparelho é reforçado com alumínio utilizado em espaçonaves – o fim do bendgate!
A versão plus vem com as configurações melhores, como é de costume, especialmente na bateria. Confira os detalhes abaixo.

Design

6s: prateado, dourado, cinza espacial ou ouro rosa, espessura de 7,1 mm e pesa 142 g.
6s Plus: prateado, dourado, cinza espacial ou ouro rosa, espessura de 7,3 mm e pesa 192 g.

Tela

6s: 4,7 polegadas, resolução de 1334 x 750 pixels a 326 ppp, retina HD.
6s Plus: 5,5 polegadas, resolução de 1920 x 1080 pixels a 401 ppp, retina HD.

Performance

6s: processador Apple A9 64-bit e coprocessador M9.
6s Plus: processador Apple A9 64-bit e coprocessador M9.

Bateria

6s: suporta 11 horas de vídeo e 10 horas utilizando a internet.
6s Plus: suporta 14 horas de vídeo e 12 horas utilizando a internet.

Preço

6s: a partir de R$ 2.499.
6s Plus: a partir de R$ 2.999.

iPhone 7 e 7 Plus

A primeira grande mudança dos modelos 6S para os 7 é a retirada da entrada de fone de ouvido. A partir dessas versões, os aparelhos móveis da Apple vêm da loja apenas com os fones EarPods, que são conectados na entrada do carregador. Se quiser ouvir música enquanto carrega ou colocar um fone normal, adquira os acessórios.
Além disso, o botão da home deixa de ser físico, o que pode ser estranho para o usuário mais acostumado com os aparelhos anteriores, mas nada que não seja adaptável.
Temos ainda câmeras melhoradas e performance maior, sendo possível tirar fotos incríveis mesmo com a luz reduzida. Ah, e agora os iPhones são mais resistentes à água e têm alto falantes mais potentes – pronto para uma festa na piscina?

Design

7: preto brilhante, preto matte, prateado, dourado, ou ouro rosa, espessura de 7,1 mm e pesa 138 g.
7 Plus: preto brilhante, preto matte, prateado, dourado, ou ouro rosa, espessura de 7,3 mm e pesa 188 g.

Tela

7: 4,7 polegadas, Resolução de 1334 x 750 pixels a 326 ppp, retina HD.
7 Plus: 5,5 polegadas, resolução de Resolução de 1920 x 1080 pixels a 401 ppp, retina HD.

Câmera

7: 12MP
7 Plus: 12 MP com lentes grande-angular e teleobjetiva.

Performance

7: processador A10 Fusion 64-bit e coprocessador M10.
7 Plus: processador A10 Fusion 64-bit e coprocessador M10.

Bateria

7: suporta 13 horas de vídeo e 12 horas utilizando a internet.
7 Plus: suporta 14 horas de vídeo e 13 horas utilizando a internet.

Preço

7: a partir de R$ 3.199.
7 Plus: a partir de R$ R$ 3.799.

iPhone 8 e 8 Plus

Ufa! Chegamos aos modelos de iPhone 8 e 8 Plus. Lançados em 2017, apresentam um novo design de vidro e alumínio, processador mais rápido (como já vimos nas versões anteriores) e um carregador sem fio – a base carrega o celular exatamente por ser feito de vidro.
A tela de retina e o tamanho são velhos conhecidos, o que não faz com que o avanço seja menor. A resistência à água, por exemplo, aumentou – suporta 30 minutos de submersão em no máximo 1 metro de profundidade).
A câmera tira fotos mais rapidamente e com cores ainda mais vibrantes. E por falar em fotos, aqui vemos um novo recurso incrível: modo retrato. As fotos neste modo ficam com cara de profissionais, pois o fundo sai de foco. Demais, não? Vamos às características técnicas.

Design

8: prateado, cinza-espacial ou dourado, espessura de 7,3 mm e pesa 148 g.
8 Plus: prateado, cinza-espacial ou dourado, espessura de 7,5 mm e pesa 202 g.

Tela

8: 4,7 polegadas, resolução de 1334 x 750 pixels a 326 ppp, retina HD.
8 Plus: 5,5 polegadas, resolução de 1920 x 1080 pixels a 401 ppp, retina HD.

Câmera

8: 12MP.
8 Plus: 12 MP com lentes grande-angular e teleobjetiva.

Performance

8: processador A11 Bionic 64-bit e coprocessador M11.
8 Plus: processador A11 Bionic 64-bit e coprocessador M11.

Bateria

8: suporta 13 horas de vídeo e 12 horas utilizando a internet.
8 Plus: suporta 14 horas de vídeo e 13 horas utilizando a internet.

Preço

8: a partir de R$ 3.999.
8 Plus: a partir de R$ 4.599.

iPhone X

Muito bem, chegamos ao último modelo até o lançamento deste texto. Também anunciado em 2017, só que algumas semanas depois do iPhone 8 e 8 Plus, este aparelho apresentou uma mudança radical de design.
O display OLED (visto pela primeira vez em iPhones) nunca foi tão próximo da borda, a câmera é equipada com o sistema TrueDepth (alta qualidade de detalhes nas imagens), há agora a identificação de rosto (Face ID), além do sistema “dual camera” ainda melhor que o 8.
Claro, o preço pode assustar um pouco, mas este é o smartphone do futuro. Veja as especificações abaixo.

Design

Prateado e cinza-espacial, 2436 x 1125 pixels a 458 ppp.

Tela

5,8 polegadas, resolução de 1334 x 750 pixels a 326 ppp, super retina HD.

Câmera

12MP com grande angular e teleobjetiva.

Performance

Processador A11 Bionic 64-bit e coprocessador M11.

Bateria

Suporta 13 horas de vídeo e 12 horas utilizando a internet.

Preço

A partir de R$ 6.999.


Você pode comparar todos os modelos depois do 6S no site da Apple. A seguir, vamos analisar algumas polêmicas da Apple ao longo dos anos e algumas dicas para quem vai comprar um.

Obsolência programada da bateria: você deve se preocupar?

Em 2017, a Apple foi acusada de programar a obsolescência de iPhones e enganar os usuários quanto à durabilidade real da bateria. Conforme usuários iam atualizando o sistema, menor era a performance dos aparelhos.
Isso serviria para esconder um problema da bateria – a performance reduzida pouparia a bateria para que ela não viciasse rapidamente. No fim, as pessoas trocavam o celular, sem saber que uma troca de bateria seria o suficiente. Como isso não estava claro para o usuário, a mídia tomou a questão como má fé da empresa.
Para não piorar as coisas, a Apple resolveu admitir que isso realmente estava acontecendo e liberou uma mensagem oficial para seus consumidores, onde explicou tudo e mostrou formas de evitar o problema.
As soluções são as seguintes:

  • Comprar outra bateria: depois da polêmica, a empresa reduziu o preço das baterias extra para R$ 149,00, pelo menos até o final de 2018. Acompanhe os critérios aqui.
  • A atualização do sistema em 2018 mostra mais detalhes da bateria, para que o usuário tenha acesso claro a informações sobre a saúde do componente. Fique de olho para saber quando trocar a sua.

O que fazer quando perder ou for roubado?

Muitos consumidores ficam na dúvida sobre comprar o iPhone por causa do preço. O investimento é alto, apesar de valer tanto a pena pela qualidade do produto. Então, o que fazer para se proteger dessas eventualidades? A resposta é o seguro.
Mesmo tendo que desembolsar um pouco mais de dinheiro, fazer o seguro pode ser uma boa ideia para se proteger tanto de roubos quanto de quedas ou outros acidentes que não são cobertos pela garantia.
Existem várias seguradoras que oferecem o serviço e muitas lojas permitem que você saia de lá já com o aparelho segurado, como a iPlace. O valor gira em torno de 15% a 25% do custo do celular. Caso ocorra uma eventualidade, o mesmo valor é cobrado na franquia.
Agora, caso você tenha perdido seu iPhone e queira checar a localização antes de acionar o seguro, tenha o aplicativo Find My iPhone instalado. Ele localiza o aparelho em um mapa. Ainda é possível fazer isso pelo iCloud, aprenda como aqui.

Como começar a usar meu iPhone novo?

Se você decidiu comprar o seu iPhone, deve estar se perguntando por onde começar. Vamos a alguns passos para quem está com um brinquedo novo (para iPhone 8 ou anterior):

  1. Toque no slide para configurar e, como fala no dispositivo, deslize o dedo pela tela para começar.
  2. Escolha o seu idioma. A configuração prévia será do país onde você comprou.
  3. Escolha o seu país ou a sua região. Da mesma forma, a configuração será do lugar de origem do aparelho.
  4. Escolha uma rede Wi-Fi e insira sua senha, se necessário. Se você não tiver acesso ao Wi-Fi ou nenhuma rede for encontrada, você pode escolher utilizar os dados – apesar de não ser recomendado.
  5. Aguarde seu iPhone ativar, o que pode levar alguns instantes.
  6. Escolha se deseja ou não habilitar os Serviços de Localização. Você sempre pode mudar de ideia mais tarde, mas tenha em mente que você precisará habilitar pelo menos alguns serviços de localização para usar aplicativos como o Google Maps e buscar iPhone no Find My iPhone.
  7. Configure sua senha e toque em ID. Você pode ignorar este passo e fazer o login mais tarde, se preferir.

Esses passos valem para celulares novos, restaurando o backup ou transferindo dados de um smartphone anterior.

Como resetar iPhone?

E se você comprar um iPhone usado? Ou quiser vender o seu para trocar por um modelo mais recente? O ideal é ir para o próximo dono já resetado. Confira os passos para fazer isso:

  1. Desemparelhe o Apple Watch caso haja um sendo utilizado com o iPhone.
  2. Faça backup do dispositivo (pelo iCloud ou iTunes).
  3. Feito o backup, finalize a sessão do iCloud e da iTunes e App Store (se você apagar dados enquanto a sessão estiver ligada, pode acabar excluindo informações para sempre da nuvem.
  4. Vá para Ajustes e toque em Geral > Redefinir > Apagar Conteúdo e Ajustes.
  5. Se você for trocar para um smartphone que não é Apple, cancele o registro do iMessage (sem isso, ficará impossibilitado de receber SMS). Basta tocar em Ajustes > Mensagens e desative o iMessage.
  6. Se solicitado, insira o código de acesso do dispositivo ou o código de acesso de Restrições. Depois, toque em Apagar [dispositivo].

Pronto, você está pronto para inserir novas informações no iPhone!

Acessórios legais para iPhone

Uma das coisas mais legais de ter um iPhone é a imensidão de escolhas de capas. Como são poucos modelos, os fabricantes investem mais nas opções e é possível encontrar capinhas para todos os gostos e utilidades. Veja algumas:





Você ainda pode adquirir outros acessórios que adicionam funcionalidades ao aparelho:

Lâmpada individual Philips Hue Ambiance.

Caixa de som Beats Pill+ – Neighbourhood Collection.

iphone

Pau de selfie e suporte iKlip Grip da IK Multimedia.

iphone

Conjunto de lentes Active da olloclip.

Para você que é fã de Apple, não deixe de conferir também nosso guia para Apple Watch!

Steve Jobs

Apple Watch: tudo o que você precisa saber antes de comprar

O Apple Watch deu o que falar quando foi lançado em 2015. Não existia nada igual ao gadget, que se firmou como outra inovação imbatível da empresa. Muitos ainda questionam sua necessidade e quem deseja comprar ainda tem algumas dúvidas sobre modelos e usos.
Isso porque as opções são muitas, tanto de geração quanto de pulseiras, tamanhos e acessórios.
Neste post, você vai ver:

  • Motivos para comprar ou não um Apple Watch
  • Especificações, modelos e vantagens de cada geração do relógio (1, 2 e 3)
  • Quem vende na briga entre Series 1 e 3
  • O que significa o tamanho do relógio da Apple
  • Pulseiras legais e outros acessórios
  • Onde comprar o seu (com valores)
  • Guia de uso básico

Ao final, você poderá decidir se é hora de comprar o seu relógio da Apple e qual combina mais com seu estilo de vida e necessidades.

Você deve comprar um Apple Watch?

Antes de comprar o seu Apple Watch, considere algumas características, tanto do gadget quanto do seu próprio estilo de vida. O relógio da Apple não diz apenas o tempo, como também é um fitness tracker, por exemplo. Mas não se separa facilmente do iPhone ou iPad na hora do uso. É como se fosse um produto complementar.
Veja mais detalhes sobre os usos:

Hora

Você provavelmente parou de usar relógio depois de adquirir um smartphone. O problema é que para olhar as horas é preciso tirar o celular do bolso ou da bolsa, o que nem sempre é prático.
Para ver o horário e a data, basta olhar para o seu pulso, onde o dock do Apple Watch mostra o relógio com um display parecido com o do smartphone. Não é preciso apertar nenhum botão: levante o pulso e a tela aciona.
Você ainda pode adicionar informações, como o clima e horário do nascer ou pôr do sol. É possível também customizar essa tela à vontade, com padrões simples ou personagens da Disney.

Notificações

Outra função bacana do Apple Watch é a capacidade de ver notificações sem precisar olhar o celular. O aviso é bem sutil, com o display acendendo durante alguns segundos quando chegam mensagens ou pushes. A informação vem bem resumida, com o nome do app e um pouco do contexto.
O relógio também possui um centro de notificações, assim como outros gadgets da Apple. Basta puxar a barra superior e ver tudo. Mensagens do WhatsApp, cartões de embarque, ligações perdidas – veja e decida se é preciso alcançar o telefone para responder.

Esporte

Para quem pratica esportes, especialmente corrida, o relógio da Apple tem ainda mais utilidade. O aparelho tem um monitor de batimentos cardíacos, que funciona enquanto você dorme, inclusive, e oferece relatório todas as manhãs.
Além disso, os modelos da geração 3 possuem GPS para você observar as distâncias percorridas. Grave automaticamente não apenas as caminhadas, mas também degraus subidos, dentre outras atividades.
Ah, e como o relógio é resistente à água, você pode também ter relatórios de natação. Basta baixar um app específico para isso. Legal, não? E se gostar do resultado, compartilhe nas suas redes sociais diretamente do relógio.

Comunicação

Como já falamos, é possível observar suas notificações diretamente do Apple Watch. Mas você também pode digitar mensagens e atender ligações, tudo conectado ao seu iPhone. É muito conveniente, mas aqui está o pulo do gato: o Apple Watch não funciona sem estar integrado com o smartphone da Apple (por falar em integração, também é possível utilizar junto com a Apple TV).
Portanto, se você ainda não tem um, talvez seja melhor pensar em investir nele primeiro. Além disso, apenas a versão mais cara, o Apple Watch Series 3 (GPS + Cellular) funciona sem o iPhone por perto – nas outras, é preciso que os dois gadgets estejam juntos – mas vamos aprofundar nisso mais à frente.
Muito bem. Viu tudo isso e ficou com vontade? Vamos às análises de cada geração do Apple Watch.

Apple Watch Series 1

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O Apple Watch Series 1 requer que você tenha o iPhone 5 ou superior, com iOS 11 ou superior. Assim como os outros modelos, como você verá a seguir, está disponível nos tamanhos 38 e 42 mm e é possível trocar a pulseira.
Apesar de ser a primeira geração, não deixa a desejar. Nos modelos mais novos, não sofreu tantas alterações em estrutura física. Vem com um botão para desligar e uma coroa para navegar pela interface, além de tela de OLED, que permite visualização mesmo quando há luz em alta intensidade.
A bateria chega a durar mais de 18 horas, se você não utilizar o tempo todo. Além disso, o Apple Watch Series 1 já veio com a função de iluminação automática quando você levanta o pulso.

Preços

É possível comprar a primeira geração de relógios inteligentes pela loja iPlace, maior revendedor de produtos Apple do Brasil. Preços em 18/02/2018:
Apple Watch Series 1, 38 mm – R$1.799,00
Apple Watch Series 1, 42 mm – R$2.024,10
Apple Watch Edition, 38 mm (também parte dos Series 1, uma versão mais exclusiva) – R$8.279,10
Você também pode adquirir o Apple Watch Series 1 em outras lojas no Brasil, como Amazon ou Americanas.

Apple Watch Series 2

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A primeira atualização do relógio inteligente da Apple foi o Series 2. Lançado em setembro de 2016, representa um apelo maior ao mundo fitness: a partir dessa versão, os smartwatches da Apple passaram a ter GPS integrado. Entretanto, o design é o mesmo do Apple Watch 1.
O Series 2 continua sendo dependente do iPhone, mas ficou possível se exercitar sem precisar levar os dois gadgets – ele funciona offline e quando se conecta faz upload das informações. A resistência à água também ganhou reforço (permite, no máximo, 50 metros de profundidade).
A bateria pode chegar a durar dois dias e, assim como o Apple Watch Series 1, é possível trocar a pulseira – depois do lançamento, vários modelos novos foram adicionados às lojas.

Preços

Confira os preços dessa versão pela iPlace:
Apple Watch Series 2, 38 mm (pulseira esportiva) – R$3.599,10
Apple Watch Series 2, 38 mm (pulseira milanês) – R$4.319,10

Apple Watch Series 3

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Essa é a geração mais atual dos smartwatches. Ainda mais independente do celular que as outras, trouxe algumas novidades interessantes para o mundo dos relógios inteligentes.
O design também é o mesmo do 1 e do 2, além da possibilidade de trocar pulseiras. Nesse caso, o 3 vem com duas pulseiras, de tamanhos diferentes. O brilho emitido é ainda mais forte, com desempenho bom em locais muito iluminados.
A tela é desbloqueada também com o movimento do pulso ou dois toques rápidos. Segundo a Apple, essa versão é 70% mais rápida do que as anteriores, com processadores atualizados. Você ainda pode conferir o clima, a rota para o trabalho, dentre outras funções.
Uma outra mudança importante é o grid de aplicativos, que agora é em forma de lista e não em forma de nuvem. O maior avanço está em uma versão do Apple Watch Series 3 que ainda não é vendida no Brasil, apesar de ter sido homologada em 2017: o Apple Watch Series 3 (GPS + Celullar).

Mais independência

A versão com LTE trouxe uma independência quase completa para o smartwatch. Trata-se da possibilidade de sair de casa sem o celular e utilizar a internet de dados enquanto está na rua. Apesar de ser um modelo mais caro (cerca de 329 dólares ou mais ou menos R$1.024,00 lá nos EUA), pode ser o que você precisava.
Se você gosta, por exemplo, de checar os e-mails ou atender ligações sem precisar do celular, é a opção certa. Agora, se pretende sempre ter o iPhone em mãos, talvez não seja uma boa ideia.
Se você tem acesso a alguma forma de importação, é possível trazer para o Brasil e utilizar normalmente. Veja como configurar aqui.

Preços

Como você já deveria estar imaginando, o Series 3 tem preços um pouco mais salgados em relação à versão anterior. Confira:
Apple Watch Series 3, 38 mm (pulseira esportiva) – R$2.339,10
Apple Watch Series 3, 42 mm (pulseira esportiva) – R$2.564,10
O Apple Watch 3 também veio com algumas edições especiais. Uma delas é o Apple Watch Nike+, que apresenta uma pulseira diferenciada e é focado em quem pratica atividades físicas de alta performance:
Apple Watch Nike+, 38 mm – R$2.339,10
Apple Watch Nike+, 42 mm – R$2.564,10
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Lá fora, existem outras, como o Apple Watch Hermès, oficial em parceria com a marca de luxo. As especificações são as mesmas, o que muda é a aparência e as pulseiras que acompanham o produto.

Apple Watch Series 1 x Apple Watch Series 3

Aqui vamos considerar que o Apple Watch Series 2 não vale mais tanto a pena. Por um preço que é quase igual ao Apple Watch 3, você terá um aparelho com poucas melhorias em comparação com o Series 1. Portanto, vamos comparar o 1 e o 3 para que você saiba decidir.
Se você não é louco por ter as novidades assim que elas chegam, talvez pense em adquirir o Series 1, especialmente se não tiver acesso ao Series 3 com LTE. O Apple Watch Series 1 está melhor se comparado ao que foi lançado lá em 2015, sendo produzido com um processador um pouco melhor.
Entretanto, é bom lembrar que o 1 não possui tanta resistência à água – se você desejar utilizá-lo enquanto faz natação, talvez seja melhor escolher o 3. Além disso, apesar do design ser aparentemente o mesmo, o Apple Watch Series 3 é feito de aço inoxidável e uma tela mais resistente.
O Series 1 vem com apenas uma pulseira, enquanto o 3 vem com duas. Mas você pode adquirir outros modelos pela loja da Apple.
Quem já tem o Series 1 e está pensando em fazer o upgrade, talvez seja melhor esperar que a versão LTE chegue ao Brasil. Assim, você vai ganhar muito mais independência do seu iPhone.
Mas é bom ficar claro: a Apple ainda não deu sinais sobre datas. Ah, e se você sentiu que o Apple Watch 1 andou um pouco lento, não deixe de atualizar o sistema operacional para o watchOS 4: vai perceber uma melhora boa de velocidade quando o fizer.
A seguir, vamos aprofundar um pouco mais em outras questões de especificação para ajudar você a escolher o modelo ideal de relógio da Apple: tamanho e pulseiras.

Tamanhos do Apple Watch

Como você pode perceber, todas as versões têm disponíveis dois tamanhos diferentes: 38mm ou 42mm. Geralmente, entende-se que esses tamanhos foram desenhados para acomodar o relógio no pulso de uma mulher ou no de um homem.
Mas não se decida por isso: não é uma regra geral. O design nas duas opções de tamanho é o mesmo, apenas a tela é um pouco maior no 42mm, com possibilidade de mostrar mais informações no display.
As dimensões (38mm/42mm) representam a medida da altura do relógio. É um pouco diferente de quando observamos medidas de smartphones, que se referem, normalmente, ao tamanho da tela. O Apple Watch Series 3 é um pouco mais grosso que os outros, mas de forma quase imperceptível. Veja as medidas exatas:
’38mm Series 3′: 38.6mm x 33.3mm x 11.4mm
’42mm Series 3′: 42.5mm x 36.4mm x 11.4mm
’38mm Series 1′: 38.6mm x 33.3mm x 10.5mm
’42mm Series 1′: 42.5mm x 36.4mm x 10.5mm
Como estamos falando de um wearable, é muito importante decidir-se pelo tamanho que vai fazê-lo sentir mais confortável. Uma ideia é experimentar o relógio da Apple antes de comprá-lo. Assim, você não corre o risco de errar o tamanho.
Evite decidir pelo preço – apesar das versões 42mm serem um pouco mais caras, pode ser que você acabe com um relógio pequeno apenas para economizar cerca de R$200.

Pulseira Apple Watch

As pulseiras são muito mais uma questão de estética. A maioria é confortável o suficiente, mas algumas parecem mais um relógio real do que outras. Lembre-se de comprar uma que seja compatível com 38mm ou 42mm. Confira alguns modelos disponíveis na loja da Apple:

Pulseira Apple Watch Loop Esportiva

Feita com trama de nylon, mas ainda com design mais esportivo, é maleável e respirável.
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Pulseira Apple Watch Esportiva

Feita de fluorelastômero, material resistente a altas temperaturas, é um modelo mais macio.
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Também é possível comprar a pulseira esportiva que vem originalmente com o Apple Watch Nike+:
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Pulseira Apple Watch Trama de Nylon

Versão da trama de nylon que é menos esportiva.
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Pulseira Apple Watch Couro

É a que mais se assemelha aos relógios tradicionais.
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Pulseira Apple Watch Estilo Milanês

É uma pulseira que vem com alguns modelos de Apple Watch, por isso é mais clássica.
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É feita de aço inoxidável, assim como a pulseira de elos:
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Outros acessórios

Todos os Apple Watches vêm acompanhados de um carregador pequeno e básico. Você pode querer adquirir um carregador extra que permite o carregamento durante a noite, por exemplo.
Confira os preços de acessórios na loja da Apple.

Onde comprar Apple Watch

Se você não está a fim de ir pelos preços das lojas iPlace, conferimos alguns preços nos maiores vendedores aqui no Brasil. Valores atualizados em 18/02/2018.

Lojas Americanas

Apple Watch Series 3 42mm – R$2.849,99
Apple Watch Series 3 38mm – R$2.599,00
As lojas Americanas também vendem películas e pulseiras.

Amazon

Apple Watch Nike+ 42mm – R$1779,76
Esse é apenas um exemplo. Os preços na Amazon podem variar bastante e incluem produtos usados à venda.

Magazine Luiza

Apple Watch Series 1 38mm – R$1.439,91
Apple Watch Series 1 42mm – R$1.529,91
Apple Watch Series 2 38mm – R$1.979,91
Apple Watch Series 2 42mm – R$2.249,91
Apple Watch Series 3 38mm – R$2.249,91
Apple Watch Series 3 42mm – R$2.429,91
Preços para compras à vista.

Guia de uso Apple Watch

Ao comprar o seu Apple Watch, você vai receber um manual de instruções. Mas para saber de antemão o que fazer quando o seu chegar, seguem algumas dicas:

  • As primeiras 24 horas utilizando o relógio podem ser um pouco frustrantes, se você nunca teve contato com um. É isso o que o torna tão intrigante! Aos poucos, assim como foi quando comprou seu smartphone, você se acostuma.
  • O relógio acende o display quando você levanta o pulso e fica ligado durante 6 segundos. Você pode modificar esse tempo para até 70 segundos.
  • A coroa é um dos principais recursos do relógio para melhorar a usabilidade. Com ela, é possível: um aperto aciona o display, se ele já estiver ligado, passa para tela de apps. Pressione e segure para ativar a Siri.
  • O centro de controle fica na parte de baixo – acesse modo avião, bateria, volumes e bloqueio de tela arrastando de baixo para cima.

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  • Para fazer download de novos aplicativos (muitos já vão vir no próprio relógio), é preciso acessar a loja por meio do iPhone.
  • A partir do sistema operacional watchOS 3, a possibilidade de tirar print da tela vem desligada nas configurações originais. Para ligar, entre em General > Enable screenshots. Para fazer um print, pressione a coroa e o botão lateral ao mesmo tempo.

Use seu Apple Watch para aprender mais

A plataforma do 12min possui um aplicativo para apple watch! Por meio dele, você pode ouvir as versões em áudio dos nossos microbooks, resumos feitos com base nos maiores livros de não-ficção do mundo.
E já que você é Apple Fan, que tal começar pela biografia do Steve Jobs?

Steve Jobs

Boa leitura!